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O musical "Se correr o lixo pega, se cuidar o lixo some" é um espetáculo infantil inédito com 10 apresentações presenciais para cerca de 7.000 espectadores, realizado em parceria com escolas públicas. A trama se passa na cidade fictícia de Descartópolis, onde personagens fantásticos e humanos ensinam de forma lúdica os três "Rs" da sustentabilidade — reduzir, reutilizar e reciclar. O ingresso é simbólico: o público entrega materiais recicláveis destinados às cooperativas de catadores parceiras. Com direção artística de João e Duda, o projeto alia arte, educação ambiental e economia criativa, utilizando música, figurinos tecnológicos e bonecos gigantes para estimular práticas ecológicas e cidadania desde a infância.
O musical infantil “Se correr o lixo pega, se cuidar o lixo some” convida o público a uma viagem encantadora e educativa pela cidade fictícia de Descartópolis, um lugar onde o lixo ganhou vida e decidiu pedir socorro. Em cena, 13 atores dão vida a 9 personagens fantásticos — como a o amontoado de lixo pegajoso e melecado, o Papelão Falante, o Plástico Fanfarrão e a Caixinha Longa Vida Vaidosa — além de 4 personagens humanos, representantes da comunidade que tenta recuperar o equilíbrio da cidade.De forma leve, colorida e divertida, o espetáculo aborda temas urgentes como consumo consciente, reciclagem e cidadania ambiental, mostrando que pequenas atitudes podem transformar o planeta. A trama é conduzida por canções originais e coreografias inspiradas no cotidiano das crianças, aliadas a elementos cênicos tecnológicos: telões com projeções animadas, figurinos com materiais recicláveis e bonecos gigantes que interagem com o público.No enredo, o lixo acumulado de Descartópolis começa a ganhar voz e revolta-se contra os habitantes que insistem em descartá-lo de forma incorreta. Com humor e poesia, os personagens aprendem, junto ao público, a aplicar os três “Rs” da sustentabilidade — Reduzir, Reutilizar e Reciclar — compreendendo que cuidar do lixo é, na verdade, cuidar de si mesmo e do futuro coletivo, inspirado na máxima “EM SE TRATANDO DE PLANETA TERRA, NÃO EXISTE ‘JOGAR FORA’” e ainda no ditado atribuído aos Índios Estadunidenses: “NÓS NÃO HERDAMOS A TERRA DOS NOSSOS ANTEPASSADOS, NÓS A TOMAMOS EMPRESTADA DAS GERAÇÕES FUTURAS”.O espetáculo propõe um diálogo sensível entre arte e educação ambiental, valorizando a cultura brasileira e o potencial criativo das novas gerações. A experiência teatral é enriquecida por ações formativas e pedagógicas, que envolvem professores, estudantes e cooperativas de catadores, reforçando o compromisso social do projeto.Com classificação livre, o musical é destinado principalmente a crianças do ensino fundamental (1º ao 5º ano), mas encanta públicos de todas as idades. O formato de Teatro-Escola, com duração de aproximadamente 60 minutos, permite sua integração à rotina pedagógica e reforça o papel da arte como ferramenta de transformação, aprendizado e inclusão.Mais que um espetáculo, “Se correr o lixo pega, se cuidar o lixo some” é uma celebração à vida, à natureza e à criatividade — um convite para que cada pequeno espectador se torne um defensor do planeta e agente de mudança na própria comunidade.
Objetivo Geral: Promover a conscientização ambiental e o engajamento social por meio da arte, apresentando um musical educativo que sensibiliza crianças do ensino fundamental sobre o destino do lixo e a importância da reciclagem.Objetivos Específicos:· Realizar 10 apresentações gratuitas do musical em espaços acessíveis da cidade de Goiânia/GO.· Formar público infantil por meio de espetáculo educativo, com trilha musical e roteiro originais.· Treinar professores e alunos para separação de resíduos recicláveis nas escolas.· Implementar ações de acessibilidade física e comunicacional, com intérprete de Libras, legendagem e áreas adaptadas para autistas e pessoas com epilepsia.· Gerar renda e capacitação técnica para 30 profissionais da cadeia criativa (atores, técnicos e produtores).· Divulgar o projeto em mídias sociais, escolas e imprensa local, atingindo mais de 20 mil pessoas.
