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PRONAC 2515115Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Parar e Perceber - Vida e Arquitetura em Pato Branco - PR

TAMARA KENIA ALFF
Solicitado
R$ 39,0 mil
Aprovado
R$ 39,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Pato Branco
Início
2026-03-02
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Pato Branco Paraná

Resumo

O projeto Parar e Perceber _ Vida e Arquitetura em Pato Branco _ PR propõe a produção de um fotolivro que reúne imagens e histórias de três edificações marcantes para a memória arquitetônica e afetiva da cidade, que, ao contrário de outras, ainda não possui bens tombados nem tradição consolidada de resguardar sua própria trajetória histórica. Com fotografias autorais e relatos de moradores e/ou comerciantes ligados aos espaços selecionados, a obra revela valores humanos e culturais que muitas vezes são invisíveis diante da falta de preservação formal. O lançamento incluirá um debate para fomentar a cultura da preservação, e a entrega gratuita de exemplares à Câmara de Vereadores, à Biblioteca Municipal, ao Conselho Municipal do Plano Diretor _ COPLAN e a entidades culturais locais, reforçando a discussão sobre patrimônio material e sua importância para a identidade de Pato Branco.

Sinopse

Parar e Perceber – Vida e Arquitetura em Pato Branco – PR é um projeto cultural que propõe documentar não só de forma técnica, mas também sensível, a relação entre as pessoas e a arquitetura que as cerca, buscando revelar como o espaço construído reflete modos de vida, memórias e identidades coletivas. O projeto tem como produto principal um fotolivro que reúne registros fotográficos e relatos sobre três edificações emblemáticas da cidade de Pato Branco, escolhidas por sua relevância histórica, arquitetônica e afetiva.Essas edificações, que abrigam residências e/ou comércios ainda em uso, são apresentadas não apenas como construções físicas, mas como símbolos de resistência e testemunhos vivos da história local. Cada uma delas materializa uma época, estética e um modo de vida que, em muitos casos, está desaparecendo com o avanço das novas edificações e com a ausência de políticas de preservação patrimonial no município.As fotografias serão acompanhadas de crônicas e/ou relatos narrados pelos/as próprios/as moradores/as, revelando não apenas o valor arquitetônico, mas também a dimensão humana e afetiva desses espaços. As histórias darão voz às pessoas que vivem ou trabalharam nas casas retratadas, evidenciando o vínculo entre arquitetura, memória e cotidiano. As narrativas serão construídas a partir de entrevistas conduzidas pela equipe do projeto, permitindo uma escuta atenta e empática das trajetórias individuais e coletivas que formam o tecido urbano de Pato Branco.A versão física do fotolivro, com tiragem de 80 exemplares impressos, será distribuída gratuitamente a instituições culturais e educacionais, como bibliotecas públicas, Câmara de Vereadores, Conselho Municipal do Plano Diretor (COPLAN), escolas e entidades culturais do município. A proposta busca garantir que o material circule amplamente entre a população, contribuindo para a formação de público, o acesso democrático à cultura e a valorização da memória local.Complementarmente, será lançada uma versão digital do livro, disponibilizada gratuitamente em plataformas de leitura online, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto para além das fronteiras físicas da cidade. Essa versão permitirá que estudantes, pesquisadores e interessados em arquitetura, urbanismo e cultura local possam acessar o conteúdo de forma permanente e gratuita, fortalecendo a difusão do conhecimento e o registro da história urbana do interior do Paraná.Além dos livros, o projeto também contará com uma série de publicações audiovisuais curtas (reels) que serão compartilhadas nas redes sociais do projeto. Nesses vídeos, as histórias das casas e dos moradores serão lidas e narradas em formato de crônica, ilustradas por trechos de imagens e bastidores da produção. Essa ação tem o objetivo de ampliar o diálogo com o público digital, aproximando diferentes faixas etárias e ampliando o alcance do conteúdo em plataformas de grande circulação, como o Instagram.O conjunto das ações – livro físico, livro digital e publicações em redes sociais – compõe um projeto que valoriza a preservação do patrimônio material e imaterial, ao mesmo tempo em que estimula a reflexão sobre o papel da arquitetura na construção da identidade e da memória urbana. Parar e Perceber propõe uma pausa no ritmo acelerado da vida cotidiana para observar a cidade com outros olhos — os olhos de quem reconhece nas fachadas, nas janelas e nas histórias, a própria história de uma comunidade em constante transformação.A proposta, inédita em Pato Branco, dialoga com uma lacuna histórica de registro e valorização do patrimônio arquitetônico local, já que o município ainda não possui bens tombados ou políticas estruturadas de preservação. Dessa forma, o projeto não apenas documenta, mas também instiga um movimento de conscientização sobre a importância de reconhecer e preservar as referências materiais e simbólicas que formam a cultura da cidade.Classificação indicativa: livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo GeralO projeto Parar e Perceber _ Vida e Arquitetura em Pato Branco _ PR tem como objetivo principal promover a valorização da memória arquitetônica e afetiva da cidade de Pato Branco, registrando, por meio de um fotolivro, três edificações de relevância histórica e simbólica para o município. A proposta visa despertar o olhar da população para a importância da preservação do patrimônio material e da história urbana local, estimulando o debate sobre o papel da arquitetura na construção da identidade cultural pato-branquense. O projeto busca, assim, sensibilizar gestores, instituições e cidadãos sobre o potencial do patrimônio arquitetônico como bem coletivo e como elemento de pertencimento, especialmente em uma cidade que ainda carece de políticas públicas voltadas à preservação de seus bens históricos e culturais. Sob a análise do Art. 2º do Decreto nº 10.755/2021, que regulamenta a execução do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), entende-se que o projeto está plenamente alinhado aos seus objetivos, conforme os incisos:I _ valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II _ estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV _ promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial.Ao documentar o modo de habitar e as arquiteturas cotidianas da cidade, o projeto Parar e Perceber cumpre a função de valorizar as expressões culturais locais, estimular o pertencimento comunitário e preservar fragmentos da história urbana de Pato Branco, cidade que, até o momento, não possui bens tombados nem políticas efetivas de proteção ao patrimônio histórico. A ausência de registros e ações institucionais nesse campo evidencia a urgência de iniciativas culturais que contribuam para a formação de um olhar crítico sobre o espaço urbano e o tempo, reforçando o papel da arte e da arquitetura como instrumentos de memória e cidadania.Como afirmou o arquiteto Santiago Calatrava, "a arquitetura é a arte que determina a identidade do nosso tempo e melhora a vida das pessoas". Nesse sentido, o projeto propõe uma pausa _ um "parar e perceber" _ para reconhecer o valor simbólico e cultural das edificações e histórias que moldaram a cidade. Assim, reafirma-se que, no trabalho proposto, serão atingidos, ao menos, os incisos I, II e IV do Art. 2º do Decreto nº 10.755/2021, ao promover a valorização da cultura local, o estímulo à expressão de suas comunidades e o registro artístico de um patrimônio que, embora ainda não tombado, carrega em si a memória viva de Pato Branco.Objetivos EspecíficosRegistrar fotograficamente três edificações representativas da história urbana de Pato Branco — com foco em suas características arquitetônicas, estado de conservação e contexto de inserção na cidade. As fotografias serão realizadas por profissional capacitado, priorizando o registro artístico e documental.Realizar entrevistas com moradores, antigos proprietários e/ou comerciantes vinculados a essas edificações, de modo a coletar relatos e memórias pessoais que expressem a relação afetiva entre as pessoas e os espaços retratados. As narrativas serão transcritas e editadas como crônicas curtas no fotolivro, compondo uma leitura poética e histórica da cidade.Produzir e diagramar um fotolivro inédito com as fotografias e relatos colhidos, com design editorial que valorize tanto a dimensão estética quanto a documental