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PRONAC 2515129Autorizada a captação total dos recursosMecenato

EcoMusica Vida

ECHO PROMOCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,44 mi
Aprovado
R$ 1,44 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-05-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

A exposição EcoMusica Vida, prevista para acontecer no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina - MIS-SC, em Florianópolis, pretende apresentar algumas ideias que compõem o conceito de ecomúsica, criado pelo compositor e pianista Fabio Caramuru. O objetivo é estabelecer parcerias entre sons captados na natureza e composições musicais criadas por ele para celebrar a vida. A mostra parte de duas concepções distintas, o eco, como casa ou local onde se mora e, o eco, do verbo ecoar. Assim, propõe uma experiência sensorial imersiva, onde elementos da natureza - sonoros e orgânicos - e elementos da cultura - músicas e obras de arte - convergem em harmonia para despertar reflexões sobre o meio ambiente. Fazem parte da exposição 4 concertos EcoMusica.

Sinopse

Obras especificadas e ilustradas em "documentos da proposta"01 Guto Lacaz – São PauloDiorama - 2026Aprox 250 x 300x 150 cmVitrine de vidro e madeira contendo diferentes objetosObra comissionada 02 Luciana Napchan – São PauloTecidos impressos - 2026Aprox 300 x 300x 300 cmObra comissionada 03 Daniel Steegmann Mangrané16 mm 2008/11Projeção:180 x 135 cm 16mm film, color, shyncronized 4 channelDigital sound.4'54"Localização – Galeria Mendes Wood1 obrahttps://danielsteegmann.info/works/12/index.html 04 Gisela Motta e Leandro LimaAmoahiki 2008Vídeo projected onto a screen of multiple layers of chopped cloth, 8' HDVídeo intallation, loop, sound.Localização – Galeria Vermelho1 obrahttps://www.arteamazonia.com/gallerie/installation/amoahiki/ 05 Marcos ChavesJustapostos 2011Aprox 160 x 160 x 20 cmFotografias em metacrilatoLocalização - Galeria Nara Roesler1 obrahttps://marcoschaves.net/2011/03/05/ 06 Luiz ZerbiniOnda 2014300 x 400 cmAcrílica sobre telaLocalização Galeria Fortes D”Alolia & Gabriel1 obrahttps://fdag.com.br/exposicoes/natureza-espiritual-darealidade/ 07 Ludimila FerollaCanastra 202388 x 131 cm Acrílica sobre telaLocalização Rio de Janeiro1 obra 08 Mo Toledoaprox 200 x 350 cmAcrílica sobre telaLocalização São Paulo1 obra 09 Cássio VasconcellosViagem pitoresca pelo Brasil #139 2017Aprox 160 x 250 cmFotografiaLocalização – Galeria Nara Roesler1 obrahttps://nararoesler.art/artists/cassio-vasconcellos/ 10 Caremézia EmilianoQuatis 202470 x 60 cm Óleo sobre telaLocalização – Galeria Central2 obrashttps://www.centralgaleria.com/obras/p/carmzia-emiliano-5

Objetivos

Objetivo geralSob curadoria de Fernando Limberger, a exposição não apenas apresenta o conceito de ecomúsica, mas também convida o público a refletir sobre a fragilidade e a beleza dos elementos essenciais à vida - através de narrativa que evoca os quatro elementos clássicosnecessários à criação e à manutenção dela: terra, fogo, água e ar. Todo o ambiente expográfico reforça a importância da preservação e do respeito à natureza. Dessa maneira, EcoMusica Vida nos lembra que, ao ecoar a vida, ecoamos também nosso papel em protegê-la.Objetivo esopecíficoOs elementos, terra, fogo, água e ar, irão definir espaços distintos e interconectados, que tornem possíveis diferentes percursos para a circulação e fruição por parte dos visitantes. Logo à chegada, todos serão recebidos em um ambiente silencioso - terra. O espaço é composto por vegetação e pontos de audição de sons da natureza, como rios, mares, ventos, pássaros e insetos. Ao percorrer o ambiente desfrutando os diferentes áudios, o público vai encontrar um texto autoral de Rafael Vogt Maia Rosa, que apresenta a exposição e, também, obras de arte de diferentes artistas. Obras inéditas de Guto Lacaz e Luciana Napchan, especialmente criadas produzidas para a exposição, serão as protagonistas de uma série de outras obras distribuídas por todo o ambiente. Neste mesmo espaço teremos também obras de Daniel Steegmann Mangrané e da dupla Gisela Motta e Leandro Lima. Esse espaço também será utilizado para apresentações de ecomúsica, de Caramuru e convidados, em agenda durante o período expositivo. Dentro desse ambiente, encontram-se três salas dedicadas à audição de ecomúsica. A primeira - água, é composta por obras que representam paisagens predominantemente aquáticas, em fotografias e pinturas de grandes dimensões, de autoria de Marcos Chaves, Luiz Zerbini, Ludmila Ferolla, Mo Toledo, Cassio Vasconcelos e Carmézia Emiliano. A segunda - ar, traz obras dedicadas aos pássaros e insetos, em pinturas, desenhos e fotografias, de autoria de Noris Lima, Rodrigo Bivar, Ismail Maxakari, Marcelo Cipis, Ulisses Bôscolo, Rochelle Costi, Dudi Maia Rosa e Juan Fontanive. Por fim - fogo, sala que apresenta filmes sobre ecomúsica, produzidos pelos autores do projeto e artistas convidados. A expografia será elaborada por mim em parceria com a arquiteta Anna Helena Vilella.Fazem parte da exposição 4 concertos EcoMusica com Fabio Caramuru

