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O projeto Fazenda Boa Esperança: Centro de Interpretação Cultural e Atividades Educativas em Belo Vale/MG tem como objetivo consolidar a Fazenda Boa Esperança, em Belo Vale/MG, como um centro de interpretação dedicado à preservação e valorização do patrimônio cultural. A iniciativa visa fortalecer o vínculo da comunidade com sua história, promover ações educativas e culturais contínuas, estimular o desenvolvimento sociocultural e turístico da região e difundir conhecimentos sobre memória e identidade locais. Tombada em níveis federal e estadual, datada do século XVIII, a Fazenda destaca-se pelo conjunto arquitetônico, paisagístico e pela capela em estilo rococó. Atualmente, não possui atividades em andamento, mas permanece aberta a visitas espontâneas. O projeto dá continuidade às experiências anteriores, como "Fazenda Boa Esperança: Redescobrindo os Sentidos" (PRONAC 201057) e o Termo de Parceria nº 50/2020 (IEPHA-MG/APPA), reafirmando sua relevância social e cultural e sua vocação como referência regional em educação patrimonial, memória e cultura.
O projeto valoriza a Fazenda Boa Esperança, em Belo Vale/MG, por meio da articulação de diferentes produtos e experiências culturais:● Centro de Interpretação – Requalificação e abertura da Fazenda como espaço dinâmico de visitação, aprendizado e fruição, com exposição permanente e estrutura de acolhimento ao público. ● Programas Educativos – Visitas mediadas, trilhas, oficinas para educadores, materiais pedagógicos e Núcleo de Memórias, ampliando a experiência educativa e comunitária. ● Programação Cultural – Exposições temporárias, oficinas, cursos livres, apresentações musicais, peças teatrais, palestras e projetos de ocupação artística, com acesso gratuito. ● Publicações – Livro/catálogo sobre a história e importância da Fazenda, além de materiais de apoio e divulgação voltados à difusão do conhecimento. ● Conhecimento Gerado – Seminários e encontros temáticos que estimulam debate e reflexão sobre patrimônio cultural. ● Patrimônio Preservado – Conservação e fruição pública da Fazenda, assegurando sua permanência como bem cultural acessível à sociedade. Todas as ações terão classificação indicativa livre e serão oferecidas gratuitamente, reforçando o compromisso com o acesso democrático à cultura e à preservação da memória coletiva.
Objetivo Geral: Consolidar a Fazenda Boa Esperança como um Centro de Interpretação Cultural ativo, garantindo sua preservação, promoção e acesso democrático, por meio de programas educativos, culturais e de visitação que integrem memória, patrimônio cultural e comunidade. Objetivos Específicos● Abertura da Fazenda Boa Esperança para visitação pública. ● Encontros com Educadores: 50 professores e educadores da rede pública e privada. ● Visitas Escolares: 400 alunos de diferentes faixas etárias.● Exposições Temporárias: 2 exposições temáticas, público estimado 150 visitantes por exposição● Oficinas e Cursos: 10 oficinas práticas e teóricas, com 30 participantes cada (total de 300 participantes).● Eventos Culturais: 5 ações ao longo do projeto, público estimado 100 pessoas por ação (total de 500).● Ocupação Artística: 3 artistas locais e regionais selecionados para ocupações temporárias (público não definido).● Recepção, Informação e Visitas Guiadas: 1.500 visitantes durante os 12 meses● Acessibilidade: garantia de acesso físico, comunicacional e informacional para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida (público incluído nas visitas).● Seminários Temáticos: 2 seminários, público estimado de 50 pessoas cada (total de 100).● Produção do Caderno do Patrimônio: 5.000 exemplares.● Material Gráfico: 10.000 unidades.● Manutenção preventiva para uso adequado do espaço durante a realização das atividades.
