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Tendo como mote o Bicentenário de falecimento de Philippe Pinel (1745-1826), fundador das bases da moderna psiquiatria, o projeto realizará uma Mostra Multicultural no território da Praia Vermelha, local de origem da história da psiquiatria brasileira, para promover o debate sobre a loucura. A mostra contará com a exposição Caminhos da Loucura na cidade do Rio de Janeiro: De Pinel ao Tá Pirando, Pirado, Pirou , de 4 meses de duração na Casa da Ciência da UFRJ. O projeto prevê também as seguintes ações secundárias: Mostra de Cinema Estamira, a Mostra Literária Lima Barreto e o Festival de Música Tá Pirando, Pirado, Pirou.
Exposição "Os Caminhos da Loucura na cidade do Rio de Janeiro: De Pinel ao Tá Pirando, Pirado, Pirou"Em parceria com diversas instituições que atuam no âmbito da rede de saúde mental, a Casa da Ciência propõe a realização de uma exposição inédita, com duração de 4 meses, sobre a história da psiquiatria brasileira, a partir dos lugares de memória da loucura na cidade do Rio de Janeiro. A proposta da exposição visa reforçar a experiência imersiva da visitação, através da apresentação de trabalhos que dialoguem com o passado do antigo hospício, por um viés histórico e artístico. A exposição contará com exemplares de coleções/acervos das principais instituições de memória da loucura da cidade do Rio de Janeiro: Núcleo de Memória da Biblioteca João Ferreira IPUB/UFRJ, Centro de Documentação e Memória do IMAS Nise da Silveira, Arquivos documentais do IMAS Juliano Moreira e do Museu Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro.A proposta curatorial visa, através de uma através de uma linguagem multimídia, articular os aspectos da história da psiquiatria, seu surgimento enquanto especialidade médica intercalado com os relatos e descrições dos personagens ilustres como Qorpo Santo, Lima Barreto, Bispo do Rosario, assim como o diverso contingente de pessoas anônimas que tiveram suas vidas marcadas pela passagem pelo antigo hospício. Serão convidados artistas para realizarem trabalhos relacionados com essa temática, que serão incorporados à mostra. A exposição contará com setor educativo que fará a mediação da exposição. Importa ressaltar que a proposta visa que a equipe de educadores museais seja composta por pessoas com e sem deficiência, o que possibilitará um espaço mais inclusivo e plural. Além disso, com vistas à ampliação do acesso, o projeto prevê a contratação de ônibus para disponibilizar às escolas da cidade, mediante cadastro previamente realizado.Os trabalhos presentes na mostra contarão com audiodescrição, tradução para libras e braille.
Objetivo Geral Promover a Mostra multicultural "Os Caminhos da Loucura na Cidade do Rio de Janeiro: De Pinel ao Tá Pirando, Pirado, Pirou", composta de ações como uma exposição, festivais de música, literatura e cinema, além de oficinas educativas, com o objetivo de ressignificar o patrimônio histórico e cultural da saúde mental, articulando história, arte, ciência e cultura na reflexão sobre os duzentos anos da psiquiatria e os desafios contemporâneos do cuidado em liberdade e do acolhimento da diversidade.Objetivos específicos- Realizar a exposição inédita Os Caminhos da Loucura na Cidade do Rio de Janeiro: De Pinel ao Tá Pirando, Pirado, Pirou, na Casa da Ciência da UFRJ, no intuito de promover reflexões sobre a história e os sentidos contemporâneos da saúde mental, a partir do acervo museológico das instituições parceiras de saúde mental da cidade do Rio de Janeiro.Promover a Mostra de Cinema Estamira, apresentando filmes e documentários sobre loucura e assistência em saúde mental, com destaque para produções audiovisuais realizadas por usuários dos serviços de saúde mental.- Promover a Mostra Literária Lima Barreto, voltada à difusão da produção literária de usuários dos serviços de saúde mental e à valorização da escrita como expressão e cuidado.- Realizar o Festival Musical Tá Pirando, Pirado, Pirou, apresentando a produção musical de coletivos culturais e artistas vinculados aos serviços de saúde mental, valorizando o protagonismo e a inclusão social por meio da arte.- Ofertar minicursos de capacitação para professores da rede pública de ensino fundamental e médio, articulando os conteúdos da exposição Caminhos da Loucura a abordagens pedagógicas sobre história e saúde mental.- Ofertar oficinas artísticas e visitas mediadas para públicos diversos (escolas, universidades, instituições de saúde mental e visitantes espontâneos) promovendo experiências educativas e de sensibilização sobre o cuidado em liberdade.
