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O projeto visa promover a capacitação cultural e profissionalizante de jovens de 15 a 29 anos, em dois municípios da Região Metropolitana de Salvador, Bahia, por meio da formação em Capoeira Angola como Patrimônio Cultural Imaterial. A proposta inclui oficinas de canto, luteria, empreendedorismo e marketing digital, culminando na formação de uma Orquestra de Berimbaus e na realização de apresentações públicas acessíveis, fortalecendo a inserção dos participantes na economia criativa.
Produto 01 – Ciclo de Capacitação Profissional e Educação Patrimonial em Capoeira Angola Programa formativo composto por encontros presenciais realizados em dois municípios da Região Metropolitana de Salvador (BA), voltado para jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social. O ciclo oferece conteúdos teóricos e práticos sobre Capoeira Angola como patrimônio cultural imaterial, incluindo módulos de musicalidade (toques, cantos, percussão), luteria (confecção de berimbau e caxixi), empreendedorismo cultural, elaboração de projetos e captação de recursos. A formação visa qualificar os participantes para atuação como agentes culturais, educadores e empreendedores no campo da cultura afro-brasileira. Produto 02 – Orquestra de Berimbaus Formação musical composta por 25 jovens selecionados entre os participantes do ciclo formativo. A Orquestra de Berimbaus tem como objetivo aprofundar a prática musical coletiva da Capoeira Angola, promovendo a afinação e harmonização do berimbau em arranjos inéditos, combinando tradição e inovação. Os ensaios culminam na criação de um repertório autoral que será apresentado ao público em eventos culturais gratuitos, fortalecendo a presença do instrumento símbolo da cultura afro-brasileira em palcos artísticos e educativos. Produto 03 – Apresentações Abertas ao Público Realização de cinco eventos gratuitos e acessíveis em praças, centros culturais ou escolas públicas das cidades participantes. Cada apresentação contará com rodas de Capoeira Angola, cantos tradicionais, intervenções culturais e a performance da Orquestra de Berimbaus. As ações visam difundir a Capoeira como bem cultural imaterial, promover o protagonismo dos jovens envolvidos e sensibilizar a comunidade para a importância da valorização da cultura afro-brasileira. Todos os eventos contarão com estrutura de acessibilidade para pessoas com deficiência.
Objetivo Geral: Promover a capacitação cultural e profissionalizante em Capoeira Angola para jovens em situação de vulnerabilidade social, de 15 a 29 anos, em dois municípios da Região Metropolitana de Salvador, Bahia, visando a inserção produtiva na economia criativa. O percurso formativo aborda a transmissão e preservação da Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial e inclui oficinas de canto, luteria (confecção de instrumentos), formação de orquestra de berimbaus e apresentações abertas ao público, além de treinamentos na área de empreendedorismo e marketing digital, promovendo o acesso a ferramentas fundamentais para a atuação profissional, capacitando os participantes como jovens Agentes Promotores da Capoeira Angola. Objetivos Específicos 1) Produto: ciclo de formação e capacitação profissionalRealizar ciclos formativos em dois municípios da Região Metropolitana de Salvador (Vera Cruz e Salvador), com foco em educação patrimonial, cantos tradicionais da capoeira (ladainha, corrido e louvação), confecção de instrumentos musicais (berimbau e caxixi), empreendedorismo cultural e elaboração de projetos.Cada ciclo será composto por 09 encontros de 8h, totalizando 72h por município e 360h de formação no total. 2) Produto: formação de jovens protagonistas da culturaCapacitar 150 jovens entre 15 e 29 anos, sendo 75 por município, para atuação no mercado cultural, com ênfase em práticas de tradição afro-brasileira e economia criativa.O produto visa gerar competências técnicas e sociais para inserção produtiva e fortalecimento das cadeias culturais locais. 3) Produto: orquestra de berimbausFormar e ensaiar uma Orquestra de Berimbaus composta por 25 jovens selecionados entre os participantes do projeto.Serão realizados 08 encontros de 4h cada, totalizando 32h de ensaios, com repertório baseado em ritmos e cantos tradicionais. 4) Produto: apresentações públicas e mostras culturaisRealizar 05 apresentações públicas integrando rodas de capoeira, cantos tradicionais e exibição da Orquestra de Berimbaus, com uma estimativa de pública de público por apresentação de 150 pessoas, totalizando 750 nas 05 apresentações. Todos os eventos contarão com estrutura de acessibilidade e entrada gratuita, fortalecendo a democratização do acesso à cultura e a valorização do patrimônio imaterial afro-brasileiro
