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Vivência cultural inclusiva e sustentável com crianças em vulnerabilidade social, unindo arte, educação e economia circular. A Lojinha da Marina é um espaço simbólico de trocas que promove autonomia infantil, consumo consciente e cultura do encontro, fortalecendo cidadania, empatia e consciência socioambiental, ao integrar diferentes classes sociais em experiências criativas, afetivas e transformadoras.
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Objetivo geral:Promover uma vivência cultural inclusiva e sustentável por meio da realização da ação O Bem que Contagia: Lojinha da Marina, um espaço simbólico de trocas que une crianças em vulnerabilidade social e voluntários de diferentes realidades em experiências culturais baseadas na economia circular, autonomia infantil, arte-educação e cultura do encontro, fortalecendo a cidadania, a empatia, o consumo consciente e a consciência socioambiental.Objetivos espec?ficos:Realizar 3 dias de vivencia cultural no Shopping Boulevard Vila Velha (ES), totalizando 21 horas de programação com atividades culturais, educativas e sustentáveis, atendendo até 1.200 crianças em situação de vulnerabilidade social, oriundas de projetos sociais da Grande Vitória, com transporte fretado.Montar e ambientar a Lojinha da Marina, 01 espaço cultural simbólico instalado no interior do shopping, com cerca de 12.000 itens usados (roupas, brinquedos, calçados e materiais escolares) previamente coletados, triados e revitalizados, promovendo a economia circular, o reaproveitamento e o consumo consciente.Instalar 30 pontos físicos de coleta de doações em até quatro municípios da Grande Vitória (Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica), durante 60 dias, incentivando o engajamento comunitário e a doação de itens em bom estado como prática de responsabilidade social e cultural.Oferecer 10 oficinas de educação ambiental e criativa com foco em reaproveitamento de materiais, consciência ecológica e produção de sacolas personalizadas, atendendo todas as crianças participantes e integrando práticas sustentáveis e linguagem artística e lúdica da ação.Capacitar 200 crianças e adolescentes voluntários(as) oriundos de contextos sociais diversos, em um ciclo formativo de 4 horas com foco em cidadania, acolhimento, respeito às diferenças e mediação cultural, para atuarem como atendentes da Lojinha durante o evento, promovendo o diálogo entre classes sociais e a cultura do encontro.
O projeto "O Bem que Contagia: Lojinha da Marina" foi idealizado por Marina Cunico, jovem ativista social e ambiental, que desde a infância (iniciou aos 08 anos de idade) desenvolve ações solidárias com foco em reutilização, consumo consciente e justiça social. Sua motivação surgiu ao vivenciar, ainda criança, a desigualdade no acesso a itens básicos por crianças em vulnerabilidade, o que impulsionou a criação de um espaço simbólico e cultural de trocas e encontros: a Lojinha da Marina.A proposta responde a três desafios interligados: (1) a desigualdade no acesso a roupas, calçados, brinquedos e materiais escolares, que afetam diretamente a autoestima e inclusão social de crianças em situação de vulnerabilidade; (2) o desperdício de produtos em bom estado descartados por famílias com maior poder aquisitivo, aumentando a geração de resíduos sólidos e pressionando o meio ambiente; e (3) a distância entre grupos sociais distintos, que raramente interagem de forma significativa e empática.Durante três dias, crianças assistidas por projetos sociais da Grande Vitória participam de uma vivência cultural no Shopping Boulevard, onde realizam oficinas de educação ambiental e criativa, confeccionam sacolas personalizadas com materiais reaproveitados e recebem uma moeda simbólica ("Amor Real") para utilizar na lojinha, onde podem escolher itens usados em útimo estado. O espaço é ambientado como uma loja real e é atendido por crianças e adolescentes voluntários de classes sociais diversas, previamente capacitados, promovendo o diálogo interclassista e o fortalecimento da cultura do encontro.A Lojinha da Marina se destaca por integrar práticas sustentáveis, ação educativa, mobilização social e expressão cultural, adotando os princípios da economia circular, da arte-educação e da cidadania ativa. A experiência transcende a doação de bens materiais: promove o protagonismo infantil, estimula a partilha, e cria espaços de escuta e convivência entre diferentes realidades, por meio de práticas culturais acessíveis e sensiveis as realidades periféricas.Além disso, o projeto promove a circulação de bens culturais e saberes em territórios de baixa oferta cultural, incentiva o voluntariado, a formação de novos públicos e a valorização da economia criativa local, com impacto direto na cadeia produtiva da cultura, envolvendo profissionais de triagem, transporte, ambientação, registro audiovisual, arte-educadores e comunicadores.A iniciativa se alinha aos incisos II, VI e VII do art. 2 do Decreto n. 10.755/2021, ao:Estimular a expressão cultural de diferentes grupos e comunidades, promovendo representatividade e inclusão social;Fomentar a cidadania cultural e a diversidade por meio da acessibilidade e da construção de vínculos solidários;Fortalecer práticas sustentáveis e circulares integradas e economia da cultura e formação de voluntários e agentes culturais.Além disso, o projeto resgata valores culturais essenciais como a partilha, a solidariedade e a convivência comunitária, historicamente presentes nas periferias e comunidades tradicionais, e contrapõe-se à lógica individualista do consumo. A moeda simbólica e o ato de escolher fortalecem a autonomia infantil e o exercício da cidadania desde cedo.Com forte potencial de replicabilidade, a Lojinha da Marina representa uma resposta inovadora, prática e sensível aos desafios sociais e ambientais contemporâneos. Sua execução propõe não apenas o acesso a bens materiais, mas a promoção de uma experiência cultural significativa, transformadora e formativa, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, empática e sustentável.
