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Desde 2013 o projeto Vivacidade realiza exposições coletivas de artes visuais em espaços públicos, onde as obras utilizam mídias digitais, interatividade e linguagem de programação como suporte para dialogar com narrativas socioambientais. Nesta 4ª edição, expõe a relação entre as pessoas, a vida nos centros urbanos e o impacto natural, questionando sobre fenômenos naturais e mudanças climáticas, tendo a cidade como tela e como argumento. Há um convite para o público co-criar um mundo em busca do equilíbrio em ecossistema mutável e instável, dado o impacto das interferências humanas. O projeto é intergeracional, com obras de artistas de diferentes regiões do Brasil e imersão do público em narrativas virtuais, através de: uma intervenção artística de grande dimensão em espaço público; uma mostra expositiva em parques; e ações formativas. As atividades serão gratuitas, acessíveis e realizadas na cidade de São Paulo e em duas cidades do interior do estado: Ribeirão Preto e Piracicaba.
Partindo da necessidade de expressar formas de interação distintas com a cidade de São Paulo e sua urbanidade, o projeto VIVACIDADE: Poéticas Socioambientais, em sua quarta edição, dá continuidade ao incentivo à necessidade de projetar o protagonismo de quem faz da cidade o que ela é de fato, mostrando que grandes centros urbanos resultam das interações entre as pessoas que neles transitam e seus espaços. Mas o quanto a relação com a cidade é realizada de forma orgânica e não apenas mecânica? Um dos papéis dos projetos culturais é mediar as relações entre cultura, arte, cidade e pessoas. O olhar cidadão possível através desse trabalho potencializa, não só a forma como as pessoas podem se relacionar com o meio, mas também a forma como a produção artística e cultural se relaciona com o todo. A proposta do VIVACIDADE justifica-se por realizar um projeto que se relaciona com as influências do mundo contemporâneo, tanto em forma – utilizando novas tecnologias através, artes visuais e audiovisual – quanto em conteúdo – discutir descentralização, meio ambiente, sustentabilidade, qualidade de vida e manifestações socioculturais.A possibilidade de utilizar as artes visuais como ferramenta mediadora para dialogarmos coletivamente sobre os tempos atuais e as perspectivas de futuro, ocorre através de ações determinadas. No caso desta edição do VIVACIDADE, a proposta para fomentar a produção cultural e artística, que tem como pauta o modo de vida humano e sua relação com o meio instalado em grandes centros urbanos, será dada por: 1) 01 Intervenção Urbana: exposição, com interação gratuita dos participantes, de obra de projeção a laser, desenvolvida para uma ocupação de um grande volume de imagem. Exposta durante 2 dias em espaço público de fácil acesso e com grande fluxo de pessoas no local e arredores, na cidade de São Paulo, a obra alcançará um grande perímetro urbano, em que espera-se alcançar diretamente 4.000 pessoas e 20.000 indiretamente, dada a exposição virtual pelas redes sociais e registros expostos na mostra expositiva; 2) 01 Mostra Expositiva na cidade de São Paulo: exposição, com entrada gratuita dos participantes, realizada em espaços públicos de fácil acesso e com grande fluxo de pessoas: parques da Avenida Paulista, região central da cidade de São Paulo. As instalações de artes visuais interativas e imersivas serão obras tanto de artistas quanto de coletivos provenientes de vários estados do Brasil e ficarão expostas durante 10 dias. Estima-se receber 20.000 pessoas durante o período da exposição.3) Chamada aberta de obras visuais:O projeto realizará convocatória para artistas do país inteiro, convidando profissionais emergentes e estabelecidos a participarem da seleção de obras no formato de vídeo, em sintonia com a temática da sustentabilidade, divulgando trabalhos originais, criativos e inovadores, que dialoguem com a questão de equilibrar o avanço digital com a preservação do meio ambiente e do bem-estar humano. Serão selecionadas quatro obras por meio desta convocatória. 