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O Projeto Galeria a Céu Aberto tem como objetivo a implantação de uma galeria de Street Art / ArteUrbana ao ar livre no bairro Jardim Colombo, integrante do Complexo de Paraisópolis, na cidade deSão Paulo, SP. A iniciativa visa promover a valorização do território por meio da arte, contribuindo parao fortalecimento da identidade local e a criação de um novo polo de turismo artístico-cultural aberto àcomunidade.
O projeto Galeria a Céu Aberto tem como objetivo principal a criação um polo de turismo artístico-culturaldentro da comunidade do Jardim Colombo no Complexo do Paraisópolis, zona oeste de São Paulo,trazendo artistas da Street Art do Brasil e do mundo a participarem dessa ação de transformação.OBJETIVOS ESPECÍFICOS• Realizar a intervenção artística em conjunto de edifícios no bairro com a pintura de empenas de prédios• Garantir acesso à arte e à cultura para a população da comunidade• Valorizar e empoderar o bairro Jardim Colombo• Proporcionar melhoria na paisagem urbana• Desenvolver um novo pólo de turismo cultural na cidade de São Paulo• Criar um ambiente favorável a produção de residências artísticas internacionais• Realizar curadoria para reunir artistas com diversidade de estilos e linguagens• Projeto Educativo Desenvolver um programa de 16 ações educativas e formativas voltadas à comunidadedo Jardim Colombo, tendo como eixo estruturante o projeto Galeria a Céu Aberto. A iniciativa visafortalecer os vínculos comunitários, despertar o senso crítico e criativo, além de promover o protagonismode crianças, jovens e moradores na construção simbólica e visual de seu território. A ideia é integrar arte,território, educação e transformação, promovendo engajamento social e formação cidadã.• Projeto Urbanístico "Rua Galeria _ Espaço Público como Plataforma de Encontro" com o objetivo derequalificar a rua onde estão localizados os prédios participantes da Galeria a Céu Aberto, transformando-aem um eixo urbano de convivência, arte e cultura. A proposta visa promover melhorias no espaço público,estimulando o uso coletivo, a mobilidade segura e a valorização simbólica e funcional do território.
Jardim ColomboO Bairro Jardim Colombo, localizado na zona oeste da cidade de São Paulo é uma região berço de umahistória importante na construção da capital paulista. Local que abriga milhares de famílias que vieram paraa cidade em busca de oportunidades e que literalmente edificaram equipamentos de relevância municipale internacional. O bairro, que faz divisa com grandes equipamentos e condomínios de alto padrão, édesprovido de infraestrutura pública e possui poucos equipamentos de cunho comunitário-cultural quepossam auxiliar a transformação deste local, que é um dos ícones do contraste socioeconômico brasileiro.A comunidade do Jardim Colombo abriga hoje uma população de aproximadamente 18.000 moradores emárea de 14.9 hectares e integra o Complexo de Paraisópolis, constituído por quatro núcleos - Paraisópolis,Jardim Colombo, Pinheiral e Porto Seguro - perfazendo uma ocupação de 101,5 hectares, em um local deforte expansão imobiliária e vizinhança consolidada de renda média a alta.Street Art / Arte UrbanaO movimento de Street Art vem ganhando força e cada vez mais espaço no que tange a transformaçãodas cidades através da indústria criativa. Tem se consolidado como uma forma de expressão fundamentalno cenário contemporâneo, com importância crescente em diversos aspectos sociais, culturais, políticose urbanos. Locais, antes pouco utilizados ou até abandonados na cidade, transforman-se em verdadeirasgalerias de arte a céu aberto. Este fenômeno, que está em constante propagação desde os anos oitenta,vem ressignificando a cidade contemporânea, deixando-a mais próxima da sua humanidade, conectadacom as pessoas, com seus valores e fortalecendo a diversidade cultural. É um espelho da cidade viva —nela se projetam vozes, emoções, lutas e imaginários. Mais do que "decoração", é uma forma de ocupar,significar e reinventar o espaço público, colocando arte no centro da vida cotidiana.1. Sentimento de pertencimento: Fortalece os vínculos dos moradores com o território, ao envolver acomunidade em todas as etapas do projeto, promovendo o orgulho e o cuidado coletivo com o espaçourbano.2. Ampliação da percepção do território: Estimula novos olhares sobre o bairro, revelando seu potencialsimbólico, cultural e artístico, além de valorizar suas histórias e protagonismos.3. Ambiente urbano criativo: Transforma a rua em um espaço vivo de experimentação, onde arte, arquiteturae vida comunitária se entrelaçam de forma inovadora.4. Cidade para as pessoas: Requalifica o espaço público para que ele seja mais acessível, seguro econvidativo, priorizando pedestres, crianças, idosos e ciclistas.5. Melhoria da paisagem urbana: As pinturas de empenas, o paisagismo e a reconfiguração do espaçocriam um ambiente mais bonito, acolhedor e estimulante.6. Estímulo social e convivência: Gera encontros intergeracionais e multiculturais, fortalecendo