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O Ser em Construção, de Iêda Jardim, é uma exposição individual que apresenta a trajetória e a poética da artista goiana em duas mostras consecutivas, em duas cidades brasileiras. A exposição reúne esculturas, objetos, instalações, azulejarias e gravuras que abordam temas como ancestralidade, corpo e espiritualidade. O projeto inclui ainda a publicação de um livro-catálogo bilíngue com textos críticos e ensaios visuais, ampliando o acesso e a difusão do trabalho. A proposta contempla também ações educativas e oficinas formativas derivadas da metodologia da Casa de Alice, reforçando o caráter social e pedagógico da obra.
SINOPSE GERAL O projeto O Ser em Construção, de Iêda Jardim, apresenta uma ampla exposição de artes visuais acompanhada de um programa educativo e editorial. A proposta combina arte, educação e acessibilidade, promovendo a reflexão sobre os processos de construção e reconstrução do ser humano a partir de uma poética que une corpo, matéria e espiritualidade.Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra reúne esculturas, objetos, instalações, azulejarias e registros de performance que abordam temas como cura, ancestralidade e transformação. A itinerância entre Brasília (DF) e São Paulo (SP) amplia o alcance do projeto, fortalecendo a presença institucional da artista e possibilitando o acesso gratuito e inclusivo de públicos diversos.O conjunto é complementado por um livro-catálogo bilíngue, oficinas formativas gratuitas, visitas mediadas acessíveis e um documentário audiovisual, compondo uma plataforma integrada de difusão, formação e democratização da arte contemporânea.EXPOSIÇÃO INSTITUCIONAL — O SER EM CONSTRUÇÃOA exposição é estruturada em núcleos temáticos que traduzem as dimensões simbólicas e materiais da pesquisa de Iêda Jardim. São cerca de 40 obras entre esculturas, objetos, instalações, gravuras, azulejarias e performances documentadas, que formam um percurso poético no qual o gesto artesanal assume força filosófica e espiritual.Os principais núcleos incluem:Série Oratórios (Anima/Animus) – obras em cerâmica e ouro que representam o equilíbrio entre os princípios masculino e feminino, corpo e espírito, dor e alegria.Linhagem – instalação de grande escala que apresenta vestimentas suspensas interligadas por cabides entalhados e bordados, evocando a genealogia e a herança afetiva da artista.A Última Ceia – instalação composta por 13 pratos de porcelana e ouro, representando o ciclo da transmutação humana e o diálogo entre fé e corporeidade.Série Ryokan – conjunto de azulejos que combinam símbolos do cotidiano com elementos espirituais, traduzindo o equilíbrio entre o sagrado e o humano.Pulsação Arterial – conjunto de objetos e esculturas que abordam o corpo como território de transformação, unindo matéria e consciência.Objetos Poéticos – esculturas híbridas e brincantes que evocam a infância como espaço de reinvenção e liberdade.A expografia valoriza o diálogo entre as obras e o espaço, explorando luz, textura e ritmo como elementos narrativos. O visitante é convidado a percorrer uma jornada que atravessa o íntimo e o coletivo, o concreto e o simbólico, transformando a visita em experiência sensorial e meditativa.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.Duração da mostra: 45 a 60 dias em cada cidade.Local: Espaços culturais institucionais em Brasília e São Paulo.LIVRO-CATÁLOGO BILÍNGUE — O SER EM CONSTRUÇÃOO livro-catálogo constitui o principal produto editorial do projeto, documentando a exposição e aprofundando o pensamento poético e teórico da artista. Com textos críticos de Tereza de Arruda e ensaios visuais de Iêda Jardim, a publicação aborda os temas centrais de sua obra — ancestralidade, espiritualidade e construção identitária — e registra o processo curatorial e expográfico da mostra.O catálogo incluirá:Apresentação institucional e curatorial;Texto crítico bilíngue (português/inglês);Ensaio visual das obras com fotografias de alta qualidade;Depoimentos da artista e da equipe envolvida;Apendice educativo, com exercícios e reflexões voltadas para o uso pedagógico em escolas e universidades;Recursos de acessibilidade digital (descrição de imagens e leitura de tela).Tiragem: 1.000 exemplares impressos Distribuição: 500 em cada cidade, sendo distribuição de 20% a preço popular, 30% de forma gratuita em aberturas das exposições e distribuição em escolas de arte e bibliotecas, e o restante será vendido por um valor de até R$ 250,00.CONTRAPARTIDA SOCIAL: OFICINAS FORMATIVAS — PROGRAMA EDUCATIVOO eixo formativo do