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O Festival Expo Internacional Conexões Negras é um projeto cultural escalonado que acontecerá no período de oito meses no ano corrente, com base na Lei 10.639/03 e na política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural", da Prefeitura de São Paulo. Com três eventos realizados bimestralmente em territórios estratégicos, como: Capão Redondo, Heliópolis, Brasilândia/Tremembé e/ou Centro Histórico de São Paulo, culminando em um grande Festival de três dias, atingindo até 37 mil pessoas. O projeto promove o letramento racial, a valorização da cultura preta e o diálogo com experiências contemporâneas e globais da população negra.
Produtos Culturais – Expo Internacional Conexões Negras: Seminários e Palestras Assunto: Abordam temas como afrofuturismo, letramento racial, inovação social negra, espiritualidade afro-brasileira, políticas públicas e Agenda 2030 da ONU. Serão realizadas mesas com intelectuais negros do Brasil, África, Europa e Américas. Formato: Roda de conversa, painel e conferência. Classificação indicativa:Livre Quantidade estimada: 10 painéis/debates. Atividades Literárias e Lançamentos de Livros Assunto:Encontros com autores, sessões de contação de histórias, feira literária afrocentrada, lançamentos de obras inéditas (como o livro da escritora Fernanda Pereira Mendes), mediações de leitura e rodas de poesia. Formato: Lançamento, leitura pública e contação de histórias. Classificação indicativa: Livre. Quantidade estimada:8 atividades literárias. Performances e Espetáculos Culturais, Assunto:Ações cênicas baseadas em mitologias africanas, danças rituais, performances afro-urbanas e intervenções artísticas de rua (Slan,Hip-Hop, etc) com grupos culturais locais e convidados. Formato:Performance artística em espaços abertos. Classificação indicativa:Livre. Quantidade estimada:6 performances (2 por evento pílula) .Shows Musicais Assunto:Apresentações de artistas negros consagrados e novos talentos em gêneros como samba, rap, afrobeat, reggae e MPB negra. Destaques: Fundo de Quintal, Djonga, Nara Couto, Netos de Bandin. Formato: Show ao vivo em palco principal e palco samba. Classificação indicativa: Livre Quantidade estimada: 12 shows (mínimo 3 por evento) .Espaço Infantil / Área Kids Assunto: Jogos, brincadeiras afrocentradas, oficinas lúdicas e apresentações de teatro de bonecos com temática africana e antirracista. Formato: Recreação com monitores especializados e contação de histórias. Classificação indicativa:Livre Quantidade estimada:Atividades diárias durante os 3 dias do evento final + pílulas locais . Oficinas e Vivências Formativas .Assunto: Temas como saberes tradicionais, moda afro, cosmética natural, culinária ancestral, tecnologias sociais, dança, artes visuais e espiritualidade. Formato:Oficina prática ou vivência guiada com facilitadores especializados. Classificação indicativa: Livre ou 14 anos (dependendo do conteúdo) Quantidade estimada:12 oficinas (mínimo 4 por território). Cases de Empreendedorismo e Economia Criativa Assunto: Exposição de trajetórias de empreendedores negros, com ênfase em inovação, resistência e geração de renda. Inclui feira de produtos e serviços com até 70 expositores negros. Formato: Apresentações breves, talk show e feira permanente. Classificação indicativa:Livre Quantidade estimada: 3 rodadas de case talks + feiras. Prêmios, Bolsas e Parcerias Educacionais Assunto:Sorteios e entregas de bolsas de estudo com instituições parceiras, reconhecimento de lideranças negras em diversos setores. Formato:Cerimônia de premiação e sorteio público. Classificação indicativa: Livre Quantidade estimada: A definir conforme número de bolsas. Atividades Formativas e Educativas: Ao longo do ciclo do projeto, serão realizadas 30 atividades formativas, como rodas de conversa, oficinas, grupos de estudo, laboratórios de criação e minicursos. Essas ações acontecerão nos territórios periféricos e na etapa final do projeto, com foco na formação de lideranças negras, educadores, artistas, juventudes, mulheres negras e agentes culturais. Os temas incluem direitos humanos, educação antirracista, políticas públicas, cultura afro-brasileira, tecnologias sociais e inovação comunitária. Classificação indicativa: livre. Espaço Bem-estar-Evento maior. Serão desenvolvidas