do projeto. O livro será impresso em tiragem de 80 exemplares, com ISBN, ficha catalográfica e créditos técnicos completos, garantindo sua catalogação e circulação institucional.Realizar o lançamento público do fotolivro, em evento sediado na cidade de Pato Branco, com debate e roda de conversa entre a equipe de produção, fotógrafos/as, pesquisadores/as e uma pessoa convidada especialista em patrimônio material. O evento será gratuito e aberto à comunidade, fomentando o diálogo sobre preservação, história e cultura local.Distribuir gratuitamente os 80 exemplares do fotolivro, sendo:- 20 exemplares destinados à Biblioteca Pública Municipal, escolas e instituições culturais locais;- 5 exemplares ao Conselho Municipal do Plano Diretor _ COPLAN, órgão que acompanha políticas urbanas e de preservação;- 5 exemplares para a Câmara de Vereadores e órgãos públicos municipais relacionados à cultura e planejamento;- 3 exemplares destinados à Secretaria Municipal de Cultura e Esporte;- 10 exemplares para bibliotecas e universidades do estado do Paraná com cursos de Arquitetura e Urbanismo;- 17 exemplares para os participantes diretamente envolvidos (entrevistados, fotógrafos e equipe técnica);- 10 exemplares reservados à distribuição das empresas apoiadoras do projeto- 10 exemplares reservados à distribuição em eventos culturais, feiras e doações futuras.Criar uma versão digital em PDF do fotolivro, disponibilizada gratuitamente em plataformas digitais e redes sociais da produtora e das instituições parceiras, assegurando acesso democrático ao conteúdo e ampliando o alcance do projeto além da tiragem impressa.Promover um registro audiovisual simplificado (making-of) das etapas de produção — entrevistas e fotografias — a ser publicado nas redes sociais fortalecendo a transparência e a memória do processo criativo.Estimular o debate público sobre a ausência de políticas de preservação do patrimônio material em Pato Branco, cidade que, até o momento, não possui edificações tombadas ou reconhecidas oficialmente como patrimônio histórico. A ação busca fomentar discussões que possam subsidiar futuras iniciativas de identificação, proteção e valorização desses bens culturais.Incentivar a formação de público e a educação patrimonial através do contato da comunidade com o conteúdo fotográfico e textual produzido, fortalecendo a compreensão de que a arquitetura cotidiana é parte essencial da história coletiva.Contribuir com o acervo cultural e histórico do município, ao disponibilizar cópias físicas e digitais do livro a instituições de ensino, cultura e planejamento urbano, de modo que sirva como fonte de consulta, pesquisa e inspiração para novos projetos de preservação e valorização do patrimônio.Resultados esperados:Com as ações propostas, o projeto Parar e Perceber _ Vida e Arquitetura em Pato Branco _ PR pretende alcançar cerca de 200 pessoas diretamente, entre público presente no evento de lançamento, participantes do debate, equipe técnica e beneficiários das instituições que receberão o fotolivro. Esse número será contabilizado por meio de listas de presença durante o evento e registros formais de doação para escolas, biblioteca municipal, Câmara de Vereadores e outras entidades culturais e educativas da cidade. Nas instituições de ensino, será registrado o termo de entrega do material, acompanhado da estimativa de estudantes que terão acesso ao livro em sala de aula.Além do público direto, o projeto prevê alcançar um público ampliado por meio da circulação digital do livro e dos materiais audiovisuais (reels e publicações nas redes sociais). As estatísticas do Instagram serão utilizadas para mensurar o alcance e o engajamento das postagens, considerando visualizações, curtidas, compartilhamentos e comentários. Espera-se atingir ao menos 2.000 impressões no painel de métricas da plataforma, demonstrando o impacto das ações de divulgação digital.A assessoria de imprensa será responsável por promover ampla divulgação do livro digital, garantindo acesso gratuito ao conteúdo e estimulando seu compartilhamento nas plataformas virtuais. Dessa forma, o projeto se compromete a documentar e comprovar o alcance de público físico e institucional, ao mesmo tempo em que amplia o acesso digital e fortalece o reconhecimento da memória arquitetônica e cultural de Pato Branco e região.

