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O projeto propõe a realização de nove encontros literários e culturais em Espaços Comunitários Culturais Periféricos de São Paulo, envolvendo estudantes de escolas públicas e Centros para Crianças e Adolescentes (CCA). As atividades reúnem rodas de conversa com escritores, poetas e educadores, além de saraus, slams e apresentações artísticas, conectando diferentes formas de expressão literária e oral. Cada encontro será transmitido ao vivo e contará com registro audiovisual para difusão gratuita. A iniciativa busca valorizar a bibliodiversidade brasileira, promovendo o acesso de jovens a espaços culturais de seus territórios e fortalecendo o diálogo entre educação popular, arte e literatura.
Convergências Periféricas: Bibliodiversidade e Território é um circuito de nove encontros literários e culturais realizados em Espaços Comunitários Culturais Periféricos de São Paulo, em parceria com escolas públicas e Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs). Cada encontro reúne rodas de conversa formativas, saraus, slams e apresentações artísticas, compondo momentos de escuta, diálogo e celebração da bibliodiversidade brasileira. A proposta promove o encontro entre escritores, artistas, educadores e estudantes, criando pontes entre diferentes formas de conhecimento — acadêmico, técnico, literário e popular. Os encontros acontecerão em nove espaços culturais distribuídos pelas zonas Leste, Norte, Oeste e Sul da cidade, todos reconhecidos por sua atuação comunitária e por manterem programações de literatura, arte e educação popular. As atividades serão registradas e transmitidas ao vivo, garantindo acesso gratuito e difusão online dos conteúdos, de modo a fortalecer a leitura, a criação literária e o protagonismo cultural dos territórios periféricos.
Objetivo GeralPromover o acesso de estudantes e comunidades periféricas às múltiplas expressões literárias brasileiras, por meio de encontros que celebrem a bibliodiversidade e o intercâmbio entre escritores, artistas, educadores e espaços culturais comunitários.Objetivos EspecíficosRealizar nove encontros literários e culturais em Espaços Comunitários Culturais Periféricos de São Paulo, articulados com escolas públicas e Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs).Proporcionar vivências literárias e estéticas por meio de rodas de conversa, saraus, slams e apresentações artísticas, aproximando escritores, educadores, artistas e estudantes.Valorizar a memória cultural e literária local, reconhecendo autores, coletivos, lideranças comunitárias e espaços que são referências na formação de repertórios culturais.Promover o diálogo entre saberes acadêmicos, técnicos e literários e os saberes populares, transmitidos pela oralidade e pela experiência comunitária, fortalecendo a educação popular.Registrar e sistematizar os conteúdos produzidos nos encontros, por meio de facilitação visual e documentação audiovisual, formando um acervo digital acessível.Ampliar o acesso através de transmissão ao vivo e publicação online gratuita, com recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, legendas e descrição textual).Fortalecer redes de cooperação entre educadores, escritores, agentes culturais, estudantes e espaços comunitários, estimulando a continuidade de ações culturais e educativas nos territórios.
O projeto Convergências Periféricas: Bibliodiversidade e Território nasce da experiência acumulada pela rede UniDiversidade de Saberes e pelo Instituto Mãos, que desde 2017 articulam cultura, educação e território em práticas de formação, pesquisa e difusão cultural nas periferias de São Paulo. A trajetória de ações anteriores — desenvolvidas em escolas públicas, Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs) e espaços culturais comunitários — revelou tanto a ausência de políticas consistentes de acesso à leitura quanto a existência de uma produção literária e pedagógica potente nos territórios populares, sustentada por coletivos, mestres da cultura, artistas e educadores populares.É nesse encontro entre carência estrutural e potência criadora que o projeto se fundamenta.Ao adotar a bibliodiversidade como eixo central, a proposta reconhece e celebra a pluralidade das expressões literárias brasileiras e periféricas — a palavra oral, escrita, performática, visual e sonora. A bibliodiversidade, aqui, é princípio curatorial e educativo: cada encontro se organiza como espaço de diálogo entre distintas formas de criação, circulação e mediação da palavra, valorizando autores, coletivos, saraus, slams, grupos de escrita, editoras independentes, mediadores de leitura, cineclubes e experiências de educação popular que integram o ecossistema literário dos territórios.O projeto propõe nove encontros literários e culturais em Espaços Comunitários Culturais Periféricos de São Paulo, com participação de estudantes de escolas públicas e de Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs). Em vez de esperar que a literatura "chegue" às escolas por meio de ações pontuais, a proposta realiza o movimento inverso: leva as turmas até os espaços de criação, memória e convivência cultural que existem em seus próprios territórios, para que conheçam a história, a dinâmica e os agentes que constroem diariamente a vida cultural local. Esse deslocamento pedagógico transforma o território em sala de aula viva, ampliando o repertório simbólico dos estudantes e fortalecendo o vínculo entre educação pública, cultura e comunidade.Cada encontro