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O projeto visa realizar um Musical inédito que celebrará o Centenário da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Uma homenagem grandiosa a um Patrimônio Cultural do Brasil.
O espetáculo “Mangueira, o Coração Verde e Rosa do Brasil” celebra, em forma de teatro musical, o centenário da escola de samba mais popular do país: a Estação Primeira de Mangueira. Mais do que contar a história de uma escola, o musical presta tributo a um símbolo da identidade brasileira - território sagrado onde o samba nasceu, cresceu e se transformou em arte maior.A narrativa é conduzida por um carnavalesco contemporâneo, que dentro do barracão mergulha em sua pesquisa sobre o passado da Mangueira. À medida que ele explora arquivos, esculturas e lembranças escondidas entre tecidos e plumas, o espetáculo se desdobra diante dos olhos do público. Durante o seu delírio criativo, o carnavalesco viaja no tempo e se encontra com Dona Zica e Dona Neuma, personagens icônicos da escola, que aparecem como narradoras e guardiãs da memória, representando as tias, as matriarcas do samba. É por meio delas que o carnavalesco — e o público — voltam ao passado e são guiados pelas histórias de Tia Fé, Mestre Candinho, Tia Tomásia e tantos baluartes que fizeram da Mangueira um verdadeiro templo cultural — até chegar aos dias de hoje, quando o carnaval se reinventa diante das novas revoluções estéticas e tecnológicas. O espetáculo vai do pioneiro bloco dos Arengueiros à Mangueira do Amanhã, unindo o passado, o presente e o futuro da famosa escola de samba.O primeiro ato apresenta o universo em construção: o barracão em pleno processo criativo, os cenários sendo moldados, as fantasias ainda em esboço, o enredo nascendo. É nesse ambiente de invenção e memória que os personagens históricos da escola ganham vida, surgindo do passado para dialogar com o presente e ajudar o carnavalesco a construir o novo desfile.No segundo ato, vemos o resultado dessa jornada — as alegorias prontas, as cores vibrando, o som do tamborim anunciando o carnaval que se aproxima. É a nova geração de sambistas assumindo o legado dos baluartes, mantendo acesa a chama que há cem anos ilumina o morro. O espetáculo convida o público a atravessar as etapas de criação que transformam sonho em avenida, pesquisa em emoção e história em arte.Com uma trilha sonora formada pelos grandes sambas-enredos da Mangueira e pelas obras imortais de Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Hélio Turco, Jurandir, Zagaia, Zé Ramos, Geraldo Pereira, entre tantos mestres, o musical homenageia as vozes que fizeram do morro um berço de poesia e resistência.Mais do que um musical, este projeto é um encontro de mundos: a linguagem teatral e a estética do carnaval se fundem em uma mesma batida. Profissionais renomados do teatro musical trabalham lado a lado com integrantes da própria comunidade da Mangueira, músicos, passistas, ritmistas e intérpretes, formando um espetáculo que une o rigor da cena à emoção da avenida.Ao celebrar cem anos de glória, “Mangueira, o Coração Verde e Rosa do Brasil” reafirma a Estação Primeira como patrimônio cultural e afetivo do povo brasileiro — uma escola que manteve viva a essência do samba em sua arte, em sua gestão e em suas famílias originárias. Mais do que um espetáculo sobre a Mangueira, este musical é um ato de amor ao Brasil, um país que pulsa, canta e se reconhece nas cores verde e rosa.Gustavo Gasparani