Justificativa

A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei Federal nº 8.313/1991 (Lei de Incentivo à Cultura), é fundamental para a execução do projeto Parar e Perceber _ Vida e Arquitetura em Pato Branco _ PR, pois este propõe o registro e a valorização de um patrimônio cultural que, embora não formalmente reconhecido, representa a memória viva e a identidade coletiva do município.O projeto depende do apoio via incentivo fiscal para garantir sua realização, uma vez que envolve etapas de pesquisa, registro fotográfico, diagramação, impressão e difusão de um fotolivro de alta qualidade, cujo propósito é documentar três edificações de relevância histórica e simbólica de Pato Branco, acompanhadas de relatos e crônicas dos moradores e comerciantes que as habitam ou as vivenciam.O projeto se enquadra de forma clara no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Inciso VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Ambos refletem o cerne da proposta, que busca preservar o patrimônio arquitetônico e simbólico de uma cidade cuja história urbana raramente é registrada ou debatida. Pato Branco, apesar de seu desenvolvimento urbano acelerado, não possui bens tombados nem políticas públicas estruturadas de preservação patrimonial, o que reforça a necessidade de um projeto cultural capaz de despertar a consciência coletiva sobre o valor da memória e da paisagem construída.Quanto ao Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto contribui para atingir os seguintes objetivos:Inciso I _ valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;Inciso II _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte;Inciso V _ apoio a atividades que preservem e transmitam os modos de vida e a memória cultural da sociedade brasileira.Assim, Parar e Perceber materializa o espírito da Lei de Incentivo ao criar um registro artístico e documental que articula arquitetura, história e cidadania. O projeto não apenas produz um bem cultural, mas também educa e sensibiliza o público sobre a importância de preservar edificações e memórias como parte da cultura local.A escolha do mecanismo de incentivo justifica-se ainda por seu potencial de democratização do acesso, uma vez que a distribuição dos exemplares impressos será gratuita, contemplando instituições públicas, conselhos municipais, bibliotecas, escolas e entidades culturais, além da disponibilização de uma versão digital acessível.Ao promover o encontro entre arte, arquitetura e memória social, o projeto reafirma o papel da Lei de Incentivo à Cultura como instrumento essencial para fortalecer a identidade cultural brasileira, estimular o pertencimento comunitário e inspirar políticas públicas de preservação do patrimônio material e imaterial, especialmente em municípios de pequeno e médio porte como Pato Branco.

