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"Gude" é um filme de ficção voltado para o público infantil e família, com 15 minutos de duração, que narra as aventuras de Kayin e seus amigos que ao fazerem uma visita escolar aos museus do Centro Histórico de Salvador, encontram uma gude que provoca uma viagem no tempo, onde os amigos vão conhecer as brincadeiras de décadas passadas por meio de desafios e jogos brincantes, a única forma de encerrar essa jornada é passando por todas as fases. O curta-metragem busca não apenas entreter, mas também educar e inspirar o público a valorizar e preservar as tradições e brincadeiras que moldam nossa identidade cultural.
Sinopse: Kayin, uma criança de dez anos, vive no bairro periférico de Nordeste de Amaralina, em Salvador, e gosta de se divertir jogando no celular, o que faz querer ficar mais em casa jogando do que ir fazer uma visita no museu. Contrariado, ele participa da excursão escolar aos museus do Centro Histórico com seus amigos Inayê e Peterson, que estão entusiasmados por visitarem o Pelourinho. Kayin, entretanto, permanece desinteressado. Quando o grupo chega ao Museu do Brincar, Kayin, nota um fleche de luz azul saindo de uma sala escura. Curiosos, os três amigos entram e encontram uma vitrine de gude, entre elas, uma em especial chama a atenção por seu brilho intenso. Kayin pega a gude e, num instante, eles são teletransportados para um ambiente misterioso e escuro. Nesse espaço atemporal os amigos encontram portas que os levam para décadas passadas em momentos de brincadeiras daquele tempo. Buscando retornar ao presente, eles vão passando por todas as etapas do jogo até encontrar o Mestre Brincante, que lhes ensina sobre amizade, companheirismo, alegria e a importância do brincar.
Objetivo GeralIncentivar o encontro geracional e resgatar através do audiovisual, a tradição de brincadeiras de rua e jogos da cultura popular que vem se perdendo com o avanço da tecnologia digital. Reunir mães, pais e filhos para pensarem, por meio da obra produzida, a respeito da sociabilidade na infância. Exaltar e reconhecer os patrimônios culturais. Valorizar o espaço museal como local de educação não formal e preservação de memórias. Proporcionar o protagonismo infantil nas telas de cinema para alcançar a legitimação da criança como um ser social ativo, cidadão e lúdico.Objetivo específico Realizar um curta-metragem de 15 minutos. Realizar o lançamento do filme em sala de cinema em Salvador - BA, com cincos sessões públicas.Distribuir o filme em festivais e mostras de cinemas, nacionais e internacionais.
O projeto Gude busca viabilizar sua realização por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei 8.313/91, pois está diretamente alinhado com seus objetivos de valorização e difusão da cultura nacional. Trata-se de um curta-metragem que resgata e promove as brincadeiras populares da infância, fortalecendo a identidade cultural e incentivando o contato das novas gerações com manifestações culturais que vêm se perdendo com o avanço da tecnologia digital. Além disso, a narrativa do filme se desenvolve dentro de museus, contribuindo para a valorização desses espaços como ambientes de educação não formal e de preservação da memória coletiva. O projeto atende ao artigo 1º da Lei 8.313/91 ao incentivar a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento, cultura e memória, bem como ao preservar e valorizar o patrimônio cultural e histórico brasileiro. Através de uma abordagem lúdica e acessível, Gude desperta o interesse das crianças e suas famílias pela riqueza das manifestações culturais populares e pelo papel dos museus na preservação da história e identidade nacional. A iniciativa também se alinha aos objetivos estabelecidos no artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura, ao estimular a produção, distribuição e acesso aos bens culturais, difundir manifestações culturais vinculadas à identidade brasileira e incentivar a visitação a museus, contribuindo para a formação de novos públicos. A captação de recursos por meio da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a concretização desse projeto, permitindo não apenas sua realização técnica, mas também a ampliação de seu impacto social e educativo. Dessa forma, Gude se consolida como uma obra que, além de entreter, fomenta o resgate das tradições populares, estimula a interação entre gerações e reforça a importância dos museus como espaços vivos de memória e aprendizado.
Filme de curta-metragem de ficção formato live-action de 15 minutos, em formato 4K, janela 16:9, com projeção MOV H26 e DCP.
