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PRONAC 2515219Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Timbalada – Ritmo, Cor e História.

CASAMATA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 3,99 mi
Aprovado
R$ 3,99 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (10)
Alagoinhas BahiaBarreiras BahiaFeira de Santana BahiaIlhéus BahiaItabuna BahiaJequié BahiaJuazeiro BahiaSalvador BahiaSanto Antônio de Jesus BahiaVitória da Conquista

Resumo

"Timbalada _ Ritmo, Cor e História" é um musical inédito e itinerante que narra a trajetória da Timbalada, desde sua criação por Carlinhos Brown no bairro do Candeal, em Salvador, até os dias atuais. O projeto realizará uma temporada de apresentações em 10 cidades da Bahia — Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Juazeiro, Barreiras, Alagoinhas e Santo Antônio de Jesus —, celebrando a história, a estética e o legado da percussão afro-baiana. Como ação complementar, serão promovidas oficinas gratuitas de percussão afro-baiana, pintura corporal e história da Timbalada em cada cidade, com foco na formação artística, inclusão social e valorização da cultura afro-brasileira.

Sinopse

“Timbalada – Ritmo, Cor e História” é um projeto artístico, educativo e cultural que propõe a realização de um musical inédito e itinerante inspirado na trajetória da Timbalada — um dos mais importantes movimentos de valorização da cultura afro-brasileira. Criada por Carlinhos Brown no bairro do Candeal, em Salvador, a Timbalada transformou-se em símbolo de resistência, pertencimento e inovação, elevando a percussão afro-baiana à condição de linguagem universal.O projeto une arte e formação em uma proposta integrada: a montagem e circulação do espetáculo musical em dez cidades da Bahia — Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Juazeiro, Barreiras, Alagoinhas e Santo Antônio de Jesus — e a realização de oficinas formativas gratuitas voltadas à percussão, expressão corporal e história da Timbalada. A iniciativa pretende formar novos artistas, fortalecer a identidade afro-baiana e difundir a memória de um movimento que transformou o modo de fazer e sentir música no Brasil. Por meio de uma encenação vibrante que combina dança, música ao vivo, performance e elementos audiovisuais, o espetáculo homenageia as origens do Candeal e celebra a ancestralidade como força criadora. A dramaturgia evidencia o poder da arte como instrumento de cidadania e transformação social, destacando a importância da Timbalada na promoção da autoestima e da visibilidade das comunidades negras.O projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, a preservação do patrimônio imaterial afro-brasileiro e a formação de públicos, consolidando a Timbalada não apenas como banda, mas como símbolo vivo de uma cultura que pulsa, ensina e transforma.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar a montagem e temporada itinerante do musical "Timbalada _ Ritmo, Cor e História" em 10 cidades do Estado da Bahia — Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Juazeiro, Barreiras, Alagoinhas e Santo Antônio de Jesus —, apresentando um espetáculo cênico-musical inédito que conta a trajetória da Timbalada desde sua criação por Carlinhos Brown até os dias atuais.O projeto tem como finalidade difundir a cultura afro-baiana, valorizar o patrimônio imaterial do Candeal e promover a inclusão social por meio da arte, realizando também oficinas formativas gratuitas em cada cidade, voltadas à formação artística e cidadania cultural de jovens e adultos. Objetivos Específicos:1) PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (MUSICAL):Realizar 10 apresentações do musical inédito "Timbalada _ Ritmo, Cor e História" 2) PRODUTO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO (FORMAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL):Realizar 10 ciclos de oficinas formativas gratuitas.