4) 02 Ações Educativas: haverá, como atividade formativa e primordial para expressar o pensamento da complexidade do projeto VIVACIDADE, 4 dias de workshops de animação digital para crianças e jovens entre 8 e 14 anos, e mais 2 dias para jovens de 17 a 22 anos, priorizando alunos da rede pública de ensino. Cada atividade formativa terá um dia de exposição dos trabalhos realizados.5) Itinerância da Mostra Expositiva em duas cidades do estado de São Paulo: exposição, com entrada gratuita dos participantes, nas cidades de Ribeirão Preto e Piracicaba, em parques municipais das respectivas cidades com fácil acesso e com grande fluxo de pessoas. As instalações de artes visuais interativas e imersivas serão obras tanto de artistas quanto de coletivos provenientes de vários estados do Brasil e ficarão expostas durante 5 dias esperando alcançar 10 mil pessoas, em cada uma das cidades, totalizando 10 dias e 20 mil pessoas impactadas. Caso haja qualquer impossibilidade de realizar a mostra nessas cidades, o proponente se compromete a realizar a Mostra em cidade de equivalente importância e alcance de públicos.As formações serão espaços em que os temas tratados pelo projeto estarão intrinsecamente ligados ao fomento do das práticas das artes visuais desenvolvidas com ferramentas digitais e tecnológicas. Espera-se receber 1410 participantes no total das ações educativas, entre participantes ativos das formações e os participantes das exposições. O projeto promove, através das ações detalhadas, criação, formação, produção, difusão e fomento à arte e cultura, tendo como tema propulsor a sociedade atual e sua relação que transforma e é transformada pelo meio que convive, são necessários para o alargamento dos diálogos sobre temas inerentes a todas estas áreas.
A 4ª edição do projeto Vivacidade: Poéticas Socioambientais tem, como objetivo, geral promover uma reflexão crítica por meio das artes visuais e do audiovisual, sobre como o estilo de vida urbano influencia o desenvolvimento e as condições socioambientais de cidades que concentram um elevado número de pessoas, como é o caso da cidade de São Paulo.Esse objetivo parte do incentivo à criação, produção e divulgação de trabalhos culturais de forma descentralizada em grandes cidades, proporcionando a elaboração destes trabalhos em ambientes urbanos com a presença preponderante de natureza. Assim, o projeto promove diálogos e estimula um olhar atento e consciente sobre as ações humanas no meio, os seus impactos sociais e ambientais.O Objetivo Geral é possível dados os seguintes Objetivos Específicos:Utilizar ferramentas de produção de artes visuais e obras interativas para estimular a discussão sobre as questões socioculturais de nosso tempo atual e perspectivas de futuro;Permear e ser catalisador de uma plataforma que utiliza a cultura como uma formação cidadã;Apresentar ao público diferentes cenários do desenvolvimento social, tornando perceptível que alguns deles permitem que pessoas e meio ambiente estejam em equilíbrio na equação da sustentabilidade;Estimular o desenvolvimento do olhar crítico sobre os aspectos socioculturais do cotidiano e a perspectiva de futuro em grandes centros urbanos;Evidenciar os impactos individuais e coletivos na qualidade de vida no planeta;Discutir sobre a viabilidade de projetos culturais e de iniciativas sustentáveis para a sociedade em que estão inseridos e, assim, estimular o uso de energias limpas e demais práticas sustentáveis em projetos culturais;Estimular a troca de perspectivas sobre biodiversidade, preservação ambiental e sustentabilidade;Fortalecer o uso de políticas culturais para fortalecer e incentivar a formação, criação, produção e difusão das manifestações artísticas, culturais e socioambientais;Realizar 01 Mostra Expositiva "Vivacidade: Poéticas Socioambientais" em parques próximos à região da Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, com instalações de arte digital e mostra de obras visuais - com acesso gratuito, acessível e irrestrito à população. - durante 10 dias esperando alcançar 20 mil pessoas.Realizar chamada aberta de artistas e suas obras visuais para a Mostra Expositiva "Vivacidade: Poéticas Socioambientais", possibilitando que a curadoria seja realizada de forma mais descentralizada. A programação incluirá 04 obras selecionadas através desta convocatória aberta;Realizar 02 Ações Educativas em formato de Workshop, resultando em exposição dos projetos desenvolvidos em dois espaços distintos e públicos da cidade de São Paulo; - durante 6 dias cada uma, totalizando 12 dias e esperando alcançar 500 pessoas no total OKRealizar 01 Intervenção Urbana com laser Mapping denominada "Rios Invisíveis", a intervenção será realizada durante 2 dias em espaço público de grande circulação de pessoas na cidade de São Paulo . A dimensão da projeção fará com que as obras alcancem um grande perímetro urbano, e espera-se alcançar diretamente 5.000 pessoas e 20.000 indiretamente, dada a exposição virtual