Um traço curioso do imaginário social brasileiro é a incorporação do nome "Pinel" ao vocabulário cotidiano como expressão pejorativa para designar alguém tido como "louco". Ao ser homenageado na nomeação de diversas instituições psiquiátricas, o nome de Philippe Pinel acabou associado à própria ideia de loucura e à noção popular de que o "lugar de louco" é o hospício. Esse deslocamento de sentido, que muitas vezes apaga a figura histórica do médico e o caráter humanista de sua obra, evidencia as marcas do estigma ainda presentes na sociedade.A partir desse paradoxo, a Mostra Multicultural Os Caminhos da Loucura na Cidade do Rio de Janeiro: De Pinel ao Tá Pirando, Pirado, Pirou se propõe a promover um amplo debate público sobre os sentidos da loucura, o cuidado em liberdade e a diversidade humana. Tomando como mote o bicentenário de falecimento de Philippe Pinel, agora em 2026, a mostra convida o público a refletir sobre os mais de duzentos anos de história da psiquiatria, seus contornos históricos e a multiplicidade de sentidos que a loucura adquiriu nesse percurso. Essa reflexão se concretiza por meio de uma exposição e de ações artístico-culturais - festivais de música, literatura e cinema, além de oficinas educativas.Desde a chegada ao Brasil das ideias advindas do alienismo de Pinel, passando pela institucionalização do saber médico e pelas contribuições de Juliano Moreira e Nise da Silveira, até as transformações trazidas pela Reforma Psiquiátrica Brasileira, o projeto traça um panorama das mudanças nas formas de compreender e cuidar da saúde mental. Essa trajetória culmina na defesa do "cuidar em liberdade", simbolizada no pulsar do carnaval e na expressão artística do bloco Tá Pirando, Pirado, Pirou, que ressignifica a loucura como potência de criação, convivência e cidadania.A mostra propõe um olhar ampliado (histórico, científico e cultural) sobre os modos de subjetivação, exclusão, cuidado e pertencimento que marcaram e ainda marcam nossa sociedade. A proposta se insere em uma zona de convergência entre história, arte, ciência e cultura, problematizando os processos históricos, sociais e políticos que moldaram institucionalmente a psiquiatria brasileira e suas práticas de assistência à saúde mental.O projeto tem como objetivo central ressignificar o patrimônio histórico, material e imaterial presente no território da Praia Vermelha, local do primeiro hospício do Brasil, que hoje abriga o Campus Praia Vermelha da UFRJ (incluindo aqui a Casa da Ciência), o Instituto Municipal Philippe Pinel, o CAPS Franco Basaglia, o CAPSi Maurício de Souza e a Reitoria da UNIRIO. As ações (principal e secundárias) visam construir um mapa histórico, afetivo e cultural sobre a loucura na cidade, articulando a memória do passado asilar às narrativas contemporâneas sobre saúde mental, que hoje transcendem os antigos hospícios e diagnósticos médicos.A escolha dos locais de realização - especialmente o Campus e a Casa da Ciência da UFRJ - reforça o vínculo entre patrimônio histórico e produção cultural. O conjunto arquitetônico do antigo Hospício de Pedro II (atual Palácio Universitário da UFRJ), inaugurado em 1841 por decreto de D. Pedro II e hoje tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), constitui um sítio fundamental para compreender a trajetória da saúde mental no país. Inspirado em modelos europeus e nos preceitos do alienismo pineliano, o hospício foi o primeiro da América Latina destinado exclusivamente ao tratamento de pessoas com transtornos mentais, tornando-se símbolo da institucionalização da loucura.Tendo essa memória como base, o projeto busca revisitar criticamente esse percurso histórico, articulando-o às transformações trazidas pela Reforma