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Realizar a montagem de 1 temporada do espetáculo, um musical teatral híbrido de 70 minutos que celebra os 70 anos do cinema afro-ibero-americano. A obra narra a história de 4 crianças que, em meio a ditaduras, exílios e à era dos algoritmos, constroem uma câmera de papel para registrar o mundo que o poder tenta apagar. Décadas depois, suas trajetórias se cruzam em um movimento global de cinema insurgente, onde memórias e ritmos esquecidos voltam à cena. Misturando teatro, projeções, samba, rap e afrofuturismo, o espetáculo se transforma em uma ópera visual sobre resistência, memória e criação coletiva. Com 3 meses de temporada, prevê 14 apresentações em São Paulo, 6 no Rio de Janeiro e 4 em Brasília, público estimado de 16.500 pessoas, em teatro a ser definido em etapa de pré-produção com lotação média de 700 lugares. Com contrapartida oficinas formativas, sessões acessíveis, Sessão Azul e debates com escolas públicas, integrando ações de monitoramento, avaliação e aprendizagem (MEL).
SINOPSE DA OBRA“CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” é um musical afro-ibero-americano que entrelaça poesia, política e memória em um enredo transgeracional. A narrativa acompanha quatro crianças negras e indígenas que, na laje de uma vila operária nos anos 1960, constroem uma câmera de papel para registrar o mundo que o poder tenta apagar. Esse gesto de imaginação se torna o ponto de partida de uma epopeia artística que atravessa cinco décadas entre ditaduras, exílios, censuras e a era dos algoritmos, acompanhando as transformações de um país e das formas de se ver e contar o próprio povo.Décadas mais tarde, esses personagens se reencontram como adultos em diferentes cantos do mundo e percebem que, mesmo separados, filmaram o mesmo sonho: reconstruir a memória coletiva por meio da arte. A câmera de papel torna-se símbolo de resistência e instrumento de um novo movimento global de cinema insurgente, formado por artistas negros, indígenas e periféricos que se recusam a ser silenciados.Combinando teatro, projeções, música ao vivo, samba, rap, dança e afrofuturismo, o espetáculo constrói uma experiência imersiva, em que o palco se transforma em um manifesto sensorial sobre memória, corpo e criação. A encenação trabalha com linguagem híbrida realismo e lirismo poético, onde objetos ganham vida, o tempo se dobra e a ancestralidade surge como força estética e espiritual.Mais do que um musical, “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” é uma ópera visual que celebra a arte como ferramenta de emancipação. Através de sua estética de luz, ritmo e movimento, o espetáculo propõe uma pergunta urgente: quem filma o futuro quando o presente insiste em apagar o passado?Classificação indicativa: LivreDuração média: 70 minutosFormato: Musical teatral híbrido (teatro, projeções, música ao vivo e dança) ARCO DE PERSONAGENSJUJU – A Dramaturga do GrupoInfância: Lúdica, rebelde e visionária, demonstra desde cedo o desejo de contar histórias e desafiar limites.Juventude: Enfrenta censura e exílio, transformando a escrita em ferramenta de sobrevivência e resistência.Maturidade: Consolida-se como diretora e roteirista radical, utilizando a palavra como arma poética e política.Conflito: Romper com estruturas institucionais que tentam enquadrar sua arte.Transformação: De sonhadora silenciada à mulher que reescreve a história com suas próprias palavras. INDAIÁ – A Filósofa Visual e EspiritualInfância: Introspectiva e conectada à avó, aprende a ler o mundo através dos saberes ancestrais.Juventude: Estuda animação e cria rituais visuais como forma de resistência estética e espiritual.Maturidade: Torna-se a consciência coletiva do grupo e a guardiã da ancestralidade em cena.Conflito: Recusa a simplificação da sua cultura e espiritualidade pelo olhar externo.Transformação: De guardiã silenciosa à cineasta ritualista que grava com fumaça, memória e espiritualidade. BETO – O Sonoplasta MarginalInfância: Brinca com sons e rádios quebrados, desenvolvendo intuição para o poder político do som.Juventude: Marginalizado por não ser reconhecido como “autor” dentro das estruturas culturais dominantes.Maturidade: Conquista espaço como compositor e manipulador de som político e experimental.Conflito: Luta pelo reconhecimento da autoria sonora e do som como narrativa de resistência.Transformação: De invisível a “trilha viva” da revolução audiovisual. ZÉ PEQUENO – O Corpo Cênico e ProvocadorInfância: Líder brincalhão e performático, expressa o corpo como linguagem.Juventude: Torna-se ator em fuga, moldado pelas violências do racismo estrutural.Maturidade: Reconhecido como símbolo, mas confrontado pela invisibilidade imposta a seu filho.Conflito: Entre o orgulho da trajetória e a raiva da celebração que não reconhece seus pares.Transformação: De símbolo apagado a articulador do novo movimento FIAPAFILMES, unindo arte, corpo e insurgência.
