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PRONAC 2515168Autorizada a captação total dos recursosMecenato

COR DA NOITE - IMERSÕES PRETAS EM ARTE E ANCESTRALIDADE

ALINE AUGUSTA DE SOUZA REIS LOURENCO
Solicitado
R$ 194,0 mil
Aprovado
R$ 194,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-02-02
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

"Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade" é um projeto multilinguagem que valoriza a arte negra contemporânea por meio de exposição sensorial, performances, rodas de conversa e oficinas formativas. Realizado na Zona N1 de Belo Horizonte, promove imersões artísticas e educativas sobre identidade, ancestralidade e pertencimento, fortalecendo artistas e comunidades periféricas negras.

Sinopse

Título: Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade Categoria: Artes Integradas / Formação / Artes Visuais e Performance Classificação indicativa: Livre Duração total do projeto:10 meses Local: Terraço 81 — Zona N1, Belo Horizonte/MG1. CONTEÚDO E PRODUTOS CULTURAISO projeto “Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade” é uma imersão artístico-sensorial que valoriza a arte negra contemporânea a partir da integração entre artes visuais, performance, música, palavra e ancestralidade. Reúne artistas, educadores e produtores culturais pretos e periféricos, promovendo um circuito de experiências formativas, expositivas e audiovisuais.O conjunto de produtos que compõem o projeto é descrito a seguir:1. Exposição Multissensorial “Cor da Noite”A exposição é o eixo central da proposta e apresentará instalações, pinturas, esculturas e performances audiovisuais que dialogam com o tema da noite como espaço simbólico de resistência, criação e cura. As obras abordam o corpo negro, a espiritualidade, a memória e o território periférico como campos de potência estética. A ambientação sensorial integrará som, luz, aroma e textura, criando um percurso imersivo acessível também a pessoas com deficiência visual e auditiva.Número de obras/instalações: 10 a 15 obras e 3 performances interativasDuração da exposição: 30 dias de visitação livreClassificação: LivreLocal: Terraço 81 — Jaqueline / Zona N1Acessibilidade: audiodescrição, Libras, sinalização tátil e materiais ampliados2. Performances “Imersões Pretas”Durante o período expositivo, serão realizadas 3 performances artísticas inéditas, desenvolvidas por artistas do Coletivo Cor da Noite e convidados. As performances exploram o corpo negro em diálogo com música ao vivo, projeções e poesia falada, articulando espiritualidade, ancestralidade e resistência urbana. Essas ações funcionarão como rituais contemporâneos, em que o público é convidado à participação sensorial.Duração média de cada performance: 30 a 40 minutosClassificação indicativa: LivreAcessibilidade: Intérprete de Libras e audiodescrição simultânea3. Oficinas FormativasSerão oferecidas 04 oficinas gratuitas com duração total de 16 horas (4h cada), voltadas a jovens e adultos da comunidade local. As oficinas têm caráter introdutório e integrador, conectando saberes tradicionais e urbanos.Temas e conteúdos:Corpo e Movimento Ancestral – fundamentos de performance negra e corporeidade afro-brasileira.Som e Ritmo da Noite – experimentações com percussão, voz e paisagem sonora.Visualidades Pretas – técnicas de colagem, pintura e fotografia com narrativa identitária.Palavra e Oralidade – criação poética, slam e contação de histórias afrocentradas.Metodologia: oficinas participativas baseadas na pedagogia griô, em que o educador atua como facilitador e o saber é compartilhado. Materiais utilizados: tintas, papéis, tecidos, instrumentos percussivos, projetores e gravadores de som. Público estimado: 25 participantes por oficina (total 100 pessoas). Local: Terraço 81 / espaços parceiros (escolas e CRAS locais). Certificação: emitida pelo Coletivo Cor da Noite.4. Rodas de Conversa “Ancestralidade, Arte e Resistência”Duas rodas de conversa abertas ao público reunirão artistas, mestres de tradição oral, educadores e lideranças da Zona N1. O objetivo é promover reflexão crítica e troca de saberes sobre a presença da cultura afro-brasileira na arte contemporânea e nas práticas comunitárias.Número de encontros: 2Duração de cada encontro: 2h30Mediadores: artistas do coletivo e convidados da área de cultura e diversidade.Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição e transmissão ao vivo.5. Ensaio Aberto e Mediação CulturalAntes da abertura oficial, será realizado um ensaio aberto com entrada livre para escolas e associações parceiras, apresentando ao público os bastidores do processo criativo das performances. Durante o período da mostra, haverá mediação cultural diária conduzida por artistas da própria comunidade, que atuarão como “guardiões da noite”, recebendo o público e estimulando o diálogo sobre ancestralidade e arte negra.Duração do ensaio: 1h30Número de mediadores: 3 artistas formados no projeto6. Minidocumentário “Cor da Noite”Registro audiovisual de todas as etapas do projeto — da preparação à realização das oficinas, performances e rodas de conversa. O produto final, com cerca de 10 minutos de duração, trará depoimentos, bastidores e cenas das vivências artísticas. O filme servirá como material de difusão e memória, com acessibilidade garantida (legendas, Libras e audiodescrição).Formato: Full HD (1920x1080), som estéreoSuporte: arquivo digitalDistribuição: gratuita em YouTube, redes sociais e plataforma do Coletivo Cor da NoiteAcessibilidade: Libras, legendas e audiodescrição7. Cartilha Digital Pedagógica “Cor da Noite — Arte e Ancestralidade”Publicação digital gratuita reunindo textos, imagens e reflexões sobre as experiências vividas nas oficinas e rodas de conversa. A cartilha funcionará como material de apoio para educadores, artistas e escolas públicas, incentivando a replicação das metodologias do projeto.Paginação: 30 páginasFormato: PDF interativo (com QR Codes e links para vídeos)Conteúdo: textos de participantes, ensaios visuais, glossário afro-brasileiro e propostas de atividades pedagógicas.Distribuição: gratuita via e-mail, QR Code impresso na exposição e download livre no site do coletivo.Acessibilidade: versão com leitura facilitada e áudio-descrição dos conteúdos visuais.