Justificativa

Será necessário o mecanismo de incentivo a projetos culturais, pois a iniciativa exige recursos que disicilmente seriam obtidos diretamente na iniciativa privada. Além disso, a temática que relaciona as artes à preservação do meio ambiente é extremamente relevante, alertando e conscientizando a população. Tal temática é bastante atraente devendo levar um grand epúblico à exposição.É importante salientar também que absolutamente todos os objetivos relacionados nos artigos 1º e Art. 3 da lei 8313/91 são atendidos no projeto.

Estratégia de execução

Proposta de curadoria está anexada em "Documentos da proposta""

Especificação técnica

Relação de obras previstas para a exposição Rochelle Costi, fotografias da série Paisagens, 2020/21 Luiz Zerbini, pintura A Onda, 2014 Marcos Chaves, fotomontagem da série Justapostos, 2011 Ismael Muxakali, desenho Canto do pica-pau Gisela Motta e Leandro Lima, vídeo instalação Amoahiki, 2008 Juan Fontanive, máquina de flipbook Ulisses butterfly, 2013Guto Lacaz e Luciana Napcham - Criações comissionadas#ArtistaValor museográfico (R$)% aplicadoValor de aluguel (R$)Observações1Guto Lacaz90.0008%7.200Instalação inédita, montagem complexa2Luciana Napchan50.0008%4.000Instalação inédita de grande porte3Daniel Steegmann Mangrané120.0007%8.400Obra de galeria internacional (Mendes Wood)4Gisela Motta & Leandro Lima80.0007%5.600Instalação audiovisual, requer suporte técnico5Marcos Chaves60.0006%3.600Fotografia icônica com direitos de imagem6Luiz Zerbini750.0005%37.500Galeria de alto padrão (Fortes D’Aloia), obra-prima7Ludmila Ferolla25.0006%1.500Pintura média, artista emergente8Mo Toledo35.0006%2.100Obra grande de artista em ascensão9Cássio Vasconcellos45.0006%2.700Impressão fotográfica museológica10Carmézia Emiliano70.0006%4.200Artista indígena com alta demanda institucional11Noris Lima25.0008%2.000Série pequena, custo de moldura incluso12Rodrigo Bivar90.0006%5.400Série de três pinturas médias13Ismail Maxacali35.0007%2.450Série de desenhos com curadoria indígena14Marcelo Cipis50.0006%3.000Pinturas com representação em galeria15Ulisses Bôscolo45.0006%2.700Série de pequeno formato16Rochelle Costi120.0007%8.400Impressões a serem produzidas, custo de produção incluído17Dudi Maia Rosa60.0006%3.600Série de 12 desenhos em papel18Juan Fontanive160.0007%11.200Obra internacional, mecânica, alto custo de transporte19Daniel Cazadio20.0008%1.600Série pequena, autor emergente20Efrain Almeida90.0007%6.300Escultura em bronze, transporte sensível21Camille Kachani45.0006%2.700Esculturas com materiais híbridosDuração da exposição:90 dias

Acessibilidade

Todos os espaços onde a axposição será montada garantirão o acesso a pessoas com dificuldades de locomoção(deficientes, idosos, grávidas), priorizando-se locais com vagas de estacionamento para pessoas com necessidades especiais, com rampas de acesso para cadeirantes, e equipes treinada para orientar o acesso a pessoas com deficiência visual, para tenham acesso facilitado. Os espaços deverão possuir banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais.Serão elaborados catálogos virtuais acessíveis em QR Code, com linguagem acessível. As páginas serão preferencialmente claras, com fontes escuras e dimensões apropriadas, com o intuito de facilitar a leitura.Alguns dos produtos do projeto serão vídeos e documentários que poderão ser acessados por deficientes visuais. Na descrição do material haverá textos explicativos, com linguagem simples e acessível, detalhando o contexto em que as obras foram realizadas, além de apresentar resumos do conteúdo dos vídeos.Em seguida, os conteúdos dos vídeos serão descritos textualmente da esquerda para a direita e de cima parabaixo, mencionando, cores, imagens e cenas. Os principais elementos dos vídeos serão explicados textualmente, localizando as cenas geograficamente e apresentando detalhes relevantes. As principais características musicais dos vídeos também serão explicitadas, bem como informações sobre as obras e artistas.

