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O projeto "Sala Imersiva: Arte, Luz e Movimento" propõe a criação de um espaço sensorial e tecnológico em seis cidades do Espírito Santo, oferecendo uma experiência artística e inclusiva baseada em projeções visuais e sonoras em 360 graus. A instalação, composta por imagens projetadas nas quatro paredes e no piso, será acompanhada de um sistema de áudio imersivo, criando um ambiente de contemplação, interação e emoção. O projeto também oferecerá oficinas de projeção mapeada, capacitando jovens, artistas e técnicos locais. A proposta alia arte, tecnologia, formação e inclusão, contribuindo para a democratização do acesso cultural e a valorização das expressões artísticas contemporâneas no Espírito Santo.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL: Promover uma experiência artística e sensorial inovadora por meio da criação e circulação de uma sala imersiva de projeções visuais e sonoras, em seis cidades do Espírito Santo, democratizando o acesso à arte e estimulando a formação, a criatividade e a inclusão cultural.OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) Instalar e operar a sala imersiva em 6 cidades capixabas, com 3 dias de funcionamento por cidade, totalizando 18 dias de apresentações gratuitas.b) Realizar 6 oficinas de projeção mapeada, formando no mínimo 120 participantes (20 por cidade).c) Exibir projeções externas em grandes dimensões (20m x 5m) em todos os locais, ampliando o alcance visual e a interação com o público.d) Atender pelo menos 15.000 visitantes presenciais nas seis cidades, com entrada gratuita e acessibilidade integral.e) Implementar recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, audiodescrição e legendas) em todas as apresentações e vídeos informativos.f) Produzir conteúdo audiovisual inédito com as criações das oficinas, incorporando-as nas projeções exibidas.g) Promover campanha de divulgação acessível e educativa nas mídias locais e digitais, alcançando mais de 300.000 pessoas.h) Gerar relatório técnico e audiovisual sobre o impacto cultural e educativo do projeto, disponibilizado ao público e aos parceiros.
O projeto insere-se no contexto da crescente valorização das experiências imersivas como linguagem artística contemporânea, que une arte, tecnologia e inclusão. Embora exposições desse tipo tenham se popularizado em grandes centros, o Espírito Santo ainda carece de iniciativas dessa natureza com acesso gratuito e caráter formativo.A sala imersiva permitirá que o público capixaba vivencie a arte de forma inovadora, rompendo com os modelos expositivos tradicionais e transformando o espaço público em um ambiente sensorial, de contemplação e de diálogo entre o físico e o digital.Ao percorrer seis cidades, o projeto se alinha à política cultural do Estado do Espírito Santo (Lei nº 11.246/2021), que prioriza a descentralização das ações culturais e a democratização do acesso à arte. A instalação proporcionará momentos de convivência, aprendizado e reflexão, estimulando a imaginação e o senso de pertencimento coletivo.Além disso, a oficina de projeção mapeada atuará como um polo de capacitação em arte e tecnologia, oferecendo a jovens e artistas locais o contato com ferramentas contemporâneas de criação digital. Essa ação formativa amplia o potencial de inserção profissional e estimula o desenvolvimento de uma nova geração de artistas visuais no Estado.Por fim, o projeto contempla ações de acessibilidade universal, assegurando que pessoas com deficiência visual, auditiva, física ou intelectual participem plenamente da experiência. Assim, a proposta se consolida como um instrumento de cidadania, inovação e inclusão, fortalecendo o compromisso do Espírito Santo com a arte como direito humano e bem coletivo. Desse modo, a presente proposta se enquadra perfeitamente nos objetivos definidos pela Lei 8313/1991, em seu artigo 1º, através dos incisos:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;(...)VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.Diante do exposto, a proposta apresentada atenderá os seguintes objetivos constantes no artigo 3° da Lei 8313/91:I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante:(...)c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (Os concertos terão um caráter didático e formativo, levando o público, além de conhecer as obras apresentadas, compreender o contexto histórico nos quais eram compostas. Além disso, para cada concerto, haverá um ensaio exclusivo para alunos inscritos, das redes públicas locais).II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:(...)c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, e(...)IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (a proposta, terá todas as suas atividades ofertadas de forma gratuita);b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:(...)b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;(...)c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.
