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PRONAC 2514752Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Sabores que contam histórias

INSTITUTO NACAO DE VALOR
Solicitado
R$ 1,18 mi
Aprovado
R$ 1,18 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quilombolas
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2026-01-05
Término
2027-01-05
Locais de realização (1)
Conceição da Barra Espírito Santo

Resumo

O projeto Sabores que Contam Histórias propõe preservar e valorizar a cultura quilombola da Comunidade do Coxi (Conceição da Barra/ES) por meio da gastronomia afetiva e do aproveitamento sustentável das frutas regionais. Serão realizados oficinas gastronômicas e culturais e a criação de um inventário de receitas e saberes tradicionais, resultando em produtos derivados (geleias, compotas e outros).Mais do que ensinar técnicas culinárias, a proposta pretende contar histórias por meio dos sabores, recuperando memórias, afetos e modos de vida transmitidos entre gerações A iniciativa contará histórias por meio dos sabores, fortalecendo a identidade quilombola, a economia criativa e o turismo cultural local.O projeto propõe uma vivência que une formação, registro e valorização da memória alimentar como patrimônio vivo e ferramenta de desenvolvimento local, contribuindo para o fortalecimento do turismo cultural e gastronômico e com a preservação das tradições quilombolas do Espírito Santo.

Sinopse

Sabores que Contam Histórias é um projeto cultural e gastronômico que une memória, território e afetividade na Comunidade Quilombola do Coxi, em Conceição da Barra (ES). A iniciativa transforma a culinária em linguagem de preservação e celebração da identidade quilombola, contando histórias por meio das frutas regionais, das receitas tradicionais e dos modos de preparo transmitidos entre gerações.O projeto é composto por um conjunto de produtos culturais complementares:-Livro-inventário: publicação que reúne receitas tradicionais, histórias orais, modos de fazer e saberes culinários da comunidade, com fotografias autorais e depoimentos das mulheres quilombolas. A obra será editada em versão física e digital acessível, com recursos de leitura ampliada, áudio e Libras.-Site interativo: plataforma digital que apresentará vídeos, fotos e conteúdos multimídia sobre o processo formativo, as receitas e os produtos derivados das frutas regionais, além de informações sobre os pontos de escoamento e comercialização da produção das mulheres do Coxi.-Oficinas gastronômicas e culturais: encontros formativos gratuitos, voltados à culinária afetiva, ao aproveitamento integral de alimentos, à comunicação comunitária e à economia criativa, promovendo autonomia e geração de renda.-Palestras e rodas de conversa: atividades reflexivas sobre empoderamento feminino, cooperativismo, sustentabilidade e turismo gastronômico, estimulando o protagonismo e o fortalecimento da economia criativa quilombola.-Mostra e degustação final: evento de encerramento aberto ao público, com exposição dos produtos, degustação, exibição de vídeos e apresentação do livro-inventário, celebrando os resultados do projeto junto à comunidade.Com linguagem sensível e educativa, Sabores que Contam Histórias valoriza o saber das mulheres quilombolas e transforma a culinária em expressão de memória, resistência e sustentabilidade. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo Geral: Preservar e celebrar a memória viva das mulheres quilombolas da Comunidade do Coxi, contando histórias por meio dos sabores, das frutas, da culinária e da gastronomia, através da realização de oficinas gastronômicas e da criação de um inventário de receitas e saberes tradicionais. O projeto transforma o ato de cozinhar em um gesto de resistência, identidade e sustentabilidade, promovendo o empoderamento feminino, a valorização cultural, a economia criativa e o fortalecimento do turismo cultural e gastronômico quilombola no Espírito Santo. Objetivos específicos: -Realizar oficinas de culinária e gastronomia afetiva, com foco no resgate de receitas tradicionais e no aproveitamento sustentável das frutas regionais da Comunidade Quilombola do Coxi, promovendo a valorização dos saberes locais e a preservação das práticas alimentares ancestrais. -Desenvolver oficinas de aproveitamento integral de alimentos e criação de um Banco de Alimentos Quilombola, voltado à redução do desperdício, à segurança alimentar e ao uso criativo das frutas e insumos da região como instrumentos de geração de renda e sustentabilidade. -Oferecer oficinas de comunicação e mídias comunitárias, capacitando as mulheres e jovens quilombolas a registrar, divulgar e promover seus produtos e suas histórias nas redes sociais e em plataformas digitais, fortalecendo sua autonomia na comercialização e visibilidade cultural. -Promover palestras e rodas de conversa sobre economia criativa, empoderamento feminino e cooperativismo, estimulando o protagonismo das mulheres quilombolas e o fortalecimento de redes de colaboração e associativismo local. -Elaborar um inventário cultural em formato de livro, reunindo receitas, histórias, modos de fazer e saberes culinários tradicionais, como instrumento de registro, salvaguarda e difusão da memória alimentar da comunidade. -Desenvolver um site interativo do projeto, que reunirá vídeos, fotografias das receitas, entrevistas e informações sobre os pontos de escoamento e comercialização dos produtos feitos pelas mulheres quilombolas, ampliando o acesso público e a visibilidade nacional da produção cultural e gastronômica do Coxi. -Fomentar o turismo cultural e gastronômico quilombola, promovendo o reconhecimento da culinária tradicional como patrimônio vivo e fortalecendo a inserção da Comunidade do Coxi nos circuitos de economia criativa e sustentabilidade do Espírito Santo.