Objetivo Realizar a montagem e a primeira temporada do espetáculo musical "CÂMERA, SONHO, AÇÃO!", de autoria e direção de Jarsom Wayans, com co-direção de Uarlen Becker e Hubsom Batista, produzido por um grupo de empresas vocacionadas do setor audiovisual e teatral. O projeto visa ampliar o acesso da população à produção cultural contemporânea, fortalecendo o teatro musical brasileiro e celebrando os 70 anos do cinema afro-ibero-americano. Serão realizadas 14 apresentações em São Paulo, 6 no Rio de Janeiro e 4 em Brasília, com público estimado em 16.500 pessoas, em temporada de três meses. A proposta busca promover formação de plateia, inclusão sociocultural, geração de empregos e valorização da diversidade étnico-racial por meio de um espetáculo híbrido que integra ficção, música ao vivo, teatro, animação e projeções cênicas.Objetivo EspecificosO projeto compreende dois produtos principais — Produto 1: Espetáculo de Artes Cênicas Musical e Produto 2: Contrapartidas Sociais —, ambos estruturados conforme as diretrizes do art. 1º, 3º e 18 da Lei Federal nº 8.313/91 (Lei Rouanet) e da Instrução Normativa nº 5/2017 do Ministério da Cultura, que orientam a democratização do acesso e a valorização da diversidade cultural.Produto 1 _ Espetáculo de Artes Cênicas MusicalProdução, Realizar e montagem e temporada do musical "CÂMERA, SONHO, AÇÃO!", com 70 minutos de duração, 10 a 30 artistas em cena (atores, dançarinos, músicos, cantores e animadores ao vivo), integrando linguagens de ficção, projeções, teatro e música ao vivo. O espetáculo propõe uma fusão entre teatro político, afrofuturismo e memória coletiva, narrando a história de quatro crianças que constroem uma câmera de papel em meio às ditaduras e exílios no Brasil, retornando décadas depois como símbolos de resistência e criação.Metas e resultados esperados:Realizar 14 apresentações em São Paulo, 6 no Rio de Janeiro e 4 em Brasília, totalizando 24 apresentações;Alcançar 16.500 espectadores em espaços teatrais com média de 700 lugares;Manter valores de ingresso entre R$ 50,00 e R$ 200,00, com política de meia-entrada;Garantir 15% de ingressos gratuitos, 1 ensaio aberto e 3 sessões com bilhete popular;Fortalecer o circuito das artes cênicas, fomentar o emprego direto e indireto de cerca de 100 profissionais (atores, técnicos, iluminadores, figurinistas, músicos e produtores). SOBRE O VALOR DO INGRESSOSerão 24 apresentações previstas para a temporada. Estas apresentações ocorrem de sexta a domingo com ingressos a valores que variam entre R$ 50,00 e R$ 200,00, respeitando ainda a política de meia entrada aplicada a toda a bilheteria. SOBRE O LOCAL DE REALIZAÇÃOTeatro a ser definido, localizado na cidade de São Paulo com capacidade média de 700 pessoas (lotação), garantindo assim um público médio de 16.800 pessoas durante a temporada, frente às 24 apresentações previstas. SOBRE O ALCANCE DO PÚBLICOEsperamos atingir um público diversificado criando um espetáculo único produzido essencialmente por profissionais brasileiros de renome e reconhecimento no mercado teatral brasileiro. Acreditamos que a proposta cultural terá grande repercussão podendo alcançar não apenas o público local, mas o interesse do público brasileiro que, como é comum verificarmos em temporadas teatrais de sucesso.SOBRE O IMPACTO NA FORMAÇÃO DE PLATEIAEspera-se que com a viabilização deste projeto cultural, possamos contribuir enormemente para a importante e contínua prática de formação de público por meio do oferecimento de um espetáculo diferenciado e atrativo para despertar o interesse e conquistar jovens e adultos, ampliando a frequência de público que vai ao teatro, estimulando o hábito dessa prática cultural e conquistando um lugar em meio aos atrativos digitais presentes na sociedade contemporânea que tiram, dia-a-dia, o público das salas de teatro. Promovemos uma experiência moderna, mesmo que analógica, real, presencial e potencialmente encantadora, pautada em um texto rico e um enredo sedutor.SOBRE CLASSIFICAÇÃO ETÁRIALivreSOBRE PLANO DE DIVULGAÇÃOO Plano de Divulgação contempla as seguintes ações:Desenvolvimento e distribuição de peças gráficas virtuais;Postagens nas redes sociais oficiais do espetáculo;Criação de conteúdo para plataformas de interação virtual Facebook e Instagram;Elaboração de peças de audiovisual para divulgação do espetáculo;Mídia radiofônicaDesenvolvimento e distribuição de press kit digital e impresso para jornalistas culturais;Assessoria de imprensa especializada;Agência especializada em mídias sociais.Fundamentação jurídica e técnica:O projeto atende ao disposto no art. 1º da Lei Rouanet, que assegura o direito de todos à cultura, e cumpre o art. 3º, incisos I, II, IV e V, promovendo o acesso e a formação cultural. Além disso, contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 5 e 10), ao fomentar educação, igualdade de gênero e redução das desigualdades raciais.Produto 2 _ Contrapartidas Sociais e Ações de AcessibilidadeAs contrapartidas sociais asseguram a democratização do acesso e o cumprimento da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009), bem como dos dispositivos do Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) e do Decreto nº 3.298/1999, que garantem acessibilidade física e de conteúdo.Ações previstas:Distribuição gratuita de 15% dos ingressos a ONGs, escolas públicas, cooperativas e comunidades vulneráveis;Realização de 1 ensaio aberto para instituições sociais e de ensino;1 sessão gratuita em cada cidade do circuito (São Paulo, Rio e Brasília), parte integrante da temporada;1 sessão popular com ingressos até R$ 50,00;2 apresentações acessíveis com Libras e audiodescrição, além de mapa sensorial e Sessão Azul para crianças e adolescentes com TEA;Oficinas formativas gratuitas para jovens produtores e técnicos de teatro, com emissão de certificado;Debates com escolas públicas e ações de mediação cultural pós-espetáculo;Implementação de sistema de Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem (MEL) para medir impacto social, inclusão e alcance de público;Geração de renda para cerca de 100 profissionais direta e indiretamente envolvidos, fortalecendo a economia criativa local.Resultados esperados:Garantir acessibilidade plena, formação de plateia, ampliação do consumo cultural e integração social por meio da arte, consolidando o espetáculo como referência de inovação estética, diversidade e responsabilidade social no cenário nacional.
