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PRONAC 2514969Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Iracema Plaza Hotel

59.680.578 JOAO MARCOS PEREIRA MAIA
Solicitado
R$ 327,0 mil
Aprovado
R$ 327,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2026-05-01
Término
2027-05-01
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

Produção de um média-metragem de ficção, com duração aproimada de 25 minutos e finalização em suporte digital de alta definição (4k), dirigido pelo cineasta cearense João Marcos Maia. Iracema Plaza Hotel é uma metáfora sobre o abandono. O filme estabelece um paralelo entre a negligência com o patrimônio histórico brasileiro e o apagamento simbólico dos corpos femininos que envelhecem, ambos relegados ao esquecimento pela sociedade.

Sinopse

Dos palcos de Fortaleza para o mundo, Andaluzia (78) foi uma atriz que viveu seu auge em décadas passadas. Hoje, reclusa no Iracema Plaza Hotel e acompanhada apenas de seu peixinho São Pedro, ela ainda espera por convites para atuar na TV e no cinema, convites que nunca chegaram. Para Andaluzia, até o abandono faz parte do espetáculo. Mantém, em segredo, um relacionamento com Raquel (70). À medida que rachaduras surgem nas paredes do outrora imponente hotel, também ruem as barreiras entre memória, desejo e realidade. Se o Iracema Plaza Hotel tiver mesmo que cair, que seja com todo o esplendor do último aplauso.Link com o VÍDEO DE APRESENTAÇÃO do projeto e outros materiais artísticos:https://drive.google.com/drive/folders/1G0Lw8zdsHZyo82xzuNxEfPCVXE0l0zP7?usp=sharing

Objetivos

Objetivo GeralEste projeto visa contemplar todas as etapas de produção de obra cinematográfica brasileira do média-metragem, com duração estimada de 15 minutos, captada e finalizada em sistema digital de alta definição (4k), com versão com recursos de acessibilidade. "IRACEMA PLAZA HOTEL" é uma obra de ficção, dirigida e roteirizada pelo cearense João Marcos Maia. O filme será realizado por uma equipe majoritariamente feminina e LGBTQIAPN+. A classificação indicativa provável do filme será de "não recomendado para menores de 12 anos" e a destinação inicial será para a exibição em festivais de cinema nacionais e internacionais, seguida de outras janelas.Objetivos EspecíficosEstimular uma reflexão sobre a preservação de patrimônio histórico a partir de exibições em sala de aula para alunos do ensino médio de escolas públicas;Contribuir para a cadeia produtiva do audiovisual cearense, envolvendo mais de 20 profissionais;Beneficiar cerca de 60 (sessenta) profissionais que serão envolvidos indiretamente na produção do média-metragem. (profissionais contratados por prestadoras de serviços de transporte, alimentação, hospedagem, acessibilidade, maquinaria e etc);Inscrever o filme em 50 festivais nacionais e internacionais;Garantir os 04 formatos de acessibilidade comunicacional: audiodescrição, legendas simples, libras e legendas para surdos e ensurdecidos.Ampliar o conhecimento da produção cinematográfica cearense.

