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PRONAC 2514741Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Centro de Memória do Vale – Os documentos do Século XIX

INSTITUTO CULTURAL CIDADE VIVA
Solicitado
R$ 3,65 mi
Aprovado
R$ 3,65 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Construção, conservação e implantanção de equipamento cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-03
Término
2027-06-30
Locais de realização (1)
Vassouras Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa a Implantação do Centro de Memória do Vale, voltado à preservação, digitalização e difusão do acervo documental histórico de Vassouras, RJ, por meio da criação de um laboratório de restauro, exposições permanentes e temporárias, programa educacional para escolas e ações formativas e culturais que valorizam a memória social do Vale do Café.Para esta finalidade, será ocupada a "Casa do Barão do Ribeirão", um imponente sobrado, datado de 1860, tombado através do Conjunto Paisagístico e Urbanístico de Vassouras no Processo 566-T-57. A edificação foi parte integrante dos bens contemplados pelo PAC Cidades Históricas, com recursos disponibilizados para a elaboração dos projetos e da obra de restauração. Com isso, o projeto terá oportunidade de dar vida histórica e cultural ao equipamento, com atividades gratuitas e voltadas ao público, tanto de Vassouras quanto de todo o Brasil. Ao todo, o projeto terá duração de 18 meses.

Sinopse

O projeto “Centro de Memória do Vale – Os Documentos do Século XIX” reúne um conjunto de ações voltadas à preservação, difusão e valorização do patrimônio documental e histórico do Vale do Café, a partir do acervo do século XIX abrigado na Casa do Barão do Ribeirão, em Vassouras/RJ.O principal produto é a implantação do Centro de Memória e Documentação, espaço permanente destinado à guarda, higienização, recuperação e digitalização do acervo, composto por 2.294 caixas e 500 volumes de livros, atas e jornais que retratam a vida social, política e econômica do Brasil Imperial.Complementarmente, o projeto desenvolverá os seguintes produtos culturais:Montagem de uma exposição permanente que apresentará a história da região por meio dos documentos do acervo;Montagem de uma exposição temporária sobre o Patrimônio Ferroviário da região, em área contígua ao salão principal do casarão;Execução do Programa Educacional “A História Não Contada nos Documentos Oficiais”, voltado às escolas municipais de Vassouras, com 26 apresentações e participação estimada de 2.600 alunos;Promoção de seminários, oficinas e visitas guiadas voltadas à formação de agentes culturais e educadores locais, com foco na preservação documental e na valorização da memória regional.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

O projeto "Centro de Memória do Vale _ Os documentos do Século XIX" tem como principal objetivo implantar o Centro de Memória do Vale, a ser localizado na "Casa do Barão do Ribeirão", assegurando a preservação, digitalização e difusão do acervo documental do século XIX de Vassouras, de modo a valorizar a memória social do Vale do Café e promover o acesso público ao patrimônio histórico e cultural da região.Como objetivos específicos, o projeto prevê:- Dar vida cultural a um bem histórico patrimonial, como a Casa Barão do Ribeirão, que foi objeto de restauro completo através do PACS Cidades Históricas (IPHAN / GOVERNO FEDERAL). - Implantar laboratório de tratamento, higienização, recuperação e restauro de acervo arquivístico em papel;- Digitalizar e catalogar o acervo documental existente, composto por 2.294 caixas box e 500 volumes de livros, jornais e atas;- Montar exposição permanente sobre a história regional a partir dos documentos do século XIX e exposição temporária sobre o patrimônio ferroviário local;- Executar o Programa de Educação patrimonial "A História Não Contada nos Documentos Oficiais", com 26 apresentações em escolas públicas municipais com vagas para até 2.600 alunos;- Realizar seminários, oficinas e visitas guiadas voltados à formação de agentes culturais e educadores da região;- Assegurar acessibilidade e gratuidade em todas as ações do projeto, promovendo a democratização do acesso ao patrimônio cultural.