A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/1991 _ Lei Rouanet) é imprescindível para a execução do projeto "CÂMERA, SONHO, AÇÃO!", pois viabiliza financeiramente uma iniciativa de reconhecido interesse público, que promove a democratização do acesso à cultura, a valorização da memória afro-ibero-americana e a difusão de linguagens híbridas de teatro, música, projeções e afrofuturismo. A proposta se enquadra nos objetivos previstos nos incisos I, II, III, IV e V do art. 1º da Lei Rouanet, ao permitir o fomento, a produção e a difusão de bens culturais de relevante valor simbólico, e cumpre as finalidades expressas nos incisos I, II, IV, V e VI do art. 3º, ao promover o acesso à cultura, a formação de público, o estímulo à criação artística e a valorização das expressões regionais e da diversidade étnico-cultural brasileira.A complexidade técnica e estética do musical, que envolve música ao vivo, teatro, dança, projeções e performance, exige uma estrutura de produção de alto custo, o que torna inviável sua realização apenas com recursos privados ou bilheteria. A Lei de Incentivo à Cultura atua, nesse sentido, como instrumento de política pública complementar, permitindo que empresas e cidadãos invistam parte de seus impostos em projetos com retorno cultural e educativo mensurável, assegurando transparência, controle social e contrapartidas públicas.O Produto 1 - Espetáculo de Artes Cênicas Musical se fundamenta no art. 1º, inciso I da Lei Rouanet, ao destinar-se à produção e à difusão de bens culturais, e no art. 3º, incisos I e II, que preveem o acesso universal e o incentivo à formação cultural. O espetáculo contribui para a descentralização do investimento cultural, fortalecendo polos criativos em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, e empregando profissionais de diferentes áreas (atores, músicos, técnicos, figurinistas, comunicadores, iluminadores). A iniciativa ainda cumpre o art. 3º, inciso V, ao estimular a geração de emprego e renda e fomentar o desenvolvimento regional através da economia criativa, impactando diretamente cerca de 100 profissionais e beneficiando indiretamente centenas de pessoas ligadas à cadeia produtiva do teatro musical.O Produto 2 - Contrapartidas Sociais e Ações de Acessibilidade reforça o caráter público do projeto e atende de forma direta ao art. 3º, incisos III e IV, que asseguram a democratização do acesso e o apoio a manifestações culturais voltadas à inclusão social. As ações previstas incluem 15% de ingressos gratuitos, sessões acessíveis com Libras e audiodescrição, Sessão Azul para pessoas com TEA, oficinas formativas gratuitas, debates com escolas públicas e ensaio aberto destinado a instituições sociais, cumprindo também a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009), o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) e o Decreto nº 3.298/1999, que garantem acessibilidade física e de conteúdo.O uso do incentivo fiscal é ainda legitimado pelo Decreto nº 10.755/2021, que reforça a política nacional de fomento à cultura, e pela Instrução Normativa MinC nº 5/2017, que define o princípio da democratização do acesso e da responsabilidade sociocultural do proponente. Nesse contexto, o projeto "CÂMERA, SONHO, AÇÃO!" se configura como ação cultural de relevância pública, capaz de articular arte, memória e inclusão, e de promover valores de cidadania, diversidade e sustentabilidade social.O musical aborda mais de 60 anos de história brasileira, atravessando períodos de censura e exílio até o surgimento das novas tecnologias e da cultura digital, o que o posiciona como experiência cênica de reflexão histórica e inovação estética. Através da arte, o espetáculo reafirma o direito à memória e à liberdade de expressão, contribuindo para o cumprimento do art. 215 da Constituição Federal, que assegura a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional.Por sua relevância simbólica, impacto social e natureza interdisciplinar, o projeto justifica plenamente o uso do mecanismo de incentivo fiscal, garantindo a viabilidade financeira, a transparência na gestão dos recursos e o cumprimento de contrapartidas sociais amplas e verificáveis. "CÂMERA, SONHO, AÇÃO!" representa, portanto, uma ação cultural de interesse público e de alto potencial de retorno social, artístico e educativo, inserindo-se de forma exemplar na política nacional de fomento às artes cênicas e à economia criativa, nos termos da Lei nº 8.313/1991, da Instrução Normativa nº 5/2017 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 (ODS 4, 5, 10 e 11), reafirmando o compromisso do Estado e da sociedade com a cultura como direito e instrumento de transformação social.
