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Criar um espaço multissensorial de artes visuais que promova a inclusão e interação de pessoas com TEA - Transtorno do Espectro Autista e público geral.
"FLIP INDOOR" é uma exposição interativa e multissensorial que convida o público a mergulhar em espaços imersivos criados para despertar os sentidos.Cores, texturas, sons e formas compõem um ambiente lúdico e acolhedor, onde é possível tocar, pular, sentir e explorar livremente.Voltado principalmente a pessoas com TEA, mas aberto a todos os públicos, o projeto promove o encontro entre arte, emoção e autoconhecimento — uma experiência de dentro para fora, um salto para dentro de si.
Geral: Criar um espaço multisensorial de Artes Visuais, composto por um circuito de seis ambientes imersivos, que estimule a interação lúdica, tátil e visual de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O projeto busca proporcionar experiências artísticas acessíveis, seguras e acolhedoras, promovendo a inclusão cultural e fortalecendo a conexão entre arte, diversão e desenvolvimento sensorial.Específicos: - Implantar um circuito de artes visuais interativo com seis espaços imersivos, construídos com elementos geométricos flexíveis (espumas, elásticos e materiais táteis), que favoreçam a exploração sensorial e a criatividade.- Atender cerca de 24 mil pessoas ao longo de 12 meses, oferecendo uma experiência cultural inclusiva e acessível, com foco em crianças e adolescentes com TEA, mas aberta também a familiares, educadores e público em geral.- Promover a inclusão social por meio da arte, aproximando o universo das pessoas com TEA da sociedade, valorizando suas formas de expressão e percepção estética.- Estimular a interação entre público e obra, permitindo que gestos, movimentos e vocalizações sejam naturalizados e incorporados como parte da experiência artística.- Oferecer um espaço seguro e acolhedor, que incentive a liberdade de percepção artística e a expressão individual, respeitando as especificidades sensoriais do público com TEA.- Valorizar o papel da arte como ferramenta de desenvolvimento e autoconhecimento, incentivando a exploração de diferentes linguagens visuais e sensoriais.- Fomentar a produção de artes visuais inclusivas, incentivando artistas e profissionais da área a desenvolverem trabalhos voltados à acessibilidade e à diversidade de públicos.- Estimular o debate e a formação crítica, promovendo reflexões sobre inclusão, acessibilidade e o papel da arte na construção de uma sociedade mais empática.- Ampliar o acesso à arte para além da infância, contemplando também adolescentes e adultos com TEA, de forma a universalizar o direito à fruição cultural.- Registrar e avaliar a experiência do público, coletando impressões e percepções dos visitantes para aprimorar futuras iniciativas de arte inclusiva.
De acordo com a Lei No 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art 1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura eo pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos:II) fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.O O FLIP INDOOR nasce do entendimento de que a arte é um direito universal e um instrumento essencial de inclusão, expressão e desenvolvimento humano. De acordo com a Lei nº 8.313/1991, a política nacional de cultura deve garantir o livre acesso às fontes culturais, apoiar e difundir manifestações artísticas, além de estimular a produção de bens culturais que fortaleçam a memória, a identidade e a diversidade do povo brasileiro. É nesse contexto que se insere a criação de um espaço multisensorial de artes visuais voltado para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A relevância desta iniciativa está em oferecer um ambiente artístico que vá além da contemplação passiva, transformando o público em protagonista da experiência. O circuito de seis espaços imersivos, construídos com materiais flexíveis e táteis, possibilita que os visitantes explorem a arte por meio do corpo, dos sentidos e das emoções. Essa abordagem amplia a acessibilidade cultural, respeitando as especificidades sensoriais das pessoas com TEA e promovendo um espaço seguro, acolhedor e inclusivo. Trabalhar com este público é fundamental porque a arte, em sua dimensão sensorial e simbólica, permite que crianças e adolescentes autistas expressem percepções e sentimentos que muitas vezes não encontram espaço em linguagens convencionais. A experiência estética, nesse caso, não se limita a um exercício de fruição, mas se torna um canal de comunicação, socialização e reconhecimento da diversidade humana. A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o instrumento que viabiliza a concretização deste projeto, pois possibilita captar recursos para iniciativas que dificilmente encontrariam apoio em mecanismos tradicionais de financiamento. Sem esse suporte, projetos de caráter inclusivo e inovador, que priorizam públicos historicamente marginalizados do acesso cultural, teriam sua execução comprometida. Ao atender cerca de 24 mil pessoas ao longo de 12 meses, o projeto reafirma o compromisso de democratizar o acesso à arte e de fomentar a produção cultural brasileira, alinhando-se diretamente às finalidades da Lei: ampliar o exercício dos direitos culturais, valorizar a diversidade de expressões artísticas e estimular a criação de experiências transformadoras. Mais do que uma exposição, este espaço multisensorial se propõe a ser um território de encontro, liberdade e protagonismo, onde pessoas com TEA possam interagir com a arte em sua plenitude, sem barreiras ou julgamentos. Assim, o projeto não apenas cumpre os objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, mas também contribui para uma sociedade mais inclusiva, empática e consciente do valor da diversidade.