OBJETIVO GERALO projeto visa celebrar e perpetuar o legado centenário da Estação Primeira de Mangueira _ um dos maiores patrimônios culturais e afetivos do Brasil _ por meio da criação, montagem e circulação de um espetáculo de teatro musical inédito, de alta qualidade artística e grande impacto social, promovendo a democratização do acesso e a formação profissional da comunidade. O espetáculo de teatro musical "Mangueira, o Coração Verde e Rosa do Brasil", em celebração aos 100 anos da Estação Primeira de Mangueira terá 72 sessões no total (36 em São Paulo e 36 no Rio de Janeiro) em teatros de referência (Teatro Sérgio Cardoso - SP e Teatro João Caetano - RJ), com ingressos a preços populares. O espetáculo contará com um elenco formado por 25 atrizes/atores, banda de 12 músicos, mais a participação inédita e impactante unindo Bateria da Mangueira com a Orquestra Light Rocinha e uma equipe técnica e criativa de excelência, liderada por Jô Santana (Direção Geral) e Gustavo Gasparani (Texto e Direção).Além da circulação, o projeto possui um robusto programa de Formação e Inclusão que oferecerá 6 oficinas voltadas principalmente para a comunidade da Mangueira e adjacências (com 230 vagas e carga horária de aproximadamente 180h). O projeto prevê a inclusão direta de 12 destaques dessas oficinas no elenco e na equipe técnica da produção principal, promovendo acesso real ao mercado de trabalho cultural.Como Objetivo Geral, este projeto pretende ainda, em seu escopo principal e em ações paralelas e de contrapartida: - Contribuir para o desenvolvimento e difusão da dramaturgia teatral contemporânea brasileira; divulgar e popularizar o teatro brasileiro; - Incentivar e valorizar as artes cênicas; - Incentivar e valorizar atrizes e atores negros, indígenas e pessoas do segmento LGBTQIAPN+ não só no elenco e equipe artística, mas também nas equipes técnica, e de produção; - Contribuir para a formação de público; - Democratizar o acesso à cultura.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Realizar audições para seleção de atrizes e atores para composição do elenco do espetáculo, em São Paulo/SP. - Realizar 2 (dois) Ensaios Abertos, com Intérprete de Libras e Audiodescrição, em São Paulo/SP. - Realizar temporada de 12 (doze) semanas, com 36 (trinta e seis) apresentações no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo/SP, de sexta-feira a domingo, com ingressos a preços populares. - Realizar 3 (três) sessões com Intérprete de Libras e Audiodescrição, em São Paulo/SP. - Realizar audições para seleção de atrizes e atores para composição do elenco do espetáculo, no Rio de Janeiro/RJ. - Realizar 2 (dois) Ensaios Abertos, com Intérprete de Libras e Audiodescrição, no Rio de Janeiro. - Realizar temporada de 12 (doze) semanas, com 36 (trinta e seis) apresentações no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, de sexta-feira a domingo, com ingressos a preços populares. - Realizar 3 (três) sessões com Intérprete de Libras e Audiodescrição, no Rio de Janeiro/RJ. - Realizar 1 (uma) sessão tecnicamente adaptada do espetáculo, aberta à comunidade, na Quadra da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, no Rio de Janeiro/RJ.CONTRAPARTIDA SOCIALRealizar 6 (seis) Oficinas com programa abrangente, sendo 1 (uma) Oficina de Teatro Musical (Interpretação, Canto e Dança), 1 (uma) Oficina de Técnicas de Palco (camareira, contrarregra, perucaria, maquiagem), 1 (uma) Oficina de Produção, 1 (uma) Oficina de Figurino e Adereços, 1 (uma) Oficina de Cenografia e 1 (uma) Oficina Infanto-Juvenil de Composição Dramatúrgica e Musical; ministradas por parte da equipe do projeto em questão, no Rio de Janeiro/RJ, com 230 vagas, carga horária de aproximadamente 180 h e foco na comunidade da Mangueira e adjacência e estudantes/professores da rede pública de ensino, porém, abertas a todos.Oferecer bolsa-auxílio aos participantes das oficinas, como forma de incentivo e valorização da dedicação dos alunos durante o processo formativo. O benefício tem caráter de apoio à permanência, buscando assegurar condições de participação igualitária, especialmente para moradores da comunidade da Mangueira e regiões adjacentes, contribuindo para a democratização do acesso à formação e para a efetiva inclusão social e produtiva no setor cultural.Selecionar 12 (doze) participantes das Oficinas para integrarem a equipe artística e técnica da produção profissional do musical, sendo remunerados para a realização de tais atividades.
