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PRONAC 2515223Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Flor dágua, mulher rio- circulação nacional

48.400.144 SIBELLE CRISTINE LINO LELIS DO VAL
Solicitado
R$ 594,5 mil
Aprovado
R$ 594,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Carinhanha
Início
2026-09-07
Término
2027-09-06
Locais de realização (2)
Salvador BahiaBelo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Flor D’Água, Mulher Rio" é um espetáculo teatral-musical autoral que entrelaça dramaturgia, canto ancestral e narrativa poética para celebrar as vozes femininas ribeirinhas do São Francisco. Criada pela atriz e musicoterapeuta Sibelle Lélis, a obra convida o público a uma imersão sensorial em memórias e saberes de mulheres que vivem às margens do rio, unindo arte, espiritualidade e pertencimento. A circulação nacional prevê apresentações em diferentes cidades brasileiras e ações formativas _ os Círculos Femininos Criativos _, que promovem escuta, criação e fortalecimento de identidades. O projeto reafirma o protagonismo feminino e a descentralização da cultura.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA E DOS PRODUTOS1. Espetáculo Teatral-Musical – “Flor D’água, Mulher Rio” Formato: espetáculo presencial, 60 minutos de duração. Sinopse: Flor D’água, Mulher Rio é um espetáculo de teatro musical que entrelaça narrativa, canto e performance em uma travessia poética inspirada nas vozes e histórias de mulheres ribeirinhas do Rio São Francisco. A obra conduz o público por um percurso sensorial entre águas, memórias e territórios femininos, mesclando canto ancestral, dramaturgia autoral e musicalidade ao vivo. Concebido como um rito cênico contemporâneo, o espetáculo convoca o corpo e a voz como instrumentos de escuta, cura e pertencimento, propondo uma experiência estética que une espiritualidade, arte popular e ancestralidade. Classificação indicativa: Livre. Público estimado: 1.800 pessoas em apresentações presenciais. Produtos resultantes: 16 apresentações (8 em cada cidade). 2. Círculo Feminino Criativo – Ação Formativa e Sociocultural Formato: vivência formativa presencial, duração de 3 horas, com até 60 participantes por cidade. Sinopse: Os Círculos Femininos Criativos são espaços de escuta, expressão e partilha entre mulheres, integrando canto, corpo, escrita simbólica e práticas de reconexão. A metodologia, inspirada em autoras como Clarissa Pinkola Estés e Jean Shinoda Bolen, propõe dinâmicas de voz, respiração, escrita intuitiva e canto coletivo, conduzidas por Sibelle Lélis, Lilith Marques e Dra. Rayana Andrade. A ação tem caráter artístico-formativo e terapêutico, promovendo o fortalecimento das identidades femininas e o pertencimento social. Conta com recursos de acessibilidade (Libras, mediação sensível e espaço infantil Ninho das Águas). Classificação indicativa: 16 anos (recomendada para público adulto). Público estimado: 120 mulheres participantes (60 por cidade). 3. Espaço Infantil – “Ninho das Águas” Formato: ação de acolhimento e mediação lúdica durante as sessões do espetáculo e os círculos femininos. Sinopse: O Ninho das Águas é um espaço lúdico e acessível destinado a acolher crianças enquanto suas mães participam das atividades formativas ou assistem ao espetáculo. Inspirado nos elementos da natureza e na simbologia das águas, o ambiente é mediado por cuidadoras especializadas e estruturado com brinquedos, tecidos, sons e materiais sensoriais que estimulam a imaginação e o bem-estar infantil. A proposta garante inclusão e acesso cultural para mães, reforçando o caráter acolhedor e comunitário do projeto. Classificação indicativa: Livre. Público estimado: até 20 crianças por sessão/formação. 4. Registro Fotográfico e Audiovisual do Projeto Formato: documentação de bastidores, apresentações e vivências (fotos e vídeos). Sinopse: O projeto prevê registro completo das apresentações e ações formativas, incluindo cobertura fotográfica e audiovisual para fins de divulgação, memória e prestação de contas. O material resultante será disponibilizado para uso institucional e educativo, promovendo o acesso ao processo criativo e à trajetória do projeto. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar a circulação nacional do espetáculo "Flor D’Água, Mulher Rio", promovendo o acesso democrático à arte cênico-musical produzida no interior da Bahia e difundindo narrativas femininas ribeirinhas como expressão de memória, identidade e pertencimento. O projeto visa fortalecer o protagonismo de mulheres na cultura, ampliar a visibilidade da produção artística regional e fomentar processos de formação e escuta coletiva através das artes integradas — teatro, música e voz.