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PRONAC 2514842Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festa Raiar da Liberdade

INSTITUTO DE PRESERVACAO DO PATRIMONIO CULTURAL ADAPO
Solicitado
R$ 820,7 mil
Aprovado
R$ 820,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Quilombolas
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Marataízes
Início
2027-02-01
Término
2027-07-31
Locais de realização (1)
Cachoeiro de Itapemirim Espírito Santo

Resumo

Realização da 139ª edição da tradicional festa Raiar da Liberdade, nos quilombos Vargem Alegre e Monte Alegre, em Cachoeiro de Itapemirim (Espírito Santo), com o objetivo de reunir diversos grupos de patrimônio imaterial do sul do estado para apresentações dos folguedos, promover um fórum de discussões sobre cultura e patrimônio e ofertar uma formação sobre cidadania e saberes ancestrais.

Sinopse

Não se aplica, pois trata-se de um evento do patrimônio imaterial capixaba.

Objetivos

Objetivo geral: Contribuir para a salvaguarda dos grupos de jongo e caxambu do sul do Espírito Santo, considerados patrimônio cultural brasileiro, reconhecido pelo IPHAN.Objetivos específicos:1) Realizar uma roda de discussões a respeito de direitos quilombolas, direito à cultura e sobre a farsa da abolição da escravidão no Brasil, com livre participação dos movimentos sociais negros organizados do sul do Espírito Santo e mestres de grupos do patrimônio imaterial capixaba;2) Realizar a tradicional roda de caxambu/jongo nos Quilombos Vargem Alegre e Monte Alegre, retomando uma história de 137 anos;3) Realizar 16 apresentações culturais de grupos de patrimônio imaterial dos mais diversos folguedos (Bate Flechas de São Sebastião, Folia de Reis, Charola de São Sebastião, Boi Pintadinho, Quadrilha, Capoeira, Jongo e Caxambu), sendo 8 apresentações no quilombo Vargem Alegre e 8 apresentações no Quilombo Monte Alegre;4) Servir aos presentes a tradicional feijoada.