Em relação às especificações técnicas, o projeto apresenta uma infraestrutura cuidadosamente planejada para garantir uma experiência imersiva, segura e de alta qualidade para o público. A instalação contará com duas tendas modulares de 10 x 10 metros e cinco metros de altura, devidamente interligadas e estruturadas para abrigar a sala imersiva principal, a área técnica de controle e o espaço de espera do público. Essas tendas serão equipadas com estrutura metálica interna de alta resistência, responsável por sustentar os projetores, o sistema de som e os tecidos de projeção. A montagem seguirá rigorosos padrões de segurança e isolamento luminoso, assegurando condições ideais de projeção e conforto para os visitantes.As paredes internas da tenda serão revestidas com tecido branco especial, dotado de camada preta posterior para impedir a dispersão de luz, garantindo imagens nítidas e contrastes visuais precisos. O piso será confeccionado em lona fosca branca de alta gramatura, também projetável, de modo que o público seja envolvido em imagens em todas as direções — paredes e chão — promovendo a sensação de total imersão. O resultado é uma ambientação tridimensional em que luz, cor e som se integram num mesmo fluxo estético, permitindo ao espectador vivenciar a arte de forma sensorial e interativa.O sistema de projeção contará com equipamentos de alta resolução e brilho, calibrados para cobrir integralmente o espaço interno, e operados por técnicos especializados em projeção mapeada. Um sistema de som multicanal será instalado na parte superior da estrutura metálica, com caixas posicionadas em pontos estratégicos e inclinadas para distribuir o áudio de maneira homogênea. Essa configuração assegura uniformidade acústica, eliminando zonas de sombra sonora e reforçando o efeito imersivo por meio de uma trilha sonora sincronizada com as imagens projetadas.O ambiente interno contará ainda com sistema de climatização controlada, utilizando torres de ar-condicionado posicionadas fora da estrutura principal, evitando vibrações que possam interferir na estabilidade dos projetores. Essa solução garante conforto térmico sem comprometer a qualidade visual ou sonora das exibições.A sala dos computadores e controle técnico, instalada em espaço anexo de aproximadamente 3 x 2,5 metros, abrigará os equipamentos de operação digital, servidores de mídia, mesas de som e controle de luz, assegurando total precisão na execução das projeções. O sistema elétrico será alimentado por gerador dedicado, com rede exclusiva para os projetores e equipamentos de áudio, prevenindo quedas de energia e interferências.Cada sessão terá duração média de cinco minutos e capacidade para até 20 pessoas por vez, permitindo uma vivência confortável e individualizada.