O projeto Lojinha da Marina propõe uma ação cultural inovadora que articula economia circular, cidadania infantil e cultura do encontro para enfrentar desigualdades sociais e o desperdício de materiais reutilizáveis. A iniciativa mobiliza a comunidade da Grande Vitória para arrecadação de roupas, calçados, brinquedos e materiais escolares, que são triados, higienizados e revitalizados, compondo um acervo distribuído em uma vivência cultural com crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômica.Durante três dias de atividades culturais no Shopping Boulevard Vila Velha, até 1.200 crianças participarão de oficinas de educação ambiental e criativa, com confecção de sacolas reutilizáveis e práticas lúdicas de consumo consciente. Após as oficinas, recebem a moeda social simbólica "Amor Real", que as permite escolher os itens que desejam levar da loja, promovendo o protagonismo, a autonomia e a autoestima infantil em um ambiente simbólico, afetivo e digno.A experiência de compra adota o modelo "um para um", em que crianças e adolescentes voluntários de diferentes contextos sociais atuam como atendentes da Lojinha. Essa interação promove o diálogo interclassista, o fortalecimento da empatia e a vivência da diversidade de forma afetiva e horizontal. Os voluntários recebem capacitação prévia, com ênfase em escuta, cidadania e práticas inclusivas.A proposta também prevê a instalação de 30 pontos físicos de coleta em quatro municípios da Grande Vitória (Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica), durante 60 dias, ampliando o alcance da ação e o envolvimento comunitário. Todos os itens arrecadados são organizados e direcionados à montagem da Lojinha, realizada com ambientação lúdica em espaço cedido pelo shopping. O projeto já foi realizado com sucesso por dois anos consecutivos, consolidando sua metodologia e rede de apoio.Além das ações presenciais, haverá produção de conteúdo audiovisual, incluindo vídeos, minidocumentário e cobertura em redes sociais, com o objetivo de registrar, valorizar e ampliar o impacto da ação. O material também será ferramenta de formação, sensibilização e mobilização para futuras edições e desdobramentos.A origem do projeto remonta à vivência de sua idealizadora, Marina Cunico, que, aos 8 anos, foi impactada pela realidade de crianças sem acesso a itens básicos. Desde então, vem desenvolvendo ações de arrecadação e redistribuição com base na economia circular, incorporando elementos de cultura, educação ambiental e solidariedade. O projeto foi ganhando corpo ao longo dos anos, até alcançar o formato atual, que une mobilização comunitária, sensibilização social e fruição cultural.Dentro desse cenário, o projeto atua em diversas frentes:Redução de impactos ambientais, ao reaproveitar itens que seriam descartados;Promoção da dignidade e da autonomia infantil, ao oferecer uma experiência de escolha mediada por valores simbólicos;Quebra de barreiras sociais, ao promover o encontro de realidades distintas em um espaço de cuidado, partilha e valorização da cultura da empatia.A Lojinha da Marina vai além da doação de bens: cria uma experiência cultural transformadora, sensibilizando participantes sobre desigualdade, sustentabilidade, consumo consciente e construção de redes de cuidado. A ação é pensada para ser replicável e adaptável a outros contextos, com grande potencial de impacto em políticas culturais, educacionais e sociais.O projeto também contribui para o fortalecimento da economia da cultura, ao mobilizar agentes locais em todas as fases: desde a logística de coleta e triagem, passando pela montagem da loja, oficinas, formação de voluntários e produção de conteúdo. Com isso, fomenta a geração de trabalho e renda na ponta social, envolvendo empreendedores criativos, profissionais de comunicação, educadores, designers, produtores e prestadores de serviço.A proposta se enquadra nos incisos do art. 2º do Decreto nº 10.755/2021, que regula o PRONAC:II – Estimula a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, promovendo representatividade e inclusão social;VI – Fomenta atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, fortalecendo práticas que conectam voluntários e crianças em vulnerabilidade;VII – Desenvolve atividades que articulam a economia circular e práticas sustentáveis à economia da cultura e aos arranjos produtivos locais.Além disso, promove o resgate de valores culturais essenciais, como a partilha, a solidariedade e a convivência comunitária — práticas historicamente presentes nas periferias urbanas e comunidades tradicionais. O uso da moeda simbólica e o modelo de troca voluntária reconectam os participantes a uma cultura de empatia, respeito e cooperação.A Lojinha da Marina oferece às crianças uma vivência cultural significativa, em que o ato de escolher simboliza empoderamento, dignidade e reconhecimento. Ao mesmo tempo, articula redes e saberes locais, fortalece territórios e promove a construção de uma sociedade mais justa, criativa e sustentável.