Justificativa

"Timbalada _ Ritmo, Cor e História" é um projeto socioeducativo, artístico e histórico que nasce da necessidade de preservar, difundir e valorizar a cultura afro-brasileira por meio da trajetória de um dos maiores movimentos culturais do país. A Timbalada, surgida no bairro do Candeal sob a inspiração e liderança de Carlinhos Brown, transformou-se em símbolo de resistência, inovação e pertencimento, consolidando a percussão afrobaiana como linguagem universal de identidade e transformação social.O Candeal, uma das comunidades mais antigas de Salvador, é o berço dessa história. Seu nome vem da planta Candeia, abundante na região no século XVIII, e sua origem está ligada à força e à coragem de Josefa de Santana, uma mulher negra liberta que, ao lado de Manuel Mendes, fundou a "Roça Candeal Pequeno". Esse território, que se tornou um verdadeiro quilombo urbano, foi espaço de acolhimento, liberdade e espiritualidade. Dona Josefa dedicou sua vida a comprar e libertar pessoas escravizadas, consolidando ali um núcleo de resistência que, até hoje, reverbera nas tradições afro-brasileiras e no senso de coletividade do bairro.Essa herança de coragem e solidariedade constitui o alicerce da Timbalada, movimento que, desde os anos 1990, traduz em som, cor e ritmo a força ancestral da cultura negra. Sob a visão de Carlinhos Brown, a arte tornou-se instrumento de cidadania e reexistência: um gesto político e poético de reconstrução identitária. O projeto elevou o timbau, antes marginalizado, à condição de protagonista, transformando o fazer musical em um ato de libertação e orgulho étnico.A valorização da cultura afro-brasileira está no cerne da proposta. O projeto reafirma a contribuição dos povos africanos e afrodescendentes à formação cultural do Brasil, celebrando a oralidade, os saberes tradicionais, a espiritualidade e a estética negra como pilares da identidade nacional. A Timbalada representa a continuidade viva dessa herança, promovendo a autoestima, o pertencimento e a visibilidade das comunidades negras através da arte.Desde sua fundação, a Timbalada destacou-se por sua sonoridade vibrante, que revolucionou a música baiana e o modo de tocar o timbau. Os ensaios no histórico Candyall Guetho Square tornaram-se espaços de aprendizado, encontro e transformação social. Sua trajetória, marcada por apresentações internacionais — como no Carnaval de Madri (2005), no Brazilian Day de Nova York (2002) e no Festival Internacional de Jazz de Montreal (2000) —, consolidou o grupo como um patrimônio artístico e imaterial da cultura brasileira.Mais do que uma banda, a Timbalada é uma escola de cultura viva, cuja filosofia se ancora na coletividade e no respeito às tradições afrodescendentes. Sua estética — das pinturas corporais aos tambores — constitui um símbolo de resistência cultural e expressão de beleza ancestral. O projeto "Timbalada _ Ritmo, Cor e História" propõe-se, portanto, a salvaguardar esse legado, promovendo oficinas práticas, artísticas e históricas que formam novas gerações de artistas e cidadãos conscientes de sua herança cultural.Trata-se de um trabalho que une memória, formação e valorização da cultura afro-brasileira, ampliando o acesso à arte e reafirmando o papel do Candeal como território simbólico de liberdade e criação. Ao fazê-lo, o projeto contribui para a construção de uma sociedade mais diversa, igualitária e plural.Dessa forma, "Timbalada _ Ritmo, Cor e História" não é apenas um projeto artístico, mas uma ação de reconhecimento e preservação da identidade negra brasileira, que transforma resistência em ritmo, e memória em futuro. O musical "Timbalada _ Ritmo, Cor e História" assume um papel fundamental na transmissão de memória e legado às novas gerações, recontando a trajetória de um movimento que transformou o cenário cultural brasileiro. Mais do que revisitar o passado, a obra oferece uma leitura viva e sensível de como a Timbalada rompeu barreiras sociais, raciais e artísticas, levando a percussão afro-baiana dos becos do Candeal aos palcos do mundo. Ao reconstruir em cena sua história de resistência e conquista, o espetáculo reafirma a importância da arte como instrumento de transformação e como veículo de valorização da cultura afro-brasileira. Em tempos em que a memória coletiva corre o risco do esquecimento, o musical torna-se um espaço de aprendizado, reconhecimento e celebração, garantindo que o legado da Timbalada continue inspirando novas gerações a acreditarem na força da identidade, da ancestralidade e da criação coletiva.Enquadramento na Lei Federal de Incentivo à Cultura _ Lei nº 8.313/91:O projeto enquadra-se no artigo 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), nos seguintes dispositivos:Inciso III, alínea "f" _ "atividades de caráter educativo e de formação cultural";Inciso IV, alínea "a" _ "projetos de preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial";Inciso V, alínea "c" _ "iniciativas que visem à valorização da diversidade cultural brasileira, especialmente das culturas afro-brasileira e indígena".Assim, o projeto atende plenamente aos objetivos da Lei, ao promover ações educativas e formativas, salvaguardar expressões da cultura afro-brasileira e contribuir para a difusão de práticas artísticas tradicionais que integram o patrimônio imaterial nacional.

