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PRONAC 2514885Autorizada a captação total dos recursosMecenato

RETRATOS DO TEMPO: DIGITALIZAÇÃO E SALVAGUARDA DO ACERVO HISTÓRICO DA SOCIEDADE FLUMINENSE DE FOTOGRAFIA (1940-1970)

SOCIEDADE FLUMINENSE DE FOTOGRAFIA
Solicitado
R$ 537,3 mil
Aprovado
R$ 537,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçãoRegistroPromoção d Acervo d Museu/Memór
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Preservação, digitalização e doação de acervos
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2026-01-01
Término

Resumo

RETRATOS DO TEMPO: DIGITALIZAÇÃO E SALVAGUARDA DO ACERVO HISTÓRICO DA SOCIEDADE FLUMINENSE DE FOTOGRAFIA (1940-1970) é um projeto de digitalização e difusão de parte significativa do acervo da Sociedade Fluminense de Fotografia (SFF), dos anos 1940 a 1970, o que compreende cerca de 1000 imagens. Proposto pela própria Sociedade, o projeto prevê ainda a compra de duas mapotecas para melhor acomodação do acervo, a construção de um hotsite que democratize o acesso ao material digitalizado, a realização de uma exposição com parte do material digitalizado e um ciclo de formação. A SFF é um museu fluminense privado e sem fins lucrativos sediado no centro da cidade de Niterói, que tem se dedicado, desde 1949, a fomentar, difundir e zelar pela memória do fotoclubismo fluminense.

Sinopse

1- Produto Manutenção de acervo bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico (Digitalização de acervo)Digitalização de parte significativa do acervo da Sociedade Fluminense de Fotografia (SFF), dos anos 1940 a 1970, o que compreende cerca de 1000 imagens. As obras digitalizadas ficarão depositadas em sítio eletrônico para divulgação e difusão do acervo da SFF, bem como de suas atividades (cursos, exposições, palestras etc.). A arquitetura do site contará com menu de acessibilidade e formato responsivo.2- Produto ExposiçãoExposição fotográfica na galeria Octávio do Prado da sede da instituição, aberta ao público de forma gratuita, com composta com parte do acervo digitalizado. A curadoria e o projeto expográfico serão feitas com base em levantamento do acerto digitalizado. Os formatos das fotografias que comporão a exposição serão variados, de forma a valorizar cada obra exposta. 3- Produto contrapartida social (Ciclo formativo)06 palestras voltadas para temática da preservação e difusão de acervo fotográfico abordando os seguintes aspectos: técnicos, artísticos, históricos, técnicas de preservação e recursos de acessibilidade.

Objetivos

GERAL:- PRESERVAR E DIFUNDIR as imagens do acervo fotográfico da Sociedade Fluminense de Fotografia datadas entre os anos 1940 e 1970, por meio da digitalização de parte do acervo fotográfico da instituição. O projeto de digitalização tem como objetivo ainda a manutenção e conservação do acervo histórico da fotografia brasileira, principalmente no período de auge do fotoclubismo. Com isso, pretende resgatar um pouco da história deste movimento e tornar o acervo mais acessível ao público. O fotoclubismo foi um movimento que floresceu com força no estado do Rio de Janeiro e ajudou a projetar o Brasil junto a outros movimentos ligados à fotografia no exterior.ESPECÍFICOS:1- Digitalizar e disponibilizar, aproximadamente, 1000 imagens do acervo de fotografia da Sociedade Fluminense de fotografia.2- Construir um site acessível e responsivo que comporte informações técnicas, históricas e artísticas do acervo.3- Expor parte das imagens digitalizadas ao público, de forma gratuita.4- Promover um ciclo formativo sobre preservação e difusão de memória por meio de acervo fotográfico.