Democratização do acesso

A equipe do projeto terá a participação de pessoas de diversas etinias, contratará profissionais LGBQIAP+,mulheres ehomens, sem distinção de faixa etária ou classe social.O projeto contará com grande participação de mulheres.O público terá amplo acesso às atividades artísticas e educativas, sem restrições de qualquer espécie.

Ficha técnica

Curadoria Fernando Limberger é artista plástico, paisagista, jardineiro e curador. Iniciou sua pesquisa artística em meados dos anos 1980 quando começa a trabalhar em diferentes meios como, desenho, pintura, escultura, instalação, intervenção e paisagismo. Graduado e artes plásticas pelo IA UFRGS. Foi artista fundador do grupo Arte Construtora que atuou nos anos 1990 nas cidades de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro e do JAMAC - Jardim Miriam Arte Clube, nos primeiros anos 2000, em São Paulo. Recebeu a Bolsa Ivan Serpa - INAP/FUNARTE, 1987; os Prêmios Espaço Urbano Espaço Arte - Prefeitura Municipal de Porto Alegre, 1992; Incentivo - Brazil Foundation, 2005 e CCBB Contemporâneo, CCBB RJ, 2015. Apresentou as exposições individuais Verde e Amarelo, Centro Cultural São Paulo, 2008; Desmoronamento, Azul, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2015; Contenção Verde e Botânica SP, Pinacoteca, São Paulo, 2016; Relicto, Museu da Cidade, São Paulo, 2020 e Ocupação Cromática, Pinacoteca Aldo Locatelli, Porto Alegre, 2021. Publicou o livro Relicto editado pelo Museu da Cidade de São Paulo e Automática, 2022. Fez a curadoria da exposição Amelia Toledo: Paisagem Cromática, em parceria com Daniela Gomes Pinto, no MuBE, 2024. Direção musical, performances musicais Fábio Caramuru Pianista, compositor e produtor brasileiro conhecido por sua versatilidade e diversidade de performances artísticas. Recebeu uma bolsa do governo francês para se especializar com a pianista MagdaTagliaferro (1893-1986). Caramuru se apresenta regularmente como solista e com orquestras em importantes salas de concertoem todo o mundo. Nos últimos anos, tem se dedicado especialmente ao trabalho de Tom Jobim e a seu próprioprojeto, EcoMúsica, que vem desenvolvendo desde 2013.Coordenação de Produção - Alexandre Barros e Taior MoraisArtistas comissionadosGuto LacazCarlos Augusto Martins Lacaz, conhecido como Guto Lacaz, é um artista plástico e arquiteto nascido em São Paulo em 1948. Formado pela FAU SJC em 1974, Lacaz começou sua carreira artística em 1978 ao ganhar o prêmio "Objeto Inusitado – Arte Aplicada" no Paço das Artes, dando início a uma trajetória de inovações e experimentações.A primeira exposição individual de Lacaz, "Idéias Modernas", foi realizada em 1982 na Galeria São Paulo. No ano seguinte, apresentou a "Eletro Performance" na FUNARTE SP e participou da 18º Bienal com a obra "Eletro Esfero Espaço" na exposição "A Trama do Gosto". Durante os anos 80, destacou-se com instalações como "Auditório para questões delicadas" no lago do Ibirapuera e "Cosmos – um passeio no infinito" no MASP.Nos anos 90, Lacaz continuou a explorar a interseção entre arte e tecnologia, com projetos como "Periscópio" no Arte Cidade II e o espetáculo "Máquinas III" no Teatro Cultura Artística. Recebeu a prestigiada Bolsa Guggenheim e em 2003 lançou a série de serigrafias "Pequenas Grandes Ações". Em 2007, sua exposição "Gráfica" no CCSP lhe rendeu o prêmio APCA de Obra Gráfica.Recentemente, Lacaz criou a escultura hidro-cinética "Ondas d’água" para o SESC Belenzinho e participou do "Aberto Brasília" com o "Objeto Flutuante não Identificado - OFNI Paranoá". Em 2012, inaugurou o conjunto eólico "Cláudio, Leonardo e Orlando Villas Boas" no Parque Estoril SBC e realizou a exposição "Eletro Livros" no Maria Antonia.Autor de livros como "Desculpe a Letra", "Gráfica", "omemhobjeto" e "80 desenhos", Lacaz é conhecido por seu humor e capacidade de surpreender, sendo membro da AGI.Luciana NapchamNapchan é artista visual, fotógrafa, poeta e videomaker.Entre a floresta atlântica e seu atelier, desenvolve obras marcadas por gestos, travessias simbólicas e escuta atenta. Investiga o corpo como território vivo, atravessado por memória, natureza e linguagem.A série “Entre a Pele e a Terra” reúne pintura, xilogravura, fotografia e texto como dispositivos de escuta e presença.Mantem uma prática contínua de experimentação poética entre imagem e palavra.Desenvolve projetos de longa duração, como Cartas para Debret, I Scream – 20 anos depois, IDs das Árvores, Diário de Colombo e Core Being, entre outros.Sua série “I Scream” foi publicada pela Time Magazine em uma