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PRONAC 2515227Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Flor D’água, Mulher Rio – Temporada em Salvador

48.400.144 SIBELLE CRISTINE LINO LELIS DO VAL
Solicitado
R$ 310,9 mil
Aprovado
R$ 310,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Carinhanha
Início
2026-03-04
Término
2027-03-04
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Flor D’água, Mulher Rio é um espetáculo de teatro musical que une dramaturgia, música e performance em celebração à força feminina e à cultura ribeirinha do São Francisco. Criada no sertão da Bahia, a obra propõe uma temporada em Salvador, com nove apresentações, ações de acessibilidade, o Círculo Feminino das Águas e o espaço infantil Ninho das Águas. A proposta valoriza sustentabilidade, protagonismo de mulheres e intercâmbio entre interior e capital, reafirmando a arte como instrumento de cuidado, resistência e transformação social.

Sinopse

1-Espetáculo Teatral – “Flor D’água, Mulher Rio”Resumo: Apresentação cênica musical que evoca a trajetória da mulher-rio, integrando elementos da cultura ribeirinha e da água como símbolo de vida. A montagem propõe interação com o público e ambientação fluvial, com criação original de cenário, figurino e trilha ao vivo.Público-alvo: Geral, com ênfase em mulheres, estudantes de escolas públicas, comunidade local de Salvador e visitantes.Classificação Indicativa: 12 anosObservações de acessibilidade: entrada democrática de público (ingresso gratuito), rampas, pisos táteis, sinalização adequada, intérprete de Libras presente em pelo menos uma apresentação.2 a- Oficina- Círculo Feminino das Águas Resumo: Encontro com mulheres agentes culturais, representantes de periferias e zonas ribeirinhas da Bahia para refletir sobre o tema da água, gênero e territorialidades, fomentando redes de produção cultural e empoderamento.Público-alvo: Mulheres produtoras culturais, gestoras, estudantes, público interessado em cultura, gênero e ambiente.Classificação Indicativa: Livre.Formato: Encontro com aproximadamente 60 pessoas, dinâmicas, espaço para fala das participantes, registro audiovisual para divulgação e legado digital.Acessibilidade: tradução simultânea em Libras, materiais impressos em fonte ampliada e braille, local acessível a cadeirantes.2 b -Ninho das Águas – Oficina de Criação para Infância- acessibilidade para mães que estejam participando da oficina.Resumo: Oficina voltada para crianças de 5 a 11 anos, onde, realizarão vivências artísticas.Classificação Indicativa: Livre.Formato: Ate 20 crianças serão assistidas por acompanhantes e facilitadores das oficinas, em espaço paralelo ao circulo feminino.3- Vídeo documentário.Resumo: Produção de vídeo documentário de aproximadamente 20 minutos retratando o processo de criação do espetáculo, depoimentos de artistas e participantes das oficinas/encontros, além de registro profissional de uma das apresentações, com disponibilização gratuita em plataforma digital e em canal de acesso comunitário.Público-alvo: Público amplo nacional e internacional interessado em cultura, gênero, meio ambiente e dança-teatro; professores e pesquisadores.Classificação Indicativa: Livre.Formato: vídeo em HD, legendado em português e com opção de audiodescrição; hospedagem em canal próprio ou parceiro, divulgação nas redes e via parceiros culturais.Acessibilidade: audiodescrição, legendas, versão com Libras (quando possível), download liberado para escolas.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar uma temporada do espetáculo Flor D’água, Mulher Rio em Salvador, com nove apresentações presenciais e ações de acessibilidade, escuta e sensibilização, promovendo o acesso à arte, a valorização das narrativas femininas ribeirinhas e o diálogo entre cultura, território e meio ambiente. Objetivos Específicos Realizar 9 apresentações do espetáculo em Salvador.Realizar 1 edição do Círculo Feminino com até 30 participantes, incluindo mediação especializada e presença da artista.Oferecer suporte a mães com crianças durante o Círculo, disponibilizando o espaço "Ninho das Águas", com atividades e educadoras para as crianças.Produzir e divulgar 01 vídeo de curta duração com documentando o processo e realização do projeto.Desenvolver uma ação de contrapartida ambiental realizando 1 ação simbólica de cuidado com os rios ao final de cada sessão (total de 9 ações), com duração média de 10 minutos, envolvendo o elenco e o público.

