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O projeto "Caretas do Lagedo do Pau d’Arco: Ecos de Ancestralidade e Resistência" propõe a produção de um documentário de curta-metragem de 15 minutos que registra a manifestação cultural dos Caretas, tradição centenária preservada na comunidade quilombola de Lagedo do Pau d’Arco, em Lapão-BA, durante a Semana Santa. A obra resgata um patrimônio imaterial de resistência e identidade, dando visibilidade a uma celebração singular e significativa. Após concluído, o filme será exibido gratuitamente em 10 escolas públicas de comunidades quilombolas certificadas em 10 municípios do Território de Irecê, região que concentra um dos maiores números de comunidades remanescentes de quilombo da Bahia, sempre seguido de debates com estudantes, professores e comunidade. O curta será disponibilizado na internet, por meio de plataforma de streaming gratuita, ampliando o alcance. Assim, o projeto democratiza o acesso à cultura, promove reflexão crítica e fortalece o protagonismo quilombola.
Caretas do Lagedo do Pau d’Arco: Ecos de Ancestralidade e Resistência” é um documentário de curta-metragem (15 min) que mergulha na tradição centenária dos Caretas, manifestação cultural preservada pela comunidade quilombola de Lagedo do Pau d’Arco, em Lapão-BA, durante a Semana Santa. A obra revela a força simbólica dessa celebração que atravessa gerações, unindo fé, identidade e resistência de um povo que mantém vivo um patrimônio imaterial de grande relevância para a cultura brasileira. Por meio de imagens e depoimentos de seus guardiões, o filme resgata memórias, dá visibilidade a uma expressão cultural pouco conhecida e fortalece o protagonismo quilombola no cenário nacional. Além das exibições presenciais em 10 escolas quilombolas do Território de Irecê, o curta será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital, ampliando o acesso e permitindo que essa herança coletiva inspire novas gerações no Brasil e no mundo.Classificação Indicativa: Livre
Objetivo GeralProduzir e difundir o documentário de média-metragem "Caretas do Lagedo do Pau d’Arco: Ecos de Ancestralidade e Resistência", resgatando e valorizando a tradição centenária dos Caretas como patrimônio cultural imaterial da comunidade quilombola de Lagedo do Pau d’Arco (Lapão-BA), de modo a preservar a memória, fortalecer a identidade coletiva e ampliar o acesso democrático à cultura nas comunidades quilombolas do Território de Irecê.Objetivos Específicos- Realizar a produção do documentário com duração aproximada de 15 minutos, registrando a tradição dos Caretas em todas as suas dimensões (ritualísticas, históricas, sociais e simbólicas).- Finalizar tecnicamente a obra em alta qualidade de som e imagem, garantindo acessibilidade com legendagem descritiva e recursos de inclusão.- Exibir o documentário em 10 escolas públicas situadas em comunidades quilombolas certificadas de 10 municípios do Território de Irecê, de forma totalmente gratuita.- Promover debates mediados após cada exibição, envolvendo estudantes, professores e a comunidade local, incentivando a reflexão crítica sobre identidade, ancestralidade e pertencimento.- Democratizar o acesso ao audiovisual em regiões historicamente pouco contempladas pela grande mídia, ampliando a circulação e valorização das expressões culturais quilombolas.- Fortalecer o protagonismo das comunidades quilombolas por meio da visibilidade cultural, contribuindo para a preservação da memória coletiva e a valorização de suas tradições no cenário cultural baiano e nacional.- Disponibilizar o documentário gratuitamente no YouTube e enviar comunicado por e-mail a todas as Secretarias de Educação dos municípios da Bahia, assegurando a ampliação do alcance e garantindo que gestores, professores e estudantes de diferentes regiões tenham acesso ao conteúdo.