Justificativa

Raiar da Liberdade é uma das mais tradicionais festividades do Espírito Santo, acontecendo desde o ano de 1888 em diversos locais do sul do estado, com destaque para os Quilombos Vargem Alegre e Monte Alegre, sendo ela um importante instrumento de salvaguarda dos tradicionais grupos de jongo e caxambu da região. Tradicionalmente a festa tem início primeiro sábado de maio, em Vargem Alegre, e, duas semanas depois, é realizada em Monte Alegre, sempre na data mais próxima do dia 13. Desde 1888 a festa veio se realizando ininterruptamente, exceto nos anos de 2020 e 2021, em função da pandemia da Covid 19.Em 2005, os tradicionais grupos de jongo e caxambu _ o Alegria de Viver, de Vargem Alegre, e o Santa Cruz, de Monte Alegre _, foram reconhecidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural Brasileiro. A festa configura-se, portanto, em uma política pública de preservação e fortalecimento dessa tradição cultural capixaba e brasileira.O Raiar é uma festividade que não apenas comemora a abolição, mas que, principalmente, protesta contra as condições ainda impostas a negros e negras brasileiros. O evento, que era restrito ao quilombo, passou a ganhar visibilidade e projeção na região a partir do ano de 2000, com o apoio da Associação de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Cachoeirense (e, mais recentemente, com o apoio do Instituto de Preservação do Patrimônio Cultural Ádapo), recebendo diversos grupos de patrimônio imaterial de toda a região sul do estado, e ganhando repercussão na imprensa estadual.Em agosto de 2024, após análise do Conselho Estadual de Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), ocorreu o registro e o reconhecimento da festa Raiar da Liberdade como Patrimônio Cultural Imaterial do Espírito Santo, fruto da construção do Inventário Nacional de Referências Culturais (metodologia criada pelo IPHAN para a identificação dos patrimônios brasileiros).O projeto apresentado objetiva ampliar ainda mais o alcance do evento, transformando-o em um fórum de discussões sobre identidade e também sobre direitos da população negra capixaba.Justifica-se, portanto, o presente projeto, enquanto ferramenta de resgate e valorização de memórias, histórias, cultura, orgulho e identidade. Reverenciar os saberes tradicionais, dar aos mais velhos seu lugar de fala e seu valor, ensinar a autoestima _ tudo isso significa garantir a preservação de riquezas ancestrais de inestimável valor.As comunidades tradicionais do sul do estado, embora tenham muitos dos seus grupos já reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN, não recebem nenhum apoio (seja financeiro ou institucional) das municipalidades e, por isso, encontram grande dificuldade para manterem suas práticas ancestrais _ em especial o processo de difusão dos conhecimentos tradicionais que, historicamente, se dá durante as rodas e apresentações, ou seja, na prática. Além disso, essas comunidades têm sofrido grandes e violentas pressões das igrejas neopentecostais que nelas se estabeleceram, o que tem esvaziado as tradicionais apresentações que costumavam ser frequentes.O presente projeto unirá crianças, jovens, adultos e idosos dos diversos grupos em uma grande festa, em que a sua tradição será apresentada em plenitude. Como a transmissão do patrimônio imaterial é feita pela experiência sensorial, as apresentações são momentos privilegiados de transmissão intergeracional. Tais ações interferem positivamente no fortalecimento da identidade, da história, das tradições e das expressões culturais dos grupos.As comunidades quilombolas de Vargem Alegre e Monte Alegre apresentam baixo índice de desenvolvimento humano, o que é agravado pela falta de acesso à água tratada e de coleta e tratamento do esgoto doméstico, e pelos baixos índices de escolaridade e altos índices de desemprego. Este projeto também procura trabalhar, em sua essência, um dos mais importantes direitos culturais do cidadão, que é o direito à memória e à sua história, e proporcionar um incentivo financeiro e cultural aos moradores locais.Embora o projeto não contemple uma ação formativa no sentido da educação formal, as rodas e apresentações são, por excelência, os locais de multiplicação das práticas culturais, o que se dá principalmente pela experiência empírica dos "brincantes". Por meio delas, os mestres transmitem seus ensinamentos aos mais jovens e, assim, pela oralidade, esses conhecimentos se perpetuaram de geração a geração.Um projeto como este só é possível ser viabilizado com ferramentas como a Lei de Incentivo à Cultura, devido a alguns fatores: 1) os grupos são formados basicamente por pessoas de baixa renda _ o que inviabiliza apresentações e investimentos promovidos com recursos próprios; 2) a realização de projetos via editais de cultura estaduais e municipais acaba ficando restrita a indivíduos que possuem expertise nessa área e acesso à internet e a ferramentas de tecnologia (sendo que poucos integrantes dos grupos possuem essas habilidades, por conta de baixa escolaridade e de recursos insuficientes); 3) poucas são as empresas privadas que se dispõem a patrocinar diretamente ações e projetos desses grupos; 4) o poder público não possui estratégias para um permanente fomento aos representantes da sua identidade cultural.Diante do exposto, consideramos que este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.Considerando os objetivos do Art. 3º da mesma Lei, os que serão alcançados com este projeto são:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.Resultados esperados e desdobramentos:a) Fortalecimento dos grupos participantes, ao fornecer-lhes subsídios para busca de seus direitos sociais e culturais;b) Busca pelo estabelecimento de políticas públicas municipais e estaduais de preservação do patrimônio imaterial capixaba;c) Fortalecimento dos laços intergeracionais e das relações de compadrio entre os grupos e seus integrantes;d) Fortalecimento dos grupos de caxambu Alegria de Viver e Santa Cruz, além dos demais grupos visitantes;e) Melhoria da autoestima dos moradores dos quilombos Vargem Alegre e de Monte Alegre e também dos integrantes dos grupos visitantes;f) Visibilidade para a empresa patrocinadora, que terá sua marca amplamente divulgada e associada a um projeto sério e consistente e a uma festividade tradicional única, de importância histórica comprovada e inestimável.

