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Projeto de inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável na Região das Barras, em Resende (RJ), focado na cultura popular e economia criativa. Serão realizadas trilhas formativas gratuitas e atividades de difusão, visando a capacitação e a mobilidade social de cerca de 1.000 (mil) moradores (crianças, jovens, adultos e idosos). A proposta garante o pleno exercício dos direitos culturais, a valorização da identidade local e a geração de trabalho e renda, com execução prioritária de agentes culturais da própria comunidade.
Objetivo Geral Realizar um projeto de inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável, por meio de trilhas formativas com foco na economia criativa que promovam o acesso aos direitos culturais, desenvolvimento territorial e a mobilidade social das comunidades da Região das Barras, município de Resende - RJ.Objetivos Específicos Capacitar a comunidade local em atividades de formação, produção e difusão cultural, com foco na cultura popular e na economia criativa - Realização de Curso de Artesanato para 60 mulheres e Empreendedorismo Cultural para 40 jovens;Fortalecer a identidade cultural local por meio do pleno exercício dos direitos culturais e da valorização das manifestações artísticas da região - Realização de 10 Feiras Culturais mensais na Comunidade;Estimular o sentimento de pertencimento comunitário e a transformação social, utilizando a cultura como ferramenta para reflexão e mobilização. Apoio à coletivos, pontos de cultura e organizações locais - Rede Criativa de Organizações, integrando a Rede Nacional de Territórios Criativos e Rede Nacional Cultura Viva;
Relevância Cultural e Inovação (Alinhamento ao Pronac)O projeto justifica-se pela sua relevância no fomento à cultura popular e ao desenvolvimento territorial em Resende (RJ). A Região das Barras, embora detentora de um rico acervo de saberes e práticas culturais tradicionais, historicamente carece de investimentos estruturados que transformem este capital cultural em vetor de desenvolvimento socioeconômico. A proposta inova ao adotar um modelo de inclusão produtiva que articula a formação em cultura popular (preservação da memória) com as dinâmicas da economia criativa (projeção futura), promovendo o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso a novos mercados criativos.Esta proposta é um recorte de um projeto maior, idealizado durante as quatro "Oficinas de Construção de Projetos" realizadas pelo Lab. Acelera - Programa de Aceleração Social da Região das Barras, uma iniciativa do Instituto Toré com apoio da Fundação Grupo Volkswagen, desenvolvido entre outubro e dezembro de 2024. Ao longo desse processo, a comunidade planejou um projeto, que prevê ações de fortalecimento da cultura local, com foco na geração de renda e na garantia da cidadania.Além disso, buscando conhecer as comunidades que constituem a Região das Barras e entendendo a necessidade de escuta e contato direto com seus sujeitos, a equipe do projeto se fez presente nesses territórios, estando em contato com escolas, creches, igrejas, unidades básicas de saúde, centros de referência de assistência social (CRAS), associações de moradores, além da realização de espaços de escuta da comunidade em geral.Foram elaborados cinco questionários para entender melhor a realidade da Região, cada um direcionado a um público específico, sendo eles: população em geral, crianças e adolescentes, funcionários das unidades de saúde, funcionários dos CRAS e funcionários das escolas. Os questionários e os espaços de escuta tiveram como objetivo compreender as vulnerabilidades e potencialidades da Região das Barras sob a perspectiva das pessoas que vivem ali diariamente.A necessidade de elaboração de um plano de potencialidades da Região se dá a partir da filosofia de construção do projeto LAB. Acelera, que não olha para a Região da Barras apenas pelo viés da vulnerabilidade. O projeto reconheceu que o território apresenta não apenas desafios, mas também diversas potencialidades. A busca por identificá-las está atrelada aos objetivos futuros de realizar ações na comunidade e resgatar a identidade e pertencimento dos moradores com o local onde vivem. O Diagnóstico completo e o Plano de Potencialidades do Território das Barras está anexado a esta proposta cultural.Contextualização do Município de Resende:Resende, município situado no interior do estado do Rio de Janeiro, a cerca de 150 km da capital, na região do Vale do Paraíba Fluminense, destaca-se como um importante polo industrial e