Estratégia de execução

PRÉ-ROTEIRO:Timbalada – Ritmo, Cor e História:Concepção e texto: André Sampaio. Cena 1 – O Chamado do Candeal (Raiz e Origem, 1993):Luz âmbar. O som do vento corta o palco. Um canto iorubá ecoa.Uma voz em off:“Antes do tambor, havia o silêncio.E no silêncio, o coração do Candeal já batia.”Surge Josefa de Santana, mulher negra e livre, trazendo uma lamparina.Atrás dela, o Candeal em imagens — casas simples, crianças com tambores, risos e fé.Josefa fala:“Aqui plantei liberdade. Cada batida é um nome que não deixei morrer.”O timbau soa pela primeira vez.O elenco canta “Canto Pro Mar” (1993) — o início de tudo:“Eu canto pro mar, pra lua e pra vida,pra ver meu povo sorrir outra vez.”O mar é símbolo da travessia e do renascimento.A música se mistura ao som dos tambores. O público sente nascer um movimento. Cena 2 – O Nascimento do Som (1994):O Candeal se enche de juventude.Crianças batem em latas, velhos ensinam os toques antigos.O palco vira rua, escola e festa.A voz em off:“No meio da falta, nasceu o som.No meio da carência, nasceu a invenção.”O elenco canta “Beija-Flor”, hino de liberdade:“Beija-flor, me beija, me leva no vento,me ensina a voar nesse tempo.”Brown surge no centro da roda.O público vibra.Logo em seguida, o clima se transforma com “Margarida Perfumada” (1994) — o amor como poesia popular.“Margarida perfumada, o perfume é teu calor.”As cores ganham intensidade.O som é leve, mas firme. A Timbalada encontra sua identidade. Cena 3 – O Som que Vira Festa (1994–1995):O ritmo toma conta das ruas de Salvador.As cordas do trio elétrico aparecem.O público se mistura aos timbais.É o carnaval, o nascimento de uma estética sonora.O elenco canta “Água Mineral”:“Você gosta de beber, de beber, de beber água mineral...”O som é brincadeira e revolução.O palco se transforma em avenida, e o povo é o coro.A seguir, a banda atinge maturidade com “Toneladas de Desejo” (1995) — o amor e o mar se reencontram:“Toneladas de desejo, vem comigo que eu te levo pro mar.”A cena termina em explosão de luz e percussão.O som do timbau ecoa como trovão. Cena 4 – A Timbalada do Mundo (Anos 2000):Projeções mostram viagens, palcos e multidões.A Timbalada já é patrimônio cultural.O público canta junto “Trilha Sonora” (2000):“Sou trilha sonora do amor,sou o batuque que o tempo não apagou.”As imagens se fundem com o rosto de Brown sorrindo.O grupo segue com “Por Conta Desse Amor”, marcada por ternura e maturidade:“Por conta desse amor, sigo tocando a minha vida.”O ritmo se mistura ao samba-reggae moderno.Luzes azuis e douradas.O som agora é universal, sem perder a alma do Candeal.Logo, surge “Namoro a Dois”, momento de leveza e cumplicidade.“Namoro a dois, amor de paz, de cor e tambor.”O palco vira um terreiro de alegria. Cena 5 – Reexistência e Continuidade (Anos 2010):O tempo passa, mas o som permanece.As novas gerações da Timbalada assumem o palco.O elenco canta “Se Você Se For” — canção de despedida e permanência:“Se você se for, o tambor não cala, ele ainda chama por nós.”As imagens projetam os antigos timbaleiros.A emoção domina o palco.O público reconhece que a Timbalada é ponte entre ontem e amanhã. Cena 6 – Reciclar o Futuro (Anos 2020):O cenário é contemporâneo.O palco se transforma em um espaço de reflexão.A canção “Reciclar” surge como manifesto ecológico e cultural:“Reciclar o som, reciclar o amor,renascer das cinzas, tambor e flor.”Os músicos e bailarinos se unem em um círculo de tambores.O som se mistura à batida do coração do público.Para encerrar, a nova geração canta “Minha História” (2022), homenagem a Brown, ao Candeal e ao povo:“Essa é minha história, escrita no tambor.Timbalada é memória, é força e é amor.” Epílogo:Luz branca.Todos os artistas no palco.Josefa de Santana reaparece com a lamparina.