atividades de valorização do corpo negro e práticas de bem-estar, como yoga preta, capoeira, dança afro, danças urbanas negras, atividades físicas comunitárias e vivências terapêuticas. Todas visam ao fortalecimento da autoestima, da coletividade e da saúde integral. Classificação indicativa: livre. Experiências Imersivas e Instalações- A etapa final do projeto contará com instalações artísticas imersivas que unem memória, espiritualidade e tecnologia, a partir de experiências sensoriais, sonoras e audiovisuais. As instalações abordarão o conceito de futuro ancestral, com elementos de realidade expandida, mapeamento digital e afrotecnologia. Classificação indicativa: 12 anos. Produção de Cartilha de Boas Práticas Antirracistas- Será elaborado um documento de sistematização metodológica contendo relatos, práticas e estratégias adotadas ao longo do projeto, direcionado a gestores públicos, educadores, lideranças comunitárias e agentes culturais. A publicação estará disponível gratuitamente em versão impressa e digital de acesso livre. Curadoria Temática – Expo Internacional Conexões Negras. Eixo Central: “Cidades Negras e Futuros Regenerativos: Responsabilidade Socioambiental, Inovação e Equidade Racial”.A oralidade é um dos pilares civilizatórios mais profundos das culturas afro-diaspóricas. Por meio dela, os povos negros preservaram histórias, saberes, espiritualidades e estratégias de resistência, especialmente diante dos processos de apagamento cultural e étnico impostos pela colonização e pelo racismo estrutural. A figura do griô — ou griote, no feminino — simboliza essa tecnologia ancestral: aquela pessoa que carrega consigo o dom da palavra viva, da escuta sagrada e da transmissão intergeracional dos saberes do seu povo. Inspirada nessa sabedoria, mas olhando para os desafios contemporâneos, a Expo Internacional Conexões Negras estrutura sua curadoria a partir das urgências globais e urbanas que atravessam a vida da população negra: a justiça climática, o acesso à tecnologia, o direito à cidade, a superação do racismo ambiental, a sustentabilidade de territórios periféricos e a construção de futuros regenerativos.O eixo central “Cidades Negras e Futuros Regenerativos” propõe uma abordagem inovadora, que integra os princípios do letramento racial às agendas climática, digital, cultural e educacional, promovendo uma leitura do território a partir das soluções construídas pelas próprias comunidades negras. A Expo se posiciona como espaço de escuta, intercâmbio e articulação de saberes, conectando ativistas, artistas, educadores, gestores públicos e empreendedores que atuam na criação de cidades mais justas, verdes e inclusivas.Eixos Temáticos das Giras Reflexivas (Painéis)Cada painel será estruturado com 2 especialistas e 1 mediador, com tradução simultânea quando necessário. São sugeridos os seguintes 12 temas: Justiça Climática e Racismo Ambiental – o impacto das mudanças climáticas nas periferias negras e soluções comunitárias sustentáveis.Cidades Negras e Direito à Moradia Digna – habitação, urbanização e território como direito e forma de reparação histórica. Tecnologias Negras e Inovação Periférica – inclusão digital, afrotecnologia, inteligência artificial e juventude preta.Economia Regenerativa e Empreendedorismo Negro – estratégias circulares, redes de apoio e soberania financeira.Letramento Racial nas Escolas e nas Ruas – educação antirracista, políticas públicas e práticas pedagógicas decoloniais. Cultura, Patrimônio e Afroturismo – experiências culturais como forma de desenvolvimento local e valorização da memória. Mulheres Negras e Governança Comunitária – liderança, autocuidado, redes de acolhimento e políticas públicas com recorte de gênero e raça. Juventudes Negras em Movimento – trajetórias de resistência e invenção de futuros: da cultura urbana à militância. Saberes Ancestrais e Espiritualidade como Tecnologia Social – resistência epistêmica e ecologia de saberes afroameríndios.Comunicação Antirracista e Representatividade na Mídia – narrativa, disputa simbólica e construção de imagens afirmativas. Arte Negra como Dispositivo Político e Educacional – linguagens artísticas como estratégia de transformação. Alianças Internacionais e Diplomacia Negra Global – experiências de cooperação internacional entre comunidades afro-latinas e do Sul Global.