as redes desolidariedade e pertencimento entre os moradores.7. Conexão sociocultural: Promove o diálogo entre artistas brasileiros e internacionais com a cultura local,criando pontes entre diferentes repertórios e realidades.8. Arte ao alcance de todos: Deselitiza a arte contemporânea, levando-a para o cotidiano das pessoas, emespaços públicos e acessíveis, sem barreiras.9. Acesso à cultura: Amplia as oportunidades culturais para comunidades periféricas, geralmente à margemda programação oficial da cidade.10. Valorização da juventude: Incentiva a participação ativa de jovens como aprendizes, multiplicadores eprodutores culturais dentro e fora da escola.11. Integração urbana: Reduz desigualdades simbólicas entre centro e periferia, conectando o bairro coma cidade por meio de sua produção artística e de sua vitalidade comunitária.12. Turismo de experiência: Atrai visitantes interessados em arte urbana, cultura periférica e vivênciasautênticas, promovendo a economia local e a visibilidade positiva da região.13. Educação e formação cidadã: Oferece atividades educativas para crianças, jovens e adultos,estimulando o pensamento crítico, a criatividade e a valorização da diversidade cultural.14. Urbanismo social e sustentável: Propõe soluções urbanísticas de pequena escala, acessíveis eparticipativas, que qualificam o espaço público e favorecem a convivência e o cuidado coletivoO projeto Galeria a Céu Aberto necessita do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por se tratar de uma iniciativa de interesse público, voltada à valorização cultural, à democratização do acesso à arte e à requalificação urbana de uma comunidade em vulnerabilidade social. O apoio via Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é essencial para viabilizar a produção artística, a execução das ações educativas e urbanísticas e a contratação de profissionais especializados, garantindo a qualidade técnica e o impacto social do projeto.A proposta enquadra-se nos incisos I e II do Art. 1º, pois:Inciso I _ contribui para o fomento à produção cultural e artística brasileira, ao incentivar a criação e a difusão da arte urbana;Inciso II _ promove o acesso da população aos bens e serviços culturais, especialmente em áreas de vulnerabilidade.Atende, ainda, aos objetivos do Art. 3º, notadamente:Inciso I _ estimular a produção e a difusão cultural, por meio da criação de murais e ações formativas;Inciso II _ proteger e valorizar as expressões culturais regionais e locais;Inciso III _ apoiar a difusão de bens culturais de valor universal, aproximando artistas nacionais e internacionais;Inciso IV _ garantir o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional;Inciso V _ promover a integração social e o fortalecimento da identidade cultural brasileira através da arte urbana como instrumento de transformação.
RESSIGNIFICAÇÃO DE ESPAÇOS DA CIDADE ATRAVÉS DA ARTE URBANA, PROPONDO LEVARARTE E CULTURA NOS LOCAIS MAIS REMOTOS E DISTANTES DA SOCIEDADE.A curadoria selecionará artistas reconhecidos no cenário da Street Art, fomentando o intercâmbio culturale a democratização do acesso à arte contemporânea com intuito de construir um polo de turismo artísticocultural de nível internacional, oportunizando ao bairro um equipamento que auxilia na transformação dapaisagem, estimula a cultura e arte e edifica uma ponte de acesso, que modifica a relação dos moradorese da sociedade com o bairro.A proposta contempla a pintura de oito empenas de edifícios, definidas a partir de um processo curatorialrealizado em diálogo com os moradores da região.A Relevância da Street Art: Eixos Principais1. Expressão Cultural e Identidade LocalA street art reflete a realidade das comunidades, suas lutas, memórias e sonhos. Cada mural carregatraços da cultura local, funcionando como ferramenta de preservação e afirmação identitária.Ex.: Murais que retratam lideranças comunitárias fortalecem o pertencimento e a história do território.2. Comunicação Democrática e Acesso AmpliadoAo ocupar muros e ruas, a arte urbana rompe barreiras institucionais, alcançando todos os públicos. É umalinguagem direta, sem mediações elitizadas, e torna-se um meio poderoso de diálogo social e político.Muros se transformam em veículos de denúncia, poesia ou resistência popular.3. Requalificação e Humanização do Espaço UrbanoIntervenções artísticas revitalizam áreas degradadas, resignificando estigmas urbanos e promovendo maiorcirculação, segurança e orgulho local.Estudos apontam aumento no fluxo de pessoas e turismo em áreas com arte urbana de qualidade.*4. Engajamento Social e Empoderamento ComunitárioProjetos de street art frequentemente envolvem moradores, coletivos e escolas, promovendo educação,inclusão e protagonismo social, especialmente em territórios periféricos.Oficinas de grafite para jovens em vulnerabilidade funcionam como espaços de formação cidadã.5. Provocação e Pensamento CríticoA arte urbana atua como um termômetro social. Provoca, questiona e tensiona o cotidiano, abordandotemas como desigualdade, racismo, gênero, política e meio ambiente.Um mural pode impactar mais que uma manchete: fala direto ao olhar cotidiano.6. Potencial Turístico e EconômicoA street art se consolidou como ativo urbano, atraindo turistas, gerando renda e consolidando trajetóriasde artistas. Cidades do mundo todo integram murais em roteiros culturais e de experiência.São Paulo, Berlim, Bogotá e Valparaíso são referências globais no tema
