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PRONAC 2514807Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Livro Leão negro

ALEXANDRE CEZAR
Solicitado
R$ 196,4 mil
Aprovado
R$ 196,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Campo Largo
Início
2026-02-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (3)
Colombo ParanáCuritiba ParanáSão José dos Pinhais Paraná

Resumo

O projeto visa a publicação e distribuição do livro Leão Negro, obra literária voltada para a promoção da igualdade racial e valorização da cultura afro-brasileira. A iniciativa prevê a oferta gratuita em formato digital, com tiragem física de 500 exemplares que serão distribuídos gratuitamente no evento de lançamento, para escolas, bibliotecas, OSCs que atuam no combate ao racismo e igualdade racial, fortalecendo o acesso democrático à leitura e ao conhecimento.

Sinopse

O Leão Negro é um romance épico que articula mito, ação e memória para investigar os nós entre identidade, violência simbólica e pertencimento. A narrativa acompanha Alexandros — figura conhecida como “Leão Negro” — cuja trajetória oscila entre arenas de combate e confrontos íntimos: batalhas físicas, provas de coragem, segredos familiares e encontros com tradições míticas. O romance equilibra cenas de alta energia (sequências de arena, perseguições, domínios sobre o leão) com passagens reflexivas e episódios “prólogos” que funcionam como respirações narrativas, permitindo ao leitor alternar entre imersão espetacular e comentário crítico. Formalmente, o texto opera numa interseção entre prosa épica e oralidade contemporânea. A voz narrativa ora se aproxima do tom enciclopédico — oferecendo inserções de contexto histórico-mítico — ora privilegia o discurso direto, coloquial e performático, aproximando-se de um registro que dialoga com a sensibilidade popular. Essa mescla cria um efeito híbrido: o leitor vive a cena como espetáculo e, simultaneamente, é convidado a refletir sobre suas implicações simbólicas. Recorre-se à imagética cinematográfica — planos curtos, cortes, “vinhetas” — para produzir ritmo e facilitar identificação para leitores jovens acostumados à linguagem audiovisual. No plano temático, o livro problematiza a construção da masculinidade em contextos de força e exposição pública, a herança da violência como rito de passagem, e as possibilidades de redenção através do reconhecimento coletivo. Alexandros é desenhado como personagem contraditório: por um lado, busca afirmação via instituição da arena; por outro, sofre com vergonha, segredos e humilhações que o situam numa condição de vulnerabilidade. A pele do leão, a marca neste corpo e certos objetos míticos (relíquias, memórias) operam como motivos recorrentes — símbolos que condensam memória, poder e trauma. A progressão dramática do romance privilegia transformações simbólicas em vez de soluções externas: o clímax não se resolve apenas na vitória física, mas na reconfiguração do pertencimento e na capacidade de narrar-se de outro modo. A obra também constitui um potente laboratório para práticas pedagógicas: ao trazer imagens fortes e linguagem direta, ela se presta ao trabalho em oficinas de leitura, escrita criativa e dramaturgia. Trechos de ação funcionam como material para leitura em voz alta e para exercícios de interpretação corporal (performance, capoeira, teatro), enquanto as passagens mais reflexivas podem subsidiar debates sobre memória, representatividade e etnografias do poder. O romance favorece atividades que cruzem literatura e cultura viva — rodas de leitura, criação de roteiros, adaptações em quadrinhos e gravações de micro-podcasts — mobilizando jovens periféricos para produzir sentidos a partir de suas próprias experiências. Quanto à recepção, O Leão Negro busca estabelecer um diálogo direto com juventudes periféricas: oferece modelos narrativos nos quais conflitos pessoais são traduzidos em imagens dramáticas e simbólicas que estimulam identificação e elaboração crítica. O tom ora épico, ora coloquial, facilita a acessibilidade sem reduzir a densidade temática; o humor e os “pós-créditos” humanizam personagens e criam pontos de entrada para leitores menos familiarizados com a tradição épica.

Objetivos

Objetivo geralPromover o lançamento, a divulgação e a democratização do acesso ao livro Leão Negro, fortalecendo ações de valorização da cultura afro-brasileira e de promoção da igualdade racial por meio da literatura, da formação cultural e de atividades educativas.Objetivos específicos· Disponibilizar o livro Leão Negro em formato digital de livre acesso.· Imprimir 500 exemplares físicos para distribuição gratuita em escolas públicas, bibliotecas e centros culturais.· Promover a divulgação da obra por meio do programa Afro Paraná, na Rádio Paraná Oficial.· Promover a divulgação da obra por meio do Podcast Descubra as camadas, no Spotify.· Estimular práticas educativas com foco na representatividade, através de rodas de leitura, debates e atividades culturais.· Realizar oficina de escrita criativa para produção de livros, como contrapartida social, em Escola Estadual do municipio de Colombo-PR.· Realizar duas palestras sobre (1) política de promoção da igualdade racial e (2) combate ao racismo em escolas estaduais de São José dos Pinhais-PR e Colombo.