projeto é inspirado na metodologia da Casa de Alice, projeto criado por Iêda Jardim que compreende a arte como instrumento de cura e autoconhecimento. As oficinas serão gratuitas, inclusivas e destinadas a públicos diversos, com foco em estudantes, mulheres, idosos e pessoas com deficiência. Serão 10 oficinas de 6h totalizando a participação de 200 pessoas. Oficina de modelagem em cerâmica:Duração: 10 turmas - 1 dia cada turma (6h/dia).Turmas: até 20 participantes por oficina.Acessibilidade: intérprete de Libras e espaço com acessibilidade, materiais inclusos, participação gratuita. Essas oficinas funcionam como contrapartidas sociais e como parte do eixo educativo da exposição, aproximando a arte contemporânea de diferentes públicos e territórios.VISITAS MEDIADAS E AÇÕES EDUCATIVASDurante o período expositivo, serão realizadas visitas mediadas agendadas e gratuitas (20), visitas abertas a grupos escolares, instituições sociais, coletivos culturais e público espontâneo com intérprete de Libras e mediadores formados pela equipe educativa, que conduzirão o público por percursos sensoriais e reflexivos (4). Serão realizadas 20 visitas mediadas agendadas, com transporte, totalizando 400 estudantes impactados pelo projeto, além de atendimento ao público espontâneo e participação em ativações do educativo (4), lançamento do catálogo e conversa com artista e curadora.Serão oferecidas ainda:Visitas táteis com obras selecionadas;Mapas e guias acessíveis em braile e fonte ampliada;Materiais pedagógicos com propostas de atividades pós-visita.Essas ações buscam despertar o olhar sensível do público, estimulando o diálogo entre arte, cotidiano e espiritualidade.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVATodo o conteúdo do projeto — exposições, oficinas, catálogo e documentário — é indicado para todas as idades, sendo especialmente voltado a públicos jovens e adultos interessados em arte contemporânea, espiritualidade e processos criativos.Não há exibição de conteúdos sensíveis, inadequados ou restritivos. A proposta valoriza o respeito, a empatia e a convivência entre diferenças, promovendo um ambiente educativo, inclusivo e acolhedor.
Objetivo GeralPromover o reconhecimento e a difusão da obra da artista Iêda Jardim, consolidando sua trajetória no circuito institucional brasileiro por meio da realização da exposição O Ser em Construção em Brasília (DF) e São Paulo (SP), bem como da publicação de um livro-catálogo bilíngue que documenta o percurso artístico, curatorial e educativo do projeto. A proposta visa ampliar o acesso do público à arte contemporânea brasileira, fortalecer a representatividade feminina e negra, não sudestina, nas artes visuais e fomentar o diálogo entre criação, memória, espiritualidade e ancestralidade.Objetivos EspecíficosPRODUTO EXPOSIÇÃO:Realizar a exposição individual da artista Iêda Jardim, em duas cidades: Brasília e São Paulo, sob curadoria de Tereza de Arruda, com duração média de 45 a 60 dias cada, apresentando um conjunto representativo de cerca de 40 obras que inclui esculturas, objetos, instalações, gravuras e azulejarias. A exposição será com visitação gratuita, 6 dias por semana das 9h às 21h. Pretende-se atingir um público de 25 mil visitantes com as duas mostras. A exposição contará com programa educativo próprio, com um tema de 10 arte-educadores e serão realizadas 20 visitas agendadas com transporte e alimentação fornecidos pelo projeto impactando 400 alunos da rede pública ou pessoas em situação de vulnerabilidade atendidas por programas sociais. PRODUTO LIVRO:Produzir, publicar e distribuir 1.000 exemplares do livro-catálogo:Ser em construção - Iêda Jardim. Bilíngue (português-inglês) com textos críticos da curadora, registros fotográficos das obras e da montagem, ensaios visuais e textos autorais da artista, com tiragem impressa e versão digital de acesso gratuito. A tiragem impressa seguirá a seguinte distribuição: 500 em cada cidade, sendo distribuição de 20% a preço popular, 30% de forma gratuita em aberturas das exposições e distribuição em escolas de arte e bibliotecas, e o restante será vendido por um valor de até R$ 250,00.PRODUTO MEDIAÇÃO: Realizar, durante o período expositivo, um total de 24 (vinte e quatro) atividades de mediação cultural, as quais se dividirão em 20 (vinte) visitas mediadas gratuitas e agendadas e 4 (quatro) visitas abertas para atendimento de grupos escolares, instituições sociais, coletivos culturais e público espontâneo. Todas as atividades deverão ser conduzidas por equipe educativa qualificada, incluindo a presença de intérprete de Libras, a fim de garantir percursos sensoriais e reflexivos acessíveis a todos os públicos.CONTRAPARTIDA SOCIAL - CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Oferecer duas oficinas presenciais de modelagem em cerâmica por cidade.Será oferecida gratuitamente, 5 turmas de 6h de oficina de modelagem em cerâmica, para 20 pessoas, de forma gratuita, com materiais e queima das peças incluso, por cidade. Totalizando 10 turmas e 200 pessoas contempladas.