PROJETO EDUCATIVO | PERÍODO DE 3 MESESAÇÕES DE INCLUSÃO SOCIAL | EDUCATIVO ACESSÍVEL• Formação em educação, arte, inclusão social, acessibilidade cultural e equidade destinadas a professores darede pública, estudantes de licenciatura, arte educadores, oficineiros, mediadores, trabalhadores da saúde e dasartes e cultura, focando principalmente nos moradores da comunidade.Opções de Temas abordados:- Arte urbana e linguagens visuais- Direito à cidade, arte como instrumento de transformação social, valorização da diversidade e combate aopreconceito- A história do bairro, memória coletiva e identidade local- Produção cultural, curadoria e mediação artística- Incentivo à formação de jovens multiplicadores e mediadores culturais locais3 oficinas de 2 horas• Oficinas agendadas inclusivas destinadas ao público PCD, abordando as opções de temas listados acima.2 oficinas de 2 horas• Formação de monitores/educadores pertencentes à comunidade de Paraisópolis para equipes em contato diretocom o público (público em geral e público PCD), através de oficinas de treinamento.2 oficinas de 2 horas• Visitas mediadas às empenas com artistas, curadores e pessoas ligadas aos assuntos pertinentes ao projeto,para moradores da comunidade e público em geral: escolas, professores da rede pública e privada, estudantesde licenciatura, arte educadores, oficineiros, mediadores, trabalhadores da saúde das artes e cultura e público emgeral na Galeria, agendadas, durante dias de semana ao longo do período da exposição.Haverá a participação de mediadores PCDs, se necessário. Essas visitas para PCDs deverão ser agendadas.Em torno de 6 iniciativas• Realizacão de Palestras/Encontros com artistas, curadores e educadores do projeto galeria a Céu Aberto, compossibilidade de participação de mediadores PCD, se necessário.Em torno de 3 iniciativasTotal 16 atividades • Produção de material educativo e pedagógico (guia educativo digital)Professores recebem material didático (guia pedagógico digital) com propostas de aula antes ou depois da visita.Visa formação de professores e multiplicação do conteúdo em sala de aula.• Oferta de transporte para escolas públicas, ONGs e grupos PCDs.Resultados Esperados• Envolvimento direto de crianças, jovens e moradores nos processos de criação e reflexão sobre a arte pública.• Fortalecimento da identidade cultural local.• Formação de novos agentes culturais na comunidade.• Criação de uma rede de apoio e valorização da produção artística comunitária.Possibilidades de Parcerias• Escolas públicas e EMEFs da região• ONGs, coletivos locais e Instituições locais• SESC, Itaú Cultural, Secretaria Municipal de CulturaOBS: DURANTE OS TRÊS MESES DE REALIZAÇÃO DO PROJETO, SERÁ DESENVOLVIDO UM PLANO DE CONTINUIDADEVOLTADO A FORTALECER E ESTRUTURAR AS INICIATIVAS LOCAIS. O OBJETIVO É QUE, AO TÉRMINO DESSE PERÍODO,A PRÓPRIA COMUNIDADE ESTEJA PREPARADA PARA DAR SEGUIMENTO ÀS AÇÕES DE FORMA AUTÔNOMA ESUSTENTÁVEL, GARANTINDO A PERMANÊNCIA DOS IMPACTOS SOCIAIS, CULTURAIS E URBANOS GERADOS. NOENTANTO, ESSE PROPÓSITO SÓ PODERÁ SE CONCRETIZAR PLENAMENTE COM O ENGAJAMENTO E O INTERESSEGENUÍNO DA COMUNIDADE, QUE SÃO FUNDAMENTAIS PARA QUE O PROJETO SE TORNE, DE FATO, UM MOVIMENTOCOLETIVO E DURADOURO.
ACESSIBILIDADE | PERÍODO DE 3 MESES• Oferecer mediações especializadas para PCDs, na Galeria de Arte a Céu Aberto, agendadas, durante dias desemana ao longo do período da exposição.Em torno de 6 iniciativas• Oficinas agendadas inclusivas destinadas ao público PCD.2 oficinas de 2 horas• Formação de monitores/educadores pertencentes à comunidade de Paraisópolis para equipes em contatodireto com o público (público em geral e público PCD), através de oficinas de treinamento.2 oficinas de 2 horas• Realizacão de Palestras/Encontros com os artistas e pessoas relacionadas ao projeto Galeria de Arte a CéuAberto com possibilidade de mediação PCD, quando necessário.Em torno de 6 palestras• Oferta de transporte para grupos PCDs, escolas públicas e ONGs.• Na acessibilidade comunicacional teremos:– Audiodescrição / QRCodes– Tradução em libras, agendado e quando necessário– Linguagem simples– Design acessíve
