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PRONAC 2514755Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Brasília de Cultura Popular - 13º edição

IBRANOVA INSTITUTO BRASILEIRO DE INOVACAO CULTURAL
Solicitado
R$ 2,01 mi
Aprovado
R$ 2,01 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O Festival Brasília de Cultura Popular é um grande encontro entre arte, meio ambiente e ancestralidade, que celebra a força das tradições populares como caminho de cura e transformação coletiva. Em sua 13ª edição, homenageia a educadora Vera Catalão, referência em ecopedagogia e na pedagogia das águas, inspirando uma programação que integra oficinas, vivências, cortejos, rodas de conversa, feira gastronômica, apresentações artísticas e experiências de turismo sustentável de base comunitária. O festival reafirma o protagonismo do feminino e o papel das culturas tradicionais na preservação do Cerrado — berço das águas e coração do Brasil. Em tempos de crise climática e urgência ecológica, a iniciativa torna-se um gesto vital de resistência e esperança, visibilizando um futuro ancestral, onde a sabedoria da terra orienta novos modos de viver e cuidar do mundo.

Sinopse

O 13º Festival Brasília de Cultura Popular é um evento gratuito que celebra a arte, a ancestralidade e o meio ambiente, unindo tradição e contemporaneidade. Em 2026, o festival homenageia a educadora Vera Catalão, referência nacional em ecopedagogia, e traz uma programação voltada à valorização dos saberes do Cerrado – berço das águas do Brasil.Durante 13 dias, o público poderá participar de oficinas, vivências, cortejos, feira gastronômica, apresentações artísticas, rodas de conversa e visitas de turismo sustentável, reunindo grupos culturais locais e nacionais, mestres populares, artistas, educadores e comunidades tradicionais.Voltado a famílias, estudantes, educadores e público em geral, o festival reafirma a importância da cultura popular como espaço de formação, encontro e celebração da diversidade. Classificação Indicativa: Livre