Justificativa

Dada sua natureza cultural, educativa e social, o projeto Sabores que Contam Histórias requer apoio através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme estabelecido pela Lei nº 8.313/91 - Lei Rouanet, para garantir sua viabilidade financeira, produção qualificada, acessibilidade plena e ampla difusão. A proposta se enquadra no Artigo 1º da referida Lei, que estabelece como objetivos: contribuir para facilitar o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I); estimular a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento e memória (inciso IV e VIII); e preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro (inciso VI). Também atende ao Artigo 3º, que prevê o fomento à produção cultural e artística (inciso II, alínea b), o estímulo à difusão de bens culturais de valor universal (inciso IV) e a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, em especial as comunidades afro-brasileiras e tradicionais (inciso V).Dessa forma, a iniciativa encontra respaldo legal por seu caráter formativo, cultural e de salvaguarda do patrimônio imaterial, ao propor o registro e a valorização da cultura alimentar quilombola como parte fundamental da identidade capixaba e brasileira. O projeto tem como propósito preservar, valorizar e difundir a cultura quilombola da Comunidade do Coxi, em Conceição da Barra (ES), a partir da gastronomia afetiva, das frutas regionais e dos saberes tradicionais que se expressam no cotidiano e na ancestralidade do território.A Comunidade do Coxi é marcada por uma rica diversidade de frutas nativas e cultivadas — como cajá, caju, goiaba, graviola, abacaxi, banana e acerola — que, embora abundantes, muitas vezes são desperdiçadas por falta de estrutura adequada, capacitação técnica e meios de escoamento sustentável. O projeto surge como resposta criativa e inclusiva a esse cenário, promovendo a realização de oficinas de culinária e gastronomia afetiva, oficinas de aproveitamento integral de alimentos e a criação de um Banco de Alimentos Quilombola, voltados à formação, geração de renda e sustentabilidade.Além das ações de formação prática, o projeto contempla oficinas de comunicação e mídias comunitárias, que permitirão às mulheres quilombolas aprender a divulgar seus produtos e compartilhar suas histórias em redes sociais e plataformas digitais, ampliando a visibilidade da produção cultural e gastronômica local. Serão também realizadas palestras e rodas de conversa sobre economia criativa, empoderamento feminino e cooperativismo, fortalecendo o protagonismo das mulheres do Coxi e estimulando o associativismo como ferramenta de emancipação e sustentabilidade.Como desdobramento, será desenvolvido um inventário cultural em formato de livro, reunindo receitas, histórias, modos de fazer e saberes culinários tradicionais, bem como um site interativo com vídeos, fotografias e informações sobre as receitas e o escoamento da produção das mulheres quilombolas. Esses produtos funcionarão como instrumentos de registro, difusão e valorização do patrimônio imaterial da gastronomia quilombola, além de promover a memória alimentar como patrimônio vivo e ativo do Espírito Santo.Mais do que ensinar técnicas culinárias, Sabores que Contam Histórias pretende contar histórias por meio dos sabores, resgatando memórias, afetos e modos de vida transmitidos entre gerações. Ao transformar as frutas regionais em produtos de identidade quilombola, o projeto fortalece o sentimento de pertencimento, a economia criativa e o turismo cultural da região.Por sua natureza educativa, inclusiva e sustentável, o projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente: ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável), ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), ODS 10 (Redução das Desigualdades), ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação).Assim, Sabores que Contam Histórias reafirma o compromisso com a diversidade cultural, o empoderamento feminino e o fortalecimento da economia criativa nos territórios quilombolas, transformando a culinária e as frutas regionais em expressões de memória, resistência e desenvolvimento humano sustentável.