PROJETO EDUCATIVO | PERÍODO DE 3 MESESAÇÕES DE INCLUSÃO SOCIAL | EDUCATIVO ACESSÍVEL• Formação em educação, arte, inclusão social, acessibilidade cultural e equidade destinadas a professoresda rede pública, estudantes de licenciatura, arte educadores, oficineiros, mediadores, trabalhadores da saúdee das artes e cultura, focando principalmente nos moradores da comunidade.Opções de Temas abordados:- Arte urbana e linguagens visuais- Direito à cidade, arte como instrumento de transformação social, valorização da diversidade e combate aopreconceito- A história do bairro, memória coletiva e identidade local- Produção cultural, curadoria e mediação artística- Incentivo à formação de jovens multiplicadores e mediadores culturais locais3 oficinas de 2 horas• Oficinas agendadas inclusivas destinadas ao público PCD, abordando as opções de temas listados acima.2 oficinas de 2 horas• Formação de monitores/educadores pertencentes à comunidade de Paraisópolis para equipes em contatodireto com o público (público em geral e público PCD), através de oficinas de treinamento.2 oficinas de 2 horas• Visitas mediadas às empenas com artistas, curadores e pessoas ligadas aos assuntos pertinentes aoprojeto, para moradores da comunidade e público em geral: escolas, professores da rede pública e privada,estudantes de licenciatura, arte educadores, oficineiros, mediadores, trabalhadores da saúde das artes ecultura e público em geral na Galeria, agendadas, durante dias de semana ao longo do período da exposição.Haverá a participação de mediadores PCDs, se necessário. Essas visitas para PCDs deverão ser agendadas.Em torno de 6 iniciativas• Realizacão de Palestras/Encontros com artistas, curadores e educadores do projeto galeria a Céu Aberto,com possibilidade de participação de mediadores PCD, se necessário.Em torno de 3 iniciativas• Produção de material educativo e pedagógico (guia educativo digital)Professores recebem material didático (guia pedagógico digital) com propostas de aula antes ou depois davisita. Visa formação de professores e multiplicação do conteúdo em sala de aula.• Oferta de transporte para grupos PCDs ou de escolas públicas e ONGs.Resultados Esperados• Envolvimento direto de crianças, jovens e moradores nos processos de criação e reflexão sobre a artepública.• Fortalecimento da identidade cultural local.• Formação de novos agentes culturais na comunidade.• Criação de uma rede de apoio e valorização da produção artística comunitária.Possibilidades de Parcerias• Escolas públicas e EMEFs da região• ONGs, coletivos locais e Instituições locais• SESC, Itaú Cultural, Secretaria Municipal de CulturaOBS: DURANTE OS TRÊS MESES DE REALIZAÇÃO DO PROJETO, SERÁ DESENVOLVIDO UM PLANO DE CONTINUIDADEVOLTADO A FORTALECER E ESTRUTURAR AS INICIATIVAS LOCAIS. O OBJETIVO É QUE, AO TÉRMINO DESSE PERÍODO,A PRÓPRIA COMUNIDADE ESTEJA PREPARADA PARA DAR SEGUIMENTO ÀS AÇÕES DE FORMA AUTÔNOMA ESUSTENTÁVEL, GARANTINDO A PERMANÊNCIA DOS IMPACTOS SOCIAIS, CULTURAIS E URBANOS GERADOS. NOENTANTO, ESSE PROPÓSITO SÓ PODERÁ SE CONCRETIZAR PLENAMENTE COM O ENGAJAMENTO E O INTERESSEGENUÍNO DA COMUNIDADE, QUE SÃO FUNDAMENTAIS PARA QUE O PROJETO SE TORNE, DE FATO, UM MOVIMENTOCOLETIVO E DURADOURO.
CURRÍCULOSANTÔNIO CARLOS DE SOUZA QUEIROZ é o dirigente da empresa proponente DOPPIO CULTURAL LTDA,CNPJ: 52.495.666/0001-61, responsável pelo projeto e diretor geral junto com MONICA PASINATO –CPF:955755028-72 e LIGIA PEDRA, CPF:06629510852, coordenadoras gerais, assinam em comum acordoque são as responsáveis técnicas e solidárias da Proposta XXXXXX - PIXELS EXPANDIDOS.Antonio Carlos de Souza Queiroz Cardoso Filho – diretor geral do projeto, possui uma sólida formaçãoacadêmica, com graduação em Administração pela FAAP e especialização em Mercado de Capitais pelaFEA/USP. Sua experiência profissional inclui cargos relevantes em instituições financeiras renomadas, comoChase Manhattan Bank, Citibank no Brasil, Royal Bank no Canadá e Bordier & Cie em Genebra e no Brasil.Desde 2009, ele também atua no setor de agronegócio, onde exerce atividades empresariais e administrativas.Atualmente, é diretor geral administrativo do projeto, utilizando sua experiência para liderar operações eestratégias administrativas com foco em eficiência e crescimento sustentável.MÔNICA PASINATO – produtora cultural, coordenadora geral, designer gráfica e editorialSólida experiência nas áreas de arte, cultura e design gráfico. Ampla trajetória na concepção, planejamentoe realização de exposições de arte e projetos culturais no Brasil e no exterior.Atua há mais de 30 anos no desenvolvimento de mostras que articulam arte, design, tecnologia e curadoriacom sólida experiência em produção executiva, direção artística e design expositivo.É diretora da Doppio Cultural Ltda, empresa especializada na gestão e produção de exposições de artesvisuais e novas mídias, promovendo colaborações entre artistas, curadores e instituições culturais.Experiência profissional resumida- Doppio Cultural Ltda – Diretora (2023–atual) Gestão e produção de exposições e projetos culturais de artesvisuais contemporâneas.- Instituto Tomie Ohtake – Produção e direção de arte, Design Gráfico (2001–2020) Responsável pelacoordenação de mais de 150 exposições nacionais e internacionais.- Monica Pasinato Design Gráfico (2015-) Criação de identidades visuais, catálogos e projetos expositivos.