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O projeto propõe a execução de obras emergenciais de conservação e segurança no Park Hotel, bem tombado de autoria de Lúcio Costa, incluindo ações de contenção de umidade, descupinização e reparos estruturais pontuais, além da elaboração dos projetos técnicos completos de restauração e adequação arquitetônica e de instalações, garantindo a preservação e futura requalificação do imóvel.
O projeto “Restauração Emergencial e Elaboração dos Projetos Técnicos do Park Hotel – Nova Friburgo/RJ” tem como foco a preservação de um dos marcos da arquitetura moderna brasileira, projetado por Lúcio Costa em 1944 e tombado pelo IPHAN e pelo Município de Nova Friburgo. A iniciativa contempla tanto ações emergenciais de conservação e segurança quanto a produção dos projetos técnicos completos de restauração, fundamentais para garantir a integridade e o reuso cultural do edifício.As obras emergenciais envolvem serviços de contenção de umidade, descupinização, reforços estruturais em madeira e concreto, impermeabilização e reparos nas coberturas, pisos, forros e esquadrias. Paralelamente, serão desenvolvidos projetos executivos de arquitetura, estrutura e instalações elétricas, hidráulicas e preventivas contra incêndio, com base em levantamentos técnicos e ensaios de materiais.Como produtos de difusão e democratização, o projeto prevê uma mostra pública e educativa com painéis, maquetes, vídeos e fotografias, apresentando ao público o processo de restauração e a importância histórica da obra. Essa mostra será acompanhada de oficinas formativas voltadas a estudantes e profissionais das áreas de arquitetura, conservação e patrimônio.Será produzida ainda uma publicação bilíngue (português e inglês), contendo o histórico do Park Hotel, seus valores arquitetônicos e o detalhamento das etapas de restauro, além de materiais acessíveis em Braille, Libras, audiodescrição e versão digital gratuita.O projeto será classificado como livre para todos os públicos, por seu caráter educativo, histórico e cultural, reafirmando o compromisso com a valorização do patrimônio nacional e com a democratização do acesso à cultura e ao conhecimento técnico.
Objetivo Geral Preservar e recuperar o Park Hotel, obra de Lúcio Costa tombada pelo IPHAN e pelo Município de Nova Friburgo, por meio da execução de obras emergenciais e da elaboração dos projetos técnicos necessários à sua restauração integral, assegurando a integridade física do bem e sua futura requalificação para uso cultural.Objetivos Específicos- Executar obras emergenciais de conservação em áreas com risco de deterioração, abrangendo contenção de umidade, reparos estruturais e descupinização.- Recuperar elementos construtivos críticos, como pisos, paredes, forros e coberturas, conforme os levantamentos técnicos realizados.- Elaborar projetos técnicos completos de restauração, incluindo arquitetura e técnicos complementares.- Gerar relatórios técnicos e memoriais descritivos que subsidiem as etapas futuras de restauro e uso cultural.- Garantir a segurança e estabilidade do imóvel, prevenindo perdas materiais e patrimoniais até a fase de obras definitivas.
