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PRONAC 2515268Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MUSEU HISTÓRICO FERREIRA DA CUNHA

INSTITUTO MEGADIVERSO
Solicitado
R$ 787,0 mil
Aprovado
R$ 787,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Petrópolis Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe um programa de ações voltadas para a adequação do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC) com vistas à ampliação da capacidade de atendimento ao público, a partir de intervenções arquitetônicas de segurança, licenciamentos, mapeamento e organização do acervo, instalação de sinalização interpretativa e de acessibilidade e ativação de ações educativas e digitais. As iniciativas integram um programa de requalificação, preservação e modernização institucional, voltado à sustentabilidade, segurança e democratização do acesso a um dos mais singulares patrimônios culturais do país.

Sinopse

O projeto de adequação do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC) reúne um conjunto de ações voltadas à preservação, modernização e ampliação da visitação pública de um dos mais singulares patrimônios culturais do Brasil. Localizado em Petrópolis (RJ) e sediado no Castelo Ferreira da Cunha, construção de valor arquitetônico e histórico excepcional, o museu abriga um acervo com mais de 3 mil peças, incluindo a Coleção Tombada Sérgio Ferreira da Cunha, registrada pelo IPHAN desde 1954.As ações do projeto envolvem intervenções arquitetônicas de segurança, instalação de sinalização interpretativa e de acessibilidade, mapeamento e organização do acervo tombado, além do desenvolvimento de atividades educativas e digitais voltadas à difusão cultural. O programa prevê também a criação de nova identidade visual, site institucional e ações de comunicação para reposicionar o MHFC como espaço de referência em educação patrimonial, cultura e memória.O projeto marca uma nova fase para o museu, unindo preservação, inovação e democratização do acesso, e reafirmando seu papel como instrumento de formação cidadã e valorização da história nacional.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo GeralViabilizar a adequação do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC), em Petrópolis (RJ), para ampliar sua capacidade licenciada de atendimento ao público. Para tal, são necessárias adequações de suas instalações, assegurando segurança, acessibilidade, conservação do acervo e fortalecimento de sua função educativa e cultural. O projeto busca ampliar significativamente o alcance do MHFC como um espaço de referência em preservação patrimonial e formação cidadã, promovendo o acesso democrático ao conhecimento histórico e arquitetônico, em linha com o potencial da instituição.Objetivos Específicos- Executar intervenções de prevenção e de segurança em áreas externas e de circulação, adequando o espaço às normas vigentes para a visitação pública em maior escala;- Instalar sinalização orientativa e interpretativa, incluindo placas com informações históricas e patrimoniais sobre o Castelo Ferreira da Cunha e seu entorno;- Desenvolver um planejamento estratégico para o MHFC, contemplando diretrizes de gestão e estratégias de sustentabilidade financeira do museu;- Criar nova identidade visual do MHFC, fortalecendo sua comunicação institucional e reposicionamento cultural;- Promover a integração entre patrimônio histórico, paisagem e comunidade, reforçando o papel do MHFC como ponto de referência cultural e turístico na Serra Fluminense.Esses objetivos consolidam o projeto como um plano estratégico de adequação e modernização museológica, unindo preservação patrimonial, inclusão e educação no fortalecimento de um importante bem cultural brasileiro.