Estratégia de execução

O projeto Sabores que Contam Histórias contempla também o desenvolvimento de dois produtos culturais de grande relevância: o site interativo e o livro-inventário “Sabores que Contam Histórias”, que se complementam como instrumentos de preservação, difusão e valorização da cultura alimentar quilombola da Comunidade do Coxi, em Conceição da Barra (ES).O site interativo funcionará como uma plataforma digital de memória e difusão cultural, reunindo todo o acervo produzido durante as oficinas e atividades formativas. O espaço contará com vídeos, fotografias, entrevistas, receitas e histórias orais registradas ao longo do projeto, organizadas de forma acessível e atrativa. Além de preservar os saberes gastronômicos, o site terá uma seção específica para a divulgação dos produtos artesanais fabricados pelas mulheres quilombolas, apresentando informações sobre os pontos de comercialização, contatos e possibilidades de encomenda direta. Dessa forma, a plataforma atuará também como vitrine digital de economia criativa, fortalecendo o escoamento da produção local e ampliando a visibilidade das iniciativas empreendedoras da comunidade.O site será multimodal e acessível, com versões em texto, áudio, Libras e audiodescrição, garantindo que o conteúdo possa ser acessado por pessoas com diferentes perfis e condições de navegação. Sua interface será responsiva, adaptada para computadores, tablets e celulares, facilitando o acesso a partir de diferentes regiões e dispositivos.Já o livro-inventário “Sabores que Contam Histórias” será uma obra ilustrada e documental, com tiragem física de 500 exemplares e edição digital gratuita, reunindo receitas tradicionais, histórias orais, modos de fazer e saberes culinários transmitidos entre gerações. O livro também incluirá trechos de antigos cadernos e livros de receitas preservados pela comunidade, que correm o risco de serem esquecidos com o tempo. Ao reunir esse material, o inventário se torna uma ferramenta de salvaguarda do patrimônio imaterial, preservando práticas de preparo, vocabulários, rituais alimentares e formas de convívio que expressam a memória viva do território.Ambos os produtos — site e livro — reforçam o compromisso do projeto com a educação patrimonial, a inclusão digital e a valorização das mulheres quilombolas como guardiãs do saber ancestral. Ao unir tradição e inovação, o projeto amplia o alcance da cultura alimentar capixaba e cria novos canais de circulação e reconhecimento da produção quilombola, fortalecendo o vínculo entre cultura, sustentabilidade e desenvolvimento local.

