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O projeto Rescaldo das Memórias propõe a realização de uma exposição concebida pelo artista Vik Muniz em parceria com as equipes do Museu Nacional/UFRJ. A exposição reúne doze fotografias e instalações de Muniz a respeito das memórias e reminiscências do acervo do Museu Histórico Nacional. Objetos que fisicamente se perderam no catastrófico incêndio de 2018, mas que permanecem vivos em lembranças e narrativas que os representam. A partir das cinzas encontradas no Museu, registros fotográficos e ainda de escaneamentos em 3D, Vik reconstruiu imageticamente algumas das peças emblemáticas que foram queimadas. A exposição ocupará a Sala das Vigas e sua ante-sala, no Museu Nacional, no Rio de Janeiro (RJ), com duração prevista de seis meses. Como medida de Democratização de Acesso, o projeto oferecerá oficinas criativas gratuitas aos sábados, destinadas ao público em geral e ao público infantil, ao longo de todo o período expositivo.
Não se aplica.
Objetivo Geral O projeto possui como objetivo geral a realização da exposição Rescaldo das Memórias no espaço do Museu Nacional/UFRJ, localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), por um período de seis meses. Com curadoria de Daniel Rangel, a mostra reúne fotografias e instalações de Vik Muniz, a respeito das memórias e de algumas reminiscências do acervo do Museu Histórico Nacional. Objetos que fisicamente se perderam no catastrófico incêndio de 2018, mas que permanecem vivos em lembranças e narrativas que os representam. Ainda, como medida de Democratização de Acesso, o projeto oferecerá oficinas criativas gratuitas aos sábados, destinadas ao público em geral e ao público infantil, ao longo de todo o período expositivo. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do projeto Rescaldo das Memórias são:I - Apresentar a exposição Rescaldo das Memórias no espaço do Museu Nacional / UFRJ, localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), por um período de seis meses;II - Expor fotografias e instalações de Vik Muniz, a respeito das memórias e de algumas reminiscências do acervo do Museu Histórico Nacional;III - Disseminar a vida e a obra de Vik Muniz nacionalmente;IV - Realizar oficinas criativas gratuitas aos sábados, destinadas ao público em geral e ao público infantil, ao longo de todo o período expositivo, como medida de Democratização de Acesso;
A exposição Rescaldo das Memórias se justifica culturalmente ao reunir fotografias e instalações de Vik Muniz a respeito das memórias e de algumas reminiscências do acervo do Museu Histórico Nacional. Objetos que fisicamente se perderam no catastrófico incêndio de 2018, mas que permanecem vivos em lembranças e narrativas que os representam. Movido por uma mistura de raiva e tristeza, de criação e pró-ativismo, de oportunidade e comoção, o artista criou essa exposição, provavelmente, enquanto estávamos atônitos diante da TV, vendo as imagens do prédio histórico ardendo em fogo. A vontade de recuperar tudo aquilo, mesmo com a impossibilidade de voltar a ser o que era, acendeu o impulso criativo em Vik Muniz em um elo de esperança da arte com o futuro. A partir das cinzas encontradas no Museu, registros fotográficos e ainda de escaneamentos em 3D - realizados antes do acidente, por especialistas vinculados à instituição - Vik reconstruiu imageticamente algumas das peças emblemáticas que foram queimadas. A mostra é composta por doze fotografias realizadas com essas "cinzas", a partir do mesmo procedimento de construção artesanal que o artista vem adotando desde meados dos anos 1990 se utilizando de diferentes materiais, desde chocolate, caviar e diamante, até brinquedo, linhas de lã e lixo reciclável. Além das fotos, Vik imprimiu cinco peças tridimensionais, sendo duas em grandes dimensões. Apesar de se tratar de uma mostra com apenas 17 obras, a densidade do conteúdo permite inúmeros desdobramentos. Rescaldo das Memórias - Vik Muniz é de fato uma pequena grande exposição que trata de um assunto de imensa relevância pública, aproximando, assim, o grande público de um debate urgente sobre memória, cultura e patrimônio. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E ainda, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
Passagens aéreas nacionais:Referente às passagens de ida e volta da equipe do projeto:Curadoria (BA > RJ) Trechos - 3 idas e voltas: - Bahia > Rio de Janeiro (RJ) - Rio de Janeiro (RJ) > Bahia Produção - Produtora e Assistente de Produção (SP > RJ) Trechos - 3 idas e voltas (cada): - São Paulo (SP) > Rio de Janeiro (RJ) - Rio de Janeiro (RJ) > São Paulo (SP)
Não se aplica.
Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: Acessibilidade física: O local de realização do projeto, o Museu Nacional / UFRJ, localizado na cidade do Rio de Janeiro, dispõe de portas e corredores largos e, em adicional, serão disponibilizados sanitários acessíveis e rampa para acesso à exposição.Acessibilidade comunicacional: Para pessoas com deficiência visual: Será disponibilizado audiodescrição de todas as obras e do texto curatorial. Linha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. Para pessoas com deficiência auditiva: As ações formativas contarão com intérprete de libras em toda a programação. Linha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Para pessoas com deficiência intelectual: Monitores treinados serão disponibilizados para acompanhar esses visitantes. Linha orçamentária: Monitores.
Em atendimento à IN nº 02/2025, a seguinte ação prevista no artigo 47, incisos V e VI, será adotada: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.Serão realizadas oficinas criativas gratuitas aos sábados, destinadas ao público em geral e ao público infantil, ao longo de todo o período expositivo.
Artista - Vik MunizVik Muniz, Vicente José de Oliveira Muniz, nascido em São Paulo em 1961, é um renomado artista plástico brasileiro, radicado nos Estados Unidos, que faz experimentos com novas mídias e materiais. Suas obras são feitas de materiais inusitados, como lixo, restos de demolição e componentes como açúcar e chocolate. Sua obra questiona e tensiona os limites da representação. Apropriando-se de matérias-primas como algodão, açúcar, chocolate e até lixo, o artista meticulosamente compõe paisagens, retratos e imagens icônicas retiradas da história da arte e do imaginário da cultura visual ocidental, propondo outros significados para esses materiais e para as representações criadas. Muniz também se destaca pelos projetos sociais que coordena, partindo da arte e da criatividade como fator de transformação em comunidades brasileiras carentes e criando, ainda, trabalhos que buscam dar visibilidade a grupos marginalizados na nossa sociedade.Curadoria - Daniel RangelDaniel Rangel é doutorando e mestre em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo – USP; membro do Fórum Permanente, vinculado ao IEA/USP, e da International Biennial Association (IBA). Pesquisador, curador e gestor cultural, é o atual Diretor do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_Bahia). Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM Bahia), entre 2021 e 2023; diretor artístico do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo), de 2011 a 2016 e diretor da Diretoria de Museus da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, entre 2008 e 2011. Realizou a curadoria de dezenas de exposições, das quais se destacam REVER_Augusto de Campos, no SESC Pompéia, considerada Melhor Exposição Individual de Artista Brasileiro em 2016 pela revista Select!; Palavra em Movimento, sobre a trajetória visual de Arnaldo Antunes, que recebeu o prêmio APCA 2015 de Melhor Exposição de Artes Gráficas; My name is Ivald Granato, ganhadora do Prêmio Arcanjo de Cultura 2020, na categoria Artes Visuais; além de festivais e bienais como 8ª Bienal de Curitiba; as 15ª e 16ª Bienal de Cerveira – Portugal; o Festival Art.br# 1, 2 e 3, em Nova York; e do 2º World Biennial Forum – São Paulo. Organizou as publicações “Klaxon em revista” (Cosac Naify,2012); “Making Biennials in contemporary times” (ICCo/ Biennial Foundation, 2014); “Luzescrita: poemas escritos com luz de Arnaldo Antunes, Fernando Lazlo e Walter Silveira” ( N+1 Arte Cultura, 2016); “Ready Made in Brasil: a ressonância mórfica duchampiana brasileira” ( N+1 Arte Cultura, 2017); e “Afonso tostes: entre a cidade e natureza” (Cobogó, 2019). Realizou ainda a curadoria de exposições individuais de outros importantes artistas brasileiros, como Tunga, Waltercio Caldas, José Resende, Carlito Carvalhosa, Ana Maria Tavares, Marcos Chaves, Ayrson Heráclito, Eder Santos e Rodrigo Braga. Além de outras mostras coletivas, como O Museu de Dona Lina; Encruzilhada; Utopias e Distopias; Ready Made in Brasil; Transit – coleção contemporânea de arte africana; Objeto (in)comum; entre muitas outras, incluindo o projeto de arte pública RUA – Roteiro Urbano de Arte, na Cidade Baixa, em Salvador – sua terra natal.Coordenação geral - N+1 Arte CulturaA Elétrica Produção Contemporânea LTDA (N+1 Arte Cultura) é uma empresa especializada em conteúdo, criação, desenvolvimento, execução e gestão de projetos focados no universo da arte e da cultura. Colabora com instituições, empresas e marcas no desenvolvimento de programas culturais que atendam suas necessidades e especificidades. Especializada no desenvolvimento e produção de exposições, eventos culturais e publicações; consultoria, planejamento e assessoria de marketing cultural para instituições e marcas; e assessoria ao colecionismo e a filantropia cultural voltado para pessoas físicas e jurídicas. Projetos em destaque: Vik Muniz - A olho nu (Instituto Ricardo Brennand, 2025); Carlito Carvalhosa - A Natureza das Coisas (Sesc Pompeia, 2024); Museu do Bahia (Arena Fonte Nova - 2021); REVER - Augusto de Campos (Sesc Pompeia, 2017) e Ready Made in Brasil (FIESP, 2017). O portfólio da empresa encontra-se entre os documentos anexados.Produção executiva - Têra QueirozGestora cultural, atual sócia diretora N+1 Arte Cultura desde 2016, Têra Queiroz possui mais de 30 anos de experiência no setor, tendo liderado grandes projetos como o Ano do Brasil na ARCO Madrid, o 2º Fórum Mundial de Bienais, o festival #Art.br (Nova York), as mostras de Jannis Kounellis (Rio de Janeiro); Vik Muniz; ‘A Olho Nú’ (Recife); ‘Augusto de Campos – REVER’ (São Paulo); ‘Carlito Carvalhosa – A Natureza das Coisas’ (São Paulo); e dezenas de outros eventos. Assinou a curadoria da coletiva ‘Arte é bom’, apresentada no MIS-SP, a exposição “ready made in Brasil “ na FIESP bem como a organização das publicações ‘Ready Made in Brasil – A ressonância mórfica duchampiana’ e ‘Luzescrita: poemas escritos com luz’, ambas editadas pela N+1 Arte Cultura. Foi Diretora Institucional do ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea, coordenou a implantação do programa de artes visuais junto à Apex Brasil e à Fundação Bienal de São Paulo, que resultou na criação da ABACT e integrou as equipes institucionais do Centro Universitário Maria Antônia da USP, da SP-Arte e também da própria Nara Roesler, nos anos 1990.Expografia - Gabriela GonzalezGabriela Garcia Gonzalez, vive no Rio de Janeiro, é arquiteta e urbanista, e trabalha há mais de 10 anos com expografia, cenografia, consultoria técnica para artistas, desenvolvimento, soluções e projetos de obras de arte. Desenvolveu diversas obras e exposições junto a artistas como Adriana Varejão, Carlito Carvalhosa, Cildo Meireles, José Damasceno e Olafur Eliasson.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.