O projeto Arco Sonoro representa uma iniciativa estratégica que une capacitação profissional e ações de salvaguarda da Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, estimulando a inserção produtiva de jovens em situação de vulnerabilidade social da Região Metropolitana de Salvador-BA no mercado cultural. A Capoeira Angola é uma expressão de grande relevância histórica, simbólica e política, cuja preservação exige ações contínuas de transmissão de saberes e práticas. No entanto, a sua manutenção enfrenta desafios estruturais: precariedade de condições para mestres e praticantes, ausência de políticas públicas voltadas para a profissionalização de jovens capoeiristas e risco de descaracterização frente à mercantilização e perda de vínculos com sua ancestralidade. A Educação Patrimonial constitui-se de processos educativos que têm como foco o patrimônio cultural, apropriado socialmente como recurso para a compreensão sócio-histórica das referências culturais em todas as suas manifestações, a fim de colaborar para seu reconhecimento, valorização e preservação (IPHAN). Por "salvaguarda" entendem-se as medidas que visam garantir a viabilidade do patrimônio cultural imaterial, tais como a documentação, a investigação, a proteção, a promoção, a valorização, a transmissão _ essencialmente por meio da educação formal e não formal _ e a revitalização deste patrimônio em seus diversos aspectos (Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de 2003/Unesco e Programa Nacional do Patrimônio Imaterial _ PNPI/Iphan). Salvaguardar também significa buscar estratégias para que os Mestres possam viver dignamente da sua arte. Diante disso, Arco Sonoro propõe um percurso formativo que une tradição e inovação, oferecendo formação técnica e teórica nas áreas de educação patrimonial, musicalidade (toques, cantos e confecção de instrumentos), além de estimular o empreendedorismo no setor cultural. O projeto visa também fortalecer a autoestima dos jovens através da valorização da cultura africana, proporcionar geração de renda e construir pontes entre os saberes tradicionais e o mercado contemporâneo da economia criativa. A partir da capacitação profissionalizante, os jovens tornam-se promotores da Capoeira Angola em seus territórios; nas oficinas de luteria e empreendedorismo, desenvolvem autonomia e geração de renda ao aprenderem a construir berimbaus e caxixis — ofícios reconhecidos pela legislação brasileira como patrimônio cultural e atividade artesanal, produzidos com matéria-prima orgânica, reafirmam o compromisso com práticas sustentáveis e valorizam o vínculo entre natureza, tradição e identidade cultural. Complementarmente, as oficinas de empreendedorismo e marketiplace oferecem ferramentas práticas para que os jovens aprendam a divulgar e comercializar seus produtos online, ampliando seu acesso ao mercado e fortalecendo sua profissionalização na economia criativa. A formação da Orquestra de Berimbaus cria uma estética sonora e visual impactante, onde a força simbólica do instrumento - central na tradição angoleira - se manifesta como imagem de impacto e resistência. Amplia esse processo ao transformar o aprendizado em expressão ancestral, coletiva e artística, combinando-se a apresentações culturais realizadas em parceria com instituições que atendem pessoas com deficiência, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso e a inclusão. As ações abrangem territórios marcados por baixos investimentos culturais, revelando o compromisso com a descentralização da produção artística e com o fortalecimento de regiões historicamente negligenciadas como o nordeste. A proposta atende jovens de 15 a 29 anos, faixa etária marcada por lacunas de oportunidades e maior exposição à violência. Nesse contexto, compreende-se a Capoeira como um instrumento de reconstrução de identidades historicamente marginalizadas. O projeto também constrói trajetórias de resgate, salvaguarda e empoderamento, alinhando-se diretamente às diretrizes do Plano de Salvaguarda da Capoeira Angola na Bahia (IPHAN), reconhece a importância de ações formativas para a continuidade dos saberes tradicionais e a valorização dos mestres e praticantes como guardiões da memória coletiva. Em razão de seu alcance