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PRONAC 2514836Autorizada a captação total dos recursosMecenato

I Festival CEIA - Festival de Culturas, Educação e Inteligências Ancestrais

ESPACO E VIDA SUSTENTABILIDADE SOCIAL LTDA
Solicitado
R$ 2,00 mi
Aprovado
R$ 2,00 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-03
Término

Resumo

O projeto consiste na realização do primeiro festival de culturas ancestrais como meio para educação. Serão cinco dias de festival que conta com diversas expressões artísticas como exposições de artes visuais, exposição de fotografias e espetáculos musicais.

Sinopse

Não se aplica a esse projeto.

Objetivos

Promover, resgatar e fomentar as inteligências e saberes da cultura ancestral através da realização de festival cultural com diversas manifestações artísticas com o propósito de retratar as principais expressões de culturas ancestrais através de diversas linguagens.Atender ao Artigo 2º do Decreto 10.755 de 2021 ao:"V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;" _ produzindo festival cultural gratuito.Objetivos Específicos- Atender 15.000 pessoas em 5 dias de festival cultural gratuito- Atender 2.000 pessoas na mostra de cinema gratuito com sessões gratuitas diárias e comentadas;- Atender 5.000 pessoas em apresentações musicais;- Atender 5.000 pessoas nos espetáculos de arte cênicas (dança);- Atender 5.000 pessoas em exposições de artes visuais;- Atender 600 pessoas nos seminários.

