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PRONAC 2514957Autorizada a captação total dos recursosMecenato

TelaTerra

DESIGN CINEMA & LITERATURA LTDA
Solicitado
R$ 582,5 mil
Aprovado
R$ 582,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Jaraguá do Sul
Início
2026-01-31
Término
2026-12-31
Locais de realização (23)
Balneário Camboriú Santa CatarinaCampos Novos Santa CatarinaCanoinhas Santa CatarinaCaçador Santa CatarinaChapecó Santa CatarinaCorreia Pinto Santa CatarinaCorupá Santa CatarinaFlorianópolis Santa CatarinaGuaramirim

Resumo

TelaTerra é um festival de cinema itinerante que circulará por vinte cidades de vocação agrícola do interior de Santa Catarina com exibição de filmes com temática ou ambiência rural, e palestras e oficinas com profissionais audiovisuais, tudo gratuito e com acessibilidade.

Sinopse

TelaTerra é um festival de cinema itinerante que percorre vinte municípios de vocação agrícola do interior de Santa Catarina, distribuídos em quatro mesorregiões, com o objetivo de promover o acesso gratuito e inclusivo a filmes de temática e ambiência rural. O projeto oferece exibição de longas e curtas-metragens selecionados, além de oficinas de roteiro, debates com diretores e palestras com produtores musicais/compositores especializados em cinema rural, todas realizadas em instituições públicas de ensino e espaços comunitários. Com atenção especial à acessibilidade, o festival fomenta a descentralização cultural ao aproximar cinema, cultura e educação de comunidades rurais historicamente marginalizadas, incentivando o debate crítico e a formação de público na região, fortalecendo o protagonismo cultural das populações do campo e democratizando o acesso às artes audiovisuais.

Objetivos

Objetivo Geral: Circular o festival por vinte municípios de vocação agrícola de Santa Catarina, de quatro mesorregiões diferentes, e promover o acesso gratuito e inclusivo ao cinema, fomentando a difusão de filmes e de profissionais audiovisuais, o debate crítico e a formação cultural, tudo gratuito e com acessibilidade. Objetivos Específicos: Realizar pesquisa e curadoria de filmes de longa-metragem ou curta-metragem de temática/ambiência rural Licenciar filmes de longa-metragem e curta-metragem de temática/ambiência rural Realizar 20 sessões de cinema (longa-metragem e curtas com temática ou ambiência rural) gratuitas em escolas públicas de vinte municípios catarinenses com vocação agrícola: Massaranduba, Rio Negrinho, Três Barras, Mafra, Itaiópolis, Porto União, Canoinhas, Caçador, Herval d'Oeste, Joaçaba, Videira, Rio do Sul, Correia Pinto, Lages, São Joaquim, Campos Novos, Xanxerê, Chapecó, Corupá e Guaramirim, promovendo a descentralização cultural. Realizar 20 palestras com um diretor de cinema (que tenha lançado filme com temática/ambiência rural) em instituições públicas de ensino e comunidade em geral, uma em cada um desses vinte municípios: Massaranduba, Rio Negrinho, Três Barras, Mafra, Itaiópolis, Porto União, Canoinhas, Caçador, Herval d'Oeste, Joaçaba, Videira, Rio do Sul, Correia Pinto, Lages, São Joaquim, Campos Novos, Xanxerê, Chapecó, Corupá e Guaramirim, promovendo a descentralização cultural. Realizar 20 palestras com um produtor musical/compositor/diretor musical de cinema (que tenha feito/dirigido filmes com temática/ambiência rural) em instituições públicas de ensino e comunidade em geral, uma em cada um desses vinte municípios: Massaranduba, Rio Negrinho, Três Barras, Mafra, Itaiópolis, Porto União, Canoinhas, Caçador, Herval d'Oeste, Joaçaba, Videira, Rio do Sul, Correia Pinto, Lages, São Joaquim, Campos Novos, Xanxerê, Chapecó, Corupá e Guaramirim, promovendo a descentralização cultural. Realizar 20 oficinas gratuitas de introdução ao roteiro de cinema em instituições públicas de ensino e comunidade em geral, uma em cada um desses vinte municípios: Massaranduba, Rio Negrinho, Três Barras, Mafra, Itaiópolis, Porto União, Canoinhas, Caçador, Herval d'Oeste, Joaçaba, Videira, Rio do Sul, Correia Pinto, Lages, São Joaquim, Campos Novos, Xanxerê, Chapecó, Corupá e Guaramirim, promovendo a descentralização cultural.