Justificativa

Na Praia de Iracema, em Fortaleza, um hotel esquecido guarda as marcas do tempo e dos dias de glória que um dia conheceu. O Iracema Plaza Hotel, antigo símbolo de luxo e sofisticação nos anos 1960, é tanto cenário quanto metáfora para contar não apenas a história do abandono e da destruição de construções históricas, revelando um país sem memória e sem cultura de preservação, mas também o apagamento lento da presença de mulheres mais velhas nas produções culturais, especialmente no cinema e na televisão. Assim como uma estrutura começa a ruir, a juventude também se esvai dos nossos corpos e, com ela, esses corpos são automaticamente descartados pela indústria do entretenimento.Mais conhecido como Edifício São Pedro ou mesmo "Copacabana Palace Cearense", este hotel, que tem inspiração nas construções das vilas de Andaluzia na Espanha, ficava localizado na Praia de Iracema e, em 2024, após anos de abandono e descaso por parte do poder público, teve sua demolição decretada com muitas controvérsias. O hotel carregava a identidade da Fortaleza dos anos 1960, sendo o primeiro hotel da região com tamanho símbolo de grandeza e poder, e pioneiro em ter vários andares, frequentados inclusive pela alta elite da região e demais figuras públicas brasileiras e internacionais.Em paralelo, a criação da personagem Andaluzia, teve reflexo na lenta degradação e esquecimento do Hotel, que um dia também esteve no centro da cena. O filme majoritariamente se passará no quarto mais refinado deste hotel, onde vive Andaluzia (78), atriz de teatro consagrada em décadas passadas, agora confinada entre os limites da realidade e da lembrança. Por meio dela, retratamos o envelhecimento dos artistas, um processo tão comum quanto silencioso, e o esquecimento que atinge tanto edifícios quanto pessoas que já ocuparam o centro da cena. Ambos, relegados ao esquecimento pela sociedade, se mostram como um ato de resistência, ao expor a realidade e os problemas enfrentados pelo confinamento e afastamento, pois, assim como uma estrutura começa a ruir, a juventude que um dia nos pertenceu também se esvai dos nossos corpos.Podemos ainda refletir sobre os relacionamentos homoafetivos, especialmente entre mulheres mais velhas, um tema silenciado por décadas. Andaluzia guarda em si não apenas a trajetória de uma grande atriz, mas também o segredo de um amor entre duas mulheres. A escolha do hotel como cenário é igualmente simbólica: um espaço de passagem, que não pertence a ninguém em definitivo, tornando-se o refúgio perfeito para encontros escondidos, onde desejo e afeto podiam existir longe dos olhos da sociedade. Nesse sentido, o projeto tem impacto e contribuição para ampliar narrativas sobre gênero, sexualidade e envelhecimento, além do rompimento de estereótipos que coloca o corpo envelhecido num lugar de não afeto e de não desejo.Por se tratar de um filme que também se expressa por meio da música, é fundamental valorizar os artistas cearenses nesse aspecto. Pretendo integrar ao projeto parcerias com músicos locais que se destacaram nos anos 1960, explorando gêneros como o brega e a MPB cearense, o que conferirá ao filme uma identidade sonora única e profundamente enraizada na cultura do estado. Artistas como Amelinha, Teti e Vilamar Damasceno poderão brilhar, agora nas grandes janelas do cinema.O quarto do hotel será ambientado com a estética da Fortaleza dos anos 1960, correspondente à época de ouro do edifício. A recriação se baseará em pesquisas de arquivos realizadas por meio de visitas à Biblioteca Estadual do Ceará (BECE), consulta a jornais locais e entrevistas com antigos moradores, jornalistas e ex-proprietários do prédio. Com a passagem do tempo, o quarto também envelhecerá e terá alguns móveis substituídos por mais atuais. Planejo criar uma estética pautada no luxo e na pompa que é refletida aos gostos de Andaluzia, com obras de arte, pinturas e prêmios de atuação. Um piano, uma vitrola e um peixinho dourado chamado São Pedro completam o cenário. Este peixinho, que leva o nome mais popular do hotel, é uma metáfora tanto da própria construção e história, como da permanência da memória.Entre as referências que inspiram o projeto estão Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder, com Andaluzia como um espelho tropical da inesquecível Norma Desmond; as séries Ratched, de Evan Romansky e Ryan Murphy, e Hollywood, de Ryan Murphy e Ian Brennan, pela estética e pela abordagem de amores silenciados; A Lei do Desejo, de Pedro Almodóvar, com sua intensidade emocional e sexualidade latente; e o musical Chicago, de Rob Marshall, que contribui com a camada teatral da proposta. Ao longo da pesquisa e construção, entendo que este projeto tem alto potencial de circulação em festivais nacionais e internacionais, projetando a cena cearense nacional e internacionalmente.Como contrapartida, o projeto prevê exibições em escolas públicas para alunos do ensino médio, com rodas de conversa sobre etarismo, preservação da memória cultural e representatividade no cinema. Esses encontros poderão acontecer tanto em escolas da rede pública e privada de Fortaleza quanto em outros espaços interessados, ampliando o alcance da discussão. A proposta busca, assim, despertar reflexões sobre memória e pertencimento não apenas no contexto local, mas em diálogo com diferentes realidades e territórios.A fim de garantir a disponibilização do filme em plataformas acessíveis, comprometemo-nos a entregar a acessibilidade comunicacional completa, incluindo: janelas de Libras, audiodescrição, legendas simples e legendas para pessoas surdas e ensurdecidas (LSE). Essas medidas garantem que o conteúdo seja acessível a públicos com diferentes necessidades sensoriais, promovendo a inclusão.A proposta de enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Artigo 3 da Lei nº 8.313/91Objetivos alcançados com o projetoI - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural;a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001).IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.Iracema Plaza Hotel é um ato de resistência ao expor a realidade de um país etarista que negligencia a valorização e o respeito pela trajetória de seus artistas, assim como a preservação do seu patrimônio histórico.Link de acesso do material artístico complementar do projeto Iracema Plaza Hotel:https://drive.google.com/drive/folders/1G0Lw8zdsHZyo82xzuNxEfPCVXE0l0zP7?usp=sharing