Objetivo GeralO principal objetivo do projeto é promover gratuitamente e de forma itinerante a Expo Internacional Conexões Negras, um festival composto por seis eventos que valorizam a cultura afro-brasileira e africana contemporânea. A proposta integra ações artísticas, formativas, educativas e culturais que abrangem música, dança, literatura, artes visuais, audiovisual, culinária, tecnologias sociais e saberes tradicionais. O festival pretende ampliar o acesso ao letramento racial, à cidadania cultural e à inovação social, articulando práticas territoriais em diálogo com comunidades negras de São Paulo e conectando-as a reflexões globais. A iniciativa fundamenta-se nos saberes ancestrais e nas tecnologias comunitárias desenvolvidas pelas populações negras, projetando-as como ferramentas de transformação social, inclusão e protagonismo no presente e no futuro.De acordo com o artigo 2º do Decreto 10.755, de 2021, o projeto atende às seguintes finalidades:I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão.II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira.IV - Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial.V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais.VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade.XI - Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira. Objetivos Específicos * Realizar 3 eventos culturais multilinguagens itinerantes (pílulas) em territórios periféricos e de alta vulnerabilidade, atingindo até 3 mil pessoas por edição;* Oferecer 30 atividades formativas e interativas ao longo do ciclo do projeto;* Realizar um evento de encerramento de 3 dias com capacidade de até 25 mil pessoas no total dos três dias,com programação multicultural e afrofuturista;* Desenvolver todas as atividades com foco em arte, literatura, tecnologias sociais, espiritualidade, esportes e políticas públicas intersetoriais;* Realizar 10 painéis e rodas de conversa com intelectuais, artistas e lideranças negras do Brasil e do mundo promovendo debates qualificados;* Oferecer até 12 oficinas e vivências culturais com foco em juventude, mulheres negras e educação étnico-racial;* Incentivar e visibilizar iniciativas até 70 empreendedoras negras por meio de feira e compartilhamento de cases;* Estabelecer parcerias com universidades e instituições para oferta de bolsas de estudo e premiações;* Garantir acessibilidade e comunicação inclusiva em 100% das atividades;* Produzir e divulgar um relatório final e até 1.000 cartilhas de boas práticas antirracistas, com ampla distribuição em formato físico e digital;Total Estimado de Público Atingido: Cerca de 37.000 mil pessoas, considerando público presencial.O projeto está devidamente enquadrado na Lei Federal de Incentivo à Cultura — Lei nº 8.313/91, sendo seu financiamento viabilizado por meio do mecanismo de incentivo fiscal, conforme os seguintes dispositivos legais:Art. 1º _ Incisos II e III:• II _ Estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;• III _ Apoio a projetos que valorizem a identidade cultural brasileira e a pluralidade de sua expressão.Art. 3º _ Objetivos da Política Nacional de Cultura:• I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;• III _ Estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;• V _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;• VII _ Estimular a ampliação do mercado de trabalho nos setores culturais e artísticos;• VIII _ Estimular o mecenato por meio da participação da iniciativa privada no apoio à produção cultural.