O projeto "Se correr o lixo pega, se cuidar o lixo some" fundamenta-se nos Artigos 1º e 3º da Lei nº 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura), ao promover o acesso democrático às artes cênicas, a formação cultural de crianças e jovens e o estímulo à cidadania por meio da arte e da educação ambiental. Inspirado nos princípios da economia criativa e da sustentabilidade, o musical utiliza a linguagem teatral e musical como instrumento de sensibilização social, abordando uma temática de extrema relevância contemporânea — a destinação e o reaproveitamento de resíduos sólidos — de forma lúdica, poética e acessível a todos os públicos.A utilização do mecanismo de incentivo fiscal é condição essencial para a execução desta proposta, uma vez que possibilita a contratação de elenco numeroso, equipe técnica especializada, figurinos tecnológicos e cenários interativos, garantindo padrões profissionais de qualidade artística e técnica. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura permite também assegurar acessibilidade plena e gratuidade no acesso, alcançando escolas públicas, comunidades periféricas, pessoas com deficiência e grupos historicamente sub-representados nas produções culturais.O musical propõe-se a contribuir com os incisos I, II, III, IV, V, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8.313/91 ao fomentar a produção e difusão das artes cênicas; promover a universalização do acesso aos bens culturais; apoiar artistas e técnicos brasileiros; e valorizar expressões artísticas que fortaleçam a identidade nacional. Além disso, atende aos incisos I, II do Art. 3º, ao democratizar o acesso à cultura, estimular a formação de público, promover o desenvolvimento cultural das comunidades e fortalecer o papel da cultura como vetor de transformação social e educativa.O projeto destaca-se por seu caráter formativo e transformador. Em parceria com a Escola de Música e Artes Cênicas Gustav Ritter, realizará ações pedagógicas complementares, como oficinas de sensibilização e treinamento de professores e alunos sobre práticas de reciclagem e sustentabilidade, integrando o conteúdo artístico ao currículo escolar e fortalecendo a relação entre cultura e educação. Dessa forma, cumpre função social estratégica ao promover a reflexão sobre hábitos cotidianos e incentivar atitudes conscientes desde a infância.Com 10 apresentações gratuitas, o espetáculo deve alcançar aproximadamente 7.000 espectadores, estimulando o pensamento crítico e a responsabilidade socioambiental de milhares de crianças, jovens e educadores. O ingresso simbólico — a entrega de resíduos recicláveis — reforça a proposta educativa e gera impacto direto ao destinar os materiais a cooperativas de catadores, promovendo geração de renda e inclusão social.A proposta alinha-se aos princípios da Agenda 2030 da ONU, especialmente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 4 (Educação de Qualidade), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e 12 (Consumo e Produção Responsáveis). Contribui também para o fortalecimento da economia criativa regional, gerando oportunidades de trabalho digno e formal para cerca de 30 profissionais entre artistas, técnicos e produtores, e movimentando setores como costura, cenografia, sonorização, transporte e comunicação.Assim, o projeto justifica plenamente sua inscrição no Art. 18 da Lei Rouanet, por seu impacto educativo, ambiental, artístico e social, sendo a Lei de Incentivo à Cultura o instrumento adequado para viabilizar uma produção de qualidade, inclusiva e transformadora, que dialoga diretamente com os desafios contemporâneos da sustentabilidade e da formação cidadã no Brasil.