social, cultural e formativo, o uso de recursos públicos via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se justifica plenamente. A captação por este mecanismo permitirá oferecer formação gratuita, acesso igualitário, estrutura adequada para as atividades e a valorização de mestres e fazedores de cultura tradicional que, historicamente, têm sua atuação invisibilizada ou precarizada. ENQUADRAMENTO LEGAL _ LEI FEDERAL Nº 8.313/91 (Lei Rouanet) O projeto Arco Sonoro enquadra-se no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especificamente nos seguintes incisos: Inciso I _ Estímulo à produção cultural independente e ao acesso aos bens e serviços culturais. O projeto promove o fortalecimento da produção cultural independente ao capacitar jovens capoeiristas e mestres populares para atuarem como agentes culturais, empreendedores e educadores, ampliando o acesso aos bens culturais por meio de apresentações públicas com estrutura de acessibilidade. Inciso II _ Proteção e valorização do patrimônio cultural e histórico. Arco Sonoro atua diretamente na salvaguarda da Capoeira Angola, reconhecida como patrimônio cultural imaterial brasileiro, através da transmissão de saberes ancestrais e da valorização de práticas tradicionais como a luteria e os cantos (ladainha, corrido e louvação), essenciais para sua continuidade. Inciso IV _ Apoio à capacitação de recursos humanos na área da cultura. O programa oferece formação técnica, teórica e empreendedora, preparando jovens para atuação no mercado cultural e fortalecendo o campo profissional dos agentes de cultura tradicional e popular. Inciso VI _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Ao formar jovens promotores da Capoeira Angola, artesãos de instrumentos sustentáveis e empreendedores digitais, a iniciativa constrói caminhos reais de mobilidade social e geração de renda, especialmente em territórios historicamente excluídos. Ao promover a ginga como linguagem de resistência e pertencimento, a proposta reafirma que, ao educar pelo corpo, pela oralidade e pela ancestralidade, é possível reconfigurar trajetórias e construir futuros mais justos. A cultura, aqui, é motor de transformação coletiva, onde cada berimbau construído, cada jovem formado e cada gesto de cuidado com a ancestralidade reafirma o direito à dignidade, à memória e ao futuro.
As ações e diretrizes do projeto estão em consonância com o Plano de Salvaguarda da Capoeira Angola na Bahia, publicado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Superintendência do Iphan na Bahia, disponível em http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/_planosalvaguardacapoeirabahia.pdf.
Produto 01 – Ciclo de Capacitação Profissional e Educação Patrimonial em Capoeira Angola Cada ciclo formativo será realizado em 9 encontros de 8h, ao longo de 9 meses, totalizando 72h de treinamento em cada localidade. Os encontros serão presenciais, realizados em diferentes equipamentos culturais parceios. Conteúdo: Metodologia unificada de ensino da Capoeira Angola, fortalecimento de laços entre mestres e aprendizes, formação de jovens promotores culturais, práticas de intercâmbio de saberes tradicionais. Material: Metodologia própria do Instituto Cultural Bantu, instrumentos tradicionais de Capoeira Angola. Público: 150 jovens da região Metropolitana de salvador Produto 02 – Orquestra de BerimbausA Orquestra de Berimbaus é uma ação de aprofundamento musical com 25 jovens selecionados entre os participantes do Ciclo de Capacitação. A proposta é desenvolver um repertório coletivo baseado nos toques tradicionais da Capoeira Angola, explorando afinações, harmonizações e variações rítmicas que permitam a criação de arranjos contemporâneos sem descaracterizar os fundamentos da tradição. Duração: 8 encontros de 4 horas cada (32h totais). Formato: Ensaios presenciais em espaço adequado para prática musical coletiva, com orientação técnica especializada. Conteúdo: - Técnicas de afinação e timbragem do berimbau.- Estudo de toques tradicionais e variações rítmicas.- Desenvolvimento de arranjos coletivos.- Harmonia entre diferentes tipos de berimbau (gunga, médio e viola).