O curta-metragem vai conter legendas em português, espanhol e inglês. Assim como janelas de LIBRAS e audiodescrição. Acreditamos que todos os profissionais do audiovisual devem ampliar as possibilidades de acesso a todo o público, sobretudo pessoas com deficiência, que por vezes possuem o direito negado de acesso à arte e à cultura. As divulgações do projetos nas redes sociais como release, videos, contaram com legendas descritivas.
Utilizaremos as redes sociais e seus meios de impulsionamento, especialmente o instagram, para a criação de um perfil destinado ao projeto, a ser utilizado como um meio de comunicação com o nosso público, realizando postagens e criando conteúdos acerca do projeto e do tema, apresentando um pouco do projeto e sua trajetória de construção. Com o filme finalizado, faremos cincos sessões de lançamento com entrada gratuita e com acessibilidade em uma sala de cinema em Salvador. Enquanto distribuição de uma maneira mais ampla, vamos inscrever a obra em festivais e mostras nacionais e internacionais especialmente os que estão voltados para o público infantil como o FICI - Festival Internacional de Cinema Infantil e também os voltados para narrativas negras como o Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, entre tantos outros festivais com mesmo cunho politico e social. Iremos conceder o filme a cineclubes e exibições itinerantes que manifestarem interesse pela exibição do projeto. Após um ano de distribuição do filme nos festivais e cineclube, o filme ficará disponivel no youtube no canal da Nigiro Filmes, disponibilizando a obra o acesso gratuitamente.
Assaggi Piá - Roteirista e Produtor Executivo Assaggi Piá é produtor executivo, roteirista, montador e diretor de cinema, associado à Apan - Associação de Profissionais do Audiovisual Negro. Idealizador e coordenador do CineMalês e da Mostra Ousmane Sembène de Cinema, ambas iniciativas voltadas para a distribuição e difusão do cinema negro e indígena no Recôncavo Baiano. Roteirizou e dirigiu os curtas-metragens "Downpression" de 2019 e "Nigiro: meu nome, minha ancestralidade" de 2020. Em 2022, foi premiado pela edição e montagem da história de vida do poeta Sérgio Vaz, intitulada "Distraídos eles, venceremos nós" na mostra audiovisual "Qual o seu legado?" realizado pelo Museu da Pessoa. Em 2023 foi selecionado para o projeto "FOCO - A imagem negra no audiovisual" com o projeto de longa metragem de ficção "A curva da cintura". Em 2024 roteirizou e dirigiu o curta documental “O som das redes” e o curta de animação “Quando as ondas do mar desligam”. Yasoda Nanda - DiretoraYasoda Nanda é arte educadora, realizadora audiovisual, produtora e pesquisadora, fundadora da produtora Arjuna Filmes. Bacharel Interdisciplinar em Artes pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, pós graduanda em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado - SENAC, Supervisora Operacional da Programa Educativo CAIXA Gente Arteira na CAIXA Cultural Salvador. Realizadora do filme curta metragem "É preciso olhar para trás" sobre Niède Guidon, ganhador de menção honrosa na "Mostra Audiovisual: Qual é o seu legado?" através do Museu da Pessoa (2022). Assistente de produção do curta metragem IKÚ (2022). Diretora e fotógrafa do curta metragem documental "Quando o mar te abraça novamente" (2023), selecionado no Festival Filmaê, ganhador de Menção Honrosa no Student World Impact Film Festival, selecionado no Golden FEMI Film Festival, Festival Cine Virada, Viva el Cine. Em 2024 foi produtora executiva do curta-metragem "O Som das Redes". Roteirista e diretora do curta-metragem de animação 2D, em fase de produção, "Quando as ondas do mar desligam". Itana Barros - Diretora de Produção Itana Barros é formada pela UNIFACS em gestão de eventos, com experiência em produção cultural e eventos a 11 anos. Experiencia em produção executiva e administrativa de projetos culturais e sociais, logística, pré-produção, produção e pós-produção, contratação, montagem de projetos, organização de feiras de rua, eventos executivos e corporativos, controle