econômico. Com uma população considerável e uma área territorial expressiva, a cidade abriga o segundo maior complexo militar do mundo, a Academia Militar das Agulhas Negras, e possui um histórico desenvolvimento industrial, com destaque para os setores automotivo, metalúrgico e de energia nuclear. Além de sua relevância econômica, Resende oferece atrativos turísticos que incluem belezas naturais e históricas, contribuindo para o desenvolvimento da região. Em relação aos dados demográficos, Resende conta atualmente com uma população de 129.612 habitantes. Sua extensão territorial é de 1.099,366 km², resultando em uma densidade demográfica de 117,90 hab/km² (IBGE, 2022). Vale destacar que o município possui um IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) de 0,768, ocupando o 5º lugar entre os índices do estado do Rio de Janeiro e o 249º no país (IBGE, 2010).Apesar de apresentar bons índices de desenvolvimento, esses números não são suficientes para compreender a realidade do município de Resende. Mesmo sendo um polo industrial e contando com importantes instituições de ensino superior, como o Instituto Federal do Rio de Janeiro e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro, ainda enfrenta grandes desafios na superação da desigualdade social.Um dos principais desafios diz respeito ao acesso à educação de qualidade, essencial para que a população consiga ocupar os empregos nas indústrias que exigem profissionais qualificados. A falta de recursos, a distância das instituições de ensino e as dificuldades de deslocamento são questões que afetam as populações mais vulneráveis e periféricas. Como consequência, grande parte da população acaba exercendo trabalhos informais ou com baixa remuneração.Contextualização da Região das BarrasA região das Barras é composta pelos seguintes bairros: Fazenda da Barra I, Fazenda da Barra II, Fazenda da Barra III, Morada da Barra I, Parque Minas Gerais e Jardim Esperança. Esses bairros estão localizados nas proximidades da Rodovia Presidente Dutra e do complexo industrial de Resende. Um território de potencial investimento social das empresas locais considerando a Agenda 2030 e o compromisso ESG. Segundo dados coletados a partir de entrevistas com os moradores, os bairros são de povoação recente, sendo uma das áreas mais antigas datada de 1997. O povoamento da região se deu a partir da ocupação de terras improdutivas, sendo regularizadas pelo Estado em meados dos anos 2000. Esse processo reflete-se na infraestrutura local, onde diversas ruas carecem de pavimentação adequada e há áreas ainda sem saneamento básico. Atualmente, na região da Morada da Barra, existem duas ocupações irregulares, com moradias em situação precária e sem acesso a água encanada e eletricidade. Apresentação dos dados: Diagnóstico SocialA Região das Barras apresenta grande vulnerabilidade socioeconômica, o que influencia diretamente a percepção dos moradores e suas respostas. Mesmo em espaços de mapeamento popular, cujo foco é identificar as potências dos territórios, os relatos evidenciam, principalmente, os desafios enfrentados pelas comunidades. Neste relatório, essas dificuldades são consideradas espaços potenciais para o desenvolvimento de atividades que possam contribuir para o fortalecimento e crescimento local. Com base nos questionários aplicados, foi possível traçar um perfil do território e extrair os indicadores relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que buscamos atender (documento completo em anexo).Contribuição para o Fomento e Difusão Cultural:O projeto contribui diretamente para o fomento e a difusão cultural através de Capacitação - Criação de um ambiente de formação continuada que transforma o conhecimento cultural em competência empreendedora.Valorização Local: Contratação prioritária de agentes culturais da própria comunidade (oficineiros, produtores e artistas), injetando recursos diretamente no território e reconhecendo o saber local.Criação de Produtos: Estimula a produção de bens e serviços culturais que fortalecem a identidade da Região das Barras e ampliam o seu fluxo turístico-cultural.Sustentabilidade e Capacidade TécnicaCriação uma agenda de desenvolvimento para o território, permitindo que a própria comunidade defina seus objetivos e prioridades. A sustentabilidade do projeto está ancorada na capacitação de base, que visa a autonomia dos agentes culturais formados. A metodologia das trilhas formativas incentiva a criação de empreendimentos culturais autogeridos, gerando um impacto duradouro além do período de execução do projeto.