Justificativa

"O Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC) é uma instituição cultural privada, sem fins lucrativos, cuja missão é preservar, interpretar e difundir o Castelo Ferreira da Cunha e a Coleção Histórica Sérgio Ferreira da Cunha — bens de excepcional valor histórico, arquitetônico e simbólico para o Brasil. Fundado em 1957 pelo museólogo Sérgio Ferreira da Cunha, o museu vem sendo mantido há quase sete décadas com recursos privados de sucessivas gerações da família fundadora, consolidando-se como um dos mais singulares exemplos de preservação privada do patrimônio histórico e cultural brasileiro.Parte essencial de seu acervo — a Coleção Tombada Sérgio Ferreira da Cunha — é tombada sob o nº 416 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1954, e hoje integra um conjunto de mais de três mil peças que abrangem diferentes períodos e contextos da história nacional e mundial. Além disso, o museu ocupa o Castelo Ferreira da Cunha, uma construção única no país, erguida em cantaria de pedra ao longo de quatro décadas, como uma fiel reinterpretação de um castelo medieval português do século XII, representando um marco arquitetônico e paisagístico de Petrópolis e da Serra Fluminense.O projeto proposto busca adequar o MHFC, atualmente apto a receber uma quantidade limitada de visitantes previamente agendados, ampliando sua capacidade de atendimento ao público por meio de sua adaptação às normas de segurança e do fortalecimento institucional e educativo. Tais ações são indispensáveis para assegurar que o museu possa cumprir plenamente sua função social e cultural, em consonância com seu potencial como espaço de convivência, aprendizagem e valorização do patrimônio histórico nacional.A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é fundamental para viabilizar o projeto, uma vez que as obras de adequação e os programas de preservação e educação demandam recursos de alta complexidade técnica, atualmente inviáveis para uma instituição privada de caráter não lucrativo. O incentivo permitirá a formação de parcerias com o setor privado, garantindo a sustentabilidade financeira e a gratuidade parcial de acesso ao público.O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao:I _ Fomentar e difundir a cultura e as artes em todas as suas manifestações;II _ Apoiar e valorizar as manifestações culturais regionais e a produção artística independente.E contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º, em especial:I _ Estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais;III _ Promover e difundir a cultura e os valores artísticos e históricos nacionais;V _ Propiciar meios para a formação de público e o aprimoramento profissional na área cultural;VII _ Apoiar novas formas de gestão e preservação do patrimônio cultural;VIII _ Promover a integração entre cultura, educação e cidadania.Assim, o uso da Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível para garantir a adequação, modernização e sustentabilidade do Museu Histórico Ferreira da Cunha, assegurando que este importante patrimônio retorne à sociedade como espaço vivo de memória, educação e reflexão histórica, fortalecendo o papel da cultura como instrumento de desenvolvimento humano e social."

Estratégia de execução

A adequação do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC) e a consequente ampliação de sua capacidade de atendimento público representa um marco na preservação e valorização do patrimônio cultural brasileiro, ao fortalecer uma instituição histórica com quase 70 anos de trajetória dedicada à pesquisa, à memória e à educação patrimonial. O projeto contribui diretamente para a requalificação cultural da Serra Fluminense, fortalecendo o papel de Petrópolis como um dos principais polos de turismo histórico e cultural do país.O Castelo Ferreira da Cunha, que abriga o museu, é uma edificação de caráter singular, construída em cantaria de pedra a partir de 1951, como uma reconstituição arquitetônica de um castelo medieval português do século XII. Além de seu valor arquitetônico, o conjunto possui relevância simbólica e paisagística, integrando um cenário natural de rara beleza. Essa combinação o posiciona como um potencial marco referencial da Estrada Parque de Petrópolis, iniciativa que visa unir preservação ambiental, mobilidade sustentável e valorização da herança cultural da região.O acervo do MHFC — composto por mais de 3 mil peças, incluindo a Coleção Tombada Sérgio Ferreira da Cunha (IPHAN nº 416/1954) — constitui um dos conjuntos mais diversificados do país, abrangendo desde relíquias históricas e objetos da vida cotidiana até artefatos científicos, artísticos e documentais que retratam diferentes períodos e civilizações.Além de preservar e difundir esse acervo, o projeto se destaca por adotar uma abordagem contemporânea de gestão museológica sustentável, contemplando:- A profissionalização da governança institucional, a partir do novo estatuto aprovado em 2025;- A criação de um modelo econômico e de planejamento de usos, voltado à autossustentação e à ampliação do público;- O fortalecimento da educação patrimonial, com atividades remotas e presenciais voltadas à formação cidadã;- A integração entre cultura, turismo e meio ambiente, transformando o museu em espaço vivo de convivência e aprendizado.O projeto também incorpora princípios de responsabilidade ambiental e inclusão social, utilizando materiais sustentáveis nas intervenções, otimizando o consumo energético e priorizando a contratação de profissionais e fornecedores locais.Por seu conjunto de ações — que unem preservação patrimonial, inovação tecnológica, educação e sustentabilidade —, a adequação do MHFC se configura como um projeto de alto valor histórico, artístico e social, alinhado aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91). Trata-se de uma iniciativa exemplar na preservação da memória nacional e na democratização do acesso ao patrimônio cultural, reafirmando o papel dos museus como agentes de transformação e desenvolvimento humano.