“Quem planta liberdade, colhe ritmo.Quem toca tambor, chama o futuro.”O elenco canta um trecho de todas as músicas, costurando o passado e o presente.O público se levanta.O Candeal permanece — eterno, vivo e pulsante.___________________________________________________________________X____________________________________________________________ PLANO PEDAGÓGICO:Timbalada – Ritmo, Cor e História:Concepção e texto: André Sampaio.1. Introdução:O projeto “Timbalada – Ritmo, Cor e História” propõe unir arte e educação como instrumentos de cidadania e pertencimento. Inspirado na trajetória da Timbalada, criada por Carlinhos Brown no bairro do Candeal, o plano pedagógico tem como base a valorização da cultura afro-baiana e a formação de novos artistas. Cada oficina é um espaço de escuta e criação, em que o ritmo e o corpo tornam-se pontes entre ancestralidade e futuro.2. Objetivos:Promover a formação artística e cultural de jovens e adultos, fortalecendo a identidade afro-brasileira e o protagonismo das comunidades locais.Objetivos Específicos:Oferecer 10 ciclos de oficinas formativas, com 100 alunos por cidade; desenvolver competências artísticas e expressivas; valorizar a história da Timbalada e do Candeal; incentivar o diálogo entre mestres e aprendizes; difundir a arte como ferramenta de transformação social.3. Estrutura das Oficinas:Serão realizadas 10 oficinas nas cidades que recebem o espetáculo itinerante. Cada ciclo terá carga horária de 16 horas, divididas em três módulos:Percussão Afro-Baiana: fundamentos rítmicos, técnica e prática coletiva.Expressão Corporal e Cênica: ritmo, movimento e presença.História da Timbalada e Cultura Afro-Baiana: ancestralidade e oralidade.As atividades serão conduzidas por músicos da Timbalada e educadores culturais, com acompanhamento da coordenação pedagógica.4. Metodologia:O processo formativo será participativo e inclusivo, unindo teoria e prática. A aprendizagem ocorrerá em roda, formato que simboliza igualdade e troca. O som do tambor e o gesto corporal serão elementos centrais de construção de identidade e consciência coletiva. As oficinas promoverão a vivência artística como experiência sensorial e comunitária, estimulando o diálogo entre tradição e contemporaneidade.5. Conteúdo Programático:Percussão Afro-Baiana: história dos instrumentos, técnicas básicas, estrutura rítmica e prática coletiva.Expressão Corporal e Cênica: consciência corporal, improvisação e dança afro.História da Timbalada: origem do Candeal, papel social da música e cultura afro-brasileira como herança viva.6. Público-Alvo:Jovens e adultos a partir de 14 anos; estudantes da rede pública; moradores de comunidades periféricas; artistas e educadores interessados em cultura popular.7. Acessibilidade:Todas as oficinas adotarão recursos de acessibilidade, com intérprete de Libras, espaços adaptados e materiais em fonte ampliada e formato digital. A metodologia respeitará diferentes ritmos e modos de aprendizagem, garantindo participação plena de todos os alunos.8. Avaliação:A avaliação será processual e contínua, baseada na observação do desenvolvimento artístico e na participação coletiva. Cada oficina culminará em uma apresentação pública, integrando música e corpo em um ato de celebração e aprendizado.9. Resultados Esperados:Formação de 1.000 novos participantes em práticas afro-baianas; fortalecimento da autoestima e da cidadania cultural; ampliação da rede de artistas locais; preservação da memória da Timbalada como símbolo de resistência e identidade.10. Considerações Finais:O plano pedagógico reafirma a arte como território de liberdade e expressão. Mais do que ensinar técnica, as oficinas despertam consciência e pertencimento. Timbalada é escola, tambor e voz coletiva — o som que educa, transforma e une passado e futuro.

