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PRONAC 2515267Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Museu Vivo da Herança Sagrada: Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento - China 2026

MIITTO PROJETOS E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 3,00 mi
Aprovado
R$ 3,00 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-01-12
Término

Resumo

A exposição itinerante "Museu Vivo da Herança Sagrada" integra a plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento _ China 2026.Trata-se de um equipamento cultural móvel e bilíngue (PT/EN_ZH), que acompanha a turnê do Balé Folclórico da Bahia (Herança Sagrada na Era Digital), apresentando figurinos, instrumentos, fotografias, vídeos e obras interativas que revelam a história e a estética do afro-brasileiro contemporâneo.A mostra combina memória e inovação, reunindo acervo físico e digital, trilhas sonoras originais, QR Codes, audioguias e conteúdos acessíveis.Além da circulação em 12 cidades chinesas, o projeto prevê a digitalização do acervo histórico do BFB e a criação de uma plataforma online acessível, garantindo difusão global e legado permanente.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA Museu Vivo da Herança SagradaA exposição “Museu Vivo da Herança Sagrada” é um equipamento cultural itinerante e bilíngue (PT/EN–ZH) que acompanha o espetáculo Herança Sagrada na Era Digital, dentro da plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento – China 2026.Concebida pelo curador Eduardo Almeida e dirigida artisticamente por Vavá Botelho, a mostra propõe um diálogo sensorial entre memória, ancestralidade e inovação tecnológica, transformando o acervo do Balé Folclórico da Bahiaem uma experiência imersiva e interativa.A exposição reúne figurinos originais, instrumentos musicais, esculturas, fotografias e vídeos de bastidores, dispostos em uma expografia contemporânea que utiliza projeções, realidade aumentada, sons ambientes e iluminação cênica para recriar a energia ritualística das danças afro-brasileiras.O visitante percorre um circuito de sete núcleos temáticos, que narram a trajetória do povo afro-brasileiro e sua contribuição estética, espiritual e criativa para o mundo, culminando em um espaço de celebração da diversidade e do AfroInovatismo — conceito que define a união entre sabedoria ancestral e inovação tecnológica.O projeto inclui ainda a digitalização e catalogação de cerca de 250 itens históricos do Balé Folclórico da Bahia, que passam a integrar um acervo digital permanente hospedado na plataforma www.brasilcriativo-china2026.com.Esse acervo on-line será acessível por meio de QR Codes, audioguias multilíngues, textos em braile digital, audiodescrição e legendagem bilíngue, tornando a experiência inclusiva e acessível a diferentes públicos.Em cada uma das 12 cidades chinesas da rota, o Museu Vivo se instala em parceria com teatros e centros culturais locais da rede CPAA Theatres, recebendo público geral, grupos escolares, universidades e visitantes estrangeiros.A programação inclui visitas mediadas, palestras curatoriais, oficinas de digitalização de memória e economia criativa, estimulando o diálogo entre comunidades brasileiras e chinesas.Ao final da circulação internacional, o acervo retornará ao Brasil para a realização da mostra de encerramento “A Rota Cultural em Movimento”, que apresentará os resultados da cooperação cultural e o legado da iniciativa.O projeto gera ainda dois produtos editoriais:o Catálogo Bilíngue da Exposição (impresso e digital acessível), reunindo imagens, textos curatoriais e depoimentos dos artistas;e a Plataforma Digital Interativa, que permite ao público explorar o acervo, ouvir trilhas originais, assistir vídeos em 4K e acessar conteúdos educativos complementares.Com classificação indicativa livre, a obra é voltada a todos os públicos, promovendo acesso democrático à arte, à história e à inovação cultural brasileira.Mais do que uma exposição, o Museu Vivo da Herança Sagrada é uma ponte entre o passado e o futuro — uma celebração da criatividade mestiça do Brasil no coração da Ásia.