Estratégia de execução

De forma direta, o projeto irá beneficiar 16 grupos de patrimônio imaterial do estado, que em geral possuem cerca de 20 integrantes cada um, o que totalizará 320 brincantes de Cachoeiro e alguns municípios vizinhos, como Itapemirim, Alegre, Presidente Kennedy, Jerônimo Monteiro, Vargem Alta e Muqui. Além deles, o projeto também beneficiará os quilombos Vargem Alegre e Monte Alegre, que sediarão o evento.Em todos os materiais de divulgação, os nomes e as marcas do Minc, da Lei Rouanet e dos patrocinadores e apoiadores estarão citados/inseridos, conforme as regras estabelecidas. A seguir, apresentamos o plano de comunicação previsto para o projeto.DIVULGAÇÃO PARA A IMPRENSAA divulgação do projeto será feita por meio de uma assessoria de comunicação que enviará releases para a imprensa local e estadual, antes e após o evento, como forma de obtenção de mídia espontânea, e todas as matérias publicadas são registradas em clipping posterior à sua veiculação na mídia.DIVULGAÇÃO NAS REDES SOCIAISO planejamento de conteúdo, a criação de postagens e a divulgação nas redes sociais da entidade proponente é um trabalho que será realizado por profissional de marketing digital e pela assessoria de comunicação do projeto. Serão pelo menos 20 publicações, entre fotografias e vídeos, que ocorrerão tanto no feed quanto nos stories, de forma a divulgar a programação e a importância da festa, os seus realizadores e patrocinadores e, posteriormente, exibir todos os momentos do evento. Diversas postagens serão patrocinadas (tráfego pago), conforme planejamento de marketing digital a ser desenvolvido, para atingir o máximo possível de usuários do público-alvo.DIVULGAÇÃO NAS MÍDIAS TRADICIONAISEm se tratando de veículos de comunicação tradicionais, serão realizadas 300 inserções de spots em rádio de frequência FM de Cachoeiro de Itapemirim. Essa mídia é forte na cidade e em seu entorno – tradicionalmente dá ampla visibilidade aos eventos do município – e atinge majoritariamente um público mais maduro e ligado à cultura e às tradições regionais.DIVULGAÇÃO PARA A POPULAÇÃO LOCALA divulgação nos quilombos Vargem Alegre e Monte Alegre e nas regiões do seu entorno será feita por meio de carro de som, dada a ausência de sinal de qualidade – tanto de internet quanto de celular – nesses locais. Também ocorrerão os tradicionais avisos presenciais em momentos de encontros comunitários, como missas e reuniões de associações de moradores.DIVULGAÇÃO DURANTE A REALIZAÇÃO DO EVENTOSerá produzido 1 backdrop, que ficará posicionado atrás do palco onde acontecerão as atividades das festas. Também haverá 4 faixas e 4 banners, distribuídos em todas as áreas de realização do evento.PRODUÇÃO DE VÍDEOS INSTITUCIONAISSerá produzido um vídeo institucional (estilo documentário) sobre a festa, com duração de cerca de 5 minutos – a ser publicado no canal do Instituto de Preservação do Patrimônio Cultural Ádapo no YouTube –, bem como quatro vídeos de 30 segundos e dois de 1 minuto, para postagem nas redes sociais da entidade.

Especificação técnica

Não se aplica, pois trata-se de um evento do patrimônio imaterial capixaba, que terá duração de 2 dias.

Acessibilidade

Os festejos acontecem ao ar livre, no centro dos quilombos, em local plano e aberto, sem barreiras físicas para pessoas com limitações de locomoção. Já existem rampas de acesso ao espaço de vivência, em Vargem Alegre, e para a igreja católica, em Monte Alegre.Haverá a contratação de 2 intérpretes de Libras e 4 monitores, que ficarão disponíveis para acompanhamento e auxílio de portadores de necessidades especiais e de idosos no que for necessário durante as festas. O cerimonialista fará a audiodescrição durante suas falas.Também serão disponibilizados 2 banheiros químicos acessíveis em cada uma das comunidades.Os vídeos que serão produzidos para divulgação do projeto estarão disponíveis gratuitamente na internet, nos canais do Instituto de Preservação do Patrimônio Cultural Ádapo, e conterão legendas – o documentário para o YouTube também será acompanhado por intérprete de Libras (o plano de comunicação será detalhado mais adiante).

Democratização do acesso

Não haverá especificamente um produto resultante do projeto. O evento é totalmente gratuito e aberto para visitação de qualquer pessoa interessada.Os visitantes poderão ter acesso a todos os momentos da programação da festa, incluindo as apresentações, a roda de conversa e as refeições.Durante o evento, será disponibilizado sinal de internet wi-fi gratuito para uso dos visitantes e da equipe de organização, por meio de instalação temporária de conexão via satélite.Os vídeos de divulgação do projeto (pré e pós-evento) estarão disponíveis gratuitamente na internet, nos canais do Instituto de Preservação do Patrimônio Cultural Ádapo, contendo recursos de acessibilidade.