A Estação Primeira de Mangueira é um dos maiores símbolos vivos da cultura brasileira. Fundada em 1928, no Morro da Mangueira, a escola de samba transcende o universo carnavalesco para se firmar como um marco de resistência, arte e identidade nacional. Ao longo de um século, a Mangueira não apenas desfilou na avenida, mas escreveu parte da história do Brasil, dando voz à população negra e periférica e transformando o samba em expressão de pertencimento, liberdade e potência criativa.Celebrar o Centenário da Estação Primeira de Mangueira (1928_2028) é, portanto, celebrar um século de cultura popular, ancestralidade e transformação social. É reconhecer o papel fundamental da escola na consolidação do samba — gênero que, desde 2007, é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil — e que simboliza, como poucos, a alma do povo brasileiro.O projeto "Mangueira, o Coração Verde e Rosa do Brasil" propõe um espetáculo musical inédito e de grande porte, concebido para honrar essa trajetória de 100 anos com excelência artística e compromisso social. Com direção geral de Jô Santana e texto e direção de Gustavo Gasparani, o musical une rigor técnico, dramaturgia contemporânea e emoção popular, dando corpo e voz a uma narrativa que exalta a contribuição da Mangueira para a cultura e a memória do país.Mais do que um tributo, o projeto é uma ação de salvaguarda e difusão do patrimônio imaterial brasileiro, transformando a celebração em instrumento de formação, inclusão e democratização do acesso à cultura. As oficinas de formação e inclusão, voltadas prioritariamente à comunidade da Mangueira e adjacências, não se configuram apenas como contrapartida, mas como pilares estruturais do projeto. Serão 6 oficinas com cerca de 180 horas, com 230 vagas, através da qual 12 participantes serão selecionados para integrarem diretamente o elenco e as equipes técnicas e artísticas do espetáculo — promovendo inclusão real e ampliação de oportunidades no mercado cultural. Além das ações formativas, o projeto prevê a concessão de bolsa-auxílio aos participantes das oficinas, garantindo que fatores socioeconômicos não sejam barreiras à participação. Essa medida reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e à formação profissional, promovendo a inclusão efetiva de jovens e adultos da comunidade e estimulando a continuidade de trajetórias artísticas e técnicas no setor cultural.Trata-se de uma ação que reafirma o protagonismo negro, periférico e popular, fortalecendo o legado de artistas, sambistas e trabalhadores da cultura que, há um século, fazem da Mangueira um território de criação e resistência. Ao valorizar a representatividade de pessoas negras, indígenas e LGBTQIAPN+ em todas as etapas do projeto — da concepção à execução — o musical reafirma seu compromisso com uma cultura plural, diversa e verdadeiramente brasileira.A circulação em dois dos mais importantes polos culturais do país — São Paulo (Teatro Sérgio Cardoso) e Rio de Janeiro (Teatro João Caetano), com 72 apresentações a preços populares e sessões acessíveis com intérprete de Libras e Audiodescrição, amplia o alcance e o impacto social da iniciativa. Essa itinerância garante que o espetáculo dialogue com públicos diversos, promovendo a formação de plateias e o fortalecimento da economia criativa em ambas as cidades.O projeto movimentará um vasto ecossistema da economia cultural: serão gerados centenas de empregos diretos e indiretos nas áreas artística, técnica, de produção e serviços, impactando positivamente setores de transporte, hospedagem, alimentação e comunicação. Assim, reafirma-se o papel da cultura como vetor de desenvolvimento humano, econômico e social.A execução do projeto é uma realização