A exposição contará com seis ambientes sensoriais, compostos por:Estruturas em madeira e ferro, revestidas por espumas, tecidos e materiais táteis;Iluminação controlada;Sonorização ambiente suave e neutra, adaptada a pessoas com hipersensibilidade auditiva;Ventilação, climatização e isolamento acústico;Equipamentos interativos e objetos recicláveis;Sinalização tátil e visual;Sistema de monitoramento e controle de fluxo.De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA 23/2025, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber:Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 10.000.000,00 (10 milhões de reais) por projeto de:I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas;II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis;III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; eIV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais
Acessibilidade FísicaO espaço multisensorial será planejado de forma a garantir a plena circulação e permanência de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e demais necessidades específicas. Para isso, serão implementadas as seguintes medidas:- Rampas de acesso em todos os pontos de entrada e circulação, com inclinação adequada às normas de acessibilidade.- Banheiros adaptados, equipados com barras de apoio, espaço para manobra de cadeiras de rodas e sinalização acessível.- Guias táteis no piso, permitindo a orientação de pessoas com deficiência visual ao longo do circuito expositivo.- Portas e corredores alargados, que possibilitem a passagem de cadeiras de rodas e carrinhos de apoio.- Áreas de descanso acessíveis, com assentos adaptados e espaços reservados para cadeirantes.- Sinalização visual e tátil em todos os ambientes, incluindo placas em Braille e pictogramas de fácil compreensão.- Controle de iluminação e sonorização, evitando estímulos excessivos que possam gerar desconforto a pessoas com TEA ou hipersensibilidade sensorial. Acessibilidade de ConteúdoAlém da acessibilidade física, o projeto prevê recursos que assegurem a compreensão e a fruição do conteúdo artístico por diferentes públicos, respeitando suas especificidades:- Intérprete de Libras em visitas mediadas, oficinas e atividades formativas.- Materiais em Braille, incluindo mapas táteis do circuito e descrições das obras/instalações.- Audiodescrição das experiências visuais, disponível em dispositivos móveis ou em visitas guiadas.- Legendas descritivas em vídeos e projeções, contemplando não apenas falas, mas também sons relevantes.- Visitas sensoriais guiadas, com mediação especializada, permitindo que pessoas com deficiência visual ou TEA explorem os espaços por meio do tato, sons e estímulos olfativos.- Materiais de comunicação em linguagem simples e pictográfica, facilitando a compreensão por pessoas com deficiência intelectual ou dificuldades de leitura.- Capacitação da equipe de mediação e acolhimento, para atendimento inclusivo e humanizado, com ênfase em estratégias de comunicação com pessoas com TEA.- Espaços de regulação sensorial, com ambientes tranquilos e silenciosos, para que visitantes com TEA possam se reorganizar em caso de sobrecarga sensorial. CompromissoO projeto entende a acessibilidade não apenas como cumprimento legal, mas como princípio fundamental de democratização cultural. Ao integrar recursos físicos e de conteúdo, busca-se garantir que todas as pessoas — independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas — possam vivenciar plenamente a experiência artística, em um ambiente seguro, inclusivo e acolhedor.
