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> RESUMO:A exposição Do Campo à Mesa | Exposição do Agronegócio Brasileiro propõe uma imersão científica e cultural no universo do agronegócio, apresentando suas transformações históricas, tecnológicas e sustentáveis. Realizada no Museu de Ciências da PUCRS, a mostra busca traduzir, de forma interativa e educativa, a trajetória que conecta o campo à mesa do brasileiro.
6. DESCRITIVO DE AÇÕES - CONTEÚDO - ESPAÇOS DA EXPOSIÇÃO:A exposição “Do Campo à Mesa | Exposição do Agronegócio Brasileiro” será estruturada em ambientes temáticos integrados que conduzem o visitante a uma jornada completa sobre o agronegócio — desde suas origens até os cenários futuros e sustentáveis do setor. Cada espaço foi concebido para unir ciência, cultura, tecnologia e educação, promovendo uma experiência imersiva, interativa e acessível para todos os públicos.6.1 | O Grande PratoEste espaço central simboliza o ponto de partida da exposição. Um grande prato cenográfico, representando a culinária brasileira, revela os principais alimentos presentes na mesa do brasileiro — arroz, feijão, carne, legumes, frutas e cereais.Por meio de recursos interativos, o visitante poderá explorar a cadeia produtiva de cada alimento, compreendendo o percurso que vai do plantio ao consumo, e conhecendo os aspectos geográficos, históricos, culturais, científicos e nutricionais de cada item.Esse ambiente dialoga com o público de forma sensorial e educativa, estimulando a reflexão sobre a origem dos alimentos e a importância da agricultura nacional na formação da identidade cultural brasileira.6.2 | Evolução Cronológica do AgronegócioNeste módulo, o visitante é conduzido a uma linha do tempo que percorre a história do agronegócio — desde as primeiras práticas agrícolas na Antiguidade até os sistemas produtivos contemporâneos.A ambientação contará com recursos expositivos, projeções e painéis visuais que ilustram como o homem transformou a relação com a terra e a produção de alimentos ao longo dos séculos.O espaço evidencia os marcos históricos da agricultura mundial e brasileira, mostrando como a técnica, o conhecimento científico e a cultura moldaram o desenvolvimento das civilizações.6.3 | Tecnologias que Revolucionaram o AgronegócioEm diálogo com a linha do tempo, este núcleo apresenta as principais inovações tecnológicas que transformaram o modo de cultivar e criar.Entre os temas abordados estão os terraços agrícolas chineses, o ciclo do Nilo, a rotação de culturas, o advento da mecanização, os fertilizantes, os biotecnológicos e a digitalização do campo.Com uma linguagem acessível e recursos interativos, o visitante compreenderá como as tecnologias refletem contextos sociais, culturais e intergeracionais, e como cada revolução agrícola impactou o desenvolvimento humano e ambiental.6.4 | O Agronegócio Atual e o Futuro do SetorEste espaço dedica-se ao agronegócio contemporâneo e às tendências emergentes que moldam o futuro da produção alimentar global.O visitante poderá conhecer os sistemas de plantio, colheita e criação modernos, as tecnologias embarcadas como GPS agrícola, inteligência artificial, mapeamento de solo, drones, controle biológico de pragas, automação e biotecnologia digital.A cenografia e os recursos digitais evidenciam como a inovação e a ciência aplicada estão transformando o campo em um ambiente altamente tecnológico, sustentável e integrado às demandas do século XXI.6.5 | O Agronegócio no Brasil e sua AscensãoDedicado ao cenário nacional, este ambiente revela a trajetória e a força do agronegócio brasileiro como um dos principais pilares econômicos e produtivos do país.O espaço apresenta dados, mapas e conteúdos que demonstram a diversidade produtiva das macro-regiões, os principais produtos de exportação, as técnicas adotadas e os desafios enfrentados pelo setor.A narrativa expositiva destaca a importância histórica, cultural e social do agronegócio na formação