Justificativa

O festival TelaTerra é uma iniciativa inédita e essencial para a democratização do acesso à cultura audiovisual nas áreas rurais de Santa Catarina, promovendo inclusão, formação e descentralização em cidades agrícolas historicamente negligenciadas por políticas culturais. Quando comunidades rurais se veem representadas na tela, ocorre um profundo impacto em sua autoestima coletiva, senso de pertencimento e valorização cultural, ao mesmo tempo em que se promovem processos de formação crítica, reconhecimento de identidade e inclusão social. O festival TelaTerra nasce como resposta concreta a essa demanda, propondo a circulação de cinema de acesso universal — com exibição gratuita, oficinas formativas e palestras — por vinte municípios de vocação agrícola, abrangendo quatro mesorregiões distintas do estado. Identidade, pertencimento e representatividade: O acesso ao cinema que retrata a realidade rural possibilita que pessoas dessas comunidades enxerguem suas histórias, valores, modos de vida e desafios na narrativa audiovisual, muitas vezes marcada pela predominância de olhares urbanos. A representatividade nas telas contribui para fortalecer o orgulho de origem, legitimar saberes tradicionais e valorizar a diversidade do campo, quebrando estereótipos e invisibilidades recorrentes tanto na mídia quanto nas políticas culturais. Testemunhar sua linguagem, paisagem, expressões e dilemas no cinema amplia o senso de pertencimento e reforça a compreensão de que suas vivências têm relevância social, cultural e artística. Formação cidadã e cultural: crianças, jovens e adultos de áreas rurais historicamente excluídas do circuito cultural passam a ter acesso direto à linguagem audiovisual, favorecendo a construção de novos olhares e o questionamento crítico sobre o que assistem. O contato com filmes que dialogam com a realidade local estimula o interesse pelo cinema, pela produção própria e pelo debate sobre temas contemporâneos que atingem a vida rural (como sustentabilidade, tecnologia, relações de trabalho, migração, meio ambiente etc.). Circulação de saberes e fortalecimento comunitário: o cinema como experiência coletiva — especialmente em exibições públicas itinerantes — se transforma em um espaço privilegiado para encontros, conversas e trocas, promovendo a coesão comunitária e a articulação de ações sociais e culturais. O envolvimento de escolas, lideranças locais e famílias potencializa a circulação de saberes entre diferentes gerações, fomenta o diálogo intergeracional e incentiva a apropriação do cinema como ferramenta de mobilização e expressão. Inclusão, direito à cultura e novas perspectivas: a democratização do acesso ao audiovisual permite às populações rurais experienciar o direito fundamental à cultura em sua totalidade — lazer, educação, reflexão e emoção. Quando a comunidade se vê e se reconhece, também se projeta e se reinventa: jovens podem sonhar com novas profissões, narrativas locais ganham visibilidade nacional, e a pluralidade da cultura brasileira é, de fato, celebrada e fortalecida. Síntese do impacto: Ver-se na tela transforma espectadores rurais em protagonistas de sua própria história. O cinema itinerante e inclusivo contribui para o empoderamento, resgate da dignidade, formação de novos públicos e multiplicação de vozes do interior, associando fruição artística e construção de novos futuros para o campo. Santa Catarina é marcada pela diversidade produtiva de suas pequenas cidades agrícolas, que, apesar do protagonismo econômico, permanecem culturalmente periféricas. O projeto contribui efetivamente para a descentralização das políticas culturais, fortalecendo comunidades tradicionalmente excluídas do circuito audiovisual, e estimula a circulação de obras cinematográficas que abordam a temática rural e os desafios contemporâneos dessas populações. Essa abordagem valoriza não apenas a experiência estética, mas também o debate sobre o papel do cinema na promoção da cidadania, do protagonismo local e da apropriação dos territórios como espaços de memória e criação. Além disso, TelaTerra propõe a realização de oficinas de roteiro e debates com diretores e produtores de trilhas sonoras, potencializando a formação de novos agentes culturais na região. O processamento dessas atividades em ambientes escolares e comunitários incentiva a participação colaborativa, articula saberes diversos e busca construir público para o cinema brasileiro, sobretudo aquele que dialoga com a realidade do campo. O foco em acessibilidade garante que pessoas com deficiência também estejam plenamente contempladas, ampliando o impacto positivo do festival e alinhando-se às exigências das políticas públicas de inclusão. TelaTerra, ao oferecer programação inteiramente gratuita e inclusiva, contribui decisivamente para a democratização do acesso cultural, a circulação de obras e agentes do audiovisual, e o fortalecimento de novos núcleos criativos no interior do estado. Trata-se de um projeto singular e inovador, de grande pertinência social, alinhado com os objetivos fundamentais da Lei de Incentivo à Cultura e as diretrizes nacionais para descentralização e inclusão cultural.A cultura é um direito fundamental e um elemento essencial para a construção da identidade, da memória e do tecido social de uma comunidade. No contexto brasileiro, especialmente em regiões como o interior do estado de Santa Catarina, observa-se uma significativa carência de acesso a ações culturais variadas, inclusivas e de qualidade, concentrando-se a oferta em grandes centros urbanos, com pouco alcance às cidades de vocação agrícola. Essa realidade resulta em desigualdades culturais, limitando o desenvolvimento social, educacional e econômico das populações residentes nessas áreas.Essa descentralização é fundamental para a valorização da produção literária contemporânea, do cinema regional e nacional, assim como para o fortalecimento das redes culturais locais e o estímulo à participação ativa da população na construção do seu ambiente cultural. A iniciativa promove o desenvolvimento de públicos leitores e espectadores críticos, auxilia na formação de múltiplos olhares sobre a realidade e amplia a visibilidade e circulação de bens culturais de valor universal e local.A implementação rigorosa das medidas de acessibilidade assegura inclusão plena, ampliando a diversidade dos participantes e garantindo que o festival seja um espaço verdadeiramente democrático de acesso, diálogo e aprendizado. Essa preocupação com a acessibilidade também fortalece o compromisso social do projeto, fomentando a representatividade e o respeito às diferenças.O impacto socioeconômico é igualmente relevante, pois o festival movimenta a economia local das cidades envolvidas, gera oportunidades de trabalho direto e indireto, além de fomentar o turismo cultural. O registro audiovisual e a divulgação ampla dos conteúdos, por sua vez, asseguram a preservação do legado cultural e possibilitam a continuidade e ampliação do projeto em futuras edições.Dessa forma, o projeto não apenas preenche um vazio cultural e educacional das regiões rurais catarinenses, mas também compõe uma estratégia integrada de promoção, fomento e inovação cultural sustentável, alinhada às melhores práticas de desenvolvimento cultural territorial. Seu investimento justifica-se pela alta relevância social, cultural e educativa, que reverbera em benefício direto dos cidadãos, das instituições públicas parceiras, dos agentes culturais envolvidos e do panorama cultural de Santa Catarina e do Brasil.