Psiquiátrica Brasileira e pelo princípio do cuidado em liberdade. O título da mostra faz referência ao bloco carnavalesco Tá Pirando, Pirado, Pirou, que simboliza, na cultura popular, a potência criativa e libertadora dos sujeitos historicamente marginalizados pela experiência da loucura.A Mostra Multicultural pretende percorrer os caminhos da loucura na cidade do Rio de Janeiro, partindo do passado asilar da Praia Vermelha e ampliando o olhar para incluir personagens e formas de organização social historicamente silenciadas. Para isso, o projeto propõe a ativação de redes e a circulação de saberes entre diversas unidades da UFRJ e da UNIRIO, promovendo integração universitária e participação inclusiva das instituições que compõem o território da Praia Vermelha, bem como de outras que integram os "Caminhos da Loucura" na cidade.Entre as instituições parceiras estão o Museu de Imagens do Inconsciente (IMAS/Nise da Silveira), o Centro de Documentação e História da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz, o Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea e o Museu Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro. Ao lançar luz sobre essas trajetórias, o projeto busca valorizar o patrimônio museológico das instituições de saúde mental do Rio de Janeiro e convidar o público a repensar os modos de cuidado, pertencimento e expressão da diferença.Destacamos ainda que a relevância do projeto Caminhos da Loucura está em evitar o apagamento das memórias que compõem o passado asilar da região e dar visibilidade às transformações trazidas pela Lei nº 10.216/2001, a Lei da Reforma Psiquiátrica. Fruto de uma longa luta de trabalhadores e usuários da saúde mental, essa legislação substituiu o modelo manicomial por uma rede de cuidados de base territorial, centrada na convivência e na cidadania.O projeto propõe, assim, trazer à tona múltiplas narrativas, articulando arte, ciência e memória. Desenvolvido como uma mostra multilinguagem (reunindo artes visuais, cinema, música e literatura), envolve artistas, pesquisadores(as), usuários(as) e trabalhadores da saúde mental em um processo coletivo de criação que visa recontar a história da loucura de forma crítica, sensível e plural. Com isso, busca-se fortalecer o diálogo entre história, arte, ciência e cultura, contribuindo para políticas culturais comprometidas com os direitos humanos e o cuidado em liberdade.No que tange às políticas públicas de valorização do patrimônio cultural brasileiro e de promoção da diversidade e da inclusão social, a Mostra Multicultural "Os Caminhos da Loucura" propõe, além de acender a discussão sobre a memória e a história da psiquiatria no Brasil, seus territórios e instituições, criar um espaço de convivência e integração entre a comunidade universitária, os serviços de saúde mental e a sociedade em geral, estimulando o diálogo e a participação de públicos de diferentes idades e contextos sociais nas atividades artístico-culturais do projeto.Por fim, destacamos que o projeto alinha-se às finalidades dispostas no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e para o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I); ao apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores (inciso III); ao preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro (inciso VI); e ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores de conhecimento, cultura e memória (inciso VIII). Dessa forma, reafirma-se o compromisso da Mostra Multicultural ‘Os Caminhos da Loucura na Cidade do Rio de Janeiro: De Pinel ao Tá Pirando, Pirado, Pirou" com os princípios de democratização do acesso, valorização da diversidade cultural e fortalecimento das políticas públicas de cultura no país.