Especificação técnica

Produto principal: Programa de Adequação do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC)Local: Castelo Ferreira da Cunha – Petrópolis, RJDuração do projeto: 12 mesesClassificação indicativa: Livre para todos os públicos1. Estrutura Física e ArquitetônicaNatureza do bem: Edificação histórica em cantaria de pedra, réplica de um castelo medieval português do século XII, com alto valor arquitetônico e paisagístico.Área total: aproximadamente 15.000 m², incluindo salas expositivas, áreas externas e espaços administrativos.Intervenções previstas:- Instalação e adequação de equipamentos de segurança e prevenção de incêndio (extintores, sinalização de emergência, iluminação e rotas de fuga), conforme normas vigentes;- Melhoria de acessos e circulação externa, com pisos nivelados e sinalização de orientação;- Instalação de placas interpretativas e de acessibilidade, com informações históricas e arquitetônicas bilíngues (português/inglês);- Manutenção básica de infraestrutura e adequação elétrica e luminotécnica para ampliação da capacidade atual licenciada de atendimento ao público.2. Organização e Mapeamento do AcervoAcervo total estimado: mais de 3.000 peças, distribuídas em 28 coleções, incluindo a Coleção Tombada Sérgio Ferreira da Cunha (IPHAN nº 416).Atividades previstas:- Catalogação e mapeamento digital das peças;- Criação de um banco de dados digital com informações técnicas, históricas e fotográficas;- Identificação de peças de destaque para futuras exposições temáticas.3. Comunicação Institucional e Ações Digitais- Desenvolvimento de nova identidade visual do museu, com diretrizes de uso em sinalização, publicações e comunicação digital;- Criação e implementação de website institucional, com informações sobre acervo, história, agenda e tour virtual 360°;- Ativação de redes sociais oficiais e campanhas de divulgação voltadas ao público escolar e turístico;- Produção de vídeos educativos e institucionais sobre a história do Castelo e das coleções.4. Projeto Educativo e Acessibilidade ComunicacionalO Programa de Educação e Acessibilidade do MHFC tem como objetivo promover o conhecimento histórico e patrimonial de forma inclusiva e participativa.Principais ações:- Cursos e formações à distância, voltados a professores e mediadores culturais;- Material educativo digital, em linguagem acessível, com versões em texto, áudio e Libras;- Audioguia digital e QR Codes interpretativos, oferecendo conteúdos históricos e curiosidades sobre o Castelo e as coleções;- Conteúdos em Libras e legendagem descritiva em vídeos e materiais digitais;- Website acessível, conforme diretrizes de acessibilidade (WCAG).5. Produtos Complementares- Catálogo digital ilustrado (aproximadamente 80 páginas), com textos históricos, fichas técnicas e imagens do acervo;- Relatório técnico de segurança e zoneamento de usos, com recomendações para sustentabilidade e manutenção do espaço;- Vídeo-documentário (10 minutos) sobre a história do museu.Essas especificações asseguram uma operação segura, sustentável e acessível do Museu Histórico Ferreira da Cunha, preservando sua integridade arquitetônica, garantindo a conservação do acervo e ampliando o acesso público — tanto presencial quanto digital — a um importante patrimônio da história e da memória nacional.