Estratégia de execução

Da solidão dos campos de arroz para a ferocidade de um festival de música A parceria entre o roteirista brasileiro Mauricio Zacharias e o diretor norte-americano Ira Sachs tem rendido filmes delicados, inteligentes e despretensiosos, como “Frankie”, “Melhores amigos” e “O amor é estranho”. São filmes acessíveis, que levantam grandes dilemas humanos e que circularam em festivais, salas de cinema e tiveram grande aceitação na televisão e plataformas de streaming. É com essa perspectiva que o roteiro foi escrito por Carlos Henrique Schroeder e João Chiodini. Um drama com olhares afetuosos, fácil de assistir, fácil de gostar, mas que deixa marcas no espectador, que não se encerra quando termina, que vai acompanhar o espectador por algum tempo. “A primeira música” é um filme que se desenvolve entre os arrozais do sul do Brasil e um festival de música no norte de Santa Catarina. Não é apenas a motricidade, o cotidiano de uma pequena cidade e de um rizicultor, e de um festival de música em ebulição, mas sim as belezas naturais e culturais em contraste com as sombras de uma personalidade em formação: a do jovem Dudu. E são as mulheres de sua vida que o impulsionam para esse entardecer. Embora o protagonista seja masculino, é um filme de força feminina: são as mulheres que conduzem, instruem, forçam a transformação do personagem. Uma comédia dramática, “A primeira música ” explora o subgênero coming-on-age em duas vias: o amadurecimento pessoal (amoroso e com a família) e o artístico (música). Toda jornada, pessoal ou artística, é um movimento de autodescoberta. O grande tema de nosso filme é essa autodescoberta, esse movimento que força o personagem “a crescer”. Universal e de interesse a vários públicos: os ritos de passagem são um dos pontos mais marcantes da vida humana. PERSONAGENS DO FILME A PRIMEIRA MÚSICA Da solidão dos campos de arroz para a ferocidade de um festival de música A parceria entre o roteirista brasileiro Mauricio Zacharias e o diretor norte-americano Ira Sachs tem rendido filmes delicados, inteligentes e despretensiosos, como “Frankie”, “Melhores amigos” e “O amor é estranho”. São filmes acessíveis, que levantam grandes dilemas humanos e que circularam em festivais, salas de cinema e tiveram grande aceitação na televisão e plataformas de streaming. É com essa perspectiva que o roteiro foi escrito por Carlos Henrique Schroeder e João Chiodini. Um drama com olhares afetuosos, fácil de assistir, fácil de gostar, mas que deixa marcas no espectador, que não se encerra quando termina, que vai acompanhar o espectador por algum tempo. “A primeira música” é um filme que se desenvolve entre os arrozais do sul do Brasil e um festival de música no norte de Santa Catarina. Não é apenas a motricidade, o cotidiano de uma pequena cidade e de um rizicultor, e de um festival de música em ebulição, mas sim as belezas naturais e culturais em contraste com as sombras de uma personalidade em formação: a do jovem Dudu. E são as mulheres de sua vida que o impulsionam para esse entardecer. Embora o protagonista seja masculino, é um filme de força feminina: são as mulheres que conduzem, instruem, forçam a transformação do personagem. Uma comédia dramática, “A primeira música ” explora o subgênero coming-on-age em duas vias: o amadurecimento pessoal (amoroso e com a família) e o artístico (música). Toda jornada, pessoal ou artística, é um movimento de autodescoberta. O grande tema de nosso filme é essa autodescoberta, esse movimento que força o personagem “a crescer”. Universal e de interesse a vários públicos: os ritos de passagem são um dos pontos mais marcantes da vida humana.