Ficha técnica

A equipe técnica do projeto é composta por pessoas que já desenvolvem trabalhos há mais de 20 anos na área da cultura e do patrimônio imaterial, que vivem na comunidade ou que, embora não residam lá, já vêm desenvolvendo diversos trabalhos no local, incluindo a organização da própria festa Raiar da Liberdade.Prof. Dr. Genildo Coelho Hautequestt Filho: Coordenação geral do projetoPossui graduação em Arquitetura e Urbanismo (1996), especialização em Arquitetura e Ambiente Urbano pela Unifenas (1999), Mestrado em Artes pela UFES (2011) e Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela UFF (2021). Atualmente atua como professor universitário na MULTIVIX, em Vitória. Tem experiência em docência de Ensino Superior e também nas áreas de teoria e história da arquitetura e do urbanismo, técnicas retrospectivas, projeto de urbanismo, evolução urbana no Brasil e história da arquitetura no Brasil, além de ter atuado em projetos e execução de obras de restauração de imóveis históricos e projetos de pesquisa e produção cultural na área de preservação do patrimônio arquitetônico, urbano e imaterial.Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4522635712201244Luan Faitanin Volpato: Assessoria de Comunicação, desenvolvimento da identidade visual do projeto, produção fotográfica e tratamento de imagens e projeto gráfico dos materiais de divulgação em geral, tanto online quanto offline.Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário São Camilo – ES e pós-graduado em Artes Visuais: Cultura e Criação pelo Senac RJ. Fundador e integrante do Instituto de Preservação do Patrimônio Cultural Ádapo e membro da Associação de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Cachoeirense. É responsável pela comunicação, pela produção fotográfica e pela elaboração e execução dos projetos culturais dessas instituições. Destaque para as seguintes realizações: livros Fésta: fé e festa, As Flechas de São Sebastião e Memórias do Caxambu Santa Cruz; exposições no Brasil e no exterior, como Todas as faces de Maria, I Salão de Arte Fotográfica de Cachoeiro de Itapemirim, Salão de Artes Levino Fanzeres e Rua; integrante do projeto Trilhas do Quilombo Monte Alegre, vencedor da edição 2024 do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, a maior premiação na área da preservação do patrimônio cultural brasileiro.Linktree: https://linktr.ee/luanfvolpatoRosinêz Machado Lima: Produção ExecutivaRosinêz construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a comunidade e a valorização cultural. Em Cachoeiro de Itapemirim, foi presidente da Associação Comunitária do Bairro Alto Amarelo e da FAMOPOCI, onde exerceu também os cargos de vice-presidente e assessora da diretoria. Atuou em rádios locais, na Câmara Municipal como assessora parlamentar por 11 anos e, em 2009, na Gerência de Patrimônio Imaterial da Secretaria Municipal de Cultura, contribuindo para ações de preservação cultural e apoio a lideranças das religiões de matriz africana. Formada em Serviço Social, trabalhou por oito anos como diretora do CREAS em Marataízes e atualmente integra a Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável. É também sócia fundadora do Instituto de Preservação do Patrimônio Cultural Ádapo.Fátima Buzatto Moura: Produção local em Monte AlegreFátima é graduada em Turismo, tendo defendido o projeto de graduação intitulado “Caxambu, Símbolo Identitário da Comunidade Quilombola de Monte Alegre”. Moradora do Quilombo Monte Alegre, acompanha o caxambu Santa Cruz há mais de 25 anos, auxiliando as mestras na coordenação das atividades do grupo e na organização da festa Raiar da Liberdade e dos demais projetos executados em parceria com a Associação de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Cachoeirense de Itapemirim. Como funcionária concursada da EMEB Monte Alegre, desenvolve, com os mestres do local, diversas ações relacionadas à preservação do patrimônio imaterial local, envolvendo alunos, professores e a comunidade em geral.Carlos Ronaldo Caitano: Mobilização da comunidade e produção local em Vargem AlegreCarlos Ronaldo Caitano é graduado em Educação Física, caxambuzeiro e capoeirista. Em 2011 passou a integrar o grupo de capoeira Filhos da Princesa do Sul e em 2015 conquistou sua primeira graduação: a de estagiário. No ano seguinte, junto com seus familiares, iniciou um projeto de ensino da capoeira e do caxambu a jovens do quilombo Vargem Alegre. Em 2018, conquistou a graduação de Formando, e, em 2023, a de Monitor. Após o falecimento de seus familiares mais velhos, antigos mestres do Caxambu Alegria de Viver, assumiu mais responsabilidades no grupo. Hoje ele integra diversos projetos realizados no local, como a organização da festa Raiar da Liberdade, o Pontão de Cultura Associação de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Cachoeirense e as Oficinas de Formação de Capoeiristas e Caxambuzeiros de Vargem Alegre.Perfil: https://patrimoniocachoeiro.org/mestres/carlos-ronaldo-caitano/

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.