Justificativa

A preservação e valorização do patrimônio histórico brasileiro demandam políticas consistentes de fomento cultural, uma vez que a manutenção de sítios arqueológicos e edificações tombadas envolve custos elevados, equipes técnicas multidisciplinares e soluções específicas que não encontram sustentabilidade em mecanismos de mercado. O projeto como este, que trata de ações para a sustentabilidade da preservação da Casa Barão do Ribeirão, é exemplo claro dessa necessidade, se justificando por si só. Trata-se de bem tombado, com reconhecido valor histórico, arquitetônico e simbólico para a formação da identidade nacional, mas que se encontrará subutilizado, carecendo de infraestrutura museográfica, educativa e de acessibilidade para se tornar plenamente fruído pela sociedade.O projeto "Centro de Memória do Vale _ Os Documentos do Século XIX" também se justifica-se pela urgência de preservar, restaurar e difundir o acervo documental histórico do século XIX de Vassouras, RJ — um dos mais importantes registros da formação social, econômica e cultural do Vale do Café, região central na história do Brasil Imperial. O conjunto documental, composto por milhares de processos, livros e registros, encontra-se em risco de deterioração natural e representa um patrimônio insubstituível, não apenas para a memória local, mas para a compreensão da formação do país, das dinâmicas escravistas, da transição para o trabalho livre e da consolidação das instituições republicanas.Localizado na Casa do Barão do Ribeirão, bem tombado pelo IPHAN e integrante do PAC Cidades Históricas, o projeto visa dar nova destinação pública e cultural a um edifício emblemático, que foi restaurado com recursos federais e agora se prepara para cumprir sua função social, tornando-se um Centro de Memória e Documentação de referência nacional. A iniciativa reforça compromissos assumidos pelo IPHAN e pelo Estado do Rio de Janeiro na preservação do patrimônio cultural, promovendo a ocupação qualificada e educativa de bens tombados e a formação de novos públicos voltados ao conhecimento da história e da cultura brasileiras. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por promover:a preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro;o fomento à produção, à formação e à valorização cultural;e o acesso da população às fontes e bens da cultura nacional.De forma convergente, alcança os objetivos do Art. 3º da mesma Lei, ao:estimular a produção, promoção e difusão cultural (inciso I);proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira (inciso II);preservar o patrimônio histórico e artístico nacional (inciso IV);assegurar o acesso democrático às fontes da cultura (inciso V);e apoiar a pesquisa e a formação cultural (inciso VI).A iniciativa dialoga, ainda, com os princípios da educação patrimonial e da valorização da diversidade cultural, consolidando o Vale do Café como território de memória, reflexão e pertencimento. Ao integrar preservação documental, restauração, digitalização e ações educativas, o projeto contribui para o fortalecimento da identidade regional e para a formação cidadã das novas gerações, fomentando o pensamento crítico e o reconhecimento das múltiplas narrativas históricas.Em síntese, o Centro de Memória do Vale representa um investimento de interesse público, que articula patrimônio, memória, educação e cidadania, e cujo impacto social e cultural só se viabiliza por meio do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet, instrumento legítimo e necessário para garantir a salvaguarda e a difusão de um patrimônio histórico fundamental para o Brasil.

Estratégia de execução

N/A

Especificação técnica

O projeto tem várias atuações em seus produtos culturais, dentre eles, apresentamos as seguintes especificações técnicas:1. Centro de Memória e Documentação do Vale do CaféEspaço permanente dedicado à guarda, higienização, recuperação e digitalização do acervo documental do século XIX de Vassouras/RJ.O acervo é composto por 2.294 caixas box de documentos e 500 volumes de livros, jornais e atas da Câmara Municipal.O projeto prevê a implantação de um Laboratório de Tratamento e Restauro de papel, com aquisição e instalação de equipamentos específicos (mesas higienizadoras, espátulas térmicas, aspirador, guilhotina e deionizador).A estrutura atenderá aos padrões técnicos de conservação de acervo arquivístico, permitindo o tratamento físico dos documentos e o armazenamento em condições controladas.2. Exposição Permanente – “Os Documentos do Século XIX”Mostra de longa duração, instalada em área principal da Casa do Barão do Ribeirão, apresentando a história da região por meio de documentos originais e reprodutos digitais do acervo.O conteúdo abordará temas como a formação do Vale do Café, o ciclo do Baronato e as transformações sociais do século XIX.A montagem contará com painéis expositivos, vitrines e recursos de mediação textual e visual.3. Exposição Temporária – “Patrimônio Ferroviário da Região”Exposição de curta duração, instalada em área contígua ao salão principal do casarão.Apresentará documentos e imagens referentes ao desenvolvimento ferroviário regional, em diálogo com o acervo do Centro de Memória.Terá formato modular, permitindo futuras renovações temáticas e inclusão de novos materiais.4. Programa Educacional – “A História Não Contada nos Documentos Oficiais”Programa de educação patrimonial voltado às escolas públicas municipais de Vassouras.Baseia-se na adaptação didática do livro “O Vale da Escravidão”, produzido pelo Ministério Público Federal e pelo Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.Serão realizadas 26 apresentações gratuitas em formato de contação de histórias dramatizada, com participação estimada de 2.600 alunos do Ensino Fundamental II e Médio.Cada sessão terá duração média de 30 a 40 minutos, seguida de roda de conversa com o público e os autores das narrativas.O conteúdo pedagógico abordará temas de memória, identidade e formação cidadã, com foco na história das populações escravizadas e na formação social do Vale do Café.5. Seminários, Oficinas e Visitas GuiadasSerão promovidos encontros formativos e visitas mediadas voltadas a agentes culturais, professores e estudantes da região.Os seminários terão carga horária média de 8 horas e abordarão temas como preservação documental, educação patrimonial e memória social.As oficinas terão caráter prático, com participação direta dos inscritos em atividades de manuseio e conservação de acervo.As visitas guiadas serão realizadas de forma contínua durante o período expositivo, com grupos de até 20 pessoas por sessão, garantindo mediação educativa e acessibilidade de conteúdo.