Produto 1 - Exposição inédita denominada Os Caminhos da Loucura na cidade do Rio de Janeiro: De Pinel ao Tá Pirando, Pirado, Pirou com 4 meses de duração, a se realizar na Casa da Ciência da UFRJ, com ações nos sítios históricos do território da Praia Vermelha. Será composta por materiais de caráter documental históricos e científicos (fotografias , objetos, e livros), integrantes dos acervos de museus e instituições parceiras do projeto e por trabalhos artísticos relacionados com a temática da saúde mental. Importa ressaltar que o projeto expositivo e curatorial ainda está em processo de elaboração. Produto 2 - Festival Musical Tá pirando, pirado, pirouO festival ocorrerá no primeiro final de semana da Mostra Multicultural Caminhos da Loucura. Tem o objetivo de apresentar a produção musical desenvolvida pelos coletivos culturais e usuários ligados aos serviços de saúde mental, com foco nos blocos de carnaval. A proposta é que os grupos possam inscrever-se previamente, apresentar-se nos dias de evento e, posteriormente, aqueles que se inscreverem para tal categoria, possam concorrer a uma premiação, que será decidida por um júri popular. O projeto prevê que todos os grupos participantes recebam um certificado por sua participação, bem como cachê pela apresentação. A curadoria será realizada pela Faculdade de Musicoterapia e pela Escola de Música, ambas da UFRJ.Produto 3- Mostra de Cinema EstamiraRealização de uma mostra de filmes e documentários relativos à loucura e à assistência à saúde mental, além de vídeos feitos por usuários dos serviços de saúde mental. A mostra terá duração de 2 semanas e os filmes serão selecionados por uma curadoria da equipe da TV Pinel e da Escola de Comunicação da UFRJ. Os filmes serão exibidos em salas do território da Praia Vermelha.Produto 4- Mostra Literária Lima Barreto Realização de uma mostra literária que envolva a temática da saúde mental e a produção literária desenvolvida por usuários dos serviços de saúde mental. A curadoria da mostra será realizada através de uma parceria com a faculdade de Letras da UFRJ e a do Sistema de Bibliotecas da UFRJ. A mostra terá duração de 2 semanas e as apresentações ocorrerão no hall da biblioteca João Ferreira do IPUB.Produto 5 - Capacitação de Professores Realização de minicursos de capacitação para professores da rede pública de ensino fundamental e médio, a partir da exposição Caminhos da Loucura sobre a história da loucura na cidade do Rio de Janeiro. Estes terão apoio da equipe educativa da Casa da Ciência da UFRJ.Produto 6 - Oficinas artísticasRealização de oficinas artísticas e visitas mediadas para o público da mostra Caminhos da Loucura.
O projeto aqui apresentado tem como uma de suas prerrogativas, o amplo acesso do público às suas ações. Desta forma, desde sua concepção, o eixo de acessibilidade é integrante da desde o planejamento das ações. Tendo isso posto, informamos que todos os recursos de acessibilidade previstos no projeto estão integrados às etapas de execução (exposição, ações educativas e demais ações secundárias), incluindo intérprete de Libras, audiodescrição, impressão em braile, contratação de educadores museais com deficiências, elaboração de guias e manuais de linguagem simples, entre outros. A seguir, a descrição detalhada de recursos de acessibilidade de cada um dos produtos:Exposição “Os Caminhos da Loucura” (produto principal)O projeto prevê, dentro do escopo de ampliação da acessibilidade ao público e da ocupação dos espaços culturais por pessoas com deficiência na condição de protagonistas da mediação cultural, a contratação de educadores museais com deficiência. Essa ação contribui não apenas para a diversidade e inclusão nas equipes de trabalho, mas também para a reafirmação do direito das pessoas com deficiência à plena participação na vida cultural. Além disso, está prevista a contratação de uma pessoa consultora em acessibilidade, que atuará no acompanhamento das etapas de concepção e montagem da exposição, a fim de garantir que os conteúdos, os espaços e as práticas educativas estejam alinhados aos princípios do Desenho Universal e às diretrizes de acessibilidade comunicacional e atitudinal.- Acessibilidade física: o espaço físico da Casa da Ciência da UFRJ, local onde será realizada a exposição, já possui parte da estrutura para atender à acessibilidade física, como rampas, banheiros acessíveis, portas e acessos com tamanhos adequados. Na elaboração do projeto da exposição, esses quesitos de acessibilidade serão considerados e a consultoria contratada será fundamental para orientar a elaboração dos espaços. - Acessibilidade para deficientes visuais: Para atender ao público com diferentes níveis de deficiência visual, os materiais da exposição terão recursos em braile, haverá um mapa tátil de orientação da exposição, haverá audiodescrição em todos os espaços onde esta se fizer necessária. - Acessibilidade para deficientes auditivos: Para atender ao público com deficiência auditiva, serão disponibilizadas janelas de libras em todos os materiais audiovisuais da exposição. Além disso, está prevista a contratação de uma pessoa intérprete que atuará ao longo de toda a exposição.