é composto por rodas de conversa, saraus, slams e apresentações artísticas, configurando um processo formativo que articula o conhecimento técnico, acadêmico e literário com os saberes populares transmitidos pela oralidade, pela experiência e pela memória coletiva. As rodas de conversa promovem o diálogo entre educadores, escritores e agentes culturais, estimulando o pensamento crítico e o reconhecimento da palavra como instrumento de emancipação. Já os momentos artísticos e performáticos criam uma ambiência estética que amplia a dimensão sensorial e afetiva da literatura, convidando o público à participação ativa.Todos os encontros terão transmissão ao vivo e registro audiovisual completo, compondo um acervo público e gratuito que servirá de referência pedagógica para professores, estudantes, bibliotecas e coletivos culturais. A facilitação visual estará presente em cada atividade, sistematizando de forma gráfica os conceitos, ideias e aprendizados compartilhados, garantindo que o conhecimento produzido coletivamente seja documentado e permaneça acessível. Essa sistematização constitui uma ação pedagógica em si, transformando o efêmero da experiência em material formativo duradouro.Cada espaço parceiro reforça essa perspectiva e contribui com sua identidade cultural específica:_ O Love CT, em Cidade Tiradentes, insere a literatura na cultura do skate e nas práticas juvenis, articulando esporte, arte e cidadania._ O Cine Campinho, no Lajeado, nasce da revitalização de um terreno baldio, transformado em campo de futebol e espaço cultural que usa o audiovisual como instrumento de educação crítica e pertencimento._ O CITA, no Campo Limpo, ocupa o antigo Centro de Convivência e articula teatro, literatura e arte comunitária em diálogo com a escola pública._ A Canhoba, em Perus, transformou um antigo espaço municipal em centro de criação teatral e arte popular, sustentando o teatro de grupo como ferramenta de resistência._ A Ocupação Cultural Mateus Santos, em Ermelino Matarazzo, instalada em prédio que pertencia à subprefeitura, reúne mais de 70 coletivos e expressa a potência da autogestão cultural na Zona Leste._ A Ecoativa, na Ilha do Bororé, conecta arte, ecologia social e práticas sustentáveis em diálogo com a natureza._ O Espaço Cultural Jardim Damasceno, na Brasilândia, é referência em sustentabilidade, educação ambiental e protagonismo comunitário._ A Okupação Cultural Coragem, em José Bonifácio, consolidou-se como símbolo de reocupação cidadã e difusão da cultura de base, com destaque para suas exposições de arte urbana e atividades formativas contínuas._ O Espaço Cultural Cachoeiras — Localizado na Cohab Raposo Tavares, Zona Oeste de São Paulo, o espaço surgiu em 1997 quando mulheres da comunidade transformaram um terreno baldio em um centro de arte e convivência. Atua com circo, cinema, festas populares e educação ambiental, sendo referência em participação social e direito à cidade.Ao reconhecer essas experiências como polos de criação e transmissão de saberes, o projeto reafirma que a literatura e a leitura são práticas vivas e comunitárias, e que o direito à cultura se concretiza quando o território é também produtor de conhecimento. A parceria com esses espaços garante capilaridade, pertinência social e compromisso ético com as realidades locais.A proposta se ancora no enquadramento do Art. 18, §3º, alínea (c) da Lei Rouanet, ao realizar eventos literários e ações educativo-culturais voltados à promoção do livro, da criação literária e ao incentivo à leitura. A curadoria será colaborativa, construída junto aos espaços parceiros e articulada pela UniDiversidade de Saberes, assegurando diversidade de gêneros, gerações, linguagens e perspectivas. Serão priorizados temas como leitura e território, oralidades e memórias, juventude e criação, políticas públicas da cultura e o papel das periferias na produção literária contemporânea.A equipe de execução reúne profissionais com experiência em produção cultural, curadoria, mediação pedagógica, registro audiovisual, comunicação e acessibilidade, garantindo o cumprimento das etapas com qualidade e transparência. O Instituto Mãos, como proponente, responde pela gestão técnica e administrativa, enquanto a UniDiversidade de Saberes atua como articuladora de conteúdos e metodologias de educação popular. A produção local em cada território conta com o apoio dos coletivos que mantêm os espaços, reforçando a rede de cooperação.O projeto adota uma abordagem transversal de acessibilidade, prevendo recursos físicos (rampas, acessos e apoio), comunicacionais (Libras, legendas, materiais de leitura fácil e contrastes adequados) e sensoriais (cuidados com volume de som e iluminação), de forma a tornar os encontros acolhedores também para pessoas com deficiência ou neurodivergentes. Tais ações são integradas ao planejamento e ao orçamento dos produtos e da comunicação.Em sua dimensão política e simbólica, Convergências Periféricas: Bibliodiversidade e Território representa um gesto de reconhecimento das periferias como produtoras de conhecimento e de estética. A cada encontro, constrói-se um espaço de convivência, leitura e criação que reafirma o papel da cultura como instrumento de transformação social, autonomia e pertencimento. Ao final, o projeto deixa como legado não apenas um acervo audiovisual e pedagógico, mas também redes fortalecidas, saberes sistematizados e referências concretas de que o livro e a leitura são direitos que se aprendem e se exercem no cotidiano dos territórios.