Justificativa

O projeto Flor D’água, Mulher Rio é um espetáculo de teatro musical que une dramaturgia, música ao vivo e performance poética em uma criação sensível e transformadora, nascida das margens do Rio São Francisco. A proposta promove o encontro entre a ancestralidade ribeirinha e o cenário urbano de Salvador, abrindo espaço para que o público vivencie uma experiência artística de forte identidade feminina, nordestina e brasileira.Sua realização em Salvador reforça a importância da descentralização da produção cultural, trazendo ao centro do circuito artístico da capital uma obra concebida no interior da Bahia, que representa a diversidade e a potência criativa das regiões ribeirinhas. Assim, o projeto contribui para o fortalecimento das políticas de valorização das culturas locais e para a ampliação do acesso a expressões culturais originadas fora dos grandes polos de produção.A justificativa também se apoia na relevância das ações sociais integradas à proposta: o Círculo Feminino, partilha criativa entre mulheres, transforma o momento artístico em espaço ampliado de convivência, escuta e cuidado. Já o Ninho das Águas oferece acolhimento a mães com crianças pequenas, garantindo inclusão e acessibilidade. Essas ações reafirmam o compromisso do projeto com a equidade de gênero, o desenvolvimento humano e a ampliação do acesso à cultura.A estreia está prevista para o mês de março, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, alinhando-se a pautas contemporâneas de igualdade e protagonismo feminino. Além disso, o projeto prevê uma ação ambiental simbólica como contrapartida, integrando arte e consciência ecológica por meio de práticas ligadas ao cuidado com os rios e com a natureza.Com alto potencial de retorno simbólico e comunicacional, Flor D’água, Mulher Rio já demonstra ampla identificação afetiva do público com sua linguagem poética, forte engajamento nas redes sociais e repercussão na mídia cultural. Trata-se de uma obra de qualidade artística reconhecida, com impacto transformador, relevância social e coerência com os princípios da Lei Rouanet — fortalecendo o acesso democrático à arte, a diversidade cultural e o desenvolvimento humano por meio da cultura.