O plano de acessibilidade do projeto “Sala Imersiva: Arte, Luz e Movimento” foi elaborado em conformidade com as diretrizes da Instrução Normativa MinC nº 23/2025 e com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), assegurando que todas as etapas da execução — desde o planejamento até a realização das atividades — promovam o acesso pleno, autônomo e seguro de todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas.A acessibilidade física será garantida por meio da instalação de rampas de acesso, corredores amplos e espaços de circulação adequados, permitindo o deslocamento confortável de pessoas usuárias de cadeiras de rodas, com mobilidade reduzida ou acompanhantes. Todos os locais de realização serão previamente vistoriados para confirmar a existência de infraestrutura acessível, incluindo banheiros adaptados e áreas de descanso com segurança e conforto. A escolha dos espaços priorizará locais públicos e equipamentos culturais que já contemplem esses requisitos, em consonância com o princípio da acessibilidade universal.No campo da acessibilidade comunicacional, o projeto assegurará que as informações sejam transmitidas de forma clara, inclusiva e multissensorial. Os vídeos de orientação e apresentação da instalação contarão com tradução em Libras, legendas descritivas e audiodescrição, de modo a garantir que pessoas com deficiência auditiva e visual possam compreender plenamente os conteúdos. Além disso, toda a sinalização do espaço será produzida com alto contraste de cor, pictogramas universais e linguagem simples, seguindo as normas da ABNT NBR 9050 e as boas práticas de comunicação acessível recomendadas pelo Ministério da Cultura.A equipe técnica e de recepção passará por capacitação básica em atendimento inclusivo, com orientações sobre acolhimento adequado de pessoas com deficiência, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida. Essa formação garantirá que o atendimento seja pautado no respeito à autonomia e à dignidade do público, conforme preconiza o Estatuto da Pessoa com Deficiência.Os materiais de divulgação e comunicação do projeto — como folders, catálogos digitais e postagens em redes sociais — serão desenvolvidos em formatos compatíveis com leitores de tela e incluirão QR Codes que direcionam o público a conteúdos adaptados, como textos ampliados, áudios e vídeos acessíveis. Essa estratégia assegura que o acesso à informação seja garantido também nos meios digitais, fortalecendo o princípio da comunicação para todos.Por fim, o projeto adota uma política de inclusão social ativa, reservando 5% das vagas das oficinas formativas para pessoas com deficiência, estimulando sua participação criativa e o desenvolvimento de competências técnicas e artísticas. Essa medida vai além do cumprimento legal: representa um compromisso ético com a equidade e a valorização da diversidade humana.
As ações de democratização de acesso do projeto “Sala Imersiva: Arte, Luz e Movimento” estão integralmente alinhadas às diretrizes da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que orienta a execução de projetos culturais financiados por meio de mecanismos de incentivo fiscal com foco em ampliação do acesso, formação de público, descentralização territorial e inclusão sociocultural.Desde sua concepção, o projeto foi estruturado para garantir acesso gratuito e irrestrito a todas as atividades, tanto na instalação imersiva quanto nas oficinas formativas. A gratuidade não é apenas um elemento de atratividade, mas um princípio orientador que assegura o direito constitucional de todos à cultura, conforme o artigo 215 da Constituição Federal. Ao eliminar barreiras econômicas, o projeto democratiza o contato com linguagens artísticas contemporâneas — muitas vezes restritas a grandes centros urbanos ou espaços pagos — e possibilita que públicos diversos, de diferentes faixas etárias, níveis de escolaridade e contextos sociais, tenham uma experiência cultural significativa.Outro eixo fundamental é a descentralização territorial, um dos pilares da política pública de cultura do Espírito Santo (Lei nº 11.246/2021) e reforçado pela IN 23/2025. O projeto será realizado em seis municípios capixabas, contemplando diferentes regiões do Estado, de modo a alcançar tanto áreas metropolitanas quanto cidades do interior. Essa circulação territorial amplia o alcance social da iniciativa, permitindo que comunidades historicamente afastadas dos grandes circuitos culturais tenham acesso a uma atividade artística inovadora, tecnológica e interativa. Ao levar a sala imersiva a parques e praças, o projeto faz da arte um bem público, transformando o cotidiano urbano em um espaço de convivência, descoberta e sensibilidade.A democratização do acesso também se manifesta no diálogo direto com o público. A equipe de produção