1. Delimitação do território que será trabalhado;1.1. Contextualização do Município de Resende:Resende, município situado no interior do estado do Rio de Janeiro, a cerca de 150 km da capital, na região do Vale do Paraíba Fluminense, destaca-se como um importante polo industrial e econômico. Com uma população considerável e uma área territorial expressiva, a cidade abriga o segundo maior complexo militar do mundo, a Academia Militar das Agulhas Negras, e possui um histórico desenvolvimento industrial, com destaque para os setores automotivo, metalúrgico e de energia nuclear.Além de sua relevância econômica, Resende oferece atrativos turísticos que incluem belezas naturais e históricas, contribuindo para o desenvolvimento da região. Em relação aos dados demográficos, Resende conta atualmente com uma população de 129.612 habitantes. Sua extensão territorial é de 1.099,366 km², resultando em uma densidade demográfica de 117,90 hab/km² (IBGE, 2022). Vale destacar que o município possui um IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) de 0,768, ocupando o 5º lugar entre os índices do estado do Rio de Janeiro e o 249º no país (IBGE, 2010).Apesar de apresentar bons índices de desenvolvimento, esses números não são suficientes para compreender a realidade do município de Resende. Mesmo sendo um polo industrial e contando com importantes instituições de ensino superior, como o Instituto Federal do Rio de Janeiro e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro, ainda enfrenta grandes desafios na superação da desigualdade social.Um dos principais desafios diz respeito ao acesso à educação de qualidade, essencial para que a população consiga ocupar os empregos nas indústrias que exigem profissionais qualificados. A falta de recursos, a distância das instituições de ensino e as dificuldades de deslocamento são questões que afetam as populações mais vulneráveis e periféricas. Como consequência, grande parte da população acaba exercendo trabalhos informais ou com baixa remuneração.1.2. Contextualização do Território da Região das BarrasA região das Barras é composta pelos seguintes bairros: Fazenda da Barra I, Fazenda da Barra II, Fazenda da Barra III, Morada da Barra I, Parque Minas Gerais e Jardim Esperança. Esses bairros estão localizados nas proximidades da Rodovia Presidente Dutra e do complexo industrial de Resende. Uma área fertil em Segundo dados coletados a partir de entrevistas com os moradores, os bairros são de povoação recente, sendo uma das áreas mais antigas datada de 1997. O povoamento da região se deu a partir da ocupação de terras improdutivas, sendo regularizadas pelo Estado em meados dos anos 2000. Esse processo reflete-se na infraestrutura local, onde diversas ruas carecem de pavimentação adequada e há áreas ainda sem saneamento básico. Atualmente, na região da Morada da Barra, existem duas ocupações irregulares, com moradias em situação precária e sem acesso a água encanada e eletricidade.2. Realização de programas e ações estruturantes e contínuos, com foco na sustentabilidade do projeto;Incubadora Criativa Comunitária - Estabelecer um programa de acompanhamento pós-formação (incubação) por 6 meses, focado em auxiliar os egressos das trilhas a formalizarem seus microempreendimentos (MEI, associações). Parceria com SEBRAE e FIRJAN.Feira de Economia Criativa Permanente - Criação de um evento realizado mensalmente para comercialização dos produtos criados nas oficinas, transformando-o em um ponto turístico/cultural fixo e auto-sustentável.Apoio à coletivos, pontos de cultura e organizações locais - Rede Criativa de Organizações, integrando a Rede Nacional de Territórios Criativos e Rede Nacional Cultura Viva;3. Identificação das dinâmicas econômicas locais de criação, produção e consumo de bens e serviços culturais;A partir do mapeamento realizado (Diagnóstico e Plano de Potencialidade em anexo), identificou-se que a principal lacuna econômica da Região das Barras reside na falta de profissionalização do artesanato e do empreendedorismo cultural, embora haja uma demanda turística não atendida. As Trilhas Formativas foram desenhadas especificamente para suprir essa lacuna, transformando o saber cultural em produto de mercado.4. Mapeamento dos ecossistemas criativos e dos seus atores-rede;O mapeamento popular realizado na Região das Barras foi pensado com referências na educação popular e na cartografia social, que trazem o princípio da construção de dados a partir das próprias percepções dos sujeitos, sobre si e sobre o lugar onde vivem. Sendo prática das ciências humanas, o mapeamento popular foi executado por se caracterizar como uma ferramenta de fortalecimento identitário da comunidade, permitindo uma compreensão do território que vai além das questões espaciais, englobando também aspectos culturais, econômicos e sociais.Tal perspectiva reconhece a periferia como espaço de vida e potencialidades, capaz de gerar tecnologias e inovações a partir de seus próprios recursos e realidades, valorizando e respeitando as tradições e práticas culturais das comunidades. Nesse sentido, o caminho de acesso aos territórios e a realização de atividades foram elaborados com objetivo de respeitar os sujeitos locais, suas práticas cotidianas e disponibilidades. Entendemos que não somos nós quem produzimos os dados ligados às potencialidades que permeiam os territórios, somos agentes que elaboram mecanismos para que os próprios sujeitos que experienciam essa realidade e a produzem nos permitam acessar as informações relevantes para gerar diagnósticos que viabilizem a elaboração de caminhos para o desenvolvimento do território. 