pelas redes sociaisAções de registro e divulgação durante e após o projeto - descentralização e ampliação do alcance do projeto, no tempo e nos espaços.Realizar itinerância da Mostra Expositiva "Vivacidade: Poéticas Socioambientais" em duas cidades do interior paulista. O projeto planeja realizar a Mostra em Ribeirão Preto e Piracicaba, em parques municipais das respectivas cidades. A Mostra será realizada de forma similar à da cidade de São Paulo, com instalações de arte digital e mostra de obras visuais - com acesso gratuito, acessível e irrestrito à população. - durante 5 dias esperando alcançar 10 mil pessoas, em cada uma das cidades, totalizando 10 dias e 20 mil pessoas impactadas. Caso haja qualquer impossibilidade de realizar a mostra nessas cidades, o proponente se compromete a realizar a Mostra em cidade de equivalente importância e alcance de públicos.
As cidades são o resultado das interações entre as pessoas que nela transitam por suas vias e espaços. Mas o quanto a relação entre as pessoas e as cidades é realizada de forma orgânica e sinestésica? É, também, papel de projetos culturais serem ferramentas e mediadores para pensar na relação cultura, arte, cidade e pessoas. O olhar cidadão possível através desse trabalho potencializa não só a forma como as pessoas podem se relacionar com a cidade, mas também como a produção artística e cultural se relaciona com o todo.Nossos comportamentos sociais e ambientais se modificam constantemente. O volume de informação a que temos acesso aumentou exponencialmente e temáticas como sustentabilidade e meio ambiente ganharam destaque.A tratativa de temas importantes como esses passaram a estar em nosso cotidiano e influenciando nossa maneira de agir, consumir e nos movimentar.A pauta desses assuntos ocorre em todas as dimensões. Líderes mundiais discutem assuntos como energias renováveis, a transição da matriz energética global, clima e aquecimento global, tendo como premissa a quarta revolução industrial _ onde não há separação entre o físico, o digital e o biológico.Pensar em como estruturamos as cidades para abrigar um novo formato de produção e economia, dadas as limitações ambientais e alterações climáticas resultantes das formas de produção que desenvolvemos até o momento, é de extrema necessidade. A velocidade das mudanças e dos conhecimentos que geramos é cada vez maior, porém não é acompanhada pela velocidade com que conseguimos alterar os rumos para tentar amenizar os danos já causados.O exercício proposto pelo projeto Vivacidade: Poéticas Socioambientais está em representar as diversas camadas socioculturais e ambientais atuais para explorar os nossos hábitos e como eles influenciam e são influenciados pelas diferentes formas que viver em sociedade nos impõe.A questão crucial da mostra Vivacidade é: como lidar com os desafios urbanos de forma proativa, antes do colapso dos sistemas, e como equilibrar o desenvolvimento digital com a existência humana e o meio ambiente?A mostra Vivacidade: Poéticas Socioambientais pretende provocar uma discussão reflexiva sobre a expansão das metrópoles, tanto em território quanto em implementação tecnológica, para que possa atender às demandas sociais em qualidade de vida, ao mesmo tempo em que é fundamental repensar as estruturas atuais que usamos para definir nossas metas ambientais.Com a intenção de tratar de temas urgentes do nosso cotidiano através de atividades participativas nos workshops, na mostra expositiva e na intervenção urbana, o VIVACIDADE: poéticas socioambientais justifica-se por trazer um projeto que, atinja e seja atingido pelas influências do mundo contemporâneo, tanto em forma _ utilizando novas tecnologias através, artes visuais e audiovisual _ quanto em conteúdo _ discutir a sustentabilidade, qualidade de vida e os momentos socioculturais atuais.Cabe ressaltar que a realização do Vivacidade: Poéticas Socioambientais é de extrema importância para a cultura do nosso país e tem como objetivo cumprir, principalmente, os seguintes requisitos da Lei 8.313 conforme Artigo 1º: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País." Artigo 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos - acesso gratuito e irrestrito a todos os produtos do projeto; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos". E, também, pelo Artigo 4° por ser um projeto que tem em sua base conteúdo cultural que enfatiza o aperfeiçoamento profissional e artístico dos recursos humanos na área da cultura, a criatividade e a diversidade cultural brasileira.