Justificativa

A cultura ancestral é essencial para a educação e a formação da sociedade, pois atua na construção da identidade individual e coletiva, na transmissão de valores e conhecimentos, no desenvolvimento do pensamento crítico e no fortalecimento do senso de pertencimento. Seus saberes milenares, transmitidos de geração em geração, oferecem uma visão de mundo mais ampla e humanizada, promovendo o respeito à diversidade e a conexão com a natureza. Impactos na educaçãoConstrução da identidade e autoestima: Ao incluir os saberes ancestrais no currículo, a educação valoriza as raízes culturais dos estudantes, o que fortalece sua autoestima, orgulho e sentimento de pertencimento a uma comunidade. Isso é especialmente importante para populações marginalizadas ou vulneráveis.Formação de cidadãos críticos: A abordagem ancestral, muitas vezes baseada em uma pedagogia de escuta e vivência, estimula o pensamento crítico e a capacidade de refletir sobre o passado para entender e agir no presente. Ela capacita os alunos a enfrentar os desafios contemporâneos com sabedoria e sensibilidade.Educação intercultural e inclusiva: A incorporação da cultura ancestral promove o reconhecimento e o respeito às diferentes manifestações culturais, combatendo estereótipos e abrindo espaço para um diálogo intercultural. Essa abordagem é fundamental para construir sociedades mais justas, diversas e pacíficas.Valorização do conhecimento não-científico: A educação ancestral permite que os alunos explorem e valorizem formas de conhecimento que vão além da academia, como as narrativas orais, as práticas comunitárias e a sabedoria dos mais velhos. Isso enriquece a pesquisa e amplia a compreensão de mundo. Impactos na sociedadePreservação da memória e das tradições: Em um mundo em constante modernização, a valorização da cultura ancestral nas escolas e na sociedade ajuda a preservar tradições, línguas e histórias que correm o risco de serem perdidas. A memória coletiva é um repositório de experiências e ensinamentos que moldam a compreensão de um povo sobre seu passado.Fortalecimento de laços sociais: A celebração da herança cultural por meio de rituais coletivos e práticas comunitárias reforça os laços sociais e o sentimento de comunidade. Isso cria uma sociedade mais unida e colaborativa, capaz de agir em conjunto para o bem comum.Sustentabilidade e equilíbrio ambiental: Muitos saberes ancestrais, especialmente os de povos indígenas e quilombolas, ensinam uma relação de respeito e equilíbrio com a natureza. A conexão com a terra e o cuidado com o meio ambiente, centrais na pedagogia ancestral, oferecem soluções valiosas para a crise ambiental.Formação de sociedades mais justas e resilientes: A transmissão de valores como a solidariedade, o respeito à dignidade humana e a responsabilidade compartilhada, que são inerentes a muitas culturas ancestrais, contribui para a formação de sociedades mais justas e resilientes diante da adversidade. Em resumo, a cultura ancestral oferece à educação ferramentas para formar indivíduos mais conscientes, críticos e enraizados em sua história, e à sociedade, um caminho para construir um futuro mais justo, sustentável e diverso.O festival ocupará o Espaço do Museu do Amanhã no Rio de Janeiro em cinco dias de abertura ao público (de quarta a domingo) das 9h às 18h, e contará com:Apresentações musicais ancestrais, indígenas e povos tradicionais, caiçaras e quilombolas. Convidados:Tambores de Ayan: Fundado em 2021, o grupo celebra a música e a espiritualidade, inspirado no orixá do tambor da cultura iorubá. O trabalho expressa a força espiritual dos tambores em suas apresentações.Grupo Samba de Dandara: O grupo lança álbuns que exaltam a força ancestral da mulher por meio do samba. Suas obras são descritas como ativas e ativistas, com foco na ancestralidade.Grupo Afrolaje: Desenvolve pesquisa, dança e música com foco na percussão. Suas atividades envolvem a cultura de matriz africana, com apresentações que já passaram pelo Rio de Janeiro.Leke: Artista que realizou um evento de músicas de religião de matriz africana no Centro da Música Carioca, mostrando a relevância da temática na cena musical da cidade.Fuz Aka: O projeto, criado por Ricardo Mingardi e Fernando Barroso, realiza shows no Sesc RJ que combinam ritmos afro-indígenas com música eletrônica, unindo tradição e experimentação sonora.Kaê Guajajara: Artista que se apresenta com o Coral Aldeia Maracanã, em eventos como o realizado no Museu de História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), para celebrar e promover a cultura indígena na cidade. Apresentações de Dança Ancestral - Convidados:Balé Folclórico da Bahia (BFB): Fundado em 1988, é uma companhia internacionalmente reconhecida que se dedica a preservar e apresentar danças folclóricas e populares com raízes na diáspora africana.Grupo de Dança Contemporânea (GDC) da UFBA: Um programa permanente da Escola de Dança da UFBA, que tem o espetáculo "Ancestralidade em Movimento", focado na estética da dança negra e na reinterpretação do passado, presente e futuro.Ilê Aiyê: Embora seja um bloco de carnaval, seu cortejo reverencia a ancestralidade afro-indígena, e as danças do grupo são parte dessa celebração. Workshops de Gastronomia com Pratos típicos - ConvidadosAline Chermoula: Pesquisadora da diáspora africana, ela aplica seu conhecimento em pratos que valorizam a contribuição afro-americana para a culinária brasileira. Ela também produziu a série "Cozinha Ancestral" com receitas da culinária da diáspora africana.Carmen Virgínia: Uma das responsáveis pelo restaurante Altar Cozinha Ancestral em São Paulo, que resgata sabores autênticos e técnicas tradicionais, com foco na culinária indígena e afro-brasileira.João Paulo Barreto e Clarinda Ramos: Este casal de chefs indígenas comanda o Biatüwi, o primeiro restaurante indígena do país comandado por indígenas, que serve receitas nativas brasileiras.Dida Nascimento: Do Dida Bar e Restaurante, ela realiza jantares especiais com pratos de países africanos como Angola e Senegal.Ignez Beatriz Lemos: Pesquisadora de culinária da diáspora africana, ela incentiva a criatividade para incluir sabores africanos em celebrações como o Natal. Exposição de fotografia, arte e artesanato com base nas culturas ancestrais de diversos locais do Brasil. Mostra de Cinema com apresentação de documentários e filmes sobre a importância das culturas ancestrais na sociedade. Espaço LITERATURA E LIVROS da cultura ancestral.Rodas de conversa sobre a preservação das tradições, costumes e saberes da cultura ancestral.4 sessões diárias nos 5 dias mediadas por jornalistas com convidados especialistas nos temas _ convidados: povos indígenas, quilombolas, caiçaras. artistas, artesãos, representantes de governo, empresas e empresários, especialistas.Feira de arte, artesanato e cultura ancestral - Stands com expositores _ 5 dias das 9h às 17h.

Estratégia de execução

Este projeto não é um Plano Anual de Atividades, conforme definido nos termos do art. 24 do Decreto nº 5.761 de 2006, já que não se trata de um projeto de custeio de atividades de caráter permanente e continuado.O proponente declara que serão destinados para fins culturais todo e qualquer bem ou material permanente a ser adquirido ou produzido com recursos de incentivo fiscal após a finalização do projeto. No momento da prestação de contas será apresentada documentação que comprove o direcionamento dos bens culturais.

