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PRONAC 2515031Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ILHA DAS CORES

ESTUDIO R.A LTDA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Territórios Criativos
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desenvolvimento sustentável de Territórios Criativos
Ano
25

Localização e período

UF principal
AL
Município
Maceió
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (3)
Maceió AlagoasPão de Açúcar AlagoasSão Paulo São Paulo

Resumo

Mapear, catalogar e divulgar nacionalmente os artistas e ateliês ribeirinhos da Ilha do Ferro, em Alagoas. O registro sistemático e acessível deste rico patrimônio é crucial não só para a preservação da memória e projeção nacional de talentos, mas também para combater a intermediação predatória, facilitando o contato direto do público consumidor com a arte na origem e garantindo a valorização justa dos mestres e a plena sustentabilidade da produção da comunidade. Para isso, será apresentado, para o público em geral, um catálogo virtual, um banco aberto de imagens e uma exposição-instalação com foco na história criativa e nas cores do povoado, impulsionando o fomento da economia criativa local e o reconhecimento justo dos mestres e novos talentos...

Sinopse

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Objetivos

Objetivo GeralPromover a preservação, autonomia e a sustentabilidade da cadeia produtiva cultural da Ilha do Ferro (AL) por meio da documentação, catalogação e ampla difusão do seu acervo artístico, assegurando a valorização justa, o reconhecimento nacional e o acesso transparente à arte dos mestres e novos talentos ribeirinhos.Objetivo Específico1. Mapeamento e Catalogação — Realizar o levantamento completo e georreferenciamento de todos os artistas e ateliês de arte da Ilha do Ferro, documentando detalhes de suas técnicas para a formação de um Banco de Dados Aberto em um catálogo virtual de fácil acesso.2. Banco de Imagens — Captar imagens profissionais e desenvolver e implementar um banco aberto de fotografias em alta definição, disponibilizando gratuitamente seu uso a criadores e moradores locais, pesquisadores, divulgadores, jornalistas e o público em geral.3. Exposição — Conceber e produzir uma exposição-instalação com uma curadoria sensível, garantindo a democratização do acesso à arte da Ilha do Ferro em um grande centro urbano, como São Paulo.

