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PRONAC 251485Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A terra não é minha casa

CENTRO DE ESTUDOS E ASSESSORIA-CEA
Solicitado
R$ 129,1 mil
Aprovado
R$ 129,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-07-17
Término
2030-07-17
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto "A TERRA NÃO É MINHA CASA" tem como objetivo principal o lançamento de um álbum musical com sete faixas, nos gêneros Trap, Hip Hop e R&B, incluindo sua produção, divulgação e distribuição. A iniciativa visa promover e democratizar o acesso à música independente, fomentando a cultura urbana e ampliando as possibilidades de expressão artística para um público diverso.

Sinopse

O produto principal desta proposta é APRESENTAÇÃO MUSICAL e com o lançamento do album "A TERRA NÃO É MINHA CASA".O projeto "A TERRA NÃO É MINHA CASA" tem como objetivo o lançamento de um álbum musical com sete faixas nos gêneros Trap, Hip Hop e R&B. A proposta busca viabilizar a produção, divulgação e distribuição do álbum, utilizando ferramentas audiovisuais e digitais para ampliar seu impacto cultural.Por meio do incentivo da Lei Rouanet, o projeto contempla a gravação e finalização das músicas, produção de videoclipes, estratégias de marketing digital e fortalecimento da identidade visual do artista. Além de impulsionar a cena musical independente, a iniciativa visa democratizar o acesso à arte e fomentar a valorização da cultura urbana.Dividido em três fases – Pré-Lançamento, Lançamento e Pós-Lançamento –, o projeto implementará ações estratégicas para garantir sua visibilidade e alcance, promovendo uma experiência artística inovadora e consolidando o artista no cenário nacional.

Objetivos

Objetivo Geral Promover e difundir a produção de musicas autorais por meio do lançamento do álbum "A TERRA NÃO É MINHA CASA", utilizando estratégias audiovisuais e digitais para ampliar o alcance da obra e proporcionar uma experiência artística inovadora ao público. Objetivo específico ● Gravar, mixar e masterizar sete faixas originais do álbum;● Produzir videoclipes para faixas selecionadas, garantindo um impacto visual significativo;● Criar campanhas digitais para divulgar o álbum nas principais plataformas de streaming e redes sociais;● Realizar parcerias estratégicas com influenciadores e produtores de conteúdo do segmento musical;● Investir na identidade visual do projeto, incluindo fotografia, figurino e produção de material promocional;● Fomentar o cenário musical independente, oferecendo um produto de alta qualidade ao público;● Democratizar o acesso à cultura por meio de ações de engajamento digital e divulgação ampla do álbum.

Justificativa

A música exerce um papel fundamental na construção da identidade cultural de um povo, sendo um dos principais instrumentos de expressão artística. O projeto "A TERRA NÃO É MINHA CASA" busca democratizar o acesso à música independente e inovadora, utilizando ferramentas digitais e audiovisuais para fortalecer a difusão cultural.Este projeto se enquadra no artigo 1º da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 (Lei Rouanet), que estabelece como objetivos fundamentais do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) o fomento, valorização e difusão da cultura nacional. Especificamente, o projeto contribui para: I - Fomento à produção cultural: Viabiliza a gravação e distribuição deum álbum musical autoral, fortalecendo a cena musical independente.II - Estímulo à criação artística: Investe na inovação estética emusical por meio da produção de um trabalho original e conceitual.III - Ampliação do acesso à cultura: Disponibiliza o álbum emplataformas digitais, garantindo sua acessibilidade a um público amploe diverso.IV - Preservação e disseminação das manifestações culturais: Promove gêneros musicais contemporâneos como o Trap, Hip Hop e R&B, que fazem parte do patrimônio cultural da juventude urbana. Além disso, o projeto dialoga com a crescente relevância da música digital no mercado artístico, utilizando estratégias modernas para alcançar novos públicos e incentivar a sustentabilidade da carreira de artistas independentes.Com este incentivo, o impacto do projeto será ampliado, permitindo que a obra seja divulgada e reconhecida nacionalmente, criando novas oportunidades para o artista e contribuindo para a diversidade musical no Brasil.E o Art. 3° da lei LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991. E seus objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