Especificação técnica

Especificação Técnica dos Produtos1. Oficinas Formativas – 60 horas totaisAs oficinas serão ofertadas gratuitamente à comunidade quilombola, totalizando 60 horas de atividades formativas, divididas entre cursos práticos e palestras temáticas. As oficinas terão caráter teórico-prático e vivencial, com metodologia participativa e enfoque na valorização da ancestralidade, sustentabilidade e economia criativa.1.1 Oficinas de Gastronomia e Saberes Culinários – 50 horasSerão realizadas oficinas práticas de 10 horas cada, abordando a culinária tradicional, regional e contemporânea, com foco nas frutas e ingredientes locais do território quilombola do Coxi. Oficinas previstas:Oficina de Doces e Compotas Regionais: técnicas de preparo, conservação e higienização; uso de frutas nativas como caju, goiaba, graviola, cajá e banana.Oficina de Reaproveitamento Integral de Alimentos: aproveitamento de cascas, sementes e polpas; receitas sustentáveis; combate ao desperdício.Oficina de Confeitaria Artesanal e Culinária Afetiva: preparo de bolos, biscoitos e sobremesas inspiradas nas receitas tradicionais da comunidade.Oficina de Culinária Ancestral e da Mata Atlântica: resgate de práticas culinárias quilombolas, modos de preparo em fogão a lenha, utensílios antigos e ervas tradicionais.Oficina Sabores da Região: desenvolvimento de pratos e produtos que traduzem o terroir capixaba e a identidade alimentar do território.Oficina de Rotulagem e Ciência dos Alimentos: fundamentos de rotulagem nutricional, boas práticas de manipulação e exigências da vigilância sanitária para comercialização artesanal.Oficina de Criação de Embalagens Artesanais: design e confecção de embalagens ecológicas e criativas com materiais reaproveitados e identidade quilombola.Oficina de Comunicação Comunitária e Imagem: como fazer vídeos e fotos de produtos, redigir textos e divulgar as produções locais em redes sociais e plataformas digitais.Materiais utilizados: fogões, bancadas, utensílios de cozinha, ingredientes regionais, câmeras fotográficas, celulares, notebooks, papel kraft, fitas, cordas, tintas naturais e tecidos reutilizados. Metodologia: aulas dialogadas, demonstrações práticas, estudo de casos, vivências com mestres da cultura quilombola, degustações e registros audiovisuais. Projeto pedagógico: estimular a autonomia produtiva, o empreendedorismo solidário, a sustentabilidade e a preservação dos saberes tradicionais.1.2 Palestras e Rodas de Conversa – 10 horasSerão ofertadas palestras temáticas de 2 horas cada, com especialistas convidados, lideranças locais e representantes da economia criativa capixaba. Temas abordados:Empoderamento feminino e liderança comunitária;Cooperativismo e associativismo como ferramenta de desenvolvimento local;Empreendedorismo social e criativo no contexto quilombola;Turismo de experiência e gastronomia cultural;Economia criativa e sustentabilidade no campo.Objetivo pedagógico: promover reflexão, diálogo e fortalecimento das redes comunitárias, estimulando práticas solidárias e o protagonismo feminino. 2. Livro-Inventário – “Sabores que Contam Histórias”Formato: livro ilustrado em papel couché 150g, capa cartonada, formato 21x21cm, 80 páginas. Conteúdo: reúne receitas tradicionais, histórias orais, modos de preparo, técnicas de conservação e depoimentos das mulheres quilombolas da Comunidade do Coxi. Inclui ensaio fotográfico das frutas e produtos, glossário de ingredientes e textos introdutórios sobre ancestralidade e cultura alimentar. Versão acessível: edição digital em PDF com leitura ampliada, audiodescrição e versão em Libras. Tiragem: 500 exemplares físicos e 1.000 downloads gratuitos em versão digital. Objetivo: registrar e difundir a memória culinária quilombola como patrimônio cultural e educativo. 3. Site InterativoFormato: portal digital responsivo (desktop e mobile). Conteúdo: vídeos das oficinas, depoimentos, fotografias, receitas tradicionais, mapas interativos e informações sobre os pontos de escoamento e comercialização dos produtos criados pelas mulheres quilombolas. Funcionalidades: seção multimídia, acessibilidade em Libras e audiodescrição, espaço para download do livro-inventário e galeria de receitas. Objetivo: ampliar o acesso público ao conhecimento produzido, valorizando a cultura alimentar como instrumento de identidade e geração de renda. 4. Mostra e Degustação FinalFormato: evento de encerramento com duração de 1 dia (8 horas). Conteúdo: exposição e degustação dos produtos desenvolvidos nas oficinas; exibição de vídeos e fotografias; lançamento do livro-inventário; feira de economia criativa e apresentações culturais locais. Objetivo: promover o intercâmbio cultural e o reconhecimento público da produção das mulheres quilombolas. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Acessibilidade

