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PRONAC 251506Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Livro Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, 110 anos de história.

FAZER GESTAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 162,7 mil
Aprovado
R$ 162,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Lages
Início
2025-07-21
Término
2026-07-21
Locais de realização (1)
Lages Santa Catarina

Resumo

O Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, fundado em 1915, em Lages, tem uma profunda ligação com as memórias e com o desenvolvimento da comunidade, consolidando-se como referência para na promoção da saúde e assistência social na Região Serrana de Santa Catarina. Com este projeto cultural pretende-se registrar a trajetória de 110 anos do Hospital, por meio da publicação de um livro, destacando sua importância histórica, buscando a preservação da memória institucional e o reconhecimento do papel fundamental do Hospital ao longo de mais de um século de inestimáveis serviços à população.

Sinopse

Produto: LivroSugestões de título: Nossa Senhora dos Prazeres - Um Hospital no Coração da Cidade OU Hospital Nossa Senhora dos Prazeres - 110 Anos de Vida e Pela Vida OU Hospital Nossa Senhora dos Prazeres - 110 anosTemática: humanidades Classificação etária - LivreO livro apresenta a trajetória do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, que nasceu nos fundos de um colégio no centro de Lages, no início do Século XX. Na mesma época, a cidade começava a sua urbanização, calçando as principais ruas e instalando iluminação pública. Assim, o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres cresceu e viu a cidade crescer ao seu redor. É testemunha de como Lages transformou seu jeito rural e se constituiu como centro urbano, o que só foi possível graças a muitos esforços, inclusive o de ter um hospital no coração da cidade. Os tempos passaram, os ciclos econômicos mudaram, as necessidades aumentaram, e o Hospital se solidificou como uma casa de saúde de excelência, referência estadual e conectada com seu tempo. Da época romântica, permanece a paixão de quem serve ao Hospital Nossa Senhora dos Prazeres como um sacerdócio. Do tempo presente, destacam-se a infraestrutura de ponta, a excelência científica e a capacidade de atendimento. Abordará os seguintes tópicos:- A trajetória do Hospital;- Depoimentos;- Resgate de fotos históricas;- Conclusão;- Referências.

Objetivos

Geral O objetivo do projeto é registrar a trajetória de 110 anos do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, promovendo a preservação da memória histórica da instituição, refletindo sua evolução ao longo do tempo e sua conexão com a cultura e o desenvolvimento social da cidade de Lages, Santa Catarina . Específicos - Promover uma pesquisa histórica para embasar o conteúdo do livro; - Editar e publicar o livro "Hospital Nossa Senhora dos Prazeres - 110 anos de história"; - Reproduzir mil exemplares do livro; - Distribuir gratuitamente 60% dos exemplares do livro para instituições de saúde, educacionais e culturais, entidades de classe da Região Serrana de Santa Catarina, colaboradores do Hospital, e em carater de divulgação e aos patrocinadores; - Promover o lançamento do livro em espaço externo, fora das dependências do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages/SC; - Disponibilizar a versão digital da obra para download gratuito; - Divulgar o projeto e o livro para ampliação do acesso ao produto cultural. - Realizar uma oficina literária, como ação formativa e cultural;