Produto: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra / VernissageÁrea: HumanidadesSegmento: Evento Literário / Ações Educativo-Culturais de Incentivo à Leitura / Sarau e SlamEnquadramento: Art. 18 da Lei Rouanet (§ 3º, alínea c)Descrição GeralSerão realizados nove encontros presenciais de aproximadamente 3 horas de duração cada, integrando estudantes de escolas públicas e CCAs com artistas e escritores convidados.Os encontros serão compostos por:Rodas de conversa formativas, com autores, educadores e agentes culturais;Sarau e slam literário, integrando performances poéticas e participações abertas;Apresentações artísticas (música, teatro, poesia falada e performances visuais);Transmissão ao vivo e registro audiovisual integral, garantindo documentação pública;Facilitação visual dos conteúdos formativos, sistematizando ideias, falas e aprendizados;Transporte e alimentação dos estudantes participantes.Período de execução dos encontros: 4º ao 10º mês do cronograma.Formato técnico-pedagógico:Cada encontro se estrutura como um espaço de formação literária e educação popular, combinando diálogo, leitura, oralidade e fruição artística. O projeto adota metodologia participativa, valorizando a escuta, o debate e a expressão coletiva.Equipe envolvida:Coordenação Geral, Coordenação Cultural e Pedagógica, Curadoria, Produção Executiva, Assistência de Curadoria, Agentes Educativos (arte-educadores, mediadores culturais e palestrantes), Mestre de Cerimônias, Técnico de Som, Iluminador(a), Operadores de Multimídia e Vídeo, Fotógrafo(a) e Cinegrafistas.Equipamentos e recursos técnicos:Palco, sistema de som, iluminação cênica, equipamentos de captação de imagem, estrutura de transmissão multicâmera e projeção visual.Projeto Pedagógico:O projeto integra princípios da educação popular, valorizando saberes territoriais, autonomia criativa e leitura como ato de emancipação. Os encontros são concebidos como práticas de formação continuada, voltadas à formação de leitores, educadores e jovens agentes culturais.Os registros audiovisuais e as facilitações visuais produzidas serão utilizadas posteriormente como materiais de referência pedagógica em ações de formação em rede.
O projeto será executado com o compromisso de garantir acessibilidade plena, contemplando dimensões física, comunicacional, pedagógica e sensorial.Acessibilidade física: os encontros serão realizados em espaços com acesso nivelado, banheiros adaptados e estrutura adequada à circulação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade comunicacional: haverá intérprete de Libras em todas as atividades presenciais e transmissões ao vivo, além de legendas nos vídeos disponibilizados online. Os materiais de comunicação utilizarão contrastes adequados, tipografia legível e linguagem simples, assegurando compreensão por diferentes públicos.Acessibilidade visual: os materiais impressos e digitais seguirão critérios de legibilidade e contraste; nos espaços, haverá sinalização acessível e suporte humano para orientação de pessoas com deficiência visual ou baixa visão.Acessibilidade pedagógica e cognitiva: a facilitação visual acompanhará todos os encontros, traduzindo graficamente ideias e reflexões em tempo real. Essa ferramenta, junto à mediação cultural, favorece a participação de pessoas com deficiência intelectual, psicossocial ou com diferentes níveis de escolaridade, garantindo comunicação clara e inclusiva.Acessibilidade sensorial: as apresentações e transmissões respeitarão parâmetros de conforto acústico e luminoso, com controle de volume e intensidade de luz, adequando o ambiente a pessoas com hipersensibilidade sensorial, incluindo autistas. Sempre que necessário, haverá possibilidade de redução de estímulos visuais e sonoros, priorizando o bem-estar do público.Essas ações asseguram que o evento seja acessível em todas as suas etapas — planejamento, execução e difusão —, garantindo o direito de participação cultural a todas as pessoas, conforme a Lei nº 8.313/91, a Lei nº 13.146/2015 e o Manual do Proponente Rouanet.
