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Em 2026 o Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (MAUC/UFC) vai completar 65 anos como um dos mais importantes museus universitários do Brasil, em especial no campo das artes visuais. Para celebrar esta data, o Mauc/UFC propõe a realização de uma exposição dedicada às gravuras brasileiras a partir da aquisição (por meio de doação) de um importante conjunto artístico que conta com a presença de diversos artistas brasileiros oriundos de uma coleção particular. O conjunto foi constituído a partir da década de 1980 pela arquiteta-urbanista e artista visual Nícia Bormann e uma das primeiras mulheres a lecionar na Universidade Federal do Ceará nos anos de 1960. Também compõe o escopo do projeto a realização de um seminário voltado à discussão sobre a técnica da gravura e a publicação de um catálogo da exposição.
A proposta contempla três produtos culturais que, em conjunto, visam à preservação, valorização e difusão do patrimônio artístico e cultural, com foco na técnica da gravura. São eles:1. Exposição de gravurasA Exposição reunirá 142 gravuras produzidas por artistas visuais brasileiros e estrangeiros doadas ao Museu de Arte da UFC pela arquiteta-urbanista e colecionadora Nícia Bormann. A mostra tem como objetivo apresentar um panorama expressivo do conjunto artístico organizado pela colecionadora a partir de um "clube de colecionadores" do qual ela foi idealizadora na década de 1980, período em que morou em Brasília e que teve contato com diversos artistas visuais que atuaram no campo da gravura, em especial aqueles oriundos e militantes contra o regime autoritário imposto pela ditadura civil-militar no Brasil. O conjunto apresenta a produção gráfica das últimas décadas, reunindo nomes de destaque no campo da gravura e evidenciando a diversidade de técnicas, temáticas e trajetórias presentes na coleção, tais como Maria Bonomi, Lêda Watson, Fayga Ostrower, Renina Katz, Anna Letycia, Darel, Cícero Dias, Antônio Poteiro, Flávio de Carvalho, Carlos Scliar, Rubem Valentim, Rubens Gerchman, Amilcar de Castro, Siron Franco, Iberê Camargo, Volpi, entre outros nomes. O conjunto reflete o diálogo entre diferentes gerações e contextos artísticos, revelando a amplitude e a relevância do acervo para o estudo da arte moderna e contemporânea brasileira. A exposição propõe ainda um diálogo com o acervo de gravuras do Mauc, especialmente com as xilogravuras do Cariri cearense e com as obras adquiridas na Europa pela Universidade Federal do Ceará no início da década de 1960, ressaltando a amplitude e a riqueza do repertório gráfico preservado pela instituição. Ao reunir esses conjuntos, reafirma-se o lugar do Mauc como um importante guardião de gravuras no estado do Ceará e como espaço de difusão e reflexão sobre as múltiplas linguagens da arte impressa.A exposição será gratuita, com duração de quatro meses, integrando o circuito expositivo regular do museu. Incluirá recursos de acessibilidade como audiodescrição, visitas mediadas e materiais em linguagem simples. 2. Seminário de GravuraSeminário gratuito com duração de 20 horas semanais distribuídas em 5 dias, composto por mesas-redondas e palestras ministradas por especialistas em gravura, curadoria e história da arte. Planeja-se convidar 4 especialistas de outros estados e um especialista do estado do Ceará. O evento abordará temas como a gravura na contemporaneidade e a trajetória de artistas brasileiros ligados à gravura. O seminário será realizado presencialmente. Haverá intérprete de Libras e material digital acessível.Classificação indicativa: livre.3. CatálogoPublicação bilíngue (português e inglês) com tiragem impressa e versão digital gratuita, contendo textos curatoriais, imagens das obras, durante e após o restauro, ensaios críticos de especialistas. Neste produto o museu contará com a parceria da Pró-Reitoria de Inovação e Relações Interinstitucionais da Universidade Federal do Ceará (PROINTER) para realização de tradução para língua inglesa. O catálogo funcionará como registro permanente da exposição, ampliando seu alcance e contribuindo para a pesquisa acadêmica e para a difusão da arte brasileira.Classificação indicativa: livre.
