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PRONAC 251498Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Pôr do Sol Musical – Edição 2025

COMPLEXO DA ESTRADA DE FERRO MADEIRA MAMORE SPE S/A
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2025-06-01
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
Porto Velho Rondônia

Resumo

O projeto visa à realização de apresentações musicais gratuitas e oficinas formativas com artistas da região Norte. As ações acontecerão em espaço público e contarão com estrutura acessível, curadoria especializada e seleção por chamamento público. O projeto inclui ações de acessibilidade, sustentabilidade e democratização do acesso à cultura.

Sinopse

O Festival Pôr do Sol Musical – Edição 2025 é uma proposta de difusão cultural e valorização da produção musical independente da região Norte, estruturada em três produtos complementares: apresentações musicais, oficinas formativas e estrutura de realização. O projeto será realizado em Porto Velho/RO, no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, patrimônio cultural tombado, símbolo da memória e identidade amazônicas. As ações previstas buscam promover o acesso gratuito à música e à formação artística em espaço público, fortalecendo vínculos entre artistas e comunidade. A seleção dos participantes será feita por meio de chamamento público, com curadoria técnica voltada à diversidade territorial, de gênero e de estilos musicais. As apresentações musicais contemplam bandas e artistas regionais, com infraestrutura técnica profissional e registro audiovisual. As oficinas serão conduzidas pelos próprios artistas convidados, promovendo a troca de saberes e a ampliação do repertório técnico dos participantes. A proposta inclui recursos de acessibilidade arquitetônica e comunicacional, medidas de sustentabilidade e comunicação institucional com foco na visibilidade pública do projeto. O evento reforça o papel do Complexo Madeira-Mamoré como equipamento cultural dinâmico, integrando arte, memória e cidadania por meio de uma ação coordenada, inclusiva e de base comunitária.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a realização de um festival de música gratuito com artistas da região Norte, fortalecendo a cena musical local e promovendo o acesso à cultura no espaço público do Complexo Madeira-Mamoré, em Porto Velho/RO. Objetivos Específicos: 1. Produto Festival, Bienal, Festa ou Feira (somente estrutura): montagem de estrutura física, técnica e acessível para viabilização das atividades culturais. 2. Produto Apresentação Musical: realização de 80 apresentações musicais gratuitas com artistas regionais selecionados por chamamento público. 3. Produto Oficina: realização de até 5 oficinas formativas gratuitas com temas ligados à música e à cadeia produtiva musical.

Justificativa

O projeto se alinha aos incisos II e III do art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao promover a regionalização da produção cultural brasileira e apoiar manifestações culturais e seus criadores. Também atende ao inciso II do art. 3º da mesma lei, ao fomentar a realização de espetáculos de música em espaço público, promovendo a fruição cultural gratuita e acessível. O festival contribui para a valorização de artistas locais e para a dinamização cultural do Complexo Madeira-Mamoré, patrimônio histórico da cidade, reforçando sua vocação como polo cultural e turístico. O formato gratuito, inclusivo e formativo amplia o acesso da população às artes e fortalece a cadeia produtiva da música na Amazônia. Produto: Festival, Bienal, Festa ou Feira (somente estrutura) O projeto contempla a montagem de estrutura física e técnica adequada à realização de apresentações musicais e oficinas formativas no Complexo Madeira-Mamoré, espaço simbólico para a identidade local e regional. A proposta prevê palco, sonorização, iluminação, camarins, banheiros químicos e itens de acessibilidade, garantindo segurança, conforto e inclusão ao público e artistas. O investimento em estrutura visa não apenas permitir a realização das atividades, mas também qualificar a experiência cultural oferecida à população. Ao realizar um festival com planejamento técnico e acessível, o projeto contribui para a ocupação positiva do espaço público, incentivando a convivência, a cidadania e o pertencimento. Além disso, a proposta contempla estratégias de comunicação acessível, contratação de intérprete de Libras, espaço acessível a pessoas com deficiência e equipe técnica especializada em produção cultural, garantindo excelência na entrega dos resultados previstos. Produto: Curso/Oficina/Capacitação _ Música As oficinas formativas compõem o eixo pedagógico do projeto, atuando de forma complementar à programação artística. Serão ofertadas cinco oficinas, conduzidas pelos próprios artistas participantes das apresentações musicais, com temas relacionados à música, produção artística, práticas de palco, técnicas instrumentais, entre outros. A realização dessas oficinas amplia a função social do festival ao promover a formação de público, a qualificação de artistas locais e o intercâmbio de saberes musicais. O formato de 1 dia por oficina torna a ação mais acessível, permitindo a participação de pessoas com diferentes níveis de formação e de diversas faixas etárias. As atividades serão gratuitas e realizadas com a mesma estrutura das apresentações, otimizando os recursos do projeto e garantindo padrão técnico elevado para todos os participantes. A curadoria das oficinas buscará representatividade de gênero, territórios e estilos musicais, promovendo diversidade e inclusão. Produto: Apresentação Musical O projeto prevê apresentações musicais gratuitas, realizadas por bandas e artistas da região Norte, com seleção por meio de edital público. Essa etapa do projeto contribui diretamente para a difusão da produção musical independente da Amazônia e para a valorização da diversidade de estilos, expressões e trajetórias artísticas locais. Cada apresentação será realizada em espaço aberto, com estrutura técnica profissional, garantindo boas condições de som e visibilidade para o público. A programação será elaborada por curadoria especializada, que considerará critérios técnicos, estéticos e de representatividade territorial e de gênero. As apresentações favorecem o acesso da população à cultura de forma gratuita, plural e democrática. Além disso, os registros audiovisuais permitirão a preservação e a circulação posterior desse conteúdo por meio de redes sociais e plataformas digitais, fortalecendo o alcance e a memória cultural do festival.