conjunta da Novo Traço e da Fato Produções Artísticas, empresas reconhecidas nacionalmente pela qualidade e relevância de seus trabalhos. Ambas têm trajetória consolidada na criação e realização de espetáculos que valorizam a cultura brasileira, a inclusão e a diversidade, somando experiências de excelência técnica e sensibilidade social.Sua concepção está plenamente alinhada aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), destacando-se, entre outros, os incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem ainda por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8.313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.Nos termos do Decreto nº 11.453/2023, Artigo 50, alínea III, o projeto também se enquadra como celebração de efeméride de relevância cultural — o Centenário da Estação Primeira de Mangueira, contemplando ações que promovem a cidadania de comunidades formadas por mulheres, pessoas negras, periféricas e LGBTQIAPN+, e ampliando o acesso à cultura por meio da formação e da empregabilidade.Em síntese, o projeto "Mangueira, o Coração Verde e Rosa do Brasil" não é apenas um espetáculo, mas uma celebração da arte como herança viva. Uma homenagem a um patrimônio cultural que resiste há cem anos, transformando o samba — nascido nas ladeiras da Mangueira — em símbolo de identidade, diversidade e orgulho nacional. Um projeto que honra o passado, celebra o presente e projeta o futuro da cultura brasileira.
TEMPORADA SÃO PAULO/SPLOCAL: TEATRO SERGIO CARDOSOCAPACIDADE: 827 espectadoresDe 01 de outubro de 2027 a 19 de dezembro de 2027De sexta-feira a domingoSexta às 20 hSábado às 20 hDomingo às 17 h(36 apresentações)TEMPORADA RIO DE JANEIRO/RJLOCAL: TEATRO JOÃO CAETANOCAPACIDADE: 1.139 espectadoresDe 03 de março de 2028 a 21 de maio de 2028De sexta-feira a domingoSexta às 20 hSábado às 20 hDomingo às 17 h(36 apresentações)Ensaios Abertos em São Paulo/SPQuantidade: 2 (dois) ensaiosLocal: Teatro Sergio CardosoIngressos a serem distribuídos: 827 ingressos x 2 ensaios = 1.654 ingressosPúblico-alvo: público em geralEnsaios Abertos no Rio de Janeiro/RJQuantidade: 2 (dois) ensaiosLocal: Teatro João CaetanoIngressos a serem distribuídos: 1.139 ingressos x 2 ensaios = 2.278 ingressosPúblico-alvo: público em geralOficinas no Rio de Janeiro/RJQuantidade: 6 (seis) oficinasLocal: A definirBeneficiados: 230 vagasCarga horária: 180 hPúblico-alvo: foco na comunidade da Mangueira e adjacência e estudantes/professores da rede pública de ensino, porém as oficinas serão abertas a todos.Beneficiários do Produto da Proposta e Forma de Seleção:Beneficiários: A proposta tem como público-alvo principal jovens de 15 a 29 anos, preferencialmente em situação de vulnerabilidade social e residentes na comunidade da Mangueira; artistas e produtores culturais iniciantes; estudantes e professoras da rede pública de ensino do Município do Rio de Janeiro. O número total de vagas/participantes diretos previstos é de 230 (duzentos e trinta), sendo: 60 vagas para o curso de Teatro Musical, 80 vagas para os cursos de Técnicas de Palco (20 para camareira/o, 20 para contrarregra, 20 para perucaria, 20 para maquiagem), 30 vagas para a oficina de Produção, 20 vagas para a oficina de Figurino e Adereços, 20 vagas para a oficina de cenografia e 20 vagas para a oficina infanto-juvenil de Composição Dramatúrgica e Musical.Critérios de Seleção e Inscrição: A seleção dos participantes será realizada através de análise de carta de intenção e vídeo da pessoa se apresentando e cantando, por meio de um processo transparente e amplamente divulgado.Inscrições: As inscrições serão gratuitas e realizadas online, através de link a ser divulgado nas redes sociais das realizadoras do projeto.Critérios de Prioridade/Seleção: Serão critérios de prioridade para a seleção: Comprovação de residência no território de abrangência do projeto; pertencimento ao público-alvo