Justificativa

Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX. priorizar o produto cultural originário do País.Transcrever o inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançadoscom a proposta e sua respectiva fundamentação do porquê o inciso selecionado se aplica ao projeto. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o presente projeto atenderá aos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Estratégia de execução

Histórico da SFFA história da Sociedade Fluminense de Fotografia se confunde com a de seu fundador, Jayme Moreira de Luna, e com um gesto de dissidência.Em 1944, o advogado, morador de Niterói, apaixonado por fotografia, Jayme Moreira de Luna, fez o registro de seu filho pequeno, Elysio, vestido de pierrô. Deu à imagem nome de “Quarta-feira de cinzas” e a inscreveu no Salão do Photo Club Brasileiro. A imagem foi duramente criticada. O grande portal de casa tinha um pé direito muito alto e a imagem teve como resultado linhas convergentes, o que foi considerado um erro grave pelos jurados. Jayme pensou em desistir da fotografia e, no dia do encerramento do Salão, quando retirou sua fotografia da parede e pegou a barca na Praça XV para voltar para casa, encontrou um amigo, o juiz César Salamonde, também respeitado fotógrafo amador e laboratorista. Salamonde mostrou a Luna como aquele erro poderia ser corrigido facilmente durante a ampliação no laboratório.O encontro teria um efeito: Luna decidiu criar, ainda em 1944, uma instituição voltada exclusivamente para difundir e ensinar a arte fotográfica e sua técnica. Cinco anos depois, o Governo do Estado do Rio de Janeiro doou à SFF o terreno onde ela funciona até hoje, no Centro de Niterói. Em agosto de 1955, a Sociedade inaugurou o primeiro edifício projetado no Brasil especialmente para promover a arte fotográfica, sendo constituído de estúdio, laboratórios, biblioteca, secretaria, além da primeira galeria construída para fotografia no Brasil.A importância da troca de informações sobre fotografia teve efeito na própria imagem antológica do fundador. Depois de fazer os ajustes sugeridos pelo amigo laboratorista, Luna conseguiu grande repercussão com a antes criticada “Quarta-feira de cinzas”, que ganhou reconhecimento internacional depois de ter sido publicada em um jornal americano com a legenda “Enquanto os grandes guerreiam na Europa, os pequenos brincam o carnaval do Rio de Janeiro”, fazendo referência à Segunda Guerra Mundial que acabaria naquele ano.Durante o movimento cineclubista, a SFF chegou a se corresponder com mais de 90 países e conquistou prêmios e notoriedade, ao lado dos mais renomados fotoclubes existentes desde o século XIX em todo o mundo. As fotografias de seus integrantes eram enviadas via postal, e devolvidas com o carimbo das participações, aceitações e premiações nos salões internacionais e nacionais. Uma mesma fotografia percorria diversos países e salões ao redor do mundo.A digitalização do acervo fotográfico da Sociedade Fluminense de Fotografia, que abrange imagens históricas dos anos 1940 a 1970, é um projeto de extrema relevância para a preservação e difusão da memória visual do estado do Rio de Janeiro. Ao realizar o processo de digitalização através de uma equipe museológica e de conservação coordenada por Sandra Baruki e a digitalização por Thiago Barros, tornamos esse material público através de um site.Ao propor que este material se torne público e disponível para consulta por meio de um site, com exposições virtuais, textos e sistemas de busca variados, buscamos democratizar o acesso a uma parte essencial da história da imagem fluminense, garantindo sua perenidade e acessibilidade para futuras gerações. Esse projeto coloca a Sociedade Fluminense de Fotografia no centro das discussões sobre preservação cultural, reafirmando seu papel como um museu fundamental para a história da imagem fotográfica e para o fotoclubismo no estado do Rio de Janeiro.A fotografia como memória e presenteDesde sua invenção, a fotografia tem sido um poderoso meio de preservação de memórias coletivas, funcionando como um arquivo visual que atravessa gerações. Em seu clássico "Sobre a fotografia", Susan Sontag destaca que as fotografias não são apenas registros passivos do passado, mas também "uma forma de modelar a memória", organizando e fixando as experiências coletivas e individuais em uma narrativa visual. Ao capturar momentos específicos de um tempo e espaço, a fotografia torna-se uma âncora que permite revisitar e reconstruir memórias, conectando o presente ao passado. Ela não apenas reflete o que foi, mas também participa da construção da história ao servir como ponto de partida para novas interpretações e reflexões sobre o que constitui a identidade coletiva de um grupo ou território.Além disso, como aponta Roland Barthes em "A câmara clara", a fotografia é um meio profundamente ligado ao lugar, pois ela imortaliza não só o que é visível, mas o contexto e as relações sociais que se entrelaçam com o território. O ato de fotografar um espaço específico transforma-o em um território simbólico, onde as imagens servem como testemunhas visuais da vida cotidiana e das mudanças que ocorrem ao longo do tempo. Assim, a fotografia é capaz de capturar não apenas a paisagem física, mas as dinâmicas culturais e sociais que definem um local. Ela se torna um instrumento de pertencimento e identidade, ajudando a preservar a memória coletiva de um território e as histórias que o moldam.No Brasil, a fotografia tem grande importância como linguagem artística e científica. É preciso lembrar que, embora seu invento tenha sido registrado na Paris de 1839 por Louis Jacques Mandé Daguerre, tem-se registros comprovados de que em 1833 o brasileiro de origem francesa Hercules Florence já realizava experiências correlatas ao que aprenderíamos a chamar de fotografia. Com a primazia de Florence documentada, é certo que o Brasil foi um dos primeiros lugares do mundo a instaurar a fotografia como cultura. A paixão do imperador dom Pedro II pela linguagem fotográfica deu grande contribuição para isso. Fotógrafo e colecionador, ele realizou experiências e adquiriu acervos preciosos, disseminando entre as famílias fluminenses o apreço por câmeras e por esta que à época era uma nova forma de realizar paisagens, cenas cotidianas e retratos. Em janeiro de 1940, o imperador Pedro II, então com 14 anos, recebeu, no Paço Imperial, o Abade Louis Compte com seu equipamento de Daguerreotipia. Compte produziu aquela que é conhecida como a primeira fotografia em solo Brasileiro. Um retrato da família imperial com o Paço Imperial ao fundo.Já no período republicano, os clubes dedicados à arte de fotografar começaram a ser fundados em várias partes do país. No Rio, o Photo Club Brasileiro surgiu em 1903, produzindo as primeiras exposições e salões.Preservar a memória fotográfica da SFF nos seus primeiros anos é valorizar não apenas as imagens em si, mas também as histórias e contextos sociais que elas carregam. As fotografias do acervo retratam períodos de transformação urbana, cultural e social do Rio de Janeiro, funcionando como testemunhas visuais de uma época. Sem a devida conservação e difusão, os inúmeros debates e pesquisas que elas sugerem poderiam se perder.O projeto também se insere no movimento de valorização do fotoclubismo, uma prática que floresceu com força no estado do Rio, lançando novas luzes sobre a memória fluminense dessa importante atividade cultural. Os fotoclubes reuniram entusiastas da fotografia e fomentaram debates estéticos e técnicos que influenciaram gerações de fotógrafos e artistas visuais. Ao digitalizar e disponibilizar esse acervo, estamos reavivando essas discussões e permitindo novas interpretações das imagens, ao mesmo tempo em que criamos um espaço para reflexão sobre o papel da fotografia no contexto social e artístico do estado.Por fim, a disponibilização desse acervo digitalizado cria uma oportunidade única para que fotógrafos, críticos de arte, artistas e pesquisadores possam lançar novos olhares sobre as imagens, promovendo um diálogo entre o passado e o presente. Essas ações, ao fomentar novas interpretações e estudos sobre o acervo, consolidam o papel da Sociedade Fluminense de Fotografia como uma instituição viva, que não apenas preserva, mas também inspira a criação e a reflexão no campo das artes visuais.