5. Proposição de modelos de governança participativos, apoiados em plataformas digitais;O projeto será regido por um modelo de Governança Multissetorial, que garante a transparência, o alinhamento estratégico e a participação ativa dos principais stakeholders, especialmente a comunidade da Região das Barras.Nível I: Governança Estratégica (Decisão e Fiscalização)Comitê Consultivo Comunitário (CCC) - Órgão consultivo composto por líderes comunitários, mestres da cultura popular local, um representante da Proponente, um representante da Prefeitura de Resende (RJ). Reuniões trimestrais para análise de relatórios de impacto e ajustes estratégicos, garantindo que o projeto mantenha o foco nas necessidades da comunidade.Website/Página de Transparência / Redes Sociais: Publicação mensal de relatórios de progresso, fotos, lista de beneficiados, e extratos simplificados de gastos (em conformidade com a Lei Rouanet).Nível II: Governança Tática (Operação e Feedback)Plataforma de Gestão (Equipe Interna) - Gerenciamento de tarefas, cronograma, delegação de responsabilidades e controle de documentos (contratos, notas fiscais).Canal de Feedback Comunitário - Coleta contínua de opiniões, sugestões e críticas dos participantes das trilhas formativas e eventos. Essencial para a melhoria contínua do Plano Pedagógico.Comunicação Direta com Participantes - Meio de comunicação rápida para avisos, cancelamentos, distribuição de material didático e engajamento.Grupos de WhatsApp/Telegram: Criado para os participantes de cada Trilha Formativa, servindo como canal direto entre alunos e oficineiros e para estimular a rede de contatos.6. Realização de estudos e pesquisas que produzam dados e indicadores sobre a economia criativa;Diagnóstico completo em anexo, será realizado ao final do projeto estudo de impacto econômico.7. Qualificação de profissionais, empreendedores e empreendimentos criativos locais.O projeto oferece uma formação integral (técnica, cultural e de gestão) para que os talentos locais se tornem protagonistas econômicos, gerando renda, valorizando a identidade da Região das Barras e estruturando empreendimentos duradouros.
Plano Pedagógico das Trilhas Formativas em Cultura Popular e Economia Criativa 1. Princípios Norteadores da Ação PedagógicaEducação para a Cidadania Cultural: Promover a reflexão crítica sobre a importância da cultura local e o acesso aos direitos culturais.Aprendizagem Colaborativa: Estimular a troca de saberes entre os participantes e os agentes locais, valorizando o conhecimento empírico da comunidade.Foco na Empregabilidade/Inclusão Produtiva: Conectar os saberes da cultura popular com as demandas do mercado da economia criativa, visando a geração de trabalho e renda.Territorialidade: Utilizar a Região das Barras como ambiente de estudo e prática, respeitando e valorizando suas narrativas e identidades.2. Estrutura das Trilhas FormativasComo o projeto prevê "trilhas formativas", organize as atividades em módulos lógicos, que levem o aluno do conhecimento básico à aplicação produtiva.Trilha I: Raízes e Identidade Cultural Cultura Popular e Patrimônio Imaterial local (danças, culinária, festas, lendas da Região das Barras). 10 horasTrilha II: Formação e Produção Cultural Captação de recursos básicos, elaboração de projetos simples, planejamento de eventos culturais e produção executiva. 10 horasTrilha III: Cultura e Empreendedorismo Criativo Como transformar o saber cultural em produto/serviço (artesanato, turismo de base comunitária, gastronomia). Noções de branding e comercialização. 30 horasTrilha de Difusão e Prática (Estágio/Prática) Realização das feiras culturais, mostras ou eventos abertos para aplicação prática dos conhecimentos e contato com o público/mercado. 50 horasCarga Horária Total: 100 horas/aula3. Metodologia de Ensino-AprendizagemAulas Práticas e Oficinas (Mão na Massa): Maior parte da carga horária dedicada à prática, produção de bens culturais e simulação de atividades produtivas.Rodas de Diálogo e Troca de Saberes: Espaços para depoimentos, discussões e valorização do saber de mestres e agentes culturais da comunidade.Visitas de Campo/Imersão: Se aplicável, realizar visitas a pontos culturais, feiras criativas ou empreendimentos de sucesso na região.Mentoria/Acompanhamento: Oferecer sessões de acompanhamento (individuais ou em grupo) para auxiliar os participantes na criação de seus próprios planos de negócios/projetos culturais. 4. Avaliação e CertificaçãoAvaliação do Processo: Realização de pesquisas de satisfação e frequência para acompanhamento da qualidade das oficinas.Avaliação do Participante: Ênfase na participação ativa nas aulas e na entrega de um produto ou projeto final.Certificação: Concessão de certificados de conclusão para os participantes com frequência mínima de 75%, atestando a formação em "Trilhas de Cultura Popular e Economia Criativa", o que valoriza o currículo do egresso. 5. Corpo Docente (Agentes Locais)O corpo docente será composto majoritariamente por agentes locais e mestres da Região das Barras, com notório saber e experiência comprovada no setor cultural, garantindo a qualidade pedagógica e a geração de renda local.