Objetivos

Objetivo Geral (PARA QUÊ)Valorizar e difundir o patrimônio artístico e imaterial do Balé Folclórico da Bahia e da cultura afro-brasileira, por meio da criação de um equipamento cultural itinerante e interativo, que integre memória, inovação e diplomacia cultural, fortalecendo a presença do Brasil criativo no cenário internacional. Objetivos Específicos (QUAIS? QUANTOS?)Realizar 12 montagens itinerantes da exposição "Museu Vivo da Herança Sagrada" em teatros e centros culturais chineses;Digitalizar e catalogar 250 itens do acervo histórico do Balé Folclórico da Bahia (figurinos, fotografias, registros audiovisuais e instrumentos);Produzir obras audiovisuais e digitais interativas em diálogo com o espetáculo e as culturas locais;Desenvolver 1 plataforma online bilíngue (PT/EN_ZH) com acervo digital, trilha sonora e ferramentas de acessibilidade (audiodescrição, braile digital, leitura de tela, QR codes);Editar 1 catálogo impresso e digital acessível, reunindo textos curatoriais, imagens e entrevistas;Promover ações de mediação cultural e visitas guiadas em cada cidade da rota;Realizar 1 mostra de retorno no Brasil (Salvador, Brasília e São Paulo) com o acervo e os resultados do projeto;Estabelecer acordos de cooperação museológica e patrimonial entre instituições brasileiras e chinesas.

Justificativa

JustificativaA Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é o instrumento adequado para viabilizar este projeto de natureza pública, educativa e patrimonial.O "Museu Vivo da Herança Sagrada" concretiza os incisos I, II, IV e V do Art. 1º, promovendo o estímulo à produção e difusão cultural e a preservação da memória.Contribui ainda para os objetivos II, V, VI e VIII do Art. 3º, ao garantir acesso democrático às fontes da cultura, valorizar as identidades regionais e promover a integração cultural entre povos.O projeto fortalece a imagem do Brasil como nação diversa e inovadora, apresentando a cultura afro-brasileira em diálogo com tecnologias digitais e narrativas contemporâneas.A exposição, itinerante e interativa, transforma o acervo do Balé Folclórico da Bahia em experiência sensorial e educativa, ampliando o acesso à arte e à memória.A digitalização e a criação do acervo online asseguram preservação permanente, alinhando-se às metas da Agenda 2030 da ONU (ODS 4, 10 e 17) e às diretrizes da UNESCO sobre Patrimônio Imaterial e Diversidade Cultural.O uso da Lei de Incentivo é fundamental para garantir a produção técnica e a logística internacional de um projeto sem fins comerciais, que atua como vitrine do Brasil contemporâneo no maior parceiro cultural e econômico do país — a China.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕESO Museu Vivo da Herança Sagrada na Era Digital nasce da mesma matriz conceitual que inspira a plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento – China 2026, sintetizada no pensamento curatorial de Eduardo Almeida sob o termo AfroInovatismo — uma filosofia estética e criativa que une ancestralidade, inovação e diversidade como forças complementares.O AfroInovatismo parte da constatação de que a cultura afro-brasileira não é apenas um legado do passado, mas um laboratório vivo de futuro, onde o fazer artístico é também gesto de resistência, reinvenção e esperança.Essa perspectiva transcende fronteiras e propõe ao mundo um novo paradigma de criatividade: criar com a alma, transformar a escassez em potência e fazer do improviso uma forma de inteligência coletiva.Assim, este Museu Vivo não é um artefato a ser contemplado, mas um organismo cultural em movimento, uma “instalação coreográfica” que viaja entre continentes levando consigo o sopro espiritual e inovador da Bahia — onde o corpo é território de memória e invenção.Cada figurino, instrumento e imagem digitalizada é tratado como entidade viva, que respira, se conecta e dialoga com o visitante.Em um mundo digital cada vez mais homogêneo e automatizado, o projeto apresenta um antídoto simbólico e sensorial:Contra a pureza dos algoritmos, oferece a complexidade miscigenada;Contra o indivíduo isolado na tela, oferece o corpo em conexão;Contra a identidade estática do perfil, oferece o eu fluido e em transformação.O conceito curatorial entende que a “Herança Sagrada” não é algo a ser preservado num museu estático, mas um saber em movimento — uma inteligência mestiça que dança entre o visível e o invisível, entre o passado e