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A segunda edição pernambucana da FLUP _ Festa Literária das Periferias propõe dar continuidade a um dos mais importantes projetos de valorização da literatura e da cultura periférica do país. Realizada no Rio de Janeiro há 16 edições, a FLUP chega novamente a Pernambuco com uma programação intensa e plural. Ao longo de quatro dias de atividades, o público poderá participar de mesas de debates, feira de livros com editoras e autores independentes, lançamentos de obras e apresentações artísticas, entre outras ações culturais.Com oito mesas temáticas, o tema desta edição será dedicado aos debates sobre o fazer artístico e a produção literária da Diáspora, tendo como ponto de partida a celebração dos 60 anos do Festival Mundial de Arte Negra (FMAN), realizado em 1966 em Dacar, no Senegal. O FMAN reuniu o que havia de mais expressivo e instigante na produção cultural e intelectual negra — do pop ao erudito, do militante ao entretenimento, da música ao teatro — e tornou-se uma das principais plataformas de valorização da arte produzida por pessoas negras, tanto no continente africano quanto na Diáspora. Além disso, o festival teve papel fundamental na difusão dos ideais pan-africanistas, que influenciaram diretamente os movimentos de independência africanos nas décadas de 1960 e 1970.Todas as atividades da FLUP serão gratuitas e contarão com intérprete de Libras, assegurando a acessibilidade e a inclusão do público.A programação será precedida pelo ciclo formativo "As Filhas das Filhas das Filhas", que ocorrerá ao longo de cerca de cinco meses, com seis dias de encontros dedicados a mapear, revelar e fortalecer a trajetória de uma geração de mulheres que estão reinventando o Brasil. O ciclo busca evidenciar como essas mulheres — majoritariamente negras — romperam o ciclo histórico de suas ancestrais, muitas das quais sustentaram famílias com o trabalho doméstico, e como a cultura foi determinante para transformar suas vidas.Importante destacar que o ciclo formativo que antecede esta edição da FLUP será realizado por meio de outros mecanismos de financiamento, de modo complementar e articulado às ações desta proposta, assegurando a continuidade e o fortalecimento das ações formativas e de valorização das vozes femininas negras.
A FLUP Pernambuco (segunda edição) propõe uma imersão nas múltiplas expressões da Diáspora Negra, realizando ações formativas e culturais que dialogam com o fazer artístico e a produção literária de povos afrodescendentes. Nesta edição, o ponto de partida é a celebração dos 60 anos do Festival Mundial de Arte Negra (FMAN) — realizado em 1966, em Dacar, no Senegal — um marco histórico que reuniu o que havia de mais expressivo e instigante na produção cultural do povo negro, do pop ao erudito, do militante ao entretenimento, da música ao teatro.Reconhecido como uma das plataformas mais importantes de revelação e valorização da arte negra, o FMAN foi decisivo na propagação das ideias e ideais pan-africanistas, fundamentais para os movimentos de independência que transformaram o continente africano entre as décadas de 1960 e 1970.Inspirada por esse legado, a FLUP Pernambuco promoverá mesas de debates, e formações, estimulando a reflexão sobre as conexões entre o passado e o presente da produção cultural negra no Brasil, em Pernambuco e no mundo. Todas as atividades serão gratuitas e voltadas a um público a partir de 10 anos de idade,
GeraisA FLUP propõe criar um ambiente de celebração e reflexão em torno do livro e da literatura nas periferias, reafirmando esses territórios como partes integrantes e essenciais da cidade, com suas diferenças e especificidades, mas detentores dos mesmos direitos e do mesmo "status" social e cultural. O festival mantém uma forte aderência das comunidades que o recebem, gerando impactos positivos que se estendem a outros territórios e contextos culturais.O tema desta edição será dedicado a debates sobre o fazer artístico e a produção literária da Diáspora, tendo como ponto de partida a celebração dos 60 anos do Festival Mundial de Arte Negra (FMAN), realizado em 1966 em Dacar, no Senegal. O FMAN reuniu o que havia de mais expressivo e instigante na produção cultural e intelectual negra — do pop ao erudito, do militante ao entretenimento, da música ao teatro — e tornou-se uma das principais plataformas de valorização da arte produzida por pessoas negras, tanto no continente africano quanto na Diáspora. Além disso, o festival teve papel fundamental na difusão dos ideais pan-africanistas, que influenciaram diretamente os movimentos de independência africanos nas décadas de 1960 e 1970.Objetivos EspecíficosRealizar a 2ª edição da FLUP presencialmente na cidade do Recife, durante oito dias no mês de setembro de 2026;Oferecer oito dias de atividades literárias compondo a programação da FLUP;Promover oito mesas de debates com temas relacionados à literatura, arte e diáspora;Encerrar cada uma das quatro noites principais do festival com apresentações musicais, reunindo grupos locais e artistas de projeção nacional;Contrapartida social: realizar ações formativas em seis escolas públicas e/ou privadas;Ampliar o acesso ao conhecimento, à cultura e ao lazer, alcançando um público amplo e diverso;Democratizar o acesso ao livro e à leitura;Promover e difundir o livro e a literatura;Estimular a interação entre comunidades e grupos periféricos;Descobrir e valorizar novos autores;Fomentar e formar novos leitores;Resgatar, valorizar e divulgar os saberes populares, reconhecendo sua importância na formação cultural do povo brasileiro.
