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PRONAC 2514920Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FLORESTAS ADORMECIDAS

DESLIMITES LTDA
Solicitado
R$ 268,6 mil
Aprovado
R$ 268,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2026-02-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (7)
Brasília Distrito FederalAlto Paraíso de Goiás GoiásCavalcante GoiásSão Félix do Araguaia Mato GrossoBonito Mato Grosso do SulCampo Grande Mato Grosso do SulCorumbá Mato Grosso do Sul

Resumo

Florestas Adormecidas é um documentário poético de 20 minutos que celebra o universo cultural e simbólico das sementes de árvores nativas do Cerrado. O filme revela a beleza, a diversidade e papel essencial ds sementes na regeneração do planeta, enquanto dá voz a indígenas, quilombolas, pequenos produtores e ambientalistas — guardiões das florestas e dos saberes que mantêm viva a relação entre natureza e cultura. Ao mostrar como as sementes alimentam, curam e perpetuam a vida, o filme transforma o olhar sobre o ato de semear, convidando à contemplação, à valorização da diversidade cultural e à reflexão sobre o futuro da Terra.

Sinopse

Florestas Adormecidas é um documentário poético que revela o universo das sementes de árvores nativas do Cerrado — pequenas cápsulas de vida que guardam memórias ancestrais e anunciam o futuro da Terra. Através dos olhares e vozes de povos indígenas Xavante, comunidades quilombolas Kalunga, cientistas e ambientalistas, o filme constrói uma narrativa que une arte, ciência e cultura, mostrando as sementes como símbolos de resistência, sabedoria e esperança. Entre florestas preservadas, rituais, cantos e viveiros de restauração, o documentário convida o espectador a uma imersão sensorial e espiritual, onde semear é também um ato cultural — um gesto de amor à vida e à continuidade do planeta.

Objetivos

Promover a valorização das sementes como símbolos de vida, diversidade e regeneração ambiental e cultural, por meio da realização do documentário "Florestas Adormecidas", que busca sensibilizar o público sobre sua importância ecológica e seu papel nos saberes e tradições dos povos. O projeto pretende despertar o encantamento e o respeito pelas sementes e pelos guardiões que preservam seus usos e significados, fortalecendo o vínculo entre natureza, cultura e sustentabilidade. OBJETIVOS ESPECIFICOS Revelar a diversidade e a beleza das sementes, destacando suas funções ecológicas, estéticas e simbólicas, e seu papel essencial na regeneração dos ecossistemas; Valorizar os saberes tradicionais e culturais relacionados ao uso das sementes — na alimentação, na medicina natural, na confecção de utensílios e nas práticas espirituais e comunitárias; Dar visibilidade a povos indígenas, quilombolas, pequenos produtores rurais e ambientalistas, reconhecendo-os como guardiões das sementes e da biodiversidade; Promover a conscientização ambiental e cultural, estimulando o público a refletir sobre sua relação com a natureza e sobre a importância da preservação das florestas e das espécies nativas; Contribuir para o registro audiovisual e a difusão de conhecimentos sobre as sementes, ampliando o acesso à informação e fortalecendo o diálogo entre ciência, arte e cultura popular; Inspirar ações de preservação e reflorestamento, incentivando práticas sustentáveis e o respeito pelos ciclos naturais da Terra.