O projeto "Caretas do Lagedo do Pau d’Arco: Ecos de Ancestralidade e Resistência" nasce da urgência em registrar, valorizar e difundir uma tradição cultural centenária que resiste ao tempo e à invisibilidade: a brincadeira dos Caretas, realizada na comunidade quilombola de Lagedo do Pau d’Arco, em Lapão-BA, durante a Semana Santa e que envolve a criação de máscaras e vestimentas características. Trata-se de uma manifestação popular de profundo valor histórico, simbólico e social, que traduz a memória, a espiritualidade e a identidade coletiva de um povo que luta diariamente pela preservação de sua cultura.O Território de Identidade Irecê, onde o projeto será desenvolvido, concentra um dos maiores números de comunidades remanescentes de quilombo da Bahia, o que reforça a urgência de iniciativas que assegurem visibilidade e reconhecimento à riqueza cultural dessas populações. No entanto, expressões como a dos Caretas permanecem à margem dos meios hegemônicos de comunicação e carecem de registros que assegurem sua permanência para as futuras gerações. Sem iniciativas como este documentário, práticas tradicionais de grande relevância correm o risco de desaparecer diante da homogeneização cultural e da ausência de políticas de difusão. Assim, o filme se torna instrumento de preservação do patrimônio imaterial, de educação e de fortalecimento da autoestima comunitária, ampliando o protagonismo quilombola no cenário cultural baiano e nacional.A itinerância em 10 escolas públicas de comunidades quilombolas certificadas, em 10 municípios do Território de Irecê, justifica-se pela carência de acesso a bens culturais nessas localidades, especialmente no campo audiovisual. O projeto, ao garantir exibições gratuitas seguidas de debates, promove democratização da cultura, formação de público e estímulo ao pensamento crítico, em consonância com os princípios de descentralização, diversidade cultural e inclusão social defendidos pela Lei Rouanet Nordeste.A utilização de recursos públicos é imprescindível porque a comunidade e os agentes culturais envolvidos não dispõem de condições financeiras para realizar uma produção audiovisual de qualidade, com distribuição e acessibilidade adequadas. O investimento via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais assegura que esse patrimônio coletivo, seja registrado, preservado e compartilhado de forma ampla e gratuita. Assim, o apoio público garante que este projeto funções sociais de assegurar direitos culturais e fortalecer identidades, bem promove a diversidade e a riqueza cultural do Brasil.Incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91 no qual o projeto se enquadra: I, II, III, IV, V, VI, VIII e IXI _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O documentário terá exibições gratuitas em 10 escolas públicas quilombolas, garantindo acesso democrático a um bem cultural e fortalecendo o direito à memória e identidade.II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto valoriza conteúdos e narrativas do Território de Irecê, região que possui um dos maiores números de comunidades quilombolas da Bahia, além de mobilizar profissionais e saberes locais.III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. A obra registra e difunde uma tradição quilombola centenária, dando visibilidade à comunidade que a mantém viva e fortalecendo sua legitimidade como criadora cultural.IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. Os Caretas de Lagedo do Pau d’Arco são expressão direta da cultura afro-brasileira e quilombola, grupos fundamentais para a diversidade cultural do país.V _ Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Ao registrar e difundir o ritual dos Caretas, o projeto contribui para a manutenção de práticas tradicionais, garantindo que elas floresçam e sejam transmitidas às novas gerações.VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. A brincadeira dos Caretas é um patrimônio imaterial, e o documentário atua como ferramenta de preservação, documentação e valorização dessa herança cultural.VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O filme se insere como um bem cultural de caráter educativo, formador de consciência crítica, que conecta memória coletiva, identidade quilombola e diversidade cultural do Brasil.IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O documentário é 100% originário do Brasil, com foco no semiárido baiano, e dá centralidade às tradições populares brasileiras. Objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados: II-a, III-d, IV-a, IV-b e V-cII _ Fomento à produção cultural e artísticaa) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)O projeto prevê a realização de um documentário de curta-metragem (15min) com registro audiovisual de caráter cultural, totalmente enquadrado nessa previsão legal.III _ Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e históricod) Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;O documentário registra e difunde a brincadeira dos Caretas, manifestação cultural centenária, expressão do patrimônio imaterial e das tradições populares quilombolas do sertão baiano.IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturaisa) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.O projeto prevê 10 exibições gratuitas em escolas quilombolas, abertas a estudantes, professores e comunidade, garantindo acesso democrático.b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. A produção do documentário envolve pesquisa histórica e cultural sobre a tradição dos Caretas, transformando esse conhecimento em obra audiovisual de difusão.