INFORMAÇÕES ADICIONAISImpacto e CirculaçãoO projeto prevê alcançar 18.500 espectadores presenciais, distribuídos entre São Paulo (9.800 pessoas), Rio de Janeiro (4.200) e Brasília (2.500), ao longo de 24 apresentações realizadas de sexta a domingo. A bilheteria será estruturada em 65% de ingressos pagos, 25% meia-entrada e 10% gratuitos, assegurando política de acesso equitativo. O público digital previsto é de 50 mil espectadores online, por meio de transmissões, making-ofs e trechos do espetáculo, totalizando 1 milhão de impressões digitais e 20 mil interações diretas em redes sociais. A execução do projeto deve gerar 100 empregos diretos e 250 indiretos e temporários, priorizando a contratação de profissionais negros, indígenas e periféricos, fortalecendo o ecossistema técnico e criativo do teatro musical brasileiro.Comunicação e Design de AudiênciaA estratégia de comunicação será orientada por segmentação de público e engajamento participativo, com ações de mídia segmentada e geolocalizada, em parceria com influenciadores culturais, escolas públicas, universidades e coletivos periféricos. Serão realizadas campanhas direcionadas a público PCD e LGBTQIAPN+, com linguagem inclusiva, acessibilidade comunicacional e conteúdos em Libras e legendas descritivas. A campanha digital integrará as plataformas Meta, Google e TikTok, com foco em alcance e interação. Estima-se 25 mil seguidores únicos e 1,2 milhão de visualizações orgânicas durante o ciclo de circulação, consolidando o espetáculo como uma experiência cultural híbrida, acessível e interativa.Marketing Cultural e Governança ParticipativaO plano de marketing cultural inclui a atuação em rádios comunitárias, TVs públicas, portais culturais e imprensa negra e periférica, além de mídia programática e outdoor cultural. Serão promovidas experiências imersivas nos foyers dos teatros, com cenografia interativa, QR Codes de bastidores e merchandising temático. O projeto conta com coparcerias institucionais da UNESCO, FIACAFI, Instituto Cervantes, OEI e Cinemateca Brasileira, ampliando a difusão nacional e internacional. Será criado um Conselho de Escuta e Cuidado, responsável por três audiências públicas em cada cidade, com elaboração de relatórios de devolutiva social e recomendações de aprimoramento das ações de acessibilidade e contrapartidas formativas.Difusão Internacional e Resultados EsperadosA etapa de difusão inclui o registro audiovisual completo em Full HD, com versões multilíngues (português, espanhol e inglês), além de audiodescrição e Libras, ampliando o alcance digital estimado em 50 mil visualizações. O espetáculo será inscrito em circuitos internacionais como Iberescena, Ibermedia, Festlip e festivais de Lisboa, Madrid e Cartagena, promovendo intercâmbio afro-ibero-americano. Entre os resultados previstos destacam-se: 90% de aprovação do público, 75% de representatividade negra, indígena e periférica, 600 participantes em oficinas formativas, 30 jovens inseridos em novas produções e inscrição em oito prêmios nacionais e internacionais. Esses indicadores consolidam “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” como modelo de impacto artístico, educacional e social mensurável, de acordo com os objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet).