GeraisA FLUP propõe criar um ambiente de celebração e reflexão em torno do livro e da literatura nas periferias, reafirmando esses territórios como partes integrantes e essenciais da cidade, com suas diferenças e especificidades, mas detentores dos mesmos direitos e do mesmo "status" social e cultural. O festival mantém uma forte aderência das comunidades que o recebem, gerando impactos positivos que se estendem a outros territórios e contextos culturais.O tema desta edição será dedicado a debates sobre o fazer artístico e a produção literária da Diáspora, tendo como ponto de partida a celebração dos 60 anos do Festival Mundial de Arte Negra (FMAN), realizado em 1966 em Dacar, no Senegal. O FMAN reuniu o que havia de mais expressivo e instigante na produção cultural e intelectual negra — do pop ao erudito, do militante ao entretenimento, da música ao teatro — e tornou-se uma das principais plataformas de valorização da arte produzida por pessoas negras, tanto no continente africano quanto na Diáspora. Além disso, o festival teve papel fundamental na difusão dos ideais pan-africanistas, que influenciaram diretamente os movimentos de independência africanos nas décadas de 1960 e 1970.Objetivos EspecíficosRealizar a 2ª edição da FLUP presencialmente na cidade do Recife, durante oito dias no mês de setembro de 2026;Oferecer oito dias de atividades literárias compondo a programação da FLUP;Promover oito mesas de debates com temas relacionados à literatura, arte e diáspora;Encerrar cada uma das quatro noites principais do festival com apresentações musicais, reunindo grupos locais e artistas de projeção nacional;Contrapartida social: realizar ações formativas em seis escolas públicas e/ou privadas;Ampliar o acesso ao conhecimento, à cultura e ao lazer, alcançando um público amplo e diverso;Democratizar o acesso ao livro e à leitura;Promover e difundir o livro e a literatura;Estimular a interação entre comunidades e grupos periféricos;Descobrir e valorizar novos autores;Fomentar e formar novos leitores;Resgatar, valorizar e divulgar os saberes populares, reconhecendo sua importância na formação cultural do povo brasileiro.
Não se aplica
A FLUP Pernambuco (segunda edição) será realizada priorizando espaços com arquitetura inclusiva, de modo a garantir conforto e autonomia a todas as pessoas. Serão escolhidos locais que disponham de rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação acessível. Durante o evento, haverá assentos reservados em locais de fácil acesso para pessoas cadeirantes ou com mobilidade reduzida, facilitando entrada e saída com segurança.Pensando no bem-estar de públicos diversos, o festival também disponibilizará alguns fones de ouvido com redução de ruído para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como cadeiras reforçadas destinadas a pessoas com obesidade.No âmbito da acessibilidade de conteúdo, todas as ações da programação contarão com a presença de intérprete de Libras.
Todas as ações previstas na programação da FLUP Pernambuco 2026 serão inteiramente gratuitas, garantindo o livre acesso do público às atividades literárias, formativas e artísticas. A proposta busca democratizar o acesso à cultura, possibilitando a participação de pessoas de diferentes idades, origens e condições socioeconômicas.
