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PRONAC 2515135Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Brasileiro de Economia Criativa

CAJU PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa a realização do Festival Brasileiro de Economia Criativa, com ações integradas em economia criativa e empreendedorismo cultural que incluem: oficinas formativas, bate-papos, além de programação musical.

Sinopse

O Festival Brasileiro de Economia Criativa espera ser um espaço que oportunize e fomente na prática conexões e desenvolvimento de negócios criativos, elegendo seu público-alvo jovens que tenham entre 18 e 35 anos. Para isso, ao mesmo tempo que espera celebrar a criatividade brasileira em toda sua diversidade, nessa primeira fase o projeto foca em promover um conjunto de ações integradas em economia criativa que vão de oficinas de capacitação a rodadas de negócios e bate-papos, e que se encerra com programação musical aberta a todo público. As oficinas são constituídas por trilhas formativas organizadas pelos eixos econômicos-criativos contemplados pelo festival. Ao se inscrever, cada participante poderá escolher realizar a trilha formativa que mais lhe interessar e tiver maior aderência aos seus projetos. As trilhas formativas descritas acima resultam e se completam em uma rodada de negócios. Durante a trilha serão formados 2 (grupos) de cada eixo e cada um poderá apresentar a proposta de um negócio em um pitch composto por profissionais de destaque em cada um dos setores econômicos-criativos que compõem o projeto. Serão 4 momentos de pitch com duração de 1h30 cada.O encerramento desta primeira fase do Festival Brasileiro de Economia Criativa será composto por uma programação de bate-papos e de apresentação de grupo musical. O público-alvo destas atividades são os 160 participantes das oficinas e, como o encerramento acontecerá em um espaço que comporta um maior número de pessoas, também poderão participar o público geral interessado que poderá retirar ingressos gratuitos para a programação de encerramento, medida que visa democratizar o acesso à cultura. Os bate-papos acontecerão de manhã e de tarde, sendo duas mesas de aproximadamente 1h30 cada uma por 2 palestrantes e 1 debatedor/mediador. Os convidados serão profissionais e casos de sucesso dos eixos econômicos-criativos que estruturam essa primeira fase do Festival Brasileiro de Economia Criativa.

Objetivos

Objetivo geralO objetivo geral desta primeira fase do Festival Brasileiro de Economia Criativa é promover a capacitação de jovens entre 18 e 35 anos em economia criativa com oficinas e bate-papos, além de programação musical aberta ao público em geral, como forma de celebrar a cultura e a criatividade brasileira, democratizando as oportunidades e fomentando o desenvolvimento de negócios criativos no empreendedorismo cultural, tendo quatro eixos principais: audiovisual e games; música; moda e artesanato; e gastronomia.Objetivos específicos:Ofertar 4 (quatro) turmas de oficina nos eixos da economia criativa;Promover 2 (bate-papos) com profissionais e cases de sucesso na área de economia criativa;Promover 1 (uma) apresentação musical de banda/grupo de música regional para o público em geral.

Justificativa

O Festival Brasileiro de Economia Criativa espera ser um espaço que oportunize e fomente na prática conexões e desenvolvimento de negócios criativos, elegendo seu público-alvo jovens que tenham entre 18 e 35 anos. Para isso, ao mesmo tempo que espera celebrar a criatividade brasileira em toda sua diversidade, nessa primeira fase o projeto foca em promover um conjunto de ações integradas em economia criativa que vão de oficinas de capacitação a rodadas de negócios e bate-papos, e que se encerra com programação musical aberta a todo público. O Festival surge dos diagnósticos que têm destacado a importância do setor cultural no PIB; e se alinha às iniciativas que buscam fortalecer e estimular, por meio da cultura, cadeias produtivas diversas gerando renda, inovações e negócios criativos que valorizem e fomentem os bens culturais nacionais.Além disso, atende importantes eixos de acordos multilaterais que apostam no desenvolvimento de territórios criativos e no empreendedorismo cultural como mecanismos efetivos para a geração de oportunidades, para a construção de cidades e comunidades mais sustentáveis, bem como para a promoção da educação de qualidade e enfrentamento das desigualdades sociais.Considerando o público alvo do Festival, e o objetivo deste Festival em democratizar o acesso à cultura e à oportunidades no setor, acreditamos que os resultados só podem ser alcançados por meio de atividades totalmente gratuitas, por isso o mecanismo de incentivo fiscal ganha uma importância não só maior como indispensável. Diante do exposto, das ações e objetivos elencados, entendemos que o projeto atende, principalmente, aos seguintes objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Do Art. 1:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País; X _ estimular a produção ou a coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes - este, especificamente, ao considerarmos que constitui um dos eixos do projeto. E, do Art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

1) Sobre as passagens aéreas, profissionais diretamente envolvidos. Considerando a sede da produtora em Vitória e o possível deslocamento de um dos seus profissionais de São Paulo x Rio (local do projeto)Festival > Pré-produção: Serão 2 visitas técnica, cada viagem ida e volta para cada profissional. São Paulo x Rio de Janeiro x Rio de Janeiro - 1 profissional x 2 visitas técnicas x 2 trechos (ida e volta) = 4 trechos. Vitória x Rio de Janeiro x Vitoria - 2 profissionais x 2 visitas técnicas x 2 trechos (ida e volta) = 8 trechos. Festival > Produção: Viagem de ida e volta para o período de execução.São Paulo x Rio de Janeiro x Rio de Janeiro - 1 profissional x 1 viagem para o período de execução x 2 trechos (ida e volta) = 2 trechos. Vitória x Rio de Janeiro x Vitoria - 3 profissionais x 1 viagem para o período de execução x 2 trechos (ida e volta) = 6 trechos.2) Sobre os valores das equipes: o valor da equipe de produção encontra-se no produto principal: Festival, mas se refere às todas as atividades do presente para o conjunto das entregas projeto dos diferentes produtos.