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar 16 apresentações públicas do espetáculo teatral-musical "Flor D’Água, Mulher Rio" em cidades de diferentes regiões do país, garantindo acesso gratuito e ações de acessibilidade (tradução em Libras, mediação sensível e o espaço "Ninho das Águas"). Meta: alcançar diretamente cerca de 1.800 espectadores presenciais.Promover 2 vivências formativas denominadas "Círculos Femininos Criativos", voltadas ao fortalecimento de redes de mulheres artistas, educadoras e líderes comunitárias. Meta: envolver até 60 mulheres por cidade, totalizando 120 participantes diretas.Valorizar a produção cultural do interior da Bahia, projetando nacionalmente a criação de uma artista e equipe originárias do sertão ribeirinho e fomentando o intercâmbio entre territórios culturais diversos. Meta: difundir o espetáculo e suas ações em pelo menos 2 grandes centros culturais e em plataformas digitais de comunicação cultural.Garantir o acesso inclusivo e acolhedor ao público feminino com filhos, através da implantação do espaço "Ninho das Águas", que possibilita a presença de mães com crianças pequenas durante as apresentações. Meta: oferecer estrutura de acolhimento em todas as cidades da circulação.Documentar e divulgar os resultados artísticos e formativos da circulação, fortalecendo o alcance do projeto junto à imprensa e às redes sociais. Meta: produzir 1 vídeo institucional, 1 relatório fotográfico e 10 publicações digitais ao longo da execução.Estimular a formação de público e a reflexão sobre o feminino, a natureza e o território, por meio da linguagem poética e da música como ferramentas de transformação social. Meta: alcançar cerca de 5.000 pessoas de público total, entre ações presenciais e alcance digital.

Justificativa

"Flor D’Água, Mulher Rio" é um espetáculo teatral-musical de criação autoral que nasce das margens do Rio São Francisco e das vivências da atriz, cantora e musicoterapeuta Sibelle Lélis, mulher ribeirinha e agente territorial de cultura da Bahia. A obra foi construída a partir de um processo de pesquisa e criação de mais de dez anos, resultando em uma montagem premiada e reconhecida com duas indicações ao Prêmio Bahia Aplaude 2025 (Melhor Espetáculo e Categoria Especial). Com forte caráter simbólico e poético, o projeto propõe uma imersão sensorial e narrativa nas vozes e memórias de mulheres ribeirinhas, reafirmando o protagonismo feminino e a relação entre arte, território e ancestralidade.A circulação nacional busca ampliar o alcance dessa experiência, levando aos grandes centros culturais a produção artística de uma criadora oriunda do interior baiano, contribuindo para descentralizar o acesso à cultura e fortalecer a representatividade regional. Em um cenário em que o acesso aos mecanismos de fomento, como a Lei Rouanet, ainda é restrito a grandes capitais e produtores com estrutura consolidada, este projeto representa um importante marco de inclusão territorial e diversidade cultural. Ao viabilizar a presença de artistas e técnicos de pequenas cidades do semiárido baiano em palcos de visibilidade nacional, a proposta estimula novas redes de criação e cooperação entre territórios.O projeto também tem relevância social e formativa, ao incluir os "Círculos Femininos Criativos", ações que unem arte e escuta coletiva, promovendo a valorização de identidades femininas e o fortalecimento de vínculos comunitários. Além de gerar renda e oportunidades para profissionais da cultura do interior, a iniciativa contribui para o desenvolvimento local, reafirmando o poder da arte como instrumento de transformação, pertencimento e sustentabilidade cultural.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS1. Espetáculo Teatral-Musical – “Flor D’água, Mulher Rio”Natureza: Espetáculo teatral com música ao vivo Formato: Presencial, palco italiano ou caixa preta (mínimo 8m x 6m) Duração: 60 minutos Classificação indicativa: Livre Paginação e estrutura cênica:Elenco: 1 atriz-cantora em cena e 3 músicos convidadosEstrutura de cena: cenário composto por elementos naturais (galhos, barro, tecidos e fibras) e objetos simbólicos que remetem ao universo ribeirinho.Iluminação: foco direcional, com uso de refletores LED e variação de temperatura de cor (âmbar e azul) para transição entre “água e terra”.Sonorização: sistema de som PA (mínimo 2 vias), 3 microfones sem fio, mesa de som com 8 canais e monitores de retorno.Figurino: tecidos orgânicos e artesanais confeccionados por artesãs locais (Magda Lima).Tempo de montagem: 1 diaTempo de desmontagem: ½ diaNecessidades técnicas básicas: energia 220v, espaço climatizado, camarim para 3 pessoas, acesso acessível ao palco. Materiais de apoio: trilhas sonoras autorais, instrumentos acústicos (violoncelo, flauta, percussão leve) e projeção de imagem estática opcional. Resultados esperados: 16 apresentações públicas (8 por cidade), com registro audiovisual e mediação acessível. 