Especificação técnica

O festival TelaTerra prevê toda a estrutura necessária para garantir exibições de qualidade, acessibilidade universal e realização das atividades formativas nas vinte cidades agrícolas atendidas. Estrutura de ExibiçãoTela desmontável portátil de no mínimo 180 polegadas, com armação de ferragens de encaixe e tecido para projeção dupla face (retro e frontal), transportada em case compacto.Projetor digital de alta luminosidade (mín. 4.000 lúmens) e resolução Full HD, com suporte para reprodução de diversos formatos (MP4, MOV, AVI).Sistema de som amplificado profissional (caixas ativas, mixer, microfones sem fio dinâmica), compatível com eventos em espaços abertos ou grandes salões.Computador/notebook dedicado para controle de mídia, com softwares de projeção e conectividade adequada.Estruturas complementares: cadeiras plásticas para espectadores (mín. 80 por cidade), tendas para proteção do equipamento e público em caso de chuva, banheiros químicos acessíveis e bebedouros portáteis. AcessibilidadeRampas móveis e sinalização tátil para cadeirantes nos locais de exibição.Apresentação de todos os filmes com legendas (cc) em português e, quando aplicável, audiodescrição.Espaço reservado para pessoas com deficiência física, idosos e gestantes.Materiais informativos impressos em fontes ampliadas para público com deficiência visual. Atividades FormativasKit audiovisual portátil (câmeras, microfone boom, tripé) para realização das oficinas de roteiro e gravação de vídeos simples.Espaço adaptável para rodas de conversa e debates, com estrutura de som e recursos multimídia para exibição de trailers, making-of e entrevistas.Materiais didáticos impressos e digitais para oficinas e atividades formativas. Logística e Identidade VisualVeículo utilitário ou van plotada com a identidade visual do projeto, equipado para transporte de equipamentos, equipe técnica e materiais de comunicação.Equipe técnica com uso de camiseta oficial.Equipe de comunicação responsável pela produção de registros (fotos, vídeos, cobertura digital) e materiais de divulgação local. Essas especificações garantem que o festival possa circular com qualidade técnica, segurança, acessibilidade total, impacto educativo e identidade visual bem definida, promovendo efetivamente o acesso ao cinema nas regiões rurais atendidas. Oficinas e palestras Palestra: O som das imagens com Fliblio Ferreira1h30min A palestra de Fliblio Ferreira sobre criação de trilha sonora para cinema aborda a importância da música e dos elementos sonoros na construção narrativa audiovisual, destacando como a trilha sonora vai além da música, incluindo voz, ruídos e silêncio para amplificar a experiência emocional e sensorial do espectador. Fliblio Ferreira explora a dimensão criativa e técnica da composição para cinema, enfatizando a colaboração entre compositores e diretores no desenvolvimento de músicas exclusivas que dialogam diretamente com a narrativa e os personagens. A palestra destaca a evolução histórica da trilha sonora, desde a era do cinema mudo até as complexas produções contemporâneas com recursos eletroacústicos e imersivos. Também aborda as diferentes funções da trilha sonora, que vão desde a criação do clima dramático até a caracterização dos personagens, mostrando exemplos emblemáticos da história do cinema como "King Kong", "Psicose" e "Star Wars". EmentaIntrodução à trilha sonora no cinema: conceitos e componentes (música, voz, ruídos, silêncio).Histórico e evolução da trilha sonora cinematográfica.Técnicas e recursos de composição e espacialização sonora.A relação entre diretor e compositor: processos colaborativos na criação musical.Estudos de caso de trilhas sonoras icônicas e seu impacto na narrativa.Aspectos técnicos da produção sonora para o audiovisual (incluindo tecnologias eletroacústicas e surround).Exercícios práticos ou exemplos de criação de trilhas para cenas específicas (quando aplicável).Discussão sobre as possibilidades expressivas e o futuro da trilha sonora no cinema. A palestra proporciona aos participantes uma compreensão aprofundada da trilha sonora como elemento central para a construção da narrativa cinematográfica, combinando teoria, técnica e exemplificação prática, essencial para músicos, cineastas, roteiristas e profissionais do audiovisual. Palestra A natureza do olhar com o diretor de cinema André GevaerdDuração: 1h30min A palestra-bate-papo propõe uma imersão na trajetória do diretor de cinema André Gevaerd, e o desenvolvimento do longa-metragem “A primeira música” (filme de temática/ambiência rural), as escolhas e caminhos. Serão abordados os processos criativos, as escolhas estéticas e narrativas, além do impacto social e educativo que o filme promove. A conversa permitirá ao público compreender os desafios e as potencialidades da produção, os aspectos técnicos da filmagem em ambientes naturais e como a linguagem do cinema pode ser instrumento potente para a democratização do acesso a debates essenciais. Pontos principais: A carreira e o compromisso artístico de André Gevaerd. Contextualização do filme: temas, motivações e mensagens. Bastidores da produção: pesquisa, escolha de locações, equipe, equipamentos e acessibilidade. O papel do cinema como ferramenta de educação e mobilização social. Espaço para perguntas e interação com o público, estimulando diálogo e troca de experiências. Esse formato aproxima o público dos processos artísticos e dos impactos sociais do cinema, alinhando conteúdo e acessibilidade. OficinaIntrodução ao Roteiro de Cinema com Carlos Henrique Schroeder3h Esta oficina propicia uma introdução ao universo da escrita de roteiros para cinema, orientada pelo escritor e roteirista Carlos Henrique Schroeder. Destinada a iniciantes e interessados no desenvolvimento da linguagem audiovisual, a oficina explora os fundamentos da dramaturgia, da construção narrativa e da técnica do roteiro cinematográfico. O participante será conduzido a reconhecer as diferenças entre a literatura tradicional e o roteiro, além de desenvolver práticas essenciais para a criação de histórias visuais e envolventes para a tela. EmentaConceitos básicos do roteiro de cinema e seu papel na produção audiovisual.Elementos da narrativa: estrutura em três atos, conflito, desenvolvimento e resolução.Construção de personagens com profundidade e motivações claras.Técnicas para escrever diálogos eficazes e visualmente expressivos.Exercícios de criação de cenas que mostrem e não contem.Diferenças entre a escrita literária e o roteiro cinematográfico.Abordagem prática: exercícios de escrita e análise coletiva.Planejamento para desenvolvimento e revisão do roteiro.