Estratégia de execução

Projeto pedagógico e formativoPara, de fato, fazer uso do fotolivro nas escolas estaduais, idealizou-se um Projeto Pedagógico e formativo para que atividades sejam realizadas por alunos e alunas da rede estadual com o objetivo de mostrar, através da arquitetura, a memória, cultura e identidade da cidade em que essas crianças e adolescentes, residem. Projeto Pedagógico – “Parar e Perceber: Vida e Arquitetura em Pato Branco – PR”Público-alvo: estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental II (idades entre 11 e 15 anos)Disciplinas envolvidas: História, Geografia, Artes e Língua PortuguesaCarga horária sugerida: 4 encontros de 50 minutos cada1. JustificativaO projeto Parar e Perceber – Vida e Arquitetura em Pato Branco – PR oferece uma oportunidade singular de aproximar crianças e adolescentes da história local e do conceito de patrimônio cultural por meio da arquitetura e da fotografia.Pato Branco é uma cidade cuja formação urbana recente faz com que a memória material e arquitetônica ainda seja pouco valorizada e raramente preservada. A ausência de edificações tombadas ou de políticas efetivas de conservação demonstra a necessidade de ações educativas que despertem o olhar crítico sobre o espaço urbano e o tempo histórico.O trabalho com o fotolivro em ambiente escolar permite que os alunos reconheçam a cidade como testemunho do tempo, aprendam a ler a arquitetura como documento histórico e desenvolvam o senso de pertencimento e cidadania.2. ObjetivosGeralPromover a educação patrimonial por meio da observação e análise das construções históricas de Pato Branco, estimulando o reconhecimento da arquitetura como elemento formador da identidade local.EspecíficosCompreender a arquitetura como expressão cultural e histórica.Estimular o olhar crítico e sensível sobre o espaço urbano e sua transformação.Relacionar os períodos históricos de Pato Branco com suas manifestações arquitetônicas.Incentivar a valorização e preservação do patrimônio material da cidade.Produzir reflexões visuais e escritas a partir da leitura do fotolivro.3. Metodologia (etapas sugeridas)Etapa 1 – Introdução e sensibilização (aula 1)Exibição de alguns reels do projeto e leitura coletiva de trechos do fotolivro.Conversa orientada: “O que a arquitetura pode contar sobre o passado de uma cidade?”Discussão sobre a história de Pato Branco e seus períodos de crescimento urbano (colonização, expansão agrícola, modernização).Atividade: cada aluno traz uma foto de um lugar da cidade que considere “importante” e explica o motivo.Etapa 2 – A cidade como documento (aula 2)Observação guiada das três casas retratadas no livro, destacando elementos como materiais, formas, janelas, cores e usos.Dinâmica: montar uma “linha do tempo arquitetônica” com imagens antigas e recentes da cidade (podem usar fotos do livro e do Google Street View).Debate: “Por que algumas casas são preservadas e outras desaparecem?”Etapa 3 – Saída de campo e registro (aula 3)Caminhada exploratória pelo entorno da escola para observar construções que representem diferentes tempos da cidade.Atividade prática: os alunos registram fotos ou desenhos das edificações observadas e anotam suas impressões (quem mora ali, o que mudou, o que permanece).Discussão sobre o papel das pessoas na preservação da história local.Etapa 4 – Criação e compartilhamento (aula 4)Oficina de criação: montagem de um pequeno fotolivro coletivo da turma com as fotos e reflexões dos alunos.Escrita de minicrônicas inspiradas nos relatos do projeto Parar e Perceber.Exposição dos trabalhos na escola, aberta à comunidade e às famílias.4. Materiais necessáriosExemplares físicos e/ou digitais do fotolivro.Projetor ou TV para exibição dos reels.Câmeras ou celulares para registro das saídas de campo.Cartolinas, impressões e materiais de desenho.Acesso à internet (opcional, para consulta de imagens e mapas antigos).5. AvaliaçãoA avaliação será processual, considerando:Participação nas discussões e nas atividades de campo.Capacidade de observação e argumentação sobre o patrimônio.Produção visual (fotografia, desenho) e textual (crônica, legenda).Envolvimento na construção do fotolivro coletivo.6. Resultados esperadosDesenvolvimento da percepção histórica e estética dos alunos sobre a cidade.Formação de um olhar crítico sobre a transformação urbana e a importância da preservação.Criação de vínculo afetivo com o território e fortalecimento da identidade local.Produção de um acervo pedagógico visual (fotolivro escolar) para ser utilizado em novas turmas e atividades.7. Conexões com a Base Nacional Comum Curricular BNCCO projeto dialoga com as seguintes competências gerais da BNCC:Competência 1: Valorizar e utilizar conhecimentos sobre o mundo físico e social.Competência 3: Valorizar e fruir manifestações artísticas e culturais.Competência 6: Utilizar diferentes linguagens para expressar-se e produzir sentidos.Competência 9: Exercitar empatia, diálogo e respeito às diferenças culturais.8. SínteseO projeto pedagógico propõe que o fotolivro Parar e Perceber – Vida e Arquitetura em Pato Branco – PR seja não apenas material de leitura, mas ferramenta de reconhecimento da história viva da cidade.Através da observação, do registro e da criação, as crianças e adolescentes aprendem que arquitetura é memória, cultura e identidade, e que cada casa, praça ou rua é parte do que somos coletivamente.