A Expo Internacional Conexões Negras propõe-se como uma resposta concreta e estruturante aos compromissos assumidos internacionalmente pelo Brasil no âmbito da Década Internacional de Afrodescendentes (2015_2024), proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) por meio da Resolução 68/237. Com o lema "Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento", essa iniciativa global convoca os Estados-membros a adotarem políticas públicas e instrumentos eficazes que combatam o racismo estrutural e promovam a equidade racial em todas as dimensões da vida social, econômica, educacional e cultural. O Brasil, sendo o maior país negro fora da África, com mais de 56% da população autodeclarada preta ou parda (IBGE, 2022), carrega profundas marcas da escravidão e da exclusão histórica dessa população. Essa realidade se expressa em indicadores alarmantes: pessoas negras representam quase 80% das vítimas de homicídio (IPEA, 2021), têm menor acesso à educação superior, e estão sub-representadas nos espaços de decisão e visibilidade simbólica, inclusive na produção cultural, artística e tecnológica. Diante desse cenário, São Paulo, enquanto capital cultural, econômica e simbólica do país, tem a responsabilidade de protagonizar ações afirmativas robustas e inovadoras, como já propõe com a política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural". A Expo Internacional Conexões Negras está alinhada a essa política, sendo instrumento prático de combate às desigualdades raciais, através da produção, difusão e formação cultural antirracista, conectando arte, educação, tecnologia e ancestralidade. Com ações territorializadas em regiões de alta vulnerabilidade (Capão Redondo, Brasilândia, Heliópolis, entre outras), o projeto amplia o acesso à cultura preta contemporânea, descentraliza recursos e oferece espaços seguros de troca, visibilidade e empoderamento para juventudes negras, mulheres negras, empreendedores culturais e lideranças periféricas. Ao conectar o local ao global, a Expo também incorpora experiências internacionais de combate ao racismo, com convidados da diáspora africana e da África contemporânea.A utilização do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei Federal de Incentivo à Cultura justifica-se não apenas pela magnitude e relevância do projeto, mas também pela sua consonância direta com os incisos e objetivos legais previstos na normalO projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Art. 1º, inciso I _ estimula a produção cultural e artística independente, sobretudo afro-brasileira;Art. 1º, inciso II _ promove a valorização e difusão do conjunto das manifestações culturais afrodescendentes;Art. 1º, inciso IV _ garante o acesso à cultura a amplas camadas da população, em especial as que historicamente foram excluídas dos meios tradicionais de produção e fruição cultural.Quanto aos objetivos do Art. 3º da mesma Lei, o projeto cumpre os seguintes: Art. 3º, inciso I _ apoio a projetos que contribuam para ampliar o acesso à cultura da população brasileira;Art. 3º, inciso II _ apoio à valorização do patrimônio artístico e cultural de grupos afrodescendentes;Art. 3º, inciso IV _ estímulo à formação artística e cultural por meio de oficinas, vivências e ações educativas;Art. 3º, inciso V _ promoção da cultura como forma de inclusão social e cidadania;Art. 3º, inciso VIII _ incentivo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, com enfoque afro-brasileiro e africano. Impacto EsperadoCom três edições-pílulas ao longo do ano em territórios periféricos e o grande evento de encerramento com capacidade estimada de 25 mil pessoas ao longo de 3 dias, a Expo buscará: Contribuir para o letramento racial de milhares de participantes;Formar redes de artistas, educadores e empreendedores negros;Fomentar o ecossistema cultural antirracista em São Paulo;Apresentar políticas e soluções locais com impacto transformador;Consolidar São Paulo como referência mundial no combate ao racismo via cultura.Diante disso, a utilização do mecanismo de incentivo justifica-se plenamente pela relevância pública e impacto sociocultural do projeto, contribuindo para democratização do acesso à cultura, valorização das expressões afro-brasileiras e promoção de equidade racial.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto pela Lei Rouanet, é essencial para viabilizar esse projeto, pois permitirá sua itinerância em regiões de menor acesso à cultura garantindo que mais pessoas possam usufruir dos bens artisiticos culturais. A captação de recursos via incentivo é imprescindível para alcançar um alcance social significativo e assegurar a inclusão de públicos diversos e de menor renda.