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a 13ª edição do Festival Brasília de Cultura Popular, promovendo o diálogo entre cultura popular, meio ambiente e educação sensível, a partir da homenagem à educadora Vera Catalão. A proposta busca fortalecer o protagonismo do feminino e dos saberes ancestrais, articulando arte, espiritualidade e sustentabilidade em uma programação que une mestres populares, artistas e comunidades tradicionais. O festival reafirma a cultura como força de transformação social e guardiã do bioma Cerrado — berço das águas do Brasil, território sagrado onde brotam os saberes que sustentam a vida e inspiram novas formas de convivência com a natureza.Objetivos Específicos· Realizar a 13ª edição do Festival Brasília de Cultura Popular, com 13 dias de atividades gratuitas, reunindo 13 grupos nacionais e 13 grupos locais de cultura popular, beneficiando 8.000 pessoas de forma presencial e ampliando o alcance digital com transmissões e conteúdos audiovisuais.· Promover o Espaço Eco das Tradições _ Encontro de Saberes Populares e Meio Ambiente do Cerrado, durante 5 dias de vivências e rodas de troca, reunindo mestres, educadores, pesquisadores e lideranças tradicionais na construção de uma Carta dos Saberes do Cerrado, registro coletivo de práticas, saberes e sementes para um futuro sustentável.· Oferecer 13 oficinas e vivências formativas inspiradas na ecopedagogia, espiritualidade e arte popular, envolvendo cerca de 400 participantes em atividades que unem ancestralidade, território e práticas de cuidado com o meio ambiente.· Valorizar a cultura alimentar e a economia criativa do Cerrado por meio de uma Feira Gastronômica com 13 expositores, destacando produtos agroecológicos, culinária tradicional e ingredientes da sociobiodiversidade, fortalecendo o protagonismo feminino e as cadeias locais de produção.· Realizar a 13ª edição do Festival Brasília de Cultura Popular, com treze dias de programação artística gratuita, reunindo cerca de 200 artistas, mestres e mestras da cultura popular e beneficiando diretamente 8 mil pessoas do público em geral, além de alcançar 40 mil visualizações nas plataformas digitais.Homenagear a educadora e ecopedagoga Vera Catalão, por meio de ações simbólicas e vivências que evidenciem sua contribuição à educação ambiental e à pedagogia das águas, promovendo a reflexão sobre o papel do Cerrado como berço das águas e patrimônio cultural e ecológico brasileiro.Fomentar a circulação artística e o intercâmbio cultural, com 26 apresentações (13 grupos locais e 13 nacionais/internacionais) de cultura popular, reafirmando Brasília como território de encontro ibero-americano e fortalecendo a diplomacia cultural e os laços entre povos e tradições.· Realizar uma série audiovisual com 13 episódios, documentando as ações, depoimentos e memórias do festival, Série Memória Viva _ documentação do evento, publicada no canal oficial e distribuída para emissoras públicas e plataformas parceiras, ampliando o acesso digital, a difusão e a preservação do patrimônio imaterial do Cerrado.· Desenvolver ações de educação e promoção do turismo sustentável, com visitas guiadas a 3 pontos de turismo rural e ambiental do Distrito Federal, valorizando experiências de preservação das águas e práticas comunitárias de cuidado com o Cerrado.· Garantir a sustentabilidade ambiental do evento, adotando práticas de gestão responsável de resíduos, redução de plásticos, reaproveitamento de materiais cenográficos, campanha de comunicação sutentável e incentivo a praticas educacionais integrando arte e consciência ecológica em todas as etapas.· Assegurar a diversidade de gênero e representatividade étnico-racial na equipe técnica, curadoria e programação, com no mínimo 50% de mulheres na ficha técnica e a presença de pessoas negras, indígenas e LGBTQIA+ em cargos de criação, produção e gestão cultural.· Gerar impacto econômico e social direto por meio da contratação de 150 profissionais da cadeia produtiva da cultura, incluindo artistas, técnicos, produtores e comunicadores, e impacto indireto com o fortalecimento do turismo cultural, do comércio local e das redes criativas do Distrito Federal.· Consolidar o Festival Brasília de Cultura Popular como referência nacional em arte, educação e meio ambiente, reafirmando o bioma Cerrado como berço das águas do Brasil, território sagrado e fonte de saberes que inspiram o equilíbrio entre tradição, natureza e futuro.