Acessibilidade

O projeto de adequação do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC) tem como princípio a ampliação do acesso e da compreensão do patrimônio histórico e cultural, respeitando as limitações estruturais de seu edifício-sede — o Castelo Ferreira da Cunha, construção de caráter histórico e arquitetônico singular, erguida em pedra desde 1951.Acessibilidade FísicaSerão implementadas ações básicas de acessibilidade física, que incluem:- Melhoria dos caminhos de circulação externa e dos pontos de acesso ao edifício;- Instalação de corrimãos, sinalização de orientação e pisos antiderrapantes;Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoCiente das restrições estruturais do prédio histórico, o MHFC priorizará ações de acessibilidade comunicacional e de conteúdo, ampliando o acesso à experiência museológica por meio de recursos tecnológicos, educativos e informacionais.As medidas incluem:- Audioguia digital com narração acessível disponível via QR Codes;- Audiodescrição de itens arquitetônicos e da Coleção Sérgio Ferreira da Cunha disponível via QR Codes;- Interpretação em Libras e legendagem descritiva em todo o material audiovisual e digital produzido;- Sinalização interpretativa do patrimonio com textos em linguagem simples e fontes ampliadas, favorecendo a leitura e compreensão;Essas medidas asseguram que, mesmo diante das limitações de um imóvel histórico tombado, o Museu Histórico Ferreira da Cunha amplie significativamente a acessibilidade de seu acervo, cumprindo sua missão de difundir o patrimônio cultural brasileiro de forma inclusiva e democrática."

Democratização do acesso

A adequação do Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC) terá como eixo central a democratização do acesso ao patrimônio cultural e histórico brasileiro, garantindo que a ampliação de suas atividades beneficie públicos amplos e diversos, com especial atenção a escolas públicas, instituições sociais e grupos comunitários.

Ficha técnica

O Instituto Megadiverso será responsável pela coordenação geral, gestão administrativa e financeira do projeto, acompanhando todas as etapas — da pré-produção à prestação de contas —, bem como pela interlocução com o Ministério da Cultura e patrocinadores, assegurando transparência, eficiência e conformidade legal na execução do projeto.CuradoriaMarina Piquet – CuradoraArquiteta e curadora, mestre em Museologia pela Amsterdam University of the Arts. Com mais de 15 anos de experiência na criação de exposições imersivas e interativas no Brasil e no exterior, tem no currículo projetos como a curadoria da mostra sobre alimentação sustentável Menja. Actua. Impacta (Barcelona, 2021) e a direção criativa do Museu do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (2023). Como Gerente Geral de Exposições do IDG, liderou diversos projetos de exposições, entre elas Frevo vivo, no Paço do Frevo (2022) Sonhos: ciência, história e utopia, no Museu do Amanhã (2024) e Ajuri no Museu das Amazônias (2025). Em “Rio 2016+10: Legado em Movimento”, Marina é responsável pela concepção curatorial e narrativa expositiva, estruturando os eixos temáticos que articulam urbanismo, esporte, ciência e cultura. Sua atuação destaca-se pela integração de linguagens artísticas e tecnológicas em projetos que valorizam o diálogo entre cultura e sociedade contemporânea.Produção ExecutivaFrancisco Kronemberger – Produtor ExecutivoEspecialista em marketing e em gestão empresarial, responsável pela coordenação operacional e execução do cronograma, incluindo logística, contratação de equipe, controle de orçamento e interlocução com fornecedores e parceiros e pela gestão financeira, acompanhamento de planilhas orçamentárias e relatórios técnicos, garantindo o cumprimento das normas da Lei Rouanet. Produtor e gestor cultural com experiência em projetos incentivados e políticas públicas de cultura, integra equipes de produção de projetos culturais em diversos estados brasileiros.Direção Artística Gregório Rosenbusch é arquiteto de Petrópolis formado pela FAU-UFRJ (2014), com extensão acadêmica na Universidade de Buenos Aires (2009). Mestre em arquitetura pela PUC-Rio, na linha de pesquisa Teoria e História do Projeto. Foi professor substituto do Departamento de Projeto de Arquitetura da FAU-UFRJ (2022-23). Cursa atualmente o doutorado na FAU-USP, na linha de pesquisa Projeto, Espaço e Cultura. Está a frente do escritório Venta fundado em 2020, pelos sócios e irmãos Gregório Rosenbusch e Laura Rosenbusch. A partir de uma compreensão da arquitetura como um "modo peculiar de mobilizar o conhecimento" sua prática desenvolve-se em três vertentes: projeto, pesquisa e inquietações artísticas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.