Objetivos

Objetivo GeralValorizar e difundir a arte negra contemporânea e suas raízes afro-brasileiras, promovendo a inclusão, o protagonismo e a formação cultural em territórios periféricos de Belo Horizonte, por meio de ações integradas de arte, educação e ancestralidade. Objetivos Específicos 1) Realizar uma exposição multissensorial "Cor da Noite" com obras, performances e instalações de artistas pretos e periféricos (01 edição), ação essa que visa a inclusão de cegos, surdos e PCD´s em geral ao espaço do Samba. Cor da Noite - exposição multissensorial é o espaço para tocar, ver e ouvir, é arte pra sentir. 2)Promover 04 oficinas formativas gratuitas em arte, performance, som e identidade afro-brasileira, voltadas a jovens e moradores da Zona N1.3)Oferecer 02 rodas de conversa sobre ancestralidade, arte e resistência negra, com a participação de mestres e artistas locais.4) Produzir registro audiovisual das vivências e oficinas, resultando em 01 minidocumentário e 01 cartilha pedagógica digital de livre acesso.5)Garantir acessibilidade física, comunicacional e sensorial em todas as etapas, assegurando o acesso de pessoas com deficiência.6)Fortalecer a economia criativa local, contratando ao menos 80% da equipe técnica e artística da própria região.7)Ampliar o público e o alcance das ações por meio de plano de comunicação digital e parcerias com escolas, centros culturais e coletivos da Zona N1.

Justificativa

O projeto "Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade" requer o apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91) por se tratar de uma ação de relevante interesse público, que promove inclusão, diversidade e descentralização cultural — princípios alinhados ao Art. 1º, incisos I, II e III da referida lei, ao estimular a formação cultural, o acesso da população à arte e a valorização das manifestações regionais e populares.Enquadra-se, ainda, nos objetivos do Art. 3º, incisos I, II, IV e V, ao:a) estimular a produção e difusão de bens culturais de valor artístico e educativo;b)ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais;c)apoiar projetos que preservem e valorizem a diversidade étnica e cultural brasileira;d) incentivar a formação de novos públicos e artistas.A Zona N1, território de baixa oferta cultural, abriga uma população majoritariamente negra e jovem, que carece de políticas públicas permanentes de arte e cultura. Assim, a utilização do mecanismo de incentivo fiscal é essencial para viabilizar a estrutura técnica, a remuneração de artistas e a acessibilidade das ações, garantindo a democratização da arte em um território periférico e promovendo os ODS 10 (Redução das Desigualdades), 11 (Cidades Sustentáveis) e 16 (Sociedades Inclusivas).A Zona Norte 1 de Belo Horizonte é um dos territórios de maior densidade populacional e menor oferta de políticas culturais estruturadas da capital mineira. Apesar de abrigar uma população diversa e criativa, historicamente marcada pela presença negra, periférica e trabalhadora, a região enfrenta um quadro de vulnerabilidade social, com poucos equipamentos públicos de cultura, escassez de editais locais e quase nenhuma ação continuada voltada à formação e difusão artística. Nesse contexto, o Coletivo Cor da Noite emerge como uma força mobilizadora, atuando no fortalecimento da arte preta contemporânea e na criação de pontes entre tradição e vanguarda, corpo e território, memória e futuro.O projeto "Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade" justifica-se pela urgência de democratizar o acesso à produção cultural, valorizar a identidade afro-brasileira e ampliar o reconhecimento das expressões artísticas periféricas como parte legítima e essencial da cultura nacional. Trata-se de uma proposta multilinguagem — envolvendo música, performance, artes visuais, literatura e audiovisual — que se ancora na perspectiva da negritude como potência estética, política e social. O projeto oferece um espaço de visibilidade, formação e diálogo para artistas, produtores e público da região, fortalecendo vínculos e estimulando a circulação de saberes e práticas culturais.A escolha pela Zona N1 como território de realização não é casual, é na Zona N1 que, há 4 anos iniciamos a nossa trajetória, sendo assim é uma escolha estratégica: trata-se de uma área com intenso pulsar criativo, onde a arte surge muitas vezes como resistência e afirmação identitária, porém ainda carente de recursos e reconhecimento institucional. A presença do projeto nesse contexto significa ativar uma rede de agentes culturais locais, fomentar a economia criativa, gerar oportunidades de trabalho e inspirar novos processos de autonomia artística e comunitária.Do ponto de vista técnico, o projeto foi estruturado dentro das diretrizes da Lei Rouanet, respeitando parâmetros de acessibilidade, sustentabilidade e formação de público. Cada ação foi desenhada para gerar impacto real — artístico, educacional e simbólico —, promovendo a diversidade e o protagonismo negro como eixos de transformação social. Assim, "Cor da Noite" se apresenta como um modelo de intervenção cultural que alia excelência artística a responsabilidade social, contribuindo para reduzir desigualdades e ampliar o direito à cultura em um dos territórios mais desassistidos da capital.O patrocínio via Art. 18 torna o projeto especialmente atrativo para empresas comprometidas com diversidade e responsabilidade social, consolidando o Cor da Noite como uma política cultural afrocentrada, de impacto simbólico, formativo e territorial.