Justificativa

"Florestas Adormecidas" nasce da urgência de reconectar o ser humano à natureza, por meio do olhar sensível e simbólico sobre as sementes — elementos vitais que guardam, em sua pequena estrutura, a memória, a diversidade e o futuro da vida na Terra.As sementes são portadoras de histórias, saberes e culturas. Alimentam, curam, perfumam, vestem e inspiram o imaginário de povos em todo o mundo. No entanto, em um tempo de crise ambiental e de perda acelerada da biodiversidade, muitas dessas espécies e conhecimentos tradicionais estão desaparecendo silenciosamente. Registrar e valorizar essas sementes é, portanto, uma forma de resistência cultural e de preservação do patrimônio natural e imaterial da humanidade.O filme propõe um mergulho poético e sensorial nesse universo, destacando não apenas sua importância ecológica, mas também o valor cultural e simbólico que as sementes possuem nos modos de vida de povos indígenas, comunidades quilombolas, agricultores e guardiões da terra. São eles que mantêm vivas as práticas ancestrais de cultivo, colheita e troca de sementes — saberes que garantem a continuidade das florestas e a segurança alimentar das futuras gerações."Florestas Adormecidas" pretende sensibilizar o público por meio da arte e da beleza, transformando o cinema em um instrumento de educação ambiental, valorização cultural e reflexão poética sobre a relação entre humanidade e natureza. Ao unir depoimentos reais e imagens contemplativas, o curta busca despertar o encantamento e o respeito pelas sementes, promovendo uma nova consciência sobre a responsabilidade coletiva na preservação da vida.Assim, a realização deste projeto justifica-se pela necessidade de documentar e difundir os saberes tradicionais, estimular a reflexão ambiental, e fortalecer o diálogo entre cultura e natureza, propondo uma narrativa inspiradora sobre o futuro que germina em cada semente.

Estratégia de execução

Proposta de Linguagem e EstiloFlorestas Adormecidas adota uma linguagem poética e contemplativa, em que imagem, som e silêncio se entrelaçam para criar uma experiência sensorial e imersiva. A proposta estética parte da observação da natureza em seu estado mais puro — o movimento das sementes, o som dos ventos, o brilho da luz sobre as folhas — como forma de expressar a potência simbólica e espiritual que habita o Cerrado.A narrativa se constrói de modo não linear, guiada mais pela emoção e pela escuta do que pela cronologia. As falas de indígenas, quilombolas, cientistas e coletores de sementes surgem como vozes que se complementam, compondo um mosaico de saberes e sensibilidades. Não há hierarquia entre o discurso científico e o tradicional: ambos coexistem em harmonia, revelando que o conhecimento sobre a terra é múltiplo e interdependente.A fotografia explora a macrofilmagem e o ritmo lento, permitindo que o espectador perceba a textura, a forma e o mistério de cada semente como se fossem pequenas obras de arte. A trilha sonora é construída a partir de sons orgânicos — água, vento, pássaros, o estalar das sementes — integrados a elementos musicais sutis, que evocam o sagrado e a ancestralidade.A montagem privilegia o tempo da natureza, alternando momentos de contemplação com depoimentos e cenas de campo. A fusão entre imagem e som busca despertar uma percepção ampliada da paisagem e um estado de escuta profunda, em que o espectador é convidado a sentir, mais do que compreender racionalmente.O estilo visual e narrativo de Florestas Adormecidas se aproxima da videoarte e do cinema sensorial, propondo um encontro entre o documentário e a poesia visual. Assim, o filme se torna não apenas um registro, mas uma vivência estética e espiritual — um convite para despertar junto às florestas e às sementes que dormem, à espera de renascer.

Especificação técnica

Título: Florestas AdormecidasGênero: Documentário poético e ambientalDuração: 20 minutosFormato: Digital (4K UHD)Finalidade: Exibição em festivais, mostras, TV pública, plataformas de streaming e ações educativas e ambientais. Formato de Captação:· Câmeras: digital 4K · Resolução: 4096 x 2160 (4K DCI)· Color Space: Rec.709 / Log (para gradação posterior)Som:Captação: microfones de lapela, boom e microfones de campo estéreo para ambiências naturais.Edição e Pós-produção:Software: Adobe Premiere Pro / After EffectsCorreção de cor: LUTs personalizadas, realce de texturas naturais e tons terrosos do CerradoTratamento de som: mixagem e masterização profissional com paisagens sonoras originaisTrilha sonora original: composta com instrumentos orgânicos e sons do CerradoIdioma:Português (com legendas em inglês e espanhol)Locações:Regiões do Cerrado brasileiro (Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal), em áreas de coleta de sementes, viveiros e comunidades tradicionais.Distribuição e Exibição:· Exibição gratuita em praças, escolas, centros culturais e plataformas digitais.· Envio para festivais de cinema ambiental e documentários.· Ações educativas em parceria com instituições ambientais e universidades.Classificação Indicativa:Livre para todos os públicos.