- Acessibilidade para pessoas neurodivergentes: No intuito de incluir pessoas com neurodivergências diversas (como TEA, TDAH, outros transtornos de aprendizagem) bem como com deficiências intelectuais, a equipe será capacitada especialmente para ações de acessibilidade atitudinal. Além disso, o projeto prevê a elaboração de mapas e guias com linguagem simples. Destacamos ainda que a Casa da Ciência já possui um histórico de atendimento a esse grupos, com a disponibilização de materiais de autorregulação, por exemplo, capacitações constantes de sua equipe, além de uma longa trajetória no recebimento dos usuários dos serviços de saúde mental do entorno de seu território. Festival Musical Tá pirando, pirado, pirou (produto secundário 1)- Acessibilidade física - O local de realização do festival já possui em sua estrutura, acessibilidade física e a estrutura de palco, arena e demais equipamentos será montada buscando assegurar a plena fruição por diversos tipos de corpos que poderão participar do espaço. - Acessibilidade para deficientes visuais - Está prevista a participação de uma pessoa audiodescritora, que atuará na audiodescrição durante o evento- Acessibilidade para deficientes auditivos - Está prevista a contratação de intérpretes de libras para o evento- Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Para atender a esse grupo, além da equipe capacitada, serão disponibilizados equipamentos de redução de ruídos e de autorregulação.Mostra de Cinema Estamira (produto secundário 2)- Acessibilidade física - Todos os locais nos quais a mostra será realizada serão escolhidos visando a acessibilidade física do espaço (rampas e banheiros acessíveis, espaço adequado para cadeiras de rodas, etc)- Acessibilidade para deficientes visuais - Sessões com audiodescrição via fones de ouvido e material de apoio com sinopses em braile e em áudio.- Acessibilidade para deficientes auditivos - O projeto prevê a inserção de legendas descritivas nos filmes e interpretação em Libras nas falas de abertura e debates.- Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Para dar conforto sensorial a pessoas neurodivergentes, será oferecida ao menos uma sessão adaptada com iluminação e volume reduzidos. Mostra Literária Lima Barreto (produto secundário 3)- Acessibilidade física - Todos os locais nos quais a mostra será realizada serão escolhidos visando a acessibilidade física do espaço (rampas e banheiros acessíveis, espaço adequado para cadeiras de rodas, etc)- Acessibilidade para deficientes visuais - Estão previstas no projeto, algumas sessões com leitura mediada com audiodescrição.- Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de Libras nas mediações e leituras públicas. Textos digitalizados para leitura em aplicativos de tradução automática.- Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Mediações em ritmo adaptado e linguagem clara e disponibilização de um espaço calmo para pausas sensoriais.Mini-cursos de capacitação de professores (produto secundário 4)- Acessibilidade física - Todos os locais nos quais os minicursos serão realizados serão escolhidos visando a acessibilidade física do espaço (rampas e banheiros acessíveis, espaço adequado para cadeiras de rodas, etc)- Acessibilidade para deficientes visuais - Audiodescrição nos recursos audiovisuais utilizados e utilização de materiais táteis.- Acessibilidade para deficientes auditivos - Interpretação em Libras e legendas em vídeos e apresentações- Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Estrutura dos cursos com cronograma previsível e linguagem objetiva e atividades práticas com diferentes formas de participação (visual, escrita, oral). Oficinas Artísticas (produto secundário 5)- Acessibilidade física - Todos os locais nos quais as oficinas serão realizadas serão escolhidos visando a acessibilidade física do espaço (rampas e banheiros acessíveis, espaço adequado para cadeiras de rodas, etc)- Acessibilidade para deficientes visuais - A elaboração das oficinas será orientada para a utilização de materiais com texturas diferenciadas e instruções verbais detalhadas, além do apoio dos educadores museais.- Acessibilidade para deficientes auditivos - Interpretação em Libras e apoio visual nas instruções e materiais com passo a passo ilustrado.- Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Oficinas com ambiente estruturado e previsível.