O projeto tem como objetivo geral a realização de uma exposição de 142 gravuras de artistas de nacionalidade brasileira doadas ao Museu de Arte da UFC (MAUC/UFC) pela artista Nícia Borman. Destacam-se na coleção obras de Fayga Ostrower, Amílcar de Castro, Rubem Valentim e Maria Bonomi.A Exposição reunirá 142 gravuras produzidas por artistas visuais brasileiros e estrangeiros doadas ao Museu de Arte da UFC pela arquiteta-urbanista e colecionadora Nícia Bormann. A mostra tem como objetivo apresentar um panorama expressivo do conjunto artístico organizado pela colecionadora a partir de um "clube de colecionadores" do qual ela foi idealizadora na década de 1980. Período este em que morou em Brasília e atuou no ateliê da Universidade de Brasília - UNB. Tanto por meio do ateliê quanto pela relação com editoras em São Paulo, Nícia teve contato com diversos artistas visuais que regressaram ao Brasil no período da anistia e que atuaram no campo da gravura. O conjunto apresenta a produção gráfica das últimas décadas, reunindo nomes de destaque no campo da gravura e evidenciando a diversidade de técnicas, temáticas e trajetórias presentes na coleção, tais como Maria Bonomi, Lêda Watson, Fayga Ostrower, Renina Katz, Anna Letycia, Darel, Cícero Dias, Antônio Poteiro, Flávio de Carvalho, Carlos Scliar, Rubem Valentim, Rubens Gerchman, Amilcar de Castro, Siron Franco, Iberê Camargo, Volpi, entre outros nomes. As obras refletem o diálogo entre diferentes gerações e contextos artísticos, revelando a amplitude e a relevância do acervo para o estudo da arte moderna e contemporânea brasileira. A exposição propõe ainda um diálogo com o acervo de gravuras do Mauc, especialmente com as xilogravuras do Cariri cearense e com as obras adquiridas na Europa pela Universidade Federal do Ceará no início da década de 1960, ressaltando a amplitude e a riqueza do repertório gráfico preservado pela instituição. Ao reunir esses conjuntos, reafirma-se o lugar do Mauc como um importante guardião de gravuras no estado do Ceará e como espaço de difusão e reflexão sobre as múltiplas linguagens da arte impressa.A exposição será gratuita, com duração de quatro meses, integrando o circuito expositivo regular do museu. Incluirá recursos de acessibilidade como audiodescrição, visitas mediadas e materiais em linguagem simples.Os objetivos específicos da proposta são:Realização de uma exposição de gravuras de artistas brasileiros;Realização de um seminário no qual serão debatidos temas voltados à técnica da gravura e à produção dos artistas brasileiros;Publicação de um catálogo da exposição incluindo ensaios de especialistas no tema;
O Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (MAUC), é um dos museus universitários mais importantes do Brasil, abriga um acervo museológico de relevância nacional e internacional, com aproximadamente 8 mil obras de 397 artistas e está vinculado à Pró-Reitoria de Cultura da UFC. Entre seus principais núcleos estão: arte moderna cearense, cultura popular tradicional nordestina, arte sacra e uma expressiva e valiosa coleção de xilogravuras (matrizes e estampas) do Cariri cearense. Na categoria de gravuras o Mauc possui atualmente pouco mais de 1.500 itens de 227 autores, o que demonstra a relevância das coleções de gravura para o acervo do Mauc.Dentre os artistas com gravuras no acervo do Museu de Arte está a artista Nícia Borman, natural do Rio de Janeiro e docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceará desde a década de 1960. Nícia acompanhou o desenvolvimento do Museu de Arte da UFC, não apenas pela proximidade física entre o curso de arquitetura e o Mauc, mas também por sua relação com a arte e com o museu. Em 2022, a artista apresentou sua primeira exposição individual no Mauc intitulada "Um olhar sobre a paisagem" que trouxe um conjunto rico e diversificado de sua produção, incluindo fotografias, desenhos, gravuras, aquarelas, cerâmicas e mobília.A coleção doada ao Museu de Arte pela artista começou a ser formada entre os anos de 1986 a 1990, tanto por meio de aquisição direta quanto pela produção realizada no ateliê da Universidade de Brasília - UNB. É importante destacar que a coleção não foi criada com fins comerciais. Sua organização pela artista Nícia lhe confere um valor ainda maior, pois traduz a perspectiva singular da própria artista.A coleção Nícia Borman é constituída de 142 gravuras de 64 artistas brasileiros, entre homens e mulheres. Destacam-se na coleção obras de Fayga Ostrower, Amílcar de Castro, Rubem Valentim e Maria Bonomi; nomes