Especificação técnica

1- Produto Manutenção de acervo bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico (Digitalização de acervo)A digitalização será feita através de reprodução fotográfica, com equipamento de alta resolução, 50 Mega Pixel ou mais. Os arquivos deverão ser entregues em formato Raw e Tiff 16bits, além de versão em tamanho reduzido, em formato Jpg, 8 bits com 1200 pixels no maior lado para usos digitais. Os negativos deverão seguir o mesmo padrão de digitalização dos papeis, qualidade ótica e resolução, com a utilização de máscaras adequadas ao formato, sanduiche de vidro anti-newton, e retro-iluminação.O site apresentará informações principais sobre a SFF e suas galerias, além de informações úteis para o público. O menu de navegação será composto pelos botões: Apresentação; Quem somos, visão, missão, valores; História da fotografia no Brasil; Galerias e informações técnicas; Principais atividades desenvolvidas; Programação; Acervo digital; Imprensa; Contato; Transparência.2- Produto ExposiçãoExposição fotográfica na galeria Octávio do Prado da sede da instituição, aberta ao público de forma gratuita. A exposição terá duração aproximada de 90 dias. Incluir mais detalhes sobre a proposta da exposição, especificações das obras. A SFF possui duas galerias expositivas, projetadas especialmente para a exposição de fotografias. Suas dimensões são: 120m² e 32m². O projeto expográfico com mais informações segue anexado a esta proposta.3- Produto Contrapartida Social (Palestras)06 palestras voltadas para temática da fotografia abordando os seguintes aspectos: territórios, profissão e lazer, e ainda acessibilidade. O curso tem por objetivo oferecer um olhar pouco usual sobre o acervo, demonstrando sua grande importância para a memória da fotografia no estado do Rio, analisado sobre as perspectivas artísticas, técnicas e históricas. O ciclo formativo contará ainda com palestras voltadas para técnicas de preservação recursos de acessibilidade na fotografia.