- Estúdio RO – Design gráfico e expográfico (1993–2020) Criação de identidades visuais, catálogos e projetosexpositivos.Participação na produção e direção de arte de mostras de todas as mostras realizadas no Instituto TomieOhtake, de artistas como Isamu Noguchi, Joseph Beuys, Yayoi Kusama, Louise Bourgeois, Vik Muniz, RoyLichtenstein, Pablo Picasso, Takashi Murakami, Yoko Ono e Jean Dubuffet, entre outros.Atuação em grandes eventos e instituições, incluindo a Bienal Internacional de São Paulo, Bienal de Veneza,Mostra do Redescobrimento, MASP, Itaú Cultural, FAAP, MAN, MAC Niterói, MON Curitiba, Instituto Niemeyer,Fundação Athos Bulcão, Museu Nacional de Belas Artes do RJ Tate Modern, Centre Pompidou, MuséePicasso, Museu Albertina entre outros.Atualmente foca no desenvolvimento de exposições que integram arte, social, e tecnologia com ênfase emprocessos de mediação cultural, sustentabilidade e inovação estética, contribuindo para a formação depúblico e democratização do acesso à arte contemporânea.LÍGIA PEDRA – produtora cultural, coordenadora geral, designer gráfica e editorialFormada em Comunicação Visual pela Fundação Armando Álvares Penteado em 1983.Profissional de longatrajetória na produção cultural, editorial e gráfica nas áreas das artes visuais, reconhecida pelas suascompetências tanto no contexto nacional como internacional.Trabalhou de 1985 a 2001 no Estúdio RO(Estúdio de Design Gráfico Ricardo Ohtake). Em 2002 se transfere para a Itália e colabora com o InstitutoTomie Ohtake até 2023, contemporaneamente inicia uma parceria com Opero Srl, empresa de consultoria emVerona. Atua comoprodutora internacional para a Fundação Bienal de São Paulo, no planejamento gráfico eexpográfico na Bienal de Veneza, desde 2010, nas edições de arte e arquitetura. É diretora Doppio CulturalLtda – Gestão e produção de exposições e projetos culturais de artes visuais contemporâneas.FELIPE TENÓRIO – educador e produtor culturalFormado em Artes Visuais pela Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), trabalha como professor no ensinoformal no fundamental I da Escola Vera Cruz. Atuou recentemente como coordenador pedagógico daexposição Andy Warhol (2025), Pop Art! no MAB-FAAP, onde coordenou também a exposição DesafioSalvador Dalí, em 2024. Foi supervisor no Farol Santander, em 2023 e 2024, nas exposições Smart Lights,Arte da Alma e Di Cavalcanti, 125 anos. Foi coordenador do Núcleo de Educação Cultural da Fundação Julitaentre 2019 e 2022. Atuando entre o ensino formal e não-formal de artes, teve passagens em diversas escolase instituições culturais, entre elas a Bienal de São Paulo (2010-2015), Instituto Tomie Ohtake (2011-2018),Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (2023-2024) e nas unidades Belenzinho (2019), Interlagos (2018),Guarulhos(2020) e Bom Retiro (2022) do SESC-SP. Coordenou a Equipe Educativa do ̈6o Prêmio CNI SESISENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (2017-2018) e também o XIX Prêmio Arte na Escola Cidadã(2018).PATRICIA GERHARDT RANGEL – coordenadora acessibilidade e educativoPsicóloga e artista, formada em Psicologia no Brasil, realizou pesquisas em Filosofia e Psicanálise, eaprofundou seus conhecimentos em Artes e Design em Londres. Com mais de 20 anos de experiência naInglaterra, atuou como curadora e gestora de projetos artísticos em instituições como Tate Modern e BritishMuseum, sempre com foco na inclusão de pessoas com deficiênciae neurodivergentes.De volta ao Brasil, dedicou-se a projetos inovadores que unem arte, cultura e bem-estar. Na CinematecaPauloAmorim, desenvolveu uma programação educativa que beneficiou mais de 600 alunos da rede pública.Na Bienal doMercosul, idealizou o projeto “Quase - Oração”, premiado com o Açorianos de Artes Visuais.Coordenou o projeto “Pôr-se em Arte”, que oferece oportunidades de exposição e comercialização paragrupos de artesãos no RioGrande do Sul. Ao longo de sua carreira, Patrícia tem sido pioneira em ações deacessibilidade e inclusão cultural. Seus projetos, comoa implementação de acessibilidade na Casa de CulturaMario Quintana e a exposição “Reflexos Inversos” no Farol Santander, receberam reconhecimento nacional.Em 2024, liderou ações de resgate do patrimônio cultural durante a enchente em Porto Alegre, salvando 40poltronas históricas da Cinemateca Paulo Amorim.CAPS - Vinicius Batista Lima, conhecido artisticamente como Caps, é um expoente da atual geração de artistasurbanos brasileiros. Natural de São Paulo, iniciou sua trajetória no graffiti nas ruas da capital e, ao longodos anos, consolidou uma linguagem própria que transita entre a arte urbana, o expressionismo visuale a pesquisa contemporânea. Representa uma voz atuante na arte urbana brasileira, unindo técnica,engajamento social e uma poética visual poderosa, que contribui para a renovação estética e política doespaço público.Artista visual, produtor cultural e curador, Caps desenvolve murais de grande escala, intervenções urbanas,exposições e projetos de forte impacto sociocultural. Seu trabalho estende-se também à educação eà mediação artística, por meio de oficinas criativas voltadas a crianças e adolescentes em contextosperiféricos, aproximando