Justificativa

O Festival Brasília de Cultura Popular consolida-se, em sua 13ª edição, como uma das mais relevantes iniciativas de valorização das tradições culturais brasileiras e de articulação entre arte, educação e meio ambiente. Seu tema, "No Fluir das Veias do Cerrado", propõe uma travessia simbólica e pedagógica pelo bioma que é o berço das águas do Brasil, integrando saberes ancestrais, práticas comunitárias e criação contemporânea em uma programação diversa, gratuita e acessível.O projeto parte da compreensão de que o Cerrado, responsável por alimentar oito das doze grandes bacias hidrográficas do país, é um bioma essencial à manutenção da vida e ao equilíbrio climático nacional. No entanto, trata-se de um dos territórios mais ameaçados do Brasil, alvo constante de desmatamento e de perda de biodiversidade. Nesse contexto, o festival atua como ferramenta de educação sensível, mobilização cultural e conscientização ambiental, promovendo o reencontro entre a sociedade urbana e os modos de vida tradicionais que preservam o conhecimento e o espírito desse território.A homenagem à educadora e ecopedagoga Vera Margarida Lessa Catalão reforça esse propósito. Referência nacional na área da educação ambiental e criadora do conceito de "Pedagogia das Águas", Vera nos ensinou que a água é mais do que um recurso natural — é matriz de conhecimento, linguagem e cuidado. Sua trajetória inspira uma edição que integra arte, espiritualidade e sustentabilidade, reafirmando a importância de uma educação territorializada, baseada na escuta e no pertencimento. A homenagem à professora Vera confere à 13ª edição um caráter formativo, afetivo e simbólico, transformando o festival em um gesto vivo de continuidade e transmissão de saberes.Sob a perspectiva das políticas públicas de cultura, o festival se alinha a importantes marcos legais e estratégicos nacionais. A iniciativa responde diretamente às diretrizes do Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010), que propõe o fortalecimento da diversidade cultural brasileira, o reconhecimento dos mestres populares e a ampliação do acesso aos bens culturais. Também dialoga com a Política Nacional de Cultura Viva (Lei nº 13.018/2014), que reconhece os Pontos e Pontões de Cultura e demais coletivos populares como bases da cidadania cultural, e com a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei nº 9.795/1999), que defende a transversalidade entre meio ambiente, educação e cultura.Em âmbito internacional, o projeto reforça o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, com especial aderência aos ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e ODS 13 (Ação Climática). O festival contribui diretamente para essas metas ao integrar arte, educação e sustentabilidade, e ao reafirmar o Cerrado como território de resistência e sabedoria ancestral.A realização do projeto via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991 _ Lei Rouanet) é fundamental para sua viabilidade e democratização. Por meio do mecanismo de renúncia fiscal, torna-se possível mobilizar a iniciativa privada em prol de um projeto de alto valor simbólico, educativo e ambiental, que dificilmente seria realizado sem o apoio do incentivo. O festival, gratuito e de acesso universal, se insere em um contexto de reconstrução das políticas culturais no Brasil, e demonstra como a Lei Rouanet cumpre sua função pública de garantir liberdade de expressão artística, sustentabilidade financeira e descentralização dos recursos.Além de fomentar a cadeia produtiva da cultura, o incentivo fiscal possibilita a geração de trabalho, renda e desenvolvimento local, impactando positivamente artistas, técnicos, produtores, comunicadores, empreendedores criativos e comunidades tradicionais. A execução por meio da Rouanet assegura transparência, controle social e eficiência na aplicação dos recursos, reforçando o papel estratégico do Estado em promover cultura como direito e não privilégio.O festival reafirma também a vocação de Brasília como território de diálogo e diplomacia cultural. A capital federal, sede de representações ibero-americanas e africanas, é o cenário ideal para um evento que promove o encontro entre tradições e saberes de diferentes povos. A presença de 13 grupos nacionais e 13 grupos internacionais e locais, além da participação de embaixadas e adidos culturais, fortalece a integração entre Brasil, América Latina e África, ampliando o alcance simbólico do evento e consolidando sua dimensão intercultural.Em sua estrutura, o festival combina arte, formação, espiritualidade e sustentabilidade. São 13 dias de atividades gratuitas, com oficinas, vivências, cortejos, feiras gastronômicas e apresentações artísticas, além de ações de turismo sustentável de base comunitária, com visitas guiadas a áreas de preservação e experiências de turismo rural. A proposta amplia a percepção do Cerrado como patrimônio natural, cultural e turístico, fortalecendo comunidades guardiãs das águas e incentivando o consumo consciente e a valorização das economias locais.A Feira Gastronômica do Cerrado, com 13 expositores, valoriza a cultura alimentar e a sociobiodiversidade da região, destacando produtos de base agroecológica e artesanal. Já o Espaço Eco das Tradições, núcleo reflexivo do festival, abrigará cinco dias de encontros e rodas de conversa sobre saberes tradicionais, espiritualidade e meio ambiente, resultando na Carta dos Saberes do Cerrado, documento simbólico e propositivo que sintetiza o pensamento coletivo do evento.Outro eixo de destaque é o da diversidade de gênero e representatividade étnico-racial. A curadoria e a equipe técnica asseguram a presença majoritária de mulheres — especialmente lideranças indígenas, afro-brasileiras e periféricas — além de profissionais LGBTQIA+, reafirmando o compromisso do festival com a equidade e a democracia cultural.A proposta ainda prevê a produção de 13 episódios audiovisuais registrando as ações do festival, compondo uma série documental de continuidade à 12ª edição, ampliando o acesso digital e a difusão da memória da cultura popular e dos saberes ambientais.Em um momento histórico marcado por crises climáticas e por uma necessária reconstrução das políticas públicas de cultura, o 13º Festival Brasília de Cultura Popular apresenta-se como uma ação de resistência e renovação. Ao unir tradição e inovação, ancestralidade e futuro, o projeto contribui para fortalecer a cadeia produtiva da cultura, ampliar o acesso à arte e à educação ambiental e inspirar novos modos de convivência sustentável.Apoiado pela Lei Rouanet, o festival reafirma a importância do incentivo fiscal como política pública estratégica, que devolve à sociedade o direito de fruir, aprender e sonhar por meio da cultura. O investimento nesse projeto não é apenas um apoio à arte, mas um compromisso com a preservação do Cerrado, com o fortalecimento da cidadania e com o futuro das próximas gerações. Assim como as águas que correm sob o solo vermelho de Brasília, o festival segue fluindo — alimentando a vida, as memórias e a esperança de um Brasil mais sensível, plural e sustentável.