O presente projeto propõe a realização de obras emergenciais e a elaboração dos projetos técnicos de restauração do Park Hotel, localizado em Nova Friburgo (RJ), obra emblemática do arquiteto Lúcio Costa, um dos nomes mais importantes da arquitetura e do urbanismo no Brasil. O edifício, tombado pelo IPHAN desde 1985 e pelo Município de Nova Friburgo em 2024, constitui um testemunho fundamental do pensamento moderno aplicado à arquitetura brasileira e encontra-se atualmente em estado de deterioração avançada, necessitando de intervenções imediatas para garantir sua preservação e segurança estrutural.Projetado em 1944 a pedido de Cesar Guinle, o Park Hotel foi concebido como um espaço de acolhimento e hospitalidade no recém-criado Parque São Clemente. Lúcio Costa, então no auge de sua maturidade criativa, concebeu a edificação como uma síntese de princípios que viriam a nortear a arquitetura moderna nacional: integração entre o edifício e a paisagem, valorização dos materiais locais — especialmente pedra e madeira —, funcionalidade dos espaços e simplicidade formal associada à elegância das proporções. Essas características conferem ao Park Hotel um valor singular dentro da trajetória do arquiteto e do patrimônio arquitetônico brasileiro.Ao longo de mais de meio século de funcionamento, o hotel tornou-se referência cultural e arquitetônica, atraindo hóspedes ilustres, intelectuais, artistas e estudantes de arquitetura de todo o país, que viam na obra um exemplo vivo dos ideais modernos de Lúcio Costa. Contudo, após décadas de uso contínuo e ausência de manutenção adequada, a edificação passou a apresentar graves patologias construtivas, incluindo infiltrações generalizadas, comprometimento da estrutura de madeira por cupins, e degradação dos revestimentos e esquadrias. Os relatórios técnicos e levantamentos fotográficos apontam a necessidade urgente de contenção de umidade, descupinização, reparos em lajes e pisos, além de impermeabilização e consolidação de elementos estruturais.A situação atual do imóvel exige medidas emergenciais não apenas para evitar o colapso de partes da estrutura, mas também para preservar a autenticidade dos materiais e técnicas construtivas originais, que constituem o valor patrimonial do bem. A ausência de uma intervenção imediata poderá resultar em perdas irreversíveis, comprometendo não apenas o edifício, mas também o legado de Lúcio Costa e um importante capítulo da história da arquitetura moderna brasileira.A relevância de Lúcio Costa transcende o campo arquitetônico. Autor do plano urbanístico de Brasília, reconhecido mundialmente como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, Costa foi também um dos principais articuladores do movimento moderno no Brasil, responsável pela introdução de novos paradigmas estéticos e funcionais na arquitetura pública e privada. Sua atuação como intelectual e gestor cultural contribuiu decisivamente para a formulação de políticas de preservação patrimonial e para o reconhecimento da arquitetura moderna como expressão legítima da cultura nacional. Assim, a preservação de uma obra de sua autoria, como o Park Hotel, é também um ato de reafirmação da identidade cultural brasileira.A execução das obras emergenciais e a elaboração dos projetos técnicos de restauração são, portanto, ações complementares e indispensáveis à consolidação de um plano de conservação a longo prazo. Além de garantir a estabilidade física e segurança do imóvel, essas etapas fornecerão as bases técnicas necessárias para futuras intervenções de requalificação e reuso, permitindo que o Park Hotel volte a integrar o circuito cultural e turístico de Nova Friburgo como espaço de memória, educação e fruição artística.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/1991) é fundamental para viabilizar este empreendimento, dada a complexidade técnica e o alto custo das ações emergenciais e dos projetos de restauração. O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º, que tratam da preservação e restauração de bens móveis e imóveis de valor histórico, artístico e cultural, e busca atender aos objetivos previstos no Art. 3º, incisos I, III e V, ao contribuir para a valorização do patrimônio cultural brasileiro, assegurar a continuidade da memória nacional e viabilizar a produção e preservação de bens culturais representativos da identidade e diversidade brasileiras.Por fim, destaca-se que o Park Hotel, além de sua importância arquitetônica, representa um símbolo da modernidade em diálogo com a tradição local, inserido em um conjunto urbano de valor histórico e paisagístico ímpar. Sua restauração permitirá não apenas resgatar a obra de um dos maiores arquitetos brasileiros, mas também reativar um espaço de convivência e produção cultural, contribuindo para o fortalecimento das políticas de preservação do patrimônio e para o desenvolvimento cultural e econômico da região serrana do estado do Rio de Janeiro.