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO – CÂMERA, SONHO, AÇÃO!1. Estrutura Narrativa e Linguagem Cênica (Narrative Structure & Directorial Vision)A dramaturgia segue a lógica de teatro musical expandido, inspirada no modelo Broadway, mas reinterpretada a partir de uma estética afro-ibero-americana, onde texto, música e imagem dialogam em tempo real. A narrativa não é linear os atos são estruturados como capítulos cinematográficos com “montagens paralelas”, permitindo sobreposições simbólicas de tempos e vozes.O musical se organiza em quatro atos e três interlúdios, cada um associado a uma linguagem musical (samba, rap, canto coral, e som eletrônico ancestral). O ritmo narrativo segue o princípio do corte de montagem, substituindo transições cênicas por luz e som técnica que reduz o tempo de troca e aumenta a fluidez rítmica, conforme padrões utilizados em produções como Hamilton e The Lion King, mas reinterpretadas em chave brasileira.A direção adota um conceito de “memória performática”: os atores cantam e narram simultaneamente, dissolvendo fronteiras entre personagem e intérprete. A câmera simbólica no palco torna-se elemento dramatúrgico filmando, projetando e distorcendo imagens em tempo real, um gesto político que transforma o palco em um “cinema vivo”. 2. Composição Visual e Design de Produção (Production Design & Visual Composition)O design de produção é concebido com base em composições geométricas mutáveis, que evocam o cinema novo e o afrofuturismo. O palco é dividido em três planos:Plano frontal performance e coreografia, com painéis translúcidos que recebem projeções de vídeo e sombra;Plano médio músicos e operadores visíveis, integrados à ação cênica (como em Once ou Passing Strange);Plano de fundo projeções em alta resolução com mapeamento dinâmico (LED mapping), criando profundidade óptica e narrativa.A cenografia emprega estruturas leves de alumínio modular e tecido técnico translúcido, permitindo variações de luz e imagem com baixo custo e alto impacto visual. O sistema de controle Art-Net integra iluminação, projeção e som, gerando sincronização automatizada modelo amplamente usado em musicais de repertório internacional.O figurino, desenvolvido sob conceito de “futurismo ancestral”, usa tecidos reativos à luz (fibra óptica e pigmentos termocrômicos), criando transições visuais de cor e textura que refletem transformações psicológicas dos personagens. 3. Trilha Sonora e Design de Som (Soundtrack & Sound Design)A trilha sonora é composta por 18 números musicais originais, com orquestração híbrida (base digital + percussão afro-brasileira ao vivo). Cada música representa uma camada da narrativa histórica do samba das favelas dos anos 1960 ao rap político contemporâneo, conectando passado e futuro.O design de som adota mixagem imersiva 3D (Ambisonics), criando uma experiência auditiva espacial semelhante à Dolby Atmos, adaptada para teatros convencionais. O sistema é programado via QLab e Ableton Live, permitindo ajustes em tempo real durante a performance.As gravações e edições musicais seguirão padrão de pós-produção de Broadway, com stems separados por seção instrumental e vocal, garantindo consistência entre apresentações e registro em streaming. 4. Conceito Geral de Espaços Cênicos e Reconstrução Musical Broadway (Location Scouting & Scenic Rebuild)O musical propõe uma fusão entre arquitetura cênica itinerante e montagem modular, de forma que cada cidade (São Paulo, Rio, Brasília) receba uma adaptação espacial sem perda de escala. A cenografia é projetada para montagem em 48 horas e desmontagem em 24 horas, conforme metodologia de touring shows.Os espaços são pensados como laboratórios vivos, onde o público circula simbolicamente pelas memórias das personagens uma reconstrução cênica dos palcos de resistência afro-brasileira. O design remete às grandes produções de Broadway, mas com inserção de materiais reciclados e técnicas de iluminação popular (neon artesanal, luz LED pulsante), transformando o espaço em organismo vivo e sustentável.Produto 2: Como Contrapartida 5. Projeto Pedagógico e Formação Técnica (Educational & Training Framework)O projeto educativo é estruturado como módulo formativo itinerante, que acompanha a temporada em cada cidade. As oficinas seguem quatro eixos:Criação Cênica e Direção de Ator metodologia inspirada em Boal e Brecht, com foco em corporeidade e narração política;Tecnologia e Performance Digital uso de softwares (Resolume, Unreal Engine e QLab) aplicados ao teatro musical;Gestão Cultural e Lei Rouanet simulação prática de gestão de projetos;Música e Oralidade Afro-ibero-americana exploração de canto coletivo e percussão como dramaturgia sonora.Essas ações criam uma plataforma formativa permanente, permitindo ao espetáculo funcionar como “escola temporária de produção cênica” e formando novos profissionais técnicos e artísticos com certificação.6. Sessões Acessíveis e Ações de Mediação EducativaO espetáculo realiza duas sessões acessíveis com tradução simultânea em Libras, audiodescrição e legendas adaptadas; uma Sessão Azul para o público TEA, com ajustes de som, luz e ambientação; e debates com escolas públicas após cada ciclo de apresentações, mediando temas como memória, arte e resistência.Essas ações fazem parte do eixo MEL (Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem), que mede o impacto social e educacional do projeto através de relatórios participativos e indicadores de diversidade, alcance e engajamento. 7. Materiais, Duração e Documentação FinalDuração total do espetáculo: 70 minutos;Elenco: 10 a 30 artistas;Materiais principais: alumínio modular leve, tecidos translúcidos, LED RGBW, projetores 10K, sistema de som 5.1, instrumentos acústicos e percussivos afro-brasileiros, microfones binaurais, consoles digitais e sensores de movimento;Paginação final: 40 páginas (roteiro técnico, partituras, planos de luz e vídeo);Documentação e registro: gravação audiovisual em 4K com edição multicâmera, publicação digital gratuita (“Caderno Câmera, Sonho, Ação!”) e relatório técnico-MEL anexado à prestação de contas. As especificações técnicas de “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” posicionam o musical como uma ópera cênica contemporânea de padrão internacional, que alia excelência estética à pedagogia social, transformando cada exibição em ato de formação, inclusão e inovação. O projeto adota metodologias replicáveis de produção sustentável, conectando o formato Broadway ao contexto afro-brasileiro e à política cultural de impacto social da Lei Rouanet.