O projeto assume o compromisso irrestrito de promover o acesso universal à cultura e a inclusão social, garantindo que as atividades formativas e de difusão sejam acessíveis a um público diversificado e com ações efetivas que se referem às adaptações para pessoas com deficiência, garantindo que elas possam participar de forma plena do projeto.Acessibilidade Comunicacional:Intérpretes de Libras: Contratar intérpretes de Libras para as apresentações e palestras.Audiodescrição: Oferecer audiodescrição em vídeos e, se for o caso, durante apresentações para pessoas com deficiência visual.Materiais em formatos acessíveis: Disponibilizar resumos das oficinas ou conteúdos em braile ou letras ampliadas, caso haja participantes com deficiência visual.Acessibilidade Arquitetônica:Realizar as atividades em locais com acesso facilitado para cadeirantes (rampas, banheiros adaptados). Se o local não tiver essa infraestrutura, será previsto instalação de rampas temporárias ou outras soluções para melhoria da mobilidade.Acessibilidade Metodológica:Preparar a equipe e os oficineiros para lidar com a diversidade, adaptando as atividades para pessoas com diferentes tipos de deficiência, seja motora, intelectual ou sensorial.
Democratização do Acesso e Inclusão Social O projeto garante o amplo acesso e a inclusão social, alinhando-se aos princípios da Política Nacional de Cultura. Todas as atividades formativas, oficinas e eventos de difusão serão oferecidos de forma integralmente gratuita, removendo a barreira financeira para o público-alvo prioritário. Abrangência Comunitária: Serão atendidas cerca de mil pessoas diretamente, incluindo crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência, residentes nos bairros da Região das Barras. Foco na Mobilidade Social: O eixo central da formação é a geração de trabalho e renda, buscando promover a mobilidade social e a autonomia financeira dos participantes por meio da profissionalização criativa.Essas ações tem objetivo de garantir que o conteúdo do projeto chegue a um público diverso, superando barreiras geográficas e sociais. Gratuidade: Todas as atividades de formação, apresentações e oficinas oferecidas pelo projeto serão totalmente gratuitas. Distribuição de Vagas: Todas as vagas nas oficinas são destinadas para a comunidade local da Região das Barras, assegurando a prioridade e o envolvimento direto dos moradores. Plataformas Digitais: Divulgação nas redes sociais para a difusão de conteúdo do projeto, como vídeos das oficinas, entrevistas com os participantes e registros das apresentações. Isso amplia o alcance para além da comunidade local. Itinerância: Realizar as atividades em diferentes locais da Região das Barras, como praças, centros comunitários e/ou escolas, para facilitar o acesso de quem mora em áreas mais distantes. Parcerias Estratégicas: Estabelecer parcerias com associações de moradores, escolas públicas e centros de assistência social para a divulgação e captação de público, garantindo que a informação chegue a grupos vulneráveis. Material Informativo: Produzir e distribuir material de divulgação (folhetos, cartazes, convites) em locais de grande circulação, como pontos de ônibus, comércio local e postos de saúde."