relevantes no campo da gravura. É importante ressaltar que a doação vem acrescentar obras de 51 artistas dos quais o museu não possuía nenhum item, complementando assim os conjuntos de gravura popular, japonesa e européia presentes no acervo.A relevância deste projeto consiste em ampliar a visibilidade e o acesso à coleções de gravura brasileira, principalmente no estado do Ceará, por meio das ações propostas a partir da doação desta coleção. Neste hall estão incluídas uma exposição, a realização de um seminário e a publicação de um catálogo, sendo todas estas iniciativas de natureza gratuita.Esta proposta se alinha ao artigo 1° da Lei 8313/1991 uma vez que se enquadra nos incisos:III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: a realização da exposição representa a preservação da memória da técnica da gravura no Brasil nas décadas de 1980 a 1990 pela diversidade de artistas que a compõe. Sua futura exibição para o público visitante do Museu de Arte da UFC promoverá a valorização e difusão da gravura e de seus artistas. Além disso, a exposição, o seminário e o catálogo contribuirão para a difusão desta coleção;IV- Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: considerando que a coleção é composta por diversos artistas brasileiros, esta proposta atende ao objetivo de preservação de um bem material do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - Priorizar o produto cultural originário do País: por se tratar, em grande parte, de obras produzidas no Brasil e por artistas nacionais, o projeto atende ao objetivo de priorização do patrimônio do País;No que se refere ao artigo 3° da Lei 8313/1991 a proposta contribui para o alcance do objetivo do inciso II, item b) por incluir na proposta a edição de um catálogo cuja temática é a arte por se tratar da gravura; item e) por se tratar da realização de uma exposição gratuita; inciso 3, item a) preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a ampliação de coleções em museus.Dessa forma, a utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) é fundamental para viabilizar a execução e assegurar que este projeto, de natureza pública e educativa, alcance sua plenitude social e cultural, fortalecendo a missão do Mauc de valorizar e difundir a arte brasileira e o legado de seus criadores.
Este projeto tem como objetivo valorizar e preservar a produção de artistas brasileiros ligados à técnica da gravura.A iniciativa fortalece o papel do Museu de Arte da UFC como espaço de produção de conhecimento, articulação com a comunidade e fomento à pesquisa acadêmica, ao reunir especialistas, estudantes, artistas e o público em geral em torno de ações integradas. A gratuidade de todas as atividades (seminário, exposição e catálogo) reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura.
1. Exposição de gravurasA exposição ocupará o Hall de entrada e duas salas dedicadas à exposição de curta duração. O projeto propõe a exibição de 142 gravuras doadas ao Museu de Arte pela arquiteta-urbanista e artista visual Nícia Bormann. O projeto prevê a contratação de profissionais das áreas de expografia, pesquisa, curadoria e produção cultural. Inclui também serviços de marcenaria, molduraria e comunicação visual. Também serão disponibilizados recursos de acessibilidade tais como: textos em braille e audiodescrição. 2. Seminário de GravuraO seminário será realizado presencialmente no auditório do Museu de Arte da UFC ou em parceria com outros espaços da universidade. Terá duração de cinco dias, com carga horária total de 20 horas, incluindo palestras, mesas-redondas e rodas de conversa. A programação contará com a participação de pelo menos cinco profissionais convidados, com reconhecido saber área de gravura e história da arte. O evento será gratuito e terá acessibilidade garantida, com intérprete de Libras, audiodescrição em materiais informativos e recursos visuais acessíveis. Será emitida declaração de participação para os inscritos. 3. Catálogo da ExposiçãoO catálogo será publicado em formato físico e digital. A tiragem impressa será de 500 exemplares. A obra terá aproximadamente 300 páginas, contendo imagens em alta qualidade das obras expostas, textos críticos, entrevistas com curador e com a doadora da coleção. A versão digital será publicada em formato eBook. A distribuição do catálogo será gratuita, com foco em bibliotecas públicas, escolas e instituições culturais e de ensino. O conteúdo também será disponibilizado para download gratuito no site do museu e no Repositório Institucional da UFC.