O projeto “Se correr o lixo pega, se cuidar o lixo some” foi concebido como uma ação cultural completa, que une arte, educação, inclusão e sustentabilidade. Além das apresentações teatrais e das ações formativas descritas, a proposta traz inovações metodológicas e sociais que ampliam seu alcance e impacto.A iniciativa tem como base os princípios da economia criativa e circular, estimulando o uso consciente de recursos e a geração de renda por meio da arte e da reciclagem. O ingresso simbólico – a doação de resíduos recicláveis – transforma o público infantil em agente ativo de mudança, criando uma experiência concreta de participação social e ambiental.O projeto também se destaca por sua metodologia de integração entre linguagens artísticas e pedagógicas, combinando teatro, música, audiovisual, tecnologia e design sustentável. O formato de Teatro-Escola, com duração adequada à rotina pedagógica, permite que as escolas incorporem o espetáculo em suas atividades curriculares, fortalecendo a formação integral dos alunos. O Projeto prevê ainda o transporte dos alunos no trajeto ESCOLA / TEATRO / ESCOLA, em ônibus de Turismo, com seguro e guias acompanhantes, que atuarão em conjunto com os Professores para coordenar as crianças.A curadoria artística e pedagógica realizada pela Escola de Música e Artes Cênicas Gustav Ritter assegura a qualidade técnica e educacional do projeto, promovendo a profissionalização de jovens artistas, o intercâmbio entre arte e educação e o fortalecimento da cena cultural goiana.Do ponto de vista da gestão e transparência, o projeto será executado com controle rigoroso de recursos, observando os limites percentuais estabelecidos pela IN 23/2025 (15% para administração, 10% para captação e 20% para comunicação e acessibilidade). Serão contratados profissionais qualificados e fornecedores locais, contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva da cultura na região.A proposta reforça compromissos com a inclusão e a diversidade, garantindo representatividade em cena — com personagens negros, pessoas com deficiência e corpos diversos — e também na equipe técnica, com 10% das contratações destinadas a profissionais PcDs.Como desdobramento, o projeto prevê a criação de um relatório socioambiental final, com indicadores de impacto e recomendações para escolas e cooperativas parceiras, estimulando a continuidade das práticas de reciclagem e educação ambiental iniciadas durante as apresentações.Em alinhamento à Agenda 2030 da ONU, o musical contribui diretamente para os ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 10 (Redução das Desigualdades), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis), reafirmando o papel da cultura como vetor de desenvolvimento humano, social e ambiental.
O musical “Se correr o lixo pega, se cuidar o lixo some” é um espetáculo teatral-musical de formato presencial, com duração aproximada de 60 minutos, voltado para o público infantil e educacional, com classificação livre. Sua estrutura técnica contempla aspectos cênicos, sonoros, visuais, sensoriais e pedagógicos, integrando arte, tecnologia e sustentabilidade.Formato e Estrutura Cênica: O espetáculo será apresentado em palcos de médio porte, com dimensão mínima de 8m x 6m e altura de boca de cena de 4m. O cenário é composto por um telão de projeção interativa, que exibe animações e elementos gráficos em sincronia com a narrativa. A cenografia combina módulos móveis recicláveis (feitos em compensado ecológico e tubos de PVC) e bonecos gigantes articulados confeccionados em EVA, espuma, papel machê e materiais reaproveitados.Iluminação e Sonoplastia: O desenho de luz é dinâmico e colorido, com foco em cenas lúdicas e pedagógicas. Utiliza-se sistema de iluminação cênica com refletores LED RGB e setorização de palco. A sonoplastia é composta por trilha musical original gravada em estúdio, com canções e efeitos sonoros produzidos especialmente para o espetáculo (Foley), além de áudios pré-gravados das vozes dos personagens fantásticos, integrados via sistema digital sincronizado, com a utilização do recurso de lyric video para que público possa entender e até cantar as músicas do espetáculo.Figurino e Caracterização: Os figurinos serão produzidos com materiais recicláveis e sustentáveis, incorporando tecidos tecnológicos, texturas, luzes LED e sensores de movimento. Cada personagem possui identidade visual e personalidades próprias, reforçando sua simbologia ambiental (ex.: o Plástico é translúcido, o Papelão tem formas retas, é dobrável e maleável, o Vidro brilha sob a luz e o metal é rígido e