adotará estratégias de aproximação com escolas públicas, centros culturais, ONGs e conselhos comunitários em cada cidade, promovendo parcerias locais para mobilizar estudantes, professores e famílias. O público escolar será especialmente contemplado, uma vez que as sessões diurnas e as oficinas formativas dialogam diretamente com os currículos de artes visuais, tecnologia e educação patrimonial. Dessa forma, o projeto atua não apenas como uma experiência estética, mas como um instrumento pedagógico complementar, capaz de estimular a imaginação e o pensamento crítico.No campo da comunicação, o projeto desenvolverá uma campanha ampla, acessível e educativa, abrangendo mídias tradicionais e digitais. A estratégia de divulgação incluirá spots de rádio comunitária, chamadas televisivas, inserções em portais de notícia e redes sociais, bem como materiais gráficos e digitais em linguagem simples e visualmente inclusiva. Todos os conteúdos de divulgação seguirão parâmetros de acessibilidade comunicacional, com legendas, tradução em Libras e audiodescrição. Além disso, serão disponibilizados QR Codes nas áreas de exibição, direcionando o público a conteúdos complementares e educativos sobre o projeto, o processo de criação e as tecnologias utilizadas. Essas medidas visam garantir amplo acesso ao produto cultural, atender às exigências da IN 23/2025 e reafirmar o compromisso do projeto com a democratização da cultura.Ainda, em complemento à medidas de democratização de acesso alencadas acima, o projeto adotará outras, em consonância ao artigo 47º da IN 23/2025, quais sejam:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;(...)X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.As ações de democratização contemplam ainda o envolvimento comunitário e a valorização da participação popular. Em cada cidade visitada, a produção realizará encontros de sensibilização com grupos locais de arte, associações culturais e representantes das secretarias municipais, com o objetivo de integrar as especificidades de cada território ao projeto. As oficinas de projeção mapeada servirão como espaço de formação e intercâmbio, estimulando a produção de conteúdo artístico local e a experimentação criativa. Parte das imagens produzidas nessas oficinas será incorporada às projeções da instalação, valorizando o protagonismo dos participantes e estabelecendo um processo de coautoria coletiva.A programação noturna da projeção mapeada externa também cumpre papel estratégico de democratização. Com 20 metros de largura por 5 metros de altura, a projeção é visível a longa distância, o que permite que mesmo quem não entra na sala imersiva tenha contato com a obra. A interação do público com as imagens — projetadas sobre o corpo e o entorno — transforma o espaço urbano em uma galeria viva, dinâmica e acessível, reafirmando o princípio da ocupação artística do espaço público como bem coletivo.O projeto busca ainda reduzir desigualdades regionais e socioculturais, atingindo públicos com pouca oferta de equipamentos culturais permanentes. Ao realizar as atividades em espaços abertos e de fácil acesso, como parques e praças, garante-se a inclusão de pessoas com deficiência, idosos, crianças e famílias de baixa renda, que muitas vezes encontram barreiras de deslocamento ou custo em outras ofertas culturais. A estrutura da sala será totalmente acessível, com rampas, corredores amplos e sinalização em alto contraste.No campo formativo, a democratização de acesso se expressa pela transmissão de conhecimento técnico e artístico. As oficinas de projeção mapeada, realizadas em cada município, permitirão que artistas locais, estudantes e técnicos aprendam a utilizar ferramentas de criação digital, software de mapeamento e linguagem visual aplicada à arte contemporânea. Essa ação educativa cria um legado duradouro para além da temporada de exibição, estimulando novas produções regionais e fortalecendo a cadeia criativa capixaba.A metodologia adotada enfatiza também a avaliação participativa. Durante o período de funcionamento em cada cidade, haverá coleta de depoimentos, registros e formulários acessíveis para aferir o impacto social e artístico da experiência. Esse material servirá de base para um relatório final e para a criação de um vídeo-documentário, que será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, ampliando o alcance e a perenidade do projeto.Em consonância com a IN 23/2025, o projeto reafirma o compromisso de que democratizar o acesso à cultura não se limita à gratuidade, mas envolve a criação de condições reais de fruição, entendimento e pertencimento. Assim, ao conjugar acessibilidade, descentralização, inclusão e formação, a iniciativa propõe uma vivência artística sensível e transformadora, capaz de integrar arte, tecnologia e cidadania.
