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PRONAC 2514742Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival SESI de Arte e Inclusão

SERVICO SOCIAL DA INDUSTRIA
Solicitado
R$ 240,3 mil
Aprovado
R$ 240,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2026-04-06
Término
2026-08-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo

Resumo

O Festival SESI de Arte e Inclusão é um evento formativo e artístico gratuito voltado para educadores da rede pública e privada, com o objetivo de promover práticas pedagógicas inclusivas por meio da arte. Realizado em dois dias no Centro Cultural SESI Jardim da Penha, o festival contará com oficinas multidisciplinares, palestras, apresentações artísticas acessíveis e espaços de troca de experiências entre educadores, artistas e especialistas. A proposta busca fortalecer o papel da arte como ferramenta de transformação social, valorizando a diversidade e os direitos humanos. Todas as atividades serão acessíveis, com Libras, audiodescrição e espaços adaptados, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e à formação artística.

Sinopse

Abaixo está uma sugestão da programação de palestras previstas para os dois dias de evento: 1. A Arte que Inclui: Caminhos para uma Educação Sem Barreiras Resumo: A palestra aborda os princípios da educação inclusiva e como as linguagens artísticas — teatro, música, dança e artes visuais — podem ser utilizadas para promover o acesso, a participação e o protagonismo de todos os estudantes. Serão apresentados exemplos de práticas pedagógicas que valorizam a diversidade como potencial criativo, incentivando professores a repensar estratégias e metodologias voltadas à equidade.Carga horária sugerida: 2 horas Público-alvo: Educadores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares e arte-educadores. Competências desenvolvidas:· Compreensão dos fundamentos da educação inclusiva;· Capacidade de adaptar atividades artísticas para diferentes perfis de aprendizagem;· Desenvolvimento de uma visão crítica sobre diversidade e equidade no ambiente escolar.2. Diversidade em Cena: A Arte como Espelho e Ferramenta de Transformação Social Resumo: Partindo do conceito de representatividade, esta palestra discute o papel da arte na construção de uma cultura escolar plural e democrática. Serão debatidos temas como identidade, pertencimento e respeito às diferenças étnico-raciais, de gênero, corpo e território. A proposta é inspirar educadores a desenvolver projetos artísticos que expressem a multiplicidade de vozes presentes na comunidade escolar.Carga horária sugerida: 2 horas Público-alvo: Professores de arte, literatura e ciências humanas, gestores culturais e estudantes de licenciatura. Competências desenvolvidas:· Reflexão crítica sobre diversidade cultural e representatividade;· Planejamento de projetos artísticos que expressem pluralidade e inclusão;· Sensibilização para o papel social e transformador da arte.3. Criação e Escuta: Metodologias Artísticas para uma Pedagogia do Cuidado Resumo: Focada na dimensão sensível da prática educativa, esta palestra apresenta metodologias baseadas na escuta ativa, na empatia e na coautoria com os alunos. A partir de experiências em arte-educação, propõe reflexões sobre o papel do educador como mediador de processos criativos que acolhem e valorizam as singularidades, promovendo o desenvolvimento integral e o bem-estar emocional.Carga horária sugerida: 2 horas Público-alvo: Professores da educação básica, arte-educadores, mediadores culturais e profissionais da área socioeducativa. Competências desenvolvidas:· Aplicação de metodologias participativas e sensíveis à diversidade.· Valorização da escuta e do diálogo como práticas pedagógicas.· Fortalecimento de vínculos e práticas de cuidado no ambiente escolar.4. Arte, Direitos Humanos e Cidadania: Formando Sujeitos Ativos e Conscientes Resumo: Esta palestra propõe uma reflexão sobre o ensino da arte como instrumento de conscientização social e exercício da cidadania. Serão discutidas práticas artísticas que estimulam o pensamento crítico, a autonomia e a ação transformadora dos estudantes em suas comunidades. A abordagem destaca a importância de projetos que unam arte, ética e responsabilidade social no contexto escolar.Carga horária sugerida: 2 horas Público-alvo: Educadores, coordenadores pedagógicos, gestores públicos e profissionais da cultura. Competências desenvolvidas:· Integração entre arte, ética e direitos humanos;· Capacidade de fomentar práticas artísticas voltadas à cidadania;· Estímulo ao protagonismo social e cultural dos estudantes.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar o Festival SESI de Arte e Inclusão, evento formativo e artístico voltado para educadores da rede pública e privada, com foco na promoção de práticas pedagógicas inclusivas por meio da arte, fortalecendo a relação entre cultura, educação e diversidade. Objetivos Específicos· Promover dois dias de atividades no Centro Cultural SESI Jardim da Penha em Vitória (ES);· Realizar 4 palestras, com até 4 convidados cada, sobre assuntos relativos à temática principal do projeto com espaço para perguntas e trocas de experiências ao final de cada uma delas, propiciando diálogo entre artistas, educadores e gestores culturais sobre práticas de acessibilidade e inclusão;· Oferecer 4 oficinas que estimulem metodologias de ensino inclusivas, sendo 1 na área de teatro, 1 na área da dança, 1 na área da música e 1 na área de artes visuais;· Valorizar o papel da arte na formação cidadã, na convivência com a diversidade e no fortalecimento dos direitos humanos com 2 apresentações artísticas nas quais pessoas com deficiência são as protagonistas da cena;· Abrir inscrição para participação de até 250 pessoas nas palestras e até 20 pessoas por oficina;· Fomentar a formação cultural de educadores, promovendo a arte como linguagem de integração social e ferramenta pedagógica;· Ampliar o acesso à arte e à cultura, assegurando a participação de pessoas com deficiência e grupos socialmente minorizados;· Estimular a criação de redes de colaboração entre escolas, artistas e instituições culturais comprometidas com a educação inclusiva.