edição especial sobre arte latino-americana.Recebeu prêmios nacionais como o Prêmio Estímulo de Fotografia e o ProAC. Publicou o livro Parques Nacionais da América Latina (2002) e o livro de artista Entretanto, também com apoio do ProAC.Estudou cinema, arte e comunicação na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade de Cinema e Televisão de Munique (HFF München), na Alemanha. Trabalhou com artistas como Katharina Sieverding e Klaus Mettig. Viveu por anos na Europa e nos Estados Unidos, experiências que ajudaram a consolidar seu vocabulário visual e filosófico.Desenvolve projetos autorais exibidos em instituições como MIS-SP, MAM-SP, Art Museum of the Americas (Washington), CPW (NY), entre outros.Artistas convidadosRochele CostiCom um repertório visual próprio, que evoca imagens e objetos vinculados ao cotidiano, Rochelle Costi utilizou foto, vídeo e instalações em trabalhos que deslocam o senso comum sobre a representação do cotidiano e da memória, muitas vezes, com ironia e humor. Colecionismo e fotografia fundem-se em suas composições, provocando um encontro do espectador com lembranças e experiências que lhe são familiares.Em Passatempo (2018), Costi investiga o conceito de “tempo” a partir de um “relógio sem números”, em grande escala, que inclui as letras que compõem o título da obra, refletindo sobre a ambiguidade dos sentidos de passagem e permanência. Quando o trabalho foi apresentado pela primeira vez, ele fazia parte de uma instalação composta por uma série de vídeos do acervo pessoal da artista, cobrindo o período entre 1981 e 1988 da cena cultural na cidade de Porto Alegre. Os arquivos expostos na ocasião foram editados com a intenção de resgatar momentos da transição no pós-ditadura, além de espaços que viriam a se tornar aparatos culturais da cidade.Luiz Zerbini Luiz Zerbini desenvolve uma abordagem exploratória da pintura, unindo a atenção às questões políticas e ecológicas do Sul global com a execução esmerada de texturas, padronagens e figuras. Ao retratar folhagens, florestas e densas tramas vegetais, o artista dá protagonismo à observação da natureza e traduz as interações dos ecossistemas em linguagem pictórica. A posição militante de Zerbini está particularmente arraigada na situação brasileira, conforme o artista revisita criticamente a história da arte nacional, da pintura de paisagens a representações históricas da identidade coletiva. Por meio da distribuição dinâmica de informação visual sobre a tela, suas composições imergem o espectador numa atmosfera hipnótica. Tensão, coexistência, sobreposição e proliferação são alguns dos princípios que regem seu processo, formando um sistema de relações em suas pinturas e monotipias. Dentre suas exposições individuais recentes destacam-se Afinidades III – Cochichos, MON – Museu Oscar Niemeyer (2024); Paisagens ruminadas,CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, Brasil (2024; CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil (2024); A mesma história nunca é a mesma, MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, Brasil (2022); Anos 1990, Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo, Brasil (2021); Campo Expandido, Oi Futuro, Rio de Janeiro, Brasil (2020); Intuitive Ratio, South London Gallery, London, UK (2019); Monotipias, Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo, Brasil (2017) e Amor, MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil (2012). Participou também das exposições coletivas Fullgás – Artes Visuais e Anos 1980 no Brasil, CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil (2024); Lugar de estar – o legado de Burle Marx, MAM – Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil (2024); Siamo Foresta, Triennale Milano, Milan, Italy (2023); Nous les arbres, Power Station of Art, Shangai, China (2021); MECARÕ. Amazonia in the Petitgas Collection, MO.CO. Montpellier Contemporain, Montpellier, France (2020); Cities in Dust, Carpintaria, Rio de Janeiro, Brasil (2020); Nous les Arbres, Fondation Cartier, Paris, France (2019) e Campo, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil (2019).Zerbini tem obras em importantes coleções públicas, tais como Fondazione Sandretto re Rebaundengo per l’Arte, Turim, Itália; Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris, França; Instituto Inhotim, Brumadinho, Brasil; Instituto Itaú Cultural, São Paulo, Brasil; MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil, MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, Brasil e Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.