Wanderson Belo Gonçalves ( Diretor Geral e Produtor de Conteúdo), conhecido artisticamente como Pixxfluxx, é graduado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual (UFES, 2005) e pós-graduado em Linguagens do Audiovisual e Multimídia (UFES, 2010). Participou como aluno especial nos programas de mestrado da USP (PPGA, 2011) e da UFES (PPGA, 2012), além de ter frequentado cursos e festivais internacionais de videomapping em países como Itália, África do Sul, Suíça e Holanda. Atua há mais de 15 anos como artista visual, cenógrafo e VJ, desenvolvendo videomappings e instalações em eventos, festivais e espaços culturais no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos recentes, destacam-se projeções no Palácio Anchieta, Convento da Penha, Festival de Cinema de Santa Teresa e eventos da EDP, Sebrae e Sicoob. Também ministra oficinas de projeção mapeada em vários estados, contribuindo para a formação de novos artistas. Seu trabalho combina arte, tecnologia e interatividade, explorando a fusão entre luz, imagem e arquitetura. Bruno de Paula Tavares Dias,(Diretor Artístico e Criador de Conteúdo), é artista visual e especialista em videomapping, graduado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual pela Universidade Federal do Espírito Santo (2005). Participou de cursos e festivais internacionais de arte digital, como o VJ Passport University e o VJ University (FullDome e Realidade Virtual) em São Paulo, e o XIV LPM Festival na Cidade do Cabo, África do Sul. Atua desde 2011 na criação de projeções mapeadas, instalações imersivas, cenografias e intervenções urbanas em eventos culturais, corporativos e festivais no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos destacam-se videomappings no Palácio Anchieta, Convento da Penha, Catedral de Vitória, Festival de Cinema de Santa Teresa, ESX Sebrae, e eventos para instituições como Sicoob, Sebrae, e Governo do Espírito Santo. Também ministra oficinas e formações em videomapping, promovendo a difusão da arte tecnológica e a formação de novos profissionais no campo das artes visuais contemporâneas.Marcela Belo Gonçalves (pesquisadora) é artista plástica, educadora e pesquisadora. Doutora em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, 2023), na linha de Preservação do Patrimônio Cultural, é também Mestra em Artes (2014) e Bacharel em Artes Plásticas (2010) pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Atua como professora de Artes na rede pública estadual (SEDU/ES), pesquisadora do Laboratório de Extensão e Pesquisa em Artes da UFES (LEENA) e integrante do Grupo de Estudos sobre Arte Pública – Brasil (GEAP-Brasil/UNICAMP). Tem experiência em produção cultural, ensino superior e coordenação de projetos nas áreas de Arte Pública, Patrimônio e Processos de Criação. Publicou livros e artigos sobre arte e preservação, entre eles Raphael Samú e os Mosaicos Murais e ¡Atenção Arte!. Organiza o Seminário Ibero-Americano sobre o Processo de Criação – Poéticas, ES, e desenvolve pesquisas sobre arte urbana, escultura espontânea e políticas públicas de preservação da memória urbana capixaba. Leonardo da Vitória Tagarro (Produtor e Produtor de Conteúdo) é especialista em audiovisual e artes digitais, com mais de dez anos de experiência na criação e produção de conteúdos visuais imersivos. Atua nas áreas de videomapping, edição de vídeo, modelagem e animação 3D, utilizando ferramentas como After Effects, Premiere Pro, 3ds Max, Blender e Photoshop. Trabalhou na PixxFluxx entre 2012 e 2025, desenvolvendo projetos de videomapping para eventos corporativos e artísticos, além de produções audiovisuais institucionais e promocionais. Colaborou com as produtoras ON Filmes (2022) e Wis (2022–2023), nas quais realizou edição, animação e efeitos visuais para peças publicitárias e digitais. Desde 2024 integra a equipe da Caraminholas, atuando como editor de vídeo e 3D generalista júnior, responsável pela criação de personagens e ambientes tridimensionais, animações e finalização de vídeos. É estudante de Artes Visuais pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e mantém portfólio ativo em https://sites.google.com/view/leomarrom/home.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.