O projeto “Restauração Emergencial e Elaboração dos Projetos Técnicos do Park Hotel – Nova Friburgo/RJ” é composto por um conjunto integrado de produtos técnicos, pedagógicos e culturais que asseguram tanto a preservação física do bem tombado quanto a difusão do conhecimento gerado. A seguir, detalham-se as especificações de cada produto: 1. Obras Emergenciais de Conservação e SegurançaDescrição técnica: Execução de serviços destinados à estabilização física e à contenção de patologias estruturais e ambientais que comprometem o edifício. Materiais e métodos:• Intervenções localizadas em coberturas, pisos, paredes e fundações;• Substituição de madeiramento deteriorado com reposição em espécies equivalentes (madeira de lei tratada);• Aplicação de produtos biocidas e descupinizantes em toda a estrutura;• Impermeabilização de telhas cerâmicas com produtos hidrofugantes à base de silano-siloxano;• Reforço estrutural em concreto armado e madeira com técnicas de enxertia e injeção de resina epóxi;• Revisão de drenagem pluvial e recomposição de argamassas tradicionais compatíveis com as existentes. Duração estimada: 6 meses. Produto final: Edificação estabilizada e protegida contra degradações, apta à fase de restauro definitivo. 2. Projetos Técnicos de RestauraçãoDescrição técnica: Desenvolvimento dos projetos executivos de restauração e adequação às normas contemporâneas de segurança, acessibilidade e instalações prediais. Composição:• Projeto de Arquitetura e Restauro: plantas, cortes, fachadas, detalhes construtivos, especificações e memoriais descritivos;• Projetos Complementares: estruturas, instalações elétricas, hidráulicas, pluviais, prevenção contra incêndio, CFTV e lógica;• Ensaios e prospecções: identificação de materiais originais, traços de argamassas e camadas pictóricas;• Mapeamento de danos: documentação técnica de patologias e recomendações de tratamento. Formato e paginação: Conjunto de pranchas em formato A1 e A3, organizadas em volumes técnicos (aproximadamente 300 pranchas + 200 páginas de relatórios e memoriais). Duração: 6 meses, em paralelo às obras emergenciais. Produto final: Conjunto técnico completo aprovado por IPHAN e órgãos municipais. 3. Mostra Pública e Educativa “A Obra e o Tempo”Descrição técnica: Exposição didática sobre o processo de restauração e a relevância da obra de Lúcio Costa. Formato: Painéis em PVC expandido (1x1,5m), maquete física e digital, vídeos documentais e reproduções fotográficas do acervo técnico. Duração da mostra: 60 dias. Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição, legendas e textos em Braille. Local: Park Hotel (após estabilização) ou espaço cultural parceiro em Nova Friburgo. Projeto pedagógico: abordagem sobre preservação moderna, sustentabilidade e técnicas construtivas, com visitas guiadas e mediação para escolas e universidades. 4. Oficinas Formativas “Patrimônio em Prática”Descrição técnica: Oficinas de curta duração voltadas à formação de estudantes e profissionais de arquitetura, engenharia e conservação. Carga horária: 12 horas por oficina (divididas em 3 encontros presenciais). Conteúdo programático:• Técnicas de levantamento arquitetônico e diagnóstico de danos;• Princípios da restauração moderna;• Materiais e compatibilidade físico-química;• Planejamento e gestão de obras em bens tombados. • Recursos: apostila digital, certificado, material didático e demonstrações práticas no próprio edifício. Duração total: 1 mês. Público estimado: 60 participantes por edição. 5. Publicação Técnica “Park Hotel – Arquitetura Moderna e Preservação”Descrição técnica: Livro bilíngue (português/inglês) que reúne o histórico da edificação, estudos técnicos e o processo de restauração. Paginação: 120 páginas, formato 21x28 cm, impressão colorida em papel couchê fosco 150g, capa dura. Conteúdo: textos técnicos e históricos, iconografia de projeto, plantas e fotografias do processo de restauro. Acessibilidade: versão digital acessível (PDF com leitura de tela e audiodescrição das imagens). Tiragem: 2.000 exemplares físicos + versão digital gratuita. Duração de produção: 2 meses. 6. Documentário Audiovisual “A Casa de Lúcio Costa”Descrição técnica: Produção audiovisual em formato de curta-documentário, retratando a importância do Park Hotel e as etapas de sua restauração. Duração: 20 minutos. Formato: Full HD, legendado, com tradução em Libras e audiodescrição. Roteiro: depoimentos de especialistas, registros de obra, entrevistas com a equipe técnica e contextualização da obra na história da arquitetura moderna. Veiculação: exibição em redes sociais, site institucional e exibição pública na mostra. Esses produtos integram um projeto cultural, técnico e educativo, comprometido com a preservação do patrimônio moderno brasileiro, a formação de novos profissionais e a ampliação do acesso ao conhecimento histórico e técnico, reforçando o legado de Lúcio Costa como patrimônio vivo da cultura nacional.