financeiro, captação de recursos, prestação de contas de projetos culturais, elaboração de projetos, ofícios, captação de patrocinadores. Curadoria e consultoria de empreendedores criativos. Produtora executiva dos curtas "O som das redes" e "Quando as ondas do mar desligam". Também com experiência em eventos como Réveillon de Salvador 2018 e 2019, Carnaval de Salvador, shows e trio elétrico, palcos como festivais e palco multiculturais da Prefeitura de Salvador, elaboração de oficinas socioculturais e criativas, projetos como Festival Hype, Vem pro Centro, Festival da Primavera, Mutirão Mete Mão, Camarote Salvador.Elis Tuxá - Diretora de Fotografia Elis Tuxá (1997) é indígena, artista, fotógrafa, psicologa e pesquisadora. Seu trabalho transita entre imagem, memória e identidade, explorando camadas de tempo, território e afetividade. Através da fotografia, olha não apenas o que é visível, mas o que permanece, gestos, traços e silêncios que compõem histórias. Criando a partir de referências do seu cotidiano e da história de sua aldeia, com destaque para as relações ancestrais, ritualísticas, afetivas e contra-coloniais. Juntamente com sua comunidade, teceu a narrativa visual Badoie Mo Opará, um curta-metragem gravado às margens do Rio São Francisco, que, em Dzubukuá, a língua do seu povo, significa "descender do Rio São Francisco". Em 2023, fotografou caboclo e cabocla na exposição Verdade e Liberdade – A Saga Baiana da Libertação Nacional, na Caixa Cultural, um tributo ao Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia. No mesmo ano, produziu o curta-metragem artístico Peneho Habihan: Reflorestando a História do Povo Tuxá, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal da Bahia (PROEXT). Em 2024, colaborou com uma obra autoral da série fotográfica iIhendzi Tuxá no projeto Imersão Poética, na mostra Pensamentos Selvagens, que homenageia o aniversário de 117 anos de Castro Alves. Também ministrou a oficina Olhar Atento e Ancestral, na Caixa Cultural. Ainda nesse ano, Ihendzi Tuxá integrou a exposição Ecologias dos Sentidos – um panorama da fotografia na Bahia, com apoio da FUNARTE. Além disso, ministrou a oficina Camadas Visuais na cidade de Natal/RN e para a exposição Dois Indígenas da Amazônia – Vida e Arte, na Caixa Cultural Salvador. Atualmente, dois projetos autorais estão em fase de finalização para lançamento em 2025: Um fotolivro, Ingi, que significa "tempo" na língua Dzubukuá, dialogando com os territórios Tuxá de Rodelas e Ibotirama, onde a artista colaborou como fotógrafa. E um curta-metragem nomeado como Radarãiede, que significa "território", narrando a história de uma jovem Tuxá em busca de sua identidade indígena e conexão com a espiritualidade. Neste projeto, Elis atua como diretora, diretora de fotografia e roteirista. Em 2025, expôs a obra INGI na exposição Ecos Indígenas, no Museu de Arte Contemporânea. Yan Santana - Direção de Som Yan Santana é um músico e produtor e engenheiro de áudio baiano com formação em Artes pela UFBA. Atuou como baixista e guitarrista em bandas e participou de festivais renomados como Rock Concha e Enecom. Possui cursos em mixagem e é certificado pela AIMEC com Fred Teixeira. Trabalhou com o Bando de Teatro Olodum no espetáculo "Ó, Paí, Ó", "Sarau Vozes Negras" e Erê" e com o Coro Juvenil da Bahia (Neojiba), obtendo reconhecimento em competições internacionais. Como produtor e diretor musical, produziu o aclamado "Galo, a Ciência do Tambor", indicado 2x a melhor álbum do ano, foi premiado em 2021 pelo prêmio Caymmi, com o EP Cavalo de Tróia. Atualmente, dirige a Mercúrio Studio onde trabalha com direção musical, engenharia de Mixagem, desenvolvimento de identidade sonora e construção sonora para o audiovisual, tendo como trabalhos recentes o curta-metragem “O Som das Redes” e a animação “Quando as Ondas desligam “. Executa distribuição digital fonográfica, atua também como técnico de som e palco, coordenandor técnico em Salvador, colaborando com diversos artistas e entidades do ramo cultural.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.