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PRONAC 2514974Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A festa nunca vai acabar

FERNANDO RALFER DE JESUS OLIVEIRA 00670245305
Solicitado
R$ 44,7 mil
Aprovado
R$ 44,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
Imperatriz
Início
2026-03-02
Término
2026-12-18
Locais de realização (1)
Imperatriz Maranhão

Resumo

"A festa nunca vai acabar" é um projeto de média-metragem documental, de vinte minutos, que revisita o colunismo social na cidade de Imperatriz (MA), em seu auge, anos 1980 e 1990, revelando como esses cronistas moldavam reputações, comportamentos e sonhos. Através de entrevistas e imagens de arquivos, o documentário pretende destacar alguns desses personagens.

Sinopse

"A festa nunca vai acabar" revisita o colunismo social na cidade de Imperatriz, Maranhão, em seu auge, anos 1980 e 1990, através de imagens de arquivos e entrevistas com seus cronistas.

Objetivos

Objetivo GeralProduzir um média metragem documental que objetiva revisitar o colunismo social em Imperatriz (MA), resgatando uma parte da nossa história recente.Objetivos específicos- Realizar um média-metragem documental, de 20 (vinte) minutos;- Exibir o filme em estreias em cidades brasileiras, gratuitamente, projetando o alcance de 2000 (duas mil)pessoas espectadoras;- Inscrever o filme em mostras, festivais e no circuito alternativo de exibição, projetando o alcance de 1000 (mil)pessoas espectadoras;- Promover medidas de acessibilidades no produto final (filme), incluindo janela de LIBRAS, audiodescrição elegendas descritivas.

Justificativa

O projeto destaca o inciso II da Lei 8313/91, ou seja, "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", resgatando uma parte da história da cidade de Imperatriz, Maranhão.Em relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra no item "a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural".

Estratégia de execução

O projeto pretender contar, de forma bem-humorada, uma parte da história recente do Brasil, destacando os costumes de uma época.

Especificação técnica

O projeto tem como objeto um filme de média-metragem de 25 minutos finalizado em HD.

Acessibilidade

Pela natureza do objeto, um filme, o projeto adotará a Acessibilidade de CONTEÚDO, com medidas como Janela de Libras, audiodescrição e legenda descritiva.Pretende-se, também, a promoção de outros tipos de medidas de acessibilidade, como ações inclusivas em parceria com a administração responsáveis pelos locais de exibições e eventos de contrapartida, assegurando que o conteúdo alcance públicos diversos e heterogêneos. Exemplos: acessbilidades arquitetônicas e profissionais de LIBRAS.

Democratização do acesso

Em relação à Democratização de Acesso, o filme será exibido em espaços públicos culturais e em escolas, de forma gratuita, bem como será inscrito em mostras, festivais e outros eventos audiovisuais e culturais. Posteriormente, será disponibilizado na Internet em site específico para acesso amplo.Como contrapartida social, pretendemos realizar debates após o filme, com a equipe e jornalistas, abertos à comunidade.

Ficha técnica

O Proponente CNPJ Fernando Ralfer de Jesus Oliveira é MEI com atividades diretamente ligadas ao audiovisual. Na equipe técnica do atual projeto, Fernando Ralfer atuará como produtor executivo.Principais participantes da equipe: - Fernando Ralfer de Jesus Oliveira - Produtor e Diretor de fotografia/operador de câmeraGraduado em Jornalismo pela UFMA. Trabalha com fotografia e produção audiovisual, com foco em documentários, principalmente junto a comunidades tradicionais do Maranhão. Foi curador do projeto Cinema no Teatro, em Imperatriz-MA, de 2010 a 2015. A partir de 2021, passou a coordenar a digitalização e organização do acervo audiovisual do projeto Memória ASSARTI, além de colaborar com a produção de novos materiais do projeto. Enquanto fazedor audiovisual, tem conhecimentos que lhe permitem atuar em todo o processo de produção, desde a escrita do roteiro, direção, direção de fotografia, som, montagem, edição e finalização. Em 2025, Fernando produziu e dirigiu dois clipes para as cantoras Lena Garcia e Karlla Gyz, participou como produtor e diretor de fotografia de dois curtas-metragens, Limbo e De volta ao começo (em pós-produção); - Sérgio Santos Barroso - Diretor e PesquisadorGraduado em Cinema pela UNESPAR, participou de núcleos de dramaturgia e de produções audiovisuais, orientado por nomes de renome do cinema nacional e internacional, teve projetos audiovisuais selecionados para o Festival Serie_Lab e o Fidé - Festival Internacional de Documentário Estudantil; dirigiu e roteirizou curtas-metragens, como Volte Sempre, disponível no Globoplay, Heaven e Bela Vista, participantes de mostras nacionais. Em 2025, roteirizou, dirigiu e produziu os curtas "Faça-se você mesma" (finalizado), Limbo e De Volta ao Começo (em pós-produção), além do méda "Rita Moreira, também em pós-produção. Questões sociais e literatura permeiam sua obra. - Gabriel da Costa Reis Portela – Editor de somBacharel em Música – Composição pela UFPEL, atua como compositor de trilhas sonoras, sound designer, produtor musical e diretor de som para cinema. Desde 2017 vem realizando trabalhos audiovisuais e acumula no portfólio diversos filmes, sendo cerca de 60 curtas-metragens e 3 longas- metragens, assim como participação em dezenas de trabalhos publicitários. Reside em São Luís, Maranhã, onde tem sua áudio-produtora Portal Audio e atua em especial no mercado do audiovisual e cinema local. Dentre seus trabalhos, destacam-se Letícia, Monte Bonito, 04 (Julia Marques, 2020, prêmio de melhor som na 48o Festival de Gramado) e Casa de Bonecas (George Pedrosa, 2023, selecionado no Festival de Rotterdam).- Lucas Sá - Montador, colorista e finalizador Um dos nomes mais reconhecidos do cinema maranhense, com prêmios em festivais nacionais, Lucas Sá escreveu, dirigiu e montou, entre outros, os curtas-metragens de ficção (terror) O Membro Decaído (2012), Ruído Branco (2013) e Nua por Dentro do Couro (2014). Nos últimos anos Lucas tem se destacado na direção de videoclipes, entre eles o da canção “Sinal Fechado”, de Getúlio Abelha. "Cata" é o último filme dirigido (e montado) por Lucas Sá, que está circulando por festivais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.