O projeto Sabores que Contam Histórias será desenvolvido com atenção especial à acessibilidade física e de conteúdo, garantindo que todas as etapas – desde as oficinas até as ações de difusão e formação – sejam inclusivas, acolhedoras e participativas para diferentes públicos e condições.Acessibilidade Física: As oficinas gastronômicas, palestras e atividades culturais serão realizadas em espaços com infraestrutura acessível a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, contando com rampas de acesso, banheiros adaptados, corrimãos e sinalização visual e tátil. O ambiente será preparado para garantir circulação segura de todos os participantes, incluindo o adequado posicionamento de bancadas e mesas para cadeirantes e pessoas com limitações motoras. Quando possível, serão utilizados tapetes antiderrapantes e sinalização de segurança em contraste para melhor orientação no espaço.Acessibilidade de Conteúdo: Durante as atividades formativas e nas ações de difusão do projeto (oficinas, palestras, rodas de conversa e eventos de lançamento), haverá tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e legendas descritivas nos vídeos e materiais audiovisuais. O inventário de receitas e saberes tradicionais, produzido em formato de livro, contará com versão digital acessível (com leitura ampliada, texto compatível com leitores de tela e versão em áudio) e trechos selecionados em Braille para distribuição em escolas e bibliotecas públicas.Nos conteúdos audiovisuais disponibilizados no site do projeto, serão implementados recursos de audiodescrição, legendas e interpretação em Libras, assegurando compreensão por pessoas com deficiência visual e auditiva. Serão oferecidas também visitas sensoriais guiadas durante as oficinas e degustações, permitindo que pessoas com deficiência visual possam reconhecer os ingredientes, aromas e texturas das frutas e preparos culinários.Para pessoas com autismo e deficiência intelectual, as atividades serão conduzidas em ritmo acessível, com apoio visual, linguagem simples e acolhedora, e ambiente sensorialmente adaptado, evitando ruídos e estímulos excessivos. As oficinas contarão com monitores capacitados para mediar a comunicação e o engajamento, reforçando o caráter educativo e inclusivo do projeto.Todas essas medidas reforçam o compromisso de Sabores que Contam Histórias com a democratização do acesso à cultura, à formação e à memória gastronômica, garantindo que o conhecimento e os sabores da Comunidade Quilombola do Coxi sejam partilhados com respeito à diversidade e à pluralidade humana.