Especificação técnica

1. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas (Musical):Título: Timbalada – Ritmo, Cor e HistóriaQuantidade: 10 apresentações gratuitasCidades: Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Juazeiro, Barreiras, Alagoinhas e Santo Antônio de Jesus.Duração média: 90 minutosClassificação indicativa: LivreDescrição técnica:O espetáculo é um musical inédito de grande porte que integra música ao vivo, dança, teatro e projeções audiovisuais. A estrutura técnica inclui:Palco modular itinerante, adaptável a diferentes espaços (teatros, praças e centros culturais);Sistema de sonorização profissional com microfones sem fio, tambores afro-baianos, instrumentos de percussão, teclados, guitarras, baixos e cordas;Iluminação cênica com refletores LED, moving lights e sistema DMX controlado digitalmente;Cenografia composta por painéis de LED, estruturas metálicas, tecidos translúcidos e elementos sustentáveis inspirados na estética do Candeal;Figurinos originais, confeccionados com tecidos naturais e tingimentos artesanais, em diálogo com as pinturas corporais da Timbalada;Projeções audiovisuais com conteúdo digital artístico, retratando imagens históricas e simbólicas do bairro do Candeal e da cultura afro-brasileira;Equipe artística e técnica composta por 10 atores, 25 músicos e 20 profissionais de apoio (produção, técnica, direção, sonorização, iluminação, figurino e logística);Acessibilidade garantida, com intérprete de Libras, audiodescrição e materiais informativos em braile e versão digital ampliada.Objetivo técnico:Promover a difusão da cultura afro-baiana por meio de uma encenação de alta qualidade técnica e estética, valorizando o legado da Timbalada como expressão de identidade e resistência.

Acessibilidade

O projeto assegura acessibilidade física, sensorial e comunicacional em todas as suas etapas. Serão disponibilizados intérpretes de Libras nas apresentações, audiodescrição a partir de "QR" codes, com acesso livre a partir de "smart phones". Todo o conteúdo de divulgação incluirá versões acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva. Além disso, a proposta estética considera a multissensorialidade como princípio, fazendo com que som, luz e vibração criem um ambiente acessível também aos corpos não normativos.Disponibilização de equipe de monitores para atendimento a pessoas com dificuldade de compreensão de conteúdo (definiciências intelectuais), encaminhando esse público para áreas específicas no percurso das apresentações.

Democratização do acesso

Todas as atividades formativas e apresentações terão ingresso gratuito. A difusão se estenderá por meios digitais, com registro audiovisual integral do espetáculo e disponibilização gratuita nas plataformas do projeto e das instituições parceiras. Em atendimento ao artigo 47, da Instrução Normativa n.23/2025, o proponente se compromete a atender o inciso III do citado artigo:"disponibilizar, na internet, registros audiovisuais do espetáculo, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição."