Coordenação geral: Tarciana PortellaJornalista, gestora e produtora cultural, com ampla atuação na criação, produção e gestão de projetos culturais públicos e privados. É a representante legal da empresa proponente.Possui graduação em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), especialização em Direção e Produção de Documentários pela Universidade de Salford (Reino Unido) e em Gestão Cultural pela Universidade de Girona (Espanha), além de estágio no programa Courrants du Monde (Universidade Paris-Dauphine).Foi membro do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco (1996–2008) e Chefe da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (2003–2010), nas gestões de Gilberto Gil e Juca Ferreira, além de integrar conselhos da Fundação Joaquim Nabuco (PE) e da Fundação Casa de José Américo (PB).Como produtora e gestora cultural, é cofundadora do Instituto Delta Zero, criadora do Market.Mov (primeira rodada de negócios do audiovisual no Nordeste) e atuou como consultora da UNESCO e da UFBA em projetos de políticas culturais. Entre 2015 e 2022, integrou a Secretaria de Cultura de Pernambuco, como Gerente de Formação e Projetos Especiais, e gestora dos programas PE Criativo e Cultura Viva.Atuou como Coordenadora Geral da primeira edição da FLUP PE (Recife, 2025), consolidando experiência em planejamento, curadoria, produção executiva e articulação institucional de eventos literários e culturais de grande porte.Direção artística: Júlio LudemirEscritor e produtor cultural brasileiro. Nasceu no Rio, mas foi criado em Olinda (PE), retornando à capital fluminense aos 19 anos. Sua obra literária tem como principal ambientação as favelas cariocas. Aos 50 anos, atuou na Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu, onde adquiriu experiência na área de produção cultural.Ludemir iniciou sua carreira como escritor em 2002, com o lançamento do livro No Coração do Comando (Record), que narra a história real de amor entre a sobrinha de um chefão do Terceiro Comando e um integrante do Comando Vermelho — facções rivais do crime organizado no Rio de Janeiro. É também autor de obras como Mais um Pai, Rim por Rim (finalista do Prêmio Jabuti 2008), O Bandido da Chacrete e Psico, entre outras.É um dos idealizadores da Festa Literária das Periferias (FLUP), evento dedicado à literatura e à produção cultural das comunidades do Rio de Janeiro, realizado anualmente desde 2012. Pela iniciativa, recebeu o Prêmio Faz Diferença (2012), do jornal O Globo; o Excellence Awards (2016), da London Book Fair; o Retratos da Leitura (2016), do Instituto Pró-Livro; e o Prêmio Jabuti (2020), na categoria Fomento à Leitura. Produção executiva: Claudia LisbôaAtua na área cultural desde 1999, com experiência em elaboração de projetos e produção executiva. Ao longo de sua carreira, desenvolveu trabalhos voltados para o fortalecimento da cultura e preservação do patrimônio, incluindo produção de álbuns musicais, curtas-metragens, séries televisivas, séries radiofônicas, peças teatrais, exposições de artes visuais, festivais de música, patrimônio e artes integradas. Neste ano de 2025, realizou a produção executiva da primeira edição da FLUP Pernambuco.Claudia também atua como curadora e produtora executiva do Tocando Pífanos, evento que reúne bandas de pífanos, mestres, pesquisadores e músicos, e do Duos, festival de música instrumental que promove apresentações inéditas de duplas de músicos virtuosos. Desde 2014, trealiza a produção executiva da Festa de Louro do Pajeú, em São José do Egito, homenagem ao poeta Lourival Batista, reunindo poetas e músicos com apresentações teatrais, recitais, exposições, mostras audiovisuais, lançamentos de livros, ações formativas e intercâmbio artístico regional.Um destaque de sua trajetória é o mapeamento e pesquisa sobre as bandas de pífanos de Pernambuco, que contribuíram para o reconhecimento dessas bandas como patrimônio cultural do estado e subsidiaram o pedido de reconhecimento pelo Iphan. Por essas ações de preservação do patrimônio cultural, recebeu prêmios como o Ayrton de Almeida Carvalho e foi finalista do 36º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, sendo a única representante de Pernambuco entre as 30 finalistas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.