A Fazenda Boa Esperança, localizada no município de Belo Vale (MG), é um dos mais expressivos exemplares do patrimônio histórico e arquitetônico rural de Minas Gerais. Tombada em âmbito federal (1959) e estadual (1975), constitui um bem de valor histórico, cultural e simbólico inestimável para o estado e para o Brasil. Sua preservação ultrapassa a dimensão arquitetônica, assegurando a continuidade de práticas culturais, educativas e comunitárias que fortalecem o sentimento de pertencimento e promovem o acesso democrático ao patrimônio cultural.Construída no século XVIII, a Fazenda pertenceu ao Barão de Paraopeba, figura de destaque no cenário político do Império e proprietário de extensas terras na região. Considerada um dos principais estabelecimentos rurais de seu tempo, acolhia personalidades de relevância que transitavam por Minas Gerais. O conjunto ocupa uma área de aproximadamente 318 hectares, abrangendo a sede, edificações anexas e um expressivo patrimônio natural e paisagístico. Apresenta características típicas das fazendas mineiras setecentistas, com interiores simples em pau-a-pique caiado, pisos em tabuado e uma notável capela em estilo Rococó, de grande valor artístico e histórico.A partir de 2016, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG) iniciou um amplo processo de requalificação da Fazenda, com obras de restauração, diagnósticos técnicos e estudos voltados à ocupação do espaço e à articulação de seus conteúdos com as referências históricas locais e estaduais. Essas ações deram origem ao Projeto ReFazenda, desenvolvido em parceria com o Instituto Inhotim e a Prefeitura de Belo Vale, com o objetivo de revitalizar o conjunto e transformar a Fazenda Boa Esperança em um centro de referência em educação patrimonial e cultural.O projeto "ReFazenda" buscou fortalecer o vínculo entre patrimônio e comunidade, promovendo ações educativas, residências artísticas, atividades culturais e pesquisas interdisciplinares que aproximam o público do acervo histórico e simbólico do local.Por meio do Termo de Parceria nº 045/2017, foi implantada uma exposição permanente com itens originais e arqueológicos encontrados na própria Fazenda, marcando o início da visitação espontânea e escolar. Esses materiais e espaços foram recompostos em 2025 pela APPA _ Arte e Cultura, garantindo a continuidade do uso educativo e museográfico.O histórico de atividades demonstra a relevância social do espaço. Entre as ações do Termo de Parceria nº 50/2020 (IEPHA-MG/APPA), destacam-se: o recebimento de 777 visitantes, a promoção de encontros de Congados, oficinas de percussão, rodas de capoeira, atividades teatrais e programas educativos que alcançaram 1.032 participantes (superando a meta inicial de 360), com a participação de 60 profissionais (meta inicial: 40).O espaço também sediou o Projeto Moradores _ Belo Vale, realizado pelo IEPHA-MG em parceria com a APPA, dentro do programa "Moradores _ A Humanidade do Patrimônio", que propõe a ocupação do espaço público pelas artes integradas (Fotografia, Audiovisual e Educação Patrimonial). Montada na área externa, a exposição apresentou 14 retratos em grande formato de moradores de Belo Vale, com entrada gratuita.Outro marco importante foi o projeto "Fazenda Boa Esperança: Redescobrindo os Sentidos" (PRONAC 201057), executado entre 2020 e 2022, que captou R$ 1.629.963,84 com patrocínio da COPASA e da Vale S/A, evidenciando a credibilidade institucional do IEPHA-MG e sua capacidade de articulação com a iniciativa privada.Atualmente, a Fazenda Boa Esperança registra grande demanda de visitações espontâneas, contabilizando cerca de 400 visitantes entre julho de 2024 e setembro de 2025, o que confirma o crescente interesse da comunidade em usufruir do espaço e reconhecer seu valor histórico e cultural. A implantação do Centro de Interpretação Cultural amplia esse potencial, gerando benefícios diretos à população local — ao promover o acesso à cultura e à educação patrimonial — e ao próprio patrimônio, ao reforçar sua função como espaço de memória, aprendizado e fruição coletiva.Em consonância com a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), a proposta atende ao Art. 1º, ao estimular a difusão e a circulação de bens culturais, promover a regionalização da produção cultural e apoiar a preservação do patrimônio histórico. Também cumpre os objetivos do Art. 3º, ao ampliar o acesso à cultura, valorizar manifestações populares, indígenas e afro-brasileiras e promover programas educativos com impacto sociocultural direto.Dessa forma, o Projeto ReFazenda reafirma a Fazenda Boa Esperança como um símbolo da preservação e da reinterpretação do patrimônio mineiro, consolidando-a como Centro de Interpretação Cultural ativo e sustentável, em permanente diálogo com a comunidade de Belo Vale e com a história de Minas Gerais.