EQUIPAMENTOS DE GRAVAÇÃO:Equipamentos de vídeo- 1x Câmera Sony A6700 (camera 01)- 2x Câmera Sony ZV-E10 II (camera 02 e 03)- 1x Lente Sigma 16mm f1.4- 1x Lente Viltrox 23mm f1.4- 1x Lente Sony 18-135mm f3.5/5.6- 1x Lente Tamron 17-70mm f2.8- 1x Lente Sigma 70-200mm f2.8- 1x Matte Box + Filtro ND Variável- 6x Bateria Sony NP-FZ100 (com carregador)- 1x Bateria V Mount 6800mAh + Plate- 4x Cartão SDCard 128gb Lexar Profissional- 2x Cartão MiniSDCard 128gb Lexar Profissional- 1x Monitor Viltrox DC550- 2x SSD Sandisk 1TBEquipamentos de iluminação- 2x Iluminador Led Youngnuo YN360 III (com tripé e fonte de energia)- 1x Iluminador Octabox (com Softbox + Tripé)- 6x Bateria Sony NP-F970 (com carregador)Equipamentos de som- 1X Kit Microfone lapela Synco (4 transmissores + 2 receptores)- 1X Microfone Shotgun Boya BM6060 (com vara e windscreen)- 1x Gravador digital profissional TascanEquipamentos de maquinária- 2x Tripés com cabeça hidráulica- 1x Estabilizador Eletrônico Zhiyum Weebill S- 1x SmallRig acessorios (Cage+Handles)- 4x Case de transporte- Claquete- Cabos e extensões de energia* Caso não haja disponibilidade do modelo descrito, ele será substituído por um de especificação técnica e qualidade similar. ILHA DE EDIÇÃO:- 2x MACMINI M4- MONITOR LG 32" 4k- 2x HD EXTERNO 4TB SEAGATE FORMATOS DE GRAVAÇÃO:H.264/XAVC S-I 4:2:2 10-BitUHD 4K (3840 x 2160) 24p / (depoimentos e cenas de cobertura)UHD 4K (3840 x 2160) 60p / (cenas de cobertura em slow motion)H.264/XAVC S 4:2:0 8-BitUHD 4K (3840 x 2160) 30p / (making of) FORMATOS DE FINALIZAÇÃO DE IMAGEM:H.264 MP4UHD 4K (3840 x 2160) 24p DURAÇÃO DO DOCUMENTÁRIO:Aproximadamente 15 min.
Acessibilidade Física As sessões de exibições e debates em escolas públicas terão rampas de acesso, banheiros adaptados, pisos táteis e sinalização adequada, garantindo autonomia e segurança a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo O curta-metragem “Caretas do Lagedo do Pau d’Arco: Ecos de Ancestralidade e Resistência” contará obrigatoriamente, em todas as suas formas de exibição e disponibilização ao público, com os seguintes recursos de acessibilidade de conteúdo:Audiodescrição;Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE);Janela de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).Esses recursos estarão presentes tanto nas exibições presenciais realizadas nas escolas públicas quanto na disponibilização gratuita do documentário em plataforma digital, assegurando acesso universal ao conteúdo audiovisual. Durante as sessões presenciais, o projeto contará ainda com intérpretes de LIBRAS para mediação dos debates com o público.Acessibilidade na Comunicação e Divulgação Os materiais de divulgação serão produzidos em múltiplos formatos — áudio, linguagem simples, imagens com descrição textual e vídeos legendados —, com informações claras sobre as medidas de acessibilidade, ampliando o alcance e o impacto social do projeto.