Acessibilidade

Medidas de acessibilidade específicas e fundamentadas, alinhadas à legislação vigente (Lei nº 13.146/2015, Decreto nº 3.298/1999 e Decreto nº 9.404/2018), visando garantir inclusão plena e diversidade de públicos: Acessibilidade Física e de Espaço Garantir acessos físicos adaptados em todos os locais de exibição. Reservar assentos específicos para pessoas com mobilidade reduzida, com sinalização clara e próximos a corredores. Acessibilidade Visual Implementar audiodescrição para o filme e demais conteúdos visuais, para pessoas com deficiência visual. Acessibilidade Auditiva Oferecer intérprete de Libras nas apresentações, palestras e eventos públicos vinculados ao projeto. Legendar com legendas ocultas em conformidade com o Decreto nº 9.404/2018. Comunicação e Divulgação Acessíveis Incluir audiodescrição e interpretação em Libras nos vídeos promocionais e educativos. Adaptações Razoáveis Prover atendimento individualizado para pessoas com deficiência em eventos presenciais, com apoio técnico e metodológico. Garantir que a equipe do projeto esteja capacitada para orientar o público sobre os recursos acessíveis disponíveis.

Democratização do acesso

O projeto cumpre itens importantes de democratização de acesso ao garantir que seus produtos e ações culturais sejam acessíveis a diversos públicos, ampliando a participação e o alcance cultural de forma inclusiva. Entre os principais itens de democratização de acesso que o projeto cumpre, destacam-se: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); Tudo no projeto é gratuito e acessível e 100% dos ingressos são distribuídos gratuitamente. III - Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. Disponibilizaremos todos os nossos registros audiovisuais com libras e audiodescrição. IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Garantimos o acesso integral de nossas atividades para todas e quaisquer redes públicas de rádio e televisão. VI - Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores. 50% das oficinas e palestras serão destinadas ao público escolar, especificamente de escolas públicas.