Estratégia de execução

Link de acesso do material artístico complementar do projeto Iracema Plaza Hotel:https://drive.google.com/drive/folders/1G0Lw8zdsHZyo82xzuNxEfPCVXE0l0zP7?usp=sharingLink dos filmes do diretor e roteirista João Marcos Maia (BigMark):Filme LEIDEhttps://vimeo.com/269331716 Filme NEUZAhttps://vimeo.com/324762612

Especificação técnica

ANDALUZIAIdade: 78 anosAparência Física: Bem cuidada, cabelos ruivos, olhos negros intensos, corpo magro.Personalidade: Excêntrica, vibrante, teatral. Vive como se estivesse sempre em cena. Colorida em tudo: nas roupas, no olhar e na maneira de falar.Motivação: Acredita que a vida é um espetáculo contínuo e que o Hotel Iracema é seu último palco. Encontra ali um refúgio emocional e simbólico onde sente que ainda pode brilhar.Conflito Interno: Vive uma fantasia constante como forma de negar o ostracismo e o envelhecimento. O abandono da fama e a decadência do hotel se refletem em seu estado emocional. Lida com transtornos mentais, agravados pela solidão e uma desilusão amorosa.Relações Importantes: Teve uma carreira de sucesso nos anos 1920, mas hoje vive como uma atriz perdida no tempo. Mantém uma relação afetiva e ambígua com Raquel, com quem vive uma história de amor não resolvida.Evolução na Trama: À medida que o hotel entra em ruínas, Andaluzia também se desfaz emocionalmente. O brilho que insiste em manter vai aos poucos cedendo lugar ao delírio e à desintegração mental, até um colapso final em que perde a noção entre cena e realidade.RAQUELIdade: 70 anosAparência Física: Mulher comum, cabelos grisalhos com fios pretos em corte chanel. Usa um dente de ouro.Personalidade: Discreta, contida, introspectiva. Vive de forma aparentemente tranquila, mas guarda um sofrimento silencioso.Motivação: Busca liberdade emocional e sexual. Apesar de viver presa a uma relação heteronormativa, encontra em Andaluzia a possibilidade de viver sua verdade.Conflito Interno: Carrega o peso de viver uma vida que não é sua, casada com um homem por convenção social. Quando está com Andaluzia, se sente viva, mas teme romper completamente com os padrões.Relações Importantes: Casada com Roberto, mas vive uma paixão reprimida por Andaluzia, com quem tem uma relação amorosa secreta.Evolução na Trama: Ainda que deixe o marido e busque Andaluzia, Raquel não consegue se libertar inteiramente dos grilhões sociais. ROBERTOIdade: 70 anosAparência Física: Bem vestido, cabelos grisalhos, expressão dura. Veste-se de forma rígida e antiquada.Personalidade: Autoritário, egocêntrico, antiquado. Representa a figura patriarcal e opressiva.Motivação: Representa o poder masculino tradicional. Não ama a esposa, apenas a mantém por conveniência e domínio.Conflito Interno: Não possui grandes conflitos internos — ele está confortável na estrutura que o favorece. Sua presença serve para mostrar o peso das convenções e a prisão que impõe à esposa.Relações Importantes: Casado com Raquel, a quem vê mais como posse do que como companheira.Evolução na Trama: Imóvel. Representa a rigidez do sistema. Sua função é opor-se à libertação de Raquel e reforçar o ambiente opressor.CONCIERGEIdade: Cerca de 20 anosAparência Física: Jovem, de aparência limpa e arrumada. Cabelos penteados com gel. Uniforme azul do hotel.Personalidade: Passivo, educado, calmo, desajeitado. Representa uma juventude deslocada e sem referências.Motivação: Seguir ordens e manter a função de atendimento. Não questiona muito o mundo ao seu redor.Conflito Interno: Não entende bem as relações humanas ao seu redor. Fica confuso com as ações de Andaluzia, como quando ela o trata com pompa e lhe dá “reais” — valores que já não fazem sentido.Relações Importantes: Serve como atendente de Andaluzia, que o trata como um mordomo de cena.Evolução na Trama: Atua como observador mudo. Não evolui significativamente, mas sua presença ajuda a acentuar o distanciamento da realidade vivido por Andaluzia.