barulhento). O processo de confecção será acompanhado por um figurinista e costureiras locais, incentivando a economia criativa e a sustentabilidade produtiva.Acessibilidade Técnica e Comunicacional: O espetáculo contará com interpretação em Libras em todas as apresentações, legendagem descritiva nos trechos musicais, inserções de infografia e lyric video para acompanhamento das letras das músicas e audiodescrição em pelo menos uma sessão. O espaço cênico será adaptado para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, com áreas reservadas e trajetos acessíveis. Haverá também zonas sensoriais reduzidas para público do espectro autista e pessoas com epilepsia, com abafadores sonoros e controle de luminosidade.Projeto Pedagógico e Ambiental: A proposta integra ações educativas antes e após as apresentações. Cada escola participante receberá material didático digital contendo jogos, roteiros de debate, atividades sobre os “3Rs” da sustentabilidade e sugestões interdisciplinares (Arte, Ciências e Língua Portuguesa). Professores e coordenadores pedagógicos participarão de oficinas de sensibilização e capacitação, conduzidas por educadores ambientais e arte-educadores do projeto. Os resíduos arrecadados como ingresso simbólico serão destinados às cooperativas de catadores, promovendo impacto social direto e aprendizagem prática sobre reciclagem e cidadania.Registro e Difusão: O projeto prevê captação audiovisual profissional de trechos do espetáculo e do processo pedagógico, para uso educativo, difusão em redes sociais e memória institucional. O conteúdo digital seguirá normas de acessibilidade e direitos autorais.Requisitos Técnicos Mínimos:· Palco de 8m x 6m (mínimo)· Energia elétrica trifásica 110/220V· Sistema de som (2 caixas de retorno + PA frontal)· Iluminação cênica com 12 refletores LED e dimmers· Telão 4m x 3m com projetor 6.000 lumens ou LED wall equivalente· Microfones headset e sistema de playback digital· 1 camarim com espelhos e iluminação adequadaAssim, o musical se caracteriza como uma produção híbrida e educativa, que alia rigor técnico, inovação estética, responsabilidade ambiental e impacto social, oferecendo às crianças uma experiência imersiva, inclusiva e inesquecível de aprendizado por meio da arte.
Serão garantidas condições plenas de acesso físico e comunicacional:· Espaços acessíveis com rampas e banheiros adaptados;· Tradução em Libras, legendagem descritiva e audiodescrição em pelo menos uma sessão;· Áreas reservadas com abafadores sonoros e proteção de luminosidade para autistas e pessoas com epilepsia;· Contratação de profissionais PcDs na equipe técnica;· Materiais informativos em formato digital acessível.
O acesso ao musical “Se correr o lixo pega, se cuidar o lixo some” será totalmente gratuito, mediante a entrega simbólica de materiais recicláveis, que funcionarão como “ingresso solidário”. Esses resíduos serão destinados às cooperativas de catadores locais, fortalecendo a economia circular e transformando o público infantil em protagonista de uma ação ambiental concreta.O projeto prioriza a participação de escolas públicas municipais garantindo transporte, seguro e estrutura para deslocamento dos alunos até o teatro. As instituições de ensino interessadas participarão de uma ação educativa prévia, na qual professores e coordenadores pedagógicos receberão material didático digital e oficinas formativas sobre separação de resíduos, consumo consciente e aproveitamento pedagógico do espetáculo.Além das apresentações principais, estão previstas sessões com ensaios abertos para a comunidade e transmissão online de trechos e bastidores nas redes sociais oficiais, ampliando o alcance e possibilitando que escolas de outras localidades também se beneficiem do conteúdo artístico e educativo.O projeto prevê ainda ações de acessibilidade plena — tradução em Libras, legendagem descritiva, audiodescrição e áreas adaptadas para autistas e pessoas com epilepsia — garantindo que pessoas com deficiência possam participar ativamente e de forma confortável.As estratégias de divulgação incluem campanhas em rádios e TVs locais, redes sociais, mídia impressa e digital, (MÍDIAS ESPONTÂNEAS – PAUTA DE INTERESSE PÚBLICO) além de parcerias com secretarias de educação e meio ambiente, ampliando o engajamento comunitário e o alcance social.Com essas medidas, a proposta promove igualdade de acesso, formação de novos públicos e valorização da arte como instrumento de transformação social, unindo cultura, educação e sustentabilidade em uma ação integrada e exemplar no âmbito da Lei de Incentivo à Cultura.