Diretor Geral: Aline Mara da Silva RibeiroEspecialista em Gestão Pública pela Universidade Estácio de Sá, especialista em Gestão Cultural pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e em Formação Política e Cidadania pela Universidade Federal Fluminense; Graduada em Licenciatura em Pedagogia pela Unirio (2015). É diretora executiva da QULT Tecnologias Culturais. Foi vice-presidente da Fundação Cultura Barra Mansa de 2022 a 2025. Foi presidente do Fórum Regional de Políticas Culturais do Médio Paraíba de 2019 a 2022. Foi Secretária Municipal de Cultura de Volta Redonda de Outubro de 2017 a Dezembro de 2020. Presidiu o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Volta Redonda de Novembro de 2014 a Setembro de 2015 e também presidiu o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Itatiaia em 2016. Foi consultora e produtora cultural na MF Consultorias de 2009 a 2015. É uma das fundadoras do Instituto Dagaz - organização social sem fins lucrativos fundada em Junho de 2009, Ponto de Cultura, integrante da Rede Cultura Viva - gerenciando os projetos culturais da instituição até agosto de 2015. Atuou como educadora no projeto Garoto Cidadão de 2004 a 2006 e também como atriz e assistente de direção nos projetos de Artes Cênicas do Centro Cultural da Fundação CSN de 2003 a 2008.Consultor Pedagógico: Marielle Guering de MattosMestre e doutoranda em Ciências Sociais pela UFRRJ, atua na formação de jovens e educadores com metodologias ativas de aprendizagem, mediação de saberes e inovação pedagógica. Foi Agente Local de Inovação – Educação Empreendedora no Sebrae, responsável pela implementação de projetos em 15 escolas públicas da região do Médio Paraíba (RJ). Atuou como Orientadora Educacional no CIEE, ministrando oficinas para jovens do Programa Aprendiz Legal. Desenvolveu e facilitou cursos e oficinas voltados ao fortalecimento da educação pública e à qualificação profissional de jovens. Realiza também mediação de oficinas de identificação de potencialidades e elaboração de planos de inclusão produtiva de territórios, promovendo o desenvolvimento local e o protagonismo comunitário. Possui experiência como professora autora, pesquisadora FAPERJ e tutora do Programa de Educação Tutorial (UFRRJ), com trajetória voltada à integração entre educação, território e desenvolvimento social.Coordenador Administrativo/Finanaceiro: Gabriel Silva GarrosProfissional com experiência de 4 anos na gestão de projetos de educação socioambiental no terceiro setor, com foco na integração entre comunidade, cultura e meio ambiente. Atua há 2 anos na mobilização de comunidades para a realização de eventos culturais e ações de promoção do direito ao lazer. Possui experiência em mobilização social em quatro territórios no âmbito de projeto de desenvolvimento territorial, abrangendo comunidades de Resende (RJ), São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo (SP). Atua também há 4 anos na captação de recursos para projetos sociais, esportivos e ambientais, além de prestar consultoria há 4 anos na elaboração de projetos e estratégias de captação de recursos para Organizações da Sociedade Civil. Possui 2 anos de experiência na produção do Mantiqueira Jazz Festival, evento realizado em Maringá (MG) que reúne artistas nacionais e internacionais da cena do jazz. Desde 2021, integra o Grupo Cultural Pedra Sonora como batuqueiro do Maracatu, com apresentações em eventos municipais e estaduais, como o Festival de Balonismo de Itatiaia e o Festival SESC de Inverno.Mobilizador Cultural: Gustavo Marques da SilvaMobilizador social e agitador cultural com trajetória em iniciativas de base comunitária. Atua há 2 anos na produção de eventos voltados à garantia do direito ao lazer em comunidades em situação de vulnerabilidade. Desenvolveu, ao longo de 2 anos, ações de mobilização social em quatro territórios no âmbito de projeto de desenvolvimento territorial, abrangendo comunidades de Resende (RJ), São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo (SP). Há 8 anos atua como agitador cultural e batuqueiro no Maracatu do Grupo Cultural Pedra Sonora, com apresentações em eventos do Grupo nos estados do RJ, SP e MG.Educador - Thiago AlmeidaProfissional do audiovisual com mais de 10 anos de experiência na direção, produção e captação de imagem e som. Iniciou sua formação em cinema na Academia Internacional de Cinema (SP) em 2010 e desde então atua na criação de documentários, curtas-metragens, videoclipes e conteúdos institucionais. Foi responsável pelo audiovisual de projetos como o espetáculo Nasce uma Cidade (Coletivo Sala Preta), séries documentais exibidas pelo Canal Futura e produções para a Fundação Palmares, IPHAN, Prefeitura de Itatiaia e Fundação de Cultura de Barra Mansa. É fundador da produtora “Não é foto, é filme”, pela qual realiza produções culturais e sociais em diferentes estados. Atualmente ministra oficinas e cursos de audiovisual e direção de fotografia, com destaque para projetos como Cinema na Periferia (2024) e a Oficina Documentário como Linguagem.Os demais profissionais serão contratados e selecionados ao longo da execução do projeto, priorizando agentes do território da Região das Barras.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.