Estratégia de execução

O Festival Brasília de Cultura Popular chega à sua 13ª edição consolidado como uma das principais plataformas de valorização da cultura popular no Centro-Oeste brasileiro. Realizado de forma ininterrupta desde 2011, o evento tornou-se referência nacional por reunir mestres e mestras da tradição, artistas contemporâneos, pesquisadores, educadores e comunidades em um mesmo território de criação, reflexão e celebração. Sua continuidade demonstra a maturidade institucional e a relevância pública da iniciativa, cuja gestão é realizada pelo Instituto IBRANOVA, organização com comprovada experiência em projetos culturais, ambientais e educativos.Nesta edição, o festival reafirma seu compromisso com o diálogo entre cultura e meio ambiente, tomando o bioma Cerrado — berço das águas do Brasil — como eixo simbólico e político. Inspirado na obra e na pedagogia da educadora Vera Catalão, homenageada deste ciclo, o projeto propõe experiências que unem arte, ecologia e espiritualidade, promovendo a reconexão entre território, corpo e natureza. O tema “No fluir das veias do Cerrado” reforça o papel da cultura popular como caminho de cura e transformação, resgatando práticas ancestrais e ativando memórias coletivas que dialogam com os desafios contemporâneos da crise climática e da sustentabilidade.A estrutura curatorial do festival integra ações formativas, artísticas e ambientais, com destaque para o Espaço Eco das Tradições, que abriga rodas de conversa, oficinas e o encontro de saberes populares e meio ambiente. O evento também inclui feira gastronômica e de artesanato, roteiros de turismo sustentável de base comunitária e a produção de conteúdos audiovisuais educativos e acessíveis, ampliando o impacto social e a difusão digital. Todas as atividades são gratuitas e acessíveis, com recursos de audiodescrição, Libras e legendagem, assegurando a participação plena de pessoas com deficiência.Do ponto de vista das políticas culturais, o projeto contribui diretamente para os princípios da Lei Rouanet, especialmente na democratização do acesso, na preservação de bens culturais de natureza imaterial e na promoção da diversidade. O uso do incentivo fiscal federal garante a sustentabilidade financeira e a continuidade de um evento de reconhecido interesse público, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura popular e da economia criativa no Distrito Federal. Além disso, o festival se alinha às diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC), dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) — com ênfase nos ODS 4 (Educação de Qualidade), 11 (Cidades Sustentáveis), 13 (Ação Climática) e 15 (Vida Terrestre) — e às metas da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura Viva.O festival também se destaca por sua dimensão internacional, estabelecendo pontes entre culturas irmãs da América Latina, África e Europa. Ao longo das edições, contou com a presença de artistas e mestres de países como Argentina, Colômbia, Guiné e Chile, fortalecendo o intercâmbio cultural e a diplomacia sensível entre povos de matriz afro-latino-americana. Em 2026, essas parcerias serão ampliadas por meio de ações de intercâmbio e residência artística, reafirmando Brasília como um polo de convergência da cultura popular e da ecopedagogia latino-americana.Em termos de impacto, o festival gera resultados diretos na formação de novos públicos, na valorização do protagonismo feminino — com 50% da equipe técnica composta por mulheres — e na visibilidade das expressões tradicionais do Cerrado. O projeto também adota práticas de gestão ambiental responsável, como redução de plásticos, reaproveitamento de materiais, uso de copos biodegradáveis e compensação de emissões de carbono. Essas ações reforçam seu caráter educativo e comprometido com o futuro sustentável do território.Por sua relevância cultural, pedagógica e ambiental, o 13º Festival Brasília de Cultura Popular configura-se como um projeto essencial para o fortalecimento da cidadania, da memória coletiva e das políticas de cultura no Brasil. A aprovação via Lei Federal de Incentivo à Cultura garante a continuidade de um legado que une tradição e inovação, reafirmando o papel da cultura popular como força vital na construção de um país mais justo, plural e consciente de suas raízes.