Acessibilidade

Como medida objetiva, prevê-se a contratação de uma consultora de acessibilidade para conduzir a elaboração das medidas de acessibilidade arquitetônica e comunicacional do projeto, incluindo dos seus produtos finais.1- Produto Acervo digitalizado bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico (Digitalização de acervo)Aspecto arquitetônico:A sede e as galerias expositivas da Sociedade Fluminense de Fotografia estão em conformidade com as regras de acessibilidade arquitetônica, com rampas de acesso, banheiros adaptados, permitindo o acesso aos profissionais que trabalharão no projeto e possíveis pesquisadores que queiram acessar o acervo físico. Quanto ao produto, por se tratar de disponibilização e difusão por meio eletrônico/digital, as medidas de acessibilidade arquitetônica não se aplicam.Aspecto comunicacional e de conteúdo: - recursos de áudios com a descrição das imagens expostas;- horário de atendimento exclusivo para pessoas com deficiência intelectual e mental;- treinamento de acessibilidade atitudinal para a equipe da SFF e do projeto;- instituição de um fórum de acessibilidade para os funcionários da SFF e do projeto com encontros por pelo menos uma vez por mês visando o aperfeiçoamento das medidas.Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis:- vídeos de divulgação com tradução em libras e legendas;- recursos de descrição das imagens de divulgação.- arquitetura de site com menu de acessibilidade (opções de alto contraste, aumento de fonte, legenda descritiva de imagens etc) e responsivo (fácil navegabilidade, adaptabilidade para diversos dispositivos).- uso de linguagens simples. 2- Produto ExposiçãoAspecto arquitetônico:A sede e as galerias expositivas da Sociedade Fluminense de Fotografia estão em conformidade com as regras de acessibilidade arquitetônica, com rampas de acesso, banheiros adaptados.Aspecto comunicacional e de conteúdo: - recursos de áudios com a descrição das imagens expostas;- horário de atendimento exclusivo para pessoas com deficiência intelectual e mental;- treinamento de acessibilidade atitudinal para a equipe da SFF e do projeto;- instituição de um fórum de acessibilidade para os funcionários da SFF e do projeto com encontros por pelo menos uma vez por mês visando o aperfeiçoamento das medidas. 3- Produto Contrapartida social – Ciclo de Palestras Aspecto comunicacional e de conteúdo: - uso de equipamentos e materiais de fácil manipulação e utilização;- treinamento de acessibilidade atitudinal para a equipe da SFF e do projeto.Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis:- vídeos de divulgação com tradução em libras e legendas;- recursos de descrição das imagens de divulgação.

Democratização do acesso

1- Produto Digitalização de acervo bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico: difusão gratuita de parte (em função da quantidade de imagens) do acervo digitalizado, em exposições e/ou para pesquisa e consulta supervisionada. As obras digitalizadas também ficarão disponíveis em sítio eletrônico com acesso gratuito a toda a população, no Brasil e no exterior.2- Produto Exposição: a exposição com parte das obras digitalizadas acontecerá nas galerias da Sociedade Fluminense de Fotografia, abertas ao público e com entrada gratuita.3- Produto Contrapartida Social (Ciclo de Palestras): as inscrições para o cliclo formativo são gratuitas, contando ainda com reserva de 50% das vagas assim distribuídas: 30% das vagas para pessoas negras e/ou indígenas, 10% para estudantes da rede pública de educação de Niterói, Rio de Janeiro e suas regiões metropolitanas, 10% de vagas para mulheres e/ou pessoas LGBTQUIAP+.