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O projeto “O Bem que Contagia: Lojinha da Marina” se compromete com a inclusão plena, adotando medidas de acessibilidade física, comunicacional, metodológica e atitudinal, garantindo o acesso, a participação e a fruição cultural a todos os públicos, com ou sem deficiência, em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).1. Acessibilidade FísicaAs atividades serão realizadas em local com infraestrutura acessível, contemplando:Entrada principal com rampa ou nivelamento do piso, facilitando o acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Ampla circulação entre expositores, oficinas e áreas de convivência, permitindo o deslocamento autônomo e seguro;Espaço reservado para cadeirantes nas áreas de atividades e descanso;Banheiros acessíveis ou próximos com adaptações conforme normas da ABNT (NBR 9050);Sinalização visual com rotas de acesso indicadas por pictogramas de fácil compreensão.2. Acessibilidade ComunicacionalSerão utilizados materiais de comunicação inclusivos, considerando diferentes formas de percepção:Impressos com fonte ampliada, alto contraste e linguagem simples;Materiais digitais (redes sociais, site, e-mails) compatíveis com leitores de tela (uso de texto alternativo, descrições em imagens e botões acessíveis);Uso de paleta de cores contrastantes nos materiais gráficos e visuais;Intérprete de Libras nos eventos principais, como rodas de conversa e aberturas;Legendas inseridas em todos os vídeos institucionais e tutoriais das oficinas.3. Acessibilidade MetodológicaAs ações culturais e educativas serão adaptadas para atender diferentes perfis de participantes:Oficinas com instruções claras, etapas demonstradas de forma prática e apoio visual;Materiais táteis e adaptações para pessoas com baixa visão;Apoio individualizado, com mediação sensível, sempre que necessário;Flexibilidade de tempo para execução das atividades, respeitando o ritmo de cada participante.4. Acessibilidade AtitudinalA equipe técnica, educadores e voluntários serão capacitados para garantir um ambiente acolhedor e inclusivo:Formação específica em atendimento inclusivo e comunicação acessível;Postura empática, escuta ativa e respeito às individualidades;Divulgação prévia dos recursos de acessibilidade oferecidos ao público;Canal direto para solicitações específicas de acessibilidade, garantindo atendimento personalizado.
Toda a programação da proposta “O Bem que Contagia: Lojinha da Marina” será gratuita e acessível, não havendo qualquer cobrança pela participação nas atividades ou pelos produtos culturais disponibilizados. A “Lojinha da Marina” não realiza comercialização — os itens (roupas, brinquedos, calçados e materiais escolares) são doados previamente por meio de campanhas de arrecadação comunitária, triados e revitalizados, sendo disponibilizados às crianças em situação de vulnerabilidade social por meio de uma moeda social (“Amor Real”), criada exclusivamente para esta vivência educativa e afetiva. Essa dinâmica ressignifica o consumo e valoriza o protagonismo infantil, sem gerar lucro, mas promovendo inclusão, dignidade e autonomia.Além da vivência principal, serão oferecidas oficinas paralelas de educação ambiental e criativa, acessíveis a todos os participantes, com conteúdos voltados à reutilização de materiais e práticas sustentáveis, contribuindo para a formação de público e o fortalecimento de valores socioambientais.Outras estratégias de ampliação de acesso incluem:Registro audiovisual da ação, com produção de vídeos, minidocumentário e conteúdo para redes sociais, garantindo o acesso remoto à experiência;Divulgação em linguagem simples e acessível, com materiais digitais compatíveis com leitores de tela e elementos gráficos com alto contraste;Capacitação de voluntários de diferentes origens sociais, promovendo o intercâmbio cultural e o fortalecimento de redes solidárias;Transmissão ao vivo (ou registros gravados) de momentos-chave do projeto (como rodas de conversa e oficinas formativas) por meio das plataformas digitais do projeto, ampliando o alcance e estimulando o engajamento do público externo.Dessa forma, a proposta assegura a democratização do acesso não apenas por meio da gratuidade e da acessibilidade, mas também pelo estímulo à participação ativa, afetiva e interativa de diversos públicos, conectando territórios, faixas etárias e realidades distintas.
Suellen Castello Curadora de Acessibilidade e Arte-Educadora https://www.linkedin.com/in/suellencastello Suellen Castello é bióloga, mestre em Ecologia de Ecossistemas e especialista em Sustentabilidade, Economia Circular e Educação Ambiental. Atua há mais de 14 anos com projetos socioambientais, políticas públicas e articulação multissetorial, conectando empresas, comunidades e territórios periféricos para impulsionar uma cultura regenerativa e inclusiva. É fundadora da Castello Sustentável, criadora e host do podcast Sustenta027, e Head de Sustentabilidade e Comunidades no Instituto Das Pretas, onde lidera ações de impacto com foco em justiça climática, diversidade e inovação cidadã. Com ampla experiência em leis de incentivo, coordenação de projetos, curadoria de eventos e acessibilidade cultural, Suellen atua como consultora, palestrante, facilitadora e mentora, ajudando empresas e pessoas a transformarem ideias em impacto real e sustentável. Sua abordagem combina técnica, empatia e escuta ativa para tornar a sustentabilidade uma jornada coletiva, prática e inspiradora. Jeniffer AzevedoMediadora Cultural e Mediadora de Oficinas https://www.linkedin.com/in/jenifferazevedopsi Psicóloga com atuação em contextos de vulnerabilidade social, desenvolvendo ações voltadas para o fortalecimento emocional de crianças e adolescentes em projetos comunitários. Acredita no poder da escuta, do vínculo e da esperança como caminhos de transformação. Atua com rodas de conversa, oficinas temáticas, acompanhamento psicossocial e atividades de fortalecimento da identidade, autoestima e pertencimento. Tem experiência em projetos voltados à infância, juventude, educação emocional e acolhimento. Seu propósito: tornar o cuidado acessível, humano e possível onde ele é mais urgente. Fabiana Franco Arte-Educadora de Gestão de comunidades e Mobilizacão cultural https://www.linkedin.com/in/fabiana-franco-25b391b8/?utm_source=share&utm_campaign=share_via&utm_content=profile&utm_medium=ios_app Fabiana Franco é jornalista com mestrado e doutorado em Comunicação. Atua há mais de 25 anos como consultora e docente especialista em comunicação, saúde, responsabilidade social e sustentabilidade (ESG) É pesquisadora sênior, internacionalizada. Foi editora-chefe da Editora Emescam, gerente de comunicação interna da Prefeitura de Vitória e responsável por projetos de consultoria em comunicação institucional em organizações como Hospital Santa Rita de Cássia, Instituto Habilitar, Instituto de Cardiologia do ES e Ceus Med. É Head de Relações Institucionais do Instituto Das Pretas e uma das idealizadoras do Outubro Rosa da AFECC no Espírito Santo, premiado pela Aberje. Possui experiência em coordenação de campanhas de marketing político, gestão de equipes, assessoria de imprensa, social media e produção de conteúdo para meios digitais. É fluente em inglês e espanhol e atua como mentora, palestrante e consultora em projetos voltados à cultura, saúde, equidade e impacto social Artistas e Facilitadores(as) Convidados(as) Palestrantes, Oficineiros e Facilitadores nas Formações A definir conforme curadoria aberta e chamada pública – Prioritariamente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. (Portfólios serão anexados junto à carta de anuência individual) Brenda CastroCuradora Geral, Mediadora e Educadorahttps://www.linkedin.com/in/brenda-castro-estrelarMarina CunicoCurador e Mediador de Oficinashttps://www.linkedin.com/in/marina-cunico-37189825b/Jessica DuarteCuradora Pedagógica e Arte-Educadora GRUPOS, COLETIVOS E COMPANHIAS ENVOLVIDOS Instituto Estrelar Organização cultural e social que atua há mais de 5 anos com impacto social, cultural e educacional voltado a crianças e adolescêntes em situação de vulnerabilidade. https://www.institutoestrelar.com.br
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 30/01/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.