O projeto prevê o atendimento integral às diretrizes de acessibilidade universal, tanto no que se refere à acessibilidade física quanto à acessibilidade de conteúdo, em conformidade com a Lei nº 10.098/2000, o Decreto nº 5.296/2004 e as normas da ABNT NBR 9050/2020.Acessibilidade Física: Durante a elaboração dos projetos técnicos de restauração e adequação arquitetônica, serão incorporadas soluções que garantam o pleno acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência a todos os espaços do Park Hotel, respeitando as características do bem tombado. Serão previstas rampas de acesso com inclinação adequada, sanitários acessíveis, rotas de circulação contínuas e niveladas, sinalização tátil e visual, e guia tátil direcional para orientação de visitantes com deficiência visual. As intervenções serão cuidadosamente projetadas para conciliar acessibilidade e preservação do patrimônio histórico, utilizando materiais e soluções compatíveis com a edificação original.Acessibilidade de Conteúdo: No campo da mediação cultural, o projeto prevê a inclusão comunicacional dos conteúdos técnicos e históricos do Park Hotel. Serão produzidos materiais em Braille e fonte ampliada, audiodescrição e vídeos com interpretação em Libras para apresentação do projeto e de suas etapas. Em futuras ações de visitação e difusão, serão ofertadas visitas sensoriais e mediadas, com legendas descritivas e recursos multissensoriais que ampliem a experiência do público com deficiência visual ou auditiva.Essas medidas asseguram que o projeto de restauração e requalificação do Park Hotel atenda não apenas aos princípios de preservação do patrimônio cultural, mas também ao compromisso com a inclusão, diversidade e democratização do acesso à cultura, em consonância com as políticas públicas do Ministério da Cultura e do IPHAN.
A proposta assegura a democratização do acesso aos produtos e resultados do projeto por meio da gratuidade integral de todas as atividades vinculadas às obras emergenciais e à elaboração dos projetos técnicos de restauração do Park Hotel. A difusão dos resultados será realizada por meio de exposição pública, materiais digitais acessíveis e ações educativas abertas à comunidade.Após a conclusão das etapas técnicas, será promovida uma mostra aberta ao público, no próprio espaço do Park Hotel (ou em local parceiro em Nova Friburgo), apresentando painéis explicativos, vídeos e maquetes digitais sobre o processo de restauração e a relevância da obra de Lúcio Costa. Essa mostra contará com interpretação em Libras, legendas descritivas e audiodescrição, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência.Como ação complementar, serão realizadas oficinas e palestras gratuitas voltadas a estudantes de arquitetura, engenharia e conservação, com o objetivo de compartilhar metodologias e técnicas empregadas na preservação do patrimônio moderno. Essas atividades estimularão o envolvimento da comunidade local e de futuros profissionais da área de cultura e patrimônio.Além disso, o projeto prevê a divulgação digital ampla, com transmissões on-line e publicações nas redes sociais e no site institucional do Instituto Traço, assegurando acesso remoto e gratuito aos conteúdos técnicos, históricos e audiovisuais produzidos.Dessa forma, o projeto busca não apenas restaurar um patrimônio de valor inestimável, mas também socializar o conhecimento gerado, ampliar o alcance cultural da iniciativa e fortalecer o vínculo entre o patrimônio arquitetônico e a sociedade, em consonância com os princípios de acesso universal à cultura.