Acessibilidade

O curta-metragem “Florestas Adormecidas” será produzido com recursos de acessibilidade que garantam o acesso pleno ao conteúdo por pessoas com deficiência auditiva e visual.O filme contará com:· Libras (Língua Brasileira de Sinais) — interpretação integral do conteúdo, possibilitando que pessoas surdas tenham acesso à narrativa e aos depoimentos apresentados.· Audiodescrição — recurso sonoro que descreve as imagens, cenários e ações, ampliando a compreensão para pessoas cegas ou com baixa visão.· Legenda descritiva — contendo informações sobre falas, sons ambientes e trilha sonora, assegurando a inclusão de pessoas com deficiência auditiva.Esses recursos serão incorporados desde a fase de pós-produção, garantindo qualidade técnica e sensibilidade artística na adaptação. A proposta reafirma o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e à informação, ampliando o alcance do filme e promovendo uma experiência inclusiva e acessível a todos os públicos.

Democratização do acesso

O projeto Florestas Adormecidas propõe a exibição gratuita do documentário em diferentes regiões do país, incluindo os municípios onde foram feitas as captações de imagens e entrevistas, com o objetivo de ampliar o acesso da população a produções audiovisuais de caráter artístico, cultural e ambiental. As sessões serão realizadas em espaços públicos, escolas, universidades, centros culturais e comunidades tradicionais, garantindo que pessoas de diferentes faixas etárias e contextos sociais possam vivenciar o filme e refletir sobre suas temáticas. O filme vai ser exibido em festivais, mostras, escolas, comunidades tradicionais e posteriormente será disponibilizado nas redes sociaisA iniciativa busca descentralizar o acesso à produção audiovisual, levando o cinema para além das salas convencionais e aproximando-o de públicos que raramente têm oportunidade de participar de exibições culturais. Além das projeções, o projeto prevê rodas de conversa e encontros com o público, incentivando o diálogo sobre as sementes, a preservação ambiental e os saberes tradicionais apresentados no filme.Dessa forma, Florestas Adormecidas contribui para a democratização da cultura e para a formação de uma consciência ambiental coletiva, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e cidadania.