Local de RealizaçãoFazenda Boa Esperança - Século XVIII, Fazenda Boa Esperança - Séc XVIII - Belo Vale, MG, 35473-000Projeto pedagógico: A educação patrimonial constitui um instrumento central para a preservação, valorização e difusão do patrimônio cultural, integrando memória, identidade e práticas educativas em todos os níveis de ensino e na vida comunitária. Trabalhar o patrimônio em projetos educativos permite que a sociedade compreenda as relações entre passado e presente, construindo significados sobre cultura, história e território. Em consonância com referências teóricas (RIZZOTTO, 2000; BAPTISTA, 2013), a experiência educativa em espaços históricos promove o desenvolvimento de competências cognitivas, afetivas e sociais, fortalece a consciência crítica e estimula o sentimento de pertencimento à comunidade e ao patrimônio cultural.O projeto Fazenda Boa Esperança: Centro de Interpretação Cultural e Atividades Educativas busca consolidar a Fazenda como espaço ativo de educação patrimonial, transformando o patrimônio histórico e arquitetônico do século XVIII em um ambiente de aprendizagem contínua e participativa. Tombada em níveis federal e estadual, a Fazenda apresenta conjunto arquitetônico e paisagístico de grande valor histórico, incluindo a capela em estilo rococó, que constitui um recurso pedagógico singular para o ensino e a vivência do patrimônio cultural.A relevância pedagógica do projeto está na integração de diferentes ações educativas, que incluem: visitas guiadas, encontros com educadores, visitas escolares, exposições temporárias, oficinas práticas e teóricas, eventos culturais e ocupações artísticas. Todas essas atividades se articulam para:Fortalecer o vínculo entre comunidade e patrimônio, promovendo a participação ativa de escolas, professores, estudantes e moradores; Estimular a reflexão sobre memória, identidade e cidadania cultural, por meio da interação direta com os espaços, objetos, documentos e narrativas da Fazenda; Desenvolver habilidades cognitivas e criativas, por meio de atividades práticas, registros, produção de materiais educativos e oficinas; Promover a democratização do acesso à cultura, garantindo inclusão de diferentes públicos, inclusive pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; Difundir conhecimento sobre história e patrimônio cultural, articulando o aprendizado formal e informal, e consolidando a Fazenda como referência educativa regional. Ao conectar teoria e prática, o projeto possibilita que os participantes não apenas conheçam a história do lugar, mas também construam conhecimento a partir de experiências significativas, desenvolvendo competências de pesquisa, análise, comunicação e expressão artística. Além disso, ao produzir e difundir materiais educativos (cadernos, cartilhas, registros digitais), o projeto amplia o alcance do aprendizado e garante a perenidade das ações pedagógicas.Em consonância com a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), o projeto promove o acesso democrático à cultura, a valorização do patrimônio histórico e cultural de Minas Gerais, e o fortalecimento de práticas educativas com impacto sociocultural direto. Assim, o Centro de Interpretação Cultural da Fazenda Boa Esperança se afirma como espaço de aprendizado contínuo, diálogo comunitário e fruição patrimonial, articulando memória, história, arte e cidadania, e consolidando-se como referência pedagógica e cultural para a região.
Abertura da Fazenda Boa Esperança: A Fazenda Boa Esperança será aberta à visitação pública, assegurando infraestrutura e condições adequadas para o acolhimento dos visitantes.Programa Educativo● Encontro com Educadores: Capacitar professores, mediadores e agentes culturais, abordando patrimônio, memória e identidade relacionados à Fazenda Boa Esperança, Belo Vale e Vale do Paraopeba. ● Visitas Escolares: Realizar visitas mediadas para estudantes da rede pública e privada, com materiais de apoio, transporte e lanche (para rede pública). ● Trilha Educativa: Guiar percursos pela Fazenda, explorando aspectos históricos, arquitetônicos, botânicos e paisagísticos.Programa Cultural● Exposições Temporárias: Organizar mostras sobre temas relevantes da história e cultura regional, em diálogo com a exposição permanente.● Oficinas e Cursos: Promover atividades práticas e teóricas em técnicas construtivas, arte, artesanato, música, dança, culinária e outras manifestações culturais.● Eventos Culturais: Realizar apresentações musicais e teatrais, rodas de conversa, palestras e encontros culturais, como Congados e rodas de capoeira.● Ocupação Artística: Selecionar projetos de artistas locais e regionais para ocupação temporária dos espaços da Fazenda.Programa de Acolhimento e Visitação● Recepção e Informação: Atender o público, fornecer orientações sobre programação e serviços, e agendar visitas.● Visitas Guiadas: Conduzir percursos temáticos pela Fazenda, com foco em públicos específicos, apresentando história, arquitetura e acervo.● Acessibilidade: Garantir acessibilidade física, comunicacional e atitudinal para todos os públicos.Programa de Seminários e Encontros● Promover seminários e encontros temáticos para aprofundar a discussão sobre o papel da Fazenda como Centro de Interpretação.Programa de Publicações sobre a Fazenda● Produzir materiais de referência, como livro e folder, abordando história, arquitetura e importância cultural da Fazenda. Comunicação e Divulgação● Mídias Sociais: Gerir conteúdo sobre programação, curiosidades históricas e interação com o público.● Website: Manter portal com informações sobre a Fazenda, equipe, programação, serviços e projetos.● Material Gráfico: Produzir folders, folhetos, mapas, sinalização e materiais de apoio à visitação.● Relacionamento com a Imprensa: Articular divulgação de eventos e atividades em veículos de comunicação.Programa de Preservação e Manutenção● Conservação Preventiva: Executar limpeza, monitoramento e pequenos reparos para manter a integridade do patrimônio e acervo.● Restauração: Realizar intervenções especializadas em elementos arquitetônicos e bens culturais, seguindo normas técnicas.● Manutenção Predial: Executar serviços de elétrica, hidráulica, jardinagem e outras demandas do espaço.● Segurança: Manter sistema de vigilância, prevenção de incêndios e medidas de proteção para visitantes e patrimônio.