Todas as atividades do projeto serão gratuitas e de acesso livre ao público. Os encontros serão realizados em Espaços Comunitários Culturais Periféricos das zonas Leste, Norte, Oeste e Sul de São Paulo, articulados com escolas públicas e Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs), garantindo a participação de estudantes e comunidades locais.Para assegurar a presença dos educandos, o projeto custeará transporte coletivo entre as escolas e os espaços culturais, assim como alimentação durante os encontros, promovendo conforto e segurança para a participação integral das turmas.As atividades também serão transmitidas ao vivo em alta qualidade e disponibilizadas gratuitamente em plataformas digitais, ampliando o alcance do projeto para públicos de outras regiões e registrando as ações como acervo de consulta pública. Após os eventos, os vídeos ficarão acessíveis no canal da rede UniDiversidade de Saberes no YouTube.A difusão digital complementar incluirá materiais de apoio pedagógico, registros visuais e facilitação gráfica dos conteúdos formativos, tornando-os disponíveis para educadores e pesquisadores. Essas estratégias garantem que os benefícios do projeto ultrapassem os limites físicos das atividades presenciais e se mantenham como referência para ações futuras de formação e fomento à leitura.
O projeto será executado pelo Instituto Mãos em São Paulo em parceria com rede de educação popular UniDiversidade de Saberes.Coordenação e GestãoCoordenação Geral – responsável pela condução institucional e financeira do projeto.Coordenação Cultural, Pedagógica e de Produção – planejamento, curadoria, acompanhamento educativo e logística das ações.Produção Executiva – gestão operacional e suporte aos encontros.Assistência de Curadoria – apoio na seleção de convidados e na condução das atividades.Execução Artística e FormativaAgentes educativos: arte-educadores, palestrantes e mediadores culturais.Escritores convidados, poetas e artistas locais participantes dos saraus e slams.Mestre(a) de cerimônia – condução das apresentações e das rodas de conversa.Comunicação e AudiovisualCoordenação de Comunicação – planejamento estratégico e difusão digital.Designer Gráfico – criação visual das peças de divulgação e materiais pedagógicos.Redator(a) – produção de textos para divulgação e documentação.Coordenação de Audiovisual – direção das transmissões ao vivo e registros.Cinegrafistas, Operadores de Multimídia e de Vídeo – captação e transmissão técnica.Técnico de Som e Iluminador(a) – infraestrutura para apresentações culturais e rodas de conversa.Registro Videográfico e Fotográfico – documentação integral dos encontros.Infraestrutura e SuporteProdutor de Palco e Assistentes de Produção – montagem e coordenação de palco.Transporte local – locação de veículos para deslocamento dos participantes.Alimentação – lanche para educandos durante as atividades.Locação de espaço, som e iluminação – infraestrutura técnica dos encontros.Principais participantes Thalita Duarte é atriz, cenógrafa, produtora e gestora cultural. É integrante do Grupo Pandora de Teatro desde 2011. Atua como gestora cultural e curadora no espaço cultural comunitário Ocupação Artística Canhoba Perus desde 2016. Desde 2019, atua no Programa de Iniciação Artística - PIÁ da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Integrou comissões de avaliação de projetos como o VAI (20ª edição, em 2023) e o Programa Municipal de Fomento ao Teatro (41ª e 43ª edições, em 2023 e 2024).Felipe Valentim Bonifácio é educador social há 10 anos e integrante do Espaço Cultural Cachoeiras desde 2003. Atua na gestão e produção do espaço, organizando eventos, oficinas e escrevendo editais voltados à promoção da cultura e da arte comunitária. É fotógrafo e trabalhou na realização dos curtas "Tia Dita no Raiar da Aurora" e "Gentilmente". Em 2020, coordenou a campanha humanitária "Cohab contra o Corona".João Carlos de Andrade / Joka Andrade é ator, produtor e gestor cultural. Atualmente, é integrante do NÚCLEO ARTÍSTICO DAMALA e da GESTÃO DO ESPAÇO CULTURAL CITA