Estratégia de execução

O projeto Festival Pôr do Sol Musical – Edição 2025 foi concebido para ocupar um espaço de grande valor simbólico e histórico: o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, tombado como Patrimônio Cultural Brasileiro. O local é um importante marco da formação territorial e econômica da Amazônia, e atualmente se consolida como polo de fruição cultural na capital de Rondônia. A proposta busca integrar ações de valorização da música independente, formação artística e acesso democrático à cultura, conectando artistas locais ao público em um ambiente seguro, acessível e gratuito. Os produtos foram estruturados com base em critérios de viabilidade técnica, racionalidade orçamentária e impacto cultural regional, com foco na transparência da execução. A equipe executora é composta por profissionais com histórico de atuação em projetos realizados por meio de leis de incentivo, garantindo experiência na coordenação, produção, curadoria, acessibilidade, comunicação e prestação de contas.

Especificação técnica

Produto 1: Festival, bienal, festa ou feira (somente estrutura) Montagem de estrutura física e técnica para realização de 50 apresentações e 5 oficinas: palco, som, luz, sinalização, acessibilidade, segurança, equipe de apoio, limpeza e serviços de produção. Produto 2: Apresentação Musical Apresentações ao vivo com duração média de 1:20h, executadas por artistas solo, duos ou grupos musicais da região Norte. As apresentações serão selecionadas por chamamento público com curadoria especializada e contarão com estrutura técnica adequada e acessível. Produto 3: Curso/Oficina/Capacitação Oficinas com temas ligados à música, como produção musical, técnicas vocais, ritmos regionais, gravação caseira, entre outros. As atividades terão duração mínima de 4 horas, com até 25 participantes por turma, e serão ministradas por artistas convidados do festival.

Acessibilidade

O projeto adotará medidas de acessibilidade física e comunicacional para garantir a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A estrutura do festival contará com rampas de acesso, piso tátil, banheiros adaptados, área reservada no público e sinalização acessível. Serão contratados intérpretes de Libras para todas as peças de divulgações e atividades formativas. Os conteúdos audiovisuais publicados terão legendas e audiodescrição. As ações seguirão o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e as orientações técnicas da Lei nº 13.146/2015 e do Decreto nº 9.404/2018.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto serão gratuitas e realizadas em espaço público. No mínimo 10% das vagas nas oficinas formativas serão reservadas a estudantes de escolas públicas. O público das apresentações será formado majoritariamente por moradores da cidade, incluindo grupos historicamente excluídos, como pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, com deficiência, população ribeirinha e beneficiários do CadÚnico. Haverá ampla divulgação gratuita em mídias locais e digitais. As medidas atenderão ao Art. 47 da IN 23/2025, promovendo acesso universal e inclusivo à cultura.

Ficha técnica

Instituição proponente: A Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré SPE S/A será responsável pela coordenação geral e institucional do projeto, incluindo supervisão administrativa e financeira, movimentação de recursos, contratações, articulação com parceiros e interlocução com o Ministério da Cultura. O Complexo Madeira-Mamoré é uma construção ferroviária que tinha por objetivo facilitar o escoamento de produtos, em especial da borracha, durante a Segunda Guerra Mundial. É um dos lugares mais importantes do município, o marco zero que deu inicio a Porto Velho e ao Estado de Rondônia. A ferrovia foi desativada na década de 1960 e tombada como Patrimônio Cultural Brasileiro em 2006. É considerada uma das maiores obras de engenharia mundial de seu tempo. Responsável legal: Bruno de Souza Martins É diretor de eventos no CPXMM e atuará como supervisor executivo do projeto, com função de acompanhar todas as etapas, da pré-produção à prestação de contas. A participação será voluntária. Produtor cultural desde 2013 na cidade de Porto Velho/RO, é um dos fundadores da produtora Terra Oca, que desempenha um papel significativo na promoção e enriquecimento da expressão artística e cultural local. Já organizou eventos, festivais e shows que celebram a diversidade e fortalecem a cena cultural de Porto Velho. Ao longo de sua trajetória, foram realizados diversos festivais, shows e produções culturais de impacto no estado de Rondônia, reafirmando seu compromisso com a valorização da cultura local. Currículos resumidos: Hugo Borges – Produtor Executivo Produtor cultural, cantor e diretor da Omni Produtora, com mais de 20 anos de carreira artística e técnica. Atua na produção musical e de eventos desde 2003, com passagens por projetos de diferentes portes. Já produziu discos, EPs, vídeos e conteúdos audiovisuais para plataformas digitais, além de realizar oficinas de produção cultural pelo SESC/RO. Em sua trajetória, trabalhou com diversos artistas de Rondônia e profissionais do mercado nacional. Desde 2020, coordena projetos culturais pela Omni Produtora e é reconhecido como referência em Porto Velho na criação e execução de projetos por meio de leis de incentivo. Marcelino Pereira da Silva - Gestor de Projetos Culturais Produtor cultural, músico e gestor de projetos com sólida atuação no setor cultural em Rondônia. Atua há mais de 15 anos na concepção, produção e execução de projetos nas áreas de música, festivais e formação artística. Integrou a equipe executiva do Rondon Rock Festival nas edições de 2017 e 2018, e é idealizador do projeto Extrapalco e do aplicativo Editalis, voltado à divulgação de editais culturais. Como músico, integrou a banda autoral Di Marco, com a qual participou de festivais como Grito Rock, Poraquê, Casarão e Madeira Festival, além de ações em rede com os coletivos Fora do Eixo e Interior Alternativo. Atuou como conselheiro na setorial de música do Conselho Estadual de Política Cultural de Rondônia (CEPC-RO) entre 2020 e 2022, período em que contribuiu com o fortalecimento da cena musical independente durante a pandemia. Adson Nascimento – Curador Artístico Músico, professor e gestor cultural com sólida atuação em Rondônia. É graduado em Música pela UFRGS (2011), especialista em Educação Musical pela Faculdade Cândido Mendes (2017) e possui formação técnica em guitarra elétrica, teoria e percepção musical pela Escola Jorge Andrade (1997–2000). Atua como professor de música na rede municipal desde 2003 e lecionou no ensino superior entre 2017 e 2022. Desde 2017, é produtor cultural e técnico de música do Sesc Rondônia, responsável pela curadoria e programação musical em todo o Estado. Integra a curadoria dos projetos nacionais Sonora Brasil, Sesc Partituras e Amazônia das Artes. Destacam-se entre suas produções: Mostra Sesc Rondônia de Música, Canta Mulher e Concertos Sesc Partituras. Iury Melo Silva – Diretor de Audiovisual e Marketing Publicitário, produtor audiovisual e cultural, atuante há mais de 10 anos no setor criativo de Rondônia. É um dos fundadores do projeto Acústico Lo-Fi e já colaborou com artistas como Luísa Sonza, Emicida e Racionais MC’s. Produziu conteúdos para o Sesc/RO, Ministério Público de Rondônia, Porto Velho Shopping, entre outras instituições. Atuou na Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Trabalho da 14ª Região (2013–2015), com publicações em veículos como The New York Times, O Globo, Folha de S. Paulo e Estadão. Também participou de produções de shows nacionais das bandas Scalene, Supercombo e Versalle. Desde 2020, é diretor de audiovisual na Omni Produtora e representa o coletivo criativo Mosh!. Os demais profissionais serão contratados durante a execução do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.