Detalhamento Técnico dos ProdutosProjeto: Expo Internacional Conexões Negras1. Eventos Culturais Itinerantes (Pílulas)Quantidade: 3 edições em territórios periféricos de alta vulnerabilidade (Capão Redondo, Heliópolis, Brasilândia/Tremembé)Duração: 1 dia cada (8h às 20h)Capacidade: até 3 mil pessoas por ediçãoEspaços: equipamentos culturais municipais ou estaduaisMateriais: tendas, som, iluminação, cadeiras, banheiros químicos, intérpretes de Libras, sinalização, painéis, barracas de feira, segurança e limpezaProjeto pedagógico: abordagem interdisciplinar com foco na valorização das culturas afro-brasileiras, direitos humanos, inovação comunitária e equidade racial2. Evento de Encerramento (Expo Internacional - Novembro/2026)Duração: 3 dias consecutivos (10h às 22h)Capacidade: até 25 mil pessoas no totalLocal: praça pública estruturada ou espaço multiuso da cidade de São Paulo, como quadra de escola de samba.Estrutura: 2 palcos, áreas para oficinas, feira de empreendedores, espaço literário, praça de alimentação, lounge institucionalMateriais: som, luz, projetores, painéis de LED, palcos, banheiros, sinalização, estrutura modular, segurança, brigadistas e equipe de limpezaProjeto pedagógico: eixo temático baseado em ODS, cultura de paz, combate ao racismo estrutural e fortalecimento de saberes ancestrais3. Painéis Temáticos e Giras de DiálogoQuantidade: 10 painéisDuração: 1h30 por painelComposição: 2 a 3 debatedores + 1 mediador por painelTemas sugeridos:Cidades Antirracistas e o Farol de SPJustiça Climática e Populações NegrasInovação Preta e EmpreendedorismoMulheres Negras e Cuidado ColetivoJuventudes Negras, Educação e FuturoSaberes Ancestrais e EspiritualidadeLetramento Racial nas EscolasCultura Preta e Direitos CulturaisSaúde da População NegraIntegração Sul-Sul e Cultura Negra GlobalMateriais: microfones, data show, painel de LED, cadeiras, cenário, intérprete de LibrasProjeto pedagógico: rodas de diálogo com escuta ativa e produção de sínteses colaborativas4. Oficinas e Vivências CulturaisQuantidade: até 12 oficinas e vivênciasDuração média: 1h30 cadaTemáticas: danças afro-brasileiras, capoeira, tranças e estética afro, gastronomia ancestral, escrita negra, tecnologias sociais comunitáriasPúblico-alvo: juventude negra, mulheres negras, educadores, lideranças comunitáriasMateriais: instrumentos, tecidos, utensílios, papelaria, equipamentos de apoioProjeto pedagógico: oficinas interativas com abordagem decolonial e valorização dos saberes populares5. Feira de Empreendedores NegrosQuantidade: até 70 expositoresDuração: 3 dias no evento principal + presença nas pílulasCategorias: moda, gastronomia, artesanato, literatura, cosméticos naturais, tecnologiaMateriais: estandes padronizados, lonas, mesas, cadeiras, identidade visual, expositoresProjeto pedagógico: estímulo à economia preta, visibilidade para produtos e serviços, conexão entre negócios6. Rodas de Histórias e Tenda Literária ( 30 atividades formativas)Quantidade: até 6 sessões de contação de histórias e rodas de conversa literáriasDuração: de 40min a 1h cadaAtividades: lançamento de livros, contação de histórias negras, bate-papo com autoras e autoresMateriais: microfone, livros, sonorização leve, tapetes e almofadasClassificação indicativa: livreProjeto pedagógico: incentivo à leitura, oralidade e difusão da literatura preta contemporânea7. Relatório Final e Cartilha de Boas Práticas ( 30 atividades formativas)Quantidade: 1 relatório técnico + 1 cartilha educativaPaginação estimada: 40 páginas cadaFormato: PDF + tiragem impressa de 1.000 exemplaresConteúdo: indicadores de impacto, fotos, metodologias, síntese dos debates e recomendações para políticas públicasProjeto pedagógico: documentação para multiplicação de boas práticas em territórios diversos8. Atividades Formativas DiversasQuantidade: até 30 atividades formativas ao longo do ciclo do projetoFormato: oficinas, rodas de conversa, cursos curtos, vivências práticas e labs interativosDuração média: 1h30 a 2h por atividadeTemáticas:Educação antirracista e letramento racialComunicação inclusiva e combate às fake newsProdução cultural e audiovisual de base comunitáriaDireito à cidade e justiça territorialSegurança alimentar e gastronomia de matriz africanaFeminismos negros e cuidado coletivoJuventudes negras e protagonismoDanças negras e corporeidadesHistória