2. Círculo Feminino Criativo – Ação Formativa e SocioculturalNatureza: Vivência formativa artístico-terapêutica Formato: Presencial Duração: 3 horas por encontro Público-alvo: Mulheres adultas (até 60 participantes por cidade) Classificação indicativa: 16 anos Local de realização: sala ampla ou auditório com ventilação, piso liso e possibilidade de disposição circular. Materiais necessários:60 almofadas ou cadeiras, tecidos e elementos simbólicos (flores, velas, mandalas de papel, instrumentos musicais leves, folhas e argila).Caixa de som, microfone sem fio e projetor (opcional). Projeto pedagógico: A metodologia dos Círculos Femininos Criativos integra voz, corpo, escrita e escuta ativa, baseando-se em princípios da Psicologia Arquetípica (Clarissa Pinkola Estés, Jean Shinoda Bolen) e na Educação Dialógica de Paulo Freire. A estrutura das oficinas contempla seis momentos:Acolhimento e criação de ambiência simbólica;Escuta de histórias e partilhas poéticas;Corpo e voz como territórios expressivos;Escrita intuitiva e criação narrativa;Partilha coletiva e escuta empática;Encerramento simbólico com canto coletivo. Facilitação: Sibelle Lélis, Lilith Marques e Rayana Andrade. Resultados esperados: fortalecimento da autoestima, expressão criativa e criação de redes locais de mulheres. 3. Espaço Infantil – “Ninho das Águas”Natureza: Ação de acessibilidade e acolhimento infantil Formato: Espaço lúdico montado em paralelo às apresentações e círculos femininos Duração: 2 a 3 horas por sessão Público-alvo: Crianças de 2 a 10 anos (até 20 por sessão) Classificação indicativa: Livre Materiais e ambientação:Tapetes de EVA, tecidos coloridos, brinquedos de madeira, instrumentos de percussão infantil, elementos sensoriais (fitas, tecidos, sons aquáticos).Iluminação suave, aromatização leve, música ambiente e presença de duas cuidadoras treinadas. Finalidade: garantir a participação de mães com filhos pequenos nas atividades culturais e formativas, assegurando conforto, segurança e mediação sensível. Resultados esperados: inclusão de famílias e mães participantes nos eventos e vivências.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Todas as apresentações do projeto “Flor D’Água, Mulher Rio – Circulação Nacional” serão realizadas em espaços culturais com infraestrutura acessível, priorizando locais que ofereçam rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados, sinalização tátil e orientação visual adequada. A equipe de produção fará vistoria prévia dos espaços, garantindo condições seguras de deslocamento e permanência para pessoas com deficiência física, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida.O projeto conta ainda com uma ação específica voltada à inclusão de mães com crianças pequenas — o “Ninho das Águas”, espaço de acolhimento que possibilita a permanência e participação dessas mães durante as apresentações e atividades formativas. O ambiente contará com apoio de monitoras e estrutura adequada para o cuidado infantil, ampliando o acesso de mulheres ao consumo cultural.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto prevê tradução simultânea em Libras em todas as apresentações públicas e ações formativas, assegurando a participação de pessoas surdas. Também serão utilizados materiais gráficos acessíveis, com descrição textual das imagens e informações em fonte ampliada. O conteúdo audiovisual de divulgação incluirá legenda descritiva e audiodescrição, permitindo maior compreensão por pessoas com deficiência visual ou auditiva.Nos espaços expositivos e formativos, será oferecida mediação sensível, com profissionais capacitados para acolher diferentes públicos e facilitar o entendimento das temáticas poéticas e simbólicas do espetáculo. Em locais onde houver viabilidade técnica, será promovida visita sensorial ao palco e aos elementos cênicos, ampliando a experiência inclusiva.Assim, o projeto assegura o acesso pleno, seguro e participativo de todos os públicos, reafirmando o compromisso da proposta com a diversidade, a inclusão e a democratização da cultura.