Especificação técnica

1. Espetáculo Teatral – “Flor D’água, Mulher Rio”Tipo: espetáculo teatral musical presencial. Duração: 60 minutos. Quantidade: 9 apresentações públicas. Classificação indicativa: Livre. Formato técnico:Palco italiano ou palco de caixa preta, mínimo 8m x 6m.Estrutura de iluminação com 20 refletores (PCs, elipsoidais e Fresnéis).Mesa de som digital com 8 canais.3 microfones sem fio e 2 com fio, 2 caixas de retorno, 1 DI.Trilha sonora ao vivo com violão, percussão e voz.Cenário modular com elementos naturais (galhos secos, tecidos, barro e folhas ribeirinhas tratados).Figurinos confeccionados artesanalmente por artesãs locais (linho, algodão e fibras vegetais).Necessita de 1 técnico de som/luz e 1 assistente de palco. Recursos de acessibilidade:1 sessão com intérprete de Libras.1 sessão com audiodescrição.Materiais gráficos acessíveis (fonte ampliada e QR code com sinopse em áudio). Projeto pedagógico e conceitual: O espetáculo integra arte e ecologia, valorizando as vozes femininas ribeirinhas do São Francisco. Estimula a reflexão sobre natureza, ancestralidade e o papel da mulher na cultura. 2. Círculo Feminino das Águas – Encontro FormativoTipo: roda de conversa e criação coletiva. Duração: 3 horas (atividade única). Participantes: até 30 mulheres. Classificação indicativa: Livre. Estrutura técnica:Espaço interno climatizado ou galeria multiuso com cadeiras em círculo.Equipamentos: microfone de mão, caixa de som, projetor multimídia e mesa de apoio.Kit pedagógico para participantes (caderno, caneta, material visual e simbólico).Apoio de 1 mediadora convidada e 1 produtora cultural. Metodologia pedagógica: A ação propõe um espaço de escuta, criação e troca entre mulheres, articulando temas como território, memória e água como símbolo da força feminina. Utiliza dinâmicas de grupo, escrita sensível e expressão vocal como ferramentas de empoderamento e pertencimento. Resultados esperados: fortalecimento de redes femininas, registro audiovisual e sistematização das falas para material futuro. 3. Ninho das Águas – Espaço Infantil de Acolhimento e CriaçãoTipo: espaço educativo e lúdico de acolhimento infantil. Duração: Até 3 horas (realizado paralelamente ao Círculo Feminino). Público: crianças de 5 a 11 anos, até 20 participantes. Classificação indicativa: Livre. Estrutura técnica:Espaço seguro e acolhedor, com colchonetes, mesas baixas, tecidos coloridos e instrumentos musicais infantis.Materiais utilizados: papéis coloridos, tintas naturais, argila, sementes, tecidos e instrumentos de percussão simples.Equipe: 2 educadoras/arte-educadoras e 15 assistentes. Projeto pedagógico: Atividade inspirada na educação sensível e ambiental, que utiliza arte e natureza como eixos formativos. As crianças exploram sons, cores e texturas ligadas ao tema da água, criando coletivamente pequenas cenas e desenhos. Promove autonomia, convivência e expressão simbólica. 4. Vídeo Documentário de Curta Duração – “Flor D’Água em Movimento”Tipo: produto audiovisual documental. Duração: 10 minutos. Formato: vídeo digital HD (1920x1080), som estéreo, cores, legendado em português e com audiodescrição. Equipe técnica: 1 diretor de fotografia, 1 cinegrafista, 1 editor e 1 assistente de produção. Roteiro e conteúdo: registro das apresentações, bastidores, entrevistas com a equipe e público, e depoimentos do Círculo Feminino e Ninho das Águas. Veiculação: plataformas digitais e redes sociais da artista (YouTube, Instagram e site institucional). Acessibilidade: legendas em português e audiodescrição. Objetivo pedagógico: servir como material de difusão e registro da prática cultural, valorizando processos criativos e boas práticas em descentralização da cultura.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: As apresentações ocorrerão em espaço com estrutura acessível, com rampas, banheiros adaptados e sinalização adequada para pessoas com mobilidade reduzida. Serão observadas as normas de acessibilidade vigentes, garantindo fluxo seguro e confortável para o público, artistas e equipe técnica. A equipe de produção contará com profissionais capacitados para acolher pessoas com deficiência e oferecer apoio na locomoção dentro do ambiente.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto contempla medidas para ampliar a compreensão e a fruição do espetáculo por pessoas com deficiência sensorial e intelectual. Serão disponibilizados recursos de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em sessões previamente agendadas, além de legenda descritiva em projeção para pessoas com deficiência auditiva. As sessões contarão com audiodescrição para o público com deficiência visual, e será ofertado um material acessível em formato digital e impresso em Braille, apresentando sinopse, ficha técnica e conteúdos complementares sobre o espetáculo.Como ação de acessibilidade expandida, será promovida uma visita sensorial antes da estreia, possibilitando que pessoas com deficiência visual explorem elementos do cenário, figurinos e sonoridades da montagem. Essas ações reafirmam o compromisso do projeto com o direito à participação cultural plena, de forma inclusiva, segura e humanizada, fortalecendo a experiência estética e social de todos os públicos.

Democratização do acesso

O projeto Flor D’Água, Mulher Rio – Temporada em Salvador será realizado com entrada gratuita e ampla divulgação em meios digitais e comunitários, garantindo acesso democrático à população. Os ingressos serão distribuídos prioritariamente a grupos de mulheres, estudantes, artistas locais e integrantes de projetos socioculturais, fortalecendo o caráter inclusivo da proposta.Além das apresentações, serão realizadas ações de mediação e formação de público voltadas à ampliação do acesso e à participação ativa da comunidade. O Círculo Feminino das Águas propõe uma roda de partilha e criação entre mulheres, estimulando escuta, expressão e protagonismo feminino através da arte. Já o Ninho das Águas oferece um espaço acolhedor para mães com crianças pequenas durante as apresentações, com atividades lúdicas conduzidas por mediadoras, assegurando o direito de participação das mulheres com filhos em idade infantil.Essas iniciativas fortalecem a inclusão social e cultural, promovem o encontro entre arte e cuidado e garantem que o projeto alcance diferentes públicos, ampliando o impacto simbólico e social da obra na cidade de Salvador.