Maria Aparecida Soukef Nasser – Coordenadora Geral do ProjetoEngenheira civil formada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com especialização em Restauração Arquitetônica – Teoria e Projeto (Unicsul), MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV/SP, e mais de 40 anos de experiência em obras de restauração, requalificação e modernização de bens tombados. Atuou como Diretora Operacional da Concrejato Engenharia S.A. por mais de duas décadas, liderando projetos emblemáticos como a Restauração e Modernização do Museu do Ipiranga, Museu da Língua Portuguesa, Teatro Municipal de São Paulo, Catedral de Campinas, Obelisco do Ibirapuera, Palácio Gustavo Capanema e Igreja da Ajuda (Salvador/BA).Atualmente é Diretora-Presidente do Instituto Traço, onde coordena programas de preservação do patrimônio cultural e projetos incentivados pela Lei Federal de Cultura (Lei nº 8.313/91 – PRONAC).No projeto “Hotel Park - Obras Emergenciais”, exercerá a função de Coordenadora Geral, sendo responsável pela coordenação técnica e institucional do projeto, articulação com os órgãos de preservação (Condephaat e Conpresp), supervisão das equipes multidisciplinares e acompanhamento do cronograma físico-financeiro, garantindo o cumprimento dos objetivos culturais, técnicos e legais da proposta. Ubirajara Avelino de Mello – Arquiteto Responsável TécnicoArquiteto e urbanista graduado pela FAU/UFRJ (1985), com especialização em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos pelo CECRE – FAU/UFBA/UNESCO/IPHAN (1996) e Mestrado em História e Preservação do Patrimônio Cultural pelo PROARQ/UFRJ (2006). Possui MBA Executivo em Gerenciamento de Projetos pela FGV (2012). Atua há mais de 35 anos na área de restauração e conservação de bens tombados, com acervo técnico superior a 70 obras registradas no CREA. Foi responsável técnico pela restauração da Casa da Torre de Garcia D’Ávila (BA) e por diversas intervenções em monumentos históricos no Rio de Janeiro e na Bahia. Professor convidado do CECRE/UFBA e do SENAI/RJ, membro do ICOMOS e do DOCOMOMO Internacional. Atualmente é Superintendente Comercial da Concrejato Engenharia no Rio de Janeiro. No presente projeto, atuará como Arquiteto Responsável Técnico, supervisionando todas as etapas de conservação da Catedral da Sé, garantindo a observância das normas de preservação, segurança e compatibilidade com o tombamento. Marcus Paullus Guimarães Passos – Coordenador Administrativo e FinanceiroAdministrador com sólida experiência em gestão administrativa, financeira e de planejamento de projetos culturais e de restauração do patrimônio histórico, atuando há mais de 20 anos na condução de programas incentivados pela Lei Federal de Cultura (Lei 8.313/91 – PRONAC). É Coordenador Administrativo e Financeiro do Instituto Traço, responsável pela gestão orçamentária, controle de custos, elaboração de planos de aplicação, cronogramas físico-financeiros e prestações de contas de projetos culturais.Entre os principais projetos sob sua coordenação destacam-se:· Restauração do Complexo Arquitetônico da Cinemateca Brasileira – São Paulo/SP;· Revitalização do Palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro/RJ;· Restauração das Fachadas da Igreja de São Francisco de Paula – Rio de Janeiro/RJ;· Restauração de 35 telas do acervo pictórico da Igreja de São Francisco de Paula – Rio de Janeiro/RJ;· Restauração, Modernização e Ampliação do Museu do Ipiranga – São Paulo/SP;· Restauração do Complexo Arquitetônico do Palácio Campo das Princesas – Recife/PE;· Restauração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro/RJ;· Restauração do Palácio Anchieta – Vitória/ES;· Restauração da Ponte Florentino Avidos – Vitória/ES.Sua atuação é pautada pela transparência, eficiência e conformidade técnica e contábil, assegurando a correta aplicação dos recursos públicos e privados. No projeto “Hotel Park - Obras Emergenciais”, exercerá a função de Coordenador Administrativo e Financeiro, sendo responsável pela execução orçamentária, controle dos desembolsos, acompanhamento das contrapartidas, supervisão da prestação de contas e interlocução com patrocinadores e órgãos de controle.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.