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Florestas Adormecidas é um documentário poético de 20 minutos que celebra o universo cultural e simbólico das sementes de árvores nativas do Cerrado. O filme revela a beleza, a diversidade e papel essencial ds sementes na regeneração do planeta, enquanto dá voz a indígenas, quilombolas, pequenos produtores e ambientalistas — guardiões das florestas e dos saberes que mantêm viva a relação entre natureza e cultura. Ao mostrar como as sementes alimentam, curam e perpetuam a vida, o filme transforma o olhar sobre o ato de semear, convidando à contemplação, à valorização da diversidade cultural e à reflexão sobre o futuro da Terra.
Florestas Adormecidas é um documentário poético que revela o universo das sementes de árvores nativas do Cerrado — pequenas cápsulas de vida que guardam memórias ancestrais e anunciam o futuro da Terra. Através dos olhares e vozes de povos indígenas Xavante, comunidades quilombolas Kalunga, cientistas e ambientalistas, o filme constrói uma narrativa que une arte, ciência e cultura, mostrando as sementes como símbolos de resistência, sabedoria e esperança. Entre florestas preservadas, rituais, cantos e viveiros de restauração, o documentário convida o espectador a uma imersão sensorial e espiritual, onde semear é também um ato cultural — um gesto de amor à vida e à continuidade do planeta.
Promover a valorização das sementes como símbolos de vida, diversidade e regeneração ambiental e cultural, por meio da realização do documentário "Florestas Adormecidas", que busca sensibilizar o público sobre sua importância ecológica e seu papel nos saberes e tradições dos povos. O projeto pretende despertar o encantamento e o respeito pelas sementes e pelos guardiões que preservam seus usos e significados, fortalecendo o vínculo entre natureza, cultura e sustentabilidade. OBJETIVOS ESPECIFICOS Revelar a diversidade e a beleza das sementes, destacando suas funções ecológicas, estéticas e simbólicas, e seu papel essencial na regeneração dos ecossistemas; Valorizar os saberes tradicionais e culturais relacionados ao uso das sementes — na alimentação, na medicina natural, na confecção de utensílios e nas práticas espirituais e comunitárias; Dar visibilidade a povos indígenas, quilombolas, pequenos produtores rurais e ambientalistas, reconhecendo-os como guardiões das sementes e da biodiversidade; Promover a conscientização ambiental e cultural, estimulando o público a refletir sobre sua relação com a natureza e sobre a importância da preservação das florestas e das espécies nativas; Contribuir para o registro audiovisual e a difusão de conhecimentos sobre as sementes, ampliando o acesso à informação e fortalecendo o diálogo entre ciência, arte e cultura popular; Inspirar ações de preservação e reflorestamento, incentivando práticas sustentáveis e o respeito pelos ciclos naturais da Terra.
"Florestas Adormecidas" nasce da urgência de reconectar o ser humano à natureza, por meio do olhar sensível e simbólico sobre as sementes — elementos vitais que guardam, em sua pequena estrutura, a memória, a diversidade e o futuro da vida na Terra.As sementes são portadoras de histórias, saberes e culturas. Alimentam, curam, perfumam, vestem e inspiram o imaginário de povos em todo o mundo. No entanto, em um tempo de crise ambiental e de perda acelerada da biodiversidade, muitas dessas espécies e conhecimentos tradicionais estão desaparecendo silenciosamente. Registrar e valorizar essas sementes é, portanto, uma forma de resistência cultural e de preservação do patrimônio natural e imaterial da humanidade.O filme propõe um mergulho poético e sensorial nesse universo, destacando não apenas sua importância ecológica, mas também o valor cultural e simbólico que as sementes possuem nos modos de vida de povos indígenas, comunidades quilombolas, agricultores e guardiões da terra. São eles que mantêm vivas as práticas ancestrais de cultivo, colheita e troca de sementes — saberes que garantem a continuidade das florestas e a segurança alimentar das futuras gerações."Florestas Adormecidas" pretende sensibilizar o público por meio da arte e da beleza, transformando o cinema em um instrumento de educação ambiental, valorização cultural e reflexão poética sobre a relação entre humanidade e natureza. Ao unir depoimentos reais e imagens contemplativas, o curta busca despertar o encantamento e o respeito pelas sementes, promovendo uma nova consciência sobre a responsabilidade coletiva na preservação da vida.Assim, a realização deste projeto justifica-se pela necessidade de documentar e difundir os saberes tradicionais, estimular a reflexão ambiental, e fortalecer o diálogo entre cultura e natureza, propondo uma narrativa inspiradora sobre o futuro que germina em cada semente.