Ficha técnica

A Design Cinema e Literatura, produtora cultural com vinte anos de atuação no mercado e experiência consolidada em projetos culturais, será responsável por coordenar integralmente o desenvolvimento e a execução do projeto. Isso inclui: Coordenação geral: gestão de prazos, recursos, equipe e interlocução com todos os parceiros e prestadores de serviço envolvidos. Participação no planejamento e na supervisão das atividades, garantindo que as mediações estejam alinhadas aos objetivos do projeto, à proposta pedagógica e aos critérios de acessibilidade. Acompanhamento das oficinas, palestras e debates, para que tudo cumpra todas as diretrizes do projeto. Essa atuação será realizada de forma direta pela equipe da editora, com envolvimento do dirigente na supervisão estratégica, tomada de decisões e acompanhamento de cada fase do projeto, de modo a garantir a excelência e a fidelidade à proposta cultural. JOÃO LUÍS CHIODINICoordenação geral Coordenador geral Bienal Internacional do Livro de Jaraguá do Sul e Diretor de Produção do Flipomerode e co-roteirista do filme de longa-metragem “A primeira música”. Editor com mais de 200 livros editados nos selos Design Editora, Sala 10 e Tintejar. Atua intensamente no universo dos livros e das letras desde 2005, especialmente em projetos vinculados à promoção da leitura e à difusão cultural. Autor de 20 livros, sua produção transita entre gêneros como ficção, biografias, literatura infantil e crônicas, além de participações em antologias. Sua formação foi no Colégio de Aplicação da UNIVALI em Itajaí, e possui graduação em Administração com habilitação em Marketing pela UNERJ. Nos bastidores do mercado editorial catarinense, é reconhecido como editor, além de atuar como organizador de feiras do livro e eventos literários, incluindo a Feira do Livro de Jaraguá do Sul. Também já foi coordenador de coletâneas e iniciativas de incentivo à cultura do livro. Seu romance “Os abraços perdidos” (Editora da Casa, 2015) ganhou notoriedade nacional, sendo elogiado por grandes nomes da crítica e da literatura brasileira, como Paulo Scott e Elvira Vigna, e listado entre os melhores do ano pelo Suplemento Pernambuco. A obra é marcada por uma narrativa de autoficção, alternando vozes narrativas para explorar com densidade temas como memória, paternidade e conflitos familiares. O livro também teve resenhas em importantes veículos culturais, como o Jornal Rascunho, que destacou seu tom confessional e sua escrita direta. ANDRÉ GEVAERDPalestrante Formado em Comunicação Social com Habilitação em Cinema pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em 2007, com mais de 17 anos de carreira na indústria cinematográfica. Ele iniciou sua atuação em longas-metragens, desempenhando diversas funções em produções de renomados diretores brasileiros, como Beto Brant, Walter Salles e Sérgio Machado. É sócio fundador da Kinoosfera Filmes, onde trabalha como diretor, produtor e montador para cinema, televisão e publicidade.Gevaerd também é fundador e diretor do Festival Internacional de Cinema em Balneário Camboriú desde 2011, fortalecendo o circuito cultural no Sul do Brasil. Participou dos programas Producer’s Network (2011-2013) e foi selecionado para o Berlinale Talent’s em 2012, o que reforça sua projeção internacional.Sua filmografia inclui a produção e montagem de longas premiados e selecionados em festivais nacionais e internacionais, como "Trabalhar Cansa" (Cannes 2011), "Cores" (San Sebastian e premiado na Costa Rica), "O Que Se Move" (Gramado 2013) e "Oração do Amor Selvagem" (Festival de Locarno 2014). Ele também tem obras autorais como diretor, entre curtas como “Botafogo” e “Samedi de folie”.