Justificativa

O Festival SESI de Arte e Inclusão é um evento formativo e artístico voltado para educadores da rede pública e privada de ensino, com o objetivo de promover práticas pedagógicas inclusivas por meio da arte. A proposta busca fortalecer o papel da cultura como ferramenta de transformação social, valorizando a diversidade e os direitos humanos a partir da experiência estética e da troca de saberes.O caráter gratuito e formativo do evento amplia seu alcance e reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura, princípio fundamental da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ao oferecer capacitação cultural a educadores, o projeto potencializa o impacto da ação, uma vez que o conhecimento adquirido será multiplicado em sala de aula, beneficiando diretamente crianças, adolescentes e comunidades escolares em todo o estado.A acessibilidade é um eixo estruturante do festival. Todas as apresentações e atividades contarão com recursos de acessibilidade comunicacional — como intérprete de Libras, audiodescrição e legendagem —, além de espaços adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Essa diretriz reafirma o compromisso do SESI Cultura Espírito Santo com a promoção da cultura inclusiva e acessível a todos os públicos.Além disso, o projeto também busca estimular o diálogo entre arte, educação e inovação social, evidenciando o papel da arte como instrumento de sensibilização, reflexão e construção de uma sociedade mais justa e plural. O Festival SESI de Arte e Inclusão propõe, portanto, uma experiência que integra formação, fruição e cidadania, contribuindo para o fortalecimento das políticas culturais e educacionais voltadas à diversidade e à inclusão.Por tudo isso, a Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como o mecanismo mais adequado para realização deste projeto, uma vez que ele se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e X - priorizar o produto cultural originário do País. E para o cumprimento, como definido entre os objetivos do Art.3º da Lei 8313/91, o projeto tem por finalidade e se enquadra nos seguintes incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.O projeto também atende aos princípios da democratização do acesso à cultura, da valorização da diversidade cultural brasileira e da inclusão social por meio da arte, conforme as diretrizes das políticas públicas do Ministério da Cultura.