Justificativa

O livro Leão Negro nasce da necessidade de valorizar a identidade, a memória e as expressões culturais afro-brasileiras, promovendo o reconhecimento da contribuição histórica e simbólica da população negra na formação da sociedade brasileira. A obra resgata narrativas que afirmam o protagonismo negro e se contrapõem às ausências e distorções historicamente presentes na literatura e nos meios de comunicação, fortalecendo a representatividade e a autoestima da juventude negra.Nesse contexto, o projeto propõe a edição e publicação do livro Leão Negro como uma ação de difusão cultural e de promoção da igualdade racial, voltada à preservação e à divulgação do patrimônio material e imaterial da população afrodescendente. A iniciativa prevê a produção editorial e a distribuição gratuita da obra em espaços educativos, culturais e comunitários, ampliando o acesso à leitura e à literatura representativa.O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3° da Lei 8.313/91: Il - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Especificação técnica

As especificações técnicas definitivas, como formato final, número de páginas, tipo de papel e acabamento, serão confirmadas após a conclusão da diagramação e revisão editorial do livro.

Acessibilidade

O projeto contempla medidas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo inclusão e acesso ao público em geral. Acessibilidade Física: O evento de lançamento, palestras, e oficinas de contrapartida social serão realizados em espaços com acessibilidade física, incluindo banheiros adaptados, rampas de acesso e sinalização tátil para pessoas com deficiência visual.Acessibilidade de conteúdo: Utilização de linguagem simples nas oficinas e palestras, e em caso de deficientes auditivos haverá presença de intérprete de libras.A versão digital do livro será disponibilizada de forma online e gratuita.ITEM ORÇAMENTÁRIO: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.

Democratização do acesso

A versão digital será disponibilizada gratuitamente, e 100% dos exemplares físicos serão distribuídos sem custo a escolas, bibliotecas públicas, organizações da sociedade civil que atuam no combate ao racismo e na promoção da igualdade racial, além de alcançar diretamente estudantes, educadores e a comunidade em geral, garantindo acesso ampliado e inclusivo à obra.Além da distribuição gratuita, como medidas de ampliação de acesso, serão adotadas o exposto nos incisos III no Artigo 47 da IN MINC nº 23/2025, a saber:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

1. Alexandre Cezar: Coordenador geral. Atual Coordenador do Curso de Administração -SEED - Diretor -Presidente do Instituto Afro Indígena no Programa Jovem Aprendiz em parceria Ministério Público do Trabalho e Tribunal Regional do Trabalho . Graduado em Gestão Pública 2020/ Pedagogia 2024 / Ed. Física 2005 e Cursando Administração. Ex-Agente Voluntário das Nações Unidas 2003-2007: Assessoria da Casa Civil.– Celepar 2018-2019. Consultor nos setores da economia, em ESG e 3º Setor. 2012-2025. Atual Presidente do Instituto Afro Indígena2. Alexandre Cezar Filho: Produtor Executivo. Escritor. Polímata que cultiva a pluralidade do saber com a delicadeza de quem tece sonhos para viver o que há além deles. Mestre em Antropologia, escritor: poeta (premiado) e romancista, sempre atento ao lugar onde teoria e vida se encontram. Professor, mentor e palestrante, sua escrita alia erudição e ternura, convidando leitores de todas as idades à boa imaginação. Compositor por necessidade de viver os maravilhamentos de ser, toca oito instrumentos, traz o ritmo e a melodia para suas histórias, só podendo resultar em muita harmonia.3. Marcia Anschau: Assistente Administrativo. Formada em Tecnologia de Gestão Pública 2020. Formada em Geografia 2024. Atualmente, Cursando Recursos Humanos 2024/2025. Projetos de socioassistencial, hoje atua no programa Jovem Aprendiz no instituto Afro indígena como Gestora Administrativa e RH.4. Caroline Musskopf:Assistente. Professora formada em Pedagogia, pós-graduada em Direitos Humanos, Práticas Restaurativas e Alfabetização e Letramentro en artista e pesquisadora interdisciplinar. Criadora do podcast Descubra as Camadas e da marca de camisetas Astelus Mida, atua na intersecção entre educação, arte, literatura e ancestralidade. Sua trajetória une consciência crítica, estética poética e compromisso político, desenvolvendo projetos que buscam transformação social, liberdade geográfica e impacto humano positivo.5. Diego Anchau. Assistente. Uma trajetória social através do voluntariado em projeto social. Hoje atuando em frentes de interesse público. Universidade Estácio de Sá -Curso em Engenharia (Trancado) 2021. Agente Social e Articulador na Comunidade. Cursos e Aperfeiçoamento 2024. Módulo Fundamentos 1: Tecnologia de horas) (120 Módulo Inteligência.2: Artificial Machine e Learning (180 horas).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.