Especificação técnica

Produto 1 – Festival (Estrutura)· Área: Evento / Festival· Segmento: Infraestrutura de Festival· Objetivo: Disponibilizar infraestrutura completa e acessível para a realização do 13º Festival Brasília de Cultura Popular.· Descrição: Montagem de estrutura técnica e logística necessária à realização do festival, incluindo palco principal, tendas cobertas para atividades formativas, feira gastronômica e expositiva, camarins, áreas de convivência, banheiros químicos acessíveis, pontos de energia, sonorização, iluminação, sinalização tátil e visual, áreas de circulação e segurança. A estrutura garantirá conforto, acessibilidade e segurança a artistas, expositores, equipe técnica e público durante os 13 dias de programação. Produto 2 – Apresentações Musicais· Área: Música / Cultura Popular· Segmento: Apresentação Musical· Objetivo: Promover apresentações musicais que representem a diversidade das tradições populares brasileiras e ibero-americanas, com acesso gratuito ao público.· Descrição: Realização de 18 apresentações musicais (9 grupos locais e 9 grupos convidados nacionais e internacionais), com repertórios ligados à cultura popular e à temática ambiental do Cerrado. Além de cortejos, rodas de tambores e shows no palco principal. As apresentações contarão com estrutura técnica de som, luz e acessibilidade comunicacional (Libras e audiodescrição), garantindo qualidade artística e inclusão do público. Produto 3 – Apresentações Cênicas e Performativas· Área: Artes Cênicas / Cultura Popular· Segmento: Espetáculos e Performances· Objetivo: Valorizar expressões cênicas e performativas da cultura popular, reunindo grupos tradicionais e contemporâneos em apresentações gratuitas e acessíveis.· Descrição: Realização de 8 apresentações cênicas e performativas inspiradas nas tradições e mitologias do Cerrado, integrando teatro popular, danças tradicionais e performances de rua. . Inclui o espetáculo de abertura dirigido pelo grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro e intervenções poéticas e rituais cênicos realizados em diferentes espaços do festival. A estrutura técnica compreenderá palco, iluminação, sonorização e ambientação cênica, com suporte de acessibilidade e mediação cultural para todos os públicos. Produto 4 – Cursos, Oficinas e Seminário (Espaço Eco das Tradições)· Área: Formação / Educação e Cultura Popular· Segmento: Cursos, Oficinas e Seminários· Objetivo: Oferecer atividades formativas gratuitas voltadas à educação ambiental, à ecopedagogia e aos saberes tradicionais, promovendo intercâmbio entre mestres populares, educadores e o público em geral.· Descrição: Realização de 13 oficinas e vivências formativas e de um seminário com 5 dias de duração, compondo o Espaço Eco das Tradições, eixo educativo do festival. As atividades abordarão arte, cultura popular, espiritualidade, ecologia e sustentabilidade, conduzidas por mestres da tradição e educadores convidados. A estrutura contará com tendas cobertas, sonorização, equipamentos multimídia, mobiliário, materiais didáticos e recursos de acessibilidade.