prioritário (jovens de baixa renda); envio de carta de interesse/motivação que demonstre o potencial de aproveitamento da formação e vídeo de apresentação.Resultado: A lista de selecionados será divulgada em dia a ser divulgado amplamente nas redes sociais das realizadoras do projeto.Plano de Execução, Carga Horária e Conteúdo ProgramáticoO Plano de Execução detalha a estrutura e o cronograma das 6 (seis) oficinas de formação profissional e artística, as quais serão ministradas por membros da equipe do projeto, no Rio de Janeiro/RJ.O período total de realização das oficinas é de 60 dias, entre abril e maio de 2027, totalizando 180 (cento e oitenta) horas-aula de formação, distribuídas conforme a tabela e os programas detalhados a seguir.Quadro Resumo do Plano de Execução e Carga HoráriaNº / Nome da Oficina / Carga Horária (h) / Nº de Encontros / Período Previsto (Abril/Maio 2027)1) Oficina de Teatro Musical (Interpretação, Canto e Dança) - 40 h - 10 encontros - Abril/20272) Oficina de Técnicas de Palco (Camareira, Contrarregra, Perucaria e Maquiagem) - 30 h - 10 encontros - Abril/20273) Oficina de Produção Cultural - 30 h - 10 encontros - Maio/20274) Oficina de Figurino e Adereços - 25 h - 8 encontros - Maio/20275) Oficina de Cenografia - 25 h - 8 encontros - Maio/20276) Oficina Infanto-Juvenil de Composição Dramatúrgica e Musical - 30 h - 10 encontros - Abril/2027TOTAL: 6 Oficinas de Formação - 180 h - 56 encontros - Abril/2027 e Maio2027Conteúdo Programático Detalhado:1. Oficina de Teatro Musical (Interpretação, Canto e Dança)Carga Horária: 40 horasObjetivo: Oferecer os fundamentos práticos das três áreas essenciais do Teatro Musical, preparando os participantes para atuar em montagens profissionais e amadoras.Conteúdo Programático:Módulo I – Interpretação para o Palco (15h): Técnicas de improvisação, análise de texto dramático e musical, construção de personagem e consciência corporal.Módulo II – Canto Aplicado (15h): Técnicas de aquecimento vocal, respiração e projeção vocal, harmonia e canto em coro. Introdução ao repertório de Teatro Musical.Módulo III – Coreografia e Movimento (10h): Introdução aos estilos de dança mais utilizados no gênero (Jazz, Clássico e Movimento Cênico) e coordenação entre movimento e canto.2. Oficina de Técnicas de Palco (Camareira, Contrarregra, Perucaria e Maquiagem)Carga Horária: 30 horasObjetivo: Capacitar profissionais para atuar nos bastidores de espetáculos, compreendendo as funções e a coordenação técnica essenciais para a execução cênica.Conteúdo Programático:Módulo I – Funções Essenciais (10h): Atribuições do Camareiro(a), Contrarregra e Produtor de Palco. Leitura de Rider e Mapa de Palco.Módulo II – Manuseio de Figurino e Adereços (10h): Cuidados e conservação de peças de vestuário, quick-changes (trocas rápidas) e organização do wardrobe.Módulo III – Introdução à Caracterização (10h): Noções básicas de perucaria (manuseio e colocação), maquiagem cênica (luz e sombra) e efeitos especiais simples.3. Oficina de Produção CulturalCarga Horária: 30 horasObjetivo: Apresentar o ciclo completo da produção cultural, desde a concepção da ideia até a prestação de contas, com foco em projetos incentivados.Conteúdo Programático:Módulo I – Planejamento e Elaboração (10h): O projeto como ferramenta de gestão. Objetivos, Justificativa e Público-Alvo. Introdução à Lei Rouanet e editais de fomento.Módulo II – Orçamento e Viabilização (10h): Montagem de planilha orçamentária, cotação de serviços e captação de recursos (Patrocínio Direto e Incentivado).Módulo III – Execução e Prestação de Contas (10h): Cronograma Físico-Financeiro, Contratação de Equipe, Ações de Democratização e Acessibilidade, e documentos para a prestação de contas final.4. Oficina de Figurino e AdereçosCarga Horária: 25 horasObjetivo: Explorar o processo criativo e técnico da concepção e execução de figurinos e adereços para