arte e cidadania.Sua obra é marcada por um lirismo particular, que emerge de personagens inspirados no cotidiano urbano,tratados com densidade emocional e simbólica. Suas figuras remetem à realidade das ruas, mas ganhamcontornos subjetivos que provocam múltiplas interpretações, resultando em composições metafóricas ecarregadas de humanidade. Emprega técnicas que combinam a estética do graffiti e da pixação a recursosvisuais singulares, como o uso do rolo de espuma, sobrepondo camadas e criando texturas que revelamsua experimentação plástica. Essa abordagem confere materialidade e profundidade aos seus murais, aomesmo tempo em que carrega o gesto espontâneo da arte de rua.Exposições e Reconhecimento• Art Avenue – Munique, Alemanha (2016)• Strasse Art – Munique, Alemanha (2015)• Stroke Art Fair* – Berlim, Alemanha (2015)• 2x45 – Galeria a7ma, Instituto Goethe e Embaixada da Áustria (2014)• Exposição Oswald de Andrade* – Museu da Língua Portuguesa, São Paulo (2010)• Arte Urbana* – Museu da Imagem e do Som, São Paulo (2012)• Expo Illegaal* – World Trade Center, Bruxelas, Bélgica (2018)• Expo Equidade* – Galeria Monica Martins Arts (2020)Conectando Caps ao Projeto• Integração entre arte urbana de excelência e engajamento social genuíno, que une vivência periférica,formação artística e atuação educativa, e dialoga diretamente com os pilares do projeto: valorização doterritório, expressão comunitária, e transformação estética do espaço público.• Larga experiência em intervenções urbanas de grande escala, atuando de forma consistente em projetosque aproximam arte e formação cidadã. Sua prática como educador em oficinas para jovens e criançasamplia o alcance da galeria para além da dimensão estética, contribuindo para a criação de vínculos e ofortalecimento do sentimento de pertencimento entre os moradores do Jardim Colombo.• Além de sua participação na produção dos murais, Caps poderá colaborar com ações de formação,como oficinas de graffiti e rodas de conversa sobre arte urbana, identidade e território. Sua presençacontribui não apenas com a qualidade plástica dos trabalhos, mas também com a **coesão comunitária ea mediação cultural que sustentam o projeto em todas as suas etapas.LEIGALEIGAJack Neto, conhecido como Leiga, é artista visual paulistano natural de Guarulhos. Sua trajetóriacomeçou na pichação em 1996 e evoluiu para o graffiti em 1999, estilos que vêm sendo reinventadosem sua produção desde então. Formado em Design Gráfico pela Escola Panamericana de Arte eDesign, ampliou sua atuação para street art, moda, ilustração, customização e mídias digitais.Estilo e Temas• Seu trabalho, conhecido como “Bubbles”, combina elementos concretos e abstratos — letrastradicionais, grafismos, formas geométricas e cores vibrantes. A proposta é oferecer uma experiêncialúdica ao público, onde cada espectador constrói sua própria interpretação visual.• A arte de Leiga busca transportar o observador para “um mundo fluído, surreal e eufórico”,incentivando um mergulho na imaginação e no sonho coletivo.Principais Projetos e Reconhecimentos• Participou de exposições nacionais e internacionais, como Art Rua (Rio de Janeiro), Salão de Artede São Paulo, coletivas na Galeria A7MA (Recife), Stroke Fine Art (Munique), Beyond the Graffiti (LaCoruña, Espanha), Bubbles in Paris (Paris), entre outras.• Trabalhou em projetos comerciais com grandes marcas como WarnerMedia, TNT Sports, AmazonPrime Video, Google, Pepsi, Natura, Reebok, C\&A, entre outras, ampliando seu fluxo criativo entre ourbano e o corporativo.• Realizou intervenção artística no Rooftop do Sommelier, dentro da 4ª Mostra Cidad3, criando umgrafite sobre placas de vidro que interagia com o espaço, além de planejar cursos formativos parajovens após a exposição.Conexão com o Projeto Galeria a Céu Aberto• Experiência estética rica e abstrata: seu estiloBubble traz dinamismo, cores e movimento — idealpara transformar empenas em espaços sensíveis, imersivos e envolventes.• Potencial para mediação sensorial e educacional: o caráter lúdico de sua arte pode ser vastoelemento motivador para oficinas com crianças e jovens, estimulando a percepção criativa.• Referência contemporânea e visibilidade: presença em circuitos nacionais e internacionais atualizaa linguagem do projeto e reforça sua legitimidade cultural.• Fluidez entre comunidade e design: seu percurso estratégico — unindo graffiti periférico e mercadocultural — reflete um atributo valioso para o projeto, alinhado à ideia de arte com rigor estético eamplitude social.MATHEUS BAILONMATEUS BAILONMateus Bailon (Itajaí, SC, 1985) é artista visual e muralista brasileiro com forte presença no circuitonacional e internacional da arte urbana. Sua obra, marcada pela criação de universos fantásticospovoados por pássaros, seres híbridos e naturezas oníricas, explora o diálogo entre o imagináriohumano e o mundo natural.Estilo e Temas• Natureza fantástica: Bailon cria aves e criaturas inventadas, misturando cores intensas, traçosfluidos e narrativas que remetem à biodiversidade brasileira e ao mito.