da economia nacional, reforçando o protagonismo do Brasil no contexto global da produção de alimentos.6.6 | Agronegócio SustentávelVoltado ao debate ambiental e ao futuro do planeta, este módulo apresenta as novas práticas e soluções sustentáveis adotadas no agronegócio moderno.O espaço evidencia como solo, floresta, plantio e pecuária podem coexistir em equilíbrio, formando ecossistemas produtivos e ambientalmente responsáveis.Por meio de maquetes, vídeos e painéis digitais, o visitante conhecerá iniciativas de agricultura regenerativa, biotecnologia verde, uso racional da água, manejo de resíduos, reflorestamento e redução da emissão de carbono.A proposta é sensibilizar o público sobre a necessidade de produzir mais com menos impacto ambiental, estimulando a consciência e a inovação.6.7 | Nutrição InteligenteEncerrando o percurso, a Nutrição Inteligente oferece uma experiência interativa e personalizada. O visitante poderá montar um prato de comida virtual, combinando elementos cenográficos e recursos digitais.Com o uso de Inteligência Artificial, o sistema fornecerá informações detalhadas sobre o prato escolhido — calorias, nutrientes, proteínas, fibras, equilíbrio e composição nutricional.Além de estimular o aprendizado sobre alimentação saudável, esse espaço reforça o conceito central da exposição: compreender a cadeia completa do alimento, do campo à mesa, de forma consciente, científica e cultural.6.8 | Integração Digital e AnalógicaToda a exposição será concebida para coexistir entre o mundo físico e o digital, utilizando projeções interativas, painéis táteis, vídeos imersivos, sensores de movimento e recursos de acessibilidade.Essa integração permitirá uma experiência lúdica, educativa e contemporânea, transformando o Museu de Ciências da PUCRS em um espaço de difusão do conhecimento científico e cultural voltado à compreensão crítica do agronegócio e de sua presença cotidiana na vida das pessoas.
> OBJETIVOS GERAL:O projeto tem como objetivo principal conceber e realizar uma exposição científica e cultural inédita que apresente o agronegócio como parte essencial da identidade produtiva, tecnológica e alimentar do Brasil. A mostra busca aproximar o público dos processos que envolvem o cultivo, a criação e a transformação dos alimentos, evidenciando a importância do setor para o desenvolvimento econômico, ambiental e social do país.Instalada no Museu de Ciências da PUCRS, a exposição ocupará cerca de 200m² e será estruturada em eixos temáticos que abordam a evolução histórica do agronegócio, suas inovações tecnológicas, os impactos socioambientais, a sustentabilidade e a relação entre nutrição e conhecimento científico.Por meio de uma linguagem acessível, recursos digitais, interatividade e experiências sensoriais, Do Campo à Mesa busca atualizar o acervo museológico da instituição e fortalecer o papel do museu como espaço de difusão do conhecimento, integração entre ciência e cultura, e formação de públicos críticos e conscientes sobre os desafios e o futuro do agronegócio brasileiro.> OBJETIVOS ESPECÍFICOS:> Produzir uma Exposição do Agronegócio > Produzir um Vídeo da Exposição> Produzir um Material da Exposição para os Professores
> JUSTIFICATIVA:O Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS consolidou-se, ao longo de mais de duas décadas, como um dos mais importantes espaços de difusão científica e cultural do Brasil. Reconhecido nacionalmente por sua capacidade de transformar conhecimento acadêmico em experiências acessíveis e educativas, o museu exerce um papel essencial na formação de públicos diversos — especialmente estudantes de escolas públicas e privadas — promovendo a aproximação entre ciência, tecnologia e sociedade.Nesse contexto, a exposição "Do Campo à Mesa | Exposição do Agronegócio Brasileiro" surge como uma proposta fundamental para atualizar o acervo museológico e ampliar o diálogo entre o público e um dos setores mais relevantes da economia e da