espetáculos teatrais e musicais.Conteúdo Programático:Módulo I – Concepção (10h): Pesquisa e criação de conceito. Análise de roteiro e personagem. O moodboard e a paleta de cores.Módulo II – Da Criação à Execução (10h): Introdução à modelagem e corte. Noções básicas de costura e a importância da prova de roupa. Materiais alternativos e técnicas de customização de figurino.Módulo III – Adereços (5h): Criação de adereços simples e de efeito para cena (cabeças, máscaras, itens de mão) utilizando materiais de baixo custo.5. Oficina de CenografiaCarga Horária: 25 horasObjetivo: Apresentar os fundamentos da cenografia, capacitando os participantes na leitura de espaço, criação de ambientes cênicos e execução de elementos cenográficos.Conteúdo Programático:Módulo I – O Espaço Cênico (10h): A função da cenografia e suas relações com a direção e a luz. Leitura de plantas baixas e criação de maquetes.Módulo II – Materiais e Soluções (10h): Técnicas de construção cênica com materiais leves e sustentáveis. Pintura de arte e acabamentos cenográficos.Módulo III – Logística e Montagem (5h): O desafio de montar e desmontar a cena (set e strike). Noções de segurança e armazenamento do cenário.6. Oficina Infanto-Juvenil de Composição Dramatúrgica e MusicalCarga Horária: 30 horasObjetivo: Estimular a criatividade e a expressão dos participantes infanto-juvenis através da criação colaborativa de textos e melodias para uma pequena cena musical.Conteúdo Programático:Módulo I – Histórias e Personagens (10h): Técnicas de storytelling e criação de personagens. Como transformar uma ideia em diálogo.Módulo II – Ritmo e Melodia (10h): Jogos rítmicos e improvisação musical. Criação de letras para canções e introdução à estrutura musical básica.Módulo III – Montagem de Cena (10h): Integração do texto e da música. Ensaios práticos e apresentação final da pequena obra criada pelo grupo.Metodologia de EnsinoTodas as oficinas adotarão uma metodologia ativa e prática, que privilegia o "aprender fazendo". Serão utilizadas aulas expositivas (apresentação de conceitos e exemplos), exercícios práticos individuais e em grupo, estudos de caso e, sempre que possível, o uso de materiais e equipamentos para simulação das atividades profissionais.
Os teatros escolhidos para receber o espetáculo possuem medidas de acessibilidade. Além disso, tomaremos total cuidado para garantir todas as medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto proposto, sempre que tecnicamente possível, de modo a atender as exigências dos arts. 42,43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.A acessibilidade faz parte hoje das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto o projeto realizaremos as seguintes ações de acessibilidade:PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, elevadores, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição em 3 (três) sessões na temporada São Paulo/SP e em 3 (três) sessões na temporada Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras em 3 (três) sessões na temporada São Paulo/SP e em 3 (três) sessões na temporada Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AUTISTAS: Contratação de monitoria especializada inclusiva para auxiliar esse público em todas as sessões das temporadas São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.ENSAIO ABERTOMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, elevadores, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição nos ensaios abertos que serão realizados na cidade de São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras nos ensaios abertos que serão realizados na cidade de São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AUTISTAS: Contratação de monitoria especializada inclusiva para auxiliar esse público nos ensaios abertos que serão realizados na cidade de São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (OFICINAS)MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS A distribuição dos ingressos se dará da seguinte forma:Art. 46I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Serão asseguradas ainda:I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013;II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; eIII - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015.Em complemento às medidas de democratização de acesso, atendendo ao Art. 47 da IN MINC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Atendendo a este inciso, realizaremos:02 (dois) Ensaios Abertos, de forma gratuita, com Intérprete de Libas e Audiodescrição, em São Paulo/SP.02 (dois) Ensaios Abertos, de forma gratuita, com Intérprete de Libas e Audiodescrição, no Rio de Janeiro/RJ.
Idealização e Direção Geral: Jô SantanaTexto e Direção: Gustavo GasparaniFigurinista: Claudio TovarCenógrafo: Ronald TeixeiraCoreógrafo: ZebrinhaDireção Musical: Claudia ElizeuIluminador: Paulo César MedeirosIdealização e Direção Geral: Jô SantanaJô Santana um renomado ator, produtor e diretor artístico, com mais de 30 anos à frente da Fato Produções e responsável por mais de 60 espetáculos teatrais. Idealizador da aclamada Trilogia do Samba — que reúne sucessos como Cartola e Dona Ivone Lara —, Jô consolidou-se como uma referência no teatro musical brasileiro, conquistando múltiplos prêmios, entre eles Bibi Ferreira, APTR e APCA. Sua atuação em prol da diversidade o levou a integrar o Conselho do Instituto Humanitas 360 e a receber convite da ONU para participar do Fórum Permanente sobre Pessoas Afrodescendentes.Texto e direção: Gustavo GasparaniAtor, diretor e dramaturgo que há 37 anos é passista da Mangueira e biógrafo do compositor Hélio Turco – maior campeão de sambas da escola. Autor dos livros “Três Poetas do Samba-enredo” e “As Matriarcas do Samba”, desenvolve, paralelamente, uma linguagem para o teatro musical brasileiro há mais de 20 anos, escrevendo e dirigindo espetáculos relevantes, tais como: “SamBRA -100 anos de Samba”, “Samba Futebol Clube”, “Otelo da Mangueira”, “Bem Sertanejo”, “Zeca Pagodinho – Uma História de Amor ao Samba”, “Gilberto Gil – Aquele Abraço”, entre outros. Com seus espetáculos recebeu os mais importantes prêmios do país: Shell, APCA, Cesgranrio, APTR, Bibi Ferreira, entre outros. Em 2018, recebeu o prêmio São Sebastião do Rio de Janeiro pelo conjunto da obra. Dirigiu e roteirizou os shows de Beth Carvalho, Fafá de Belém, Velha Guarda da Portela etc. Durante 10 anos dirigiu e roteirizou o prêmio Estandarte de Ouro, do jornal O Globo.Figurinista: Claudio TovarCláudio Tovar é ator, cantor, dançarino, artista plástico, cenógrafo e figurinista, com uma trajetória marcante nas artes cênicas brasileiras. Capixaba de Vitória, iniciou sua carreira em 1972 como integrante do lendário grupo Dzi Croquettes e, desde então, construiu uma obra plural no teatro, na música e na televisão. Atuou em produções icônicas como A Ópera do Malandro, O Baile e A Caravana da Ilusão, além de assinar cenários e figurinos para artistas como Ney Matogrosso, Marília Pera, Miguel Falabella e Bibi Ferreira. Também é autor de peças infantis e musicais premiados e segue reconhecido por sua versatilidade, talento e contribuição à cena cultural brasileira.Cenógrafo: Ronald TeixeiraRonald Teixeira é Diretor de Arte, Cenógrafo e Figurinista de Teatro, Cinema e TV. Mestre em Ciências da Arte pela UFF e professor de Cenografia na UFRJ, soma 45 anos de carreira, mais de 580 criações e prêmios como Shell, Mambembe, Kikito e a Triga de Ouro na Quadrienal de Cenografia de Praga. Curador da Seção Brasileira na Quadrienal por 16 anos, também foi reconhecido pelo IAB pelo projeto da exposição Burle Marx e integrou o júri do Festival Internacional de Cinema da Amazônia.Coreografia: ZebrinhaComeçou sua carreira como dançarino no Grupo de Dança contemporânea da Bahia, dirigido por Clyde Morgan . Em seguida