da África e cultura afro-brasileiraEstética, identidade e moda afroAfroempreendedorismo e inovação socialEconomia criativa e redes de colaboraçãoSustentabilidade e justiça climáticaNarrativas visuais e fotografia periféricaLíngua portuguesa e expressão escrita para jovens negrosArte de rua, muralismo e grafite afrocentradoProdução de podcasts e mídias negrasMediação de leitura e clubes de livros pretosCultura popular e oralidadesMateriais: papelaria, instrumentos, equipamentos de som leve, telas, materiais artísticos, apostilas digitais, kits para vivência práticaClassificação indicativa: livre, com adaptação etária conforme cada atividadeProjeto pedagógico: conteúdos organizados por eixo temático, com base nos ODS, priorizando a valorização dos saberes locais, a formação cidadã e a aplicabilidade prática dos conteúdos nas realidades dos participantes
Acessibilidade FísicaPara garantir a acessibilidade física nos eventos do festival, serão implementadas as seguintes medidas:Rampas de Acesso: Os locais dos eventos erão escolhidos com base na acessibilidade, garantindo que possuam rampas eelevadores para facilitar a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.Banheiros Acessíveis: As instalações sanitárias acessíveis estarão disponíveis em todos os locais, garantindo que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida tenham acesso adequado e seguro.Guias Táteis: Em locais que já possuam guias táteis, esses serão incluídos na sinalização para facilitar o deslocamento de pessoas comdeficiência visual.Acessibilidade de ConteúdoPara tornar o conteúdo do projeto acessível ao maior número possível de pessoas, serão adotadas as seguintes medidas:Intérprete de Libras: Durante os eventos teremos intérprete de Libras para permitir que pessoas surdas ou com deficiênciaauditiva compreendam o conteúdo do festival.Audiodescrição: Será disponibilizada audiodescrição durante as apresentações e atividades, permitindo que pessoas com deficiência visual possam acompanhar os elementos visuais da narrativa.Local reservado durante apresentações musicias com distribuição de protetor auricular.Essas ações asseguram que o projeto ofereça acessibilidade tanto física quanto de conteúdo, permitindo que pessoas com diferentesnecessidades participem plenamente das atividades propostas, bem como a contratação de equipe de facilitadores acessivel para receber a população com necessidades especiais.
Democratização do acessoPara garantir a ampla participação do público no projeto Expo além da gratuidade no acesso aos eventos e seus produtos culturais, serão implementadas as seguintes estratégias para ampliação de acesso aos produtos culturais, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventosreferente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios decomunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras,exposições, mostras e oficinas;Distribuição dos IngressosDestacamos que as ações deste projeto são inteiramente gratuitas:1.Ingressos GratuitosEm todas as seis etapas do Festival os ingressos serão gratuito, alunos e professores de escola pública receberam convites, assegurando o acesso de pessoas de diferentes faixas econômicas;2. Parceria com Organizações Locais: Em cada cidade visitada, serão firmadas parcerias com ONGs e centros comunitários para distribuir ingressos gratuitos ou subsidiados diretamente às populações atendidas por essas instituições.Medidas de Ampliação de AcessoDestacamos as ações deste projeto:1.Oficinas Paralelas: Serão oferecidas três oficinas formativas em conjunto com o musical, abordando temas como história do samba,técnicas de canto e interpretação teatral, voltadas especialmente para mulheres e jovens negros, a fim de promover a inclusão cultural e fortalecer vínculos com o público.2.Transmissão pela Internet: Durante o processo do festival, serão disponibilizados no YouTube videos de atividades, permitindo que pessoas de todo o país tenham acesso gratuito ao conteúdo. Isso ampliará a visibilidade do projeto e democratizará o acesso para aqueles que não puderam estar de forma presenciail.Essas ações de democratização asseguram que o projeto atinja um público amplo e diverso, oferecendo oportunidades de acesso tantopresencialmente quanto digitalmente, fortalecendo a inclusão cultural, letramento racial e combate ao racismo estrutural.