Especificação técnica

1. Oficina de Dança – “A Dança como Estratégia de Inclusão na Escola”Metodologia: A oficina combina vivências práticas com reflexão pedagógica. Os participantes experimentarão dinâmicas corporais acessíveis, inspiradas na dança criativa e na educação somática, aprendendo a adaptar exercícios para diferentes realidades. A ênfase está na escuta do corpo e na criação coletiva como caminho para a inclusão.Plano Pedagógico:Sensibilização: exercícios leves de consciência corporal e de percepção do espaço.Vivência prática: experimentação de jogos de movimento com diferentes níveis de complexidade e adaptação.Aplicabilidade pedagógica: análise das atividades e proposição de formas de integrá-las ao currículo escolar.Reflexão final: debate sobre o papel da dança na valorização das diferenças e no fortalecimento do coletivo.Carga horária sugerida: 4 horas Público-alvo: Professores da educação básica, educadores sociais, mediadores culturais e profissionais de educação inclusiva.Competências desenvolvidas:Planejar atividades corporais acessíveis e participativas;Adaptar propostas de dança às diferentes necessidades dos alunos;Utilizar o movimento como linguagem de comunicação e inclusão. 2. Oficina de Teatro – “Jogos Cênicos para uma Sala de Aula Inclusiva” Metodologia: Baseada nos princípios do Teatro do Oprimido e dos jogos teatrais de Viola Spolin, a oficina propõe vivências práticas adaptáveis a diferentes faixas etárias e contextos. As dinâmicas estimulam a escuta, a empatia e a construção coletiva do conhecimento.Plano Pedagógico:1. Integração e acolhimento: jogos de confiança e reconhecimento do grupo.2. Exploração expressiva: atividades de improvisação e expressão corporal com recursos acessíveis (gestos, objetos, voz, imagens).3. Transposição pedagógica: discussão sobre como aplicar os jogos teatrais em diferentes disciplinas e contextos escolares.4. Síntese criativa: elaboração coletiva de um plano de aula inclusivo utilizando o teatro.Carga horária sugerida: 4 horas Público-alvo: Professores da educação básica, arte-educadores e coordenadores pedagógicos.Competências desenvolvidas:· Aplicar o teatro como ferramenta pedagógica interdisciplinar;· Estimular a comunicação, a cooperação e a empatia em sala de aula;· Criar práticas teatrais adaptáveis a turmas diversas e inclusivas.3. Oficina de Música – “Sons e Sentidos: Música Acessível na Prática Educativa” Metodologia: A oficina parte de atividades de percussão corporal, produção sonora com materiais alternativos e criação colaborativa de músicas e ritmos. São abordadas adaptações pedagógicas para estudantes com deficiência auditiva, motora ou intelectual.Plano Pedagógico:1. Aquecimento sonoro: exploração de sons corporais e objetos do cotidiano.2. Vivência musical inclusiva: criação de ritmos e melodias com recursos visuais, táteis e gestuais.3. Transposição para a sala de aula: planejamento de sequências didáticas musicais acessíveis.4. Encerramento reflexivo: debate sobre o papel da música na construção da empatia e do trabalho coletivo.Carga horária sugerida: 4 horas Público-alvo: Professores da educação básica, educadores de música, pedagogos e arte-educadores.Competências desenvolvidas:· Utilizar recursos sonoros e rítmicos como instrumentos de inclusão;· Planejar atividades musicais acessíveis a diferentes tipos de deficiência;· Promover a escuta, a colaboração e a sensibilidade musical em sala de aula.4. Oficina de Artes Visuais – “Arte Tátil e Sensorial: Criando Experiências Inclusivas” Metodologia: A oficina é baseada na mediação sensorial e na experimentação com materiais alternativos, como tecidos, papéis, argila, sementes e elementos naturais. Além da prática artística, haverá discussão sobre acessibilidade cultural e metodologias inclusivas nas artes visuais.Plano Pedagógico:1. Exploração sensorial: vivência de diferentes texturas e estímulos visuais e táteis.2. Criação artística acessível: elaboração de trabalhos coletivos com múltiplos materiais.3. Planejamento pedagógico: proposição de atividades aplicáveis ao ambiente escolar.4. Apresentação e reflexão: partilha das produções e discussão sobre o papel da arte sensorial na inclusão.Carga horária sugerida: 4 horas Público-alvo: Professores de artes, mediadores culturais, pedagogos e educadores da rede pública e privada.Competências desenvolvidas:· Planejar atividades artísticas acessíveis e sensoriais.· Integrar recursos táteis e visuais no ensino de artes.· Promover práticas que valorizem a diversidade de percepções e modos de criação.

Acessibilidade

A acessibilidade é um eixo transversal de todo o projeto. O evento contará com:· Intérprete de Libras em todas as atividades;· Audiodescrição e legendagem nas apresentações artísticas e vídeos exibidos;· Espaços adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;· Monitores de plateia para orientação de público;· Materiais informativos em formato acessível (digital e impresso ampliado);· Distribuição de abafadores para pessoas com sensibilidade ao som.Além disso, o festival será divulgado com linguagem inclusiva e visual acessível, reforçando o compromisso com a cultura para todos.

Democratização do acesso

· Participação gratuita em todas as atividades, mediante inscrição prévia;· 60% das vagas reservadas a educadores da rede pública de ensino;· Certificados de participação reconhecendo a formação cultural dos participantes;· Ações de divulgação acessíveis (vídeos com Libras e legendas, cartazes com leitura facilitada);· Transmissão pela internet das palestras previstas na programação do evento;· Relatório de boas práticas reunindo os principais aprendizados e experiências compartilhadas, a ser disponibilizado gratuitamente online.

Ficha técnica

O Serviço Social da Indústria (SESI), proponente e coordenação geral do projeto, foi criando com o objetivo de oferecer educação de excelência voltada para o desenvolvimento pessoal e intelectual dos alunos, sempre visando à formação para o trabalho. Sua atuação é voltada para tornar a indústria cada vez mais produtiva, por meio da promoção do bem-estar do trabalhador, com soluções diversificadas para as empresas do Espírito Santo nas áreas de educação, cultura, segurança e saúde do trabalho e qualidade de vida. No âmbito da cultura, desenvolve ações voltadas para a promoção da qualidade de vida e melhorias na saúde mental dos profissionais da indústria e seus familiares. Possui um elo com o Sesi Educação, realizando dentro das salas de aulas projetos de formação cultural, tanto nas unidades da região metropolitana de Vitória quanto nas unidades do interior do Espírito Santo. Para a população capixaba, o Sesi Cultura ES oferece uma rica programação destinada a democratizar o acesso a espetáculos culturais, como os concertos da Orquestra Camerata Sesi, espetáculos, peças teatrais, shows e exposições. A gestão administrativa, financeira e jurídica, bem como a coordenação e produção executiva do projeto também será executada pela equipe própria do SESI. Toda a programação deste projeto será definida pela equipe técnica do SESI, mediante sua aprovação e captação de recursos financeiros. Após estes processos, o proponente informará a ficha técnica completa dos palestrantes, oficineiros e grupos artísticos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.