Estratégia de execução

O projeto “Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade” tem como princípio norteador a devolutiva social e a democratização do acesso à cultura. Todas as suas ações serão gratuitas e acessíveis, com prioridade para a população da Zona Norte 1 de Belo Horizonte, região marcada por carência de equipamentos culturais e alto índice de vulnerabilidade social. A contrapartida será estruturada em três eixos principais: formação, inclusão e memória.1. Formação e capacitação comunitária Serão realizadas oficinas gratuitas de arte e cultura negra em escolas públicas e centros comunitários da Zona N1, com foco em jovens e mulheres negras. As temáticas abordarão ancestralidade, expressão corporal, identidade e produção artística independente. Estima-se o atendimento direto de 300 participantes, com emissão de certificados e entrega de material didático digital de livre acesso. Além disso, o projeto promoverá uma roda de conversa sobre economia criativa e autogestão cultural, com a presença de artistas e produtores locais, estimulando o protagonismo e a profissionalização de novos agentes culturais periféricos.2. Acessibilidade e inclusão cultural Todas as atividades da mostra principal — exposições, performances e oficinas — contarão com recursos de acessibilidade como audiodescrição, intérprete de Libras, sinalização tátil e comunicação inclusiva. O objetivo é garantir que pessoas com deficiência visual, auditiva ou mobilidade reduzida possam participar plenamente do evento. O espaço expositivo seguirá diretrizes de acessibilidade universal, reafirmando o compromisso do projeto com a cultura como direito humano e não como privilégio.3. Memória, registro e difusão gratuita Ao final da execução, será produzido um minidocumentário e um catálogo digital com registros das atividades, entrevistas e reflexões dos participantes. Esse material será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais e enviado a escolas e bibliotecas públicas, contribuindo para a difusão do conhecimento sobre arte preta contemporânea e práticas culturais periféricas. Também será doado um acervo simbólico (obras, fotografias e materiais gráficos) a um centro cultural da região, fortalecendo o legado do projeto no território e inspirando futuras iniciativas.Impacto esperado As contrapartidas visam formar novos públicos, ampliar repertórios e gerar pertencimento entre moradores da Zona Norte de Belo Horizonte. O projeto deixará como resultado permanente uma rede fortalecida de artistas, educadores e produtores locais, além de registros digitais que consolidam a memória coletiva da arte preta e periférica na capital mineira. Assim, “Cor da Noite” transcende o formato de um evento artístico e se afirma como ação de política cultural participativa, devolvendo à sociedade o investimento público em forma de acesso, formação e transformação social.