Justificativa

A fundação de Lages remonta à segunda metade do século XVIII, estabelecida estrategicamente às margens da Estrada Geral das Tropas. Esse processo resultou dos esforços das autoridades coloniais, especialmente do governo da capitania de São Paulo, para garantir a posse de territórios disputados com os espanhóis no Sul do Brasil e fomentar o comércio de animais. Naquela época, a estrada estava em sua maior extensão desprotegida, devido à ausência de povoações entre Curitiba e os Campos de Viamão, no Rio Grande do Sul. O empreendimento foi conduzido pelo português Antônio Correia Pinto de Macedo, que havia estreitado relações com o governador Dom Luiz Antônio de Souza Botelho Mourão, Morgado de Mateus, o qual o nomeou Capitão-Mor e Regente do "Sertão de Curitiba". Após duas tentativas frustradas em 1766 e 1767, um vilarejo foi finalmente estabelecido no alto da colina ao sul do rio Carahá, em uma área que hoje corresponde ao centro da cidade de Lages. O século XIX trouxe importantes transformações, começando pela transferência do território de Lages e sua jurisdição do governo paulista para a capitania de Santa Catarina, em 1820. A proximidade com o litoral visava facilitar a comunicação e garantir uma assistência mais regular à região. A partir de 1850, lentamente a povoação começou a expandir, com a abertura de novas ruas e a formação de uma terceira praça, destinada às cavalhadas e às feiras comerciais. A publicação de posturas que regulamentavam o ordenamento urbano, juntamente com a elevação da cidade ao título de município, em 1860, impulsionaram o desenvolvimento, ainda que de forma gradual. No final do século XIX, a necessidade de um hospital em Lages começou a ser discutida. A cidade, como centro de uma vasta região e única com a presença permanente de médicos, era procurada por enfermos dos municípios vizinhos, que, em geral, chegavam já em estado grave. Além disso, havia o problema do alojamento, pois os doentes eram forçados a recorrer às casas de parentes ou amigos, o que gerava uma situação desconfortável tanto para os enfermos quanto para os hospedeiros. Coube ao Frei Rogério Neuhaus, vigário da paróquia, a responsabilidade de iniciar o movimento para a criação do hospital. Com a autorização episcopal, fundou a Irmandade do Senhor Bom Jesus, com o objetivo de concretizar o projeto. Em 1900, apesar da grande mobilização da comunidade local, a iniciativa não prosperou. Ao longo dos anos, outras tentativas foram feitas, mas sem sucesso. Foi apenas na década de 1910, com a participação ativa da sociedade lageana e o apoio de políticos influentes no cenário estadual e nacional, que foi possível reunir os recursos necessários para o início da construção do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, o primeiro de Lages. Instalado em um prédio histórico, na área central de Lages, o hospital acompanhou a evolução da medicina e da cidade ao seu redor. Desde então, tem prestado relevantes serviços à comunidade catarinense, sendo reconhecido por sua importância na promoção da saúde e assistência social. Assim, registrar a trajetória do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, promovendo a preservação da memória histórica da instituição em uma publicação impressa e digital está alinhada com as finalidades do Programa Nacional de Incentivo à Cultura (PRONAC), de forma especial em salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, bem como, de estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Vem ainda atender ao objetivo de fomento à produção cultural e artística, mediante a edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Estratégia de execução

O escritor Maurício Neves de Jesus foi contratado e remunerado com recursos próprios pelo Hospital Nossa Senhora dos Prazeres para a realização de pesquisa e produção de textos com vistas a publicação do um livro sobre os 110 anos de história do Hosítal, não cabendo portanto remuneração pelo projeto. O escritor se comprometeu a realizar sem custos, a oficina literária, atividade de contrapartida social do projeto.

Especificação técnica

1.000 Livros Capa Dura - Fechado 23x21cm Capa: 24x51cm, 4x1 cores, CMYK em Couche Fosco Comercial 170g. Prova de cor certificada ISO.guarda: 8 pgs, 23x21cm, 4 cores, CMYK em Couche Fosco Comercial 170g. Prova de cor certificada ISO. miolo: 196 pgs, 23x21cm, 4 cores, CMYK e Verniz B. A. fosco F/V em Couche Fosco Comercial 150g.Prova de cor certificada ISO. Lombada:18mm, Laminação fosca, Nº de lados 1(Capa), Laminação fosca, Nº de lados 1(guarda), Intercalação, Costurado, Corte/Vinco(guarda), Capa Dura, Colar Guardas(guarda), Capa Dura, PUR(miolo), Encaixotado, Hot Stamp (ouro). 1.000 - Caixa/Luva 23x21cmAberta: 70x29cm, 4x0 cores, CMYK em Supremo 250g. Prova de cor certificada ISO. Faca Especial, Laminação fosca, Hot Stamp (ouro). Acoplagem, Corte/Vinco, Colagem, Encaixotado.