Democratização do acesso

odas as atividades do projeto “Flor D’Água, Mulher Rio – Circulação Nacional” serão gratuitas e abertas ao público, sem cobrança de ingressos ou taxas de participação. As apresentações do espetáculo terão entrada livre mediante retirada de ingressos antecipados ou por ordem de chegada, garantindo transparência e acesso democrático à população.Como medida de ampliação de acesso, o projeto inclui ações formativas paralelas, por meio dos Círculos Femininos Criativos — vivências de escuta, canto e criação coletiva conduzidas por mulheres artistas e facilitadoras convidadas. Essas atividades gratuitas fortalecem redes locais e possibilitam a participação ativa do público, especialmente de mulheres em situação de vulnerabilidade social.Um diferencial da proposta é a criação do “Ninho das Águas”, espaço de acolhimento e acessibilidade voltado a mães com crianças pequenas, permitindo que mulheres com filhos possam assistir ao espetáculo e participar das oficinas. Essa iniciativa inovadora amplia o alcance do projeto a um público historicamente excluído das atividades culturais presenciais.O projeto também prevê a divulgação ampla e acessível, com materiais digitais, vídeos com legenda e audiodescrição, e a transmissão de trechos e bastidores nas redes sociais, ampliando o acesso remoto. Sempre que possível, serão realizados ensaios abertos e rodas de conversa pós-espetáculo, estimulando o diálogo direto entre artistas e público.Dessa forma, o projeto assegura a democratização real do acesso à cultura, integrando inclusão, formação e acessibilidade como pilares de uma política cultural descentralizadora e comprometida com a diversidade de públicos e territórios.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA – FLOR D’ÁGUA, MULHER RIOAutoria e Interpretação Sibelle Lélis – atriz, cantora, dramaturga e musicoterapeuta. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-graduada em Musicoterapia, desenvolve há mais de uma década pesquisa sobre voz, narrativa e oralidade feminina no contexto ribeirinho do São Francisco. Criadora do espetáculo Flor D’água, Mulher Rio, é reconhecida por sua atuação que integra música, espiritualidade e identidade territorial. Recebeu o Prêmio de Trajetória Cultural Aldir Blanc Bahia (2021) e duas indicações ao Prêmio Bahia Aplaude 2025 (Melhor Espetáculo e Categoria Especial). Atua também como Agente Territorial de Cultura na Bahia, articulando ações formativas e de fomento à produção cultural no interior. Direção Artística Lucas Novaes Modesto Dalves – diretor teatral, produtor e gestor cultural. Graduado em Direção Teatral pela UFBA, com passagem por instituições como SESI e EMBASA. Dirigiu montagens de destaque, como Flor D’água, Mulher Rio, Trilogia Memórias (Programa Eletrobrás de Cultura) e Natal no Mar (Forte São Marcelo/BA). Colaborou na Enciclopédia Itaú Cultural do Teatro Baiano e foi assistente de direção em espetáculos premiados como Dorotéia (Hebe Alves) e Policarpo Quaresma (Luiz Marfuz). Sua direção equilibra rigor técnico e sensibilidade poética, explorando a cena como espaço de ritual e partilha. Coordenação de Produção Lilith Marques – produtora cultural, arteterapeuta e pesquisadora do feminino. Doutora e Mestre em Artes Cênicas pela UFBA, atua desde 2008 na produção de teatro e cooperação internacional. Coordenou o Festival Itinerante de Teatro Latinoamericano Âmbar (FITLÂ, 2013–2019), com edições em países da América Latina, e foi premiada no Festival Internacional Teatralny Koufar (Belarus) pelo