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O projeto Fora da Caixa | Patrimônio, Tecnologia e Educação propõe um modelo inovador de ensino e valorização cultural que integra museus, patrimônio e tecnologia.A iniciativa transforma os acervos materiais e imateriais em ferramentas pedagógicas, promovendo experiências educativas presenciais e ações digitais interativas que democratizam o acesso à cultura.O programa se estrutura em dois produtos complementares: 1) Museu Digital Itinerante e Núcleo de Aula Viva: visitas mediadas, oficinas criativas e formações em educação patrimonial, presenciais e itinerantes.2) Plataforma Digital Interativa "Fora da Caixa": acervo online de vídeos, podcasts, trilhas gamificadas e guias pedagógicos com acessibilidade.O projeto atenderá cerca de 200 estudantes e 40 professores presencialmente, alcançando mais de 2 mil pessoas por meio da plataforma digital.
Não se aplica.
GeralPromover o ensino da história, da arte e da cidadania a partir dos museus e do patrimônio cultural, integrando metodologias criativas e tecnologia educacional para democratizar o acesso à cultura e fortalecer a educação no Brasil.EspecíficosRealizar visitas mediadas, oficinas e itinerâncias educativas em museus e outros patrimônios, beneficiando 200 jovens;Produzir e disponibilizar conteúdos digitais acessíveis (vídeos, podcasts, jogos, guias e trilhas), beneficiando 2.000 pessoas;Desenvolver uma plataforma digital interativa para escolas e educadores;Formar professores e mediadores em metodologias de educação patrimonial;Gerar indicadores de impacto cultural, educacional e social;
O projeto Fora da Caixa _ Patrimônio, Tecnologia e Educação fundamenta-se nos princípios e objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), especialmente no que se refere à democratização do acesso aos bens culturais, à valorização do patrimônio material e imaterial, à formação de público e ao caráter educativo e formativo da cultura. A iniciativa propõe um modelo inovador de articulação entre educação, patrimônio e tecnologia, respondendo a desafios estruturais do país e contribuindo para o fortalecimento da cidadania cultural.O primeiro desafio que o projeto enfrenta é a crise da educação formal, marcada por práticas pedagógicas tradicionais, pouco conectadas às linguagens digitais e interativas que fazem parte do cotidiano das novas gerações. Crianças e jovens se engajam mais em experiências dinâmicas — vídeos, jogos, redes e narrativas multimídia — do que em aulas expositivas baseadas na transmissão linear de conteúdo. Nesse contexto, o Fora da Caixa propõe "ensinar fora da caixa", transformando o museu e o patrimônio em espaços vivos de aprendizagem, integrando metodologias ativas e recursos tecnológicos que promovem o aprendizado pela experiência, pela criação e pela descoberta. Essa abordagem atende diretamente à função educativa da cultura prevista na Lei Rouanet, ao reconhecer o valor do patrimônio como ferramenta de formação crítica, artística e cidadã.O segundo desafio é a baixa cultura de visitação e apropriação do patrimônio. Embora o Brasil possua mais de 3.800 museus e vasta diversidade de bens imateriais registrados, menos de 20% dos brasileiros já visitaram um museu, e cerca de 70% das escolas públicas nunca realizaram uma visita educativa (IBGE, Cultura nas Capitais). Essa lacuna reforça desigualdades regionais e limita o direito constitucional à fruição cultural. O projeto atua para reverter esse quadro por meio de ações itinerantes, oficinas criativas e mediações educativas, alcançando escolas e comunidades em regiões com baixa oferta cultural e infraestrutura limitada. Assim, promove a formação de público, a descentralização das oportunidades culturais e o fortalecimento do pertencimento social e territorial.Por fim, o projeto Fora da Caixa transforma o patrimônio e os acervos culturais em plataformas de conhecimento e cidadania, utilizando a tecnologia como meio de ampliar o alcance e o impacto das ações. O projeto une atividades presenciais e digitais, formando educadores, estimulando a economia criativa local e gerando um legado digital gratuito e acessível nacionalmente, com conteúdos em múltiplos formatos e recursos de acessibilidade.Ao integrar patrimônio, educação e inovação tecnológica, o projeto concretiza os fundamentos da Lei Rouanet e da política cultural brasileira, ao garantir o acesso democrático à cultura, valorizar a diversidade e a memória nacional e fortalecer o papel da cultura como instrumento de desenvolvimento humano e social.