O produto principal CD-Áudio ou outro suporte para música é a produção do álbum musical "A TERRA NÃO É MINHA CASA" tendo duração de 320 dias para a realização desse produto, e tem como produto secundário a APRESENTAÇÃO MUSICAL o evento do lançamento desse álbum. Para a produção desse álbum contará com estúdio de gravação, produtor musical, e técnicos de estúdio para ajudar com a gravação e mixagem de som. A apresentação musical terá como propósito o lançamento desse álbum, assim teremos a duração de 3 horas de evento com a apresentação do álbum “A terra não é minha casa”, esse evento conta com a estrutura necessária para comportar 100 pessoas. Os minicursos de formação cultural do Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL, terá a duração de 8 horas para cada participante, e será realizada depois do evento em 5 escolas da rede de ensino municipal, com a metodologia de formação de formadores.

Acessibilidade

Para garantir a acessibilidade do projeto, serão adotadas medidas que permitam a inclusão de diferentes públicos. O álbum será distribuído gratuitamente nas principais plataformas de streaming, possibilitando que qualquer pessoa com acesso à internet possa ouvi-lo. Além disso, videoclipes e materiais promocionais terão legendas e audiodescrição para ampliar a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual.

Democratização do acesso

A democratização do acesso será promovida por meio de estratégias digitais e eventos presenciais, o projeto contará com ações de divulgação em redes sociais, parcerias com influenciadores e transmissões ao vivo para engajar o público. Além disso, serão realizadas apresentações gratuitas e interativas, aproximando o artista do público e fortalecendo o impacto cultural do projeto.