Especificação técnica

O projeto adota metodologia de imersão artística participativa, na qual público e artistas vivenciam a arte como campo de partilha. As atividades serão realizadas majoritariamente no Terraço 81, que dispõe de sala de exposição (70m²), área externa para performances (100m²), estrutura de rampa de acesso e banheiros adaptados.Equipe técnica e pedagógica:Curadoria: Coletivo Cor da NoiteCoordenação geral: Aline ReisProdutor Artístico: Leirson LourençoCoordenação sensorial e de inclusão: Flávia BarbozaProdução executiva: equipe localEducadores e artistas convidados: 6 profissionaisAssessoria de acessibilidade: 2 especialistas (Libras e audiodescrição)Captação e edição audiovisual: 2 técnicosTodos os materiais serão produzidos com foco em sustentabilidade e reaproveitamento de recursos, utilizando recursos recicláveis, tecidos e iluminação de baixo consumo energético.O projeto pedagógico das oficinas e rodas baseia-se em três pilares:Experiência sensorial e ancestral — aprendizado pela vivência e não apenas pela teoria.Diálogo intergeracional e comunitário — integração entre jovens, mestres populares e artistas.Acesso universal — inclusão de PCDs e incentivo à multiplicação do conhecimento no território.. Exposição Multissensorial “Cor da Noite”A exposição é o eixo central da proposta e apresentará instalações, pinturas, esculturas e performances audiovisuais que dialogam com o tema da noite como espaço simbólico de resistência, criação e cura.As obras abordam o corpo negro, a espiritualidade, a memória e o território periférico como campos de potência estética.A ambientação sensorial integrará som, luz, aroma e textura, criando um percurso imersivo acessível também a pessoas com deficiência visual e auditiva.Número de obras/instalações: 10 a 15 obras e 3 performances interativasDuração da exposição: 30 dias de visitação livreClassificação: LivreLocal: Terraço 81 — Jaqueline / Zona N1Acessibilidade: audiodescrição, Libras, sinalização tátil e materiais ampliados2. Performances “Imersões Pretas”Durante o período expositivo, serão realizadas 3 performances artísticas inéditas, desenvolvidas por artistas do Coletivo Cor da Noite e convidados. As performances exploram o corpo negro em diálogo com música ao vivo, projeções e poesia falada, articulando espiritualidade, ancestralidade e resistência urbana. Essas ações funcionarão como rituais contemporâneos, em que o público é convidado à participação sensorial.Duração média de cada performance: 30 a 40 minutosClassificação indicativa: LivreAcessibilidade: Intérprete de Libras e audiodescrição simultânea3. Oficinas FormativasSerão oferecidas 04 oficinas gratuitas com duração total de 16 horas (4h cada), voltadas a jovens e adultos da comunidade local. As oficinas têm caráter introdutório e integrador, conectando saberes tradicionais e urbanos.Temas e conteúdos:Corpo e Movimento Ancestral – fundamentos de performance negra e corporeidade afro-brasileira.Som e Ritmo da Noite – experimentações com percussão, voz e paisagem sonora.Visualidades Pretas – técnicas de colagem, pintura e fotografia com narrativa identitária.Palavra e Oralidade – criação poética, slam e contação de histórias afrocentradas.Metodologia: oficinas participativas baseadas na pedagogia griô, em que o educador atua como facilitador e o saber é compartilhado.Materiais utilizados: tintas, papéis, tecidos, instrumentos percussivos, projetores e gravadores de som.Público estimado: 25 participantes por oficina (total 100 pessoas).Local: Terraço 81 / espaços parceiros (escolas e CRAS locais).Certificação: emitida pelo Coletivo Cor da Noite.4. Rodas de Conversa “Ancestralidade, Arte e Resistência”Duas rodas de conversa abertas ao público reunirão artistas, mestres de tradição oral, educadores e lideranças da Zona N1. O objetivo é promover reflexão crítica e troca de saberes sobre a presença da cultura afro-brasileira na arte contemporânea e nas práticas comunitárias.Número de encontros: 2Duração de cada encontro: 2h30Mediadores: artistas do coletivo e convidados da área de cultura e diversidade.Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição e transmissão ao vivo.5. Ensaio Aberto e Mediação CulturalAntes da abertura oficial, será realizado um ensaio aberto com entrada livre para escolas e associações parceiras, apresentando ao público os bastidores do processo criativo das performances. Durante o período da mostra, haverá mediação cultural diária conduzida por artistas da própria comunidade, que atuarão como “guardiões da noite”, recebendo o público e estimulando o diálogo sobre ancestralidade e arte negra.Duração do ensaio: 1h30Número de mediadores: 3 artistas formados no projeto6. Minidocumentário “Cor da Noite”Registro audiovisual de todas as etapas do projeto — da preparação à realização das oficinas, performances e rodas de conversa.O produto final, com cerca de 10 minutos de duração, trará depoimentos, bastidores e cenas das vivências artísticas. O filme servirá como material de difusão e memória, com acessibilidade garantida (legendas, Libras e audiodescrição).Formato: Full HD (1920x1080), som estéreoSuporte: arquivo digitalDistribuição: gratuita em YouTube, redes sociais e plataforma do Coletivo Cor da NoiteAcessibilidade: Libras, legendas e audiodescrição7. Cartilha Digital Pedagógica “Cor da Noite — Arte e Ancestralidade”Publicação digital gratuita reunindo textos, imagens e reflexões sobre as experiências vividas nas oficinas e rodas de conversa. A cartilha funcionará como material de apoio para educadores, artistas e escolas públicas, incentivando a replicação das metodologias do projeto.Paginação: 30 páginasFormato: PDF interativo (com QR Codes e links para vídeos)Conteúdo: textos de participantes, ensaios visuais, glossário afro-brasileiro e propostas de atividades pedagógicas.Distribuição: gratuita via e-mail, QR Code impresso na exposição e download livre no site do coletivo.Acessibilidade: versão com leitura facilitada e áudio-descrição dos conteúdos visuais.