De acordo com o Art. 46 da IN nº 23/2025, o projeto adotará as seguintes ações:I - 10% dos ingressos gratuitos para distribuição por patrocinadores;II - 10% dos ingressos gratuitos para ações promocionais e de divulgação;III - 20% dos ingressos gratuitos destinados a escolas públicas e instituições ligadas à inclusão; (10% a mais do previsto na IN)IV - 20% dos ingressos para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Conforme art. 47 da IN 23/2025 - em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescriçãoVI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
Albertina Usignollo Labatti: Produtora Executiva, Administração e Proponente (Live Produções). Possui vasta experiência no cenário cultural e audiovisual como produtora executiva, produtora cultural e funções administrativas. Como sócia da Live Produções, já desenvolveu diversas produções audiovisuais como: As Lendas de um Quebra Nozes, De Bem com a Vida, Curta Metragem No Cativeiro, Média Metragem Super Papo, produções audiovisuais para eventos como Day Run, The Music Night Run, Viva Comunidade, Estrada Viva, entre outras. No teatro já atuou em grandes produções como: Tango Mulher, Um beijo no Asfalto, T-Rex - Um dinossauro na Amazônia, entre outras. Como empresária a frente da Live Produções já realizou captação de recursos para mais de 50 projetos culturais, esportivos e sociais. Fernanda Labatti: Diretora Geral - Jornalista, roteirista, diretora, apresentadora, atriz e produtora cultural, construiu uma trajetória sólida no universo do audiovisual, cultura e captação de recursos, unindo sensibilidade artística e visão estratégica de negócios. Sua jornada começou cedo — aos 14 anos — como assistente de produção na extinta TV Manchete, experiência que despertou meu interesse pelo mercado cultural e audiovisual. Desde então, transitou por diferentes frentes da comunicação, acumulando vivência em vendas, produção de conteúdo, direção e gestão de projetos incentivados.Cursou Jornalismo e Marketing na Universidade Anhembi Morumbi, Artes Cênicas pela Cia. Paulista de Artes, se especializou em projetos culturais e captação de recursos para o terceiro setor, área que ampliou sua compreensão sobre o poder transformador da arte e do esporte na sociedade.Atuou em diversas produções para TV e teatro, com destaque para espetáculos como Descendo do Salto, Um Beijo no Asfalto, Palco da Reciclagem, Tango Mulher, Os Saltimbancos, A Turma do Zé Quest, entre outros.Na televisão, apresentou programas como “Maratona de Vendas” e “Hora da Benção”, e dirigiu conteúdos como Super Papo e HOra da Benção em emissoras como SBT e RedeTV, além de produções audiovisuais para eventos corporativos.Em 2009, fundou a Shammah Produções e, posteriormente, a Live Produções, empresa especializada em audiovisual, consultoria, produção e gestão de projetos culturais, esportivos e sociaisAtualmente, atua como diretora na Live Produções, e coordena a área de projetos incentivados do Sport Club Corinthians Paulista, unindo sua experiência em comunicação, audiovisual, cultura e captação de recursos com o universo esportivo. Angela Magdalena: Cenografia - Formada em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Angela Magdalena trabalha na área de produção cultural desde 1992. Em 1995, muda-separa São Paulo onde dedica-se a área de produção. Ali, participa, dentre outras exposições de artistas nacionais e internacionais, da produção de quatro Bienais do Mercosul, das mostras de Artes Indígenas e Arqueologia do Brasil 500 anos. Em2006, funda a MadaiArt, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de exposições e projetos culturais e que tem em seu currículo mostras de artistas como Marina AbramoviÄ, Patricia Piccinini, Erwin Wurm, Ai Weiwei e Anish Kapoor, além da implementação do Museu da Natureza no Piauí, Museu da Cidade de Manaus, em Manaus e o Museu do Café, em Santos. Marcello Dantas: Curador - Marcello Dantas é reconhecido designer e curador de exposições e diretor de documentários desde 1986. Seu currículo inclui uma eclética formação internacional e diversos reconhecimentos prestigiosos.Sua atividade é amplamente multidisciplinar onde os trabalhos artísticos, curadoria, a direção e a produção se convergem em áreas diversas, mas norteadas pelo encontro da Arte com a Tecnologia. Como curador de exposições de arte destacam-se as deBill Viola, Gary Hill, Jenny Holzer, Shirin Neshat, Laura Vinci, Tunga, Peter Greenaway no Brasil. Nas grandes exposições históricas se destacam antes –Histórias da Pré História e Arte da Africa, 50 Anos de TV e +, Paisagem Carioca, DeVolta à Luz e a Escrita da Memória e Mano a Mano no Centro Cultural de la Villa de Madrid. Dantas acaba de inaugurar o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo como seu diretor artístico. Raquel Dhremer: Comunicação - Jornalista especializada em comunicação corporativa, comunicação 360° com marketing, planejamento e supervisão de eventos, cerimonial executivo e relacionamento com stakeholders. Sólida experiência em gestão de comunicação, media training, treinamento de executivos, conteúdo corporativo, prevenção & gestão de crises e relações públicas. Da criação do projeto à entrega, desenvolvo estratégias de comunicação, planos de media training, de treinamento executivo, de mídia e de conteúdo, materiais editoriais e corporativos, branded content, estudos de viabilidade de projetos, análises e relatórios de resultados, traduções e revisões. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.