Em conformidade com o artigo 29 da Instrução Normativa nº 11, de 30 de janeiro de 2024, do Ministério da Cultura, todas as atividades artísticas e culturais desenvolvidas pelo Projeto Expositivo Caminhos da Loucura, bem como seus produtos culturais, serão inteiramente gratuitas, assegurando o livre acesso de todos os públicos.O projeto é destinado a um público amplo e diversificado, incluindo aqui ações culturais voltadas ao público infantojuvenil, com especial atenção aos frequentadores dos Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenis (CAPSi) da região, bem como a estudantes de escolas públicas e privadas. Tais ações buscarão fomentar o interesse pela arte e pela ciência, promover o diálogo sobre saúde mental e incentivar o protagonismo juvenil (conforme inciso VI do art. 29).Para ampliar o alcance e garantir a efetiva participação de estudantes da educação básica, o projeto prevê a oferta de transporte gratuito (ônibus) para grupos escolares previamente agendados e selecionados, possibilitando o deslocamento até os locais de realização das atividades (conforme inciso IV do art. 29). Essa medida visa reduzir barreiras logísticas e assegurar a inclusão de escolas situadas em áreas periféricas ou de difícil acesso.Além disso, a programação e utilização dos espaços expositivos envolverão parcerias institucionais diversificadas, tanto dentro quanto fora do campus da Praia Vermelha, voltadas à capacitação cultural e à promoção de iniciativas de economia criativa (conforme inciso VIII). Entre os parceiros confirmados estão:Setor de Memória, Arte e Cultura do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB);Centro de Memória da Casa da Ciência da UFRJ;Projeto Arautos do Mundo (Casa da Ciência/UFRJ);Divisão de Memória Institucional da UFRJ/SIBI;Centro de Documentação e Memória do Instituto Municipal Nise da Silveira;Museu Imagens do Inconsciente (MII);Escola de Turismo da UNIRIO;Escola de Teatro da UNIRIO.Por meio dessas articulações, o projeto se propõe a fortalecer redes de colaboração entre universidades, instituições culturais e serviços de saúde mental, promovendo a inclusão social, o acesso à cultura e a valorização da memória e da produção cultural brasileira.Para ampliar ainda mais o alcance e a participação do público, serão adotadas estratégias de comunicação acessível e de circulação ampliada dos conteúdos, incluindo materiais digitais. Essas medidas visam garantir que o conhecimento e as reflexões promovidas pela mostra alcancem diferentes territórios e públicos, reforçando o compromisso do projeto com a democratização efetiva do acesso à cultura e à cidadania.