Acessibilidade FísicaO projeto “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” assegurará total conformidade com as normas de acessibilidade física estabelecidas pela legislação federal, garantindo infraestrutura adequada, sinalização acessível e condições de mobilidade segura para todos os públicos.Os espaços selecionados para as apresentações e atividades formativas deverão possuir:Acesso universal com rampas, plataformas elevatórias ou ascensores, em conformidade com o Decreto nº 5.296/2004, garantindo o livre deslocamento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;Banheiros adaptados, com barras de apoio e dimensões adequadas, conforme as normas da ABNT NBR 9050/2020;Rotas acessíveis entre estacionamento, bilheteria, plateia e palco, incluindo sinalização tátil e visual, guias táteise mapas em relevo para orientação de pessoas com deficiência visual;Assentos reservados e devidamente sinalizados para pessoas com deficiência, idosos e gestantes, conforme o art. 27, inciso II, do Decreto nº 5.761/2006;Equipe de apoio treinada, com formação básica em atendimento inclusivo, garantindo suporte durante o acesso e o deslocamento de pessoas com deficiência e idosos.Essas medidas serão exigidas como condição contratual na etapa de seleção e locação dos espaços teatrais, de modo a assegurar a conformidade integral às normas da Lei nº 10.098/2000 e do Decreto nº 6.949/2009, que promulgou a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo será implementada em todas as atividades culturais do projeto apresentações, oficinas, ensaios abertos, debates e materiais de divulgação com foco na inclusão comunicacional e sensorial. Serão adotadas as seguintes ações:Apresentações Acessíveis:Realização de duas sessões com intérprete de Libras e audiodescrição para pessoas surdas e cegas, com legendas descritivas sincronizadas.Inclusão de projeções adaptadas e linguagem visual acessível em materiais audiovisuais, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).Sessão Azul: Criação de uma Sessão Azul especialmente voltada a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com iluminação reduzida, som adaptado, liberdade de movimentação e equipe capacitada.Produção de mapa sensorial e guia antecipado do espetáculo, disponível online e impresso, para familiarização do público neurodivergente.Oficinas e Ações Formativas:Adaptação de conteúdos e materiais didáticos das oficinas formativas em formatos acessíveis (Braille, fonte ampliada e digital);Presença de intérprete de Libras nas aulas e encontros públicos;Criação de vídeos institucionais legendados e com descrição auditiva sobre o processo de produção e bastidores.Comunicação Inclusiva:Todo o material gráfico e digital seguirá princípios de design universal, com contraste cromático adequado, fontes legíveis e linguagem simplificada;O site e as redes sociais do projeto adotarão recursos de leitura automática (text-to-speech) e descrição textual de imagens;Produção de press kits acessíveis para a imprensa especializada e órgãos públicos. Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem (MEL)O projeto integrará um sistema contínuo de Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem (MEL) voltado a medir a efetividade das ações de acessibilidade e inclusão.Esse processo compreenderá:Monitoramento qualitativo: coleta de dados sobre a experiência de pessoas com deficiência nas apresentações e oficinas, mediante questionários e entrevistas;Indicadores quantitativos: número de espectadores beneficiados por sessões acessíveis, participação de PCDs nas atividades e alcance de materiais inclusivos;Avaliação participativa: acompanhamento por representantes de instituições parceiras e conselhos de acessibilidade;Relatório final público, a ser anexado à prestação de contas no Sistema SALIC, documentando resultados e aprendizados, conforme as diretrizes da Instrução Normativa MinC nº 5/2017. Com essas medidas, o projeto “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” assegura acessibilidade plena física, comunicacional e sensorial, integrando inclusão como princípio estruturante e não apenas como requisito técnico. O cumprimento dessas ações reforça o caráter público do projeto e sua aderência ao art. 3º, incisos I, III e IV da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), que garantem o direito universal à fruição cultural, à participação social e à valorização da diversidade.