O projeto O Ser em Construção, de Iêda Jardim, justifica-se pela necessidade de difundir, democratizar e valorizar a arte contemporânea brasileira por meio de uma proposta expositiva e editorial que apresenta a trajetória e a pesquisa poética da artista em duas importantes capitais culturais do país: Brasília (DF) e São Paulo (SP). A mostra propõe um mergulho sensível na obra de Iêda, cuja produção transita entre escultura, cerâmica, azulejaria e instalação, explorando a relação entre corpo, memória, ancestralidade e espiritualidade.A iniciativa tem como propósito aproximar o público das artes visuais e fortalecer a presença de artistas mulheres e negras no circuito institucional, assegurando acesso gratuito e ações educativas que ampliam o alcance e a compreensão da arte como ferramenta de autoconhecimento, reflexão e transformação social.O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei Rouanet torna-se essencial para a viabilização do projeto, uma vez que sua natureza — gratuita, educativa e acessível — não é financeiramente sustentável apenas com recursos próprios ou bilheteria. O patrocínio incentivado é o que permitirá oferecer entrada franca, ações de acessibilidade integral e programação educativa gratuita, garantindo a execução do projeto em padrões técnicos e curatoriais compatíveis com sua relevância cultural e social.Enquadramento na Lei nº 8.313/91O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º:Inciso I _ Estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais;Inciso II _ Promoção e difusão da cultura e do acesso aos bens culturais;Inciso IV _ Preservação do patrimônio cultural material e imaterial;Inciso V _ Estímulo a novas linguagens, formas de expressão e modos de produção cultural.E alcança os seguintes objetivos do Art. 3º:Inciso I _ Contribuir para o desenvolvimento cultural do país, promovendo o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ Promover a universalização do acesso à arte e à cultura;Inciso III _ Estimular a produção e difusão cultural regional e nacional;Inciso V _ Proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;Relevância CulturalA exposição O Ser em Construção apresenta pela primeira vez, em caráter institucional, uma ampla seleção da obra de Iêda Jardim, artista goiana com trajetória consolidada nacional e internacionalmente. Sob curadoria de Tereza de Arruda, a mostra evidencia um pensamento estético que articula arte, espiritualidade e ancestralidade, convidando o público a refletir sobre temas universais como o ciclo da vida, a reconciliação das polaridades e o poder simbólico do gesto criador.A realização em Brasília e São Paulo amplia o alcance territorial e simbólico do projeto, promovendo o intercâmbio entre diferentes públicos, instituições culturais e agentes do setor artístico. O projeto fortalece, assim, o papel da arte contemporânea como campo de diálogo, formação e pertencimento cultural.Impacto Social e EducativoO projeto contempla contrapartidas sociais robustas, com destaque para:Visitas mediadas direcionadas a escolas públicas, grupos comunitários e coletivos culturais, especialmente de regiões periféricas e de baixa renda;Oficinas formativas gratuitas, baseadas na metodologia da artista desenvolvida no projeto Casa de Alice, que unem prática artística e bem-estar emocional;Livro-catálogo bilíngue acessível, distribuído gratuitamente para bibliotecas públicas, professores e estudantes, contribuindo para a formação de novos públicos e o registro da produção artística feminina brasileira.Essas ações consolidam a função educativa da arte e asseguram o acesso equitativo a bens culturais de qualidade, promovendo a democratização do acesso e o fortalecimento da cidadania cultural.Acessibilidade e DemocratizaçãoO projeto adota medidas concretas de acessibilidade física, comunicacional e pedagógica, em consonância com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, garantindo que todos os públicos possam participar plenamente das atividades:Audiodescrição dos espaços expositivos e de obras em exposiçãoInterpretação em Libras durante oficinas, palestras e aberturas;Vídeo em libras para