Justificativa

A Ilha do Ferro, povoado ribeirinho às margens do Rio São Francisco, em Alagoas, é reconhecida nacional e internacionalmente pela sua intensa produção artística, com destaque para a arte em madeira e o tradicional bordado Boa Noite. O local concentra um número expressivo de artistas e ateliês, configurando-se como um verdadeiro polo de economia criativa e patrimônio cultural vivo.No entanto, a riqueza e a diversidade desse patrimônio cultural ainda carecem de um mapeamento, catalogação e registro sistemáticos e acessíveis, que garantam a preservação da memória, a valorização dos mestres e a projeção nacional de novos talentos. A comunidade enfrenta o desafio da intermediação predatória, onde a falta de visibilidade direta e canais estruturados de divulgação força os artistas a venderem suas obras a preços injustos na origem, comprometendo a valorização do trabalho e o desenvolvimento pleno da região.O projeto surge, portanto, como uma ação estruturante e estratégica, preservando a memória criativa e transformando a riqueza cultural em desenvolvimento socioeconômico sustentável.O financiamento via Lei Rouanet é essencial porque confere a escala e a institucionalidade necessárias para que a intervenção seja estrutural e de longo prazo, transformando a arte local em um mecanismo de desenvolvimento. Possibilita ainda o aporte de recursos sem custo para o patrocinador, direcionando parte do imposto devido para a preservação do patrimônio cultural e o fomento da economia criativa em uma região historicamente carente de infraestrutura de difusão.ILHA DAS CORES se enquadra perfeitamente nas diretrizes do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), instituído pela Lei 8.313/91, conforme seus artigos principais:(Art. 1º, inciso I) — A Exposição em São Paulo garante o acesso democrático a um bem cultural regionalmente restrito, levando a arte da Ilha do Ferro a um público amplo em um grande centro.(Art. 1º, inciso II) — O projeto foca inteiramente na valorização e difusão da produção e dos artistas da Ilha do Ferro, uma região com conteúdo cultural autêntico e de grande relevância.(Art. 1º, inciso III) — O mapeamento, catalogação, banco de imagens e exposição são ações diretas de apoio, valorização e difusão da arte local e de seus criadores.(Art. 1º, inciso IV) — A Ilha do Ferro representa uma expressão cultural singular do Nordeste brasileiro, contribuindo para o pluralismo e a diversidade cultural do País, que o projeto visa proteger e difundir.(Art. 1º, inciso V) — O mapeamento e catalogação garantem a salvaguarda dos modos de fazer (técnicas) e de viver dos artistas da Ilha do Ferro, assegurando seu registro para a posteridade.(Art. 1º, inciso VI) — O projeto contribui para a preservação do patrimônio imaterial (os modos de fazer, as histórias e as cores da Ilha do Ferro) por meio do registro perene no catálogo virtual.Além de atender aos objetivos gerais do Art. 1º (Difusão, Acesso e Preservação), o projeto se encaixa nas prioridades temáticas do Art. 3º, sobretudo no que tange à cultura popular/artesanato, artes visuais, produção editorial e preservação da memória cultural, como segue:I. Alínea "a) da cultura popular, folclore e artesanato"A arte da Ilha do Ferro é um exemplo notório e vivo da cultura popular e do artesanato de raiz do Nordeste brasileiro. O projeto não apenas registra, mas também promove a sustentabilidade e o reconhecimento dessa expressão cultural. O mapeamento e catalogação focam diretamente nos artistas e em suas técnicas artesanais. A exposição leva essa manifestação de cultura popular do sertão alagoano para outras localidades, valorizando-a como arte de alto valor.II. Alínea "c) das artes visuais"A produção da Ilha do Ferro, notável por suas esculturas em madeira, mobílias, bordados e pinturas, enquadra-se no campo das artes visuais. O projeto trata essas obras com o rigor técnico de uma produção de arte contemporânea. A exposição-instalação em São Paulo é um projeto central de artes visuais, envolvendo curadoria, montagem e design expositivo. O banco de imagens e a documentação utilizam fotografia profissional para valorizar a estética e o valor artístico das obras.IV. Alínea "g) dos museus e da memória cultural"Embora o projeto não crie um museu físico, ele estabelece as bases de um museu virtual e de um acervo de memória cultural de acesso aberto. O mapeamento e catalogação com georreferenciamento, a formação do banco de dados aberto e o banco de imagens em alta definição funcionam como a digitalização de um acervo museológico, garantindo o registro e a preservação digital da memória cultural do povoado.Este projeto promove a salvaguarda de um patrimônio vivo e a difusão nacional democrática de uma arte singular, cumprindo com excelência a missão de regionalização e acesso pleno à cultura preconizada pela Lei nº 8.313/91. Sua aprovação é um investimento direto na memória, valorização e sustentabilidade da arte popular brasileira. Apoiá-lo é assegurar o registro perene da Ilha do Ferro para o legado cultural do país.

Especificação técnica

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Acessibilidade

Quanto à acessibilidade do projeto, destaca-se:1. Mapeamento e Catalogação · Haverá um esforço da equipe para que todos os artistas/ateliês sejam acessados e catalogados, e suas limitações individuais respeitadas.· O código do catálogo virtual será desenvolvido em conformidade com as diretrizes de acessibilidade web (WCAG 2.1), garantindo navegação por teclado, compatibilidade com leitores de tela e contraste de cores adequado.2. Banco de Imagens· Todos os arquivos de imagens e a própria interface do banco de dados terão tags acessíveis (conforme WCAG) e compatibilidade com softwares de legendas descritivas.3. Exposição· Garantir que o espaço expositivo tenha rotas claras, sinalizadas e acessíveis (rampas, elevadores) desde o acesso principal até todas as áreas da instalação, além disponibilizar banheiro acessível e devidamente sinalizado.· Dispor painéis, obras e textos em alturas adequadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, e incluir obra que permita a exploração tátil por pessoas com deficiência visual.· Disponibilizar visita guiada sensorial para amplificar a acessibilidade do público.· As legendas das obras e os textos curatoriais serão impressos em formato ampliado e/ou disponíveis em braille.