Acessibilidade

O Festival Brasília de Cultura Popular reconhece a acessibilidade como direito e compromisso ético com a democratização da cultura. Todas as ações do projeto serão desenvolvidas sob a perspectiva da inclusão plena, garantindo que pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos e diferentes públicos possam fruir, participar e se expressar em igualdade de condições.Inspirado na pedagogia sensível da homenageada Vera Catalão, o festival adota a acessibilidade como parte de sua própria ecopedagogia cultural — entendendo que cuidar das pessoas é também cuidar do território e das formas de convivência que sustentam a vida. 1. Acessibilidade Física e EstruturalObjetivo: assegurar condições de mobilidade, conforto e segurança em todos os espaços do evento.Ações previstas:· Seleção de espaço com acessos pavimentados, rampas, banheiros adaptados e áreas de circulação adequadas a cadeiras de rodas e carrinhos de bebê;· Reservas de áreas preferenciais para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida próximas ao palco e às áreas de vivência;· Disponibilização de cadeiras ergonômicas e bancos de descanso em locais de grande permanência;· Identificação de rotas acessíveis de transporte público e estacionamento reservado para pessoas com deficiência;· Treinamento da equipe de produção e voluntariado em atendimento humanizado e protocolos de acessibilidade física. 2. Acessibilidade ComunicacionalObjetivo: promover acesso equitativo à informação e à fruição artística, eliminando barreiras comunicacionais.Ações previstas:· Presença de intérpretes de Libras durante as apresentações artísticas, cerimônias e rodas de conversa;· Audiodescrição em vídeos institucionais, teasers e conteúdos digitais de divulgação;· Criação de legendas descritivas em todos os vídeos da série audiovisual e materiais promocionais;· Utilização de linguagem inclusiva, clara e acessível nas peças de comunicação (site, cartazes, redes sociais e programas impressos);· Treinamento da equipe de comunicação e cerimonial em mediação cultural inclusiva. 3. Acessibilidade Programática e CulturalObjetivo: garantir que a programação artística, pedagógica e vivencial contemple a diversidade humana, sensorial e cognitiva.Ações previstas:· Curadoria de oficinas e vivências com enfoque em sensorialidade, inclusão e diversidade, como práticas corporais, expressivas e táteis abertas a todos os públicos;· Oferta de roteiros de visita mediada para grupos de escolas inclusivas e instituições de apoio a pessoas com deficiência;· Inserção de pessoas com deficiência na ficha técnica e na equipe de produção, valorizando a representatividade e a profissionalização inclusiva;· Programação com artistas e grupos que promovem acessibilidade estética, como companhias de dança inclusiva, corais de Libras e performances multissensoriais;· Produção de materiais táteis e expositivos adaptados, especialmente no Espaço Eco das Tradições, estimulando a experiência sensorial dos visitantes.4. Sustentabilidade e Acessibilidade IntegradasO festival adota a acessibilidade como parte da sustentabilidade humana. As estruturas serão pensadas com materiais recicláveis, ergonômicos e de fácil adaptação, assegurando conforto sem desperdício. O design cenográfico e ambiental buscará equilibrar estética, natureza e inclusão — com sinalizações artesanais em alto contraste, texturas e cores que facilitem a orientação espacial.5. Comunicação e Sensibilização do Público· Inclusão de mensagens educativas sobre inclusão e respeito à diversidade nas falas de palco, redes sociais e materiais de divulgação;· Divulgação da presença de recursos acessíveis em todos os canais de comunicação, para que o público saiba previamente como participar de forma autônoma;· Parcerias com instituições e coletivos de acessibilidade do DF para ações de mediação, recrutamento de intérpretes e orientação técnica.6. Monitoramento, Indicadores e AvaliaçãoPara assegurar a efetividade do plano, serão adotados mecanismos de acompanhamento e comprovação:· Checklists de acessibilidade em cada fase (pré, durante e pós-evento), integrados ao relatório técnico final;· Registro audiovisual e fotográfico das adaptações e recursos implantados;· Pesquisa de satisfação acessível, com formulário em áudio e texto ampliado;· Relatório de acessibilidade com indicadores quantitativos e qualitativos (número de recursos oferecidos, beneficiários e feedbacks).