Especificação técnica

Especificações Técnicas dos Produtos1. Fotolivro impresso – “Parar e Perceber: Vida e Arquitetura em Pato Branco – PR”Formato e dimensões: 15 x 21 cm (orientação horizontal), com acabamento em capa mole e lombada quadrada.Paginação: aproximadamente 40 páginas, contendo no mínimo 15 fotografias autorais e 3 relatos/entrevistas.Conteúdo: cada uma das três edificações retratadas será acompanhada de uma breve narrativa escrita em formato de crônica, baseada em entrevistas com moradores e frequentadores. As imagens serão impressas em alta resolução, com legendas e textos explicativos que contextualizam sua importância arquitetônica e cultural.Material e impressãoMiolo: papel fotográfico Couché Fosco 170g, garantindo qualidade na reprodução das imagens e durabilidade.Capa: papel Cartão Supremo 300g, com laminação fosca.Impressão colorida (4x4) em gráfica profissional.Tiragem: 80 exemplares.Distribuição: gratuita, destinada a bibliotecas públicas, escolas, Câmara de Vereadores, Conselho Municipal do Plano Diretor (COPLAN), instituições culturais e lideranças comunitárias.Classificação indicativa: livre.2. Livro digital (versão online do fotolivro)Formato: eBook em PDF interativo, com a mesma diagramação e conteúdo do livro físico.Paginação: aproximadamente 40 páginas.Recursos complementares: o livro digital contará com links de acesso aos vídeos de bastidores e narrativas em áudio das entrevistas, disponíveis em plataformas online.Acessibilidade: otimização para leitura em telas de celular, tablets e computadores, com letras em contraste adequado e texto alternativo para imagens principais.Disponibilização: o eBook será publicado em plataforma gratuita de leitura (Google Books, Issuu ou site do projeto), garantindo acesso irrestrito ao público.Finalidade: democratizar o acesso ao conteúdo do projeto e permitir sua difusão em todo o território nacional, além de servir como material de apoio para escolas e universidades.3. Reels – “Histórias de Vida e Arquitetura” (publicações audiovisuais nas redes sociais)Formato: vídeos curtos no formato 9:16 (vertical), produzidos para Instagram e outras redes sociais.Duração: entre 30 segundos e 1 minuto e meio cada.Quantidade: 3 vídeos principais, um para cada casa retratada, além de vídeos complementares de making of.Conteúdo: narração dos relatos presentes no livro, acompanhada por imagens das casas, bastidores das entrevistas e sons ambientes coletados durante as gravações.Captação: imagens registradas em câmeras DSLR ou mirrorless com captação de áudio ambiente e microfones de lapela.Edição: realizada em software profissional (Adobe Premiere ou DaVinci Resolve), com trilha sonora original e legendas para acessibilidade.Distribuição: publicação no perfil oficial do projeto, compartilhamento com as páginas das instituições parceiras e disponibilização nos canais digitais da Prefeitura e da Secretaria de Cultura.Finalidade pedagógica: promover o diálogo entre arte, memória e cidadania, incentivando o público a refletir sobre a importância da preservação arquitetônica local e sobre o papel da arquitetura como patrimônio vivo. Projeto pedagógico e formativo:Para, de fato, fazer uso do fotolivro nas escolas estaduais, idealizou-se um Projeto Pedagógico e formativo para que atividades sejam realizadas por alunos e alunas da rede estadual com o objetivo de mostrar, através da arquitetura, a memória, cultura e identidade da cidade em que essas crianças e adolescentes, residem. Como ele está bem detalhado, foi colocado neste projeto no campo Outras Informações.

Acessibilidade

Produto: Fotolivro físico Acessibilidade para pessoas com deficiência visual O conteúdo do fotolivro será disponibilizado em formato de audiolivro, no qual os textos e relatos contidos na obra serão narrados e disponibilizados gratuitamente em plataforma digital, permitindo o acesso de pessoas com deficiência visual ou baixa visão. O link para o conteúdo será amplamente divulgado nas redes sociais e canais oficiais do projeto. Acessibilidade física O lançamento do fotolivro ocorrerá em espaço parceiro (como Sesi/Sesc Pato Branco), que dispõe de acesso adaptado, rampas, banheiros acessíveis e sinalização adequada, garantindo conforto e segurança a pessoas com mobilidade reduzida. Produto: Livro digital (e-book) Acessibilidade digitalO livro digital será disponibilizado em formato compatível com leitores de tela e softwares de leitura acessível, seguindo boas práticas de descrição de imagens e textos alternativos (alt text) para as fotografias. O arquivo em PDF acessível poderá ser lido em dispositivos móveis e computadores, garantindo ampla inclusão digital. Acessibilidade cognitivaA linguagem do conteúdo será clara e acessível, com estrutura textual que facilite a compreensão do tema por diferentes faixas etárias e níveis de escolaridade. Produto: Audiolivro em formato de Reels (Instagram)Acessibilidade comunicacionalOs vídeos que compõem o audiolivro serão publicados no formato de Reels no Instagram do projeto, com legendas revisadas.Acessibilidade atitudinalA equipe do projeto será orientada a adotar práticas de comunicação inclusiva e linguagem respeitosa, promovendo um ambiente digital acolhedor e acessível para todos os públicos. Evento de lançamento e ações complementares Acessibilidade física e atitudinal O evento de lançamento contará com espaço acessível e equipe capacitada para acolher pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Será assegurado o uso de recursos de acessibilidade atitudinal, garantindo o respeito e a autonomia de todos os participantes. Acessibilidade comunicacional As publicações sobre o lançamento nas redes sociais do projeto seguirão padrões de acessibilidade digital, com uso de texto alternativo para imagens e hashtags descritivas, assegurando a inclusão plena em todas as etapas do projeto.