convite às ações do projeto. Materiais gráficos em braille e fonte ampliada;Legendagem e sinalização inclusiva nos espaços expositivos;Acesso físico adequado e rotas acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida.Mapa tátil da exposiçãoObras táteis para acessibilidade do público Cego ou com baixa visãoEssas ações reforçam o compromisso com a inclusão e a universalização dos direitos culturais, alinhando-se às políticas públicas de acessibilidade e diversidade.Contribuição Econômica e SetorialA execução do projeto movimenta a cadeia produtiva da cultura em duas capitais, envolvendo profissionais de montagem, expografia, design, produção, mediação, comunicação, audiovisual e acessibilidade. Essa estrutura gera empregos diretos e indiretos, fomenta a economia criativa e estimula a circulação de saberes e serviços especializados no campo das artes visuais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do setor cultural.Além disso, a itinerância entre Brasília e São Paulo favorece a formação de redes interinstitucionais e a troca entre agentes culturais regionais e nacionais, ampliando as possibilidades de continuidade e expansão do projeto para outras cidades e contextos.SínteseO financiamento por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é essencial para garantir a gratuidade, acessibilidade e itinerância do projeto, permitindo sua realização com excelência técnica e curatorial. Sem o apoio da lei, a execução simultânea das exposições e das ações formativas seria inviável nos moldes propostos.Assim, O Ser em Construção reafirma o papel da Lei Rouanet como instrumento de política pública fundamental para a democratização do acesso à arte, a valorização da diversidade cultural, a preservação da memória simbólica e o fortalecimento da economia criativa, em plena consonância com os dispositivos do Art. 1º e Art. 3º da Lei nº 8.313/91.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOClassificação indicativa: LivreGênero: Artes Visuais / Educação CulturalTemática Central: Corpo, espiritualidade e ancestralidade — o humano em constante construção.Público-alvo: Público geral, com prioridade para estudantes da rede pública, jovens de comunidades periféricas, pessoas com deficiência, idosos e coletivos culturais locais.PRODUTO 1 — EXPOSIÇÃO ITINERANTE “O SER EM CONSTRUÇÃO”Descrição técnica:Exposição institucional com duração média de 45 a 60 dias em cada cidade, totalizando cerca de 120 dias de exibição pública.Composição:Aproximadamente 40 obras de diferentes séries e técnicas: esculturas em cerâmica e grês, objetos híbridos, instalações, painéis de azulejaria e obras têxteis;Espaço expositivo de 300 a 400 m², adaptado com sinalização acessível, guias táteis, legendas em braille e obras táteis;Iluminação técnica com lâmpadas LED de temperatura neutra, trilhos e dimerização ajustável para preservar materiais cerâmicos e metálicos;Exibição de vídeos e registros de performance em monitores e projeções, com legendagem descritiva e audiodescrição;Mapa tátil e recursos de acessibilidade física (rampas, piso antiderrapante e circulação ampla).Equipe envolvida: curadora, artista, produtora executiva, montadores especializados, técnicos de iluminação, designer expográfico, educadores e equipe de acessibilidade (intérprete de Libras, audiodescritor e consultor de inclusão).AUDIOVISUAL:Registro em vídeo de até 20min com o processo e resutados do projeto. Público estimado: 25.000 visitantes presenciais (15.000 em Brasília e 10.000 em São Paulo).Acesso: Gratuito.PRODUTO 2 — LIVRO-CATÁLOGO BILÍNGUEDescrição técnica:Publicação bilíngue (português/inglês) que documenta a exposição e a trajetória poética de Iêda Jardim, incluindo textos críticos, ensaios visuais e registros fotográficos das obras e do processo de montagem.Especificações editoriais:Formato: 21 x 28 cm;Paginação: 200 páginas;Tiragem: 1.000 exemplares impressos + versão digital acessível (PDF com leitura de tela e descrição alternativa das imagens);Impressão: quatro cores (CMYK) em papel couchê 150 g (miolo) e capa dura com laminação fosca;Design gráfico e diagramação: produção profissional com identidade visual integrada à exposição;Textos: curadoria de Tereza de Arruda, depoimentos da artista, ensaio visual e textos pedagógicos;Distribuição: 500 em cada cidade, sendo distribuição de 20% a preço popular, 30% de forma gratuita em aberturas das exposições e distribuição em escolas de arte e bibliotecas, e o restante será vendido por um valor de até R$ 250,00;Acessibilidade: versão digital com contraste ampliado, descrição de imagens e fonte