o futuro.Ao ser traduzida para a Era Digital, essa herança se reatualiza: ganha novas linguagens, dialoga com tecnologias imersivas, mas preserva o mesmo princípio ancestral — a criação como rito de conexão entre mundos.A exposição, portanto, propõe-se a revelar a sabedoria da mestiçagem brasileira como ferramenta de futuro: a capacidade de navegar nas ambiguidades, de encontrar beleza na contradição e de criar novos sentidos a partir do encontro — por vezes tenso, mas sempre criador — entre diferentes culturas.Essa mestiçagem é o código-fonte da inovação brasileira, e seu reconhecimento internacional fortalece o soft power cultural do Brasil, projetando uma imagem mais diversa, inclusiva e inventiva do país no cenário global.Ao circular pela China, o Museu Vivo da Herança Sagrada transforma-se também em um laboratório de diplomacia cultural povo-a-povo (people-to-people diplomacy), promovendo o diálogo direto entre artistas, estudantes e comunidades dos dois países.Através dessa convivência, o projeto reduz distâncias simbólicas e emocionais, estimula o respeito mútuo e cria laços que vão além das relações comerciais, inaugurando uma forma mais sensível e humanizada de cooperação internacional.O resultado esperado é a criação de conexões duradouras e genuínas, que permanecerão como legado cultural e educativo mesmo após o término do festival:uma rede de embaixadores culturais formados nas oficinas e encontros;um acervo digital bilíngue acessível ao público;e um protocolo de cooperação Brasil–China voltado à continuidade das ações culturais e formativas da Rota.Em síntese, o Museu Vivo da Herança Sagrada na Era Digital é um espaço onde o Brasil apresenta ao mundo sua maior inovação: a arte de transformar feridas históricas em gestos criativos, a dor em beleza, o encontro em nova linguagem.É um convite à humanidade para dançar, juntos, a nossa condição cósmica de seres mestiços, feitos de encontros e transformações.Mais do que um projeto expositivo, é um manifesto: a alma brasileira como patrimônio vivo da humanidade.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS1. Exposição Itinerante – Museu Vivo da Herança SagradaA exposição é concebida como um equipamento cultural modular e portátil, projetado para itinerância em 12 cidades chinesas.Cada montagem ocupa uma área entre 100 e 150 m², adaptável ao espaço dos teatros da rede CPAA Theatres, com estrutura composta por:12 módulos expográficos desmontáveis em alumínio e MDF leve, acabamento em tecido tensionado e iluminação LED controlada por DMX;6 vitrines expositivas com controle de umidade e temperatura para figurinos e instrumentos originais;Painéis interativos e projeções digitais (telas de 120” com conteúdo audiovisual em 4K, acionadas por sensores de presença);Sistema de som ambiente e trilha sonora imersiva criada especialmente para a exposição;Iluminação cênica programada, simulando as atmosferas dos rituais afro-brasileiros;Totens informativos bilíngues (PT/EN–ZH), com legendas, QR Codes e audioguia;Módulos de acessibilidade física (rampas e corrimãos) e de conteúdo (audiodescrição, braile digital e vídeos legendados).Duração média de cada montagem: 4 a 5 dias de visitação pública por cidade.Montagem / desmontagem: 1 dia de instalação e 1 dia de desmontagem por local.Tempo total de itinerância: 60 dias corridos (12 etapas consecutivas). 2. Digitalização e Catalogação do AcervoO acervo do Balé Folclórico da Bahia (BFB) será digitalizado em alta resolução, resultando em um banco de dados acessível, composto por:250 itens catalogados, incluindo figurinos, instrumentos, fotografias, pôsteres, programas e vídeos;Digitalização 2D/3D de peças selecionadas, com modelagem volumétrica e texturização;Tratamento de imagem e metadados completos (autor, data, contexto, técnica, descrição e georreferenciamento);Armazenamento em servidor dedicado, integrado à plataforma digital do projeto;Equipe técnica especializada: fotógrafo, restaurador, arquivista, museólogo e webcurador;Padrão técnico: imagem mínima 4K (vídeo) / 600 dpi (fotografia e escaneamento).Os arquivos finais serão entregues em formatos compatíveis com repositórios institucionais (TIFF, MP4, OBJ, PDF/A), garantindo sua preservação a longo prazo. 