Democratização do acesso

A democratização do acesso é um dos pilares centrais do projeto Parar e Perceber – Vida e Arquitetura em Pato Branco – PR, que foi concebido para garantir que seus produtos culturais — o fotolivro físico, o livro digital e o audiolivro em formato de Reels — alcancem o maior número possível de pessoas, de forma gratuita e inclusiva.O fotolivro físico será distribuído gratuitamente a instituições públicas e comunitárias, como escolas, bibliotecas, o Conselho Municipal do Plano Diretor (COPLAN), a Câmara de Vereadores, e entidades culturais locais. Essa ação assegura que o material circule por espaços de formação e memória, ampliando o contato da população com o tema da preservação do patrimônio histórico e arquitetônico da cidade.O livro digital (e-book) será disponibilizado gratuitamente em plataforma online de fácil acesso, podendo ser baixado e compartilhado por qualquer pessoa interessada, sem restrições. Essa versão garante a ampliação do público-alvo para além das fronteiras territoriais de Pato Branco, alcançando pesquisadores, estudantes e cidadãos de outras regiões do Paraná e do Brasil, interessados em arquitetura, memória e cultura local.Já o audiolivro em formato de Reels, publicado no perfil oficial do projeto no Instagram, democratiza ainda mais o acesso ao conteúdo, especialmente para o público jovem e conectado às redes sociais. As publicações serão legendadas, terão linguagem acessível e serão amplamente divulgadas, garantindo que as histórias e fotografias cheguem a públicos diversos, inclusive aqueles que não frequentam espaços culturais tradicionais.O evento de lançamento também será gratuito e aberto ao público, realizado em parceria com instituições como o Sesi ou o Sesc, garantindo estrutura adequada e acessível. Além do lançamento do fotolivro e do livro digital, haverá um debate com especialistas sobre a importância da preservação do patrimônio histórico, fortalecendo o vínculo entre arte, cultura e cidadania.Com essas estratégias de distribuição gratuita, acesso digital e inclusão em redes sociais, o projeto Parar e Perceber cumpre plenamente os princípios da Lei de Incentivo à Cultura, especialmente no que se refere à democratização do acesso aos bens culturais, assegurando que diferentes públicos — escolares, pesquisadores, gestores públicos e comunidade em geral — possam fruir, refletir e se reconhecer nas expressões culturais e arquitetônicas de sua cidade.