Plano de DivulgaçãoComunicação com a Imprensa A equipe de Assessoria de Imprensa será responsável por desenvolver e distribuir releases detalhados; direcionar e agendar contatos com os principais veículos de comunicação do Brasil, incluindo jornais, revistas, rádio e televisão, garantindo a cobertura da exposição.Os releases destacarão os objetivos culturais, sociais e ambientais da mostra, bem como seu impacto na comunidade e na conscientização sobre questões socioambientais.Artistas, curadores e palestrantes envolvidos na exposição estarão à disposição para conceder entrevistas aos veículos de comunicação, aumentando a visibilidade e o alcance da iniciativa.Estratégia nas Redes Sociais Alimentar perfis específicos nas principais plataformas digitais (Instagram, Facebook, Twitter, TikTok, LinkedIn) para a divulgação da mostra.Impulsionar publicações relevantes para ampliar o alcance e atingir diferentes públicos, com foco na diversidade e inclusão.Produzir e divulgar conteúdos diversificados, incluindo:10 Vídeos curtos e mini clips destacando os artistas e obras;03 vídeo cases;12 Peças gráficas informativas e atrativas sobre a temática socioambiental;42 Stories, reels e lives que envolvam o público e promovam interação;16 postagem de fotos estilo “carrossel”.As publicações serão realizadas com parcerias e em colaboração com artistas, curadores, palestrantes e parceiros para que seja estabelecida uma rede para um maior alcance da divulgação.Parcerias com Influenciadores e Personalidades Públicas Identificar influenciadores digitais, artistas e personalidades que tenham engajamento com causas ambientais, sustentabilidade e arte social.Convidar esses influencers para visitar a exposição, participar de visitas guiadas e compartilhar suas impressões nas redes sociais.Estimular a produção de conteúdo por parte desses parceiros, como fotos, vídeos e depoimentos, para ampliar a divulgação de forma autêntica e engajadora.PUBLICO ALVOA linguagem do projeto, tanto estética quanto comunicacional, é elaborada para abranger um largo espectro de cidadãos participantes do projeto de forma presencial e/ou digital.O projeto tem um público estimado de 46 mil participantes de forma presencial e 20 mil participantes de forma digital, com foco principal em crianças e jovens, devido ao seu caráter pedagógico e à afinidade desse grupo com tecnologia. Para se aproximar ainda mais desta faixa etária, as ações formativas serão destinadas a crianças e jovens, assim como haverá um intenso e contínuo contato com instituições culturais e de ensino para realizarem visitas educativas em grupos.Por ocorrer em espaços públicos, com livre acesso a um grande fluxo de pessoas, o projeto também alcança um público mais amplo e diversificado, abrangendo as diversas classes sociais.Além disso, as temáticas de qualidade de vida e sustentabilidade reforçam a conexão dos temas abordados pelo projeto com um público massivo e heterogêneo.