dançou em diversas companhias internacionais tais como Niederland Dence Theater (estagiário ) Holanda, Intro Dans Company, Balé de Monte Carlo, Alcazar de Paris e Paradis Latin. Partipou de programas de televisão na Holanda, na França, na Inglaterra e na Alemanha. Trabalhou também com Lisa Minelli, Joel Grey e Bem Vereen. Ensinou na Academia Internacional de dança (paris), no Stúdio 54 (paris), no Project Stúdio Munique (Alemanha), no Stadelyk Conservatoriam em Dans Academie te Arnhem, e no Federatie Friy Tiyd (Bélgica). Diretor Artístico do Balé Folclórico da Bahia onde desenvolveu o importante trabalho de formação de dançarinos que integram hoje os elencos de grandes companhias internacionais. Desde 1992 é coordenador e coreógrafo do Bando de Teatro Olodum onde participou da montagem de espetáculos de grande sucesso como “Cabaré da Raça, Sonho de uma noite de verão, Ó, Pai,Ó e Áfricas” ( entre outros ). Criou também coreografias para espetáculos teatrais sendo o mais recente ““Dona Ivone Lara – Um sorriso Negro”. Em 2001, iniciou a sua colaboração com a Cia dos Comuns coreografando o espetáculo A Roda do Mundo, em 2003 Candaces da mesma companhia, trabalho pelo qual concorreu ao Prêmio Shell. Em 2005 também coreografou o elogiado Bakulo, os bem lembrados, da Cia dos Comuns do Rio de Janeiro, com o qual também concorreu ao Prêmio Shell de Melhor Coreografia. Desde. 2003 vem dando oficinas de dança por cidades do interior do estado da Bahia pelo Projeto Teatro de Cabo a Rabo, no Brasil pelo Projeto Manutenção do Bando e em Salvador no Teatro Vila Velha nas Oficinas do Vila Verão e nas Oficinas do Ponto de Cultura. E recentemente esteve presente na “oficina de teatro musical negro” nas edições do Rio e São Paulo. No cinema, trabalhou como coreografo em filmes como Orquídea Selvagem de Zalman King (1990), e Besouro de João Daniel (2010); na televisão no seriado Ó, Pai,ó(2008/2009). Coordenou grandes eventos como CIAD (conferência internacional de intelectuais da África e da Diáspora), Encontro de Escritores da Língua Portuguesa, Encontro de Culturas Sulamericanas.Direção Musical: Claudia Elizeu Claudia Elizeu iniciou seus estudos musicais aos 5 anos, passando pela EM Villa Lobos, FABAT e UNIRIO. Ingressou no Teatro Musical fazendo uma substituição no espetáculo Beatles num Céu de Diamantes em 2010 e não parou mais. Direção Musical e Regência de vários musicais como: " Ray Charles; você não me Conhece " (2024); "Hairspray” (2024); Elis, a "Musical" (Edição 10 anos,2023), "Vozes Negras, a força do Canto Feminino" (2021) e muitos outros. Como Arranjadora Vocal participou de: “Milton, os sonhos não envelhecem” e “Los Hermanos”. Fez a Direção Musical eTrilha Sonora da Peça " Matilde - Um tributo a Paulo Gustavo " (2025). No audiovisual, atua como Preparadora Vocal de Novelas como “Rock story”, “Segundo sol”, “Malhação” e " Dona de Mim" (2025) Séries como “Maldivas”, “Os outros” (2a. Temporada) e “Justiça” (2a. Temporada). Recebeu o Prêmio Cenym em duas categorias, Direção Musical e Melhor Música Original, junto com Luiz Antonio Simas, na peça “Outras Marias”, com Direção de Márcia Zanelato.Iluminador: Paulo César MedeirosPaulo César Medeiros é iluminador carioca com mais de 40 anos de carreira, 1300 projetos realizados, 111 indicações e 24 prêmios, entre eles 5 Shell, 3 APTR e 2 Bibi Ferreira. Trabalhou ao lado de grandes nomes do teatro brasileiro, como Miguel Falabella, José Possi Neto, Amir Haddad, Aderbal Freire Filho e Bibi Ferreira, e iluminou artistas como Maria Bethânia, Alcione e Paulinho da Viola. Sócio-fundador da Art Light e criador da Festa das Luzes da Mata Atlântica, é autor do livro A Dramaturgia da Luz e professor de Iluminação Cênica. Mestrando em Artes Cênicas pela UNIRIO, segue como referência nacional na criação luminotécnica para teatro, dança e música.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.