Visando a “ampliação de acesso” serão adotadas no projeto, conforme artigo 47 da IN 23/2025, as seguintes medidas: · Disponibilização digital gratuita (Inciso III) O documentário será disponibilizado gratuitamente na internet, em plataformas de amplo alcance (YouTube), acompanhados de recursos de acessibilidade como janela de Libras, legendas e audiodescrição, assegurando acesso universal.· Atividades presenciais gratuitas (Inciso V) Serão realizadas sessões gratuitas de exibição seguidas de debates em escolas públicas de comunidades quilombolas de 10 municípios do território de Irecê, região que possui o maior número de comunidades remanescentes de quilombo da Bahia, funcionando como ação que irá aproximar estudantes, professores e comunidade da reflexão sobre cultura, pertencimento e memória.· Ação cultural voltada para crianças, adolescentes e educadores (Inciso VI) As sessões de exibição seguidas de debates terão ênfase no público escolar, estimulando jovens e professores a valorizarem os saberes locais, fortalecendo a identidade cultural e promovendo formação cidadã.- Iremos disponibilizar o documentário gratuitamente no YouTube e enviar comunicado por e-mail a todas as Secretarias de Educação dos municípios da Bahia, assegurando a ampliação do alcance e garantindo que gestores, professores e estudantes de diferentes regiões tenham acesso ao conteúdo.
Função: Diretora de Arte / Pesquisa / Responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projetoNome: Regiane Santos da Silva – Anne Silva (MULHER, NEGRA E QUILOMBOLA) Formação: Ensino médio completo.Experiência: Mulher negra e quilombola, atua na área cultural como assistente de produção audiovisual, com experiência em projetos que valorizam a memória e a identidade do sertão baiano. Participou da equipe dos curtas-metragens “O Livro Mágico do Sertão” — vencedor no Festival Cine Caatinga/PE — e “Além do Golpe”, além dos documentários Teias que Transformam: o impacto do empreendedorismo feminino em Irecê e “Memorial do Sertão: Entre Lembranças e Paisagens”. Sua trajetória revela o compromisso em fortalecer a representatividade quilombola no audiovisual, contribuindo de forma significativa para produções voltadas à valorização das tradições e das expressões culturais da região. Função: Produtora Executiva / Assessora de ComunicaçãoNome: Aline Ferreira Durães Dourado – Aline Durães (MULHER) Formação: Jornalista formada pela Universidade Estadual da Paraíba (UFPB), mestra em Literatura e Interculturalidade, pós-graduada em Mídia e Assessoria de Comunicação e com MBA em Comunicação Eleitoral e Marketing Político. Experiência: Atua há mais de 17 anos em projetos de comunicação, audiovisual e cultura no sertão da Bahia, sendo diretora de Comunicação da Ideário Comunicação e da plataforma Viva Sertão. Já coordenou projetos aprovados pela Lei Paulo Gustavo e Lei Aldir Blanc, realizou o documentário “Teias que Transformam” e integrou a equipe de “O Livro Mágico do Sertão”, premiado no Festival Cine Caatinga. Lidera iniciativas como a Mostra Ideário, que leva cinema a escolas públicas, e desenvolve produções que valorizam a memória, as tradições quilombolas e a cultura do sertão baiano. Função: Diretor GeralNome: Sandoval da Silva Dourado - Sandoval DouradoFormação: Graduado em Computação Gráfica pela Universidade Salvador.Experiência: Designer, cineasta independente e produtor cultural, atua desde 1996 em projetos de design, audiovisual e cultura. Produziu e dirigiu 12 curtas-metragens, conquistando 15 prêmios em festivais nacionais e internacionais, incluindo o Câmera Mundo, em Rotterdam (Holanda). Já teve projetos aprovados em editais da Governo da Bahia, Lei Paulo Gustavo e Lei Aldir Blanc, com forte atuação na valorização da