Democratização do acesso

O 13º Festival Brasília de Cultura Popular é integralmente gratuito e aberto ao público, com o compromisso de garantir acesso equitativo, representatividade e inclusão social. Realizado com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), o projeto utiliza o mecanismo de renúncia fiscal como instrumento de democratização, assegurando que toda a população — independentemente de renda, origem ou condição física — possa fruir, participar e aprender por meio da arte e dos saberes tradicionais.A programação, com 13 dias de atividades, contempla oficinas, vivências, rodas de conversa, cortejos, feira gastronômica, apresentações artísticas e ações de turismo sustentável de base comunitária, abrangendo diferentes perfis de público e promovendo acesso gratuito a 8.000 participantes presenciais e a 40.000 pessoas via meios digitais. O evento será amplamente divulgado em mídias tradicionais e comunitárias, redes sociais e veículos educativos, com linguagem acessível e inclusiva.O plano de democratização de acesso está estruturado em três eixos complementares:1. Acesso Universal e TerritorialidadeTodas as atividades serão realizadas em espaço público de livre circulação, com infraestrutura adaptada, intérpretes de Libras, audiodescrição, sinalização acessível e equipe treinada para atendimento inclusivo. Serão disponibilizados transportes solidários e parcerias com escolas públicas, instituições culturais e comunidades tradicionais, ampliando a participação de grupos periféricos, quilombolas e coletivos do Entorno do DF. A programação reunirá 13 grupos locais e 13 grupos nacionais/internacionais, assegurando diversidade territorial e circulação de artistas de diferentes regiões do país.2. Formação, Economia Criativa e Turismo SustentávelO festival ofertará 13 oficinas e vivências gratuitas, com prioridade para educadores, estudantes e jovens de comunidades tradicionais, totalizando 400 beneficiários diretos. A Feira Gastronômica do Cerrado, com 13 expositores, promoverá a inclusão produtiva de agricultoras, artesãos e cozinheiras tradicionais, estimulando a geração de renda e o consumo consciente. Serão realizadas visitas guiadas a 3 pontos de turismo rural e ambiental do DF, em parceria com comunidades guardiãs das águas, fortalecendo práticas de educação ambiental e o turismo sustentável de base comunitária.3. Comunicação e Acesso DigitalA comunicação adotará linguagem cidadã e descentralizada, com foco em formação de público e engajamento comunitário. Serão realizadas campanhas em rádios e mídias populares, articuladas a redes de cultura viva, escolas e movimentos sociais. Todo o conteúdo será registrado em uma série audiovisual de 13 episódios, com legendas, audiodescrição e difusão gratuita em plataformas digitais, ampliando o alcance educativo e o legado do projeto.Resultados e Indicadores· 8.000 pessoas beneficiadas presencialmente e 40.000 visualizações nas plataformas digitais;· 13 grupos locais e 13 grupos convidados em circulação artística;· 13 oficinas/vivências com 400 participantes diretos;· 13 empreendedores criativos beneficiados na feira gastronômica;· 3 experiências de turismo sustentável integradas à programação;· 150 profissionais da cadeia produtiva da cultura contratados;· 50% da equipe composta por mulheres e presença garantida de artistas e produtores negros, indígenas e LGBTQIA+;· 100% de gratuidade e acessibilidade universal em todas as etapas do evento.A estratégia integra arte, educação, sustentabilidade e cidadania, consolidando o festival como referência em democratização cultural e inclusão social no Distrito Federal. O projeto demonstra que o incentivo fiscal da Lei Rouanet é ferramenta eficaz para garantir o direito de todos à cultura, fortalecer a economia criativa e valorizar os saberes do Cerrado — berço das águas e coração do Brasil.