Acessibilidade

Acessilidade é uma das premissas do projeto, aqui a inclusão será a nossa máxima Sentir, ver, tocar e ouvir. As oficinas, que terão como inspiração as raízes afro-brasileiras, tendo o Samba como protagnista serão é um ato de reparação e inovação na história para com os que não puderam, até pouco tempo atrás, participar de forma integral e sensorial das atividades culturais: um convite para que todos - ouvintes, surdos, cegos, videntes - possam, como todos os sentidos, sentir o samba e todas as sensações que essa manifestação cultural pode oferecer.Senão vejamos:AS SENSAÇÕES DO SAMBAO samba é uma experiência corporal, emocional e comunitária. Mais do que ritmo e melodia, ele traduz sentimentos coletivos: alegria, resistência, saudade, pertencimento e ancestralidade. Cada toque de tambor, cada batida do pandeiro ou cadência do cavaquinho desperta no corpo a memória do batuque africano, o pulsar da roda, a vibração da convivência. O samba não é apenas ouvido - é sentido. Ele vibra no peito, aquece o corpo e conecta as pessoas num campo afetivo que mistura canto, corpo e território. É expressão de liberdade, esperança e celebração, nascida de contextos de dor e superação, que transformou a exclusão em potência cultural.OS SENTIDOS TOCADOS PELO SAMBAO samba é uma arte multissensorial por natureza:• Audição: o ritmo, o canto e a harmonia dialogam com a pulsação do coração e com as histórias do povo.• Tato: o toque dos instrumentos, o bater de mãos, o abraço, o corpo que dança e se comunica pelo movimento.• Visão: as cores, os gestos e o brilho das roupas, a expressividade do olhar e da roda.• Olfato: o cheiro da comida e da rua, da pele suada de quem celebra, da flor no cabelo, do incenso no palco.• Paladar: o sabor do encontro, da partilha, da comida e da bebida que acompanham a festa.O projeto “COR DA NOITE – Samba Multissensorial na Estação” propõe tornar essa dimensão sensorial consciente e acessível a todos os corpos, transformando o samba em um espaço de inclusão e presença ampliada.REPARAÇÃO HISTÓRICA E INCLUSÃO DE PESSOAS SURDASA presença de pessoas surdas nos espaços culturais é um ato de reparação e reconhecimento de direitos. A Lei nº 10.436/2002 reconheceu oficialmente a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão no país. O Decreto nº 5.626/2005 regulamentou seu uso e tornou obrigatória sua presença em instituições públicas e eventos culturais e educativos, garantindo o acesso à cultura como direito humano. Incluir intérpretes de Libras em uma roda de samba é ampliar o canto e o corpo da canção. É permitir que o samba seja também visível e vibrante para quem ouve com os olhos. Cada gesto do intérprete se torna uma dança, uma tradução poética da música, ampliando o campo sensorial da experiência coletiva.REPARAÇÃO HISTÓRICA E INCLUSÃO DE PESSOAS CEGASA Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) consolidou o direito das pessoas cegas e com baixa visão ao acesso à informação, comunicação e cultura, por meio de recursos como a audiodescrição. A audiodescrição é uma ponte sensorial: transforma a imagem em palavra, a cena em narrativa, o gesto em poesia sonora. Quando aplicada ao samba, ela faz o público cego “ver” o corpo do ritmo, o balanço, a cor das roupas, a expressão dos músicos e da plateia. Garantir que todos possam sentir a totalidade da arte: o que se canta, o que se move e o que se vibra, incluir no contexto do projeto, a audiodescrição será poética e integrada, narrando não apenas o visual, mas também o ambiente, as emoções e as interações da roda — um samba que se ouve e se imagina.Ao integrar esses fundamentos — sensorialidade, ancestralidade e reparação histórica — o projeto "Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade” se posiciona como uma ação de arte e cidadania, alinhada à política cultural do Brasil e aos princípios da inclusão e diversidade. Na pré produção haverá a capacitação técnica do coletivo para sensibilização e envolvimento com o universo multissensorial e inclusivo. A inclusão começa com respeito e empatia. Mais do um projeto cultural, é um manifesto de acessibilidade e pertencimento.O projeto contará com:Audiodescrição e intérprete de Libras nas oficinas;Material de apoio em braile e fonte ampliada;Ambientes com acessibilidade física, com rampas de acesso, banheiros adpatados e sinalização tátil.60% das vagas das oficinas destinadas a alunos da rede pública.Instituições dedicadas a cegos, surdos e deficientes físicos serão convidadas para participar das oficinas como convidados especiais.