cultura nacional: o agronegócio.Mais do que um segmento produtivo, o agronegócio representa uma manifestação cultural e histórica do modo como o Brasil se desenvolveu, alimentou sua população e se projetou no cenário global. Compreender essa trajetória é compreender parte da identidade brasileira.A relevância cultural da exposição está em valorizar os saberes, tradições e práticas agrícolas que moldaram o território nacional, resgatando a memória coletiva e as expressões regionais relacionadas à terra e ao alimento. Ao abordar o alimento como elemento simbólico, a mostra evidencia a relação entre produção, gastronomia e cultura, conectando o público urbano às origens do que consome diariamente.Do ponto de vista científico e tecnológico, a iniciativa contribui para a democratização do conhecimento ao traduzir, de maneira acessível e interativa, processos complexos como biotecnologia, inteligência artificial aplicada ao campo, sustentabilidade e nutrição. Através de recursos digitais e analógicos, o visitante poderá compreender as inovações que transformaram a agricultura e a pecuária em sistemas altamente tecnológicos e conectados, promovendo a alfabetização científica e digital do público.Sob a ótica social e educacional, o projeto desempenha papel estratégico na formação cidadã. O museu recebe anualmente milhares de estudantes, pesquisadores e famílias, constituindo-se como um espaço de aprendizagem não formal e de inclusão social. A nova exposição fortalecerá essa função, despertando o interesse de jovens por áreas como ciências agrárias, engenharia, biotecnologia e sustentabilidade, além de estimular o pensamento crítico sobre alimentação, consumo e meio ambiente.A iniciativa também reforça o compromisso do Museu de Ciências da PUCRS com a inovação e a atualização permanente, respondendo às transformações contemporâneas e às demandas de um público cada vez mais conectado, participativo e curioso sobre o impacto da ciência em seu cotidiano. Em um momento em que a sociedade enfrenta desafios globais relacionados à segurança alimentar, às mudanças climáticas e à gestão sustentável dos recursos naturais, discutir o agronegócio de forma integrada, ética e educativa torna-se imprescindível.Alinhamento com a Instrução Normativa MINC:> Art. 1º São finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV _ estimular o desenvolvimento cultural e científico, a educação e a formação de público.> Art. 3º O Pronac apoiará projetos culturais que tenham por objeto:I _ incentivo à formação artística, cultural e científica, especialmente por meio da instalação de ações educativas em espaços culturais, museológicos e científicos;II _ fomento à produção cultural e artística, por meio da realização de exposições, mostras, atividades de memória, ações interativas e educativas;III _ promoção do acesso à cultura, ao conhecimento e à inovação tecnológica como instrumentos de inclusão social e desenvolvimento sustentável;IV _ iniciativas que integrem cultura, ciência, tecnologia e inovação, promovendo a alfabetização científica e digital do público.> Art. 4º As ações culturais apoiadas com recursos do Pronac deverão observar as seguintes diretrizes:II _ promoção da inclusão social e da acessibilidade cultural;IV _ valorização do patrimônio imaterial, da memória coletiva e das identidades regionais;VI _ incentivo ao uso de recursos tecnológicos e digitais como meio de difusão cultural e educativa;VIII _ contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável _ ODS, especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, igualdade, inovação e consumo responsável.> Art. 7º Serão considerados de relevante interesse público cultural os projetos que demonstrem:I _ relevância cultural, científica ou educativa comprovada;III _ impacto social positivo e potencial formador de público;V _ contribuição para a valorização da ciência, da tecnologia e da sustentabilidade como expressões culturais contemporâneas.
> ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS:> EXPOSIÇÃO AGRONEGÓCIO <Descritivo com todas as informações, dados e observações complementares da exposição.Detalhes Técnicos:1. Público-alvo: O público-alvo é aberto. A exposição ficará disponível para todos. Mas o museu é tradicionalmente mais frequentado por estudantes da Rede Pública e Privada de todo Estado do RS. 2. Seleção do Público-alvo: Público-alvo aberto. Para cota de gratuidade apenas escolas públicas de regiões socialmente vulneráveis de Porto Alegre, RS. 3. Impacto: 20 Mil pessoas impactadas durante o período de execução do projeto. 4. Objetivo em impactar o público: Valorizar os saberes, tradições e práticas agrícolas que moldaram o território nacional, resgatando a memória coletiva. Além de proporcionar um espaço imersivo que através da uma exposição educa, conscientiza, fortalece e democratiza o acesso ao conhecimento. 5. Formato do Evento: 5.1 | Frequência: Aberto ao público de Segunda a Sexta.5.2 | Duração: 9h - 17h5.3 | Local: A exposição será fixa e permanente dentro do (MCT) Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS.5.4 | Materiais Fornecidos: Painéis interativos - Educativos, Vídeos, Interfaces Visuais, Material Complementar da Exposição e Gamificação Integrada.
> ACESSIBILIDADE:> EXPOSIÇÃO AGRONEGÓCIO <1. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local já é equipado com rampas de acesso e elevadores. Além de possuir banheiros adaptados. 2. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: As exposições contarão com legendas nos vídeos, materiais e processos interativos.3. ACESSIBILIDADE VISUAL: As exposições terão audiodescrição de conteúdo além de braille em pontos estratégicos selecionados. 4. ACESSIBILIDADE INTELECTUAL: Os conteúdos serão produzidos por especialistas técnicos e depois serão readaptados para uma didática de fácil compreensão de forma intuitiva, lúdica e visual por pedagogos. Alinhamento com a Instrução Normativa MINC:> Art. 4º As ações culturais apoiadas com recursos do Pronac deverão observar as seguintes diretrizes:I – promoção da diversidade cultural e da inclusão de todos os cidadãos no acesso à produção e à fruição das expressões culturais brasileiras;II – promoção da inclusão social e da acessibilidade cultural;III – estímulo à democratização do acesso aos bens e serviços culturais, eliminando barreiras físicas, sensoriais, intelectuais e comunicacionais;VI – incentivo ao uso de recursos tecnológicos e digitais como meio de difusão cultural e educativa;VIII – contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, igualdade, inovação e consumo responsável.> Art. 7º Serão considerados de relevante interesse público cultural os projetos que demonstrem:II – ações voltadas à inclusão social e à acessibilidade plena em seus espaços, produtos e atividades culturais;III – impacto social positivo e potencial formador de público;V – contribuição para a valorização da ciência, da tecnologia e da sustentabilidade como expressões culturais contemporâneas.> Art. 12. Os projetos culturais deverão assegurar condições de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, observadas as normas vigentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e da legislação federal pertinente.§1º Os proponentes deverão prever, em seus orçamentos, os custos necessários para a implementação de recursos de acessibilidade, como:I – intérprete de Libras e legendagem;II – audiodescrição e sinalização em Braille;III – rampas de acesso e mobiliário adaptado;IV – conteúdos em linguagem simplificada e de fácil compreensão;V – tecnologias assistivas que ampliem a participação de pessoas com deficiência.
> DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO:> EXPOSIÇÃO AGRONEGÓCIO <1. PÚBLICO: O público-alvo é aberto. A exposição ficará disponível para todos. Mas o museu é tradicionalmente mais frequentado por estudantes da Rede Pública e Privada de todo Estado do RS. 2. COMERCIALIZAÇÃO: O projeto prevê 30% de gratuidade nos ingressos do Museu para o público socialmente vulnerável como Estudantes da rede pública. Além de possuir um custo acessível de acesso aos pagantes. 3. REALIZAÇÃO: A exposição ocorrerá dentro do Museu de Ciências da PUCRS. Possui ampla facilidade de acesso com diversas linhas de transporte público disponíveis além da localização acessível.Alinhamento com a Instrução Normativa MINC:> Art. 1ºI – contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;> Art. 3ºIII – promoção do acesso à cultura, ao conhecimento e à inovação tecnológica como instrumentos de inclusão social e desenvolvimento sustentável;> Art. 4ºI – promoção da diversidade cultural e da inclusão de todos os cidadãos no acesso à produção e à fruição das expressões culturais brasileiras;II – promoção da inclusão social e da acessibilidade cultural;III – estímulo à democratização do acesso aos bens e serviços culturais, eliminando barreiras físicas, sensoriais, intelectuais e econômicas;> Art. 7ºII – ações voltadas à inclusão social e à ampliação de acesso aos bens e serviços culturais;III – impacto social positivo e potencial formador de público;> Art. 15.Os projetos culturais realizados com apoio do Pronac deverão garantir políticas de democratização de acesso, compreendendo:I – oferta de ingressos gratuitos ou a preços populares, com percentual mínimo de gratuidade destinado a públicos socialmente vulneráveis;II – distribuição equitativa de oportunidades de fruição cultural;III – realização em espaços de fácil acesso, considerando transporte público, localização e infraestrutura urbana.
> FICHA TÉCNICA:HUGO DORIGON: Especialista em comunicação digital, direção geral e gestão empresarial, com foco em projetos ESG, ODS e ajuda humanitária. Possui ampla experiência na criação, execução e administração de projetos culturais e sociais. Atuou junto a instituições como o Instituto MRV e a Fundação Banco do Brasil, desenvolvendo iniciativas artesanais, artísticas, sociais, ambientais, ajuda humanitária e de geração de renda para comunidades em situação de vulnerabilidade em Porto Alegre, RS.ANTÔNIO FLÁVIO NUNES: Diretor de Produção e Produtor Executivo, com sólida experiência em projetos e ações de responsabilidade socioambiental para empresas, governo e entidades do terceiro setor. Idealizou, coordenou e desenvolveu projetos como: RodaSom, Jornada Nacional de Literatura, Jornadinha, Vida Urgente, Teatro do Sesi, Pró-Guaíba, Implantação do Programa da Mata Atlântica no RS, Viramundos, Viratrânsito, Cheganças, ZH Gastronomia, Donna Fashion Iguatemi, Caravana RGE – Educando para a Eficiência, AES Sul na Comunidade, RGE na Comunidade.RAFAEL SILVA: Rafael Silva é cenógrafo, figurinista, diretor de arte e filósofo. Há 30 anos atua nas áreas de: teatro, dança, circo, cinema, artes visuais e publicidade. No Rio Grande do Sul, trabalhou com a Cia dos Cinco, Cia Teatro Novo, Mosaico Cultural, Deborah Finocchiaro, Heitor Schmidt, Paulo Balardim, Jeferon Rachewsky, Eduardo Severino, Paulo Guerra, Mario de Balenti, Gustavo Spolidoro, Fabiano de Souza, Carlos Gerbase, Suzi Martinez, Farol Santander, Claro, Vivo, Coca-Cola, Braskem, RBS TV, Banrisul, Bienal do Mercosul, Fiergs, CEEE, RGE, AES Sul, Expointer, e Axis Mundi. No Rio de Janeiro seus trabalhos foram com a Intrépida Trupe, Cia Pulsar, Cia dos Atores, Faculdade Angel Vianna, Tápias Cia de dança, Orquestra Proarte e Grupo sarça de Horeb, Prefeitura do Rio de Janeiro e Museu Encantado BarbieEDU SAORIN: É arquiteto e urbanista graduado pela Universidade Federal de Santa Maria em 2000 e com mestrado em Planejamento Urbano e Regional pelo PROPUR-UFRGS na área de Sistemas Configuracionais Urbanos onde realizou uma pesquisa sobre simulação de crescimento de cidades. Após um período de estudos em Londres, retornou à Porto Alegre onde realizou trabalhos em diversos campos de atuação, da construção civil ao planejamento urbano, passando por projetos de paisagismo e design gráfico.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.