Acessibilidade

O média-metragem contará com acessibilidade comunicacional completa, incluindo: janelas de Libras, audiodescrição, legendas simples e legendas para pessoas surdas e ensurdecidas (LSE). Essas medidas garantem que o conteúdo seja acessível a públicos com diferentes necessidades sensoriais, promovendo a inclusão. A base de produção e o set de filmagem serão planejados com rotas acessíveis, contemplando espaços de manobra para cadeiras de rodas, rampas de acesso, iluminação adequada e demais recursos que assegurem a participação de pessoas com mobilidade reduzida, pessoas idosas e pessoas com deficiência.O projeto também prevê a contratação de profissionais com deficiência, promovendo a inclusão desde o processo de pré-produção.Todo o material de divulgação informará de forma clara as medidas de acessibilidade adotadas nas exibições públicas, garantindo transparência e facilitando o acesso do público interessado.

Democratização do acesso

O filme será inscrito em festivais, em especial aqueles que servem de porta de entrada para outros mercados no primeiro momento. Investir nos principais festivais é uma forma de promover o filme junto a um público interessado e formador de opinião; atrair a atenção da mídia para a obra; e colocar o filme num circuito internacional. Além de que, os grandes festivais brasileiros ajudam a alavancar os lançamentos regionais. A meta é inscrever primeiramente nos principais festivais nacionais e internacionais e em seguida em todos os festivais brasileiros no qual o filme tenha perfil.; DIFUSÃO NO CIRCUITO ALTERNATIVO (UNIVERSIDADES, CINECLUBES E MOSTRAS ITINERANTES, SECULT-CE, SECULT-FOR, COMPHIC, MINC, CINEMATECA BRASILEIRA, BIBLIOTECA PÚBLICA ESTADUAL DO CEARÁ (BECE), BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ (UFC) E INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN). Também planejo que futuramente o filme seja lançado na plataforma de streaming Ceará+. A expansão desses espaços alternativos de exibições são extremamente importantes e democráticos. Conseguimos dessa forma chegar a um outro público expandindo o alcance do filme para além dos festivais de cinema; ESTAR PRESENTE NA TV, ON DEMAND E OUTRAS PLATAFORMAS DIGITAIS: O projeto busca tornar o filme disponível nas plataformas de vídeos sob demanda (VOD), garantindo aos filmes uma vida para além das exibições citadas acima. É a entrada em uma plataforma que se populariza rapidamente, alcançando um público cada vez maior; MARKETING DIGITAL: Criação do perfil do filme no Facebook e Instagram; teaser para divulgação nas redes sociais.Como contrapartida, o projeto prevê exibições em escolas públicas para alunos do ensino médio, com rodas de conversa sobre etarismo, preservação da memória cultural e representatividade no cinema. Esses encontros poderão acontecer tanto em escolas da rede pública e privada de Fortaleza quanto em outros espaços interessados, ampliando o alcance da discussão. A proposta busca, assim, despertar reflexões sobre memória e pertencimento não apenas no contexto local, mas em diálogo com diferentes realidades e territórios.