Acessibilidade

As medidas adotadas para promover o acesso ao produto cultural (livro), serão: - Acessibilidade física: será disponibilizado de forma gratuita o livro em formato digital, por meio de um website, para que o conteúdo possa ser acessado no espaço e no dispositivo eletrônico mais adequado ao portador de necessidade. - Acessibilidade para deficientes visuais: Para as pessoas com deficiência visual será produzida o áudio book do livro e disponibilizado nas redes sociais e em websites na internet; - Será priorizada tipografia com boa legibilidade para os textos e legendas das fotos. - O material de divulgação do projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. - O espaço onde vai ocorrer o lançamento do livro atenderá as necessodades de deficientes físicos. As medidas adotadas para promover o acesso a oficina literária, serão: - Acessibilidade física: O espaço onde será realizada a oficina deverá ser livre de barreiras físicas, possibilitando acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, também deverá oferecer banheiros adaptados. - Tradução simultânea em linguagem de libras da oficina literária.

Democratização do acesso

A democratização do acesso ao produto cultural (livro) se dará pela distribuição de: - 400 exemplares - 40% (quarenta por cento) - exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social e educativo às escolas públicas e privadas, bibliotecas públicas, universidades outras entidades de cunho cultural, como museus e centros culturais especialmente da região Serrana e do Estado de Santa Catarina, bem como pessoas que trabalharam e trabalham no Hospital; - 200 exemplares - 20% (vinte por cento) - exclusivamente para comercialização no valor de R$ 100,00, cada, pela Adminstração do Hospital; - 200 exemplares - 20% (vinte por cento) - exclusivamente para comercialização no valor de R$ 50,00, cada, pela Adminstração do Hospital; - 100 exemplares - 10 % (dez por cento) - para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores; - 100 exemplares - 10 % (dez por cento) - para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - A democratização do acesso à oficina literária se dará pelo acesso gratuito dos participantes;

Ficha técnica

Coordenação Geral Sérgio Gregório Sartori é produtor cultural, gerente de projetos da produtora Fazer Gestão Cultural Ltda (2013 - atual), possui graduação em Administração pela Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC (2014) e mestrado em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação – PROFNIT pela UNB (2022). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em gerenciamento de projetos culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio cultural, economia criativa e leis de incentivo. Trabalhou como gerente de projetos culturais na produtora Super Nova Comunicação e Cultura LTDA (2004 a 2012) e como ator e dançarino (1995 a 2003). Pesquisa e Produção de Textos Mauricio Neves de Jesus é escritor, roteirista, pesquisador cultural e advogado. Autor de diversos livros sobre o futebol brasileiro, como Me Arrebata: Epopeias Rubro-Negras (volumes 01 e 02); 1981: o primeiro ano do resto das nossas vidas; 1962: o ano Mané; Maestro; Penta: no traço, no rádio e na bola e Aquelas Camisas Vermelhas. Coordenação editorial Públio Sartori é publicitário e produtor cultural. Atuou na execução de diversos projetos de produção editorial, dentre os quais: Fotolivro Serranias (2023); Fazendas Históricas da Coxilha Rica: Guia de arquitetura (2021/2022); 2ª Edição de A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura Rural e Urbana nos Campos de Lages, séculos XVIII e XIX (2020); Abastecimento Agroecológico de Consumidores Articulado com Soberania, Segurança Alimentar e Nutricional (2017); 1ª edição de A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura Rural e Urbana nos Campos de Lages, séculos XVIII e XIX, (2015); Tempo ao Tempo nasce um museu (2011); Memórias - Associação Rural de Lages 70 anos de história (2009);

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.