Acessibilidade Física: O Museu de Arte da UFC está preparado para receber o público com diferentes necessidades de locomoção. O edifício conta com rampa de acesso na entrada principal, portas largas e salas de exposição com circulação compatível para cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida e que necessitam de apoio de outra pessoa. Há também banheiros adaptados disponíveis para o público. O espaço é continuamente avaliado e adaptado conforme as normas de acessibilidade vigentes.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto prevê medidas efetivas para tornar seus conteúdos acessíveis a pessoas com deficiência. Durante o seminário, haverá intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir o acesso de pessoas surdas. Os vídeos institucionais e materiais promocionais veiculados nas redes sociais do museu contarão com legendas descritivas e janela de Libras. Além disso, está prevista a elaboração de audiodescrição de uma parte das obras, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso à obra e ao seu contexto. Haverá ainda a impressão dos textos curatoriais em Braille.Essas ações reforçam o compromisso da instituição com a acessibilidade plena, entendida como um direito cultural e uma condição fundamental para o exercício da cidadania.
Mauc 65 anos: Coleção Nícia Borman - Legado, Arte e Memória expressa o duplo movimento que orienta a exposição: a celebração dos 65 anos do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará e a incorporação de uma coleção privada ao patrimônio público universitário. A doação realizada pela arquiteta-urbanista e artista visual Nícia Bormann transforma um acervo pessoal, formado por gravuras de importantes nomes da arte brasileira e internacional, em um bem coletivo, acessível à pesquisa, à preservação e à fruição do público. A passagem “do privado ao público” simboliza, portanto, o gesto de partilha e de ampliação do alcance social da arte, reafirmando o papel do Mauc como instituição que preserva, pesquisa e difunde o patrimônio artístico universitário sob sua guarda. Nesse contexto, a coleção Nícia Bormann não apenas enriquece o acervo do museu, mas também reforça sua missão histórica de constituir-se como espaço de memória, acolhimento, diálogo e acesso democrático à produção artística.Este projeto assume um compromisso com a responsabilidade social ao promover o acesso democrático à arte, à memória e ao conhecimento técnico-cultural por meio de ações públicas, educativas, formativas e gratuitas. A realização da exposição da nova coleção doada ao museu permitirá que o público tenha acesso à relevantes obras que compõem a produção da gravura no Brasil.O seminário previsto no escopo do projeto também tem caráter social, ao oferecer um espaço de debate e formação voltada para a difusão da técnica da gravura e ofertada gratuitamente a agentes culturais, estudantes universitários e profissionais de museus e instituições públicas. O conteúdo da exposição será amplamente divulgado e disponibilizado por meio da publicação do catálogo, contribuindo para a formação de repertórios críticos sobre o patrimônio artístico brasileiro.