ajustável.Conteúdo:Apresentação institucional e curatorial;Textos críticos sobre a poética da artista;Registro visual das obras e do processo de montagem;Seção educativa com exercícios e atividades para professores;Depoimentos e fotografias documentais.Acesso: Gratuito (impresso e digital).PRODUTO 3 — VISITAS MEDIADAS E AÇÕES EDUCATIVASDescrição técnica:Atividades educativas contínuas realizadas durante todo o período expositivo.Frequência: semanal, com agendamentos (20, 10 por cidade) para grupos escolares e público espontâneo;Mediadores: equipe formada por educadores de arte e profissionais com formação em acessibilidade;Acessibilidade: audiodescrição, Libras, materiais em braille, mapas táteis e sinalização com pictogramas universais;Materiais de apoio: guia pedagógico e caderno de atividades distribuídos gratuitamente.Metodologia:Baseada na escuta ativa e na mediação dialógica, promovendo o encontro entre a experiência do público e a poética da artista. As visitas estimulam a leitura das obras a partir das vivências individuais, promovendo empatia e pensamento crítico.Acesso: Gratuito.CONTRAPARTIDA SOCIAL — OFICINAS FORMATIVAS (PROGRAMA EDUCATIVO)Descrição técnica:quatro oficinas gratuitas integradas ao programa educativo da exposição, fundamentadas na metodologia da Casa de Alice, desenvolvida por Iêda Jardim, que propõe a arte como ferramenta e a modelagem de argila e cerâmica como prática e técnica. Duração:(6h/dia)Público: até 20 participantes por turma, 5 turmas por cidade, totalizando 200 pessoas.Conteúdo: exercícios de respiração, percepção corporal e expressão artística com argila e pigmentos naturais; reflexão sobre ancestralidade e pertencimento.Materiais: argila, papel, pigmentos, pincéis e tecidos reutilizáveis.Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição e material adaptado em braille e fonte ampliada.Acesso: Gratuito.
A acessibilidade é um eixo central do projeto O Ser em Construção, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou intelectuais, possam participar plenamente da experiência estética, educativa e social proposta. Desde a concepção curatorial até as ações formativas, o projeto foi desenvolvido em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025 e em diálogo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), assegurando o direito à fruição cultural em condições de igualdade.O compromisso com a acessibilidade vai além do cumprimento legal: ele integra a própria poética do projeto, que trata de construção e reconstrução do ser, ampliando o entendimento da arte como espaço de encontro, empatia e diversidade.PRODUTO EXPOSIÇÃOAcessibilidade física Para garantir a circulação segura, confortável e autônoma de todos os visitantes nos espaços expositivos de Brasília (DF) e São Paulo (SP), o projeto adota medidas físicas que asseguram mobilidade plena e autonomia de deslocamento, tais como:1. Seleção de espaços expositivos acessíveis, com rampas de acesso, banheiros adaptados, elevadores e circulação adequada a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;2. Rotas acessíveis claramente sinalizadas, com piso antiderrapante e iluminação uniforme, favorecendo a orientação espacial de pessoas com baixa visão;3. Instalação de guias táteis e sinalização podotátil, sempre que necessário, nos percursos internos, garantindo a identificação de mudanças de direção, desníveis e áreas de atenção;4. Sinalização tátil e visual em locais de destaque (entradas, banheiros, saídas de emergência e setores de mediação), utilizando pictogramas universais e linguagem simples;5. Lugares reservados em atividades coletivas (mediações, bate-papos e aberturas) para pessoas com deficiência, garantindo visibilidade e conforto;6. Treinamento especializado da equipe de recepção, mediação e segurança, com orientações sobre atendimento inclusivo, comunicação acessível e protocolos de apoio a visitantes com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: 1. Audiodescrição dos espaços e das obras: cada núcleo expositivo contará com textos e gravações em audiodescrição, descrevendo as principais obras, materiais, cores, dimensões e ambientações, possibilitando o acesso sensorial e narrativo de pessoas cegas ou com baixa visão;2. Materiais em braille e fonte ampliada: os textos curatoriais, legendas das obras, roteiros de mediação e catálogo impresso terão versões em braille e impressão ampliada, distribuídas gratuitamente nas exposições.3. Obras táteis: parte das obras e reproduções será adaptada para fruição tátil, permitindo que visitantes com deficiência visual explorem texturas e formas sob orientação de mediadores;Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: 1. Interpretação em Libras: todas as visitas mediadas, palestras e aberturas contarão com intérprete de Língua Brasileira de Sinais, assegurando o acesso e a interação plena da comunidade surda;3. Vídeo convite em Libras: todas as ações do projeto terão vídeos em libras para convidar a comunidade surda a participar das ações.