Ficha técnica

Proponente, Coordenação Geral, Gestão e administracão do Projeto: Casamata Produções.A Casamata Produções é uma empresa baiana com ampla trajetória no setor cultural e artístico, especializada na realização de grandes eventos, turnês musicais, espetáculos e ações de impacto sociocultural. Com mais de 15 anos de atuação, consolidou-se como referência em gestão e produção cultural, com foco na música popular, na cultura afro-brasileira e nas artes cênicas. Em seu portfólio constam colaborações com nomes de destaque da cena musical brasileira, como Carlinhos Brown, Timbalada, É o Tchan, Léo Santana e Margareth Menezes, além de projetos em parceria com o Governo da Bahia e o Ministério da Cultura. A Casamata se distingue pela excelência técnica e pela capacidade de articular produção cultural, responsabilidade social e inovação criativa, atuando em todas as etapas do processo — da concepção e captação à execução e prestação de contas. Sua missão é fortalecer a cadeia produtiva da cultura e ampliar o acesso à arte em seus diversos formatos.Direção Geral: Carlinhos Brown.Carlinhos Brown é cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor musical, arranjador e um dos maiores expoentes da música afro-brasileira contemporânea. Nascido no bairro do Candeal, em Salvador, construiu uma trajetória marcada pela originalidade e pela valorização das raízes africanas na música brasileira. Com mais de quatro décadas de carreira, é reconhecido internacionalmente como fundador da Timbalada, criador do Candyall Guetho Square e cofundador do grupo Tribalistas, ao lado de Marisa Monte e Arnaldo Antunes. Sua atuação transcende o campo artístico: é agente de transformação social e idealizador de projetos educativos voltados à juventude das periferias de Salvador. Nomeado Embaixador Ibero-Americano da Cultura, Brown é símbolo da convergência entre arte, ancestralidade e compromisso social.Direção Musical: Salvador Produções.A Salvador Produções é uma das principais empresas de entretenimento do Nordeste, com atuação consolidada na gestão de carreiras artísticas, produção musical e realização de shows e grandes eventos. Responsável pela administração de artistas de destaque da música baiana e nacional, atua também em projetos de difusão cultural em parceria com instituições públicas e privadas. Com expertise em direção musical, reúne profissionais de alto nível técnico nas áreas de arranjo, mixagem, masterização e sonorização ao vivo. A Salvador Produções alia tecnologia e sensibilidade artística, garantindo excelência em todas as etapas da criação sonora e reafirmando a força das sonoridades afro-baianas.Texto e Concepção Original: André Sampaio.André Luís da Silva Sampaio Hardman é dramaturgo, diretor, ator e produtor cultural, com mais de 25 anos de carreira dedicados às artes cênicas e à formação artística. Doutorando em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP, sob orientação de Reginaldo Prandi, desenvolve pesquisa sobre oralidade, mito e dramaturgia afro-brasileira. É fundador e diretor da Diversus Cia Teatral, companhia inclusiva que integra pessoas com e sem deficiência, e coordena a Casa de Cultura André Sampaio, espaço voltado à democratização do acesso à arte. Entre seus principais trabalhos estão os espetáculos Dom Quixote do Brasil, O Pequeno Príncipe em Versão Brasileira, Uma Broadway Brasileira e É Pela Água que a Canção Escorre – Omi ni Orin nṣàn.Produção Executiva: Casamata Produções.Responsável pela execução técnica e administrativa do projeto, a Casamata Produções atua na coordenação de equipes, gestão orçamentária, logística e relacionamento institucional. Sua experiência consolidada em produções de grande porte assegura o cumprimento rigoroso dos prazos e exigências legais, garantindo a viabilidade e excelência de todas as etapas do espetáculo. A empresa pauta sua atuação em práticas sustentáveis e inclusivas, priorizando a contratação de profissionais locais e o fortalecimento das cadeias produtivas da cultura.Coordenação Administrativa e Jurídica: Nildo Hardman.Nildo Hardman é gestor administrativo e produtor cultural com ampla experiência em planejamento financeiro, captação de recursos e prestação de contas de projetos aprovados por leis de incentivo à cultura. Atua há mais de 20 anos na área, tendo coordenado iniciativas em parceria com o Ministério da Cultura, o Governo da Bahia e instituições privadas. É sócio da Casamata Produções e responsável pela estrutura administrativa e jurídica da empresa, zelando pelo cumprimento das normas legais e pela transparência na execução dos projetos.Cenografia: Marco Lima.Marco Lima é cenógrafo, diretor de arte e artista visual com sólida trajetória nas artes cênicas brasileiras. Trabalhou em produções de teatro, dança e música, assinando cenários para grandes espetáculos em todo o país. Sua estética alia tecnologia, ancestralidade e simbolismo, criando espaços que dialogam com a narrativa e a emoção dos intérpretes. No musical, propõe uma cenografia imersiva, com elementos naturais, projeções digitais e materiais sustentáveis, evocando as paisagens do Candeal como territórios de memória e criação.Figurino: Cláudio Tovar.Cláudio Tovar é figurinista e artista plástico com mais de 40 anos de carreira dedicados ao teatro, à ópera, à dança e ao cinema. Reconhecido por sua sofisticação estética e domínio técnico, criou figurinos para produções emblemáticas, sendo premiado diversas vezes por seu trabalho autoral. Em “Timbalada – Ritmo, Cor e História”, seus figurinos celebram a pluralidade da cultura afro-brasileira, fundindo tradição e contemporaneidade em uma paleta vibrante e poética.Produção: Françoise Fillon.Françoise Fillon é produtora cultural e diretora de produção com ampla experiência na realização de projetos artísticos, musicais e educativos. Atua há mais de 20 anos na área cultural, com passagens por grandes eventos, festivais e turnês nacionais. Cofundadora do Grupo Prismma, desenvolve produções em parceria com artistas e instituições de todo o Brasil. Seu trabalho é pautado pela organização, sensibilidade e compromisso com a qualidade técnica e estética de cada projeto.Músicos: Timbalada.Formada em 1991 no bairro do Candeal, em Salvador, a Timbalada é uma banda de expressão percussiva afro-baiana idealizada por Carlinhos Brown. Sua sonoridade singular, centrada no timbau, uniu samba-reggae, axé e música popular brasileira, consolidando-se como símbolo da identidade afro-brasileira. Ao longo de mais de três décadas, a banda levou o batuque, as pinturas corporais e o legado do Candeal aos palcos do Brasil e do mundo. Além da música, desenvolve iniciativas de formação e inclusão social, consolidando-se como movimento cultural que reivindica a ancestralidade como motor de transformação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Bahia