Proposta de Linguagem e EstiloFlorestas Adormecidas adota uma linguagem poética e contemplativa, em que imagem, som e silêncio se entrelaçam para criar uma experiência sensorial e imersiva. A proposta estética parte da observação da natureza em seu estado mais puro — o movimento das sementes, o som dos ventos, o brilho da luz sobre as folhas — como forma de expressar a potência simbólica e espiritual que habita o Cerrado.A narrativa se constrói de modo não linear, guiada mais pela emoção e pela escuta do que pela cronologia. As falas de indígenas, quilombolas, cientistas e coletores de sementes surgem como vozes que se complementam, compondo um mosaico de saberes e sensibilidades. Não há hierarquia entre o discurso científico e o tradicional: ambos coexistem em harmonia, revelando que o conhecimento sobre a terra é múltiplo e interdependente.A fotografia explora a macrofilmagem e o ritmo lento, permitindo que o espectador perceba a textura, a forma e o mistério de cada semente como se fossem pequenas obras de arte. A trilha sonora é construída a partir de sons orgânicos — água, vento, pássaros, o estalar das sementes — integrados a elementos musicais sutis, que evocam o sagrado e a ancestralidade.A montagem privilegia o tempo da natureza, alternando momentos de contemplação com depoimentos e cenas de campo. A fusão entre imagem e som busca despertar uma percepção ampliada da paisagem e um estado de escuta profunda, em que o espectador é convidado a sentir, mais do que compreender racionalmente.O estilo visual e narrativo de Florestas Adormecidas se aproxima da videoarte e do cinema sensorial, propondo um encontro entre o documentário e a poesia visual. Assim, o filme se torna não apenas um registro, mas uma vivência estética e espiritual — um convite para despertar junto às florestas e às sementes que dormem, à espera de renascer.
Título: Florestas AdormecidasGênero: Documentário poético e ambientalDuração: 20 minutosFormato: Digital (4K UHD)Finalidade: Exibição em festivais, mostras, TV pública, plataformas de streaming e ações educativas e ambientais. Formato de Captação:· Câmeras: digital 4K · Resolução: 4096 x 2160 (4K DCI)· Color Space: Rec.709 / Log (para gradação posterior)Som:Captação: microfones de lapela, boom e microfones de campo estéreo para ambiências naturais.Edição e Pós-produção:Software: Adobe Premiere Pro / After EffectsCorreção de cor: LUTs personalizadas, realce de texturas naturais e tons terrosos do CerradoTratamento de som: mixagem e masterização profissional com paisagens sonoras originaisTrilha sonora original: composta com instrumentos orgânicos e sons do CerradoIdioma:Português (com legendas em inglês e espanhol)Locações:Regiões do Cerrado brasileiro (Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal), em áreas de coleta de sementes, viveiros e comunidades tradicionais.Distribuição e Exibição:· Exibição gratuita em praças, escolas, centros culturais e plataformas digitais.· Envio para festivais de cinema ambiental e documentários.· Ações educativas em parceria com instituições ambientais e universidades.Classificação Indicativa:Livre para todos os públicos.