- Ensaio geral para apresentações públicas. Material: Instrumentos musicais Equipamentos de som para apoio aos ensaios.Camisetas de identificação do grupo.Metodologia pedagógica musical com base na tradição oral da Capoeira Angola.Público: 25 jovens músicos em formação, oriundos dos ciclos de capacitação em diferentes municipios. Os encontros serão realizados na sede do Instituto Cultural Bantu, em Vera Cruz, promovendo o intercâmbio entre os diferentes grupos e territórios. Produto 03 – Apresentações Abertas ao PúblicoRealização de 5 eventos públicos gratuitos, divididos nos municípios (Vera Cruz e Salvador). As apresentações reúnem rodas de Capoeira Angola, cantos tradicionais e performance da Orquestra de Berimbaus, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira e a visibilidade dos jovens participantes como agentes culturais. Duração: cada evento terá duração de aproximadamente 3 horas. Formato: Apresentações presenciais em praças públicas, centros culturais ou escolas com estrutura de palco, som, acessibilidade e sinalização. Os eventos contarão com momentos interativos com o público. Conteúdo: - Abertura com roda de Capoeira Angola conduzida pelos mestres convidados.- Cantos tradicionais interpretados pelos jovens formados.- Apresentação musical da Orquestra de Berimbaus com arranjos desenvolvidos no processo formativo.- Breves falas sobre o projeto e a importância da salvaguarda do patrimônio imaterial. Material: Equipamentos de som e iluminação.Figurino simples (camisetas do projeto).Intérprete de Libras e acessibilidade física.Material gráfico informativo sobre a Capoeira Angola e o projeto.Registro audiovisual para documentação e divulgação posterior. Público: Comunidade em geral dos municípios atendidos, com foco em estudantes, famílias e coletivos culturais locais.
Para garantir a inclusão e o acesso de pessoas com deficiência em suas múltiplas especificidades, todas as atividades presenciais - capacitações, oficinas, ensaios e apresentações públicas - serão realizadas em escolas públicas e instituições de atendimento a pessoas com deficiência (PCDs) que já possuem acessibilidade arquitetônica adequada. A escolha desses espaços assegura que a acessibilidade física esteja garantida de forma estrutural. As equipes locais serão capacitadas para atender e orientar os usuários a respeito das adaptações adotadas, tanto no aspecto arquitetônico quanto comunicacional. As atividades formativas serão realizadas em locais com rampas e banheiros adaptados, com áreas de passagem sem obstáculos. Além disso, o projeto prevê, quando necessário, a realização de adaptações físicas nos locais de formação, como a construção de rampas de acesso e a adaptação de banheiros, reforçando o compromisso com a inclusão. Para promover um conteúdo mais acessível no ambiente digital, serão adotadas as principais práticas de acessibilidade disponíveis nas redes sociais, especialmente no Instagram. Entre elas estão: uso de texto alternativo em imagens, legendas em vídeos, hashtags acessíveis, contraste de cores adequado e linguagem inclusiva. Essas ações serão priorizadas principalmente nos conteúdos relacionados às matrículas, garantindo maior alcance, diversidade e inclusão no processo formativo dos participantes. No aspecto comunicacional, as equipes receberão treinamento sobre como atender e oferecer suporte a pessoas com diferentes tipos de deficiência, desde o processo de divulgação e inscrição até o atendimento dos beneficiados nas atividades oferecidas. Todas as medidas de acessibilidade de conteúdo serão desenvolvidas em parceria com uma empresa especializada em acessibilidade, sendo integradas desde a concepção do projeto, não como ajustes pontuais, mas como parte de uma estratégia estruturada para garantir o direito de acesso à formação cultural e às apresentações artísticas a todas as pessoas.Além disso, o projeto será planejado e executado para garantir um ambiente acolhedor, seguro e acessível para pessoas neurodivergentes (como autistas, TDAH, disléxicos, entre outros). As atividades, os espaços e a comunicação serão adaptados para respeitar diferentes formas de percepção, atenção e interação com o mundo.As ações incluirão:- Ambientes sensorialmente adequados, com atenção a ruídos, luminosidade e estímulos visuais excessivos;- Materiais visuais e linguagem acessível, com o uso de pictogramas, sinalizações claras e textos simplificados;- Capacitação da equipe para o acolhimento e mediação inclusiva, valorizando a escuta empática e o respeito às diferenças;- Flexibilidade de participação, permitindo pausas, tempos diferenciados e apoio individualizado quando necessário.Dessa forma, o projeto busca promover inclusão efetiva e participação plena de pessoas neurodivergentes, alinhando-se aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e às diretrizes de acessibilidade cultural.