Proposta de Intervenção Urbana: com laser Mapping denominada "Rios Invisíveis": lasers e paineis de LED com informações sobre o projeto e obraMostra expositiva VIVACIDADE: Poéticas Socioambientais: plataformas e clusters de LED e cenografiaAções educativas: tablets com o software Tagtool App, computadores, projetores e profissionais para ministrarem as ações
Os locais a serem escolhidos para a realização das ações do projeto VIVACIDADE serão totalmente adequados para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, deficiência física, idosos e crianças. A adequação arquitetônica considera tanto os espaços de desenvolvimento das atividades culturais, quanto os espaços acessórios como banheiro e áreas de circulação.No aspecto comunicacional, haverá exposição tátil, das obras em que houver essa pertinência, para que portadores de deficiência visual e não portadores dessa deficiência possam, por meio dos sentidos e da exploração da estética tátil, experimentar e ampliar sua percepção de relação com a obra de arte, além de investigar sensações e analogias entre relevos, formatos e texturas. Fato este que também torna a exposição mais acessível às pessoas com deficiência intelectual.A exposição disponibilizará cadeiras para acomodar público na área reservada para idosos e gestantes e portadores de necessidades especiais.Os monitores terão treinamento para auxiliar os públicos de forma acessível nos espaços e nas atividades.O projeto compromete-se a acatar à Lei 13.146 de 06/07/2015, que entrou em vigor no dia 02/01/2016, para garantir a acessibilidade às produções audiovisuais, com a adoção das medidas a seguir, conforme a respectiva necessidade das obras expostas e das atividades formativas, que contarão com formulário para inscrição prévia, no qual os participantes poderão indicar a necessidade de acessibilidade, como intérprete de LIBRAS, necessidades que serão atendidas pelo projeto:- Audiodescrição (acesso via QRcode): narração em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão das obras;- Legendagem descritiva (acesso via QRcode): transcrição em língua portuguesa dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão das obras;- Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
A quarta edição do projeto Vivacidade se compromete a executar um conjunto de ações que visam garantir o mais amplo acesso da população em geral ao produto cultural gerado, objetivando a descentralização e a garantia da universalização do benefício ao cidadão, considerando o interesse público e a democratização do acesso aos bens culturais resultantes desta oposta.A mostra expositiva e a intervenção urbana serão realizadas em espaços públicos, de acesso livre, irrestrito, ilimitado e gratuito ao público. As ações formativas serão gratuitas aos participantes, com a necessidade de prévia inscrição, para que a dinâmica de cada ação proposta seja preservada.O material produzido em vídeo e texto, enquanto divulgação e registro, será disponibilizado gratuitamente, de forma ilimitada, pelas mídias sociais do VIVACIDADE, durante e após seu período de execução, sendo possível acessar o material produzido desde sua primeira edição.Este projeto cumprirá os requisitos à ampliação do acesso, previsto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, com a adoção das seguintes medidas:- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das ações do projeto, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;- permitir a captação de imagens de todas as ações, autorizando sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;- realizar, gratuitamente, ações formativas como atividade paralela ao projeto.Ação continuada de democratizaçãoDesde 2013, o projeto Vivacidade tem como missão promover o acesso dos cidadãos ao bem cultural, realizando edições que sejam participativas, interativas e capazes de estimular diálogos relevantes entre artistas, grupos, agentes culturais, a população e a cidade. Para isso, realiza exposições e atividades formativas gratuitas em espaços públicos com grande volume de circulação de pessoas, promovendo interações planejadas ou espontâneas com obras, ideias e entre os próprios visitantes.Essa abordagem amplia o acesso às artes visuais e funciona como uma ferramenta de democratização cultural e artística, permitindo que um amplo público possa vivenciar e refletir sobre as manifestações culturais. O projeto também desenvolve atividades em locais próximos às populações urbanas periféricas, garantindo que o público dessas regiões tenha acesso aos produtos culturais gerados. Nesse sentido, uma das ações formativas, o Workshop “Fauna Digital”, será realizada na Casa da Amizade, espaço comunitário que atende mais de 200 famílias com ações culturais, sociais e educativas. Essa instituição está localizada em Paraisópolis, uma comunidade com mais de 100 mil habitantes e 21 mil domicílios, em uma área de 10 km² na Zona Sul de São Paulo.Para facilitar a participação dessa comunidade nas demais ações do VIVACIDADE, será disponibilizado transporte gratuito para os alunos dos workshops e para os integrantes da ONG Casa da Amizade, até a Mostra Expositiva, garantindo que todos possam visitar a mostra e usufruir da fruição do projeto.