Fundação CETREDEA Fundação CETREDE, criada em 2018, é uma entidade civil com personalidade jurídica de direito privado sem fins econômicos, que desempenha um importante papel como fundação de apoio à Universidade Federal do Ceará UFC. A Fundação originada no seio da respeitada instituição CETREDE que acumula mais de seis décadas de experiência na formação, aperfeiçoamento e desenvolvimento de práticas de relevância para a sociedade, beneficia-se do vasto acervo técnico e expertise dessa instituição. Desde o início de suas atividades em 2019, a instituição tem se dedicado ao desenvolvimento e execução de diversos projetos em parceria com entidades e órgãos públicos e privados atuando em mais de 70 projetos nas áreas de saúde, tecnologia, educação, meio ambiente, inovação e cultura. No âmbito da cultura na UFC, destaca-se em especial pela execução do Termo de Execução Descentralizado com o Ministério da Cultura para a execução de ações voltadas para gestão da Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura por meio da realização de Encontros de Intercâmbio, em Fortaleza, reunindo 68 (sessenta e oito) Escolas Livres, cada, além de visitas bilaterais, in loco, para a troca de saberes entre as diferentes Escolas Livres, em todo o país.Função no projeto: Coordenação Administrativo-financeira do projetoGraciele Karine Siqueira (NÃO REMUNERADA)Bacharel em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Mestre em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) / Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST). Diretora do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará. Função no projeto: CoordenadoraHelem Cristina Ribeiro de Oliveira Correia (NÃO REMUNERADA)Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Ceará. Especialização em Estratégia e Gestão Empresarial pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Administradora do Museu de Arte da UFC.Função no projeto: Apoio à execuçãoRegis Torquato de Araújo Tavares (NÃO REMUNERADO)Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo (2012) pelo Instituto de Cultura e Arte (ICA) da Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestre em Artes (2020) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará (UFC). Atua no Laboratório de Investigação em Corpo, Comunicação e Arte (LICCA - UFC); atua como jornalista autônomo e é servidor público no Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (Mauc). Tem experiência nas áreas de Comunicação e de Artes, com ênfase em livro-reportagem, jornalismo literário, processo de criação em escrita e cultura popular.Função no projeto: Apoio à comunicaçãoKathleen Raelle de Paiva Silveira (NÃO REMUNERADA)Bacharel em Design de Moda pela Universidade Federal do Ceará. Mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará. Atua como Coordenadora do Núcleo de Comunicação do Museu de Arte.Função no projeto: Coordenadora de comunicaçãoEduardo FrotaLicenciado em Educação Artística pela Faculdade Integrada Bennet - Rio de JaneiroFrequentou a Escola de Artes Modernas - EAV - Parque Lage - Rio de Janeiro. Atuou como curador na Exposição Mira Schendel - FUNARTE - RJ. Coordenador do núcleo de artes plásticas do ALPENDRE Casa de Arte Pesquisa e Produção. Fortaleza - CE e Curador Adjunto para os estados do Ceará, Piauí, Maranhão e Tocantins do II - Programa Rumos Visuais Itaú. Premiado no XI Salão Nacional de Artes Plásticas - FUNARTE/RJ (Prêmio Aquisição) Salão de Abril -Fortaleza - CE (Prêmio Escultura); no Salão de Abril - Fortaleza - CE (1o Prêmio); no Arte Pará 97 - Belém - PA (Grande Prêmio) e Trajetória artística, edital Lei Aldir Blanc Governo do Estado do Ceará.Função: CuradorNícia Paes BormannArquiteta formada pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil (FNA/UB), atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (1964). Mestre em planejamento urbano pela Universidade de Brasília - UNB (1987). Professora aposentada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (FAUNB) e artista plástica.Função: HomenageadaTúlio Paracampos Bacharel em Arquitetura pela FANOR em combinação com graduações mais técnicas como o Curso Tecnológico - Design e Tecnologias Industriais Básicas – CDC, Instituto Dragão do Mar, 2003, onde foi premiado por seu trabalho final. Complementado essa formação, atuou entre 2003 e 2019 no desenvolvimento de projetos gráficos de identidade visual, prospecção e sinalização, comercial, institucional e de serviço; atuação laureada em 2012 com o Prêmio Vila Ideal de Arte Pública, Atuação Profissional (Design Gráfico e Produto).Função: ExpógrafoAlgumas das funções da equipe técnica, acima listadas, não implicarão custos adicionais ao projeto, uma vez que serão desempenhadas por servidores da UFC, configurando-se, portanto, como contrapartida da Universidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.