Democratização do acesso

ILHA DAS CORES nasce do reconhecimento de que a arte popular brasileira, rica e fundamental para a identidade nacional, deve transcender as barreiras geográficas e socioeconômicas. Além de estreitar os laços entre artistas e mercado potencial, contribuindo efetivamente para sustentabilidade local, este projeto assume o compromisso inegociável com a democratização do acesso cultural o mais amplo e irrestrito possível, transformando a renúncia fiscal em um benefício social tangível para toda a população.Essa premissa norteia cada etapa da proposta: da documentação técnica, que se torna um banco de dados aberto e gratuito para o mundo, à exposição central em São Paulo, sempre de entrada franca, garantindo que as vozes e cores da Ilha do Ferro ressoem muito além de suas margens. Priorizamos não apenas a gratuidade dos produtos, mas a inclusão plena, eliminando as barreiras físicas e promovendo a distribuição massiva do conhecimento gerado em escala nacional. Nosso objetivo é que a arte, a história e a memória do povoado se tornem, de fato, um patrimônio acessível a todos os brasileiros.Sendo assim, propomos assessibilidade física e de conteúdo, gratuidade total para todos os públicos e distribuição geográfica ampla já que os produtos do projeto serão disponibilizados de forma on-line, além da exposição física que estará locada em um grande centro para facilitar o acesso.

Ficha técnica

A Estudio R.A Ltda. atua como a instituição proponente e gestora, sendo a pessoa jurídica responsável legal pela apresentação, captação de recursos, execução e pela prestação de contas do projeto perante o Ministério da Cultura, conforme a Lei nº 8.313/91.Rodrigo Ambrosio, com apoio da equipe interna do estúdio, desempenhará a função de coordenador geral, diretor criativo e curador estratégico do projeto, aproveitando sua profunda conexão e expertise no tema, que vai além da simples gestão administrativa.RODRIGO AMBROSIO é designer, arquiteto e artista visual, descedente de ribeirinho, com curadorias e obras apresentadas em eventos de destaque, como a Semana de Design de Milão, Brasília Design Week, Semana Criativa de Tiradentes e Semana de Design de São Paulo, além de mostras nos Estados Unidos, América Latina e Europa, sua trajetória é marcada pela integração entre o design contemporâneo e a arte popular. Em 2022, ganhou o Oscar do Design Mundial, o iF Design Award com o Cobogó de Sururu em parceria com Marcelo Rosenbaum. Também é cofundador do Programa Alagoas Feita à Mão, onde organizou diversas exposições, desenvolveu o livro da Coleção e o Alagoas Memória das Mãos. Atualmente, apresentou ao público o projeto A Pantaneira, com exposição e livro; https://ambrosio.aflip.in/apantaneiraRAFAEL ALMEIDA, LGBT, possui sólida experiência em produção de eventos de grande escala. Com formação em design e mestre em arquitetura, atuou em festivais de música, mostras e exposições de arte em Alagoas e no Brasil, sendo responsável pelo planejamento logístico, contratação de fornecedores e gerenciamento de equipes. Seu histórico de sucesso em projetos culturais garante a eficiência na execução de todas as etapas.KEROLLAYNNE CAVALCANTE, com anos de experiência em assessoria de imprensa e gestão de redes sociais para projetos culturais, é formada em arquitetura e urbanismo pela o Centro Universitário Tiradentes (UNIT-AL) foi a responsável pela estratégia de divulgação do Festival de Moda de Alagoas. Sua expertise em comunicação digital e relações públicas garante que a mensagem do projeto alcance o público de forma eficaz, gerando visibilidade e engajamento.DANIEL GOMES, com mais de 3 anos de experiência na área de gestão cultural, Daniel de Lima Gomes é um produtor cultural alagoano, negro e LGBT com forte atuação em projetos de fomento às artes visuais e à cultura popular. É graduado em arquitetura e urbanismo pelo o Centro Universitário de Maceió (UNIMA) e já atuou na produção de exposições, festivais e eventos artísticos de pequeno e médio porte em Alagoas. Sua experiência inclui a elaboração de projetos para editais públicos e privados, além da articulação com artistas e instituições locais para a promoção da cena cultural e artística.Iremos trazer na equipe pessoas da comunidade LGBT's, negros e mulheres para maior universalização dos espaços.(...)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.