Marília PasculliCPF: 0604474660-44Função: CuradoriaCurrículo Resumido do Profissional:Bacharel em Comunicação Social em Rádio e Televisão pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo; Mestrado em Curadoria de Arte Digital no MECAD - Media Center d'art i Dissenny, Barcelona. Residência Curatorial no Node Center for Curatorial Studies, BerlimCuradora de arte digital pela produtora Verve Cultural e diretora artística da Cult.Bit Produções Digitais. Pasculli investiga e projeta plataformas de mídia para exposições de arte digital, como LED escultural, arquitetura de mídia em larga escala e ambientes envolventes. Criadora da Galeria de Arte Digital SESI-SP, a maior iniciativa de fachada de mídia da América Latina. Nessa media facade foi curadora de onze exposições de arte digital, entre elas o SP_Urban Digital Festival, que está entrando na 9ª edição. Diversas mostras e instalações de mídia urbana espalhadas pela cidade de São Paulo também possui curadoria de Marília Pasculli. Seus projetos comissionados em parceria com artistas exploram o espaço físico e o digital, criando uma relação híbrida entre arquitetura e artes midiáticas. Se interessa pelos desafios que o desenvolvimento tecnológico e a computação onipresente impõem aos artistas digitais, engenheiros e urbanistas, e como afeta as capacidades humanas e a percepção do espaço. Trabalhou em parceria com os artistas Julian Opie, Eduardo Kac, James George, Muti Randolph, Lucas Bambozzi, Vigas, Anaísa Franco, Lev Manovich, Fernando Velázquez, VJ Suave, Coletivo Coletores, André Gola, Marina Zurkow, Pfadfinderai entre outros. Em 2022 executou a quarta edição da Mostra Play! projeto curatorial autoral que marca aborda influência dos videogames como precursor da cultura contemporânea, propondo que a noção de "jogar" se torne uma ferramenta para intensificar a experiência cidadã e ainda, estimular um uso qualificado do espaço público na retomada das atividades presenciais. Participou de painéis e ministrou palestras em diversos festivais internacionais, destaques para Transmediale (Berlim, 2014), MUTEK (Montreal, 2014) e Ars Eletronica Festival (Linz, 2015). Mais recentemente foi palestrante no MAB Media Architecture Biennale na China em 2018 e MAB on-line no simpósio ‘Futures Implied’ em 2021. Como produtora assinou a produção executiva do ‘Mostra Museu: Arte em Quarentena’ (São Paulo-SP 2021), produziu também os Festivais ‘Luzes da Liberdade’ (Belo Horizonte-MG) e ‘Cerrado Mapping Festival’ (Vila de Santa Bárbara-MG), ambos em 2020. Em projetos de co-curadoria destaque para as duas edições do Immesrphere Festival Internacional de Fulldome, em Brasília, 2017 e 2021. Foi premiada na categoria “Participatory City” no MAB 2021 (Media Architecture Biennale) com o projeto colaborativo ‘Arte Conecta: exposição urbana de arte projetada’, executada no início da quarentena. Em 2023 realizou a curadoria da Mostra Vivacidade: poéticas socioambientais com ações em Paraisópolis, instalações interativas no Parque Burle Max e Praca Adolphp Bloch (São Paulo). João Guimarães FrugiueleCPF: 227.775.738-16Função no projeto: Produção executivaCurrículo Resumido do Profissional:Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas – Concluído em junho de 2008 pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, São Paulo, Brasil. Músico e produtor cultural, co-criador e diretor executivo da Verve Cultural, empresa criada em agosto de 2011 dedicada à realização de práticas culturais como eventos musicais, instalações e mostras de arte contemporânea e digital.Todos os projetos da empresa têm como característica comum o livre acesso ao público, seja pela idealização de eventos em espaço público ou pela entrada gratuita. A Verve Cultural foi a responsável pela criação da Galeria de Arte Digital do SESI-SP (São Paulo), primeira e única media facade permanente estritamente Cultural da América Latina.Sua trajetória começou em 2007, quando foi contratado para prestar serviços de