Nome: Andrea Godoy Bragado Função no projeto: Direção geral/Proponente Presidente da Associação Tobias Bragado e Colaboradora na AWT Cultural, atua desde 2017 como Produtora Cultural. Pedagoga, Produtora Cultural com 50 anos, formada pela PUC/SP, Pós-Graduação em Docência Ensino Superior-FAMEV/2019 e Pós Graduação em Psicopedagogia Clínica Institucional -Fac. Dom Aberto, Curso Livre de Produção Cultural Sesi-2022; Formação em Educadora Popular e Psicodrama - PUC/SP, com experiência e atuação na Rede Municipal de Ensino de São Paulo de 1997 a 2006, sendo cinco anos na Coordenação de Escola. Experiência como auxiliar de pesquisa científica pela Fundação Aniela/PUC-NUPES, bolsista CNPQ em Pesquisa Científica na área da Educação- Orientadora Profª. Dr.ª. Neide Saise, Monitora Cultural no Itaú Cultural, atuando junto a alunos de rede pública de ensino, na Mostra Antropofágica de Arte Moderna deste Instituto; Organizadora e articuladora por três anos consecutivos do Evento - Semana de Educação PUC/SP. Com a bagagem nas áreas culturais e artísticas, na produção e mentoria de eventos, como a gravação e lançamento EP/DVD “Samba Brasil”-2019/Espaço Refúgio; Direção de Shows e Apresentações musicais em CEUs e eventos musicais ligados a SME; Produção da II- Mostra Cultural Consciência Negra/2019, pelo Departamento Cultural do Corinthians; Produção Projeto “Expressões da Leste”/2020—Lives para Casas de Cultura/SP; Aprovação de projetos em Lei de Incentivo-Promac, ProacICMS /Editais/Direto 2020 e 2021; Gestão e prestação de contas em diversos projetos de fomento; Produtora Executiva das: Mostra Cultural Brasilidades; Mostra Cultural Quintal da Xika; Mostra “Arte e Cultura na Vila”- 2020, Mostra “Samba e Cultura na Vila”-2021, Mostra Cultural Expresso Perifa Itaquera- 2021; Homenagem a Nelson Cavaquinho e Cartola; Festival Amparo SMC-SP, com os Shows “Brazuca Som” e “Raiz- Homenagem ao mestre Candeia”; Produção Executiva e Cultural de shows 2022- Yvison Pessoa convida Tuco Pelegrino, Maurinho de Jesus, Madmens Clã, SoulConnection, Raquel Tobias; Virada Cultural 2022 /SMC- Produção Executiva: Banda Black Rio, Projeto Black Fest- Hyldon, Carlos Dafé, BiD e Funk Como Le Gusta. Participante do projeto Mês do Samba- SMC com produção do Polo Jaçanã, Participação da II Expo Mês da Consciência Negra- SP, projetos musicais com apresentação em Centros Culturais, casa de Cultura e CEUs com temáticas ligadas ao samba e cultura popular. Projetos de Leis de Incentivo- Aprovação Promac/SP- Projeto Samba Brasil, Proac ICMS- Kiko Canta Tributos, Proac Editais e Lei Aldir Blanc, com produção executiva e prestação de contas; 2023- Projeto Pixinguinha em Choro e Verso- Naquela mesa está faltando ele- 50 anos, realização Proac Editais, apoio institucional teatro Sérgio Cardoso, Projeto Anderson Tobias faz Homenagem a Emílio Santiago- CCSP, Coordenação e direção artística do Projeto do CD “Eu Sou Brasilis”- Anderson Tobias/2023. No ano de 2024 desenvolveu os seguintes projetos: Carnaval de rua da Vila Matilde, Alianças da Leste, Música Negra em Movimento- Cidade Tiradentes, Música Negra em Movimento- Itaquera, Festa Junina da Vila Euthalia, Aniversário de 40 anos da Cidade Tiradentes- Espaços Abertos, junto a Subprefeitura de Guaianases, o Aniversários de 163 anos de Guaianases. Sesc do Carmo- Baile Brasilis, com Anderson Tobias, Show Sambas, Batuques e Macumbarias-Vila Itororó. Assessora no projeto VI- Expo Internacional da Consciência Negra- SRMI/Farol de Combate ao Racismo-PMSP. Aprovação no 8ª EDIÇÃO DO EDITAL DE APOIO À MÚSICA/2024-Projeto Melodia do SAMBA- Tributo ao sambista Sereno e no 2º Fomento ao Samba/PMSP- Projeto Samba do meio dia-Festa do povo. 2025- Projeto Palco do Samba e Comunidades Virada Cultural 2025-SP, 24 horas de Samba, no eixo centro-Av São João.