O curta-metragem “Florestas Adormecidas” será produzido com recursos de acessibilidade que garantam o acesso pleno ao conteúdo por pessoas com deficiência auditiva e visual.O filme contará com:· Libras (Língua Brasileira de Sinais) — interpretação integral do conteúdo, possibilitando que pessoas surdas tenham acesso à narrativa e aos depoimentos apresentados.· Audiodescrição — recurso sonoro que descreve as imagens, cenários e ações, ampliando a compreensão para pessoas cegas ou com baixa visão.· Legenda descritiva — contendo informações sobre falas, sons ambientes e trilha sonora, assegurando a inclusão de pessoas com deficiência auditiva.Esses recursos serão incorporados desde a fase de pós-produção, garantindo qualidade técnica e sensibilidade artística na adaptação. A proposta reafirma o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e à informação, ampliando o alcance do filme e promovendo uma experiência inclusiva e acessível a todos os públicos.
O projeto Florestas Adormecidas propõe a exibição gratuita do documentário em diferentes regiões do país, incluindo os municípios onde foram feitas as captações de imagens e entrevistas, com o objetivo de ampliar o acesso da população a produções audiovisuais de caráter artístico, cultural e ambiental. As sessões serão realizadas em espaços públicos, escolas, universidades, centros culturais e comunidades tradicionais, garantindo que pessoas de diferentes faixas etárias e contextos sociais possam vivenciar o filme e refletir sobre suas temáticas. O filme vai ser exibido em festivais, mostras, escolas, comunidades tradicionais e posteriormente será disponibilizado nas redes sociaisA iniciativa busca descentralizar o acesso à produção audiovisual, levando o cinema para além das salas convencionais e aproximando-o de públicos que raramente têm oportunidade de participar de exibições culturais. Além das projeções, o projeto prevê rodas de conversa e encontros com o público, incentivando o diálogo sobre as sementes, a preservação ambiental e os saberes tradicionais apresentados no filme.Dessa forma, Florestas Adormecidas contribui para a democratização da cultura e para a formação de uma consciência ambiental coletiva, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e cidadania.
A dirigente da Deslimites será a diretora do documentário FLORESTAS ADORMECIDASLU BIGATÃO RIOS / DIRETORAAtriz formada pela USP- Universidade de São Paulo, jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Mestre em Meio Ambiente pela UNIDERP. Atua no teatro, televisão e na educação ambiental. São 30 anos de trabalho em televisão, atuando como repórter, diretora e apresentadora. Entre os programas destaca-se Corixos e Cochichos, Oficina de Idéias, Plantas do Cerrado, Sala de Corte, Culte, entre outros. Produziu e dirigiu documentários que marcaram época como Caá- a Força da Erva, Terra das Águas e Folia dos Malaquias. São 40 anos dedicados ao teatro com mais de 50 espetáculos montados, inúmeros deles com temática ambiental. Escreveu, dirigiu e produziu as peças: Coragem Moçada, Piraputanga, Mulheres em Cena, Mbureo- A Saga dos Ervais, Guardiões, As Aventuras do Mundo Encanado, entre outras. Ganhou diversos prêmios na sua carreira, tanto em teatro, como na televisão. Entre eles: três prêmios “O Ambiente em Cena”, três “Jacaré de Prata” e dois prêmio em jornalismo Ambiental. Trabalha na TV Educativa de MS e é diretora da Florescer do Cerrado, com trabalhos voltados ao meio ambiente, cultura e educação.ROSINEY BIGATÃO/ ROTEIRISTAjornalista com mais de 30 anos de experiência. Já dirigiu e roteirizou inúmeros documentários, entre eles Terra da Águas, Caá, a força da erva, Folia dos Malaquias, Campo Grande das Araras, Fujona, Pé de histórias, Em Cantos Verdes, entre outros. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UNIDERP (Universidade para o Desenvolvimento do Pantanal e atua como jornalista regulamentada desde 1988. Atualmente trabalha na produção de conteúdo para vídeos empresariais e institucionais. Coordena a produção de vídeos para o Encontro Natura, da empresa de mesmo nome. Foi Redatora Sênior da TV1 Vídeos, Empresa Brasileira de Comunicação e Produção até Julho de 2008. É mestranda no Programa de Comunicação e Semiótica da PUC/SP com o projeto de pesquisa: "A construção da imagem do peão pantaneiro - a inscrição da TV e do rádio na cultura mestiça do Pantanal de MS", sob orientação do Professor Doutor José Amálio de Branco Pinheiro. FERNANDA KUNZLER/ PRODUTORA Atriz, educadora popular, graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Pós graduada em “Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais”, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Programa de Formação de Conselheiros da República, 2013/2014, e, em “Estado, Gestão e Políticas Públicas”, Fundação Perseu Abramo/Santo André/SP/2015-2016. Desde 2002, atua na área teatral como produtora e atriz no Teatral Grupo de Risco (MS), colaborando com diversos projetos históricos culturais de pesquisa e desenvolvimento da identidade sul-mato-grossense. Participou de várias projetos culturais, de circulação e montagens teatrais. CARLOS DIEHL / EDITOR Produtor audiovisual e comunicador com uma vasta e impactante carreira. Formado em Publicidade e Propaganda pela UCDB, sua trajetória educacional inclui uma pós-graduação lato sensu pela UFMS em Imagem e Som, mestrado em Estudos de Linguagens, e é doutorando em Comunicação pela UFMS. Desde 1998, atua como produtor executivo na TVE/MS, desempenhando também papéis como diretor, roteirista e editor, com diversas produções em seu portfólio, algumas exibidas nacionalmente. Como produtor executivo, Diehl se destaca na produção de programas de TV premiados, documentários e curtas, como as séries documentais "O Pantanal é Aqui", exibido em rede nacional pela TV Brasil, “Expedição MS”, com exibição prevista pela EBC, “Van Filosofia”, que será exibido por todas as tvs públicas e educativas, por meio do Prodav das TVs Públicas, bem como das séries infantis “Corichos e Coxixos” e “Direção Legal”, esta premiada nacionalmente como uma dos 3 melhores programas nacionais de educação no Trânsito, pelo Denatran. Seu talento também se estende à produção de filmes, como “Folia dos Malaquias, o Divino na Pontinha do cocho”, "Cadê Você, Jhonie?", "Fujona, Em Busca da Liberdade", “Gertrudes”, “Campo Grande das Araras”, “Um Pé de Histórias”. O produtor executivo também administrou vários programas da TVE/MS como Olhares, Estação Cultura, Identidade, Conversa de Domingo, Sala de Corte, Panorama MS, Na Cadeira do VJ, Entre Livros, Cult.e, entre vários outros ao longo de 25 anos de carreira e atualmente atua como diretor do programa Expedição MS, exibido pela EBC, está editando o curta-metragem Encantos Verdes e está como responsável pela criação do núcleo de documentários da TVE/MS. ISRAEL MIRANDA- DIRETOR DE FOTOGRAFIAIsrael José Amorim Miranda, cineasta e produtor audiovisual, sócio proprietário da produtora FUNDO DA VILA FILMS sediada em Campo Grande/MS. Produziu, dirigiu, editou e fez direção de fotografia em dezenas de filmes, entre eles: A Dama do Rasqueado– DOC – Direção: Marinete Pinheiro / “Sobá, Trilhos e Silêncio” – Direção: Mhiguel Horta / “Coisa de Negro” – DOC– Direção: Israel – Produção Fundo Da Vila Films / “Crime Barato” – Direção: Mhiguel Horta – Produção: Fundo Da Vila Films e Produtor e Direção de Fotografia/ “A Carta” – FIC – Direção: Eduardo Góes–Produção: Léo Niclkevitz / “Outra Chance” – DOC – Direção: Davi Pierre – Produção: Fundo da Vila Films e Rose Borges Produção Atividade: Produção Executiva, Direção de Fotografia /“Beth e Betinha” – DOC – Direção: Marinete Pinheiro – Atividade: Produção, Direção de Fotografia, Edição e Finalização/ “Perto do Fim” – Direção: Davi Pierre– Atividade: Direção de Fotografia/ “Cinzas” -Direção: Israel Miranda –Israel Miranda e Filipi Silveira / “O Troco” – FIC– Direção: Tero Queiroz - Atividade: Produtor, Diretor e Editor
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.