Os espaços físicos a serem utilizados para as atividades da Fazenda Boa Esperança – Centro de Interpretação do Patrimônio Cultural da Região são adaptados, garantindo o acesso das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, sendo providos de portas largas, rampas de acesso, banheiros adaptados e elevadores. Além disso, garante-se que as atividades serão realizadas sempre para que o acesso de todos seja contemplado. As equipes de segurança e apoio são orientadas e treinadas para auxiliarem as pessoas com deficiência, as crianças e o público idoso. 01. Produto ABERTURA DA FAZENDA BOA ESPERANÇAMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: portas largas, rampas de acesso e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição, piso tátil, braille/QR com leitores de tela, contraste, fonte ampliada e sinalização. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAL: Equipe do Setor de Inclusão e Acessibilidade em sua estrutura administrativa.02. Produto OFICINAS PRESENCIAISMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: portas largas, rampas de acesso e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição, piso tátil, braille/QR com leitores de tela, contraste, fonte ampliada e sinalização. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAL: Equipe do Setor de Inclusão e Acessibilidade em sua estrutura administrativa.03. Produto VISITAS ESCOLARESMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: portas largas, rampas de acesso e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição, piso tátil, braille/QR com leitores de tela, contraste, fonte ampliada e sinalização. ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAL: Equipe do Setor de Inclusão e Acessibilidade em sua estrutura administrativa.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de libras04. Produto RECEPÇÃO, INFORMAÇÕES E VISITAS GUIADAS APRESENTAÇÕES TEATRAIS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: portas largas, rampas de acesso e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição, piso tátil, braille/QR com leitores de tela, contraste, fonte ampliada e sinalização.ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAL: Equipe do Setor de Inclusão e Acessibilidade em sua estrutura administrativa.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de libras05. Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS TEMPORÁRIASMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: portas largas, rampas de acesso e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição, piso tátil, braille/QR com leitores de tela, contraste, fonte ampliada e sinalização.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAL: Equipe do Setor de Inclusão e Acessibilidade em sua estrutura administrativa.06. Produto SEMINÁRIOS E ENCONTROSMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: portas largas, rampas de acesso e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição, piso tátil, braille/QR com leitores de tela, contraste, fonte ampliada e sinalização.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAL: Equipe do Setor de Inclusão e Acessibilidade em sua estrutura administrativa.07. Produto OCUPAÇÃO ARTÍSTICAMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: portas largas, rampas de acesso, banheiros adaptados e elevadores.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição, piso tátil, braille/QR com leitores de tela, contraste, fonte ampliada e sinalização.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAL: Equipe do Setor de Inclusão e Acessibilidade em sua estrutura administrativa.