Ficha técnica

A dirigente da Deslimites será a diretora do documentário FLORESTAS ADORMECIDASLU BIGATÃO RIOS / DIRETORAAtriz formada pela USP- Universidade de São Paulo, jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Mestre em Meio Ambiente pela UNIDERP. Atua no teatro, televisão e na educação ambiental. São 30 anos de trabalho em televisão, atuando como repórter, diretora e apresentadora. Entre os programas destaca-se Corixos e Cochichos, Oficina de Idéias, Plantas do Cerrado, Sala de Corte, Culte, entre outros. Produziu e dirigiu documentários que marcaram época como Caá- a Força da Erva, Terra das Águas e Folia dos Malaquias. São 40 anos dedicados ao teatro com mais de 50 espetáculos montados, inúmeros deles com temática ambiental. Escreveu, dirigiu e produziu as peças: Coragem Moçada, Piraputanga, Mulheres em Cena, Mbureo- A Saga dos Ervais, Guardiões, As Aventuras do Mundo Encanado, entre outras. Ganhou diversos prêmios na sua carreira, tanto em teatro, como na televisão. Entre eles: três prêmios “O Ambiente em Cena”, três “Jacaré de Prata” e dois prêmio em jornalismo Ambiental. Trabalha na TV Educativa de MS e é diretora da Florescer do Cerrado, com trabalhos voltados ao meio ambiente, cultura e educação.ROSINEY BIGATÃO/ ROTEIRISTAjornalista com mais de 30 anos de experiência. Já dirigiu e roteirizou inúmeros documentários, entre eles Terra da Águas, Caá, a força da erva, Folia dos Malaquias, Campo Grande das Araras, Fujona, Pé de histórias, Em Cantos Verdes, entre outros. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UNIDERP (Universidade para o Desenvolvimento do Pantanal e atua como jornalista regulamentada desde 1988. Atualmente trabalha na produção de conteúdo para vídeos empresariais e institucionais. Coordena a produção de vídeos para o Encontro Natura, da empresa de mesmo nome. Foi Redatora Sênior da TV1 Vídeos, Empresa Brasileira de Comunicação e Produção até Julho de 2008. É mestranda no Programa de Comunicação e Semiótica da PUC/SP com o projeto de pesquisa: "A construção da imagem do peão pantaneiro - a inscrição da TV e do rádio na cultura mestiça do Pantanal de MS", sob orientação do Professor Doutor José Amálio de Branco Pinheiro. FERNANDA KUNZLER/ PRODUTORA Atriz, educadora popular, graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Pós graduada em “Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais”, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Programa de Formação de Conselheiros da República, 2013/2014, e, em “Estado, Gestão e Políticas Públicas”, Fundação Perseu Abramo/Santo André/SP/2015-2016. Desde 2002, atua na área teatral como produtora e atriz no Teatral Grupo de Risco (MS), colaborando com diversos projetos históricos culturais de pesquisa e desenvolvimento da identidade sul-mato-grossense. Participou de várias projetos culturais, de circulação e montagens teatrais. CARLOS DIEHL / EDITOR Produtor audiovisual e comunicador com uma vasta e impactante carreira. Formado em Publicidade e Propaganda pela UCDB, sua trajetória educacional inclui uma pós-graduação lato sensu pela UFMS em Imagem e Som, mestrado em Estudos de Linguagens, e é doutorando em Comunicação pela UFMS. Desde 1998, atua como produtor executivo na TVE/MS, desempenhando também papéis como diretor, roteirista e editor, com diversas produções em seu portfólio, algumas exibidas nacionalmente. Como produtor executivo, Diehl se destaca na produção de programas de TV premiados, documentários e curtas, como as séries documentais "O Pantanal é Aqui", exibido em rede nacional pela TV Brasil, “Expedição MS”, com exibição prevista pela EBC, “Van Filosofia”, que será exibido por todas as tvs públicas e educativas, por meio do Prodav das TVs Públicas, bem como das séries infantis “Corichos e Coxixos” e “Direção Legal”, esta premiada nacionalmente como uma dos 3 melhores programas nacionais de educação no Trânsito, pelo Denatran. Seu talento também se estende à produção de filmes, como “Folia dos Malaquias, o Divino na Pontinha do cocho”, "Cadê Você, Jhonie?", "Fujona, Em Busca da Liberdade", “Gertrudes”, “Campo Grande das Araras”, “Um Pé de Histórias”. O produtor executivo também administrou vários programas da TVE/MS como Olhares, Estação Cultura, Identidade, Conversa de Domingo, Sala de Corte, Panorama MS, Na Cadeira do VJ, Entre Livros, Cult.e, entre vários outros ao longo de 25 anos de carreira e atualmente atua como diretor do programa Expedição MS, exibido pela EBC, está editando o curta-metragem Encantos Verdes e está como responsável pela criação do núcleo de documentários da TVE/MS. ISRAEL MIRANDA- DIRETOR DE FOTOGRAFIAIsrael José Amorim Miranda, cineasta e produtor audiovisual, sócio proprietário da produtora FUNDO DA VILA FILMS sediada em Campo Grande/MS. Produziu, dirigiu, editou e fez direção de fotografia em dezenas de filmes, entre eles: A Dama do Rasqueado– DOC – Direção: Marinete Pinheiro / “Sobá, Trilhos e Silêncio” – Direção: Mhiguel Horta / “Coisa de Negro” – DOC– Direção: Israel – Produção Fundo Da Vila Films / “Crime Barato” – Direção: Mhiguel Horta – Produção: Fundo Da Vila Films e Produtor e Direção de Fotografia/ “A Carta” – FIC – Direção: Eduardo Góes–Produção: Léo Niclkevitz / “Outra Chance” – DOC – Direção: Davi Pierre – Produção: Fundo da Vila Films e Rose Borges Produção Atividade: Produção Executiva, Direção de Fotografia /“Beth e Betinha” – DOC – Direção: Marinete Pinheiro – Atividade: Produção, Direção de Fotografia, Edição e Finalização/ “Perto do Fim” – Direção: Davi Pierre– Atividade: Direção de Fotografia/ “Cinzas” -Direção: Israel Miranda –Israel Miranda e Filipi Silveira / “O Troco” – FIC– Direção: Tero Queiroz - Atividade: Produtor, Diretor e Editor

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.