Democratização do acesso

O projeto “Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade” tem como eixo central a democratização do acesso à arte e à cultura, tanto em sua concepção quanto em sua execução. A proposta nasce do território e para o território, situada na Zona N1 de Belo Horizonte, especialmente no Terraço 81, espaço independente que vem se consolidando como ponto de encontro, criação e convivência artística em uma região historicamente marcada pela escassez de equipamentos culturais públicos e pela ausência de políticas continuadas de fomento à arte.A Zona N1 — que abrange bairros como Jaqueline, Jardim dos Comerciários, Céu Azul, Venda Nova e Planalto — reúne uma população majoritariamente negra, jovem e periférica, cuja participação em atividades culturais ainda é limitada pela distância geográfica em relação ao hipercentro e pelos custos de transporte e ingresso em eventos culturais. Nesse contexto, o “Cor da Noite” atua como política cultural descentralizadora, levando arte e formação artística a um território onde a cultura ainda é exceção, não rotina.A escolha do Terraço 81 como local-sede do projeto tem caráter simbólico e prático. Além de ser o local de residência da proponente, o espaço vem sendo gradualmente adaptado para receber atividades artísticas acessíveis, com estrutura de rampa, banheiros adaptados, sinalização visual e tátil, e o compromisso de manter sempre entrada gratuita e acesso universal. A realização do projeto no bairro também valoriza o protagonismo local e estimula o pertencimento comunitário — um movimento de dentro para fora, no qual os moradores não apenas consomem, mas participam ativamente da criação artística.Ações e medidas concretas de democratizaçãoAcesso gratuito e livre: Todas as atividades do projeto — exposição, performances, oficinas e rodas de conversa — terão acesso totalmente gratuito, sem necessidade de inscrição prévia ou retirada de ingressos. As ações serão amplamente divulgadas em escolas, CRAS, associações comunitárias e redes sociais, para garantir a participação espontânea do público local.Parcerias comunitárias e educacionais: Serão firmadas parcerias com escolas públicas da região, incluindo escolas estaduais e municipais de Jaqueline, Céu Azul e Venda Nova, que participarão de visitas mediadas à exposição e das oficinas formativas. O projeto também prevê convites específicos e ações inclusivas em parceria com a Associação de Cegos Louis Braille, Associação de Surdos de Minas Gerais e entidades que atendem pessoas com deficiência (PCDs), assegurando que o público com deficiência visual, auditiva e motora tenha plena participação nas atividades.Acessibilidade plena: A exposição e todas as atividades formativas serão adaptadas segundo diretrizes de acessibilidade cultural:Audiodescrição das obras e das performances;Intérprete de Libras em todas as rodas de conversa e apresentações;Sinalização tátil e visual nos espaços expositivos;Materiais de apoio com fonte ampliada e QR Codes acessíveis, que conduzem a descrições sonoras das obras;Atendimento mediado por monitores treinados para acolher o público com deficiência.A acessibilidade não será tratada como complemento, mas como parte integrante da linguagem artística e pedagógica do projeto.Formação e inclusão produtiva: As oficinas gratuitas de arte, performance, som e identidade afro-brasileira terão foco na formação de jovens e adultos da comunidade, promovendo a circulação de conhecimento e oportunidades de renda criativa. Cada oficina terá carga horária de 8 horas, com vagas prioritárias para moradores da Zona N1, pessoas negras, mulheres e PCDs. Ao final, será emitido certificado de participação, reforçando o caráter formativo e ampliando a valorização curricular dos participantes.Distribuição e comercialização dos produtos culturais: O projeto resultará em dois produtos principais de difusão pública:Minidocumentário “Cor da Noite” — que registrará as vivências e performances do projeto, com duração média de 10 minutos, disponibilizado gratuitamente nas redes sociais e no canal do YouTube do Coletivo Cor da Noite, com legendas, audiodescrição e tradução em Libras.Cartilha digital pedagógica — com relatos, imagens e reflexões sobre arte, ancestralidade e inclusão. O material será distribuído gratuitamente em formato PDF para escolas, coletivos e bibliotecas públicas, além de hospedado em plataforma aberta para download.Nenhum dos produtos do projeto será comercializado. A circulação é livre e gratuita, ampliando o alcance e a vida útil do conteúdo mesmo após o encerramento do projeto.Ensaio aberto e ações paralelas: Antes da abertura oficial da exposição, será realizado um ensaio aberto ao público, especialmente voltado para escolas e entidades parceiras, com o objetivo de apresentar o processo criativo e estimular o diálogo direto entre artistas e comunidade. Durante o período expositivo, o público poderá participar de visitas mediadas e oficinas paralelas de curta duração (1h a 2h), nas quais os participantes poderão experimentar técnicas de arte visual e performance, aproximando-se do fazer artístico.Transmissão e difusão pela internet: Para ampliar o acesso a públicos de outras regiões, parte da programação — incluindo rodas de conversa e bastidores das oficinas — será transmitida ao vivo nas redes sociais do coletivo, com legendas automáticas e interpretação em Libras. Os vídeos permanecerão disponíveis de forma permanente, permitindo o acesso posterior de escolas, universidades e grupos interessados em arte afro-brasileira e acessibilidade.Rede de multiplicação e legado: A proposta prevê a formação de uma rede de multiplicadores culturais, incentivando participantes das oficinas a replicarem os aprendizados em suas escolas, coletivos ou igrejas locais. O Coletivo Cor da Noite acompanhará esse processo com suporte remoto, orientando novas ações que ampliem o legado formativo do projeto.Além disso, será criado um cadastro digital de participantes e instituições parceiras, para futuras articulações e continuidade das ações, fomentando uma rede de cultura viva e solidária na Zona N1.Impacto simbólico e social da democratizaçãoMais do que oferecer acesso físico a atividades artísticas, o “Cor da Noite” atua na reconfiguração simbólica do que é considerado cultura e de quem tem direito a produzi-la. Ao ocupar o território periférico com arte afro-brasileira contemporânea, o projeto afirma que a cultura é um direito e não um privilégio — e que as periferias são também lugares de criação, saber e potência estética.A democratização de acesso proposta aqui é horizontal, participativa e decolonial: artistas e público compartilham o mesmo chão, as mesmas histórias e o mesmo desejo de visibilidade. Nesse sentido, o projeto não apenas leva arte à Zona N1, mas reconhece e legitima a arte que já nasce e pulsa ali, oferecendo estrutura, reconhecimento e projeção.Assim, “Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade” se consolida como uma ação de inclusão cultural efetiva, que alia acessibilidade, territorialidade, formação e pertencimento, transformando o Terraço 81 e seu entorno em um farol simbólico de resistência, beleza e ancestralidade negra em Belo Horizonte.