Ficha técnica

Proponente / Entidade Executora: Instituto IBRANOVA – Instituto Brasileiro de Inovação e Desenvolvimento Sustentável CNPJ: [inserir] Sede: Brasília – DF Natureza Jurídica: Organização da Sociedade Civil (OSCIP) Coordenação GeralAnderson Formiga – Coordenador Geral Responsável por acompanhar e planejar a execução do projeto, garantindo o cumprimento do objeto e a regularidade das atividades previstas no plano de trabalho. Coordena o cronograma geral, supervisiona as equipes e assegura a coerência institucional e técnica do festival em todas as suas etapas. Produção ExecutivaDanielle Freitas – Produtora Executiva Responsável pelo planejamento estratégico, gestão operacional e relações institucionais do festival. Atua diretamente na articulação com patrocinadores, parceiros públicos e privados, e acompanha a execução administrativa e orçamentária, assegurando o cumprimento das metas, prazos e obrigações legais da Lei Rouanet. Coordenação de ProduçãoRafaela Coiro – Coordenadora de Produção Responsável pela coordenação técnica e logística de campo, planejamento de montagem e desmontagem de estruturas, suporte às ações formativas e acompanhamento direto da execução de oficinas, apresentações e vivências. Supervisiona fornecedores e equipes de apoio durante o período de realização. Coordenação ArtísticaNana Catalão – Coordenadora Artística Responsável pelo planejamento e acompanhamento da programação cultural, articulando artistas, grupos e mestres populares. Define diretrizes de composição artística e acompanha ensaios, performances e integração entre as linguagens cênicas, musicais e visuais do festival. Curadoria[Nome a definir / convidado(a)] – Curadoria Responsável pela concepção conceitual e pela escolha dos temas, convidados e eixos de debate, em diálogo com a homenagem a Vera Catalão e a proposta curatorial “No Fluir das Veias do Cerrado”. Atua na mediação entre saberes populares, pesquisa acadêmica e práticas artísticas contemporâneas. Direção de ArteTico Magalhães – Diretor de Arte Responsável pela concepção visual e cenográfica do festival, desenvolvendo soluções criativas e sustentáveis para o palco principal, o Espaço Eco das Tradições e demais ambientes. Coordena a equipe de cenografia, iluminação e identidade visual dos espaços expositivos e de vivência. Registro Fotográfico e AudiovisualColetivo Ocre Imagens – Registro Fotográfico e Audiovisual Responsável pela documentação integral do festival, incluindo fotografia, filmagem, captação de áudio e edição da série audiovisual com 13 episódios. Atua também na criação do catálogo digital e memorial visual do projeto, assegurando a qualidade técnica e a preservação da memória institucional. Apoio Técnico e Institucional· Instituto IBRANOVA – Proponente e gestor administrativo· Coletivo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro – Criação e direção do espetáculo de abertura· Universidade de Brasília (UnB) – Parceria pedagógica e consultoria em ecopedagogia· Instituto Sapien e AceleraLab Acre – Cooperação técnica· Embaixadas Ibero-Americanas e Africanas – Apoio ao intercâmbio cultural internacional· Coletivo Aroeira – Praticas sustentáveis e agroecologia· Chapada Imperial – Reserva ecológica que promove e conserva o Bioma Cerrado

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.