Democratização do acesso

O projeto Sabores que Contam Histórias foi concebido para garantir o acesso democrático à cultura, à formação e à memória gastronômica da Comunidade Quilombola do Coxi, assegurando que todas as ações formativas, culturais e de difusão, sejam acessíveis e inclusivas para o público local e regional.A distribuição dos produtos culturais será gratuita e ampla. O livro-inventário de receitas e saberes tradicionais será distribuído sem custo para escolas públicas, bibliotecas, coletivos culturais, Pontos de Cultura e universidades, além de ser disponibilizado em versão digital gratuita no site do projeto. O site interativo, com vídeos, fotografias e informações sobre as receitas e os pontos de escoamento da produção das mulheres quilombolas, ampliará o alcance da iniciativa, permitindo que pessoas de todo o país acessem o conteúdo.As oficinas gastronômicas e de comunicação, assim como as palestras e rodas de conversa, serão totalmente gratuitas e abertas à comunidade. Para ampliar o acesso de participantes que enfrentam barreiras socioeconômicas, o projeto oferecerá alimentação completa aos educandos, garantindo permanência e conforto durante as atividades formativas.Como medida de inclusão social, haverá monitores e educadores de apoio para acompanhar mulheres que não dispõem de com quem deixar seus filhos, criando um ambiente acolhedor e seguro para mães em situação de vulnerabilidade. Também serão disponibilizadas vans para transporte gratuito, assegurando o deslocamento de participantes que residem em regiões de difícil acesso ao quilombo, especialmente pessoas idosas e com mobilidade reduzida.As ações do projeto também serão documentadas e transmitidas pela internet, permitindo o acompanhamento das atividades por quem não puder estar presencialmente. Oficinas e encontros selecionados contarão com transmissão ao vivo e gravação, garantindo visibilidade contínua do processo formativo e dos resultados alcançados.Além disso, o projeto prevê a realização de sessões abertas e degustações coletivas ao final das oficinas, possibilitando o envolvimento da comunidade e o compartilhamento dos produtos culturais desenvolvidos. Essas atividades fortalecem o sentimento de pertencimento, estimulam a troca de saberes e ampliam o impacto educativo e cultural da proposta.Dessa forma, Sabores que Contam Histórias assegura que o acesso à cultura e à formação gastronômica quilombola não seja restrito a um grupo específico, mas se torne um direito compartilhado e acessível, promovendo a inclusão, o protagonismo e o desenvolvimento social através dos sabores, das histórias e das tradições do território.