Ficha técnica

Tamara Alff - produtora executivaÉ produtora cultural desde 2018 e arquiteta desde 2013. Produziu espetáculos de música autoral, de teatro, e de exposição fotográfica, além de trabalhos de cenotécnica. Criou em 2018, com mais duas mulheres uma feira de economia criativa, a "Feirinha Varal" que fortalece produtores/as locais de Pato Branco e região. Em 2019, junto do cineasta Rober Corrêa, foi contemplada em 2° lugar com o projeto aprovado também no PROFICE em 2022 "Dos filmes que ainda não fizemos", que foi financiado pela Copel. Atua nas outras edições deste projeto como produtora, assistente e consultora de roteiros. Este projeto já aconteceu em 8 estados do Brasil. Através da Lei Aldir Blanc fez um mini documentário sobre arquitetura "Madeira, tijolo, concreto - A Arquitetura na cidade de Pato Branco" disponível no Youtube. Em 2022 produziu "De gaita e violão" apresentado 7 vezes em 5 cidades pelo Sesi Paraná, e no mesmo ano, seu primeiro projeto inscrito na Lei de Incentivo foi aprovado e está em fase de captação de recursos: "Parar e Perceber - Vida e Arquitetura em Pato Branco PR" que captou parte dos recursos e pretende, transferir os mesmos para o presente projeto, de mesmo título. Em 2024/2025, foi produtora executiva do documentário híbrido Documento Badass, em Cascavel, com recursos da Lei Paulo Gustavo. É produtora executiva de outra edição Dos filmes que ainda não fizemos contemplado por edital estadual com recursos da Lei Aldir Blanc, que está acontecendo em Dois Vizinhos PR. Em curso também está outro curta-metragem, Casa de Madeira, pela Lei Aldir Blanc, na cidade de Pato Branco PR.Rober Corrêa - pesquisador/entrevistador/escritorRoberson Corrêa é produtor, professor, roteirista, diretor e editor de livros e filmes. Graduado em Cinema (UFSC- 2015) e História (UDESC - 2015). É pesquisador na área de direitos humanos e em 2019 defendeu sua dissertação junto ao programa de Mestrado em Direito da UFRJ sobre o cinema de Maria Augusta Ramos. Na mesma instituição, é integrante do grupo de pesquisa Direito e Cinema. Foi assistente de Maria Augusta Ramos na produção dos filmes "O processo" (2018) e "Não toque em meu companheiro" (2020). É produtor e co-roteirista do filme "Grade" (2021), de Lucas Andrade. Como professor de roteiro, desenvolve desde 2019 o projeto "Dos filmes que ainda não fizemos", atualmente em sua sétima edição. Entre outras obras, dirigiu os filmes "Por que as mulheres Lutam?" (Prêmio 70 olhares - ICEM), "O que é que a Costa tem?" (Prêmio Elisabete Anderle) e "Bimbinho" (Prêmio Armando Carreirão). É oficineiro e proponente em mais de 10 edições do projeto Dos filmes que ainda não fizemos, que ensina técnicas de realização de roteiros de curtas-metragens, editoração e diagramação de textos. Em 2024/2025, roteirizou e dirigiu o documentário híbrido Documento Badass, contemplado pelo edital municipal de Cascavel com recursos da Lei Paulo Gustavo.João Oliveira - fotógrafoÉ bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIDEP. Redator criativo com mais de 15 anos de experiência no mercado publicitário brasileiro e argentino, construiu uma trajetória marcada pela conceitualização e execução multimidiática. Ao longo da carreira, recebeu três Leões no Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, entre outras premiações internacionais. Desde 2021, dedica-se à fotografia analógica como forma de registrar e ressignificar os espaços urbanos, combinando processos tradicionais e técnicas experimentais, como cianotipia, transferência fotográfica e lúmen print. Natural de Pato Branco (PR), João encontra na imagem uma vazão criativa e artística livre das limitações e exigências comerciais da publicidade.Patrick Souza - criador do making ofÉ Graduado em Comunicação Social pela FADEP em 2014, mas iniciou sua carreia em 2008 como designer gráfico. Em 2015, começou a produzir audiovisual para canais de YouTube, redes sociais e pequenos clientes. Em 2016 fundou o Estúdio Lumio, empresa onde produz filmes institucionais, registro de concertos, espetáculos e também documentários, atuando como diretor, cinematografista e editor. Dirigiu alguns documentários como "Madeira, Tijolo, Concreto" (2021), "No Fluxo do Fole" (2025) e "A Voz dos Muros" (2025), este último, indicado a Melhor Curta Documental, Melhor Direção e Melhor Filme no Festival de Cinema Curucaca. Também fez a direção do registro de vários espetáculos, como "Outro Sul" (2022), "Acordeon Brasileiro" (2023), "Afon" (2025), e de curtas como "Segredo" (2023) e "Duetango" (2024). Em 2025, também pela LPG, dirigiu o podcast "Histórias Coadjuvantes" (2025), e os cursos "Reciclando Ritmo" (2024), "Cultivando Arte" (2024) e Produzindo Harmonia" (2024), todos disponíveis no YouTube.Mariana Salles - assessoria e correção de textosGraduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Marília - Unimar, em 2004, tem pós-graduação em Linguagem, Cultura e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR. Iniciou sua carreira ainda no mundo analógico, trabalhando há 20 anos com jornalismo diário escrito. Falou por 15 anos sobre política e economia em vários jornais impressos e online, o que deu base teórica para hoje se aventurar nos campos da saúde, comportamento e cultura pop. É roteirista de vários documentários, entre eles "A Voz dos Muros", "No Fluxo do Fole", "Cabo Dito: A Favela que Nunca Existiu". Produziu e apresentou a série de entrevistas "Histórias Coadjuvantes". É produtora e assessoria de imprensa da Orquestra Sanfônica de Pato Branco, organizadora do "Festival Salada Mixta"e idealizadora do Conecta Pato Branco. Gera conteúdo para diversos tipos de mídia digital desde 1999. Seus textos demonstram sua preferência por gêneros literários híbridos, como crônicas e artigos, e adora contar histórias em primeira pessoa, através do olhar único de cada um sobre a temática sugerida.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.