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: A apresentação contará com monitores treinados no atendimento do público com deficiência. PRODUTO LIVROAcessibilidade física:Seleção de espaços para o lançamento do catálogo que sejam acessíveis, com rampas de acesso, banheiros adaptados, elevadores e circulação adequada a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Rotas acessíveis claramente sinalizadas, com piso antiderrapante e iluminação uniforme, favorecendo a orientação espacial de pessoas com baixa visão; Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: No espaço, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: O lançamento contará com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo no dia da distribuição. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: O lançamento contará com monitores treinados no atendimento do público com deficiência. Acessibilidade CONTRAPARTIDA SOCIAL - CURSO/OFICINA/ESTÁGIO:Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A exposição contará com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo das oficinas. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: A exposição contará com monitores treinados no atendimento do público com deficiência. Horário de visitação reservado: Agendamento de visitas em horário especial para visitas com diminuição de estímulos voltados para pessoas com deficiência. IMPACTO SOCIAL E EDUCATIVOAs ações de acessibilidade terão desdobramentos diretos no impacto social e na formação de novos públicos. A inclusão de visitas mediadas acessíveis e oficinas inclusivas (com intérprete de Libras, audiodescrição e recursos táteis) permitirá a participação ativa de estudantes de escolas públicas, instituições de reabilitação e coletivos de pessoas com deficiência, especialmente nas regiões periféricas das duas cidades.A experiência propõe um ambiente de convivência e aprendizado que valoriza as diferenças e amplia as formas de percepção sensorial e simbólica da arte. Dessa forma, o projeto não apenas cumpre as exigências legais de acessibilidade, mas assume o compromisso ético e estético de democratizar a cultura e promover cidadania cultural.Ao assegurar entrada gratuita, ambientes acessíveis e conteúdos traduzidos em múltiplos formatos, O Ser em Construção reafirma o princípio de que acessar a arte é um direito humano e que inclusão é também uma forma de criação.SínteseA acessibilidade, portanto, permeia todas as dimensões do projeto:Física, ao garantir circulação e autonomia nos espaços;Sensorial e comunicacional, ao assegurar compreensão integral das obras e conteúdos;Pedagógica e simbólica, ao transformar a arte em um território compartilhado e plural.Com essa estrutura, O Ser em Construção consolida-se como uma iniciativa comprometida com a responsabilidade social, a diversidade e o acesso democrático à cultura, em total consonância com as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão, da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e das normas técnicas de acessibilidade do MinC.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSOO projeto O Ser em Construção, de Iêda Jardim, foi concebido para assegurar que a experiência artística e formativa alcance o maior número de pessoas, com atenção especial a grupos historicamente afastados do circuito institucional de arte. Todas as ações estão em conformidade com a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que determinam cotas de gratuidade, políticas de acessibilidade e estratégias de ampliação de público.A proposta articula arte, educação e inclusão social, entendendo que a democratização do acesso é também um gesto artístico — coerente com a pesquisa de Iêda Jardim, que trata a criação como processo de cura, partilha e reconstrução coletiva.GRATUIDADEExposição gratuita:O acesso às mostras em Brasília (DF) e São Paulo (SP) será totalmente gratuito, sem cobrança de ingresso em nenhuma etapa. O público poderá visitar as exposições livremente durante o período de 45 a 60 dias em cada cidade, com agendamento opcional para grupos e escolas.Atividades educativas gratuitas:Todas as oficinas formativas (4), visitas mediadas e palestras serão gratuitas