3. Plataforma Digital e Acessibilidade de ConteúdoA plataforma bilíngue www.brasilcriativo-china2026.com será o eixo digital do projeto.Desenvolvida em parceria com o MiiTTO Cultural Digital, incluirá:Interface responsiva (desktop, mobile e tablets) com design acessível (WCAG 2.1);Áudio-narrações e audiodescrição para todo o conteúdo visual;Braile digital e leitura por voz automática;QR Codes personalizados que conectam o visitante físico ao conteúdo on-line;Catálogo digital navegável, permitindo consultas por temas, obras e artistas;Integração com redes sociais e API multilíngue (PT/EN–ZH).O portal também hospedará vídeos de bastidores, entrevistas, trilhas sonoras, mapas interativos da rota e relatórios de impacto, garantindo a continuidade do legado após a turnê. 4. Catálogo Bilíngue Impresso e DigitalSerá produzido um catálogo impresso e digital acessível, em tiragem inicial de 1.000 exemplares, com as seguintes especificações técnicas:Formato: 21 x 28 cm;Paginação: 120 páginas coloridas (papel couchê 150g);Capa: dura, com verniz localizado e acabamento costurado;Conteúdo: textos curatoriais de Eduardo Almeida, ensaios críticos, imagens do acervo, entrevistas com Vavá Botelho e artistas do BFB, além de QR Codes para vídeos e trilhas sonoras;Versão digital acessível (PDF e ePub) com leitura de tela, legendas e audiodescrição de imagens;Idiomas: português, inglês e mandarim (ZH).O catálogo será distribuído gratuitamente em instituições culturais, universidades e embaixadas brasileiras e chinesas, bem como disponibilizado para download gratuito na plataforma on-line. 5. Ações Educativas e Oficinas de MediaçãoCada cidade da rota contará com ações formativas e visitas mediadas, destinadas a estudantes, professores, artistas e público em geral.Essas atividades terão como foco:Oficina de Digitalização de Memória Cultural: técnicas de fotografia, escaneamento e catalogação de objetos de valor simbólico;Oficina de Criação Expográfica Sustentável: design modular e reaproveitamento de materiais;Palestras curatoriais e debates sobre cultura afro-brasileira, diplomacia cultural e economia criativa;Visitas guiadas com tradutores bilíngues e mediadores interculturais.Carga horária média por oficina: 4 horas;Participantes estimados: 40 pessoas por cidade;Total de beneficiários diretos: aproximadamente 480 participantes (12 cidades).Todo o conteúdo pedagógico será disponibilizado em apostilas digitais bilíngues (PT–ZH), com textos, imagens e QR Codes para materiais complementares e vídeos educativos. 6. Itinerância e LogísticaNúmero de Montagens: 12 (uma em cada cidade da rota).Tempo médio de montagem/desmontagem: 48 horas.Equipe técnica de montagem: 8 profissionais (curador, expógrafo, técnicos de luz e multimídia, mediadores e assistentes).Transporte: cases modulares de alumínio e polipropileno, volume total estimado em 20 m³ e peso médio de 1.200 kg.Armazenamento e seguro: cada módulo será identificado com código QR para rastreamento e controle logístico. 7. Projeto Pedagógico e ConceitualO Museu Vivo da Herança Sagrada é guiado pelo conceito de AfroInovatismo, que propõe o cruzamento entre saberes ancestrais e tecnologia como forma de inovação cultural.O projeto pedagógico está estruturado em três eixos:Memória e Identidade: valorização da herança afro-brasileira como base da criatividade nacional;Tecnologia e Inovação: aplicação de recursos digitais e sustentáveis na difusão cultural;Diplomacia e Interculturalidade: formação de pontes entre Brasil e China, com ênfase na diplomacia povo-a-povo (People-to-People Diplomacy).Esses eixos orientam tanto a narrativa curatorial quanto as oficinas, catálogos e materiais educativos, consolidando a proposta como uma ação de preservação, educação e diplomacia cultural internacional.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE1. Acessibilidade FísicaA exposição “Museu Vivo da Herança Sagrada” foi concebida para garantir pleno acesso físico e sensorial a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de acordo com as diretrizes da ABNT NBR 9050/2020 e recomendações da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, incorporadas à legislação brasileira.Durante a circulação na China, a acessibilidade física seguirá as normas locais de segurança e inclusão em vigor nas unidades da rede CPAA Theatres, que dispõem de infraestrutura moderna e adequada, incluindo:Rampas e corrimãos com inclinação reduzida e sinalização tátil;Circulação livre entre módulos, com corredores de no mínimo 1,20 m de largura;Banheiros adaptados em todos os locais de exposição;Guias táteis e piso antiderrapante nos percursos de visita;Áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes;Iluminação de emergência e sinalização visual e sonora bilíngue (PT–ZH).Cada módulo expositivo será montado em altura acessível, permitindo o contato visual e físico de todos os visitantes com os objetos expostos.A equipe de montagem e mediação receberá treinamento básico em acessibilidade e atendimento inclusivo, garantindo um ambiente seguro, acolhedor e igualitário. 2. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo será um dos pilares conceituais do Museu Vivo da Herança Sagrada, promovendo a compreensão universal da narrativa expositiva por meio de múltiplos recursos tecnológicos e linguísticos, incluindo:Audiodescrição para todas as peças e vídeos exibidos, com narração bilíngue (PT/EN–ZH);Libras (Língua Brasileira de Sinais) e CSL (Chinese Sign Language) em vídeos institucionais e painéis interativos;Braille digital e textos ampliados nos totens informativos;Legendas descritivas e tradução bilíngue em todos os conteúdos audiovisuais;Audioguia multilíngue, com navegação por QR Code e opção de descrição poética e técnica;Visitas sensoriais mediadas, permitindo o toque em réplicas e materiais táteis especialmente produzidos para o público com deficiência visual;Vídeos com interpretação em Libras e CSL para conteúdos educativos e depoimentos dos artistas;Plataforma digital acessível, compatível com leitores de tela (WCAG 2.1) e navegação simplificada, hospedando a versão online da exposição e todos os conteúdos em formato acessível.Durante as atividades formativas e visitas guiadas, haverá intérprete bilíngue e material impresso em fonte ampliada, garantindo participação de estudantes e visitantes com diferentes níveis de habilidade. 3. Protocolos Internacionais e Inclusão BilateralDurante a circulação na China, o projeto contará com o apoio técnico das equipes locais dos CPAA Theatres e da Bauhinia Culture Group Corporation Ltd., que seguem padrões internacionais de acessibilidade e segurança.Além das ações físicas e de conteúdo, o projeto implementará um protocolo de boas práticas interculturais de inclusão, compartilhando metodologias brasileiras de acessibilidade cultural com as instituições chinesas parceiras.Essas medidas consolidam o Museu Vivo da Herança Sagrada como uma exposição inclusiva, bilíngue e acessível, capaz de promover o direito universal à experiência estética e simbólica da arte brasileira, reforçando a dimensão humana e democrática da Rota Cultural Brasil Criativo – China 2026.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO projeto “Museu Vivo da Herança Sagrada” foi concebido como um espaço de acesso livre, inclusivo e educativo, que democratiza o contato do público chinês e brasileiro com o patrimônio artístico e simbólico do Balé Folclórico da Bahia e da cultura afro-brasileira.A política de acesso está fundamentada em três eixos complementares: gratuidade, descentralização e acessibilidade de conteúdo, assegurando ampla participação social e visibilidade internacional. 1. Gratuidade e acesso universalTodas as exposições físicas e digitais do Museu Vivo da Herança Sagrada terão acesso gratuito ao público, sem cobrança de ingresso.O projeto busca eliminar barreiras econômicas e geográficas, garantindo que públicos diversos — incluindo estudantes, idosos, pessoas com deficiência e comunidades locais — possam vivenciar o acervo e participar das atividades formativas.Nos espaços da rede CPAA Theatres, serão adotadas políticas de visitação aberta com horários estendidos, incluindo sessões noturnas e fins de semana, para facilitar o acesso de trabalhadores e famílias.As ações educativas presenciais e virtuais terão inscrição gratuita, com emissão de certificados bilíngues (PT–ZH). 2. Descentralização e itinerância culturalA exposição é itinerante, circulando por 12 cidades chinesas em 2026, cobrindo diferentes regiões culturais e socioeconômicas.Esse formato descentralizado amplia o alcance territorial do projeto, levando conteúdos culturais brasileiros a públicos que dificilmente teriam acesso a obras dessa natureza.Cada montagem será realizada em parceria com instituições locais, universidades e centros culturais, promovendo integração comunitária e intercâmbio direto entre artistas brasileiros e públicos chineses.Além das cidades-sede, serão promovidas ações paralelas de extensão digital e exibição itinerante compacta em espaços públicos, como praças culturais e universidades, utilizando estruturas modulares de fácil montagem. 