É diretor dos curtas “Copi” e “Valentina” e do longa-metragem “A primeira música”, que estreia em 2026. FLIBLIO FERREIRAPalestrante Fliblio Ferreira de Souza é produtor musical, compositor para cinema e TV, escritor, regente e pesquisador acadêmico na área de música eletroacústica aplicada ao audiovisual. Formado em Composição e Regência (2002) e Licenciatura em Música (1999), é doutor em Música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com foco em espacialização sonora e áudio imersivo para cinema narrativo.Sua trajetória inclui estudos avançados em Film Scoring pela Berklee College of Music (2018) e uma produção acadêmica marcada pela dissertação de mestrado e tese de doutorado que exploram aspectos cognitivos, composicionais e técnicas de música eletroacústica para o audiovisual, especialmente no uso do sistema surround 5.1 para aumentar a imersão sonora no cinema.Além do trabalho acadêmico, atua como compositor e produtor musical, colaborando em projetos audiovisuais que envolvem inovação na criação e aplicação sonora, com ênfase na criação de ambientes sonoros imersivos, dialogando com a teoria contemporânea da música para cinema, influenciado por autores como Michel Chion.Seu currículo também inclui publicação de livros e artigos especializados, palestras e oficinas sobre trilha sonora para cinema, consolidando-se como uma referência importante para músicos, cineastas e pesquisadores do audiovisual brasileiro.Em resumo, Fliblio Ferreira combina experiência prática em composição e produção sonora para cinema com sólida formação teórica e pesquisa acadêmica avançada, focando na inovação sonora, espacialização e música eletroacústica aplicada à narrativa audiovisual. CARLOS HENRIQUE SCHROEDEROficineiro Carlos Henrique Schroeder escreveu os livros “As certezas e as palavras” (Prêmio Clarice Lispector, da Biblioteca Nacional), “As fantasias eletivas” (indicado nos vestibulares UFSC/UDESC/ACAFE e prêmio de romance do ano pela Academia Catarinense de Letras), “História da Chuva” (Bolsa Petrobras Cultural) e “Aranhas” (prêmio de livro de contos do ano pela Academia Catarinense de Letras). Schroeder já falou sobre seus livros na França (Sorbonne), México (FIL Guadalajara) e Espanha (Casa Catalunya), e já deu oficinas de criação em cinco estados brasileiros. Foi selecionado para a primeira oficina de roteiro da Festa Literária Internacional de Paraty, com a cineasta Lucrecia Martel, em 2008. É roteirista dos longas-metragens “As fantasias eletivas” (Prêmio Catarinense de Cinema 2018),“A primeira música” (Prêmio Catarinense de Cinema 2022) e dos curtas “O que resta” (Prêmio Catarinense de Cinema 2021) e "Anônima (Prêmio de Público do FAM, 2022) e professor dos programas “Entre a escrita e a imagem” e “Palavra em cena”, que adaptou 45 contos para roteiro de cinema. Já desenvolveu séries para produtoras como Filmes que voam e Cinerama BC e realizou mais de uma dezena de script doctor´s (consultoria de roteiro).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Santa Catarina
Herval d'Oeste Santa Catarina
Itaiópolis Santa Catarina
Jaraguá do Sul Santa Catarina
Joaçaba Santa Catarina
Lages Santa Catarina
Mafra Santa Catarina
Massaranduba Santa Catarina
Porto União Santa Catarina
Rio Negrinho Santa Catarina
Rio do Sul Santa Catarina
São Joaquim Santa Catarina
Três Barras Santa Catarina
Videira Santa Catarina
Xanxerê Santa Catarina