Ficha técnica

LEO TABOSA - Homem, Cis, Branco, Gay - [PRODUTOR EXECUTIVO - é responsável pela gestão orçamentária e supervisão geral da produção. Atua garantindo que o filme seja realizado dentro dos prazos e limites financeiros, além de mediar relações institucionais e estratégicas. Sua atuação assegura a concretização do projeto do ponto de vista administrativo e financeiro. ]É diretor de cinema, roteirista e produtor Cultural. Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Indústrias Criativas da Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP, atua como sócio-diretor da Pontilhado Cinematográfico e, atualmente, ocupa o cargo de Gestor Cultural da UNICAP. É idealizador e Diretor Artístico do Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim – (Belo Jardim – PE) e da Mostra Curta Vazantes: Cinema em Comunidade (Aracoiaba – CE). Entre seus trabalhos como diretor e roteirista destacam-se os documentários: “Retratos” (2010), “Tubarão” (2013) e “Baunilha” (2017), o filme de animação: “As aventuras do Menino Pontilhado” (2016) e os filmes de ficção: “Nova Iorque” (2018), “Marie” (2019), “Dinho” (2023), “Cavalo Marinho” (2024) e o longa-metragem "Gravidade" (2025). Atualmente desenvolve o roteiro do longa-metragem “Essa tristeza que não vai embora”.JOÃO MARCOS MAIA - BIG MARK - Não Binário, Branco, Gay [DIRETOR E ROTEIRISTA] Graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Atualmente é estagiário na Deberton Filmes. É produtor e, também, um dos idealizadores da Mostra Curta Vazantes: Cinema em Comunidade (Vazantes – Ceará). Aprovou a VIII Mostra Curta Vazantes no XIV Edital Ceará de Cinema e Vídeo – Difusão, Formação e Pesquisa. Entre seus trabalhos como diretor/roteirista destacam-se os documentários: “Leide” (2018), “Neuza” (2019) e “O quintal de João” (2021). Filmes premiados em diversos festivais nacionais de cinema como: 28º Cine Ceará Festival Ibero-americano de Cinema (Fortaleza / CE / 2018). Como produtor audiovisual trabalhou nos curtas-metragens “Nova Iorque” (2018), “Marie” (2019), “Dinho” e “Cavalo Marinho” , do diretor pernambucano, Leo Tabosa. Ministrou a oficina “ANIMAÇÃO EM STOP MOTION”, na programação cultural do Campus Férias Unicap, realizada entre os dias 20 e 24 de janeiro de 2020, na Universidade Católica de Pernambuco. Desde 2017 trabalha na produção do Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim (Belo Jardim – Pernambuco). Em 2022, trabalhou como produtor local do curta de ficção "Dinho" de Leo Tabosa, filme que estreou no 32º Cine Ceará e vem sendo selecionado para festivais de cunho LGBTQIAP+. Em 2023, produziu o material gráfico para o filme "Mais Pesado é o Céu" de Petrus Cariry. No mesmo ano, foi produtor do festival Curta Vazantes: Cinema em Comunidade. No mesmo ano, trabalhou como contra regra do filme "Cavalo Marinho" de Leo tabosa, com previsão de estreia para 2025. Atualmente, é estagiário na produtora "Deberton Filmes", trabalhando com Allan Deberton em suas produções audiovisuais, como exemplos: "Pacarrete", "O Melhor Amigo", "Marcélia", "Está Cidade é Um Deserto Sem Você" e "Feito Pipa".BÁRBARA CARIRY - Mulher, Cis, Parda, Bi - [DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - é responsável por transformar o planejamento do curta-metragem em realidade, coordenando todos os aspectos logísticos da filmagem. Isso inclui a organização de cronogramas, contratação de equipe, gestão de locações, transporte, alimentação e cumprimento do orçamento. ] Cineasta, roteirista e produtora nascida em Fortaleza, Ceará (1988). É graduada em Audiovisual e Novas Mídias pela Universidade de Fortaleza e mestra em Estudos Curatoriais pela Universidade de Coimbra. Como produtora executiva, trabalhou em diversos filmes como Mãe e Filha (longa-metragem/Petrus