(Produção e Coordenação Geral artistica-Articulação SMC); Projeto Rota do Samba- SMC/SP ( Proponente e Coordenação Geral). Evento "Agosto Lilás: Mulher em primeiro lugar”, 2º. Festa da Consciência Negra Vila Matilde”- Produção artisitica, coordenação de projeto/SMC/SP.Bento Huzak AndreatoFUNÇÃO: DIREÇÃO ARTÍSTICA Breve Currículo:Pós-graduado em design estratégico pelo Instituto Europeu de Design. Atualmente é executivo do Instituto Elifas Andreato e diretor da APP (Associação dos Profissionais de Propaganda).A partir de 1999 começou a trabalhar na empresa Estúdio Elifas Andreato com seu sócio e pai Elifas Andreato.Para a Editora Globo cuidou do conteúdo dos fascículos MPB Compositores e História do Samba distribuídos semanalmente nas bancas de jornal. Foi responsável pela área comercial do Almanaque Brasil, publicação que circulou durante 15 a bordo da TAM. Nesse projeto fez a intelocução com empresas anunciantes e parceiras como Nestlé, Ambev,Boticário, Positivo, Banco do Brasil, Caixa, Petrobras, Vale, Fiat, Volkswagem entre outras.Em 2007 quando presidente do Instituto Pensarte liderou mais de 200 colaboradores para desenvolver para o Ministério da Cultura oprojeto TEIA, em Belo Horizonte. Foi responsável em captar e coordenar o evento que custou 6 milhões de reais e juntou mais de 5 milartistas populares do Brasil inteiro. Nesse projeto foi o gestor dos patrocínios da Vale, Fiat, Cemig e Petrobras.Em 2009 abriu o bar Melograno que durante 3 anos seguidos ganhou a melhor carta de cervejas pela Veja e Folha de São Paulo.Foi responsável pela viabilização de alguns projetos editoriais como o Livro Almanaque Pinheiro Neto para o escritório de Advogados,Livros para a CPFL, TAM e CAIXA. Em todos os projetos foi o responsável pela interlocução com os patrocinadores. Ainda no Almanaque foi responsável pela gestão dos incentivos em Leis e captação junto à marcas.Em 2011 para TV desenvolveu, formatou, captou e entregou 3 temporadas de 26 minutos cada episódio do Almanque Brasil para TvCultura e TV Brasil.PAULO IFALEYE AKALA ROGERIO DA COSTAFunção: Consultor de Cultura AfricanaIfaleye AkalaIniciado no culto do Candomblé em 1994, Awo Ifáléye Àkálá, estuda e pratica Ifá com supervisão do Olúwo Ouèníui Awóló Agboolá, dirigente do Ilé Ifá Ayé Òtitó, Nigéria.Dirige o Centro de Estudos e Cultura de Ifá, Instituto Omolúwabí Ifá- Santo André.È membro do Forúm Inter Religioso para uma Cultura da Paz do estado de São Paulo.Participa de diversos encontros promovidos pela comunidade praticante de Ifá, em diversas regiões do Brasil.Promove encontros e eventos culturais, para fomentar a cultura de Ifá e de religiões de matriz africana.Nara CoutoFunção: Curadora Nara Couto é multiartista, cantora, compositora, pesquisadora da cultura afro-diaspórica e defensora da ancestralidade. Nascida no bairro do Curuzu, em Salvador (Bahia, Brasil), transita entre música, dança, pesquisa cultural e direção artística, atuando como ponte entre Brasil, África e Europa.Formação e PesquisaFormação inicial em dança afro-contemporânea, com atuação no Balé Folclórico da Bahia.Pesquisadora das culturas africanas e afro-brasileiras, com foco em diáspora, ancestralidade e identidade negra.Projetos de imersão artística em Guiné-Bissau e Cabo Verde.Experiência acadêmico-cultural em programas e entrevistas no Brasil e no exterior.Principais Projetos ArtísticosProjeto "Outras Áfricas": imersão cultural e shows no Brasil, África e Europa.Álbum "Retinta" (2022) – Natura Musical.Colaborações com artistas como RDD, Marisol Mwaba, Eduardo Brechó, Yemojazz e Ary (Angola).Palestras e EntrevistasEntrevista para BANTUMEN (2025): “Na Bahia nós crescemos sabendo que somos africanos”.Guia Negro Entrevista: “Beleza negra é tudo que a gente não aprendeu”.Podcast “O Tal Podcast” (2025).Episódios em programas culturais no YouTube e rádios brasileiras e africanas.Atuação Internacional- Guiné-Bissau: Projeto Outras Áfricas. - Cabo Verde: repertório e intercâmbio cultural. - Portugal: concerto no Jardim de Verão da Fundação Gulbenkian. - Europa e África: turnês, shows e oficinas culturais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.