Ficha técnica

O PRODUTOR CULTURAL terá a função no projeto de realizar toda parte de organização, coordenação, acompanhamento e produção do projeto conforme as etapas descritas nas etapas de trabalho acima. Na primeira etapa, irá acompanhar a captação de recursos e ajudar na adequação da proposta se necessário, conforme o valor captado. Ainda nessa etapa irá utilizar de suas experiência na realização de eventos na região para atrair possíveis patrocinadores / parceiros. Organizar cronograma de apresentação e distribuição do produto. Na segunda etapa, irá acompanhar toda parte de produção das artes, e qualidade de do material produzido, assim como garantir que o material publicitário esteja alcançando o público alvo do projeto. Na Terceira etapa, irá acompanhar todo o processo licitatório e de contratação, no intuito de garantir que as empresas especializadas em cada tipo de produto descrito no orçamento do projeto na pré-produção, seja entregue no tempo e qualidade necessária para uma boa execução da proposta. Realizar contato com artistas que apresentarão no evento. Organizar a venda de abadas e camarotes do evento. Na quarta etapa, Vistoriar a prestação dos serviços irá acompanhar a montagem, e realizar pagamentos. Na quinta etapa, acompanhar desmontagem e a realização das apresentações e fazer o acompanhamento da da limpeza do local do evento, e prestação de contas Produtor cultural Lincoln Bruno, filho de Judith Targino Pedrosa, nasceu em 26 de abril de 1983, no Distrito Federal, e foi criado em Valparaíso de Goiás, onde residiu até janeiro de 2023. Sua história é marcada por uma profunda dedicação à cultura, à educação e ao desenvolvimento social, áreas nas quais atuou de forma intensa e apaixonada ao longo dos anos. Sua jornada no movimento cultural começou cedo. Em 1994, ingressou na Banda de Percussão Águia Dourada do Colégio Estadual Valparaíso, onde deu os primeiros passos na militância cultural. Filho de músico, aos 14 anos já tocava contrabaixo elétrico ao lado de seu pai em bares, clubes e restaurantes de Brasília. Essa experiência lhe despertou o desejo de seguir na música e na educação, tornando-se professor e regente de bandas. Sua primeira experiência como regente foi na Banda “Professor Pedro Guirra” do Colégio MAGMA, em 2004, ao mesmo tempo em que atuava como instrutor da Banda Águia Dourada. Nesse período, ele organizou três festivais de bandas e fanfarras na Região do Entorno Sul e conquistou diversos títulos, incluindo o segundo lugar no Estado de Goiás, que os classificou para uma competição nacional. Ele também passou pela Banda Ursa Maior da Escola Ursinho Feliz - Jardim Ingá, onde pôde contribuir para o desenvolvimento musical de muitos jovens. Em 2005, Lincoln Bruno assumiu a coordenação geral do Grupo Jovem JUDEC, onde reestruturou a instituição e desenvolveu diversos projetos em parceria com o Governo Federal, Estadual e Estatais. Para isso, ele participou de cursos e minicursos na área de elaboração de projetos, captação de recursos e prestação de contas, adquirindo conhecimento em leis de incentivo como a Rouanet e a Lei de Incentivo ao Esporte, além de dominar o Sistema de Convênios do Governo Federal (SICONV). Ao longo de sua carreira, ele foi responsável pela elaboração e execução de vários projetos de impacto social. Em junho de 2007, coordenou o PROJETO CONHECENDO BRASÍLIA, patrocinado pela PETROBRAS e pelo Governo Federal, que proporcionou a aproximadamente 1.000 pessoas, especialmente alunos de escolas públicas, a oportunidade de conhecer a capital federal. No início de 2008, como responsável técnico, executou o PELC – Programa Esporte e Lazer na Cidade, atendendo mais de 2.400 pessoas em quatro municípios. Ele também coordenou projetos como o Cultura Para Tod@s (2009), que atingiu cerca de 10.000 pessoas com uma estrutura inédita até então em Valparaíso de Goiás, e o Brasil Local Centro-Oeste (2010), que envolveu 55 profissionais em ações de desenvolvimento solidário. Além disso, atuou como responsável técnico pelo Ponto de Cultura JUDEC.Cultura, participando de eventos como a TEIA Nacional dos Pontos de Cultura em Fortaleza. Sua militância no movimento cultural e no terceiro setor o levou a ser eleito delegado na II Conferência Municipal de Cultura e a participar ativamente da I Conferência Estadual de Cultura. Ele também contribuiu para a realização da Conferência Municipal de Transparência Pública e atuou como Secretário de Formação Política no Partido dos Trabalhadores de Valparaíso de Goiás, além de ser dirigente do Sindicato dos Músicos do Distrito Federal. Em outubro de 2012, Lincoln Bruno foi nomeado Chefe da Assessoria de Comunicação Social da Secretaria de Estado do Entorno do Distrito Federal, onde colaborou com diversas atividades. Posteriormente, como Secretário de Cultura, Desporto, Lazer e Juventude de Valparaíso de Goiás (2013-2014), realizou mais de 100 eventos culturais, esportivos e de lazer, além de estruturar projetos como o Estação da Juventude, o Céu das Artes e a Escola de Música, Dança e Teatro. Nos anos seguintes, atuou como coordenador de projetos de economia solidária e criativa no Distrito Federal (2015-2016) e desenvolveu metodologias para ações sociais, como o projeto de conscientização sobre o desligamento da TV analógica (2016) e o recolhimento de lixo eletrônico (2017), que coletou mais de 15 mil televisores no Rio de Janeiro e em Goiânia. Em 2018, ele assumiu como professor de música no CEPI - Centro de Ensino em Período Integral e como regente da Banda de Percussão Fulgor do Cruzeiro do Sul, conquistando diversos títulos em festivais e desfiles cívicos. No fim de 2022 e início de 2023, dirigiu e produziu a web série documentário Vida de Catador, com recursos de emenda parlamentar, em parceria com a ONG Programando o Futuro. Atualmente, Lincoln Bruno dedica-se integralmente à elaboração de projetos nas áreas ambiental, cultural, de educação popular, economia solidária e políticas públicas para catadores, além de pesquisas e estudos sobre destinação correta de resíduos. Acredita-se que sua trajetória e experiência podem contribuir de forma significativa para iniciativas que visem o desenvolvimento social e cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.