espetáculo Dorotéia. Integra redes de arteterapia e grupos de estudos sobre mitologia e arquétipos femininos. Sua atuação une gestão cultural e escuta terapêutica, contribuindo para a abordagem simbólica e integrativa do projeto. Facilitação dos Círculos Femininos Criativos Dra. Rayana Santedícola Andrade – psicóloga e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Doutora em Psicologia pela UFBA, é pesquisadora das relações entre voz, silêncio e gênero, com ampla atuação em saúde mental e equidade. Conduz grupos de escuta e criação feminina, unindo ciência, cuidado e expressão simbólica. No projeto, atua na facilitação metodológica e na integração entre arte e escuta terapêutica.Sibelle Lélis, Lilith Marques e Rayana Andrade formam o núcleo condutor dos Círculos Femininos Criativos, metodologia que integra canto, corpo e escrita simbólica, inspirada em referências de Clarissa Pinkola Estés, Jean Shinoda Bolen e Paulo Freire, garantindo uma dimensão formativa, sensível e emancipadora às ações. Música e Direção Musical Cláudio Luz do Val – violoncelista e compositor, com trajetória de destaque na música erudita e experimental brasileira. Fundador do grupo Uakti, participou de gravações com Milton Nascimento e trilhas de Cabaré Mineiro. Integrante da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) por mais de três décadas, também colaborou em projetos da Escola de Música da UFBA e grupos de música contemporânea. Em Flor D’água, Mulher Rio, assina a direção musical da temporada em Salvador, somando sua experiência em experimentação sonora e pesquisa de timbres à estética sensorial da obra. Equipe Técnica e de ApoioOperação de Som e Luz: técnicos locais credenciados pelas unidades parceiras.Figurino e adereços: Magda Lima – professora e artesã, oriunda da zona rural de Carinhanha (BA), responsável pela confecção manual dos figurinos, inspirados nas manifestações populares e no artesanato ribeirinho.Cenografia e escultura: Jota Vieira – artista visual e escultor baiano, com obras expostas em museus e festivais nacionais, autor de peças cênicas criadas a partir de madeira, barro e fibras naturais, reforçando a estética ecológica da montagem.Fotografia e audiovisual: equipe local em cada cidade, responsável pela documentação das apresentações e das vivências.Assessoria de Comunicação: consultoria independente responsável pelo plano de mídia e cobertura das ações.Acessibilidade: intérprete de Libras, mediação sensível e espaço Ninho das Águas (cuidadoras e ambientação lúdica para crianças, possibilitando a participação de mães no público e nos círculos femininos).Coordenação Administrativa e Financeira: Lilith Marques, com acompanhamento contábil para execução e prestação de contas do projeto. Concepção Geral e Produção Executiva O projeto é idealizado e protagonizado por Sibelle Lélis, com direção artística de Lucas Modesto e coordenação de produção de Lilith Marques. A equipe é majoritariamente formada por profissionais do interior da Bahia, especialmente da cidade de Carinhanha, território ribeirinho do São Francisco. A proposta valoriza a presença de mulheres artistas, produtoras e pesquisadoras, fortalecendo práticas de descentralização cultural, sustentabilidade e diversidade.O conjunto da equipe reafirma o caráter simbólico e político de Flor D’água, Mulher Rio: uma travessia artística que une vozes femininas, saberes ribeirinhos e práticas inclusivas, conectando o interior ao circuito nacional de artes cênicas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.