O projeto “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” É concebido com base nos princípios da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), priorizando a democratização da fruição cultural, a inclusão social e a valorização da diversidade étnico-racial e de gênero, em consonância com o art. 3º, incisos I, III e IV, e com o Decreto nº 10.755/2021, que institui a Política Nacional de Fomento à Cultura.A equipe artística e técnica é composta de forma inclusiva e representativa: 55% de pessoas negras, 20% de pessoas indígenas e 5% de mulheres em posição de liderança criativa, assegurando equidade na contratação e fortalecimento das políticas afirmativas no setor cultural. O projeto integra a Campanha de Impacto “Câmera, Sonho, Ação!”, voltada à difusão e engajamento social, que inclui ações de formação, acessibilidade e circulação de público. 1. Distribuição e Comercialização dos IngressosA temporada contará com 24 apresentações em São Paulo, 6 no Rio de Janeiro e 4 em Brasília, totalizando 34 sessões. A comercialização dos ingressos seguirá política pública de equilíbrio entre sustentabilidade financeira e acesso popular:70% dos ingressos serão comercializados a valores acessíveis (entre R$ 50,00 e R$ 200,00, com política de meia-entrada integral);15% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para ONGs, escolas públicas, comunidades periféricas, cooperativas, associações de moradores e sindicatos;10% dos ingressos serão destinados à rede de ensino e projetos sociais parceiros;5% dos ingressos serão reservados a patrocinadores e ações institucionais, garantindo contrapartida de divulgação e engajamento.A distribuição gratuita será amplamente divulgada em redes sociais, rádios comunitárias, newsletters e veículos de comunicação populares, garantindo alcance a públicos diversos e descentralizados.2. Ações de Acesso Ampliado1 Ensaio Aberto destinado a instituições sociais, estudantes e comunidades carentes, sem cobrança de ingresso, promovendo mediação entre artistas e público e estimulando a formação de plateia;2 Sessões Acessíveis com intérprete de Libras, audiodescrição e legendagem descritiva, divulgadas com antecedência;1 Sessão Azul, especialmente formatada para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com som reduzido, liberdade de movimentação e equipe capacitada;Oficinas formativas gratuitas em cada cidade do circuito, com foco em jovens e estudantes de escolas públicas, abordando produção teatral, som, iluminação e direção de cena;Debates pós-espetáculo com artistas e professores, em parceria com universidades e coletivos culturais;Exposição especial durante o Festival FIACAFI 2026, com exibição de figurinos, imagens, trechos musicais e painéis interativos, na cerimônia de inauguração do festival, voltada ao público nacional e internacional, reforçando o caráter de intercâmbio cultural do projeto. 3. Mobilidade e Logística de AcessoCom o objetivo de ampliar a presença de públicos periféricos e de difícil deslocamento, serão disponibilizados 6 ônibus de transporte gratuito (dois por cidade) com capacidade para 80 passageiros cada, beneficiando estudantes universitários, idosos e moradores de regiões periféricas. Essa ação integra a política de acessibilidade física e democratização territorial do projeto, assegurando que o espetáculo seja vivenciado por grupos que historicamente encontram barreiras de acesso aos equipamentos culturais. 4. Campanha de Impacto e ComunicaçãoA Campanha de Impacto “Câmera, Sonho, Ação!” será executada em parceria com instituições de ensino, coletivos culturais e veículos de mídia comunitária.As ações incluem:Publicação de conteúdo audiovisual educativo nas redes sociais;Transmissão de trechos e debates pela internet (YouTube e site oficial do projeto);Desenvolvimento de peças de divulgação inclusivas com Libras, legendas e descrição textual;Criação de boletins informativos sobre impacto social e ambiental do projeto. 5. Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem (MEL)Será implementado um sistema de Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem (MEL) para mensurar o alcance e a efetividade das ações de democratização de acesso.O MEL contemplará:Indicadores quantitativos (número de ingressos gratuitos, público transportado, participantes das oficinas e sessões acessíveis);Indicadores qualitativos (avaliação de satisfação, diversidade de público e impacto social percebido);Relatórios trimestrais consolidados, com análise participativa e metodologia transparente, disponibilizados em formato público;Avaliação final publicada durante o FIACAFI 2026, no âmbito das ações de intercâmbio cultural e impacto social do festival.Por meio de políticas afirmativas, transporte gratuito, sessões inclusivas, distribuição solidária de ingressos e integração com o FIACAFI 2026, o projeto “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!” garante o acesso equitativo, diverso e sustentável à produção cultural, cumprindo integralmente os princípios da Lei nº 8.313/1991, da Instrução Normativa MinC nº 5/2017 e dos ODS 4, 5, 10 e 11 da Agenda 2030, reafirmando a cultura como direito, inclusão e instrumento de transformação social.