e abertas ao público, com prioridade para estudantes da rede pública, coletivos culturais periféricos e pessoas com deficiência. Essas atividades fazem parte da metodologia da artista desenvolvida na Casa de Alice, unindo prática artística e bem-estar emocional.Livro-catálogo:O livro-catálogo bilíngue (português/inglês) terá distribuição 30% gratuita para bibliotecas públicas, escolas, universidades e centros culturais, e também disponibilizado em versão digital acessível para download gratuito. Além disso, 20% será vendido a preço popular e o restante por um valor de até R$ 250,00. Acesso universal:Com exceção do livro, os demais produtos do projeto são de acesso universal — imagens, vídeos, textos e registros — terão acesso livre e gratuito, reforçando o caráter público, educativo e democrático da proposta.PÚBLICOS PRIORITÁRIOSO projeto se compromete a direcionar ações específicas para públicos que tradicionalmente enfrentam barreiras de acesso aos bens culturais:Estudantes da rede pública: realização de visitas mediadas com agendamento gratuito, fornecimento de materiais pedagógicos e apoio logístico de transporte em parceria com instituições locais. Visa-se impactar de 400 a 500 estudantes com as visitas agendadas. Comunidades periféricas e grupos em vulnerabilidade social: articulação de parcerias com ONGs, coletivos culturais e lideranças comunitárias, ampliando a participação em oficinas e atividades de formação.Pessoas com deficiência: acessibilidade física e de conteúdo assegurada, com audiodescrição, libras, braile, mapas táteis e obras táteis que permitem experiências sensoriais diversas. Além da contratação de pessoas com deficiência com ênfase na coordenação pedagógica do programa educativo. Idosos e comunidades tradicionais: adequação de linguagem, horários e mediação para favorecer a participação intergeracional e o acolhimento em ritmo reduzido.Essas ações reafirmam o compromisso com o direito à cultura em condições de igualdade, em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015).DISTRIBUIÇÃO E ALCANCEA itinerância do projeto entre Brasília e São Paulo permitirá um alcance direto estimado de 25.000 visitantes presenciais, além de milhares de acessos digitais.Distribuição dos produtos culturais:Catálogo impresso: 500 em cada cidade, sendo distribuição de 20% a preço popular, 30% de forma gratuita em aberturas das exposições e distribuição em escolas de arte e bibliotecas, e o restante será vendido por um valor de até R$ 250,00.Material audiovisual: documentário sobre o processo expositivo e educativo, distribuído gratuitamente nas redes sociais e site do projeto.Conteúdos educativos digitais: roteiros de mediação, vídeos e materiais didáticos disponibilizados em acesso aberto, ampliando o uso pedagógico do projeto por professores e mediadores culturais.Essas ações garantem ampla circulação simbólica e territorial da proposta, alcançando tanto o público presencial quanto o público remoto.AMPLIAÇÃO DE ACESSOAlém da gratuidade, o projeto implementará medidas complementares de ampliação e diversificação de acesso, garantindo diferentes formatos de fruição cultural:Cotas de participação: reserva de vagas em todas as oficinas e visitas mediadas para escolas públicas, pessoas com deficiência e comunidades periféricas;Horários alternativos: funcionamento das exposições em turnos matutino, vespertino e noturno, possibilitando o acesso de estudantes e trabalhadores; Além de visita reservada em horário especial com redução de estímulos para público PCD. Linguagem acessível: produção de materiais de comunicação em linguagem simples e visualmente clara, com pictogramas e legendas, para públicos diversos;Programação paralela gratuita: realização de encontros com a artista e a curadora, criando oportunidades de diálogo direto entre público e processo criativo; Abertura, Lançamento do Catálogo, Oficinas e ativações do educativo. Mapas e guias digitais: os roteiros da exposição serão disponibilizados via QR Code e site, contendo textos curatoriais, vídeos e depoimentos da artista em formatos acessíveis;Conteúdos táteis e audiovisuais inclusivos: serão disponibilizadas obras táteis, audiodescrição das obras e espaços expositivos, e interpretação em Libras durante as atividades educativas.Essas ações buscam criar um modelo de experiência participativa e sensorial, no qual o público é convidado não apenas a observar, mas também a sentir, refletir e construir significados em conjunto com a obra.IMPACTO ESPERADOAs estratégias de democratização do acesso permitirão resultados concretos e mensuráveis:Inclusão