Nome: Monica Cristina de Moraes Função: Coordenação geral e HistoriadoraCurrículo: Possui doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (COC/Fiocruz, 2020); especialização em História do Brasil Pós-30 (UFF, 2003); mestrado em Educação (UFRJ, 1998) etc. É servidora pública ativa da UFRJ, na Casa da Ciência, onde exerce a função de historiadora, desde 2009. Produz pesquisa de conteúdo e documental para projetos de popularização da ciência, usando linguagens diversas no campo da cultura. Desenvolve estudos em memória e história institucional, bem como história das ciências e da saúde. Nome: Maria Raquel Pardo Lucas Fernandes Função: Coordenação geralCurrículo: Graduada em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinema pela Universidade Estácio de Sá. Psiquiatra, com especialização em psicanálise pela Universidade Santa Úrsula, MBA em gestão de museus pela Universidade Cândido Mendes. Mestrado pelo Programa de Pós-graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense. Foi diretora geral do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea de 2013 a 2023. Atualmente é coordenadora do Setor de Memória, Arte e Cultura do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.Nome: Luciane C. SimõesFunção: Produtora Cultural - Equipe de produçãoCurrículo: É produtora cultural da Casa da Ciência da UFRJ com experiência na área de Divulgação Científica e ênfase em concepção, coordenação e gestão de projetos – exposições, teatro, música etc. Possui mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (UFRJ, 2014) e é Doutora em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (HCTE-UFRJ, 2020), com estágio no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Nome: Denise Mak Função: Pedagoga - Equipe de produçãoCurrículo: - Doutorado em Educação: História, Política, Sociedade (PUCSP). Mestrado em Educação: História, Política, Sociedade (PUCSP). Graduada em Pedagogia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2008) com habilitação em educação infantil, ensino fundamental I e deficiência intelectual. Licenciada em Sociologia pela Universidade de Taubaté (2021). Trabalhou como professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental I pela Prefeitura Municipal de São Paulo, além de ter sido designada na função de Coordenadora do Centro de Línguas Paulistano pela mesma Prefeitura. Atualmente trabalha como Pedagoga na UFRJ, lotada na Casa da Ciência, um museu de divulgação científica.Nome: Livia Mascarenhas de Paula Cunha Função: Produtora Cultural - Equipe de produçãoCurrículo: Possui graduação em Tecnologia em Produção Cultural pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (2010), mestrado em Ensino em Biociências e Saúde do IOC/FIOCRUZ (2013) e Doutorado em Ensino em Biociências e Saúde do IOC/FIOCRUZ (2017). Produtora Cultural da Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro e docente colaboradora da Especialização em Divulgação e Popularização da Ciência (FIOCRUZ/COC), atua principalmente nas áreas de Produção e Gestão de Eventos Científicos, divulgação e popularização da ciência, Museus e Centros de Ciência, Ciência e Arte e Estudos de público em Museus. Atualmente está como coordenadora do grupo de pesquisa e das ações de extensão na Casa da Ciência.Nome: Rosa Alba Sarno Oliveira Função: Psicóloga - Equipe de produçãoCurrículo: Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995) e Mestrado (2000) e Doutorado (2008) pelo mesmo instituto. Em 2015, concluiu o Pós-Doutorado pela Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizando pesquisa de campo em parceria com a Universidade de Yale (CT-EUA) , como bolsista de pesquisa pós-doutoral no exterior da CAPES. Há 21 anos, trabalha como psicóloga na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), há 9 anos atuando na coordenação do Projeto de Extensão " Arautos do Mundo". Participar de Comissões de Heteroidentificação da Superintendência Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade da UFRJ. Em 2024, iniciou atividades de cooperação técnica com atividades anti-capacitista e antirracistas da Casa da Ciência da UFRJ. Paralelamente, desenvolve atividades de ensino e pesquisa com a equipe do International Recovery Citizenship Collaborative (IRCC) coordenada por pesquisadores da Universidade de Yale ( CT- EUA).Nome: Telma F. Barrionuevo GilFunção: Assistente Social - Equipe de produçãoCurrículo: Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUC-Rio, integrante do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas e Estudos Socioambientais e Comunitários (GRIPES/DSS/PUC-Rio) e do Laboratório de Estudos de Proteção Social e Trabalho (LEPSOT/ESS/UFRJ). Mestre em Sociologia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP, Especialista em Saúde Pública pela Faculdade São Camilo/SP, e Graduada em Serviço Social pela PUCCAMP. Assistente Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (desde 2008), atua no campo da divulgação científica vinculada ao Centro Cultural de Ciência e Tecnologia - Casa da Ciência, já tendo desempenhado o cargo nas áreas de Assistência Estudantil e de Atenção à Mulheres em situação de violência. Nome: Daniele Ribeiro Função: HistoriadoraCurrículo: Historiadora, mestre e doutora em História das Ciências e da Saúde pelo Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz - Fiocruz. Atua como coordenadora do Centro de Documentação e Memória do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.