Com o objetivo de ampliar a participação social e garantir o acesso democrático aos produtos culturais do projeto, serão adotadas as seguintes medidas:● § 8º As obras audiovisuais resultantes de projetos de preservação de que trata o ANEXO I consideram-se licenciadas, a título não oneroso e não exclusivo, para exibição em plataformas públicas ou mantidas com recursos públicos e em estabelecimentos públicos de ensino e cultura quando:● I - decorridos quatro anos da entrega final ao Ministério da Cultura; e● II - o proponente do projeto for o titular dos direitos autorais das obras ou tiver autorização expressa do titular para negociar a licença para exibição.● II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;● III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;● IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;● V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;● VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;● VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
O IEPHA-MG, como órgão estadual responsável pela preservação, proteção e valorização do patrimônio histórico e artístico de Minas Gerais, atuará como parceiro para a execução e controle das atividades gerais do projeto. Enquanto instituição de guarda do bem cultural, o IEPHA-MG já disponibiliza recursos financeiros próprios para a manutenção, conservação e valorização do patrimônio, demonstrando seu compromisso institucional com a proteção e promoção cultural. No âmbito do projeto, o Instituto será responsável pelo planejamento, execução e monitoramento das atividades, garantindo a qualidade técnica, a conformidade com as diretrizes culturais do PRONAC e a articulação com parceiros. Sua equipe técnica especializada supervisionará a produção e execução das ações, acompanhará cronogramas e resultados, e promoverá a divulgação adequada das iniciativas. Com ampla experiência em projetos culturais, incluindo pesquisas, publicações, exposições e eventos educativos, o IEPHA-MG fornecerá suporte administrativo, logístico e técnico, assegurando que o projeto contribua efetivamente para a preservação e valorização do patrimônio cultural mineiro.Equipe Técnica do Projeto: (IEPHA) Coordenadora geral: Ana Carolina Ministério: Historiadora, produtora cultural, mediadora cultural, educadora museal e gestora cultural. Mestre e doutoranda em Artes pela Universidade do Estado de Minas Gerais, especialista em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto, especialista em Produção e Crítica Cultural pela PUC-Minas e bacharel licenciada em História pela mesma instituição. Desde o início de 2023 é gerente de Difusão e Educação para o Patrimônio Cultural do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico\IEPHA-MG. Supervisionou as ações do Programa Educativo/APPA na Fazenda Boa Esperança Boa Esperança, no ano de 2023, aprovando os relatórios bimestrais, além de ter realizado visitas mediadas com grupos agendados no ano de 2024. Assistente de coordenação: Marcelo de Souza Santos: Especialista em Antropologia Brasileira pelo Centro Universitário Uniúnica e Psicólogo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Possui experiência na mobilização comunitária para a definição e priorização de obras de infraestrutura urbana em vilas e favelas de Belo Horizonte, durante sua atuação na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (SEDESE-MG). Atuou também no treinamento e capacitação de pessoal no setor de Recursos Humanos da Secretaria de Estado de Governo (SEGOV-MG), além de ter exercido as funções de produtor cultural e mediador de leitura na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais. Atualmente, é Gestor Governamental/Analista de Cultura na Gerência de Difusão e Educação para o Patrimônio Cultural (GDEPC) do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), onde desenvolve atividades de planejamento, análise e execução de projetos voltados à educação patrimonial e à difusão do patrimônio cultural do Estado.Curadoria educativa: Glenda Aparecida Martins: Mestre em Educação (UFLA), especialista em História da Cultura e da Arte (UFMG) e licenciada em História (PUC-Minas). Analista de Educação e Difusão do Patrimônio Cultural no IEPHA-MG. Atuou na Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais na elaboração de materiais pedagógicos e na implementação do Currículo Referência. Ex-professora formadora da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores e professora efetiva de História no ensino fundamental, médio e EJA. Desenvolve projetos com metodologias ativas, arte e patrimônio. Ampla experiência em mediação cultural, oficinas e formação de professores.Assistente de curadoria educativa: Mariana Antônia Pantoja da Silva: Historiadora formada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e pós-graduada em Conservação e Gestão do Patrimônio Cultural pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Atualmente é Analista na Gerência de Documentação e Informação do IEPHA-MG, onde atua na elaboração de materiais de divulgação, além de apoiar a realização de eventos e projetos voltados à difusão do acervo arquivístico da Instituição e do patrimônio cultural de Minas Gerais.Produtor cultural: Dayane Tenório da Silva: Graduada em Arquitetura e Urbanismo (Uninassau/AL), especialista em Conservação e Gestão do Patrimônio Cultural (PUC-Minas). Analista de Articulação com os Municípios/ICMS Cultural no IEPHA-MG. Atuou como voluntária na Diretoria de promoção no IEPHA-MG. Ex-integrante do grupo de pesquisa Estudos da Paisagem manifestações arquitetônicas, urbanas e paisagísticas considerando seus elementos materiais e imateriais (UFAL).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.