cultura sertaneja. É fundador da Ideário Comunicação, onde desenvolve produções audiovisuais, consultoria cultural e captação de recursos para iniciativas artísticas no interior da Bahia. Função: Diretor de FotografiaNome: Tiago de Oliveira Santos Silva – Tiago Oliver (NEGRO) Formação: Fotógrafo desde 2017, com curso técnico em Fotografia pela Secretaria de Educação de Irecê/Bahia. Experiência: Atua profissionalmente em diferentes segmentos da fotografia. No campo cultural e audiovisual, foi fotógrafo oficial dos curtas O Livro Mágico do Sertão — vencedor no Festival Cine Caatinga — e Além do Golpe, além de integrar a equipe técnica do documentário Memorial do Sertão. É sócio da produtora Ideário Comunicação e da plataforma Viva Sertão, onde desenvolve projetos voltados à memória, identidade e valorização da cultura sertaneja. Participou de formações e eventos especializados, como o Photo Feira Conference e workshops na área, fortalecendo sua atuação como fotógrafo e produtor cultural comprometido com a preservação e difusão das expressões culturais do sertão baiano. Função: MontadoraNome: Ana Carolina Assis de Figueiredo – Ana Carolina (MULHER BISSEXUAL)Formação: Publicitária, formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB). Experiência: Desenvolveu trajetória em projetos acadêmicos e de extensão que unem comunicação, cultura e inclusão social, com destaque para o Podcast Conectad@s, #TamoJunto, Marca e Diversidade e Fotografia e Criação Visual. Sua atuação envolve storytelling, organização de eventos, criação de roteiros e análise crítica de campanhas que valorizam a identidade, a diversidade e a representatividade cultural. Com experiência na articulação entre pesquisa e prática extensionista, busca democratizar o acesso à cultura, fortalecer narrativas locais e ampliar espaços para manifestações artísticas. Atualmente, atua com produção audiovisual e, por meio dela, integra ações culturais e sociais voltadas ao fortalecimento de identidades e à promoção da diversidade. Função: Técnico de SomNome: Victor Gabriel Silva Leão – Gabriel Leão Formação: Publicitário em formação pela Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).Experiência: É realizador e coordenador de projetos como o cineclube Primeiro Take, o CineTerror e a oficina Fotografia e Audiovisual Mobile: Criatividade em Mãos, além de exposições fotográficas que conectam arte e comunidade. Já trabalhou como social media, designer, fotógrafo e videomaker em instituições e agências, incluindo experiências em eventos culturais e campanhas políticas. Sua trajetória destaca a valorização da memória, do cinema e da fotografia como instrumentos de diálogo e transformação social no interior da Bahia. O projeto une o saber de grande personalidades informais da cultura popular (tradicionais brincantes dos Caretas) e técnicos/estudiosos da cultura brasileira, isso porque teremos: Entrevistados do documentário: José dos Santos Alves de Souza – SantinhoFormação/Atuação: Agricultor, negro e quilombola. Reconhecido como um dos mais velhos e pioneiros da tradição local dos Caretas, é guardião da memória e da ancestralidade da comunidade quilombola de Lagedo do Pau d’Arco (Lapão-BA). Sua trajetória representa resistência, identidade e o fortalecimento das práticas culturais transmitidas de geração em geração. Apresentadora: Aline Durães, jornalista, mestra em Literatura e Interculturalidade pela UEPB, produtora e pesquisadora da cultura brasileira, que atua há mais de 17 anos na área de comunicação e cultura no semiárido baiano. Sua experiência acadêmica e prática em projetos de registro e difusão cultural assegura rigor metodológico para a produção desse conteúdo.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.