Acessibilidade

O projeto “Centro de Memória do Vale – Os Documentos do Século XIX” adota a acessibilidade como princípio estruturante, assegurando condições de acesso físico, comunicacional e de conteúdo a todos os públicos.Acessibilidade Física:A Casa do Barão do Ribeirão, sede do projeto, encontra-se em processo de restauro integral pelo PAC Cidades Históricas (IPHAN), contemplando adequações de acessibilidade universal conforme as normas da ABNT NBR 9050. O espaço contará com:rampas de acesso nas áreas externas e internas;sanitários acessíveis adaptados;circulação livre e sem barreiras nos espaços expositivos;sinalização tátil e direcional em pontos estratégicos;piso tátil de alerta e direcional, assegurando autonomia de deslocamento para pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo:As ações educativas e expositivas do Centro de Memória serão desenvolvidas com recursos de mediação acessível, garantindo a compreensão e fruição por diferentes públicos, incluindo:audiodescrição nas exposições permanentes e temporárias;legendas descritivas em vídeos e conteúdos digitais;visitas sensoriais mediadas para grupos de pessoas com deficiência visual,capacitação da equipe de mediação com foco em atendimento inclusivo.Com essas medidas, o Centro de Memória do Vale reafirma seu compromisso com o direito à cultura e à acessibilidade plena, assegurando que todas as pessoas — independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas — possam vivenciar e compreender o patrimônio histórico do Vale do Café.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto “Centro de Memória do Vale – Os Documentos do Século XIX” serão gratuitas e de acesso público, reafirmando o compromisso com a democratização da cultura e o direito de todos ao patrimônio histórico nacional.As exposições permanentes e temporárias serão gratuitas, assim como a participação em visitas guiadas, oficinas, seminários e atividades educativas. O Programa educativo “A História Não Contada nos Documentos Oficiais”, voltado às escolas municipais de Vassouras, também será oferecido sem qualquer custo, contemplando cerca de 2.600 alunos do ensino fundamental e médio.Além do acesso presencial, o projeto prevê ampliação do alcance digital por meio da:disponibilização online do acervo digitalizado, em parceria com o IPHAN e o Centro de Documentação do Patrimônio (CDP), permitindo a consulta pública via internet;divulgação das ações e resultados nas redes sociais e canais institucionais do IPHAN, da Prefeitura e do Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV);transmissão de palestras e seminários por meio de plataformas virtuais, possibilitando a participação de pesquisadores e interessados de outras regiões.As oficinas e visitas guiadas serão realizadas de forma inclusiva e descentralizada, com foco na comunidade local, em especial estudantes da rede pública, agentes culturais e profissionais do patrimônio.Com essas medidas, o projeto assegura que o investimento público via Lei Federal de Incentivo à Cultura se traduza em benefício coletivo concreto, promovendo acesso gratuito, amplo e diversificado à cultura, à educação patrimonial e à história do Vale do Café.