3. Oficinas, visitas guiadas e formação de públicoEm cada cidade da rota, o projeto oferecerá oficinas de mediação cultural e formação de público, destinadas a estudantes, artistas locais e visitantes.Essas atividades abordarão temas como arte afro-brasileira, sincretismo cultural, interculturalidade e inovação criativa.Também serão realizadas visitas guiadas bilíngues (PT–ZH) conduzidas por mediadores locais capacitados, com material didático impresso e digital de distribuição gratuita.As oficinas terão abordagem prática e participativa, permitindo o contato direto com os instrumentos, figurinos e sons característicos do Balé Folclórico da Bahia.Cada oficina contará com apostila bilíngue, vídeos curtos e QR Codes de acesso a conteúdos complementares — fortalecendo o aspecto educativo e a continuidade da experiência após o evento. 4. Exposição digital e transmissões onlineAlém da versão física, o Museu Vivo da Herança Sagrada contará com uma plataforma digital bilíngue (www.brasilcriativo-china2026.com) que funcionará como um museu online permanente, ampliando o acesso global ao conteúdo do projeto.O site abrigará o acervo digitalizado, entrevistas com artistas, making of, trilhas sonoras, catálogos e textos críticos.O público poderá realizar visitas virtuais 360º, com navegação acessível por computador, celular ou óculos de realidade virtual.Também serão transmitidas ao vivo as aberturas oficiais e palestras do festival, por meio de canais institucionais (YouTube, Bilibili e WeChat).Essa dimensão digital garante democratização transnacional do acesso, permitindo que escolas, universidades e comunidades brasileiras e chinesas participem remotamente, mesmo sem presença física. 5. Catálogo bilíngue e distribuição gratuitaO projeto publicará um catálogo impresso e digital bilíngue (PT–ZH), com textos curatoriais, ensaios fotográficos, depoimentos e QR Codes de acesso aos conteúdos digitais.A tiragem física será distribuída gratuitamente em instituições culturais, embaixadas, universidades e bibliotecas do Brasil e da China.A versão digital ficará disponível para download gratuito no portal da Rota Cultural Brasil Criativo, promovendo o uso educacional e acadêmico do material. 6. Encontros e ensaios abertosCada cidade da rota contará com sessões abertas de montagem e desmontagem da exposição, acompanhadas de breves conversas com os curadores e técnicos, permitindo ao público compreender o processo criativo e logístico da itinerância.Esses momentos funcionam como aulas vivas sobre preservação, museografia e intercâmbio cultural, reforçando o caráter pedagógico do projeto. 7. Observações legais e regulatóriasPor se tratar de um projeto de circulação internacional, os espetáculos e exposições estarão sujeitos às normas locais de acessibilidade, segurança e legislação cultural chinesa.Todos os parceiros e teatros da rede CPAA possuem certificações de qualidade e responsabilidade social, garantindo padrões internacionais de inclusão e respeito à diversidade.O projeto cumpre também as orientações do Art. 3º da Lei 8.313/91, por democratizar o acesso à arte e promover a difusão da cultura brasileira no exterior. SínteseO Museu Vivo da Herança Sagrada transforma o conceito de exposição em uma experiência participativa, inclusiva e global, onde o público não apenas observa, mas interage, aprende e compartilha.Por meio da gratuidade, itinerância, acessibilidade e plataforma digital, o projeto concretiza os princípios da democratização cultural, ampliando o alcance do patrimônio artístico brasileiro e fortalecendo a imagem de um Brasil diverso, criativo e inovador perante o mundo.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Exposição e Equipamento Cultural Itinerante “Museu Vivo da Herança Sagrada”Plataforma: Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento – China 2026Proponente / Coordenação Geral: MiiTTO Projetos e Produções Culturais Ltda.Correalização: Balé Folclórico da Bahia (BFB)Curadoria e Direção Expográfica: Eduardo AlmeidaDireção Artística Honorária: Walson “Vavá” BotelhoProdução Executiva Brasil–China: Equipe MiiTTO / BBDC Group BrasilDesign e Expografia: MiiTTO Design Lab + Equipe Técnica CPAA Theatres (China) CURADOREduardo Almeida — interculturalista, curador, diplomata cultural e produtor executivo.Fundador e diretor da MiiTTO Projetos e Produções Culturais Ltda., empresa do BBDC Group Brasil, especializada em diplomacia criativa e cooperação internacional em economia criativa e ESG cultural.Com mais de 20 anos de atuação no Brasil, Ásia e Europa, Eduardo desenvolve plataformas de intercâmbio entre territórios criativos, unindo arte, inovação e sustentabilidade.