Especificação técnica

- Especificações técnicas: propostas de edição de livro, revistas e periódicos; - Projeto Pedagógico/ plano de execução: propostas de cursos/workshops *

Acessibilidade

Orientando-se pelas legislações concernentes ao assunto, mais especificamente pelo artigo 215 da Constituição Federal; artigo 1º, inciso I da Lei nº 8.313/91; artigo 44, inciso II do Decreto 5.761/06; e no artigo 42 da Instrução Normativa nº 23/2025. ACESSIBILIDADE FÍSICA:Este projeto será realizado no Memorial da América Latina, local que garante o acesso de pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida (rampas de acesso, piso tátil, banheiros preparados). Medidas de Acesso ao Conteúdo:ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS:Para permitir o acesso do conteúdo para pessoas com deficiência visual incluiremos apresentações com a presença de um narrador, que fará a descrição do espetáculo para acessibilidade do deficiente visual. O narrador estará disponível em todas as apresentações, permitindo a acessibilidade em 100% das apresentações.ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES AUDITIVOS:Para permitir o acesso do conteúdo para pessoas com deficiência auditiva o projeto contratará um Interprete de Libras para atender aos deficientes auditivos alfabetizados nesta linguagem.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS:Pessoas com deficiência necessitam de linguagem dinamizada e atuações que transmitam sentido, além dos recursos concretos que formalizem o conteúdo ao cérebro.Para aumentar a visibilidade de PCDI (pessoas com deficiência intelectual) o projeto abrirá vaga de emprego assistido através da contratação de PCDI, para atendimento aos expectadores que apresentem espectros, síndromes ou doenças que geram limitação de conteúdo.

Democratização do acesso

O projeto adota como ação de democratização de acesso os seguintes incisos do art. 47 da IN 23/2025:“I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);Todas as atividades são gratuitas e localizadas em locais de baixa fruição cultural – não existe nenhuma cobrança de ingressos- Prevê-se um público direto de 15.000 pessoas. Não há cobrança de ingressos.

Ficha técnica

Esclarecemos que o proponente é o responsável pela gestão do projeto e responsável por todo o processo decisório. O Diretor Geral, Carlos Henrique Torres do Carmo, é o responsável legal pela empresa proponente.Curadoria em Cultura Ancestral e Direção Artística - Márcio AndradeDireção de Produção – Fernanda DearoCoordenação Administrativa – João Noronha______________________________________Fernanda DearoFunção no Projeto: Direção de ProduçãoCompletando 30 anos como produtora de eventos culturais e beneficentes, é captadora de recursos, Fernanda Dearo está no mercado cultural há 25 anos. Com metodologia própria, a especialista que começou a carreira como captadora de recursos na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, e desenvolveu a captação de recursos do LARAMARA com Victor Siaulys (in memorian), além de prestar consultoria em sustentabilidade financeira para ONGs, capta recursos e visita empresas e investidores nacionais e internacionais semanalmente.Em seus cursos, Fernanda Dearo conta sua experiência de mais de 5 mil reuniões de captação de recursos feitas até hoje, como capta, onde estão os recursos, como funcionam os executivos que tem o poder de decisão nas mãos, quais as tendências de investimento de patrocínio atreladas às exigências de ESG, B3 e Parlamento Europeu, e tem uma série de dicas infinitas totalmente práticas, vividas, sofridas, e tiradas de letra em 30 anos de muitas histórias.Com mais de 9 mil ex-alunos e grandes cases de sucesso, Fernanda Dearo atua em nível nacional e internacional, já representou o projeto social do Príncipe Edward no estado de São Paulo, capacitou equipes em Angola/Luanda e ministrou mais de 320 cursos e palestras pelo Brasil. Fernanda defende a ética na profissão, a comissão adequada sobre resultados obtidos por profissionais e a divisão da profissão em 3 perfis bastante diferenciados.______________________________________Márcio AndradeFunção no Projeto: Curador e Diretor ArtísticoHistoriador - especialista Diretor da Espaço e Vida Socioambiental - Viagens Culturais ______________________________________João NoronhaFunção no Projeto: Coordenação AdministrativaDRT 47.913/SPProdutor e Gestor Cultural especializado na elaboração de projetos culturais, direção de produção de projetos de vários formatos, aprovação nas leis de incentivo e captação de patrocínios. Há 12 anos realiza consultoria para a elaboração de projetos culturais, coordenação administrativa e prestação de contas para diversas instituições como o Museu Catavento, o Instituto Terravista, a OAK Educação e Cultura e a Associação Nosso Olhar e o Teatro L'Occitane. Desde 2017 realiza a curadoria de projetos incentivados para a empresa Reckitt Benckiser do Brasil. Realizou a coordenação das atividades culturais da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS de 2019 até 2024. Especialista em gestão de projetos pela USP comtrabalho de final de curso relacionado à implantação de métodos de gerência de projetos em restauro arquitetônico. Especialista em Gestão Cultural pela ECA-USP com trabalho de conclusão de curso intitulado “Do Mecenato à Política Nacional das Artes – A Participação Popular nas Políticas Públicas de Fomento às Artes no Brasil”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-12-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro