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PRONAC 2515026Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Produtora Escola - Quilombo

KF TRINDADE ECONOMIA CRIATIVA
Solicitado
R$ 1,25 mi
Aprovado
R$ 1,25 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quilombolas
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2026-01-05
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Conceição da Barra Espírito Santo

Resumo

O projeto Produtora Escola é uma escola de produção cultural com foco em ações formativas regulares ou imersivas para mulheres, população negra, LGBTQIAPN+, indígenas, quilombolas e juventude periférica que atuam nas diversas manifestações e linguagens das culturas populares. Nesta edição itinerante será realizada uma Formação em Produção Cultural na comunidade Quilombola Angelim II, em Conceição da Barra/ES, para quilombolas com a proposta de formar multiplicadores de conhecimento e potencializar ações culturais na região para preservação e salvaguarda da cultura local que abriga 32 quilombos com 1200 mil famílias.

Sinopse

Mini Doc Registro do cotidiano das ações do projeto, das histórias dos participantes e da realidade em que vivem. Vivência durante o projeto.

Objetivos

Objetivo geral Realização de uma Formação em Produção Cultural para garantir conhecimento para o desenvolvimento de projetos e ações que preservem, promovam a manutenção e salvaguarda das culturas populares, das tecnologias sociais e ancestrais por meio da formação de seus agentes e detentores de saberes. Valorizando e reconhecendo o trabalho das comunidades quilombolas que atuam nesse território. Objetivos específicos Formação em Produção Cultural O projeto Produtora Escola teve sua 1° edição realizada em 2024 por meio da Lei Rubem Braga, lei de incentivo de Vitória. A proposta é que uma edição itinerante seja realizada em 2026, no Quilombo Angelim 2, na cidade de Conceição da Barra, um dos 32 quilombos da região do Sapê do Norte, no norte do Estado, para potencializar o desenvolvimento de projetos culturais para manutenção e preservação da cultura, saberes ancestrais, as tecnologias sociais e o patrimônio cultural, tornando a produção cultural uma das atividades econômicas nos quilombos. Serão 6 encontros, uma vez no mês, por três meses, um sábado e um domingo, das 9h às 17h, para 40 pessoas dos diversos quilombos com idade a partir de 16 anos. A Formação inclui uma bolsa-auxílio no valor de R$ 600,00 mensais durante três meses para os alunos. Conta com transporte para o deslocamento dos alunos para a Biblioteca Quilombola, no Quilombo Angelim II, onde acontecerá a formação,o trânsito entre quilombos é de difícil acesso, ofertar o transporte é garantir que as pessoas participem. Serão oferecidas 4 refeições ao dia, os alunos receberão um kit contendo ecobag, camiseta, livro didático "Produção Cultural-Guia de bolso", material de aula, caderninho e copo personalizados. Serão adquiridos equipamentos para utilização durante a formação que após o encerramento do projeto serão destinados à biblioteca quilombola como doação para potencializar novas ações: 6 notebooks, 1 projetor, impressora multifuncional, 1 caixa de som e microfones. Os alunos terão acesso ao conhecimento e aos equipamentos para desenvolverem novos projetos. Os educadores serão dos quilombos, das cidades da Grande Vitória, de São Paulo e Rio de Janeiro. E o conteúdo abordado terá temas como: produção cultural, patrimônio material e imaterial, museologia, memória, elaboração de projetos e captação de recursos, turismo de base comunitária, cultura de base comunitária e comunicação. A premissa de atuação da Ciclo é desenvolver projetos promovendo a descentralização dos recursos e ações, investindo no território onde o projeto acontecerá. Diversos produtos e serviços serão contratados e adquiridos nos quilombos, bem como a contratação de equipe, para garantir que o recurso do projeto circule pelo território. Todo o projeto será registrado em foto e vídeo que serão utilizados na divulgação. Quintal erê Espaço brincante montado para atender as crianças dos alunos e da equipe do projeto com atividades, materiais e educadores. É uma contrapartida social do projeto. A proposta é garantir a participação dos alunos que precisam levar suas crianças nos dias de aula. Mas garantir que as crianças tenham espaço e atividades adequados a elas. Por entender que as crianças são de responsabilidade de toda comunidade, o projeto criou um espaço dedicado a elas. O espaço funcionará nos dias de aula da Formação, um sábado e domingo de cada mês, durante 3 meses, das 9h às 17h. A alimentação das crianças será junto aos adultos. As crianças terão atividades artísticas como pintura, arte de rua e atividades circenses. Além dos materiais para as atividades artísticas, serão disponibilizados livros, massinha, pecinhas, jogos de tabuleiro e demais atividades. A proposta é que a arte e a brincadeira sejam as protagonistas nesse espaço. O espaço terá capacidade para atender até 40 crianças. Os educadores do Quintal erê serão dos quilombos e da Grande Vitória. O projeto prevê educadores que possam atender crianças neurodivergentes. Festival gastronômico e cultural - Evento da turma Ao longo da formação, os alunos desenvolverão um projeto cultural para sistematizar o aprendizado, como atividade de conclusão do curso. A cada etapa do aprendizado, uma parte do projeto será construído. Toda a concepção será da turma, mas a proposta é que o evento tenha a duração de dois dias, com a realização de um Festival gastronômico e cultural.As fotos vão compor uma exposição com 40 fotos, com abertura no dia do evento final da turma. A escolha das fotos e o formato da exposição será definido com a turma, durante o desenvolvimento do projeto final. Bem como a montagem. O registro audiovisual será transformado em um nini doc com duração de até 30min, contando a vivência das pessoas ao longo do projeto. O doc será exibido no evento final da turma. A primeira turma do projeto Produtora Escola, edição realizada em Vitória voltada para mulheres negras e indígenas, cis e trans, travestis e homens trans das diversas manifestações da cultura popular, participará do evento com o objetivo de promover um intercâmbio. Alguns alunos seão contratados para atuar no projeto.

Justificativa

Na primeira edição do Produtora Escola foram formadas 23 mulheres cis e trans, travestis e pessoas não-binárias negras e indígenas das diversas manifestações das culturas populares. Um total de 8 crianças passaram pelo Quintal erê, e foram gerados 20 postos de trabalhos majoritariamente ocupados por mulheres negras e indígenas. Foi realizado um evento final organizado pela turma como resultado do aprendizado. E foi realizado o início de um mapeamento das mestras da cultura popular, ao total foram mapeadas 46 mestras em 7 cidades, em diferentes manifestações da cultura. O Produtora Escola não tem como beneficiários somente as pessoas atendidas pelo projeto, mas atua fortemente na valorização do trabalho, na geração de oportunidade de trabalho e renda para esse público. Além disso, várias alunas começaram a empregar o aprendizado em suas atividades. Por esse motivo, é importância realizar uma segunda edição, para potencializar o projeto com mais recursos, equipe, estrutura e podendo ser realizado em diferentes realidades. Essa é a proposta para esta edição. Investir em um projeto com o propósito de garantir que culturas populares que representam a identidade do nosso povo, história, cultura e memória sejam preservadas é demonstrar compromisso com o desenvolvimento humano, sustentável, com a redução das desigualdades, com a erradicação da pobreza, com a educação e com a construção de oportunidade de melhoria de vida. E principalmente com direito e acesso à cultura. O Produtora Escola, além de construir conhecimento com as comunidades quilombolas, garante a estrutura necessária para o aprendizado e bem-estar dos alunos. Garante equipamentos, deslocamento, material didático e alimentação que são essenciais para que as comunidades possam participar do projeto. Além disso, cria condições para que outros projetos, a partir do conhecimento adquirido e dos recursos empenhados, sejam realizados potencializando as manifestações culturais quilombolas. A bolsa, permite que o recurso seja redistribuído, incentiva a adesão e participação à Formação e garante uma renda extra que pode garantir jornadas menores em outros tipos de trabalho para que os alunos se dediquem à Formação. Garantir bolsa no valor de R$600,00 reais é contribuir com a mudança de realidade de várias famílias quilombolas. A metodologia empregada na Formação é o aprender fazendo que garante um aprendizado mais prático. Ter contato com diferentes linguagens como audiovisual, fotografia e outras linguagens possibilita inspiração e conhecimento para o desenvolvimento de novas ações nos territórios quilombolas.A realização de um Festival da gastronomia e cultura quilombola garante, além do emprego do conhecimento, a criação de uma ação que gera trabalho e renda, valoriza e promove a cultura do território. Preservar manifestações culturais é garantir que gerações futuras tenha conhecimento de suas histórias, só há futuro com acesso à memória. As comunidades quilombolas representam os povos tradicionais de qualquer região do país e garantir a sua preservar é garantir a preservação da história de uma nação. Formar agentes culturais é potencializar o trabalho na cultura, potencializar a realização de novas ações, é garantir dignidade no desenvolvimento do trabalho e promover a democratização do aprendizado, do recurso e da realização de ações. Realizar a formação em comunidades quilombolas é garantir que 1.200 famílias serão beneficiadas. Criar um espaço para as crianças é garantir que pais e mães possam participar da Formação, pois são culturas que compreendem a importância de o cuidado com as crianças ser responsabilidade de toda a comunidade. Não somente um espaço para que elas fiquem, mas que promova a arte, as brincadeiras e a livre manifestação da infância. Um espaço que vai fomentar o contato com as tradições por meio de diversas linguagens. É uma maneira de profissionalizar o trabalho, promover o intercâmbio com os mais experientes e atender as singularidades de um projeto que de fato atua com a diversidade. Atuar com a diversidade é compreender que é para além dos corpos e identidades, a diversidade se dá no aprendizado, na compreensão, na formação, na presença e ausência da experiência e na vivência. A proposta se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra no inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Especificação técnica

Produtos audiovisuais 6 Aftermovie de até 1’00”6 vídeos Criativos para as redes sociais de até 0’20” 01 vídeo Institucional de até 3’00” para Youtube 01 Documentário de até 30’00” Projeto pedagógico O objetivo é formar produtoras e produtores culturais que possam atuar na realização de projetos culturais nos 32 quilombos da região do Sapê do Norte. Além de garantir a formação, contribuir com a geração de trabalho e renda a partir do conhecimento de preservação, manutenção e salvaguarda das manifestações culturais na região. Faixa Etária: a partir de 16 anos e sem limite de idade Requisitos para inscrição: Todos os alunos deverão ser quilombola da região do Sapê do Norte, com idade a partir de 16 anos e com disponibilidade para participar das aulas. Forma e condição de inscrição: A inscrição será realizada por meio de um formulário do Google Docs e o inscrito deverá preencher dados pessoais e profissionais, caso tenha experiência. Caso tenha experiência, deverá anexar um portfólio. A inscrição será realizada presencialmente por meio da equipe do projeto. Número de Turmas: 1 Número de participantes por turma: 40 alunos A metodologia desenvolvida se baseia no aprender fazendo, a prática associada à teoria. Os alunos terão aulas teóricas e práticas e ao final da formação farão um evento como resultado do aprendizado. Para as aulas serão utilizados projetor e tela, além de quadro branco, caixa de som e notebooks. Cada aluno receberá um Kit contendo ecobag, camiseta, copo, caderninho personalizado e um livro didático “Produção Cultural-Guia de bolso”. As aulas acontecerão em 1 sábado e 1 domingo de cada mês, durante 3 meses, das 9h às 17h com intervalos para lanches (manhã e tarde) e almoço. Serão 56 horas de formação contando com as horas de prática na realização doe evento final da turma. Conteúdo programático: produção cultural, patrimônio material e imaterial, museologia, memória, elaboração de projetos e captação de recursos, turismo de base comunitária, cultura de base comunitária e comunicação. Os alunos farão pesquisas de satisfação com perguntas sobre a divulgação, os educadores, conteúdo programático, kit, a dinâmica das aulas, alimentação e a organização. Todos os participantes que concluírem 75% da formação terão direito ao certificado.

Acessibilidade

O local para realização da Formação será o que melhor atende as exigências de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência, uma vez que será realizada na Biblioteca Quilombola, no Quilombo Angelim II. Está previsto educadoras para acompanhar os alunos neurodivergentes com diagnósticos de TEA e TDHA no Quintal erê. Está previsto acessibilidae em libras durante as aulas, caso haja a inscrição de algum aluno com deficiência auditiva ou surdez na Formação em Produção Cultural e no Quintal erê. E o evento também contará com acesibilidade em libras. Todos os produtos audiovisuais terão legenda e acessibilidade em libras Todas as publicações nas redes sociais e site terão legenda descritiva A equipe do projeto é composta pelo mesmo público beneficiário garantindo acessibilidade atitudinal, um ambiente seguro para os participantes.

Democratização do acesso

O projeto é uma grande política de democratização já que será realizado em um dos 32 quilombos, da região do Sapê do Norte, no Norte do Espírito Santo que vai beneficiar até 1200 famílias. Vai atender, empregar e contratar serviços e produtos das comunidades quilombolas fazendo circular os recursos pelos territórios quilombolas. Além de promover o ensino, o projeto prevê a aquisição de equipamentos que são fundamentais para realização de projetos culturais, como notebooks, impressora, caixa de som e microfones e projetor. Para que depois da realização da Formação, esses equipamentos possam impulsionar novos projetos. E também toda estrutura para o aprendizado. Realiza um evento aberto ao público com capacidade para atender até 600 pessoas. Possui ações de acessibilidade para garantir a participação de pessoas com deficiência e neurodivergentes. Garante espaço voltado para as crianças com estrutura e educadores para atender as especificidades dessa atividade. Promove o intercâmbio de conhecimentos levando diferente pessoas para o quilombo e levando do quilombo o conhecimento. O audiovisual do projeto será disponibilizado para a TVE Espírito Santo, TV Públicas, depois da circulação em festivais e mostras, ficará disponível no Youtube. Todas as atividades/ ações dos projetos são gratuitas. Artigo 28 da IN nº 01/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Karlili Trindade – Direção geral, gestão financeira e coordenação pedagógica Idealizadora, diretora geral e coordenadora pedagógica do "NarraPerifa", gestora cultural, mestre em Comunicação e Territorialidades, com MBA em Gestão Cultural, graduação em comunicação, autora do livro “Produção Cultural-Guia de bolso, autora e organizadora do e-book "Cultura, política, trabalho e democracia". Presidente da Associação Cultura Capixaba. Mais de 15 anos de experiência em megaeventos, projetos de grande e médio porte, tendo atuado nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Bienal do Livro do Rio. Atua com gestão de projetos, captação de recursos e formação na área cultural. Flávia Satos - Produtora Formada em administração, cursa licenciatura de Humanas e Sociais, sua trajetória está marcada pelo trabalho na AQUIMUNA (Associação Quilombola de Produtores de Mudas Nativas e Agricultura Orgânica), liderança jovem, mulher preta da comunidade Angelim II. Militante do movimento quilombola,atua em projetos sociais e culturais na defesa do território e na manutenção da cultura e afirmação da identidade quilombola. Léia - Educadora Sou Josiléia dos Santos do Nascimento, quilombola pertencente ao quilombo São Cristóvão- São Mateus. Mulher agricultora, jongueira do grupo de Santo Antônio, estudante, educadora popular, projetista cultural, umbandista. Atuo diretamente na cultura e saberes quilombolas do Sapê do Norte. Mestre em Ensino e Relações Étnico Raciais e estudante do curso de licenciatura em educação do campo- habilitação nas ciências sociais. Atualmente sou presidente da associação de mulheres jongueiras do quilombo São Cristóvão e atuante no ponto de memória jongo de Santa Bárbara. Elaine Dal Gobbo - Assessoria de imprensa Jornalista e mestra em Comunicação & Territorialidades. Também atua como escritora e produtora cultural. Judeu Marc’ –Produção audiovisual Judeu, nome que adotei artisticamente, trilho o caminho do audiovisual desde 2010, sempre com uma perspectiva periférica. Comecei como graffiteiro, depois rapper o que me imerge no universo hip-hop desde então. Residente na Ilha do Príncipe, encontro inspiração para minha criatividade nas raízes da cultura. Minha trajetória é um testemunho de como o graffiti e o rap podem evoluir para dar vida a histórias autênticas da periferia. Como diretor na Karatapa Films, uno minha paixão por narrativas genuínas com habilidades técnicas, dando voz a histórias muitas vezes subestimadas. Judeu: da rua à direção, sou a expressão viva da influência transformadora da arte Ana Luzes - Fotografia Ana Luzes é deslumbrada por cenas do cotidiano urbano e está sempre em busca de instantes únicos que compõem as cidades. Através de fotografias artísticas e documentais visa à ressignificação de histórias não contadas e não vistas. Seu olhar sensível sobre seu entorno permite vislumbrar diferentes perspectivas sobre coisas simples e monótonas da vida, fazendo com que a beleza natural delas se sobressaia em cada imagem. Graduada no curso superior de Fotografia na Universidade de Vila Velha (UVV), já integrou mostras fotográficas nacionais e internacionais.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 21/01/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.