consultoria e produção para o COMCULTURA (Comitê de Ação Cultural) da FIESP. Dedicou- se à expansão das ações culturais, envolvendo todas as manifestações artísticas da instituição.Com a proposta de democratizar o acesso à Arte e à Cultura, promoveu várias ações junto a comunidades carentes.A partir de 2011 dedicou-se a produção executiva de projetos culturais focados em arte e tecnologia como os projetos abaixo destacados:SP Urban Digital Festival – (06 edições 2012, 2013, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2020)- Galeria de Arte Digital do SESI – Cinemateca Brasileira – Auditório Ibirapuera (Vídeo mapping fachada externa) – Sistema LEDs no Mirante 9 de Julho, Mapping Festival no Edifício Correios e instalações site specific no Largo da Batata e Praça do Pôr do sol.Brasil-Alemanha: Culturas Conectadas (De 15 de Maio a 09 de Junho de 2013 na Galeria de arte Digital do SESI-SP)A mostra de arte digital inaugurou o calendário das comemorações do ano da Alemanha no Brasil, que se iniciou em maio de 2013. Nesta plataforma intercultural figuraram os últimos trabalhos de importantes nomes da arte digital contemporânea. A mostra enfatizou as experimentações em fachadas digitais de mídia urbana e integração do espaço físico comum com o universo digital, incentivando a população a participar ativamente no processo criativo.Mostra Play! - (Quatro edições 2013, 2014, 2020 e 2022)Galeria de Arte Digital do SESI-SP e Vale do Anhagabaú.Produção executiva de quatro edições da exposição de arte digital interativa por sensores de movimento e Ipads e interfaces físicas que aborda a influência dos videogames como precursor da cultura contemporânea, revolucionando os padrões de criatividade, interatividade e design.Vivacidade – Poéticas Socioambientais (Duas edições : 2013 e 2023)Galeria de Arte Digital do SESI-SP e Parque Burle Marx, Praça Adolpho BlochA Exposição de arte digital com o objetivo de provocar nas pessoas a reflexão sobre a relação de suas vidas nas metrópoles e os fenômenos naturais,traduzindo para uma linguagem digital e universal a busca do equilíbrio entre as forças da natureza e o papel do homem em um ecossistema em constante mutação.Ricardo Augusto PalmieriCPF: 195.952.008-32Função no projeto: Coordenador Técnico e Educativo Currículo Resumido do Profissional:Mestre em Tecnologia da Informação e Design Digital pela PUC-SP, Mestrando em Eng. e Gestão da Inovação (UFABC), Designer e Desenvolvedor UX/UI/VR/AR e Consultor de Interatividade Multimídia Digital. Arquiteto, produtor multimídia e pesquisador de ferramentas livres para produção artística. Desde 1998 vem dialogando com as potencialidades do uso do computador nos processos de produção de sistemas ubíquos e interativos.Desde 2003 desenvolvendo soluções em audiovisual interativo para agências de marketing, eventos, museus, galerias e projetos de arte em geral. Conhecimento em linguagens de programação (C#, C++, Java), eletrônica básica e digital (pic, arduino e raspberry pi), produção de conteúdo (pacote adobe + produção de áudio e vídeo em tempo real). Experiência com gerenciamento de equipes e projetos, bem como direção técnica de eventos audiovisuais. Participou entre 2004 e 2008 da implantação dos Kits Multimídia no Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura, em todo o território nacional.Foi professor da PUC-SP, UNIP, Centro Universitário SENAC e do IED-SP. Em 2009 ganhou o prêmio Mídias Locativas do Festival Vivo ArteMov, e recebeu menções honrosas no Prix Ars Electronica nos anos de 2010 e 2013. Realizou em parceria com Olabi e Galpão da Maré duas edições (2015 e 2016) do programa Gambiarra Favela Tech.Atualmente realiza projetos de arte audiovisual interativa e é proprietário da produtora Noisetupi (São Paulo) onde realiza consultoria de mídias interativas customizadas para projetos de educação em arte e tecnologia, programação artística, arquitetura e eventos de marketing.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.