Ficha técnica

Sibelle Lélis – Autora e Atriz Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-graduada em Musicoterapia, Sibelle Lélis é atriz, cantora, diretora e produtora com trajetória marcada pela criação de obras autorais que entrelaçam música, narrativa e sensibilidade poética. Atua também como musicoterapeuta, com foco na infância, escuta ativa e cuidado através da voz e do som. Como intérprete e criadora, destaca-se pelo espetáculo Flor D’água, Mulher Rio, premiada obra teatral-musical que reúne canto ancestral, oralidade ribeirinha e dramaturgia poética. A montagem foi reconhecida com duas indicações ao Prêmio Bahia Aplaude 2025 (Melhor Espetáculo e Categoria Especial) e consolidou-se como referência na cena teatral contemporânea do interior da Bahia. Recebeu o Prêmio de Trajetória Cultural Aldir Blanc – Bahia 2021, pelo conjunto de sua contribuição artística e cultural. Protagonizou espetáculos que circularam capitais brasileiras, como Trilogia Memórias (CHESF/Eletrobrás, 2010) e o musical Amor Barato, do Núcleo Teatro Castro Alves, em Salvador. Sua criação articula arte, ancestralidade e escuta sensível, transformando o palco em espaço de cura e partilha simbólica.Alex Santos – Arranjador Musical Professor do Conservatório Municipal de Vitória da Conquista, Alex Santos é violonista e arranjador do consagrado cantor Xangai, com quem realiza turnês nacionais e colaborações artísticas de grande relevância. É também integrante do grupo Café com Blues, no qual desenvolve uma linguagem autoral que mescla sonoridades brasileiras e afro-blues. Como arranjador e diretor musical, assina trilhas e espetáculos que dialogam com a cultura popular do sertão e a música de raiz, sempre unindo técnica refinada e sensibilidade poética. Sua atuação musical imprime identidade e pertencimento às obras das quais participa, valorizando a diversidade sonora e os elementos simbólicos da música nordestina.Rayana Santedícola – Facilitadora do Círculo Feminino Psicóloga, professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutora em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação da mesma instituição, Rayana Santedícola possui trajetória consolidada em pesquisa, docência e ações voltadas à saúde mental, relações de trabalho e gênero. Nos últimos anos, tem se dedicado ao estudo dos comportamentos de voz e silêncio nas organizações, com enfoque crítico sobre os efeitos institucionais na expressão das mulheres. É especialista em Administração de Empresas (UFBA) e pesquisadora premiada, com honrarias recebidas em Minas Gerais pela contribuição ao debate sobre saúde mental e equidade de gênero. Como professora, ministra disciplinas como Psicologia das Organizações, Metodologia Científica e Saúde Mental no Trabalho, integrando teoria crítica, cuidado e ação. Com ampla experiência como palestrante e facilitadora, conduz rodas de conversa, grupos terapêuticos e espaços de escuta voltados à construção de vínculos entre mulheres, promovendo contextos de acolhimento, reflexão e fortalecimento emocional.Cláudio Luz do Val – Músico (Violoncelo) Violoncetista com destacada atuação na música erudita e experimental brasileira, Cláudio Luz do Val foi integrante da formação original do grupo Uakti, colaborando na criação de uma linguagem musical inovadora, reconhecida mundialmente pelo uso de instrumentos artesanais concebidos por Marco Antônio Guimarães. Participou das primeiras gravações do grupo, incluindo a trilha sonora do filme Cabaré Mineiro (1979), o álbum Sentinela de Milton Nascimento (1980) e os discos Uakti – Oficina Instrumental (1981) e Uakti 2 (1982). Teve obras apresentadas em bienais de música contemporânea e experimental, destacando-se como parte de um movimento de vanguarda musical no Brasil. Atuou por décadas como violoncelista da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), sendo um dos fundadores da instituição na