Ficha técnica

Instituto Cultural Cidade Viva – Coordenação GeralO INSTITUTO CULTURAL CIDADE VIVA – ICCV é uma entidade cultural, sem fins lucrativos, criada em 12 de novembro de 1997, com o objetivo de pesquisar, armazenar e difundir conhecimentos sobre gestão cultural, através de cursos, palestras, seminários e fóruns. Tem ainda a função de elaborar, enquadrar projetos nas leis de incentivo à cultura, produzir e implantar Planos de Desenvolvimento Sociocultural e Polos de Empreendedorismo Cultural para regiões, municípios, cidades, bairros, ruas e centros históricos em todo país. O Instituto Cultural Cidade Viva elaborou e coordenou diversos projetos culturais, dentre eles o Animando a Rua Larga, Prêmio Rio Sociocultural, concepção e planejamento da criação do Museu Brasil da Cachaça, requalificação das ruínas históricas e a gestão do Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos, o restauro emergencial da Igreja de São Joaquim da Grama.Aline Carrocino - ProduçãoAline é atriz e produtora. Formada em Comunicação Social/UFRJ(Publicidade e Propaganda), e em Artes Cenicas/CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Pós-graduada em Teatro Musicado na UniRio (onde também cursou bacharelado em Teoria do Teatro). INDICAÇÕES A PRÊMIOS2015 - PRÊMIO ZILKA SALABERRY, categoria Produção, com o espetáculo musical TODO VAGABUNDO TEM SEU DIA DE GLÓRIACOORDENAÇÃO DE PRODUÇÃOFestival Panorama/ 2015PRODUÇÃO GERAL, ADMINISTRAÇÃO TEATRAL e PRESTAÇÃO DE CONTASProjeto Entre (Projeto de Residência). Teatro Sergio Porto (2016-2019)DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, PRODUÇÃO GERAL E REALIZAÇÃOMOVIMENTO DE ESCUTA, Dir. Clara Kutner. 2025, Patrocínio Vale e Patrocínio Funarte. Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Belo Horizonte e Uberlândia.O BAILE DA BICHARADA. Edital Sesc Pulsar. Unidades Sesc Rio. 2024SOM, UMA COREOGRAFIA PARA SURDOS. Dir. Clara Kutner. Festival Experimenta 2024. CCBB/RJMOVIMENTO DE ESCUTA, Dir. Clara Kutner. Teatro Sergio Porto/ 2023NARA, A MENINA DISSE COISAS. Teatro Ipanema e Sala Nelson Pereira dos Santos/ 2023. Lei Aldir Blanc. Edital Retomada Cultural 2O BAILE DA BICHARADA. Show Teatro dos 4/2022. Teatro Eco Villa RiHappy/2023. Rio Gastronomia /2023ANATOMIAS. Dir. Marcela Levy e Lucia Russo/ 2022OS SETE SAMURAIS. Dir. Laura Samy e Renato Linhares. Mezanino Espaço Sesc. Sesc Pulsar/2022DEBAIXO D’AGUA. Dir. Tatiana BittencourtFoca/2022. Sala Baden Powell. Circulação FOCA 2023PRETA DE ÉBANO. Dir. Natalia Balbino. Foca /2022 Circulação.FILME CRAVO. Portal SescRj. de Cavi Borges. Com Alice Poppe e Laura Samy (2021)SHOW TENDA DE HISTORIAS. Unidades SescRio (2020), com apresentações online e presenciaisOCUPAÇÃO FLAMENCA. Teatro Cacilda Becker/2019 SHOW TRALALA, CANÇÕES DE BRINCAR/2019MANHEEEE. Dir. Larissa Camara/2019NARA, A MENINA DISSE COISAS. Musical sobre Nara Leão. Dir.Priscila Vidca. Dir. Musical Guilherme Borges/2018-2019MISERICÓRDIA. Dir. Zéu Britto/2018. Festa Internacional do Teatro/ Angra dos ReisTRANSE. Dir. Daniela Amorim. Indicado Prêmio Shell e Cesgranrio, categoria ator e figurino/2016HOTEL BRASIL. Dir. Joelson Gusson/2017OCUPAÇÃO TEATRO MEIA VOLTA, Cia. Portuguesa, com os espetáculos: NACIONAL MATERIAL, TRYROMANCE, OZZZZZ/2015 MAQUINA DE DANÇAR. Dir. Thereza Rocha e Maria Alice Poppe/2014-2016. RJ e SP, Sesc Pompeia. Eleito pelo jornal O Globo um dos 10 melhores espetáculos/ 2014TODO VAGABUNDO TEM SEU DIA DE GLÓRIA. Dir. Thiago Pach, Dir.Musical Roberto Bahal/2015NOVELAS O MUSICAL. Dir. Andre Dias, Dir. Musical Wladimir Pinheiro/2014MUITA MULHER PRA POUCO MUSICAL. Dir. Claudia Ricart, Dir. Musical Dani Calazans/2010-2014LANÇAMENTO CD HARD BOLERO, de Dani Calazans/2014TUDO QUE EXISTE ENTRE NÓS. Dir. Ivan Sugahara/2013 AS HORAS ENTRE NÓS. Dir. Joelson Gusson/2013DEBATE: VOCE LUTA PELO QUE?, com Marcelo Freixo, Marcelo Burgos, Adriana Schneider e Tadeu Lemos/2013CORRIDA AOS CÉUS. Dir. Pedro Antonio Paes/2006Ralphen Rocca - Educativa-culturalÉ licenciado em Música e mestre em Educação pela UNIRIO. Atuou durante muitos anos como músico na cena noturna carioca, apresentando-se com voz e violão, além de acompanhar diversos artistas. Com ampla experiência em educação, trabalhou por mais de uma década como professor de música e contador de histórias na educação infantil, em diversas instituições de ensino do Rio de Janeiro.Atualmente, é professor e assessor cultural no Colégio Santo Inácio, onde atua com dedicação exclusiva nos três segmentos da escola, desenvolvendo shows, projetos e eventos culturais. Paralelamente, participa de produções e apresentações em diferentes eventos culturais pela cidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.