O projeto Arco Sonoro prioriza a gratuidade e a inclusão em todas as etapas de sua realização. A seguir, descrevemos as formas de distribuição, acesso e ampliação de público: Distribuição e Comercialização dos ProdutosTodos os produtos resultantes do projeto, incluindo as apresentações da Orquestra de Berimbaus, rodas públicas de Capoeira Angola e os conteúdos formativos (apostilas, vídeos e registros audiovisuais), serão oferecidos de forma totalmente gratuita ao público. Não haverá cobrança de ingressos, mensalidades ou qualquer tipo de taxa para participação dos beneficiários nas oficinas formativas. Os registros audiovisuais das apresentações e momentos formativos serão organizados e disponibilizados de forma online e gratuita, por meio de plataformas acessíveis como YouTube, redes sociais e sites parceiros, garantindo que o conhecimento produzido possa circular além dos territórios diretamente atendidos. Medidas complementares de ampliação de acessoApresentações Públicas Gratuitas Serão realizadas cinco apresentações abertas ao público, em espaços públicos ou de fácil acesso nos dois municípios atendidos (Vera Cruz e Salvador), com estrutura de acessibilidade (intérprete de Libras, rampas e assentos preferenciais), incluindo roda de Capoeira Angola, exibição de cantos tradicionais e performace da Orquestra de Berimbaus. Ensaios Abertos e Oficinas Paralelas Alguns dos ensaios da Orquestra de Berimbaus serão abertos à comunidade local, funcionando como ações de sensibilização para o público geral, Transmissão e Difusão Digital As apresentações públicas e alguns encontros formativos serão transmitidos ao vivo ou gravados e publicados nas redes sociais e canais do projeto, garantindo o acesso de pessoas de outras regiões. Todo o conteúdo será legendado e adaptado para promover maior acessibilidade comunicacional. Parcerias com Escolas Públicas e Pontos de Cultura Serão realizadas articulações com escolas públicas, centros culturais comunitários e pontos de cultura das regiões atendidas, para garantir a presença de alunos e moradores nas atividades públicas e fomentar a continuidade das ações após o encerramento do projeto.
O Instituto Cultural Bantu será responsável pela gestão do projeto, abrangendo as áreas administrativa, técnica e financeira. Coordenará o cronograma das atividades formativas em cada município, incluindo a capacitação da equipe de facilitadores. Faz parte de suas atribuições a captação e mobilização de jovens, garantindo o acesso democrático às atividades, bem como a implementação de ações de acessibilidade física e de conteúdo. O Instituto também cuidará da documentação audiovisual e da produção de materiais pedagógicos acessíveis, assegurando o acompanhamento contínuo da execução e o alcance dos resultados sociais, culturais e econômicos propostos. O Instituto compromete-se a cumprir integralmente as normas fiscais, trabalhistas e regulamentares exigidas pela Lei de Incentivo à Cultura, prezando pela transparência, responsabilidade e legalidade. Complementarmente, realizará atividades de monitoramento e avaliação de impacto, oficinas abertas à comunidade, produção de relatórios técnicos e artísticos e disseminação de conteúdos culturais digitais, ampliando o acesso e o legado do projeto. Curriculum dos profissionais Edielson da Silva Miranda (Mestre Roxinho)Coordenador Geral e PedagógicoCapoeirista há 44 anos. Mestre de Capoeira Angola, fundador e CEO do Instituto Cultural Bantu - organização sem fins lucrativos com sede em Vera Cruz-BA. 30 anos de experiência no trabalho socioeducativo através do ecossistema da Capoeira Angola e da cultura de matriz africana no Brasil, Austrália, Filipinas e EUA, com foco no tratamento de trauma, reabilitação e inserção social de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e violência. Recebeu o reconhecimento como Doutor Honoris Causa pela Ordem Dos Capelães do Brasil. Vencedor e embaixador do Prêmio LED - Luz na Educação, que reconhece iniciativas de alto impacto no setor. Lidera toda a execução pedagógica e institucional do projeto. Marcelo GuerraEducador Cultural - Capoeira Angola e LuteriaContra-Mestre de Capoeira Angola, percussionista e educador social.Mestre em Educação, Cultura e Identidade pela UFRPE/FUNDAJ, com pesquisa voltada à musicalidade da Capoeira Angola na formação de identidades