Ficha técnica

O projeto “Cor da Noite — Imersões Pretas em Arte e Ancestralidade” será executado por uma equipe multidisciplinar composta por profissionais com experiência comprovada em produção cultural, curadoria, comunicação, arte-educação e gestão de projetos incentivados. A equipe prioriza a contratação de mulheres negras, artistas periféricos e técnicos residentes na Zona Norte 1 de Belo Horizonte, em consonância com os princípios de equidade e valorização dos saberes locais.Coordenação Geral – Aline Augusta de Souza ReisPós Graduada em Auditoria e Controladoria Financeira -Cursou CICALT - Centro Interescolar de Cultura Arte Linguagens e Tecnologias / Escola de Música Ponto do Aumento,2017 a 2020 - Foi uma das fundadoras e vocalista do Bloco Arrepia que se apresentou nos carnavais de 2018 a 2020 em escolas, espaçoculturais e praças de Belo Horizonte.2022 - Fundou o grupo Cor da Noite e atua como principal vocalista nas apresentações quinzenais no Terraço 81, no Bairro Jaqueline, região norte de Belo Horizonte e, se tornou uma das principais referências do samba de raiz da capital mineira atualmente.2024 e 2025 -Vocalista na Bateria Show Mestre Linguinha que se apresenta durante o carnaval na capital mineira e em diversas cidades do estado Responsável pela gestão geral do projeto, articulação institucional, coordenação das etapas de planejamento e execução, acompanhamento orçamentário e interlocução com o MinC.Curadoria e Direção Artística – Leirson LourençoGraduado Gestão Comercial. Cursou a Escola de Artes Capitão Carambola em Vespasiano. Produtor do grupo de samba Cor da Noite1996 -Fundou o grupo de samba Partido Mineiro que se apresentou nas principais casas de show de Belo Horizonte por até o ano 2000.2000 - Fundou o grupo de samba Realidade que se destacou no cenário local, classificando a canção autoral Sem Você não Faz Sentido, composta por Leirson Luiz e Leonardo Rocha, em sétimo lugar no Festival Extra em 2004.2013 - Fundou o grupo Batuque de União que se apresentou durante 7 anos no Don Espeto, no Bairro União, região nordeste de Belo Horizonte2017 - Fundou o bloco carnavalesco Arrepia, que se apresentou em várias regionais, escolas públicas e no carnaval de Belo Horizonte nos anos de 2018 a 2020. Nesta mesma época, acompanhou a bateria show do Mestre Linguinha pelo estado.2020 - Apresentou-se como músico violonista no projeto Samba de Mestre, acompanhando artistas como o seu tio Mestre Conga; e para a bateria show do Mestre Linguinha.2022 - Fundou o grupo Cor da Noite, que se apresenta quinzenalmente no Terraço 81, no Bairro Jaqueline, região norte de Belo Horizonte e, se tornou uma das principais referências do samba de raiz na capital mineira. Responsável pela concepção estética do evento, seleção de obras e proposição da identidade artística do projeto.Produção Executiva – Produtor Cultural Associado (nome a confirmar) Profissional com experiência em execução de projetos via Lei Rouanet e Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Responsável pela logística de produção, cronograma, contratações e suporte técnico às ações formativas e apresentações.Assistente de Produção – Profissional local da Zona N1 Atuação direta nas etapas de montagem, apoio técnico e interface comunitária, com prioridade para jovem residente na região.Coordenação de Comunicação e Mídias Digitais – Gislaine GonçalvesBacharel em direito.Responsável pela elaboração e execução do plano de comunicação, gestão das redes sociais, relacionamento com imprensa e produção de conteúdo acessível (audiodescrição e Libras em peças audiovisuais).Idealizadora e coordenadora do Projeto Gis, iniciativa voluntária de valorização da arte e da cultura de Belo Horizonte e região metropolitana, com foco em artistas independentes. O projeto nasceu em 2018, a partir de registros audiovisuais de apresentações musicais, e consolidou-se como espaço de visibilidade para músicos, cantores, atores e dançarinos que não têm acesso às grandes mídias.Entre as principais realizações:• Produção de mais de 40 vídeos profissionais para cerca de 30 artistas durante a pandemia de Covid-19, em parceria com a Agência Objetividade Audiovisual;• Realização do documentário Uma História que Merece Ser Contada (2021), sobre o Grupo Tradicionalmente, referência no samba mineiro, além de minidocumentários sobre o sambista Fernando Bento e os Blocos Caricatos de BH (2022), fundamentais para o reconhecimento desta manifestação como patrimônio imaterial da cidade;• Registros audiovisuais acessíveis de artistas e grupos como Tom Nascimento, Alexandre Massauh, Fernando Bento, Álvaro Ferr, Ana Proença, Bom D’Samba, Resenha do Juninho Moreno, Grupo Axtral e Cor da Noite;• Produção de conteúdos para redes sociais, entrevistas e portfólios de artistas, contribuindo para a profissionalização e ampliação de seu alcance.Atualmente, Gislaine se dedica ao Projeto Gis, consolidando-o como um importante canal de fortalecimento da cena cultural independente de Minas Gerais, com impacto direto na visibilidade, na memória e na valorização da música e da arte local. Gislaine também é a responsável pela produção audiovisual do coletivo Cor da Noite.Coordenação Pedagógica / Ações Formativas – Arte Educadora Flávia BarbozaAdministradora, Pós Graduada em Processos Metalúrgicos de transformação. Artista plástica. Poeta. Palhaça. Arte Educadora.Responsável pelo desenho e acompanhamento das oficinas, vivências e rodas de conversa, garantindo coerência metodológica e inclusão pedagógica.Profissional que tem dedicado mais de 13 anos no atendimento voluntário a pessoas hospitalizadas, em situação de rua e/ou vulnerabilidade social. Arte Educadora do Programa - Arte da Saúde - Ateliê de Cidadania, programa onde a arte é utilizada para mitigar os efeitos dos medicamentos utilizados por crianças/jovens neuroatipicos/neurodiversos, objetivando a inclusão e participação ativa dos participantes na sociedade. Esteve coordenadora da Casa das Poesias - na Vila Andiroba, onde coordenou 15 atividades gratuitas e voluntárias para os moradores da Vila. Técnico de Som e Iluminação – Profissional local (a confirmar) Responsável por operação técnica de palco, iluminação e sonorização durante a mostra e as atividades artísticas.Designer e Montador de Exposição – Artista visual convidado Atua na concepção visual dos espaços expositivos, montagem e sinalização tátil.Registro Audiovisual e Fotográfico – Coletivo de Mídia Independente Responsável pela captação, edição e finalização do material audiovisual e fotográfico do projeto, incluindo a produção de um mini documentário e relatório visual de resultados.Consultoria Contábil e Prestação de Contas – Contador habilitado (CRC ativo) Profissional responsável pela escrituração financeira, conciliação de documentos, relatórios e elaboração da prestação de contas conforme as exigências do MinC.Apoio Administrativo / Secretaria de Produção – Profissional de apoio local Atuação nas rotinas administrativas, controle de contratos e apoio logístico às ações de campo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.