• Conexão com o imaginário: suas pinturas evocam sonhos, liberdade e uma dimensão espiritual quesugere ao espectador múltiplas leituras poéticas.• Estética internacional**: embora enraizada no Brasil, sua arte dialoga com a street art global, trazendofrescor contemporâneo e impacto visual imediato.Principais Projetos e Reconhecimentos• Produziu murais em grandes capitais do Brasil e do mundo, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, LosAngeles, Miami, Paris, Londres e Melbourne.• Participou de importantes festivais de arte urbana, como Upfest (Reino Unido), Wynwood Walls(EUA) e Arte Core (RJ).• Exposições individuais e coletivas em espaços de relevância, consolidando sua identidade comoum dos artistas brasileiros mais reconhecidos no cenário internacional.• Projetos em parceria com marcas e instituições, reforçando sua versatilidade entre o espaço públicoe contextos institucionais.Conexão com o Projeto *Galeria a Céu Aberto*• Impacto visual poético: suas aves e seres fantásticos podem transformar as empenas do JardimColombo em portais de imaginação e liberdade.• Diálogo ambiental e comunitário: sua arte conecta o público ao tema da preservação ambiental eda relação afetiva com a natureza, criando forte vínculo com moradores.• Experiência internacional: Bailon agrega prestígio e visibilidade ao projeto, ampliando a circulaçãode imagens e narrativas do espaço.• Capacidade de mediação: seu estilo lúdico e onírico facilita a realização de oficinas criativas comcrianças e jovens, reforçando o caráter educativo da galeriaMURA YAMACAROL MURAYAMACarol Murayama, nascida em 1988, São Paulo, é artista urbana que transitou da pintura mural comercialpara o grafite de liberdade expressiva. Seu trabalho retrata figuras masculinas e femininas com fortecaptação emocional, trazendo poesia, gentileza e reflexão ao espaço público.([carolmurayama.com]Principais Projetos e ReconhecimentosParticipou como uma das 16 mulheres artistas no West Side Gallery II em Itapevi, exibindo novostalentos no cenário da arte urbana paulista. Suas intervenções incluem espaços residenciais, comerciaise públicos — com destaque para áreas como Lapa, Morumbi, Vila Mariana, Jardim Colombo, ViadutoNove de Julho, entre muitos outros locais em São Paulo.Estilo e TécnicaSuas composições combinam linhas fluidas, contrastes entre cores vibrantes e preto-e-branco,utilizando canetas, pincéis e tintas para imprimir delicadeza poética aos seus murais. A abordagemvisual joga com movimento e expressividade corporal, criando uma imersão afetiva no espectador.Conectando Carol Murayama ao Projeto• Poética e Sensibilidade Urbana: a delicadeza emocional e a abordagem estética de Carol — quebusca provocar gentileza e reflexão — dialogam diretamente com os valores do projeto, reforçando adimensão afetiva e cidadã da galeria urbana.• Foco em Representatividade: trabalhando com figuras humanas com forte presença emocional,seus murais criam identificação e vínculo afetivo com o território e seus moradores.• Legitimidade e Visibilidade: sua presença no circuito de arte urbana — especialmente em iniciativascomo o West Side Gallery II — traz prestígio e visibilidade à Galeria a Céu Aberto, conectando-a comredes contemporâneas de arte públicaRENE MUNIZRENÊ MUNIZRenê Muniz, artista de São Bernardo do Campo, obteve destaque internacional ao ser um dos 25 finalistasdo concurso Dubai Canvas 2017, voltado para intervenções urbanas 3D.Ele também• Colaborou com o projeto Gaia Collab, em parceria no Bixiga (SP), criando painéis com temática ambientale compositiva complexa.• Realizou projetos locais como murais em escolas, espaços públicos e interiores de centros culturais,frequentando atividades com jovens e comunidades, ampliando o impacto social de sua arte.Conectando Renê Muniz ao Projeto• Técnica e tridimensionalidade: A experiência de Renê com efeitos 3D, composição visual dinâmica einteração com o entorno oferece murais inovadores e visualmente impactantes – ideais para as empenasdo Jardim Colombo.• Temática social e ambiental: Obra de caráter ecológico e comunitário (“Ruptura (Peixe)”, painéis sobreresíduos plásticos), ressoa com os valores de educação, sustentabilidade e pertença do projeto.• Engajamento com coletividades: Seu histórico de oficinas e ações em escolas e com jovens evidenciasua capacidade de mediar e formar novos agentes culturais locais.RICARDO AKNRICARDO AKNRicardo Carvalho, conhecido artisticamente como Ricardo AKN (SP, 1985), é artista visual,muralista, pesquisador e educador, com produção voltada para o diálogo entre arte urbana, designgráfico e ancestralidade. Seu trabalho parte de investigações sobre a identidade afro-brasileira eindígena, combinando referências espirituais, mitológicas e culturais em composições vibrantes econtemporâneas.Estilo e Temas• Grafismo e ancestralidade: mistura de símbolos afro-indígenas, padronagens geométricas eelementos da cultura popular brasileira.• Espiritualidade visual: figuras humanas, orixás e seres míticos em diálogo com cores fortes,construindo narrativas sobre pertencimento e memória.