de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, tendo também atuado como bolsista CNPq pelo projeto “Mar a Vista”, desenvolvido na UFAL. No campo profissional, acumula uma trajetória marcada pelo compromisso com a cultura afro-brasileira, a educação popular e a valorização das ancestralidades. Atua como educador social no Instituto Cultural Bantu e é cofundador do Projeto Ijogum – Capoeira Angola & Cidadania, com sede em Olinda (PE); É consultor pedagógico em Educação nas Relações Étnico-Raciais (UFPE), ex-professor de Geografia no pré-vestibular Instituto Quilombo Ilha, capoeirista desde 1999 e Contramestre da Escola de Capoeira Angola Mato Rasteiro. Alabê do Ilê Alaganju Asé Omolomin (Paulista - PE), também integra o Grupo de Samba de Roda Paraguassu na Linha do Mar como percussionista. É ainda coautor dos eBooks Comunidade Scratch Recife e Educação das Relações Étnico-Raciais numa Abordagem Afrocentrada. Genivaldo dos Santos Ferreira (Mestre Pingo)Educador Cultural - Capoeira Angola e Percussão AfroNatural de Salvador-Bahia, começou na capoeira aos 10 anos. Aos 19 anos foi aprovado na audição do Ballet Folclórico da Bahia, no mesmo período participou do projeto percussivo no Atelier do Mestre Lua Rasta, no município de Lauro de Freitas. Ingressou no projeto Agentes Jovens como Orientador Social. Em 2018 foi formado Mestre de Capoeira Angola e participou de sua primeira viagem internacional, com destino à Alemanha, passando pela Suíça e França. Desde 2024 faz parte do quadro de colaboradores do Instituto Cultural Bantu como educador, oferecendo atividades socioculturais através da Capoeira Angola. É fundador e coordenador do projeto social Semear Angoleiros, no Município de Lauro de Freitas, Itinga-Bahia há 11 anos. Júlia Nakamura VernilloCoordenadora das oficinas de Empreendedorismo no mercado culturalFormada em Cinema, com pós-graduada em Gestão de Projetos e Metodologias Ágeis (MBA), é sócia da RAMAR Comunicação Digital, educadora social e especialista em empreendedorismo digital para projetos culturais. Será responsável pela formação dos jovens na Formação em Empreendedorismo DigitalNatália OteroCoordenadora de Cultura e Articulação Bacharela em Museologia pela Universidade Federal da Bahia (2022), Natália é Coordenadora de Cultura e Articulação no Instituto Cultural Bantu, onde atua na captação de recursos e organização dos eventos culturais. Colabora também no campo educativo e de apoio à direção-geral. Atual diretora-geral e artística do grupo de dança negra Bantu Ilé Ijó – Corpos que se Movimentam, além de museóloga, é multiartista, produtora cultural, fazedora de cultura e designer de mídias sociais. Simone PaixãoFunção: Diretora Administrativo-Financeira. Psicóloga comportamental e diretora do Instituto Cultural Bantu. Especialista em gestão financeira de projetos sociais e culturais, responsável pela gestão orçamentária, movimentação financeira, supervisão da prestação de contas e obrigações fiscais. Guilherme FogaçaRealizador Audiovisual Formado em Cinema, produtor audiovisual, fotógrafo e produtor cultural. Especialista em captação de recursos para projetos de cultura popular e sustentabilidade. Atuará na produção e captura audiovisual de todo o projeto, registrando as atividades de formação, ensaios, oficinas e apresentações. Sua produção audiovisual garantirá a promoção da identidade da marca Instituto Cultural Bantu, o fortalecimento institucional e a devida valorização dos patrocinadores do projeto. Vanessa Rodrigues Bastos Coordenação técnica Especialista em comunicação organizacional e relações-públicas com 18 anos de experiência na elaboração e gestão de projetos realizados por meio de parcerias público-privadas e leis de incentivo nos setores de educação, cultura, turismo, saúde e terceiro setor. Há 10 anos atua em iniciativas com foco em responsabilidade, empreendedorismo social e ESG/ASG (Governança Social e Ambiental). Em março/2025 concluiu o curso de pós-graduação em Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes. Será responsável pela elaboração de contratos, criação de fluxos de trabalho, controle porçamentário, verificação e organização de documentos comprobatórios, elaboração de relatórios de execução, entre outras.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 22/01/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de a