em São Paulo. É responsável por festivais como o Circuito de Integração de Todas as Artes e diversas edições do FESTICAL (Festival Nacional de Teatro do Campo Limpo). Atuou em projetos como "Deburu Força pro Maracatu" (Fomento à Cultura da Periferia, 9ª EDIÇÃO) e "Proj. Terristoria Poranduba" (40ª Edição de Fomento ao Teatro).Marcelo de Oliveira Martins é skatista desde 1989, educador e ativista social, nascido em Cidade Tiradentes. É coordenador de projetos do LOVE CT SKATE desde 2011. Fundou a LOVE CT Inclusão e Resgate Skateboarding com o financiamento do programa VAI 1 (2011). Conquistou o VAI 1 (2011 e 2012), VAI 2 (2015) e a LEI de FOMENTO A PERIFERIA (2016 e 2023), atuando como coordenador geral do Coletivo.Noemia Oliveira Mendonça é cearense, moradora da Brasilândia, Educadora Popular e militante dos Direitos Humanos. É Coordenadora do Espaço Cultural Jardim Damasceno (ECJD). Participa de diversos fóruns de participação popular, projetos sociais e ambientais como a horta comunitária do ECJD e o coletivo de mulheres Perifa Alimenta.Gustavo Gomes Pagador é professor de Geografia no Ensino Fundamental 2 na rede municipal de Ferraz de Vasconcelos. É formado em Geografia pela USP e tem segunda licenciatura em Pedagogia. É fundador e responsável pela produção e direção do coletivo Imagem e Som desde 2016, que realiza projetos sobre a cultura musical brasileira, como a série documental "O Preto Som das Ruas". É Co-Responsável pela produção geral e audiovisual do coletivo Cine Campinho desde 2012.Marcello Nascimento de Jesus é pós-graduado pela Unifesp e graduado em Geografia pelo IFSP. É pesquisador no Centro de Estudos Periféricos (CEP-Unifesp). É integrante do Coletivo C.O.R.A.G.E.M. (desde 2017) e do Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores de Favela de Santo André - MDDF (desde 2012). Foi Coordenador da Casa de Cultura Raul Seixas (2015 e 2016). Participou ativamente da criação e articulação do Fórum de Cultura da Zona Leste e da criação e aprovação da Lei de Fomento à Cultura da Periferia de São Paulo.Melissa Flor é produtora e articuladora cultural, atualmente com 24 anos. Foi integrante do coletivo Mesquiteiros de 2014 até 2022, atuando como poeta, mediadora de leitura, fotógrafa e produtora cultural. Atualmente, é Gestora da Ocupação Cultural Mateus Santos e produtora cultural do Cia Canto de Omiô e do Cine Toca. Apresenta o podcast QuebraCast - Mulheres na Ocupa.Fernando Ferrari de Souza é articulador social, produtor cultural e sociólogo. Foi Co Deputado Estadual pela Bancada Ativista (2019-2023) na Assembleia Legislativa de São Paulo. É fundador, articulador e mobilizador pela Lei de Fomento à Cultura da Periferia (2013-2017). Foi fundador e articulador de diversos Saraus (Vila Fundão, Candeeiro, A Voz do Povo e ConversAfiada). Atua ativamente em Direitos Humanos e Infraestrutura Urbana, incluindo a articulação para distribuição de 20 mil cestas básicas durante a Pandemia (2020-2021).Jaison Pongiluppi faz a gestão e coordenação de projetos que dialogam entre cultura, educação e meio ambiente. É integrante da Casa Ecoativa, um centro eco-cultural na Ilha do Bororé, e coordenador de projetos desde 03/2015. Articula o projeto "Adrião Escola Aberta" e o Memorial da Ilha do Bororé. Foi premiado com o Prêmio Tina Galvão de Direitos Humanos em 2019.Pablo Paternostro é produtor cultural, diretor audiovisual, técnico de Streaming, fotógrafo e especialista em cultura digital. É produtor cinematográfico e diretor de Streaming no coletivo audiovisual Laia Periférica (desde 2016) , e sócio fundador e diretor de audiovisual da Japuara Produções (desde 2019). É músico, educador, brincante e pesquisador de culturas tradicionais populares na Cia Canto de Omiô, Cia Caracaxá e Baque CT. É membro cofundador da rede de educação popular UniDiversidade de Saberes (desde 2017) e articulador cultural no Fórum de Cultura da Zona Leste (desde 2014). Ministrou diversas oficinas sobre cultura digital e controle popular do orçamento público.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.