década de 1980, e colaborou com a Universidade Federal da Bahia em projetos de pesquisa e preservação da memória musical, incluindo o acervo Ernst Widmer. Sua trajetória une excelência técnica, pioneirismo e contribuição ativa à história da música brasileira.Tharcísio Lopes Braga – Coordenação de Cenografia e Produção Artesanal Guardião das tradições culturais de Carinhanha, Tharcísio Braga nasceu em uma família de reiseiros e foi iniciado na cultura popular desde a infância. Aos nove anos, encantou o público ao apresentar a Mulinha de Ouro ao lado de sua avó, responsável por trazer essa tradição ao município. Desde então, dedica-se a manter viva essa herança no coração da comunidade. Sua trajetória artística expandiu-se para o teatro em 2005, e em 2007 fundou um grupo de dança que estimulou jovens e adolescentes à expressão artística, promovendo concursos e fortalecendo a cena cultural local. Produtor de eventos e artista múltiplo, também atua no cinema, tendo sido roteirista e ator do filme Chiquinho. Sua atuação reafirma o compromisso com a cultura popular e com a valorização das expressões artísticas tradicionais, inspirando novas gerações e preservando as raízes culturais do sertão.Lucas Modesto – Direção Artística Graduado em Direção Teatral pela UFBA, Lucas Modesto foi bolsista do PIBIC com pesquisa prático-teórica sobre montagem brechtiana, orientada pelo Prof. Dr. Luiz Marfuz. Atua como diretor, produtor e gestor de projetos, com passagens por instituições como SESI e EMBASA, e colaboração na redação de verbetes da Enciclopédia Itaú Cultural do Teatro Baiano. Dirigiu Flor D’água, Mulher Rio, Trilogia Memórias – um grito contra o silêncio e o esquecimento (Programa Eletrobrás de Cultura 2011) e Natal no Mar, com 25 artistas em cena no Forte São Marcelo. Também assinou Cordel dos Direitos Humanos, em parceria com a Petrobras e a Secretaria de Direitos Humanos. Foi assistente de direção em montagens premiadas, como Dorotéia (Hebe Alves – premiado no Festival Internacional Teatralny Koufar, Belarus), Policarpo Quaresma (Luiz Marfuz – vencedor de 5 Prêmios Braskem), A Última Sessão de Teatro (com Harildo Deda) e Capivara Selvagem (com Frank Menezes). Atuou ainda na produção de grandes shows, como Maria Bethânia e OSBA, Armandinho e OSBA e Domingão no TCA, com BaianaSystem, Lenine e Orkestra Rumpilezz. Sua direção é marcada pela sensibilidade poética e pela capacidade de unir teatro popular e linguagem contemporânea com rigor técnico e expressividade estética.Lilith Marques – Direção de Produção Doutora, Mestre e Bacharel em Artes Cênicas pela UFBA, Lilith Marques atua como produtora cultural desde 2008, com forte presença em projetos de teatro, cooperação internacional e processos artísticos voltados ao feminino. É também formada em Arteterapia Junguiana (IJBA/Escola Bahiana de Medicina), licenciada em Pedagogia (Claretiano) e doula certificada pelo Instituto Fluir. Recebeu o Prêmio de Inovação e Criatividade no 8º Festival Internacional Teatralny Koufar (Minsk – Belarus) com o espetáculo Dorotéia, e foi produtora, captadora de recursos e coordenadora do FITLÂ – Festival Itinerante de Teatro Latinoamericano Âmbar (2013–2019), com edições na Costa Rica, Peru, Argentina e Brasil, em cooperação com o programa Iberescena. Teve atuação destacada em projetos de integração latino-americana, como o Proyecto Fronteiras, com grupos do Brasil, Equador, Argentina, México e Peru. Produziu espetáculos como Protocolo Lunar (dir. Sônia Rangel, 2018) e Cordel do Amor sem Fim (Cia Cabrunco, 2023). Desde 2020, coordena grupos de arteterapia inspirados em Clarissa Pinkola Estés e Jean Shinoda Bolen, promovendo processos terapêuticos através da arte. Sua prática une sólida formação acadêmica, sensibilidade poética e competência organizacional, resultando em produções de alto nível artístico e humano.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.