Produto 1Formato: ações presenciais e itinerantes de educação patrimonial;Abrangência: 4 municípios e museus parceiros;Carga horária: oficinas de 4 a 6 horas por grupo / formação docente de 12 horas;Público estimado: 200 alunos e 40 professores presencialmente.Produto 2Módulos:Biblioteca de vídeos e podcasts;Trilhas gamificadas e quizzes;Área de Educadores (upload e download de planos de aula);
Produto 1Espaços adaptados à pessoas com dificuldades de locomoção;Intérpretes de Libras;Mediadores capacitados para lidar com deficiências físicas e intelectuais.Produto 2 Interprete de libras e legendas em todos os vídeos e áudios;
Produto 1 Gratuidade total das oficinas, visitas e materiais; Parcerias com escolas públicas e centros comunitários, garantindo a inclusão de estudantes em vulnerabilidade social; Seleção participativa de professores e alunos, priorizando diversidade étnico-racial e de gênero; Produto 2 Acesso gratuito e ilimitado em todo o território nacional; Integração com redes de ensino público e secretarias de educação; Disponibilização offline de parte do conteúdo para escolas com baixa conectividade;
Burburinho Cultural - Gerenciamento técnico-administrativo (proponente)Coordenação Geral - Priscila Seixas e Thiago Ramires (Burburinho Cultural - proponente)Doutorada em Mídia e Cotidiano pela UFF, Mestre em Ciência da Arte pela UFF, Bacharel em Produção Cultural pela UFF. Empreendedora desde sempre,abriu a Burburinho Cultural em 2006 e atua como gestora de projetos culturais incentivados, operando nas leis de incentivo à cultura federal, estaduais emunicipais. Do Rio de Janeiro para o mundo, hoje trabalha com projetos em outros estados, realiza exposições itinerantes e tem como um dos seusprincipais clientes cooperações internacionais. Já esteve a frente da gestão dos principais espaços de cultura da cidade maravilhosa – Sala BadenPowell, Sala Sidney Miller e Teatro Cacilda Becker. Ganhou o premio de uma das melhores iniciativas sócio culturais do estado em 2011 com o projetoCordel com a corda toda. Em 2016 assumiu a programação e a sociedade do Casarão Floresta – reduto da música carioca. Desde 2009 atua comoprofessora do Senac Rio, atuando como coordenadora da pós EaD em Gestão Culturais e Artes Visuais e hoje como professora da Faculdade deTecnologia em Hotelaria.Formado em Produção Cultural pela UFF e Mestre em Comunicação e Cultura pela ECO Pós-UFRJ com pesquisa de Graduação e Mestrado no campo daindústria da música e construção do ídolo pop. É Gerente de projetos da Burburinho Cultural desde 2010 e já atuou como educador em diversos cursosna área, incluindo PRONATEC, IFRJ e no DEGASE, a antiga FEBEM. Foi responsável pela concepção e Direção de produção dos projetos de residênciaBurburinho Cultural - Gerenciamento técnico-administrativo (proponente) Coordenação Geral - Priscila Seixas e Thiago Ramires (Burburinho Cultural - proponente) Doutoranda em Mídia e Cotidiano pela UFF, Mestre em Ciência da Arte pela UFF, Bacharel em Produção Cultural pela UFF. Empreendedora desde sempre, abriu a Burburinho Cultural em 2006 e atua como gestora de projetos culturais incentivados, operando nas leis de incentivo à cultura federal, estaduais e municipais. Do Rio de Janeiro para o mundo, hoje trabalha com projetos em outros estados, realiza exposições itinerantes e tem como um dos seus principais clientes cooperações internacionais. Já esteve a frente da gestão dos principais espaços de cultura da cidade maravilhosa – Sala Baden Powell, Sala Sidney Miller e Teatro Cacilda Becker. Ganhou o premio de uma das melhores iniciativas sócio culturais do estado em 2011 com o projeto Cordel com a corda toda. Em 2016 assumiu a programação e a sociedade do Casarão Floresta – reduto da música carioca. Desde 2009 atua como professora do Senac Rio, atuando como coordenadora da pós EaD em Gestão Culturais e Artes Visuais e hoje como professora da Faculdade de Tecnologia em Hotelaria. Formado em Produção Cultural pela UFF e Mestre em Comunicação e Cultura pela ECO Pós-UFRJ com pesquisa de Graduação e Mestrado no campo da indústria da música e construção do ídolo pop. É Gerente de projetos da Burburinho Cultural desde 2010 e já atuou como educador em diversos cursos na área, incluindo PRONATEC, IFRJ e no DEGASE, a antiga FEBEM. Foi responsável pela concepção e Direção de produção dos projetos de residência artística, no RJ, da Sala Baden Powell, Sala Sidney Miller e, em SP, Sala Guiomar Novaes, além de ter criado e coordenado diversos projetos, desde eventos até ações e programas culturais de maior complexidade.Produção Executiva - Camille DiasBacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense, atua desde 2012 na área de gestão e produção executiva de projetos e eventos deentretenimento, culturais e corporativos. Já teve passagens pelo Sesc Rio, atuou como Supervisora de Entretenimento nas Olimpíadas Rio2016 e realizou eventos para grandes empresas como TV Globo, Adidas e Netflix. Recentemente se aprofundou na área de Marketing e Branding, fazendo parte da equipe das marcas Domino’s Pizza Brasil, Spoleto e Koni. Movida a desafios
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.