Especificação técnica

OficinasTurma: 40 participantesTotal de turmas: 4. Carga horária diária: 3hCarga horária total/oficina: 18h.Tema: o participante poderá escolher dentre 4 trilhas formativas possíveis em economia criativa: audiovisual-games; moda-artesanato; música; gastronomia.As oficinas levam a essa segunda parte da jornada, resultando nos projetos que serão apresentados no pitching.Pitch: ao final da trilha formativa. Bate-papo2 mesas, com 2 palestrantes cada + 1 mediador/debatedor. Duração: 1h30 a 2h/mesaTurno da tarde.ShowApresentação de música regional por banda ou grupo. Duração de 1h30 a 2h. No mesmo dia do bate-papo, fazendo o encerramento, turno da noite.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Para as oficinas locado espaço para as aulas das oficinas que atenda as exigências de acessibilidade de acesso e permanência. Para a programação de encerramento: Mínimo de 2% dos lugares da programação musical serão espaços reservados para pessoas idosas, com mobilidade reduzida, pessoas com deficiência e pessoas em cadeira de rodas. Rampa - rubrica 34Banheiro (complementar ao da estrutura a ser locada, se for o caso): 18 Comunicacional Para oficinas: oficinas contarão com intérprete de libras, havendo inscrito/a/e que necessite. Os recursos de material didático poderão ser utilizados para ampliação de materiais utilizados nos cursos. Além disso, as inscrições serão realizadas por meio de formulário que contará com os campos para que os inscritos possam assinalar outras necessidades de acessibilidade.Para a programação de encerramento: bate-papos e apresentações musicais contarão com intérprete de libras; Intérprete de libras: rubricas nº 44 e 64Em todas as atividades, será orientada a autodescrição dos apresentadores, comunicadores e participantes.Os profissionais envolvidos na recepção e na equipe receberão orientações para o melhor acolhimento e atendimento dos participantes, tendo o princípio de acessibilidade e inclusão como medida transversal em todas as ações do projeto.

Democratização do acesso

Trata-se de um projeto inteiramente gratuito, de modo que a presente proposta se enquadra no Art. 18 da IN No 23 de 2025, MinC, sendo esta a mais importante medida de democratização de acesso a ser implementada por iniciativas culturais.Além disso, o projeto já atende em seu escopo outras medidas como: formação e capacitação; ações voltadas para o público jovem, como propõem os incisos V e VI do Art. 28 da referida IN.

Ficha técnica

zzTânia Silva (Direção Geral e Direção de Produção)Proprietária da Caju Produções, começou sua carreira como produtora em 1985, ainda como pessoa física. Criou, produziu e co-produziu vários eventos culturais no Brasil e no exterior, principalmente voltado para a área da música. Em 1999 abriu a empresa Caju Produções que atua no mercado cultural e empresarial capixaba e nacional. Como sócia-administradora da Caju Produções e, portanto, como representante legal da proponente do Cine.Ema, atua na direção dos processos decisórios referentes às etapas de produção, planejamento e execução técnico-financeira.Vinicius Rodrigues (Direção Técnico-financeira):Profissional da área de tecnologia há mais de 14 anos com graduação pela Estácio de Sá em Gestão de TI. Na maior parte do tempo de trabalho atuou gerenciando equipes, projetos e implementações de tecnologia. Hoje atua junto a Caju Produções, tanto na parte administrativa, quanto em demandas voltadas ao gerenciamento do ambiente de tecnologia da informação.Ricardo Savacini Pandolfi (Coordenação de Projeto)Ex-secretário adjunto de estado da cultuira, gestor público há mais de 15 anos, especialista em gestão de projetos, particularmente na área de cultura, planejamento de cidades, planejamento estratégico. Formado em administração com mestrado e MBA na área. Autor de livro e artigos no Brasil e no exteriorMatheus Moretti (Coordenador Cultural e Pedagógico)Matheus Teixeira Moretti é doutorando em História Social da Cultura, mestre em História, realizador cultural, professor e pesquisador da área das humanidades. Desde 2014 e junto da Caju Produções tem trabalhado em projetos que articulam educação, história e cultura pelos eixos da memória, do patrimônio (material, imaterial e natural) e do setor audiovisual. No Cine.Ema, atua na coordenação do projeto.Júlia Silva (Assistente de Produção)Formada em Rádio e TV, atua no mercado de eventos há mais de 25 anos. Apaixonada por comunicação, natureza e pessoas, coleciona experiências nos mais diversos eventos, tais como: Festival de Música Erudita, Projeto Seis e Meia, Oi Vitória Pop, dentre outros. Integra a equipe da Caju há 17 anos, contribuindo na logística e produção dos eventos.Virgínia Casé (Produtora do Núcleo Bate-Papos)Produtora com vasta experiência nacional e internacional, atuou como assistente de produção de Caetano Veloso em diversos CDs, foi empresária do Quarteto Jobim Morelenbaum, foi assessora pessoal da atriz Regina Casé, dentre outros. Levou espetáculos de dança, música e teatro para Portugal, bem como atuou como diretora responsável pela concepção e realização do Espaço Brasil na França em 2005.Ha

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.