É o criador do conceito AfroInovatismo, que orienta o projeto Herança Sagrada na Era Digital e a Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento – China 2026, promovendo o diálogo entre ancestralidade, diversidade e tecnologia.Atuou como consultor e curador intercultural em programas de internacionalização cultural, missões empresariais e festivais multilaterais, com foco na relação Brasil–Ásia e na diplomacia povo-a-povo (People-to-People Diplomacy).Responsável pela curadoria conceitual e expográfica do Museu Vivo da Herança Sagrada, lidera a concepção artística, narrativa e tecnológica do acervo físico e digital, garantindo coerência estética e simbólica à obra. DIREÇÃO ARTÍSTICA HONORÁRIAWalson “Vavá” Botelho — diretor-geral, coreógrafo e cofundador do Balé Folclórico da Bahia (BFB).Reconhecido internacionalmente, Vavá é referência na criação de uma linguagem cênica própria que une técnica, tradição e contemporaneidade.Desde a fundação do BFB, em 1988, desenvolveu um repertório autoral que projeta a estética afro-brasileira nos principais palcos do mundo, com apresentações em mais de 30 países e mais de mil cidades.Sob sua direção, o BFB consolidou-se como embaixador da cultura baiana e afro-brasileira, reconhecido pela excelência coreográfica e pela pesquisa estética das tradições populares.Em Herança Sagrada na Era Digital, Vavá Botelho atua como diretor artístico honorário da exposição, assegurando a fidelidade da obra expográfica à linguagem do espetáculo e à trajetória histórica da companhia. EQUIPE PRINCIPALCuradoria e Direção Expográfica: Eduardo Almeida (MiiTTO)Concepção, narrativa curatorial, coordenação da pesquisa e supervisão artística.Direção Artística Honorária: Vavá Botelho (Balé Folclórico da Bahia)Supervisão estética e coerência simbólica entre espetáculo e exposição.Coordenação de Produção Brasil–China: Tiantian Li (MiiTTO China)Produção executiva e logística internacionalAssistentes de Curadoria: Julia Ho (Brasil) e Jero Zhao (China)Apoio à pesquisa, expografia e mediaçãoDesign Expográfico e Interativo: MiiTTO Design LabProjeto de design, iluminação, interatividade e acessibilidadeEquipe Técnica de Digitalização e Acervo: BFB + MiiTTO StudiosCatalogação, restauração digital, tratamento de imagem e somTradução e Conteúdo Bilíngue (PT/EN–ZH): Equipe MiiTTO + tradutores associadosTradução técnica e cultural, legendagem e audioguia multilíngueProdução Executiva no Brasil: MiiTTO Projetos e Produções CulturaisCoordenação técnica e institucional.Produção Executiva na China: MiiTTO China / CPAA TheatresMontagem, desmontagem e interface com parceiros locais.BBDC Group Brasil: Assessoria Técnica e ComunicaçãoComunicação internacional, relatórios e relações institucionais. EQUIPE DE SUPORTE (CHINA)CPAA Theatres Regional Teams – suporte técnico local (montagem, carga, luz e segurança)Bauhinia Culture Group / CAEG Ltd. – co-hospedagem institucional da exposição nas cidades-sede.Universidades e Museus Parceiros Locais – apoio acadêmico e curatorial complementar. EQUIPE DE SUPORTE (BRASIL)Balé Folclórico da Bahia – cessão de acervo, suporte técnico e coordenação de restauro.MiiTTO Studios – digitalização, pós-produção e gestão do acervo digital.Equipe MiiTTO Cultural Digital – plataforma online, QR Codes, audioguias e catálogo interativo. CRÉDITOS FINAISRealização:Governo Federal – Ministério da CulturaLei Federal de Incentivo à CulturaProponente:MiiTTO Projetos e Produções Culturais Ltda.Correalização: Balé Folclórico da BahiaParceiros Institucionais: CPAA Theatres China, Bauhinia Culture Group, China Arts & Entertainment Group (CAEG)Apoio Cultural: BBDC Group BrasilCuradoria e Concepção Geral: Eduardo AlmeidaDireção Artística Honorária: Vavá BotelhoProdução Executiva Internacional: MiiTTO Brasil–ChinaDesign e Expografia: MiiTTO Design LabApoio Técnico e Cultural: Consulado-Geral do Brasil em Xangai / Embaixada do Brasil em Pequim

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-08
Locais de realização (1)
Salvador Bahia