• Interseção entre arte e design: uso sofisticado de tipografia, composição gráfica e estética digitalem suportes murais e tridimensionais.Principais Projetos e Reconhecimentos• Participação em festivais de arte urbana e muralismo no Brasil e no exterior, como Meeting of Stylese Festival Concreto.• Obras em espaços públicos de São Paulo e outras capitais brasileiras, marcando presença emcomunidades e centros culturais.• Exposições individuais e coletivas em galerias e instituições culturais, explorando a transversalidadeentre arte contemporânea e street art.• Projetos educativos voltados a jovens, integrando oficinas de muralismo, grafismo ancestral edesign.Conexão com o Projeto Galeria a Céu Aberto• Reforço da identidade cultural: seus murais resgatam e projetam visualmente as raízes afrobrasileiras e indígenas, fortalecendo a memória coletiva no espaço urbano.• Grande escala e impacto: sua experiência com empenas e murais garante obras que transformama paisagem do Jardim Colombo em ícones culturais.• Potencial educativo: com trajetória consolidada como educador, AKN pode desenvolver oficinas degrafismo e identidade cultural com crianças e jovens.• Visibilidade e legitimidade: artista respeitado no circuito da street art, sua participação agregaprestígio e consistência ao projetoSOBERANA ZIZASOBERANA ZIZASoberana Ziza: Regina Elias da Costa (SP, 1989). Atua desde 2006 em intervenções urbanas e galeriascom pesquisa estética sobre negritude e o feminino em tom afrofuturista.Principais Projetos e Reconhecimentos• Indicada ao **Prêmio PIPA 2023.• Exposições individuais e coletivas em espaços como SESC Carmo, Memorial da Resistência, ViradaCultural, CCJ (zona norte de SP) e festivais em Berlim.• Realizou intervenções públicas significativas:- “Na Terra Está a Nossa Ancestralidade”: painel de 15 × 35 m no Minhocão, Consolação (SP),valorizando ancestralidade negra.- Mural “Mulheres Raízes da Conexão”: no Centro Cultural da Juventude e Pinheiros, reafirmandoprotagonismo feminino negro.- Outros murais: “Ancestralidade” (RJ), “Raízes” (CCJ) e “Baobá” (Limão, SP) .Estilo e Temas• Afrofuturismo e ancestralidade: fortes referências visuais a tecidos africanos, padronagens ancestraise narrativas sobre o povo negro em várias profissões .• Protagonismo feminino: mulheres negras como condutoras de novas histórias, arte que cumprepapel memorial e de resistência.Conectando Soberana Ziza ao Projeto• Encaixe temático sólido: seu trabalho dialoga com a presença feminina negra, memória erepresentação — e reforça o eixo educativo e comunitário da galeria.• Experiência com grandes murais: adequada para empenas de grande escala; condução técnica eestética eficiente.• Potencial de mediação cultural: habilidades consolidadas em oficinas e ações formativas,especialmente para jovens periféricos.• Credibilidade e visibilidade: artista premiada e reconhecida em circuitos culturais, agrega prestígioao projetoWALESKA NOMURAWALESKA NOMURAWaleska Nomura (SP, 1977) é artista visual e muralista, reconhecida como uma das pioneiras dograffiti brasileiro no cenário internacional. Viveu por muitos anos em Londres, onde consolidou suacarreira e expandiu a presença da street art brasileira no exterior. Sua trajetória conecta arte urbana,design gráfico e pintura contemporânea, explorando símbolos de identidade, narrativas femininas ediálogos interculturais.Estilo e Temas• Identidade e diversidade cultural: obras que transitam entre o universo urbano, a memória pessoale a valorização da mulher.• Estética híbrida: combina grafite, pintura e design, criando composições coloridas, com linhasfluidas e formas orgânicas.• Força feminina: abordagem que coloca a mulher como sujeito central na arte urbana, ocupandoespaços de visibilidade.Principais Projetos e Reconhecimentos• Uma das primeiras artistas mulheres brasileiras a integrar o circuito europeu de street art, commurais em Londres e em diversas cidades globais.• Participação em exposições e mostras coletivas no Brasil e no exterior, como a Street Art London,Museu da Imagem e do Som (SP) e galerias independentes.• Obras que compõem acervos de colecionadores e espaços culturais, consolidando seu nome nacena da arte urbana.• Atua também como designer e diretora de arte, conectando a estética urbana ao universo do designgráfico e editorial.Conexão com o Projeto Galeria a Céu Aberto• Representatividade feminina: sua presença fortalece o protagonismo das mulheres no graffiti,ampliando a diversidade do projeto.• Experiência internacional: agrega reconhecimento e legitimidade ao projeto por sua circulação emcentros culturais globais.• Vocação educativa: capacidade de inspirar jovens, especialmente meninas, a ocuparem os espaçosda arte urbana como forma de expressão e transformação.• Diálogo cultural: sua linguagem conecta o Jardim Colombo a narrativas locais e globais, ampliandoa projeção do projeto no circuito artístico.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.