efetiva de públicos historicamente afastados do circuito institucional de arte;Ampliação do repertório cultural e estímulo à curiosidade estética de jovens e estudantes;Fortalecimento de vínculos entre escolas, universidades e comunidades locais;Consolidação de boas práticas de acessibilidade cultural em exposições contemporâneas;Promoção da diversidade de gênero e representatividade feminina nas artes visuais;Disseminação nacional e internacional do pensamento artístico de Iêda Jardim, que propõe uma arte de reconciliação, pertencimento e consciência coletiva.SínteseA democratização do acesso é o princípio estruturante do projeto O Ser em Construção, que oferece acesso gratuito, ações educativas inclusivas e conteúdos em múltiplos formatos físicos e digitais.Mais do que uma exposição de arte, a proposta constitui um programa público de cultura e educação que reafirma o direito à fruição artística como valor coletivo e instrumento de cidadania.Em plena consonância com os objetivos da Lei Rouanet e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, o projeto contribui para universalizar o acesso à arte, fortalecer a economia criativa e valorizar a diversidade cultural brasileira, garantindo que públicos de diferentes regiões, idades e condições tenham acesso pleno, gratuito e digno à experiência artística.
A Pilastra - (Proponente) Produção Executiva e Gestão administrativaé uma produtora cultural e galeria-escola sediada no Distrito Federal, reconhecida por sua atuação em formação, curadoria e produção de projetos nas artes visuais e nas múltiplas linguagens. Com foco em processos colaborativos e na valorização de artistas e coletivos periféricos, a Pilastra já realizou exposições e projetos em importantes instituições como o Museu Nacional da República, Caixa Cultural Brasília, CCBB Brasília, SESI Lab e Museu de Arte de Brasília.A produtora também desenvolve parcerias e ações educativas e culturais com instituições de relevância nacional, como o Museu Vale (MA), Instituto Moreira Salles (RJ), Fundação Getulio Vargas (RJ) e Casa Firjan (RJ), consolidando-se como um espaço de articulação entre arte, educação e território. Sua atuação promove experiências que fortalecem redes culturais, ampliam o acesso à cultura contemporânea e estimulam práticas de aprendizagem compartilhada.Iêda Jardim - Artistaé artista visual goiana formada pela Fundação Escola Guignard (BH), com especialização em escultura, cerâmica, serigrafia e xilogravura. Sua trajetória, que transita entre o ensino e a criação artística, é marcada pela pesquisa das materialidades e pela experimentação com a cerâmica. Participou de mostras no Brasil e no exterior — incluindo a Bienal Internacional de Cerâmica da China, a SP-Arte e exposições em Munique, Varsóvia e Frankfurt — e integra o acervo da Cerrado Galeria.Tereza de Arruda - Curadora é mestre em História da Arte pela Freie Universität Berlin. Desde 1989, vive entre São Paulo e Berlim. Desde 2016, atua como curadora associada da Kunsthalle Rostock. Conselheira do MON Museu Oscar Niemeyer em Curitiba. Conselheira da Bienal Internacional de Havana desde 1997. Conselheira e Curadora da Bienal Internacional de Curitiba desde 2009. Diretora do Programa de Residência Internacional de Brandenburgo Castelo Mürow na Alemanha. Acompanha a trajetória artística de Iêda Jardim há anos, tendo apresentado suas obras em diversas exposições individuais e coletivas, com destaque para 2ª Bienal Internacional de Cerâmica de Jingdezhen na China em 2023 e ROOTED realizada na Brainlab em Munique entre outubro de 2024 a outubro de 2025 com uma obra inédita comissionada. Aline Ávila - Coordenação de comunicação é designer estratégica, pesquisadora e especialista em branding. Mestre em Design pela Universidade de Brasília (UnB), com foco em epistemologia e complexidade, tem formações complementares pelo Istituto Europeo di Design (Itália) e pelas Faculdades Rio Branco (SP). Atua há mais de uma década na gestão e construção de marcas, desenvolvendo projetos que articulam design, narrativa e posicionamento institucional em contextos culturais e corporativos Rogério Tavares - Projeto expográficoGero Tavares LGBTQIAPN+ diretor criativo e arquiteto Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB's, Caixa Cultural, Palácio das Artes - Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República - Brasília, Farol Santader, Palacio do Catete, MAM Rio, MAR e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN - Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Berna Reale, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.