A instituição proponente será responsável pela coordenação geral, gestão administrativa e acompanhamento da execução artística e pedagógica do projeto, garantindo a fiel aplicação dos recursos e o cumprimento dos objetivos culturais, sociais e ambientais estabelecidos. Atuará também na articulação com as escolas públicas, cooperativas de catadores e órgãos de meio ambiente, assegurando o impacto educativo e comunitário da proposta.Criação, Coordenação Geral e Direção de Produção MARCELO DA SILVA ALVES, em artes JOÃO MARCELLO – produtor cultural com experiência em gestão de projetos artísticos, responsável pela supervisão técnica e financeira, contratações, cronograma e logística do musical. Atua há mais de 10 anos no setor cultural, com ênfase em projetos de educação ambiental e teatro musical.Assistentes de Produção FABIANA CASTANHEIRA CRUVINEL, em artes BIA CRUVINEL e KARLA CRISTINA RESENDE, em artes KARLA RESENDE responsáveis pela assistência de produção, promovendo a integração entre direção e elenco. Coordenarão adjuntamente, ensaios, garantindo a boa comunicação e o cumprimento das metas estabelecidas. Direção Artística MARCOS SILAS GOUVEIA LIMA, em artes MARCOS SILAS. Na qualidade de Docente do CENTRO CULTURAL GUSTAV RITTER, será o responsável pela interlocução entre as áreas da Instituição com as necessidades do Projeto, integrando as áreas de MÚSICA, DANÇA, ARTES CÊNICAS e CANTO, disciplinas lá ministradas. Promoverá ainda a concepção cênica e integração entre teatro, música e tecnologia. Coordenará os ensaios, a construção dramatúrgica e o acompanhamento das performances, garantindo coerência estética e pedagógica.Direção Musical GUILHERME DE AZEVEDO CAETANO BICALHO, em artes GUILHERME BICALHO responsável pela pré-produção do áudio do espetáculo. Fará os arranjos musicais e a gravação de todas as canções do espetáculo, bem como mixagem e masterização das músicas, dos diálogos e efeitos sonoros.Direção Técnica de projeções e iluminação WAVE WORK MUSIC, representada por seu diretor RICARDO ISNARD DE SOUZA OLIVEIRA, em artes RICARDO ISNARD – técnico de projeções e iluminação, com ampla experiência no showbusiness. Responsável pelo planejamento e execução de luz, projeções nas telas de led.Direção Técnica de sonorização LEONARDO SILVEIRA DE MORAIS e EQUIPE, em artes LEOZINHO ROADIE– técnico de som e especialista em direção de palco. Responsável pelo planejamento e execução de sonorização e logística de palco.Direção de Arte, Cenografia, figurino e caracterização IZABELA NASCENTE e EQUIPE: bonequeira, artista cênica, visual e cenógrafa de Goiás, especializada em produções com elementos tecnológicos e sustentáveis. Coordenará a criação dos bonecos gigantes, adereços e cenário digital, valorizando materiais reciclados e reutilizáveis, desenvolverá ainda roupas com sensores, texturas e materiais recicláveis, promovendo inclusão sensorial e estética inovadora.Direção Audiovisual e Fotografia IMG PRODUTORA, representada por seu diretor MÁRCIO ALVES FERNANDES CUNHA e EQUIPE, em artes MÁRCIO CUNHA – cineasta e publicitário, responsável pela captação de imagens, making of e materiais de divulgação digital.Direção de Elenco CENTRO CULTURAL GUSTAV RITTER, representado por seu Diretor EDMAR JOSÉ CARNEIRO, em artes EDMAR CARNEIRO, responsável pelas AUDIÇÕES nas quais serão selecionados os ELENCOS de ATORES, composto por 13 atores — 9 personagens fantásticos e 4 personagens humanos — selecionados por meio de audições coordenadas pela instituição acima citada.Direção Executiva e Administrativo-Financeira, Consultoria Pedagógica e Ambiental DOMINGAS CRUVINEL BATISTA DE SIQUEIRA, em artes DUDA CRUVINEL – educadora e especialista em sustentabilidade, responsável por integrar o conteúdo artístico ao material didático das oficinas, será responsável ainda, em conjunto com a Equipe pela gestão de contratos, pagamentos, relatórios e prestação de contas, em conformidade com a legislação vigente e com os manuais da Lei de Incentivo à Cultura.O projeto contará com cerca de 30 profissionais, entre artistas, técnicos e gestores, assegurando diversidade de gênero, raça e funcionalidade, com pelo menos 10% das contratações destinadas a pessoas com deficiência. Todos os membros possuem experiência comprovada em suas áreas e compromisso com a promoção da arte, da inclusão e da sustentabilidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.