FICHA TÉCNICAAtividade do Proponente e DirigenteA EVA FILMES LTDA, produtora audiovisual vocacionada para projetos de impacto social e inclusão, será a responsável legal e administrativa pela execução do projeto “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!”, incluindo a gestão financeira, a coordenação técnica e a articulação com instituições parceiras. O dirigente responsável, Jarsom Wayans, atuará como autor, produtor e diretor geral, coordenando todas as etapas criativas e operacionais do espetáculo, desde a concepção dramatúrgica até a supervisão artística e o acompanhamento de ações formativas e de acessibilidade.A produtora e o dirigente assumem integralmente as obrigações previstas na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), no Decreto nº 10.755/2021, e nas Instruções Normativas MinC, garantindo transparência, eficiência na execução e o cumprimento dos objetivos socioculturais do projeto. EQUIPE PRINCIPALJARSOM WAYANS – Autor, Produtor e Diretor GeralGestor cultural negro com sólida trajetória nacional e internacional, Jarsom Wayans atua como diretor, roteirista e showrunner da Eva Filmes, liderando produções reconhecidas em festivais e mercados estratégicos como Ventana Sur (Solo Series + BBC Studios), Content Americas (Miami), Series Mania / Serial Bridges, CINEBH, FICCI (Cartagena), GIRA Afro Lab e AfroCannes (Paris).É criador e diretor das obras “Mulher de Ferro”, “O Silêncio Tem Rosto de Mulher” (coprodução Brasil/Portugal/Espanha) e “O Rio” (Brasil/Peru/Colômbia).Graduado em Produção Cinematográfica pela UDLA (Quito), com Mestrado em Comunicação Pública pela Universidad de Belgrano (Buenos Aires), cursos nos EUA (University of Santa Fe, Novo México) e formação em teatro pela Escola Macunaíma (SP).Experiência prática em TV e cinema, tendo atuado em produções como “Silêncio na Terra dos Sonhos”, “Mejor No Hablar de Ciertas Cosas” e “Ven Baila Quinceañera”.Como produtor teatral, realizou “Navio Negreiro”, com quatro temporadas em Salvador e São Paulo. É também curador da mostra “Rosto de Mulher” e coordenador de laboratórios de formação de roteiristas negras.Sua atuação reflete compromisso com a democratização do acesso à cultura, a inclusão racial e de gênero, e a formação de novas redes criativas afro-ibero-americanas. UARLEN BECKER – Dramaturgo e Co-DiretorNatural de Salvador (BA), Uarlen Becker é escritor, dramaturgo, ator e diretor, com ampla produção literária e teatral. Autor de sete livros entre contos, poemas e peças, teve diversas obras adaptadas para teatro e cinema. Desde jovem, construiu trajetória marcada pela valorização da literatura brasileira e pela reflexão sobre as contradições sociais e políticas do país.Sua dramaturgia é guiada pelo compromisso com o teatro político e popular, pela escrita que une poesia e denúncia, e pela defesa da arte como instrumento de libertação. Em “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!”, é responsável pela estrutura dramatúrgica, co-direção artística e orientação de elenco, contribuindo com um olhar afro-brasileiro e poético sobre o processo histórico representado no musical. HUDSON BATISTA – Diretor Cênico e MusicalAtor, diretor e pesquisador com mais de 20 anos de experiência, Hudson Batista é mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO, licenciado em Pedagogia pela UFRJ, pós-graduado em Direção Teatral pela Faculdade CAL e graduando em Artes Cênicas pela PUC-Rio.É diretor artístico e pedagógico da Gudi Hud – Escola de Teatro, instituição localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, referência em formação teatral para jovens e adultos.Atuou em produções como “Contos Negreiros do Brasil” (texto de Marcelino Freire, direção de Fernando Philbert) e é autor e intérprete do monólogo “Principidades” (direção de Ana Kfouri).Dirigiu a exposição cênica “Omolu – A Cura” e projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc, Retomada Cultural e FOCA (Fomento à Cultura Carioca).Em “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!”, responde pela direção cênico-musical, coordenando ensaios, preparação vocal e concepção sonora do espetáculo. EMANUELE SANUTO – Produtora ExecutivaCarioca, 37 anos, formada em Ciências Sociais com ênfase em Política e Produção Cultural pela Universidade Cândido Mendes, com MBA em Gestão Cultural. Fundadora da Sanuto Produções, empresa dedicada à produção e consultoria cultural para microempreendedores individuais.Com experiência de mais de 11 anos no setor cultural, atuou em produções como “Charlie e Lola”, “The Beatles in a Diamond Sky”, Festival de Teatro em Língua Portuguesa – FESTLIP, e exposições no MAM e Teatro Oi Futuro Flamengo.Colaborou com o Opera Center de Acari e com a Revista Raça, desenvolvendo projetos voltados à valorização da cultura negra e à igualdade de gênero.No presente projeto, é responsável pela produção executiva e articulação institucional, assegurando a execução financeira e logística das ações do musical e das contrapartidas sociais.NAHARA FAISSÚ Co-Direção de ArteProfissional de cinema formada pela CEUNSP, com quatro anos de experiência em direção de arte e produção audiovisual. Atuou na Object Production e participou de longas como “Hebe A Estrela do Brasil”, “10 Hours for Christmas” (Paris Filmes) e “Meu Último Desejo” (direção de Arnaldo Jabor).Dirigiu a arte dos curtas “Giacomo Búfalo Di Monti” e do longa “Grasshopper” (Monolito Producciones, 2020).Tem atuação voltada à produção cultural negra e periférica, com foco em acessibilidade e diversidade.Em “CÂMERA, SONHO, AÇÃO!”, atua na direção de arte, garantindo coerência visual, coordenação de equipe técnica e cumprimento dos cronogramas de montagem.MARILENE RIBEIRO – Assistente de ProduçãoProfissional com experiência em produção cultural e audiovisual, com atuação voltada para projetos que valorizam a cultura negra, a equidade e o combate ao racismo. Atua como assistente de direção, integrando processos criativos e operacionais, garantindo a execução eficiente de produções que conciliam rigor técnico e relevância social.A EVA FILMES LTDA, em parceria com Sanuto Produções e Gudi Hud Escola de Teatro, será responsável pela produção geral, gestão administrativa, execução artística e coordenação das contrapartidas sociais e educativas.A atuação integrada dos profissionais garante não apenas excelência artística, mas também compromisso com diversidade, inclusão e impacto social mensurável, conforme diretrizes da Lei Rouanet, da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 5, 10 e 11).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.