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PRONAC 2515040Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Trama Coletiva

LUANA PALASADANY DA SILVA PINHEIRO
Solicitado
R$ 198,3 mil
Aprovado
R$ 198,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-10-16
Término
2027-10-16
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Trama Coletiva é uma jornada inédita de design social, cultura e inovação que impulsiona o protagonismo feminino nas áreas de design, comunicação e tecnologia. A iniciativa reúne 20 mulheres, selecionadas por meio de chamada pública, em uma maratona criativa presencial voltada à cocriação de soluções práticas e inovadoras para desafios reais de ONGs voltadas aos diretos das mulheres.O tema central da maratona é "o direito à cidade", explorando como o design pode fortalecer redes femininas na reivindicação por mobilidade, segurança, moradia e espaços de convivência cultural.Com base em metodologias colaborativas, como o Design Thinking e o Design Centrado no Humano (HCD), as participantes vivenciam oficinas de design, mentorias e apresentação pública dos resultados, propondo uma reflexão sobre o papel do design na transformação social e na construção de cidades mais inclusivas e equitativas, e fortalecendo o protagonismo feminino e a inovação social no campo criativo.

Objetivos

Objetivo GeralImpulsionar o protagonismo feminino no campo do design social por meio da realização de uma maratona colaborativa e inovadora, que utiliza metodologias de design para fortalecer organizações sociais lideradas por mulheres e cocriar soluções transformadoras voltadas ao direito à cidade com foco em mobilidade, segurança, moradia e espaços de convivência cultural, ampliando o impacto social, cultural e criativo dessas iniciativas.Objetivos Específicos-Realizar uma maratona presencial de design, com duração de 3 dias, reunindo 20 mulheres de design,comunicação e tecnologia;-Gerar, de forma colaborativa, 5 soluções inovadoras para desafios apresentados por 5 ONGs paulistanas que atuam com mulheres LGBTQIAP+;-Oferecer ao menos 2 oficinas preparatórias de design social e comunicação como ação formativa para as participantes;-Disponibilizar mentorias especializadas durante a maratona e pós-evento para apoiar o desenvolvimento e implementação dos projetos cocriados;-Realizar um evento final aberto ao público, promovendo a apresentação dos projetos (pitch) e ampliando sua circulação e visibilidade;-Produzir e distribuir material didático digital (cartilha/guia prático) para replicabilidade da metodologia do projeto em outras organizações e territórios;-Fomentar a criação de uma rede de profissionais mulheres e organizações culturais para estimular colaborações futuras e fortalecer o ecossistema criativo com perspectiva de gênero e diversidade.

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, que estabelecem os objetivos do Programa Nacionalde Apoio à Cultura (Pronac), especialmente:Inciso I: contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II: promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais;Inciso III: apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores;Inciso IV: proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo cultural;Inciso V: salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Inciso VI: preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Inciso VIII: estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso IX: priorizar o produto cultural originário do País[1][3][4].Além disso, o projeto alcançará os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, que incluem:Favorecer a visão interestadual e estimular propostas culturais conjuntas e regionais;Apoiar projetos que enfatizem o aperfeiçoamento profissional e artístico, a criatividade e a diversidade cultural brasileira;Contribuir para a preservação e proteção do patrimônio cultural e histórico;Atender às necessidades da produção cultural e interesses da coletividade, priorizando projetos com impacto social e cultural multiplicador, especialmente em áreas com menos recursos próprios[2].Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura é o mecanismo adequado para financiar o projeto porque permite viabilizar ações culturais que promovem inclusão, diversidade, valorização da cultura nacional e fortalecimento das cadeias produtivas culturais, alinhando-se aos objetivos legais e sociais previstos no Pronac

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaDeve garantir facilitadores para a locomoção e uso do espaço físico por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo:Rampas de acesso com inclinação adequada;Banheiros adaptados com barras de apoio e sinalização clara;Guias e pisos táteis para pessoas com deficiência visual;Elevadores ou plataformas elevatórias em locais com desníveis;Portas e corredores largos para passagem de cadeiras de rodas;Áreas reservadas para pessoas com deficiência, como assentos próximos ao palco;Estacionamento acessível próximo à entrada;Sinalização acessível e rotas de emergência adaptadas.Acessibilidade de Conteúdo-Deve prever recursos que garantam a compreensão e fruição do conteúdo cultural por pessoas com diferentes tiposde deficiência, tais como:-Tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) por intérpretes qualificados;-Audiodescrição para pessoas com deficiência visual, descrevendo cenas e elementos visuais;-Legendas descritivas para surdos e ensurdecidos, incluindo descrição de sons e diálogos;-Material em Braille ou em formatos acessíveis para leitura; (Quando Solicitado)-Visitas sensoriais ou experiências multissensoriais para ampliar o acesso;-Uso de linguagem simples e clara para facilitar o entendimento;Essas medidas devem ser planejadas desde a concepção do projeto, considerando as necessidades específicas dopúblico-alvo, e avaliadas continuamente para garantir efetividade e inclusão plena

Democratização do acesso

Democratização da Participação:Inscrições gratuitas;Processo seletivo com critérios inclusivos;Diversidade de perfis (raça, classe, território);Priorização de mulheres que integram grupos historicamente sub-representados.;Recursos Tecnológicos:Equipamentos adaptados;Softwares com recursos de acessibilidade;Apoio para participantes com necessidades especiais;Objetivo: Garantir participação plena, independente de condições físicas, sensoriais ou socioeconômicas.

Ficha técnica

Débora GomesProdutora Executiva: Arquiteta formada pela UNICAMP, mestre em Cidade, Arte e Cultura pelo IAU-USP. Docenteconvidada em pós-graduação em Design Gráfico e Editorial no Senac Lapa-Scipião. Cofundadora e designer gráficano Estúdio Agudo. Aluna especial em História Social do Design na FAU-USP. Artista visual com pesquisa em desenhoe pintura. Atua na curadoria e coordenação estratégica do projeto.Luana PalasadanyCoordenação geral: Designer formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em Direção deArte pela Universidade Estadual de Londrina. Integra o núcleo de pesquisa em Design Estratégico e Inovação doIstituto Europeu de Design. Atuou em editoras, com artistas musicais independentes e no Theatro Municipal de SãoPaulo. Atualmente é designer sênior na Pinacoteca de São Paulo, contribuindo com direção de arte e comunicaçãovisual.Cintia Guimarães Produção e Comunicação: Graduanda em História pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Curadoraindependente e pesquisadora com experiência em captação de recursos e relacionamento institucional. Atuou naPinacoteca de São Paulo e no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Pesquisa historiografia, história daarte, iconografia, semiótica e histórias indígenas, com perspectiva de resgate étnico indígena.Sofia CorrêaCoordenação: Designer e técnica em Computação Gráfica pelo Senac São Paulo. Trabalhou na equipe de design daPinacoteca de São Paulo e atualmente integra o Museu das Favelas, desenvolvendo identidades visuais paraexposições e eventos. Foca na clareza e coerência da comunicação visual, integrando experiências culturais esociais, incluindo o resgate de sua ascendência Pankararu. Aluna especial em História Social do Design na FAU-USP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.