Ficha técnica

Ficha Técnica – Projeto Sabores que Contam HistóriasCoordenação GeralGabriel Dallapicola Teixeira Miranda – Advogado (OAB/ES 42.803) e gestor, com experiência em administração pública e no setor privado de rochas ornamentais. Atuou como assessor jurídico da Secretaria de Meio Ambiente e como Secretário de Administração Municipal, coordenando setores de licitação e gestão administrativa. No setor privado, exerceu cargos de gerência geral em empresas do segmento mineral, coordenando equipes multidisciplinares. Atualmente é Coordenador de Projetos do Instituto Nação de Valor, com foco em planejamento, gestão e execução de projetos socioculturais e ambientais. Coordenação Local ( Quilombolae Presidente da Associação de Coxi)Lorena Soares Florentino Faria – Mulher quilombola, agricultora, apicultora e artesã. É presidente da Associação Quilombola dos Pequenos Produtores Rurais do Coxi, em Conceição da Barra (ES). Vive há 39 anos na comunidade fundada por seu avô, Manoel Florentino (Coxi). Formada em Pedagogia, com pós-graduação em Atendimento Educacional Especializado e Educação Infantil, é também estudante da UFES. Sua trajetória une liderança comunitária, preservação da memória ancestral e promoção da sustentabilidade, com destaque para o fortalecimento do protagonismo feminino quilombola. Coordenação ArtísticaMia Mamede – Empreendedora, apresentadora e Miss Brasil 2022. Formada em Jornalismo e Moda, atua na intersecção entre cultura, educação e sustentabilidade, liderando projetos de impacto social e comunicação inclusiva. Fundadora da produtora MCH e idealizadora do podcast Autonomia, reconhecido por promover diversidade e inovação. Foi reconhecida pela ONU por sua atuação em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Atua como ponte entre marcas, pessoas e causas, transformando a comunicação em ferramenta de transformação cultural. Coordenação PedagógicaAnderson Lima – Mestre em sociologia, educador e gestor pedagógico, artista visual e ator possui ampla experiência em formação de educadores e desenvolvimento de projetos de aprendizagem em comunidades tradicionais. Atua na elaboração de metodologias participativas voltadas à inclusão, sustentabilidade e valorização dos saberes locais. Produção ExecutivaPriscilla Huapaya – Produtora cultural, graduada em Comunicação Social – Rádio e TV e mestre em Comunicação e Territorialidades (UFES). Possui ampla experiência em elaboração, gestão e execução de projetos culturais nas áreas de cinema, artes cênicas e economia criativa. Atua na produção de filmes, espetáculos e ações socioculturais, com foco em sustentabilidade, diversidade e inclusão. Sua trajetória é marcada pela articulação entre arte, território e desenvolvimento humano, promovendo a valorização de identidades e saberes tradicionais. Fotografia Still – Livro-InventárioBernardo Firme – Fotógrafo com experiência em fotografia still, registro documental, retratos e fotografia de produtos. Responsável pelo ensaio fotográfico das receitas, processos e protagonistas da comunidade para o livro-inventário e o site do projeto. Consultoria de Mentorias e Empoderamento FemininoElania Piffer – Consultora estratégica, financeira e de negócios, com mais de 20 anos de experiência em reestruturação organizacional e desenvolvimento humano. MBA em Contabilidade Empresarial (Fucape) e pós-graduada em Psicanálise. Atua como mentora e coach, orientando empreendedoras na construção de autonomia e equilíbrio pessoal e profissional. Professores e OficineirosProfessora de Gastronomia – Nayara Soares Chef e consultora culinária especializada em cozinha ancestral, com passagens pelos restaurantes D.O.M. (Alex Atala) e Nineu (Grupo Mugaritz, Espanha). Atua há mais de 10 anos como consultora gastronômica e educadora, com foco em culinária sustentável e afetiva. Participa de projetos sociais e programas de TV, difundindo a cultura alimentar capixaba e brasileira.Professora de Comunicação – Roberta Miranda Doutoranda e Mestra em Letras: Linguagens e Representações, Especialista em Audiovisual e Bacharel em Comunicação Social (UESC/BA). Experiência em ensino superior e técnico, ministrando disciplinas de comunicação comunitária, marketing, design, fotografia e audiovisual. Atua na Universidade Aberta do Brasil (UAB) como professora conteudista e facilitadora de oficinas de comunicação comunitária.Consultor – Projetos Gastronômicos e Inventários-Potiguar Santana Professor da rede pública estadual e articulador social com experiência em educação ambiental, desenvolvimento comunitário e sustentabilidade. Atua como facilitador de processos formativos que unem educação, gestão e economia solidária, com foco na valorização dos saberes locais e na inclusão produtiva de comunidades tradicionais.Chef de Cozinha- Thiago Ribeiro Profissional responsável por acompanhar o preparo técnico das oficinas culinárias e garantir o padrão de qualidade e segurança alimentar nas atividades práticas do projeto.Produtor – Bernardo Vaccari Fernandes Profissional com experiência internacional em hotelaria e eventos, graduado em Marketing e Vendas. Atuou no Canadá na coordenação de eventos corporativos e gastronômicos, e em projetos de integração entre turismo e cultura. Responsável pela logística de eventos e suporte técnico às oficinas gastronômicas e degustações. Consultoria Técnica em Sustentabilidade , Design e ConsumoThais Olivier Ticom- é gestora de Imagem e estilo Pessoal e Corporativo. Produtora de conteúdo de moda,formada em Direito, pós-graduada em Direito Empresarial e Direito Público. Ampla formação em gestão de Imagem e moda no Brasil com algumas especializações, como planejamento de coleção, gestão de imagem pessoal e corporativa, styling e produção de moda e em Londres na Universyt of the Art. Consultor em Turismo Cultural e CriativoYuri Paris – Tradutor e produtor cultural capixaba, com formação em Linguística. Trabalha com produção cultural em comunidades tradicionais (povos de terreiro, quilombos e indígenas) Atuou como Gestor de Hospitalidade Internacional no hotel Golden Tulip Porto Vitória, coordenando o atendimento às delegações da Copa do Mundo FIFA Sub-17 (2019). No Hub ES+, contribuiu para os setores de Inovação e Pedagógico no programa ES+ Criativo. Atua com turismo de experiência, economia criativa e articulação de redes culturais, fortalecendo o protagonismo capixaba no cenário nacional.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 04/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.