Ficha técnica

A Sociedade Fluminense de Fotografia, na qualidade de proponente, é a responsável pela gestão e execução do projeto, por meio de sua diretoria, funcionários e colaboradores diretos. As atividades incluem o planejamento técnico, cronológico e financeiro, gestão técnica e financeira do projeto, acompanhamento da execução, contratação de equipe especializada e aquisição de materiais/equipamentos necessários à realização incluindo a gestão financeira dos recursos, elaboração de relatório final e prestação de contas.EQUIPE:- nome completo: Antônio Machado- função no projeto: Coordenador Geral e Curador- currículo resumido: Fotógrafo, presidente do conselho diretor da Sociedade fluminense de Fotografia e membro da Academia Fluminense de Letras. Integra a diretoria da SFF desde 1983 na gestão de Walter Fialho Bittencourt e é presidente reeleito ininterruptamente, desde 1995. Como fotógrafo profissional trabalhou para empresas como Banco Nacional de Habitação - BNH, Kodak brasileira, Marinha do Brasil, Casa da Moeda do Brasil, dentre outras. Fotógrafo premiado em diversos concursos. Em 2012, coordenou e foi curador do livro “Fotoclubismo no Brasil, o Legado da Sociedade Fluminense de Fotografia”, escrito por Angela Magalhães e Nadja Peregrino, numa coedição do Senac Nacional e SFF. Participa de diversas exposições fotográficas desde a época do fotoclubismo. Hoje desenvolve projetos de fotografia contemporânea, dentro do Núcleo de Fotografia Contemporânea da Sociedade Fluminense de Fotografia. - nome completo: Sandra Baruki- função no projeto: Coordenação de digitalização e conservação de acervo- currículo resumido: Conservadora-restauradora de Fotografia. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ e graduação em Comunicação pela UFF. Mestrado em Conservação, pela Camberwell College of Arts, Londres (2001), título de Mestre em Artes Visuais, revalidado pela Escola de Belas Artes da UFRJ, em 2010. Integrante da equipe técnica do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte (1986-2020), onde atuou como coordenadora (2003-2020). Professora Colaboradora do Mestrado Profissional em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde, Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz. Membro regular do International Council of Museums Brasil, ICOM CC Grupo de Materiais Fotográficos, Comitê de Conservação, Comitê Brasileiro, desde 2004. Membro da equipe principal da APOYONLINE Associação para a Preservação do Patrimônio das Américas, desde 2020.- nome completo: Antonio Parrini, em artes, Antonio Paiva- função no projeto: Curador- currículo resumido: Artista visual com um trabalho em andamento que se desenvolve em locais fora do eixo há mais de 25 anos, atua como curador da Sociedade Fluminense de Fotografia e membro do Conselho da mesma instituição. Atuou também como professor e co-curador em projetos realizados pelo Observatório das Favelas, a exemplo do Curso de Formação de Educadores em Fotografia do Programa Imagens do Povo, de uma exposição e de dois livros publicados com imagens produzidas por integrantes do mesmo coletivo fotográfico.- nome completo: Thiago Barros- função no projeto: Digitalização do acervo- currículo resumido: atua a 30 anos no mercado da fotografia técnica. Dentre suas principais atividades está a reprodução de acervos fotográficos e iconográficos; digitalização de papel e também negativos de vidro e acetato; tratamento de imagem para publicação e ou impressão; ampliações fotográficas e Fine Art para exposições e acervos; reprodução de obras de arte bi e tri-dimensionais com apuro técnico e controle de cor; e também ensino de fotografia com a preparação e produção de cursos e workshops de formação técnica na área de fotografia para grupos e empresas. - nome completo: Ana Maria Mauad- função no projeto: Pesquisadora Historiadora- currículo resumido: Ana Maria Mauad é professora Titular do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense e pesquisadora do Laboratório de História Oral e Imagem da mesma universidade desde 1992. É bolsista do CNPq e da FAPERJ coordenando projetos sobre a relação fotografia, história da memória, história pública e história oral.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Niterói Rio de Janeiro