Cariry/ 2011), Os Pobres Diabos (longa-metragem/Rosemberg Cariry/2013), Abissal (curta-metragem/ Arthur Leite/ 2016), A Balada do Sr. Watson (curta-metragem/ Firmino Holanda/ 2017), Pop Ritual (curta-metragem/Mozart Freire/2019) e Sertânia (longa-metragem/Geraldo Sarno/2019). Como diretora, realizou os curtas-metragens Verão (2009), O Silêncio do Mundo (2011) e Os Cabelos de Letícia (2016). Os filmes que produziu e dirigiu circularam em mostras e festivais no Brasil e no exterior, tendo ganhado diversos prêmios. Como roteirista, já ganhou prêmios em editais no Ministério da Cultura do Brasil (MINC), na Agencia Nacional do Cinema (ANCINE) e na Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE). Já fez trabalhos como produtora e assistente de direção para projetos do Canal Brasil e TV SESC. Em 2021 estreou em festivais seu primeiro longa-metragem como diretora e roteirista, o filme Pequenos Guerreiros. DANNY BARBOSA - Mulher, Trans, Preta, Bi - [ASSISTENTE DE DIREÇÃO - é fundamental para garantir a organização e o bom andamento do set. Sua atuação permite que o diretor foque nos aspectos criativos, enquanto o assistente cuida da logística e da fluidez do processo de produção.] Danny Barbosa é uma atriz, roteirista, diretora e produtora audiovisual natural de João Pessoa, na Paraíba, e é reconhecida como a primeira profissional trans a atuar e produzir audiovisual no estado. Sua trajetória artística começou no teatro, ainda na infância, ao participar de apresentações de dança e teatro na igreja com sua avó, Maria de Lurdes. Formada em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ao longo dos anos sua trajetória artística se diversificou, destacando-se por atuações em musicais, espetáculos teatrais, além de curtas e longas-metragens, que lhe renderam prêmios em diversos festivais de cinema e teatro no Brasil. Danny se destaca por suas atuações em filmes como Bacurau (2019), de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Mais pesado é o céu (2023), de Petrus Cariry, O sertão vai vir ao mar (2024), de Rodrigo César (produção Globo) e Salomé (2024), de André Antônio. Esses filmes premiados marcaram presença em importantes festivais de cinema, como o Festival de Cannes, o Festival Internacional de Cinema de Berlim, o Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, entre outros. Atualmente, Danny Barbosa segue como uma das vozes mais importantes na cena audiovisual paraibana, consolidando-se como uma referência para a representatividade trans na cultura brasileira.PETRUS CARIRY - Homem, Cis, Pardo, Hétero - [DIRETOR DE FOTOGRAFIA - é responsável por traduzir visualmente a linguagem do roteiro, definindo a estética, a iluminação, os enquadramentos e o movimento de câmera. Seu trabalho garante a coesão visual da obra, contribuindo diretamente para a atmosfera, o ritmo e a narrativa, fortalecendo a expressividade e o impacto emocional do filme.] Cineasta nascido em Fortaleza, Ceará (1977). Além de dirigir seus próprios trabalhos, tem se destacado como diretor de fotografia. Os filmes que dirigiu receberam mais de 100 (Cem) prêmios, seja no Brasil ou no exterior. Nessa relação, destacam-se os longas “O Grão” e “Mãe e Filha”, além de curtas como “Dos Restos e das Solidões” e “O Som do Tempo”. Petrus Cariry em 2008 foi membro da diretoria da Associação de Produtores e Cineastas do Norte e Nordeste (APCNN). Sua empresa produtora é a Iluminura Filmes, com sede em Fortaleza. Em 2015, a Iluminura FIlmes lançou o filme “Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois” na mostra competitiva do Festival Internacional do Rio de Janeiro. Em 2017 lançou o longa-metragem “O Barco”, 2021 “A praia do fim do mundo” e 2024 “Mais pesado é o céu”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.